HD externo USB de 500GB: teste prático do S2, da Samsung
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Que tal um HD USB de 500GB, com bom desempenho, design atual, leve e que cabe no bolso da camisa?

Testei o modelo S2, da Samsung, e ele tem bem mais forças do que pontos fracos – e abaixo apresento ambos os pontos de vista.
Mobilidade digital na prática
Sou um grande fã da mobilidade informatizada que começa a ser cada vez mais comuns nos equipamentos e acessórios disponÃveis no mercado. No ano retrasado aderi entusiasticamente a um dos primeiros netbooks da safra moderna (o Eee PC 701, cuja mini-análise, já obsoleta, publiquei na época), e ele já reunia alguns dos requisitos cada vez mais exigidos para aparelhos móveis: era mais leve que seus concorrentes, sua redução de desempenho e funcionalidade era aceitável (mas a definição de aceitável foi ficando menos elástica conforme os meses passaram e novos modelos surgiram), e ele suportava bem os solavancos e impactos do dia-a-dia em mochilas e bagageiros.

Só que um dos recursos de mobilidade essenciais, para mim, não era bem suprido pelo Eee PC 701: seu volume de armazenamento interno era insuficiente, a ponto de eu ter de levar comigo alguns pen drives e cartões SD para complementá-la. Mas eu sabia, e aceitava, que este era o preço a pagar por uma vantagem, que naquele momento apenas começara a ser explorada: no lugar do tÃpico e sensÃvel disco rÃgido mecânico, o Eee usava unidades de memória flash, conhecidas pela sua resiliência – sabe-se que elas costumam tolerar, sem perda de dados, até mesmo condições extremas, como um ciclo completo na máquina de lavar, quando um dono descuidado esquece uma delas (em um pen drive, por exemplo) no bolso da calça.
Mas o tempo passou, eu mudei para um novo netbook (e este tem um HD tradicional, com 160GB de armazenamento interno), e agora vivo mais longe do extremo da escala representado pelo antigo Eee PC 701: meu micrinho atual tem lugar para todos os dados que eu queira levar nele no dia-a-dia – e os dados especialmente sensÃveis recebem backup fora dele, em pen drives resistentes a quedas e chuvas inesperadas ;-)
O outro lado da moeda: cada vez mais dados, cada vez mais volumosos
Só que esta evolução tem um preço a ser pago. Para mim, dados importantes só estão seguros quando há um backup externo deles, e para isso sou grande fã dos HDs externos USB. Meu home office conta com 2 deles permanentemente disponÃveis, sendo um sempre conectado, para manter backups de recuperação rápida e arquivos volumosos temporários, e o outro ativado apenas periodicamente, para backups completos periódicos. Os dados realmente importantes também são reproduzidos, periodicamente, em mÃdias removÃveis arquivadas fora do escritório.
E haja dados nestes backups! São imagens de instalação de sistemas operacionais (algumas com tamanho contado em gigabytes), vÃdeos, áudio, documentos digitalizados, código-fonte de sistemas diversos, bases de dados de sites, e todos os demais tipos de arquivos volumosos – compactados ou não.

Menu principal do meu media center no Mac Mini
Existe um terceiro HD externo na casa, e nele residem os arquivos do meu media center (já abordado anteriormente), que ultimamente tem existência virtual: às vezes é operado a partir do Playstation 3 (com HDMI e conexão de áudio digital ativados), e mais frequentemente a partir do veterano Mac Mini, que me oferece bem mais opções de software para exibição, edição e organização do conteúdo.
Para completar, há um veterano (safra 2004) HD externo de 20GB sendo usado para tarefas eventuais de transferência de dados.
Em ambos os casos principais (backup e multimÃdia), lidamos com arquivos volumosos, e aà a velocidade de acesso (especialmente na hora da recuperação ou acesso aos dados) é crucial.
