Bicicleta: Meio de transporte com efetividade, economia, saúde e menos poluição
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Durante mais de um ano eu tive possibilidade de ir e voltar do trabalho pedalando, em um trajeto de cerca de 15 minutos (na ida, porque na volta era morro acima…)
Em alguns momentos era complicado, ou até mesmo inviável. Mas na maioria dos dias era agradável, econômico e usualmente bem mais rápido do que ir de ônibus, e tão rápido quanto ir de carro. E sem dúvida foi um dos perÃodos mais saudáveis da minha vida…
Estes temas, melhor aplicáveis em cidades que atendem bem à s necessidades dos ciclistas, são abordados no texto a seguir, que foi enviado pelo Leonardo Saraiva, cujo site Aonde Andei você deve visitar – se morar em Curitiba, para conhecer opções de lugares para ir; se morar em outros locais, para se inspirar e fazer algo parecido sobre sua cidade!
“Inspirado no post sobre andar de moto, resolvi mostrar uma outra opção para tranporte – com efetividade – que foi eleito por mim: a bicicleta. Um meio de transporte muito antigo e difundido em diversas capitais européias, existem diversas iniciativas fazendo e mostrando que esse pode ser o futuro para mobilidade. Mas não adianta querermos comparar somente com Amsterdã, Londres e outras capitais desenvolvidas, então vamos mostrar as vantagens que ela trás para nós brasileiros sendo muitas delas não só para o bolso.
Economia: Conseguir sua bicicleta é simples e barato! Pode ser comprada com um investimento em torno de R$30,00 mensais e todo tipo de loja atualmente vendem-nas (mas eu indicaria comprar a sua em uma boa bicicletaria). Se comparada à s tarifas de ônibus ela pode “se pagar” em torno de 3 meses. A segunda economia, vem já com outra vantagem, a economia da academia. E também não podemos esquecer que você gastará pouco com combustÃvel (água nem é tão caro).
Saúde: Você de quebra estará cuidando de sua saúde, aproveitando um tempo que era desperdiçado, por mais um momento de exercÃcio fÃsico (economizando na academia ;). Sempre lembrando que é melhor buscar profissionais especializados para que sua bicicleta tenha as medidas, tamanho e especificação correta para seu tipo fÃsico, peso e altura.
Meio ambiente: Atualmente vemos muita repercussão na mÃdia sobre super-aquecimento, poluição e outras coisas do gênero. A bicicleta é um dos meios de transportes menos poluentes e ainda não necessita de combustÃvel.
Trânsito: Com os devidos cuidados e respeitando sempre as leis de trânsito, estaremos ajudando para que tenhamos um trânsito menos caótico.
Velocidade: Estaremos fazendo nossa parte para que o trânsito seja menos caótico, mas mesmo que não consigamos ainda, a bicicleta é um dos meios de transporte mais rápidos em distâncias até 15km. O que torna viável para a maioria das cidades brasileiras, incluindo as capitais.
Lazer: Pode ser usada ainda como uma forma de lazer, passeando com a famÃlia, namorada, amigos e até mesmo sozinho.
Como podem ver a bicicleta é uma opção bastante viável, sempre lembrando que sempre devemos estar ligados e respeitar as leis de trânsito (não que isso seja uma exclusividade da bicicleta, mas…). Não esqueçam do capacete, sinalizadores dianteiros, laterais e traseiros, luva e sempre – muita – água.
Para os baladeiros de plantão também pode ser uma opção, afinal muitos lugares apoiam e incentivam o uso de bicicleta, inclusive dispondo de estacionamento e outras formas.”
A indicação veio acompanhada desta referência (aondeandei.com.br).
O Efetividade.net registra seus agradecimentos a Leonardo Saraiva pelo envio deste material. Se você também deseja indicar material para divulgação no site, use o link “Indicar material“. E, claro, fique à vontade para debater o tema na área de comentários abaixo!
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Cristiano comentou:
em March 26 2009 @ 09:20
No Brasil eu vejo que o pensamento predominante sobre ciclistas são que eles atrapalham o transito. Ninguém associa o ciclista trafegando na Avenida Paulista com um carro a menos na mesma avenida. Apenas um maluco no meio dos carros atrapalhando o transito.
E no Rio de Janeiro é ainda pior. Semana passada a prefeitura mandou recolherem todas as bicicletas estacionadas no centro da cidade. Romperam as correntes que as prendiam a postes ou grades e levaram. E não há locais próprios para o estacionamento de bicicletas.
