Zumbis de celular: pesquisa demonstra que não sou só eu que me irrito com essa espécie

, por Augusto Campos Comunicação

Efetividade.net é a sua fonte de informações originais e atualizadas sobre produtividade pessoal, efetividade, lifehacking, GTD e truques espertos para o seu dia-a-dia. Leia também:

Como sou (mas não por larga margem) um integrante da última geração da espécie humana que viveu parte de sua vida nos tempos pré-telefone celular, ainda lembro do conselho que era dado antigamente: não ser descortês com as pessoas que estão conosco em um dado momento só porque o telefone tocou – e isso se dizia porque naquela época já havia quem deixasse os demais presentes esperando e saía correndo para atender ao telefone tocando, e aí ficava dedicado a ele, sem nem mesmo avaliar se o assunto tratado justificava a ausência de consideração aos circunstantes, fossem amigos, clientes, colegas de trabalho ou de quaisquer outras categorias dos relacionamentos humanos: sociais, afetivos, familiares, profissionais, etc.

Mas os tempos mudaram bastante. Há alguns meses li (e não guardei a referência) uma crônica brasileira sobre os zumbis de celular, estas pessoas (de todos os sexos, faixas etárias e situações sociais) que desligam o cérebro ao empunhar o celular durante atividades cotidianas, como andar pela calçada, aguardar na fila do supermercado ou – muito pior – dirigir um carro. Eles colocam a si mesmos – e aos demais – em risco grave de acidentes, demoram mais que o necessário para desocupar espaços de uso coletivo, atrapalham as filas, as calçadas, a circulação dentro dos ônibus, completamente alheios a tudo – e sempre acham que são apenas alguns instantinhos enquanto terminam de enviar só mas uma mensagem.

Isso quando não fazem pior: apresentam em voz insuficientemente baixa seus assuntos pessoais que o público ao redor não estava interessado em conhecer, discutem em voz alta (e naqueles fones bluetooth que eles parecem acreditar que os isolam do ambiente) seus estressantes assuntos profissionais, deixam tocar até o fim, sem atender, seus ringtones insuportáveis ou – horror dos horrores – ouvem no alto-falante portátil distorcido as suas músicas preferidas, tanto em espaços confinados quanto nos amplos.

Como este comportamento nos outros me irrita, eu naturalmente me policio para evitá-lo em mim mesmo – não gosto nem mesmo de atender ao celular na presença de mais pessoas em ambientes públicos, embora às vezes seja inevitável. Quem dera essa repulsa fosse contagiosa – afinal, parece que o número de zumbis de celular só aumenta, e é preciso encontrar logo um antídoto ou terapia.

Mas a divulgação de uma pesquisa nos EUA sobre os efeitos do uso mal-educado de celulares (também abordada pelos vizinhos do Zumo) mostra que ao menos não estou sozinho: a maior parte dos entrevistados se irrita com variados comportamentos de seus semelhantes ao celular.

E os abusos de lá são parecidos com os daqui: 80% dos pesquisados já testemunharam alguém fazendo algo como deixar um caixa do supermercado esperando até a conclusão da conversa, usar notebook em banheiro público, digitar ao volante, na igreja, em funeral ou em consultório médico. Isso sem falar nos telefones que tocam no teatro, cinema, tribunal e outras reuniões em que o toque em si já não é bem-vindo – e o ato de falar ao telefone, em si, é uma ofensa ao público em geral e aos participantes envolvidos.

Na liderança da irritação está o mais arriscado dos maus hábitos: com 72% dos entrevistados aparece a digitação ou leitura de mensagens em dispositivos móveis enquanto os usuários estão ao volante.

Que tal repensar os seus hábitos de uso de dispositivos móveis, considerando se eles são desagradáveis para as pessoas ao seu redor? Muito de nossa imagem e potencial de boa convivência em grupo depende deste tipo de atitude que tantas vezes não percebemos, e cuja melhoria às vezes está ao nosso alcance, bastando parar para repensar.