S2 Portable: O HD portátil da Samsung
Por todas essas razões, dei boas-vindas à oportunidade oferecida pela empresa de testar em laboratório o HD portátil USB de 500GB que a Samsung está promovendo no Brasil. Meu caso de uso, embora extremo quanto ao volume de armazenamento profissional doméstico, não deve fugir muito do que vocês considerariam na hora de escolher um dispositivo de armazenamento secundário externo, embora talvez desaponte a quem gostaria de ver um teste que considerasse múltiplos formatos de filesystem, desempenho de acesso não-linear e outras caracterÃsticas consideradas tipicamente em dispositivos de armazenamento principal de alto desempenho – que não é o caso.
Todos os comentários abaixo são sobre o modelo de 500GB que eu testei a convite da empresa, mas a mesma linha está presente no Brasil também em modelos de 160, 250 e 320GB.
É bonitão – mas tem cara de “eletroportátil”
Começarei pela aparência, que me chamou a atenção desde o momento em que abri a caixa: o Samsung S2 é muito bonito, com um design que combinou bem linhas, brilhos, padrões e formato para produzir um aparelho que se destaca positivamente pelo visual – e esta minha opinião foi confirmada por 100% das visitantes do laboratório no perÃodo de uma semana em que o aparelho esteve por aqui.

Só que tem um detalhe intrigante: o visual dele lembra muito as demais linhas de eletrônicos da Samsung, de forma que ele parece muito mais com um acessório do home theater lá da sala do que com uma “peça de computador”. Nenhum problema quanto a isso – ele até combina com as cores do meu netbook… – mas esta constatação chamou a atenção por aqui.
O modelo que passou por aqui é o preto (“black piano”), mas também estão disponÃveis as versões branco, vinho e café. O gabinete é plástico, e há apenas um conector, para o cabo USB (mini-B) padrão.
É pequeno – literalmente cabe com folga no bolso da minha camisa
O Samsung S2 mede 11,1 x 8,2 x 1,7cm – pouco mais que o meu celular, e eu desejaria conseguir manter a minha carteira sempre arrumada para ser tão fina quanto ele – as demais dimensões dela são bem parecidas.

Os 170g do seu peso pouco fazem variar o peso total da minha mochila, o que neste sentido o tornaria uma boa opção para levar comigo no dia-a-dia ou em viagens.
Também vejo o recurso de stand-by automático após 5 minutos de atividade como algo que aumenta a portabilidade, na prática, porque há mais oportunidade de usá-lo até mesmo em notebooks operando longe da tomada por perÃodos mais longos.
É espaçoso – maior do que qualquer HD da casa
Aqui em casa não há falta de discos rÃgidos: há os do home office, os dos nossos notebooks, do videogame, do media center, etc. São tantos, desempenham funções tão diferentes, e foram adquiridos ao longo de um perÃodo de tempo tão amplo, que eu nem sabia quais as suas capacidades. Mas hoje, enquanto rodava um teste de desempenho no S2, aproveitei para fazer um levantamento, e descobri que este pequeno portátil tem mais espaço de armazenamento do que qualquer um dos HDs da casa.

Mais de 100 DVDs
Quinhentos gigabytes, ou os 476,9GB disponÃveis após a formatação, é muito espaço para usar em um cenário de informática pessoal – em um cenário tÃpico, corresponde a mais de 70 horas de vÃdeo, ou mais de 40.000 músicas em MP3, segundo a Samsung.
Para mim, o tamanho do espaço disponÃvel foi melhor representado pela constatação de que não havia por aqui nenhum disco rÃgido com esta capacidade. Mas a Samsung fez questão que isso ficasse bem claro, e mandou na mesma caixa um pino contendo 106 DVDs virgens, destacando que é o mesmo espaço de armazenamento disponÃvel no S2. Ficou bem claro para mim ;-)
Consequência do paradigma: não é para jogá-lo no chão
Nem colocar na máquina de lavar! No âmago do seu ser, o S2 de 500GB tem um disco rÃgido tradicional, como este Samsung SpinPoint M, feito para ser usado em dispositivos móveis (segundo a imprensa internacional, o modelo especÃfico roda a 5400 RPM, tem 8MB de cache e interface interna Serial ATA/300).