Mas até em cidades do interior o ciclista é mau visto tanto pelos motoristas de automóveis como pelos pedestres.
Claro, isso de um modo geral, é o que tenho visto por aÃ.
Leonardo Saraiva comentou:
em March 26 2009 @ 10:13
Aqui onde moro – Curitiba – não chega a tanto, melhorou bastante nos últimos tempos.
Uma coisa que percebi é que os motoristas olham de uma forma para uma pessoa “largada” sem nenhuma proteção e de outra forma para uma pessoa com todo equipamento e sinalizadores. Talvez eles vejam a pessoa equipada mais como um “igual”, ou alguém que mereça um maior respeito, sei lá.
E no fim, pelo menos no trajeto que faço, acabo sendo mais rápido que os carros, que ficam infileirados no caótico congestionamento (cada vez pior). Enquanto vou tranquilo pelo cantinho pedalando (ruas largas são boas pra isso!).
a-ham » Bikes - II comentou:
em March 26 2009 @ 10:53
[...] na Ãntegra aqui. Economia: Conseguir sua bicicleta é simples e barato! Pode ser comprada com um investimento em [...]
Guilherme Lopes comentou:
em March 26 2009 @ 12:27
tranporte?
augusto comentou:
em March 26 2009 @ 14:07
TÃtulo corrigido. Obrigado!
Weber Jr . comentou:
em March 26 2009 @ 14:09
Eu acho que usar bicicleta como meio de transporte regular é algo super-estimado.
Obivamente, funciona, mas há muitos casos onde é inviável.
Principais problemas são distância, local para guardar a “magrela” e principalmente, o maldito calor.
Bonito mostrar imagens das cidades holandesas e alemãs cheias de bicicletas, mas esquecem que aqui faz muito calor.
Vou chegar no trabalho esbaforido e suando ?
Só se houvesse lugar para banho e guardar roupas… Mas aà já fica complicado, pouquÃssimas empresas iriam oferecer essa infra toda.
Vejam bem, eu adoro andar de bicicleta, e adoraria poder fazer isso. Só acho que se exagera ao promover a troca, exageros assim levam a frustração e muitas vezes retrocesso.
augusto comentou:
em March 26 2009 @ 14:22
Já eu acho que cada caso é um caso, e não se deve concentrar a análise apenas nos casos comuns de inviabilidade para decretar, a priori, que é uma solução cujo valor é superestimado.
No ano em que eu usei a bicicleta regularmente para ir trabalhar e estudar, para mim era viável. Hoje não é, e continuo trabalhando na mesma empresa e cidade, que não fica na Europa.
Espero que um dia volte a ser, e não deixo de considerar a possibilidade, à qual atribuo grande valor, mesmo sabendo que as circunstâncias frequentemente jogam contra.
Fábio ZC comentou:
em March 26 2009 @ 15:56
Eu gostaria muito de poder utilizar a bicicleta para maioria das coisas.. mas esbarro em dois problemas! São eles:
– Como trabalho em casa, não saio muito.. só saio por ex: para ir ao supermercado! E voltar de bike.. com sacolas e sacolas é meio complicado!
– SEGURANÇA! Aqui em São Paulo as coisas não são tão belas como Curitiba.. Muitas vezes quando saio, se não é apra ir ao Supermercado, eu preciso levar a mochila com o notebook. Porém.. poder ser assaltado e alem da bicicleta.. levarem o notebook.. é um grande prejuÃzo na certa!
Fabricio Zuccherato comentou:
em March 26 2009 @ 16:53
Fiquei muito feliz de ver nesse blog que eu sempre acompanho um artigo sobre bicicleta. Sou cicloativista, participo da Bicicletada, tenho um blog sobre o uso sustentável da bicicleta como veÃculo de transporte e sei a importância que a bike tem para o mundo, principalmente nos dias de hoje. Parabéns por divulgar a bike como uma solução inteligente, que é o que ela é.
Deixo abaixo links muito valiosos e interessantes para quem procurar mais informações sobre o assunto:
http://freeride.blig.ig.com.br/
http://www.apocalipsemotorizado.net
http://www.ciclobr.com.br
Abraços!
Leonardo Saraiva comentou:
em March 26 2009 @ 17:11
@Weber Jr: No começo é complicado, mas atualmente cheguei em um ponto que não chego suado e nem esbaforido… não venho passeando e nem me matando.