- Envie este artigo para o e-mail de um amigo!
 
 

27 Comentários até agora

  1. Marcel Correa comentou:

    em June 29 2009 @

    Muito bom, concordo com vc em relação aos celulares, porém qt aos notebooks… rsrs
    Estou escrevendo no momento de dentro do hospital, a cada 2 meses tenho q tomar uma medicação e passo metade do dia aqui, ninguém merece ficar metade do dia com uma agulha no braço, sem comer e sem fazer nada, o que me salva é o eee e a conexão disponível, assim ao menos aproveito este tempo ocioso para ler e fazer pesquisas, desligo o som e pronto, não incomodo em nada!
    Um abraço.

  2. Daniel Ribeiro comentou:

    em June 29 2009 @

    Realmente, é muito chato quando as pessoas só estão ali “ocupando espaço”, mas com a cabeça em outro lugar totalmente diferente.
    Eu tenho 2 celulares, mas sempre evito de ficar falando neles. Não sei se é só comigo, mas a qualidade do som do celular é tão ruim que é impossível ter uma conversa longa nele. Não dá pra ouvir as pessoas do outro lado da linha de forma a saber se a pessoa está bem humorada ou não, se está rindo, ofegante ou qualquer coisa do tipo. O celular, pra mim, só serve para passar informações rapidamente, e não para bater papo. A média de duração das chamadas é inferior a 1 minuto.

    Pra bater papo, o telefone fixo e as visitas presenciais ainda são bem melhores.

  3. Norberto comentou:

    em June 29 2009 @

    Totalmente irritante, principalmente na hora das refeições, e pessoa não sabe se come ou fala no celular.

    Outra maldição da inclusão digital são esses celulares com alto-falante que tocam MP3, principalmente quando usados em lugares públicos, como o metrô (quem mora em São Paulo e usa o metrô já deve ter passado por essa situação), é uma falta de respeito total, o desgraçado pensa que todo mundo gosta de funk e pagode.

  4. Clésio Teixeira comentou:

    em June 29 2009 @

    De fato é horrível o modo como as pessoas utilizam as tecnologias geradas para facilitar a vida. Isso demonstra a falta de conciência que o ser humano tem e o respeito(a falta dele) pelo os outros que estão ao redor.Como é horrível entrar no ônibus e ouvir aquele ruído barulhento(não importa o estilo músical). Incomoda muito.

  5. Rafael Perrone comentou:

    em June 29 2009 @

    Tenho uma certa rejeição por telefones em geral, não apenas celulares.

    Entendo que são uma grande ajuda muitas vezes e hoje, se você não tem celular, fica parecendo que é um alienígena.

    Para amenizar um pouco a situação, meu aparelho nunca sai do modo silencioso (por isso é muito comum eu perder ligações) e jamais levanto ou deixo algo que estou fazendo para atender um telefone fixo.

    No trabalho, não posso agir assim e normalmente atendo o telefone. Mas em casa, onde a maior parte das ligações são para bater-papo, é muito difícil eu atender.

  6. Bruno comentou:

    em June 29 2009 @

    Outro dia estava em paz numa livraria com espaço para leitura, e um sujeito sacou o dispositivo zumbi a uns 10m de distância e comecou a discutir sobre comprar ou não mais cimento, foi no mínimo irritante. Quanto à qualidade o audio acretivo que seja um conjunto aparelho-operadora; tenho um E61 com a TIM e o audio tão com quando de fixo para fixo sem ruídos, mas quando recebo ligações de outra operadora (Oi) o som é distorcido e irritante. Quando a ouvir música até ouço mas o agudo é mesmo irritante melhor usar o fone (com fio).
    Augusto gostaria que recomedasse um fone bluetooth que pudesse usar com dois celulares simultaneamente a um preço acessível.
    Grato.

    Parabéns pelo texto, é bom saber que não sou chato ;) hehe.