O S2, visto pelos fundos
Portanto, ele até tem alguma tolerância a impactos, como qualquer HD para notebooks deveria ter, mas nada comparável à resiliência do armazenamento em flash. Por outro lado, ainda não encontramos drives flash de 500GB a preços assim acessÃveis, portanto é uma questão de escolher – e esta escolha, no caso, é o principal ponto negativo do S2 para quem quer usá-lo na estrada, na minha opinião.
Mas aos amigos que pediram, via Twitter, que eu fizesse um teste de impacto largando o aparelho do alto da escrivaninha (ou do terceiro andar!), já aviso: este é um teste que faz sentido aplicar em um aparelho feito para resistir a este tipo de impacto, e não é o caso – mas tenho razoável expectativa de que ele resista bem aos solavancos da mochila, algo que infelizmente não vai dar tempo de testar.
Desempenho e compatibilidade
Existem muitos testes padronizados de desempenho de dispositivos de armazenamento, mas para o meu caso de uso, a maioria deles faz pouco sentido – se eu estivesse testando discos para uso em servidores, em configurações RAID ou em outras aplicações especÃficas, aà sim faria sentido para mim testar algo mais. Mesmo assim agradeço a quem sugeriu os testes não-lineares, e as comparações em inúmeros formatos de filesystem – isso pode dar uma matéria futura interessante.
Na prática, o meu teste foi o tradicional, de desempenho de leitura. Para contextualizar, comparei com o HD interno de um notebook VAIO (safra 2009) que andava por aqui, e com um pen drive DaneElec de 1GB – e todos os testes foram realizados com a mesma ferramenta de benchmark, sem configurações especiais (só pluguei e testei), no mesmo computador, que não estava rodando nenhum outro aplicativo em paralelo.

Como esperado, o desempenho do Samsung S2 externo não chegou a igualar o do HD interno, mas também esteve longe de ser lento. E teve um mérito importante: seu desempenho foi contÃnuo ao longo de todo o tempo do teste, com pouca variação entre desempenho mÃnimo e máximo – respectivamente, 26,6 MB/s (mÃn.) e 30,3 MB/s (máx.), com tempo de acesso médio de 20,5 ms.
A melhor forma de comparar este desempenho, na minha opinião, é com um pen drive, pois este também se conecta via bus USB, e tem a seu favor a possÃvel vantagem de gravar diretamente em memória, e não em um dispositivo mecânico. Mas o S2 deu um banho no pen drive do teste, cujo desempenho mÃnimo foi de 10,4 MB/s e o máximo alcançado foi de 11,9 MB/s.
Já o HD interno do Vaio teve desempenho superior, mas em uma acentuada curva descendente: começou com um desempenho máximo de 65,4 MB/s, mas após um minuto já havia caÃdo para um mÃnimo de 31,4 MB/s – bastante próximo da média do S2. Se o teste (ou a transferência) se prolongasse mais, acredito que as médias tenderiam a se aproximar mais.
Testes práticos de escrita no desktop podem ser um pouco mais complicados, porque há grande número de buffers envolvidos, mas eu testei o tempo de gravação (incluindo sync ao final) de um arquivo de 25MB (3,04 segundos), de 1,7GB (2 min e 12 seg), para você ter uma idéia. Arquivos menores de 1MB foram testados também (tempo sempre inferior a 1s), mas não vou registrar porque acredito que a aferição é inerentemente imprecisa.

Quanto à compatibilidade, foi plugar e usar, tanto no Linux, quanto no Windows (testei XP e Vista), quanto no Mac OS X e no Playstation 3. Ficam as menções honrosas para a escolha do conector – o S2 usa o USB mini-B, de longe o conector USB mais fácil de encontrar em periféricos – e a ausência de chatice na conexão ao Windows: foi plugar e usar imediatamente, sem a instalação de um monte de firulas como ocorre em vários HDs externos e pen drives do mercado.
Aplicativos adicionais
Minha escolha de sistema operacional não me permitiu simpatizar com os aplicativos adicionais que vêm gravados no S2, mas fica a descrição deles, para o caso de a informação ser importante para você.