Com o tempo você vai se acostumando e entendendo melhor seu corpo e seus limites.
E sem contar que aqui em Curitiba não é muito calor não, e o que também ajuda, é o caminho que faço não ter nenhuma subida excessiva.
Ricardo Yasuda comentou:
em March 26 2009 @ 20:21
Muito bacana o post! Utilizo a bicicleta todo dia para ir e voltar do trabalho, ir ao supermercado, padaria, shopping, etc, e também como lazer. E isso em São Paulo, é viável sim.
Quanto ao problema de infra-estrutura, é igual ao dilema da bolacha: se não houver gente andando de bicicleta, não vão construir infra-estrutura. Acreditem, isso está mudando. Mas isso se deve ao número cada vez maior de ciclistas urbanos na rua, e ao engajamento dos cicloativistas cujas ações tem dado resultados bastante expressivos. Quando você já viu 2 passeios ciclÃsticos de expressão (mais de 5.000) em apenas 2 meses, andando na Marginal Pinheiros?
Fabiano Pires comentou:
em March 27 2009 @ 02:57
@Cristiano
Uma das razões pela qual ciclistas são mal vistos por motoristas é que alguns deles (assim como alguns pedestres) gostam de circular pelo meio da rua, ao invés de manterem-se nos cantos, junto ao meio fio. Além disso, transitam também por locais inadequados, como viadutos sem acostamento e pistas de velocidade. Isso tudo traduz-se em risco para ambos e acaba gerando um grande estresse nos motoristas.
Carlos Fraga comentou:
em March 27 2009 @ 11:07
Creio que o maior problema para andar de bicicleta em São Paulo é a falta de segurança. Como você vai andar, no cantinho ? Carros não respeitam, acho que é mais arriscado até do que de moto.
Eu, por exemplo, utilizo a Dutra pra chegar ao trabalho. Distância de 7 km de casa, adequada para a bicicleta. Mas como ir pela Dutra de bicicleta ? E o risco da estrada ?? Aqui tem muitas saÃdas, trânsito intenso … Não vejo como aplicar isso.
carola rodrigues comentou:
em March 27 2009 @ 13:15
Adoraria poder andar de bicicleta por aà mas:
1 – morro de medo do trânsito me engolir;
2 – Em Minas ou se sobe ou se desce. Se andar dá preguiça, pedalar… :)
Poderia rolar, para frente um parte dois desse post, falando sobre a iniciativa em SP, de aluguel de bikes no metrô.
carola rodrigues comentou:
em March 27 2009 @ 13:19
Só respondendo ao Weber Jr.:
se aqui temos calor, lá há o frio.
E sim, as pessoas andam no inverno, com o frio queimando o rosto e correndo o risco de um tombo por gelo na ciclovia/calçada/rua.
A grama do vizinho não é mais bonita, nesse caso.
Leonardo Saraiva comentou:
em March 27 2009 @ 14:53
@Carlos Fraga: eu acompanho alguns blogs e fóruns sobre bicicletas e muitos deles são de paulistas ou pessoas que moram em São Paulo.
Não sei como é o dia-a-dia em SP, mas aqui também temos diversas ruas com intenso trafego de carros e algumas menos. O que algumas pessoas optam por fazer, é pegar caminhos mais alternativos e menos movimentados.
Lógico que pensamos sempre naquelas ruas lisinhas e onde o fluxo vai que vai, porém de bicicleta pegar uns trechos menos movimentados e com ruas não tão boas não é um grande problema.
Hoje tem Bicicletada (um movimento cicloativista) aà em SP, procure se informar no site (www.bicicletada.org) e tentar conversar com outras pessoas… Você vai ver que é possÃvel andar de bike por aà sim.
E no fundo, é mais uma questão de perder o medo… assim como a preguiça, como disse a Carola Rodrigues. (;
eduardo comentou:
em March 28 2009 @ 00:54
Pessoal, muito bem pensado este post, parabéns, mas aqui vão algumas crÃticas de quem gosta de pedalar:
1º realmente, com o calor que faz aqui em SP, impossÃvel, ia chegar no escritório que nem um porco no matadouro.
2º como a cidade é muito grande, poucos conseguem se locomover sem transitar por ruas de tráfego intenso (perigosas) como a radial leste ou a 23 de maio.