  7. Leonardo Saraiva comentou:

    em June 29 2009 @

    A questão sobre dirigir e digitar/ler mensagens no celular é totalmente preocupante. Como já disse em outro post que fiz aqui no Efetividade, meu meio de transporte é a bicicleta, e por isso ando prestando muita atenção ao trânsito e seus transeuntes.

    Andando por aí vejo pessoas digitando, lendo, falando no telefone e acho um absurdo. Algumas pessoas podem dizer que falar não atrapalha se estiver utilizando microfone e outras tecnologias do gênero, mas isso é relativo de pessoa pra pessoa, vivenciei casos em que a pessoa dirigindo fica cantando e “viajando” com a música do rádio e não presta atenção na via, imagine falando ao celular.

    É uma questão um tanto complicada, não tratando apenas de “etiqueta”, mas também entrando na área de segurança (do motorista e do próximo).

    Para minha segurança enquanto ando de bicicleta, opto por não utilizar nenhum tipo de equipamento eletrônico que me atrapalhe, música, telefone ou afins. Prefiro ter todos os meus sentidos focados em me manter seguro na loucura caótica que é o trânsito de nossas cidades.

  8. Bruno comentou:

    em June 29 2009 @

    Ótima dica Augusto. Para ajudar a evitar certos incômodos, como tocar o celular durante as aulas
    da faculdade, só o utilizo na modo de vibração. Assim, não atrapalho a aula, e também não esqueço de retornar a ligação mais tarde.

    E no volante, minha namorada me policia para eu não atender o celular. Antes era direto, agora, já tenho me acostumado. Além de ser uma infração de trânsito, pode o pior acontecer…

    Abraço.

  9. afonso comentou:

    em June 29 2009 @

    concordo!
    muitas pessoas precisam aprender como se portar com as tecnologias sem desrespeitar os outros. o caso do celular é clássico. conheço muitas pessoas que falam na mesa, enquanto outros almoçam; ou atendem celular dentro da sala de aula; falam alto demais… a lista é imensa.

    a diferença é q nunca fomos educados a como usar o celular, pois isso não era uma questão anos atrás. hoje já podemos passar às próximas gerações essas maneiras.

  10. MaxRaven comentou:

    em June 29 2009 @

    Muita gente não gosta deste comportamento de zumbi, mas sou obrigado a confessar que as vezes uso desta tática para escapar de algumas situações que me irritam.

    Quando a pé na rua, boa parte do tempo me faço passar por um zumbi de celular, enfio os fones no ouvido e me faço de desligado para o resto do mundo, verdade que não estou, mas só assim escapo de ser parado pelo povo do empréstimo fácil, dos conhecidos distantes que me param na rua para conversar besteiras (cidade pequena, sabe como é) e tudo mais.

  11. Colossos comentou:

    em June 29 2009 @

    Ética e bom senso são qualidades em desuso,infelizmente, principalmente quando as pessoas estão com um celular,eu pessoalmente detesto ver e ter de escutar, dentro do ônibus por exemplo, uma pessoa falando alto com o famigerado rádio,imagina numa viagem de mais de uma hora o sujeito fazendo pose crente que está abafando? É de lascar!

  12. Bruno comentou:

    em June 29 2009 @

    Pior ainda é aqueles que pensam que celular e walk talk, é o cúmulo da insanidade e senonsice(se a palavra existe, não sei como escreve).

  13. Anderson comentou:

    em June 30 2009 @

    Quem dirige falando ao celular merece ser preso e ainda assistir vídeos sobre acidentes por falta de atenção durante toda a pena…

    A falta de educação e de bom senso é triste.

    Eu não sou exemplo, mas ganho a fama de chato por certos hábitos, como não atender telefone dirigindo nunca e dizer francamente que eu tenho celular para a MINHA conveniência, não necessariamente para a conveniência dos outros, o que me faculta atender – ou não – se estiver “com vontade”…

    Outro hábito que me faz ser rotulado de chato é, na minha casa, durante uma conversa e sempre no intervalo comercial, colocar a televisão no modo “mute”. As pessoas, mesmo se não estavam prestando atenção, me olham com cara de interrogação… Ora, se eu estou LHE ouvindo, não vou dividir atenção com as propagandas e ter de falar mais alto…

    É, eu sei, sou chato. Mas me considero educado e adoro fazer uma única coisa por vez, sempre.