O primeiro é um sistema de backup, com opção de acompanhamento on-line (a propaganda chama de “em tempo real”) ou execução programada. Por melhor que este aplicativo seja, a minha própria experiência profissional me leva a optar por sistemas de backup que sejam fornecidos com o próprio sistema operacional, ou que sejam bastante populares na sua plataforma e fáceis de instalar em outro computador, ou ainda que sejam padronizados na sua empresa, porque na hora de se recuperar de uam catástrofe, é bom poder contar com a questão da portabilidade plena e imediata dos dados, em qualquer lugar e situação.

O outro é um sistema de criptografia (“SecretZone”) que cria drives virtuais (no Windows) em que tudo o que for gravado será transparentemente criptografado – mais ou menos como ocorre no mais poderoso, portável e maduro (e gratuito) TrueCrypt, que eu recomendo para a mesma funcionalidade.
Resumindo e concluindo
Considero os HDs externos uma ferramenta essencial, tanto para a mobilidade quanto para os backups on-line. Minha rotina digital depende deles, tanto profissionalmente quanto no lazer.
O modelo S2 de 500GB passou com louvor nos meus testes, e apenas lamento a impossibilidade de testá-lo de forma mais prolongada (quem sabe uns 3 ou 7 anos?), pois amanhã ele já retornará à empresa, nos termos do nosso acordo, como de praxe – é um daqueles casos de produtos testados de forma tão bem-sucedida que dá vontade de guardá-los.
Na prática, eu não recomendo usar nenhum dos 2 aplicativos que vem pré-gravados no equipamento, mas todos os outros aspectos testados foram positivos: aspecto visual, interface padronizada (é o cabo USB mais comum), desempenho, compatibilidade, tamanho e capacidade.
A única exceção é para quem quer um dispositivo de armazenamento externo que resista a grandes impactos e a condições ambientais extremas: para estes, minha recomendação é procurar uma unidade baseada em armazenamento flash, mesmo que seja de menor capacidade.

O tamanho é este mesmo, mas o gabinete de verdade NÃO é translúcido
Mas para os pequenos impactos comuns do dia-a-dia (transporte urbano, mochila, etc.) as unidades baseadas em disco rÃgido tradicional costumam ter tolerância suficiente, e eu usaria sem medo, assim como uso na prática os demais modelos baseados na mesma tecnologia.
A Samsung não mandou informações sobre onde comprar no Brasil, mas consta que é possÃvel encontrá-lo na rede Fast Shop, e o site oficial do produto também inclui um link “Achar Loja” que poderá ajudar os interessados. Para comparar preços, a página de HDs externos do Submarino pode ajudar.









Daniel Filho comentou:
em December 7 2009 @
otimo review do produto, este tema é muito oportuno ja que estou querendo comprar agora alguns exemplares do My book, para fazer backup fora das maquinas aqui em casa.
Só faltou mesmo onde comprar esse pequeno notavel.
Bruno Gama comentou:
em December 7 2009 @
Eu já não gosto muito destes hds portáteis, eu prefiro usar os docks de hds que tem pra vender na dealextreme.com assim eu posso ter mais de um hd externo pagando sempre o preço normal de um hd… e com a mesma performance ou mais dependendo da entrada segue um exemplo do que estou falando – http://bit.ly/rDIMx – por 30 dólares eu tenho um dock usb e ou eSata. Não sei onde tu mora mas aqui no meio do RS é mais fácil achar um hd normal do que um externo pelas lojas daqui (caso haja urgência).
Mas existem casos e casos. Ótimo review.