Porém, sem querer fazer propaganda, mas a portoseguro criou um esquema de aluguel de bikes em varios pontos da cidade (vc so paga se ficar com a bike + de 1 hora sem renovar o cadastro).
eu, por exemplo, vou de carona com a minha mulher até o metrô, com a bike no carro, deixo no estacionamento da porto (tambem gratis pra vc estacionar a SUA bike), vou trabalhar de metro, e na volta, desço na estação, pego a minha bike, que deixei de manhã e volto pedalando, economizo 1 ônibus e não sou esmagado que nem uma sardinha.
Gostaria de aproveitar o espaço para parabenizar a porto pela inovação.
Alan comentou:
em March 28 2009 @ 12:54
O desrespeito dos motoristas junto a falta de infra-estrutura para ciclistas são os nossos principais temores. Caminhos alternativos, mesmo que um pouco mais distantes, devem ser considerados.
Daniel Ribeiro comentou:
em March 29 2009 @ 05:47
Realmente, a bicicleta é um excelente meio de transporte para curtas distâncias. Tão ágil quanto a moto, com a vantagem de ser ainda mais leve, mais barata, menos poluente e ainda por cima manter o ciclista em forma. Desvantagens mesmo, só em locais com muitas subidas e descidas, ou quando se pretende levar carga e passageiros… A moto ainda aceita uma pequena bagagem no bauleto e uma pessoa na garupa, mas a bicicleta é bem mais limitada que isso… No máximo uma mochila nas costas do ciclista.
Respeitadas as diferenças, a bike é uma ótima alternativa. É uma pena que meu trabalho fique a 20 km de casa.
Humberto comentou:
em March 29 2009 @ 13:35
Eu moro em Curitiba, e várias vezes já pensei em comprar uma bicicleta para utilizar na ida para o trabalho, porém acho muito inseguro. Os motoristas em geral não respentam o ciclista.
Muitas pessoas andam pela via do ônibus expresso, para tentar pegar menos trânsito, mas além de priobido é perigoso.
Concordo com os benefÃcios citados sobre o uso da magrela, mas ainda tenho receio de fazer 20 km por dia em cima da bicicleta, por questões de segurança.
Ah, e com certeza, fazendo 10 km pra chegar ao trabalho, eu chegaria suado.
TuxMaster comentou:
em March 29 2009 @ 20:57
Seria uma ótima se todos os governantes pensassem no bem-estar da população, mas normalmente apenas pensam em construir avenidas para os automóveis e os grandes carros como as picapes e os novos suvs, já que estes pagam impostos carÃssimos para poderem andar nas pistas.
as ruas de São LuÃs – MA, as ruas estão cada vez mais esburacadas e não têm suporte para os automóveis, imaginem para bicicletas. Um detalhe importante, estamos em tempos de chuva forte na Ilha e ninguém se atreve a sair de casa sem temer a levar um banho, imagina andar de bike pela cidade.
A nenhuma avenida ou rua da cidade tem ciclovia, temos algumas pontes cujas passarelas vivem sem os blocos de concreto por que a população mais carente as usam para sei lá o quê.
Fora que os poucos ciclistas que se “atrevem” a andar nas avenidas são praticamente jogados para fora das ruas por carros, ônibus e motos.
Acho que o maior problema do trânsito é a falta educação de todos, pois apesar da maioria fazer teste para poder conduzir um veÃculo, boa parte sequer aprendeu a ser cidadão.
O Brasil vive perdendo várias oportunidades de resolver seus problemas e infelizmente temos que depender de quem parece menos se preocupar com o bem estar de todos. Enquanto se preocupam com sua prioridades, as autoridades nos deixam a mercê da criminalidade, insegurança, falta de suporte e para piorar ainda temos a tal “crise” que apenas aumenta o estresse nosso de cada dia.
Bicicletas para os brasileiros seria uma ótima idéia, mas para isso terÃamos que primeiro mudar a forma de pensar a nosso e respeito e principalmente aprendermos a respeitar todos os outros. Podemos, cada um fazer a sua parte, dando a real prioridade nos trânsito para os pedestres, ciclistas, veÃculos de segurança e saúde.
Sei que não podemos mudar o mundo inteiro, mas fazer o nosso mundinho um lugar melhor para as pessoas que estão ao nosso redor é muito mais fácil e efetivo :).
Desculpem pelo longo post.
Saúde e Paz a todos.
Nicolas comentou:
em March 30 2009 @ 16:18
Há cerca de um mês eu voltei a andar de bicicleta à noite. Na primeira vez que andei, no final tive que empurrar morro acima (minha cidade é cheia de sobe-e-desce) e estava quase enfartando, derretendo.