  14. Guilherme comentou:

    em June 30 2009 @

    E não contaram com os piores de tudos: usuários de Nextel! Sim, esses malas ainda são piores, pois eles colocam o auto-falante do aparelho no máximo, com aquele bip ensurdecedor, e todos escutam toda a conversa deles, como isso interessa-se às outras pessoas.

  15. Fanny Webber comentou:

    em June 30 2009 @

    Além de ser trocado por uma conversa de celular, ou pelo chamado do mesmo. Detesto ter a atenção atribuída a mim substituída por uma conversa no MSN, por exemplo. Acredito que o ser humano deve ser mantido como prioridade, nesse caso o ser humano fisicamente presente. O fato de estar fisicamente em disposição para um bate-papo deveria servir como um motivo para as conversas de MSN nesse período de tempo ser restritas a somente informações avulsas.

    Olhando isso da perspectiva do outro lado da tela, sei que alguns dos contatos esperam respostas imediatas, fica a nosso cargo educar nossos contatos virtuais insinuando o fato de a presença real estar acima da presença virtual.

  16. Micael Estrázulas comentou:

    em June 30 2009 @

    depois de ler este post, parei para reparar…

    na mesa que estava almoçando, um amigo de um colega de trabalho foi almoçar conosco e mal sentou tocou o celular, enquanto conversavamos, ele no celular com algum cliente.

    em outra mesa, o marido de uma mulher ao celular…

    acho muita falta de educação. temos que ter prudencia ao usar.

    o que mais me irrita, é usar o celular no cinema, teatro e afins. falta de respeito com muitas pessoas

  17. Norberto comentou:

    em July 1 2009 @

    Não há necessidade de alguém ficar 24h por dia disponível por que simplemente tem um celular, ao menos, que você seja médica de UTI ou presidente da república.

    Como tudo nessa vida, você pode usar para fazer o bem, ou para fazer o mal.

  18. Big comentou:

    em July 1 2009 @

    Tenho vontade de comprar um jammer portátil.

  19. Hebert comentou:

    em July 1 2009 @

    Outro dia, numa imensa fila do caixa de um lotado supermercado, um distinto atendeu o celular e disparou: “…pois diga a ela que não vou levar… mande ela pros quintos dos infernos…” Isto dito a plenos pulmões.
    Dizer o quê?

  20. 60% dos Americanos desisitiram de beber pelos seus celulares [admit.com.br] ADMIT comentou:

    em July 2 2009 @

    [...] matéria do Efetividade.net é possível ainda ver alguns extremos da utilização do celular, a matéria, carinhosamente [...]

  21. Carlos comentou:

    em July 2 2009 @

    Vejo que alguns comportamentos podem nos ajudar (como o sugerido pelo MaxRaven e muitas vezes utilizado por mim) e outros só existem para nos perturbar (como a falta de educação desmedida dos infelizes que não carregam consigo o seu fone de ouvido ou o fazem de propósito para tocar as malditas “músicas” de Deus-sabe-quem para que todos ouçam onde quer que estejam), assim como aqueles que podem nos prejudicar (como a tragédia que pode ser causada pelo motorista desatento falando ao celular).
    O que falta é puro bom senso.
    Aliás, bom senso resolveria muitos dos problemas do mundo…

  22. Rui Palma comentou:

    em July 2 2009 @

    Ah, que exagero, é tão giro quando um gajo cumprimenta um amigo, começa a meter a conversa em dia e de repente toca o telemóvel – “espera aí um bocadinho, desculpa lá” – e ficamos ali plantados um quarto de hora enquanto o outro palhaço passeia de um lado para o outro a falar com aquela merd*, até que por fim desistimos de esperar o tal “bocadinho” e vamos embora consternidos.