Cindy Dalfovo comentou:
em December 7 2009 @
Eu gostei dele, estava querendo um HD externo mais portátil, eu gosto do meu atual mas ele é meio… grande :p Por outro lado, eu me conheço bem o suficiente para saber que logo eu acabo com os 500gb dele… quando deve custar um desses? Só faltou isso mesmo, de resto, excelente análise, fiquei impressionada com os testes dele, fiquei bem feliz :)
WilliamKBLera comentou:
em December 7 2009 @
Otimo artigo, hoje mesmo eu vi o modelo de 160GB no wallmart aqui de Campo Grande – MS, só que tava R$ 299,00 achei meio salgado.
artur comentou:
em December 7 2009 @
Não tem muito haver com a matéria. Mas como já saiu algums post’s sobre media center, neste você falou do ps3. Poderia surgir um post explicando o uso do console como mÃdia center, ou até dicas de tv. No meu caso estou querendo comprar um que tenho entrada usb para plugar um hd externo diretamente.
PS: Ã’timo post.
augusto comentou:
em December 7 2009 @
artur, minha opinião é que você terá um media center muito mais versátil se optar por configurar um PC velho (mas não obsoleto) para esta função – especialmente se sua intenção for assistir principalmente a vÃdeos armazenados em seu computador (MPEG, WMV e vários outros formatos). Um bom aplicativo para instalar no PC para fazer o papel de interface é o XBMC, e um teclado e mouse sem fio complementam bem.
O Playstation 3 (ou um PC moderno com hardware top de linha) tem como vantagens para esta aplicação o fato de já vir com HDMI e Blu Ray. Mas o suporte nativo dele a exibição de vÃdeo e áudio ṕe restrito a um conjunto de formatos, e mesmo dentro deles há limitações (algumas delas intencionais).
Para mim, a flexibilidade do PC (ou do Mac) ganha muitos pontos – eles tocam virtualmente todos os formatos, bastando encontrar o software adequado – e ultimamente tenho usado o PS3 para este tipo de finalidade só quando há algo a aproveitar do suporte a alta definição.
Todas as opções mencionadas (Mac Mini, PC, PS3) suportam a conexão direta de um HD externo com vÃdeos, mas o PS3 exige uma determinada estrutura de pastas.
WilliamKBLera, bom saber que tem no Wal-Mart. De fato, o preço não parece nada econômico, mas também não me pareceu exagerado.
Cindy, não sei o preço, mas pela URL da página de HDs externos do Submarino vi modelos de outra marcas, de 500GB, de R$ 400 a R$ 700.
Bruno, para deixar permanentemente em cima da mesa eu também prefiro um dock fácil de abrir, e com fonte externa!
Daniel, eu também gostaria de ter esta informação!
Rodrigo Avila comentou:
em December 8 2009 @
Parabéns pelo review! Eu comprei um hd igualzinho de 500 gb e ele, ha alguns meses, e é muito bom. Paguei R$ 385,00 numa loja de shopping. Gostaria que ele fosse mais rápido nas transferencias, e tb nao gostei muito do software que vem com ele. Entretanto o hd é bonito (alguns amigos acharam que era um celular toutch, hehe), resistente, rápido para leitura de arquivos e bem pequeno.
Eu deixei ele cair da mesa em cima do meu pé e continua funcionando perfeitamente. UFA!
Marcelo Neubert comentou:
em December 8 2009 @
Chefe, baita review, só confere se a unidade de medida onde diz “476,9MB” não seriam em GB. ;)
Abraço!
@mneubert
nod3vic3 comentou:
em December 8 2009 @
Esse HD encontra-se facilmente no PY, lá o preço é $118,00.
Temos 3 deles aqui, são muito bons e o desempenho é ótimo para um dispositivo USB.
Lucas comentou:
em December 8 2009 @
Gosto muito da maneira clara como você escreve os artigos, mas às vezes me surpreendo com o tamanho que alguns chegam a atingir ^^
mas o bom é que, talvez pela estruturação, não cansa ler ele inteiro, como no caso desse artigo.
Renato S. Yamane comentou:
em December 8 2009 @
@Augusto/Artur,
Eu sou totalmente contra a utilização de PCs Velhos para a função de media center.
Primeiro porque eles ocupam um espaço razoável, e segundo porque a eficiência energética é extremamente baixa.
Eu utilizo o Qnap 109II, que é minúsculo (um pouco maior que um HD de desktop), utiliza Linux, possui diversos recursos já prontos para o uso e consome somente uns 17W (a plena carga) e uns 9W em standby.
