Festa de final de ano na empresa: moderação e bom senso são a chave

, por Augusto Campos Carreira

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A dica vem do G1, mas antes de passar a palavra ao consultor de lá, vou resumir: em ambiente profissional ou para-profissional, como são as festas da empresa fora do ambiente de trabalho, os excessos são a causa-raiz dos efeitos negativos.

Aquele passo de dança que lhe parece tão engraçado, a piada “incomum” dita no microfone, a confissão feita à colega de trabalho (que você não faria durante o expediente) ou o copo de bebida a mais podem ter conseqüências bem mais profundas e duradouras do que se acontecessem em uma festa entre amigos que não trabalham juntos! Não necessariamente as festas com a turma do escritório, ou do laboratório, precisam ser as mais memoráveis e divertidas do ano, e certamente não são a ocasião certa para compensar nada que tenha ocorrido durante o ano ;-) e nem para ser o mais comentado no expediente seguinte…

E o antídoto contra excessos é a dupla que consta ali no título: moderação + bom senso. Se na sua empresa todo mundo é amigo e ninguém vai lembrar negativamente de nada que acontecer na festa, sinta-se à vontade para agir de acordo. Mas não construa essa impressão (ou ilusão) depois de já estar “embalado” na festa! De modo geral, a dica é manter-se consciente de si mesmo e do que está ao seu redor, não aproveitar o momento para contestar, “cobrar” ou compensar nada do ambiente de trabalho, e divertir-se com a interação (e integração) um pouco mais próxima do que no dia-a-dia. E guardar os excessos para as festas com a família e no círculo de amigos ;-)

Vamos a um trecho da dica do G1:

Fim de ano é época de festa, seja em casa ou na empresa. Em ambas situações, um comportamento adequado é bem-vindo, mas, na segunda, é mais que necessário. Atitudes inconvenientes na comemoração de fim de ano do trabalho podem criar um estereótipo difícil de ser deixado para trás no ano seguinte.

O consultor de etiqueta Fábio Arruda conversou com o G1 e deu algumas dicas de como se comportar de forma adequada, independente do tipo de evento.

Nem cedo, nem tarde Chegar na hora marcada para o começo da festa é a melhor opção. “Em empresas ou reuniões sociais, o horário certo para chegar sempre é o estabelecido. Não entre antes da festa estar pronta, porque ela não tem obrigação de ficar pronta antes da hora”, diz Arruda. E se a pessoa passa muito da hora combinada, perde a programação. “As pessoas se organizam para esses eventos, há ações programadas. Se alguém chega atrasado, acaba quebrando o protocolo, fica fora do contexto. Nesse caso, é melhor não ir”, alerta.

Visual comportado O consultor de etiqueta lembra que as pessoas devem ter cuidado para não relaxar demais na maneira de se vestir. “A festa é uma extensão do ambiente corporativo. Portanto, nada de colocar decote ou saias minúsculas. Vista-se com a sobriedade que o emprego requer. É melhor não inventar nada.”

(…)

Tem várias outras dicas na continuação do texto acima, em “Consultor dá dicas para causar boa impressão na festa da empresa“, no G1.

Leia também: Ressaca: como sobreviver ao dia seguinte

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6 Comentários até agora

  1. Eduardo Stuart comentou:

    em December 19 2008 @

    Muito bom post, parabéns

  2. Marco Sanches comentou:

    em December 20 2008 @

    Lucidez é o melhor negócio.

  3. Angelica comentou:

    em December 20 2008 @

    E apesar disso, alguém ainda vai fazer algo da qual vai se envergonhar… vida corporativa é isso aí!

  4. Patola comentou:

    em December 22 2008 @

    Que dica mais mauricinha. O sujeito que já é anti-social no ambiente de trabalho vai continuar anti-social, “moderado” e irrepreensivelmente bobão num momento que era pra ser de descontração?

    Então que nem tivesse festa… Distribuíssem uns brindes pra cada um e pronto, a satisfação seria maior.

  5. augusto comentou:

    em December 22 2008 @

    Todo sujeito, inclusive aquele que já é anti-social no ambiente de trabalho, sempre tem a alternativa de não usar o bom senso e a moderação – inclusive nas comemorações corporativas de final de ano.

    Mas não acho que o sucesso da festa, ou a satisfação em promovê-la, depende de cada um dos participantes abrir mão do bom senso ou da moderação. Quanto à satisfação de participar dela, depende de cada um.

    E acho, especialmente, que quem precisa abrir mão, no todo ou em parte, do bom senso e da moderação para achar que uma festa vale a pena, estará melhor se não começar a fazê-lo justamente na festa de fim de ano da empresa.

  6. Luiz comentou:

    em December 24 2008 @

    Tem pessoas que passam dos limites mesmo, uma perca de tempo.

Fique ligado!
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