Hoje eu vou e volto em um tempo muito menor e o tal morro que eu pedi água, subo embalado, e ultimamente quase não suo. Estou até pensando em dobrar a km diária.
É claro que eu faço este trajeto como exercicio fisico. Mantenho um ritmo acelerado e a intenção é aumento de resistencia.
Agora, ir de biciclete para o trabalho, o ritmo será outro. Você joga marcha leve nas subidas, nas descidas curte um ventinho sem pedalar e assim vai.
Uma coisa é fazer 5KM em 10 minutos, outra é fazer em 30 minutos.
Samory Santos comentou:
em March 30 2009 @ 19:36
Conheço pessoas aqui em Salvador que o utilizam como transporte regular. Obviamente os locais onde habitam e trabalham/estudam são próximos, porém muitos utilizam carro para percorrem a mesma distância.
O problema aqui, de qualquer forma, além do tamanho da cidade é sua geografia: Salvador é uma cidade de ladeiras (e ladeira em Salvador é coisa realmente ingrime, que nem todo carro 1.0 é capaz de subir). Infelizmente, fora de alguns bairros, usar a bicicleta é inviável.
Micael Estrázulas comentou:
em April 6 2009 @ 01:09
acho muito legal a ideia de ir e voltar do trabalho de bicicleta.
como muitos disseram, no brasil, e principalmente em fortaleza (desde que cheguei aqui não tive coragem de andar de bicicleta no transito) fica muito inseguro pedalar pelas ruas, mesmo que seja ao lado do meio fio.
a outra questão é chegar suado. fortaleza é quente durante o ano todo, e chegar suado no trabalho não é muito bom, ainda mais quando recebemos clientes ;(
inviabiliza um pouco
gadarf comentou:
em April 19 2009 @ 11:47
Jah fiz do habito de ir para o trabalho de bicicleta uma realidade, mas agora parece que as pernas enferrujaram ehehe.
Um Jaguar de bicicleta « Zoo(i)lógico de São Paulo comentou:
em May 24 2009 @ 10:38
[...] fácil, já teve dois acidentes graves: um em Dubai e outro na Turquia, onde seus equipamentos e bicicleta foram danificados, acarretando num ida ao [...]
Alinor Rodrigues Junior comentou:
em June 5 2010 @ 15:46
Não sou cicloativista e sim cicloconvertido.
Trabalho a 3 Km de minha casa e só vou de bike. Moro em Maringá no norte do Paraná. Aqui é quente pra valer no verão e moderadamente frio no inverno. Garanto que nunca tive problemas com essa questão de suar excessivamente por ir de bike. É só não pedalar como se estivese em uma competição. Vou devagar, curtindo o caminho entre os carros, na sua maioria parados no trânsito irritante da minha cidade, tenho uma bike antiga com 10 marchas da qual cuido muito bem.
Chego ao trabalho em 10 ou 12 minutos, bastante disposto e desestressado, suado só o normal, como se tivesse ido a pé, não mais que isso.
Acho que as pessoas tem um pouco de dificuldade para assimilar a questão do preconceito e sempre acham uma desculpa. No inÃcio, todos estranhavam quando chegava de bike no serviço pelo fato de ser engenheiro e ter uma remuneração maior que a média dos empregados, afinal “bicicleta é coisa de pobre”, mas com o tempo isso passou e hoje tenho outros colegas que aderiram a bike.
Sugiro a todos que quebrem essa barreira e experimentem adotar a bike como meio de transporte pessoal. É d+.
Abraço a todos.
Wendel comentou:
em June 25 2010 @ 20:18
Muito legal estes posts! Mais interessante ainda os comentários. O que acham pessoal de uma bicicleta com um apoio elétrico? Na Europa já está uma febre, e os ciclistas de lá já têm a oportunidade de ir e voltar ao trabalho com uma bicicleta simples, porém prática, e com um pequeno sistema elétrico que ajuda na impulsão da magrela. Não se perde o prazer de pedalar, porque não se pode parar de rodar o pedal, pois o sistema elétrico desarma, e ainda se evita todos estes contra-tempos de se chegar suado ao trabalho, ou se fazer fadiga excessiva nas subidas. Acham que no Brasil esta moda pega?