Att,
Renato
augusto comentou:
em December 8 2009 @
Marcelo, tem razão, vou corrigir, obrigado!
Lucas, os textos curtos eu reservo para a coluna “rapidinha efetiva”!
Renato, provavelmente nehuma das duas barreiras (espaço e eficiência energética) se aplicam tanto assim aos PCs que indiquei no artigo linkado na minha mensagem, mas eu concordo com você que elas se aplicam aos PCs mais comuns.
LuÃs comentou:
em December 9 2009 @
Eu já instalei um hd desses pra um cliente e achei o programa que o acompanha de fácil uso. Queria saber o que recomenda de programa para efetuar backups.
receitas comentou:
em December 9 2009 @
Realmente muito melhor queo meu HD externo de 1T, devido ao tamanho de transporte, pois o meu é muito grande no volume…a marca dele é buffalo, muito bom por sinal.
Dri Viaro comentou:
em December 9 2009 @
oi, passei pra conhecer seu blog e desejar boa tarde.
bjss
aguardo sua visita :)
Junior comentou:
em December 9 2009 @
Na minha opinião, esse tipo de HD Externo “Slim” só é útil em viagens, servindo como uma extensão do HD do notebook, nos demais casos, como uso em Media Center ou Backup, é melhor adquirir uma Gaveta Externa e um HD de Desktop de grande capacidade. Eu acabei de adquirir um HD da Seagate de 1,5 TB, e uma gaveta Ice Box (Modelo ENEX-01) da Extream, nacional, muito bonita, não precisa de parafusos, é so encaixar, e tudo isso custou apenas R$515,00, me arrependo apenas de não ter acrescentado R$35,00 do SEDEX. Se fosse adquirir um modelo Slim teria que me contentar com 1 TB, e o preço subiria pra R$700,00 , com frete.
augusto comentou:
em December 9 2009 @
Junior e Receitas, bem legal esta gaveta Ice Box, mas eu traçaria um outro fator delimitador, que não o das viagens: o que torna mais práticos estes mini HDs externos não é só o tamanho deles, mas também a ausência de quaisquer outras conexões que não sejam o cabo USB único.
Quando há fonte de alimentação própria (geralmente necessária para HDs maiores ou quando há ventilação ativa), ou quando é necessário usar mais de umaporta USB para alimentar o drive, toda movimentação (mesmo as realizadas dentro do mesmo ambiente) se torna mais trabalhosa, e eventualmente passa a ser necessário contar com a presença de tomada (ou porta USB adicional) vaga.
Assim, se for para deixar o aparelho paradinho na mesa (ou no rack do home theater), as gavetas completonas são excelentes. Quando há alguma mobilidade, viagem ou não, os mini-HDs externos começam a ganhar pontuação adicional (na minha opinião).
LuÃs, recomendar uma ferramenta de backup é bem complicado, responsabilidade enorme ;-) Eu recomendo que você use aquela que for adotada por outras pessoas a quem você recorreria no caso de uma catástrofe de dados – aà elas poderão lhe ajudar melhor, e até mesmo fazer uma “barriga de aluguel” para os seus dados, pois já disporão da ferramenta instalada.
Pessoalmente, uso há muitos anos o trio rsync + tar + gzip, mas eu era profissional da área e sou de outra época, por isso não sei se devo recomendar isso. Soluções de backup online de grandes volumes (como o mozyhome, ou o serviço de armazenamento de 50GB de backups que o Dreamhost agora inclui em seus planos de hospedagem, me agradam bastante.
O artigo “Five Best Windows Backup Tools” talvez tenha indicações interessantes também.
LuÃs comentou:
em December 10 2009 @
Sobre o preço dele, esqueci de comentar. Já comprei 2 desses hds pra clientes. No mercado paralelo (em SP leia-se Sta Ifigênia) paguei R$ 280,00 nesse de 500GB.
