Andar de moto com conforto, segurança e economia para escapar do trânsito com efetividade
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Pilote sempre equipado, na defensiva e com prudência!
Indicação de Daniel Ribeiro:
O trânsito caótico dos grandes centros está cada vez pior. A cada dia, mais e mais carros, caminhões, motos e ônibus entram em circulação, piorando exponencialmente a situação. É comum em São Paulo, por exemplo, levar mais do que uma hora para percorrer um pequeno trajeto urbano.
A situação piora para quem tem que percorrer longas distâncias ou cruzar a cidade.
O resultado disso é gasto de combustível excessivo, desgaste do carro com o “anda-e-pára”, e o pior: seu nível de estresse aumenta, sem tempo diminui e sua qualidade de vida fica no segundo plano.
Atualmente, muitas pessoas estão optando pela moto para realizar seus deslocamentos diários. A frota de motos no Brasil tem crescido mais do que a de carros, o que significa que o sucesso deste veículo tem sido satisfatório e tem agradado a quem se deu a chance de entrar para este mundo novo.
Veja em meu post a seguir algumas dicas para quem opta por encarar o trânsito sobre duas rodas!
O Efetividade.net registra seus agradecimentos a Daniel Ribeiro pelo envio deste material.









João Nadal comentou:
em February 19 2009 @
Concordo com a maior parte das ponderações, mas eu prefiro o anda-e-para, em Curitiba, gastos maiores com seguro/combustível/estacionamento/whatever, por causa dos riscos em caso de acidente.
Acidentei-me segunda-feira, a uns 35km/h. De carro, saí sem um arranhão. De moto, estaria no hospital.
Considerando isso, prefiro continuar menos eficiente. Vou até comprar um SUV.
Daniel Ribeiro comentou:
em February 19 2009 @
João, a 35 km/h você só estaria no hospital se estivesse de bermuda, sem camisa, sem capacete e descalço. Já cai a 160 km/h e não sofri nenhum arranhão justamente por estar equipado. Por outro lado, já cai a 35 km/h de bicicleta e me estourei inteiro… Não fui para o hospital mas fiquei com alguns hematomas.
Augusto, obrigado por publicar a matéria! Espero que os seus leitores gostem!
Carlan Calazans comentou:
em February 19 2009 @
Mesmo com todos os equipamentos necessários ainda é muito perigoso. O piloto tem que ter muita cautela.
Já fez aniversário de 1 ano desde o meu acidente de moto. Até hoje eu ando com 1 muleta. Podia ter perdido a perna e bla bla bla. Enfim, lição aprendida, larguei a moto e comprei um carro. Não que isso me proteja 100%, mas já é um começo.
Moto nunca mais. Não recomendo.
Fernando F. comentou:
em February 19 2009 @
Discordo do Daniel.
Mesmo totalmente equipado não da pra comparar a segurança de um carro com uma moto, sejamos sensatos.
E isso que não estamos nem levando em consideração a situação caótica e tremenda falta de educação e principalmente respeito a vida, nas ruas das nossas cidades. Principalmente as grandes.
Daniel, se você sofreu um acidente de moto a 160Km/h e saiu ileso, fico sinceramente feliz por você, mas espero que nunca um desgraçado bêbado e assassino (quem dirige alcoolizado pra mim é assassino) cruze o seu caminho.
Gustavo Henrique comentou:
em February 22 2009 @
Pode ser perigoso, mas a sensação é muito gostosa. Ainda mais no verão.
Não sei, mas acredito que a maioria dos acidentes com motos é causado por irresponsabilidade do motociclista. Ando me moto há anos e nunca tive problemas, entretanto sempre vejo no trânsito motociclistas correndo demais, mudando de faixa rapidamente sem ligar a seta, andando no meio entre carro e onibus, acelerando nas curvas em esquinas movimentadas…
Pilotando com atenção, evitando excessos e conhecendo as regras do trânsito, o risco de acidente é tanto quanto se estivesse de carro.
Bicicleta: Meio de tranporte com efetividade, economia, saúde e menos poluição « Efetividade.net comentou:
em March 26 2009 @
[...] no texto a seguir, que foi enviado pelo Leonardo Saraiva : “Inspirado no post sobre andar de moto, resolvi mostrar uma outra opção para tranporte – com efetividade – que foi eleito por mim: a [...]
Cezar Ribeiro comentou:
em March 28 2009 @
Olá, Augusto.
Gostei muito do post do Daniel Ribeiro, lá do Motosblog. Sou motociclista há dois anos e meio e não sofri nenhum acidente, graças a Deus. As dicas do post são realmente bem interessantes, porém o que mais importa é a prudência e o respeito aos seus limites, aos limites da máquina que pilota e às regras de trânsito, pois assim nada te derruba de cima das duas rodas.
Um abraço.
Bruno Costa comentou:
em May 22 2009 @
Eu gostava de tentar fazer uma mota e quero ser mecanico um dia mas antes gostava que um rapaz de 12 tambem sabe riaver um progecto e quero que toda a gente veija que se quando conseque faz se e este e o meu sonho e tambem quero fazer uma mota mas para isso e preciso plantas pecas e equipa mas nao tenho nada disso por isso so vou poder proseguir o meu projecto quando for maior que e uma pena
Cristopher comentou:
em December 4 2009 @
Pessoal, não creio que seja necessário o uso de tudo isso que foi descrito, usar sempre uma calça impermeável e jaqueta impermeável não é necessário na minha opinião, mas nunca dispenso o uso de uma jaqueta, mesmo nos dias mais quentes e nunca ando de calção, sempre calça grossa e tênis. Quarta-feira (02/12/09) bati com minha CB300 de frente na lateral de um carro que atravessou a preferencial, a velocidade era mais ou menos 70km/h, voei por cima do carro (de propósito para diminuir os danos em mim) e ao cair, caí rolando, já pude levantar logo depois e saí do acidente apenas com escoriações leves no braço direito. O que eu estava usando? um bom capacete (indispensável, concordo), uma jaqueta comum, calça jeans comum e um bom tenis… foi o suficiente para proteger de um acidente onde muitos teriam morrido, então não basta apenas o equipamento, quando o momento inevitável chega, uma boa experiência e sangue frio ajudam muito.
almir comentou:
em January 23 2010 @
obviamente que moto é mais perigoso do que carro.
certo que nem todo mundo tem condiçoes de pagar um carro e viver sua vida pagando suas contas e cursos e tals.
pretendo comprar uma moto pois ja nao aguento mais andar de onibus e ficar horas e horas em engarrafamento em onibus lotado.