Abraços
Gildo Santana de Souza comentou:
em July 9 2010 @ 18:54
Meus Caros Amigos Internautas,
Là atentamente todos os comentários postados. Compreendo todos os problemas enfrentados por voces. Moro em Maceió que não é diferente de outras capitais nos vários aspetos abordados. Temos a nossa bicicletada duas vezes por semana onde atingimos a maioria dos bairros onde mostramos a população q. a bicicleta é um meio de tansporte viável e q. tem sua real importância. O problema é: cobrar do poder público a efetiva implantação do conceito Mobilidade Urbana Sustentável com a construção de ciclovias e ciclofaixas, principalmente nas áreas de expansão urbana, conjugado com programas de conscientização acerca do acesso amplo e democrático do espaço urbano.
Mudar a cultura de um povo requer muita luta. Vale a pena lutar. O meio ambiente pede socorro.
Cicloabraços.
Everaldo comentou:
em July 20 2010 @ 13:46
Deixei de usar carro em Março para vir ao trabalho, no inÃcio usava as instalações do pessoal da limpeza, mas no inÃcio de Abril cortaram este favor e tive que buscar uma academia paar o banho antes do trabalho. Tinha uma Sundown e hoje tenho uma bike bem melhor, pois a anterior me limitava, emagreci 8 kilos, gasto 42 minutos para rodar 22km decasa para o trabalho, basicamente estrada reta com tráfego instenso, mas o pessoal daqui do DF tem respeitado bastante, um ou outro passa perto demais, mas o restante se afasta um pouco e até sinalizam com apoio, e claro, como uso a academia para tomar banho aproveito a hora do almoço para malhar, fica cansativo ? Fica, tem o trabalho, a faculdade e tomar conta dos baixinhos, mas o ganho na qualidade de vida, a melhora no condicionamento fÃsico e de não ficar parado em congestionamentos justifica qualquer desconforto. Hoje o gasto com a bike se iguala ao gasto só com o custo mensal de combustÃvel, pois bike nova, mensalidade da academia, roupas especÃficas, equipamentos de segurança e alimentação ultrapassam isto, mas como disse acima, valem muito a pena.
augusto comentou:
em July 20 2010 @ 17:18
Everaldo, minha experiência nos anos em que usei a bicicleta para ir ao trabalho e faculdade foi bem parecida – são muitos ganhos, e para mim sempre compensaram o risco e o esforço.
Essa ideia de usar uma academia para fazer a comutação entre o “modo ciclista” e o “modo funcionário” me parece bem boa também, embora seja um custo a mais. Tomara que a existência de mais experiências similares à tua permitam no futuro formar mais empresas amistosas a funcionários ciclistas.
Rodrigo comentou:
em August 16 2010 @ 22:32
“a bicicleta é um dos meios de transporte mais rápidos em distâncias até 15km.”
Mais rápido que a baldeação dos trêms e metrô que tomo que leva 2:00 e pouco.
No meu caso experimentei ir de bike para o trabalho que deu 38KM fiz em 1:30 min em rÃtmo lento/médio para não suar muito. Por que ando mesmo o dobro ou mais da velocidade.
Victor comentou:
em January 15 2011 @ 02:11
Muito bacana todos os comentários deixados aqui!
Bem, moro em Aracaju e aqui a utilização das bikes é bem interessante. A geografia da cidade (totalmente plana) permite que as pessoas utilizem suas bikes para irem ao trabalho, faculdades, lazer.. enfim. Existem ciclovias que abrangem um bom pedaço da capital sergipana, favorecendo ainda mais a utilização desse meio de trasnporte. Eu costumo dizer que só anda de ônibus quem quer. E acreditem, muita gente anda de ônibus. É um lance de cultura mesmo. A tarifa daqui é uma das mais caras do Nordeste. R$ 2,45!!
Claro que nem tudo são flores! MEsmo com vários ciclistas nas ruas.. ainda existem irresponsáveis que insistem em desrespeitar os ciclistas e colocar suas vidas em risco, tirando fino, acelerando o carro para tentar assustar ..essas coisas absurdas que não dão para entender. E pedalo diariamente uma média de 30 a 40 km por dia.. vou para todos os lugares de bike! E cada dia que passa me sinto mais vivo e com a saúde garantida! Os movimentos com a bicicletada também são bem representativos na capital. Várias pessoas se mobilizam 2 vezes por semana para dar um rolé e chamar a atenção da importância desse meio de trasnporte e principalmente ao respeito que todo ciclista deve ter!
um abraço de luz e muitas pedaladas!!