Samsung Experience | Arquivo » O que você levaria sempre no seu HD Portátil Samsung de 500 GB? comentou:
em December 11 2009 @
[...] blogosfera já andou comentando a respeito. Veja aqui, o review de Augusto Campos do Efetividade.net e aqui, a avaliação de Mario Amaya do Different [...]
Tiito comentou:
em December 15 2009 @
Muito Bom *-*
Marcos Araújo Uberlândia MG comentou:
em December 18 2009 @
…esperando abaixar mais…ou chegar os de 1 terabyte…mesmo assim recomendo…aproveita e compra,elimine seus dvds e cds do armario…qualquer consultoria visite http://www.allmarc.com.br – valeu…
Humberto comentou:
em December 20 2009 @
Ótimo review.
Estou de olho na versão S1 mini, que tem apenas 85 gramas, contra 150 do S1.
Vi no site da Samsung que ele vem formatado em fat32, isso procede?
Será possÃvel formatá-lo em ntfs ou outro formato qualquer? creio que sim, mas aà com certeza se perderão os software que vem nele.
Detalhe, preciso de um drive externo que possa ser lido/escrito em Windows e Mac OS, e fat32 não serve porque preciso gravar arquivos de mais de 4 GB…
Penso em comprar um desses e formatar em NTFS, mas também não tenho certeza se o Leopard escreve no NTFS…
Uma alternativa seria aqueles drives autônomos com interface de rede… mas aà eu perco a mobilidade…
Alguma sugestão?
augusto comentou:
em December 20 2009 @
Humberto, o modelo que passou por aqui estava em FAT32 sim. Creio que se você quiser reformatar, será possÃvel fazer previamente uma cópia dos softwares que vem com ele, mas não testei nada disso.
Cristiano Vieira comentou:
em January 13 2010 @
Uso um desse de 320gb e o acho ótimo. Pra se copiar dele é rápido bem como a gravação.
O duro é que na empresa que trabalho tem alguns PCs antigos e com USB 1.0, aà não tem cristo que dê jeito na velocidade.
João Pereira comentou:
em January 24 2010 @
Comprei um modelo de 320G e a princÃpio estou satisfeito, só vejo um inconviniente, o HD não permite fazer cópias para ele de arquivos grandes (4G em diante). Dá á seguinte mensagem de erro “o arquivo é muito grande para o sistema de arquivo de destino”. Esse erro poderia ser corrigido?
Abraços
Marcio comentou:
em February 3 2010 @
Parabéns pela matéria. Clara e sucinta. A tÃtulo de informação paguei R$ 335,00 por uma unidade de 500GB, o mesmo modelo analisado, porém de cor branca, no Rio de Janeiro, com cupom fiscal e garantia de 3 anos. Um abraço.
Dr.House comentou:
em February 10 2010 @
Parabéns pelo blog e pela análise. Comprei esse HD portátil há duas semanas e está me quebrando um galhão. Além de lindo, é rápido demais. O meu tem 640 GB, é black piano. Paguei R$ 370,00.
Blog Samsung Experience » Blog Archive » 500 mil músicas comentou:
em February 11 2010 @
[...] da Samsung de 500 Gb teve bastante ibope. Quem quiser saber mais, pode conferir esse post no Efetividade.Net , que praticamente mostra o equipamento pelo avesso. Hoje, gostarÃamos de comentar um pouco sobre [...]
Bruno comentou:
em March 3 2010 @
Gostei muito da matéria, mesmo pq acabei de adquirir um hd desses de 500gb. Eu pessoalmente gosto muito da tecnologia desses hds, mesmo pq tenho medo de uma memória flash queimar e perder definitivamente todos os arquivos que ali tinham.
Múcio comentou:
em March 5 2010 @
Por favor, me ajudem: comprei um HD externo samsung de 640 Gb, mas fiz a besteira de formatá-lo em NTFS. Comprei esse HD para armazenar e ver filmes num WDTV. Acontece que o WDTV NÃO reconhece o meu S2 Portable Samsung com essa formatação. Agora não consigo mais “reformatá-lo” em FAT32, pois o Windows só me dá a opção para NTFS. Alguém poderia me ajudar a resolver isso?
Grato!