  23. Patola comentou:

    em July 7 2009 @

    Isso é um exagero mesmo. Não sei por que usar notebook em banheiro público é considerado “falta de educação” (talvez seja de higiene pessoal – mas aí é problema de quem usa). Ler livros ou jornais não é? E as pessoas aqui se esquecem de que tem gente que usa o celular e que quer ser acionável o tempo inteiro, chegando a usar isso como diferencial no emprego ou na vida pessoal. Afinal, o celular é uma tecnologia que veio pra tornar a nossa vida mais cômoda, e comodismo pra muita gente que usa é poder distrair-se sim do dia-a-dia conversando com quem está longe a qualquer momento.

    Sou como todo mundo. Não gosto dos exageros, não é legal quando a pessoa ignora as necessidades de uma ocasião social para ficar falando no aparelhinho. Mas se essas pessoas por um lado pecam por não ver (ou não dar valor) a isso, as pessoas dos comentários desse blog também pecam por unilateralizar a questão e não considerar as razões, motivos e motivações de quem faz essas coisas, condenando em uníssono sem relevar nenhum aspecto, desejo ou necessidade.

  24. Adilson comentou:

    em July 7 2009 @

    Trabalhei (pouco tempo, felizmente), em uma operadora de celular aqui no Brasil. A falta de educação no uso do celular era irritante. Por ser uma operadora, TODOS achavam possuir o direito de atender o celular na hora e na frente de quem bem entendessem. Não foram uma ou duas vezes, foram dezenas de vezes que presenciei reuniões em que 7 ou 8 pessoas falavam ao celular, enquantos os outros esperavam, ou, em uma roda de 4 pessoas, 3 atenderem o celular.

    Infelizmente há um problema, não sei se apenas no Brasil, que acontece com muita frequencia : a falta de “educação social” do indivíduo é inversamente proporcional ao poder aquisitivo. Resumindo : por aqui, quem tem mais dinheiro acha que tem menos deveres, joga mais lixo pela janela do carro, comete mais infrações de transito, trata muito mal os mais humildes.

    Isso se chama falta de educação, pra dizer o mínimo, ou de vergonha na cara, como queiram. Regras existem para todos, e devem ser cumpridas; se são justas ou não, isso deve ser discutido, mas enquanto todos estiverem no mesmo barco, tem que remar juntos.

  25. augusto comentou:

    em July 7 2009 @

    Sim, também é.

  26. Daniel de Souza Telles comentou:

    em July 24 2009 @

    Também tenho aversão a certos tipos. Por isso prefiro ficar sem celular, alguns não podem partilhar este luxo, para estes desejo sorte, pois os mal-educados não são somente os que atendem, mas também os que dicam em hora inoportuna e insistem em rediscar inúmeras vezes, mesmo quando as ligações estão sendo recusadas.

  27. Rapidinha efetiva #1: organização de cabos, celular no banheiro, e filtro de privacidade para tela de notebook « Efetividade.net comentou:

    em October 23 2009 @

    [...] quando eu escrevi sobre os zumbis de celular, e sobre uma pesquisa que mostra como a maioria das pessoas se irrita com esta gente sem [...]

Fique ligado!
Leia também:

Home office: como organizar

7 dicas para apresentações impecáveis

Como usar melhor a câmera do seu celular

Deixe seu comentário

Nome: (Required)

eMail: (Required)

Website:

Atenção: o Efetividade.net não responde por e-mail às solicitações dos usuários, e recomenda cautela com relação a eventuais respostas enviadas por outros usuários. Antes de solicitar o envio de material, propostas, ofertas ou esclarecimentos, leia com atenção o texto do artigo (no alto desta página), pois ele pode incluir a resposta para seu questionamento. O Efetividade.net não comercializa produtos ou serviços para seus leitores.

Comentário:

Atenção: o envio de conteúdo ao Efetividade indica aceitação integral dos seus Termos de Uso.