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Não deixe os feeds RSS virarem um peso na sua vida

Os feeds RSS são uma das maravilhas do final dos anos 90. Uma tecnologia que permite centralizar em uma única interface as atualizações de todos os sites que você lê regularmente, e assim nunca mais perder nenhuma das suas novidades.

O que poderia dar errado, não é mesmo?

Bastante coisa, como cada vez mais usuários anteriormente adeptos plenos (uma minoria, mas certamente bem representada entre os leitores do Efetividade) desta tecnologia vêm percebendo recentemente.

Estes usuários desenvolveram o hábito de acompanhar feeds lá por 2001 (quem sabe 2006?) e desde então a popularização da criação de conteúdo nos formatos agregáveis como feeds fez crescer suas coleções de maneira lenta e gradual, a ponto de hoje serem comuns agregadores pessoais (como o seu Google Reader, por exemplo) assinando várias dezenas de feeds.

O simples fato de a informação crítica para a sua atividade profissional estar na mesma ferramenta de notificação que os tumblrs e blogs dos seus amigos, alguns dos quais replicando automaticamente dezenas de twits por dia, já seria um indicativo de que há algo precisando ser otimizado.

Mas a situação fica crítica de verdade quando esta coleção díspar passa a ser tratada como uma caixa de entrada, com contagens parciais e gerais de itens não lidos e a consequente apelo a acompanhar o fluxo durante o dia inteiro, ou a “zerar” no final do período – algo que funcionava bem em 2001 quando o número de feeds que acompanhávamos era bem menor, mas que é percebido como impraticável por um número crescente de usuários.

Definindo o problema

Excesso de informação não priorizada pode ser um problema tão grave quanto a informação insuficiente, e gerar efeitos parecidos: se o esforço para processar toda a massa de itens não lidos for impraticável no prazo necessário, na hora da verdade você estará tão desinformado quanto se não tivesse assinado aqueles feeds – e possivelmente mais cansado e menos concentrado.

E se em um momento-chave o tumblr das fotos engraçadas de felinos tirar a sua atenção do feed de notícias sobre atualizações críticas de segurança do software que sua empresa usa, no final das contas o mau uso da tecnologia acabará tendo sido bem pior do que não tê-la adotado.

No final de semana o site ars technica publicou o artigo “Why keeping up with RSS is poisonous to productivity, sanity” (“Por que manter-se em dia com o RSS é um veneno para a produtividade, sanidade”), e o título já dá uma dica da natureza do problema descrito: não é uma falha do RSS em si, mas sim a nossa tendência a querer acompanhá-lo integralmente, apesar de nem todos os itens que estão lá merecerem o mesmo grau de atenção.

Posso afirmar que cada vez mais vejo meus amigos comentando “queria ir dormir, mas preciso zerar meus feeds”, ou “hoje o dia foi tão corrido que nem deu de acompanhar meus feeds”. Mesmo que “zerar os feeds” e “acompanhar os feeds”, na hora da pressa, signifique simplesmente apertar a opção “Marcar tudo como lido”, cada vez mais me parece uma necessidade em grande parte artificial, que oferece pouca informação relevante em troca de esforço constante.

E quando se constata o grau em que boa parte das fontes dos feeds repetem umas às outras (idealmente acrescentando algum valor a cada passo), percebe-se que acompanhar regularmente uma quantidade grande de feeds leva a muita leitura repetida ou filtragem manual.

Minha solução

Existem várias soluções possíveis, desde a radical “vou abandonar este dreno de produtividade que não me acrescenta nada” até as várias modalidades de “vou achar um jeito de aproveitar o lado bom do RSS sem deixar ele ser um sapato de chumbo no meu banho de piscina”.

A minha solução é a seguinte: estou aos poucos me livrando do leitor de feeds organizado na forma de uma caixa de entrada (no meu caso, o Google Reader) e migrando para leitores que apresentam estes mesmos feeds na forma de revista ou jornal. No momento estou me fixando no Pulp e no Flipboard, como narrei recentemente, mas existem soluções similares adequadas a cada gosto e plataforma.

Eu uso 2 clientes, no lugar de apenas um, como consequência de escapar da definição de caixa de entrada (que, como sabemos, geralmente deve ser tão unificada quanto possível). Agora os meus feeds de interesse profissional e acadêmico residem no Pulp e os de interesse pessoal (amigos, família, entretenimento, as últimas aplicações do grafeno, comentários sobre os pôneis malditos, etc.) moram no Flipboard.

E a grande mágica da solução está aqui: eu só leio quando tenho tempo disponível e interesse, consciente de que vou sempre receber só as atualizações mais recentes, sem uma marcação indicando quantos itens não lidos eu tenho, ou qualquer indicação que me conduza a querer “zerar” algo. Em menos de 1 minuto consigo olhar todos os feeds que tenho no Pulp e marcar/abrir os 2 ou 3 posts que me interessam de verdade.

Mas esta solução tem 2 complementos: o primeiro é manter a ferramenta original, com suas contagens e notificações, para os feeds que são críticos – aqueles que eu preciso mesmo ler 100% das atualizações, tão rapidamente quanto possível.

A segunda tira proveito do alto grau de repetição entre as fontes de informação da web. O fato de fazer parte do problema não impede que ela seja parte da solução também! No meu caso, eu criei 3 listas no Twitter com os perfis dos sites que acompanho em todos os temas que me interessam para acompanhamento diário, e inseri nos favoritos do navegador links para cada uma das 3.

Aí, quando me dá aquela sensação de que algo muito importante pode estar acontecendo e eu estou perdendo por causa dessa mania de me manter produtivo com menos esforço, eu clico nestes favoritos com a certeza de que, se houver mesmo algo acontecendo, vários sites terão mencionado em seus perfis no Twitter, e aí é só seguir a trilha – mas geralmente nada que justifique uma interrupção no fluxo do meu dia terá acontecido, e eu fecho a aba do navegador em menos de 1 minuto.

Aí está: minha solução permite continuar informado das últimas novidades, acompanhar os sites que eu preciso ler 100% do conteúdo, e ainda oferece uma forma cômoda e com menos pressão de ler o restante do conteúdo disponível via feeds. Que tal?

As soluções do ars technica

A inspiração para o artigo do ars technica mencionado acima ocorreu quando o seu autor percebeu, após ficar sem acesso aos seus feeds RSS por 2 vezes em agosto, ele não ficou menos informado, e ao mesmo tempo teve dias mais eficientes e produtivos.

E ao retornar a ter acesso aos feeds, poucos dias depois, pôde avaliar a quantidade de informação desordenada, despriorizada e repetitiva que estava lá, com contadores pedindo para serem zerados e indicando que ele tinha uma grande pendência.

A partir desta constatação, ele analisa a situação a partir de uma série de números com os quais não tenho certeza que concordo, mas chega a uma conclusão similar a minha: a tecnologia é boa, mas o seu bom uso na forma tradicional tem uma tendência a degringolar e se transformar em mau uso.

Ele também mencionou alguns casos que pesquisou de pessoas que simplesmente abandonaram o hábito de acompanhar feeds, e o que elas fazem para suprir seu interesse por atualizações: acompanhar um número limitado de sites, agregadores sociais, ou soluções similares à minha.

Pessoalmente continuo fã do feed RSS como ferramenta, mas já faz algum tempo que estou me libertando do compromisso gerado por ele. Se você sente que existe este compromisso na sua vida, sugiro avaliá-lo e, se for o caso, reduzi-lo até o grau mínimo possível preservando a funcionalidade que você deseja. Pare de zerar os contadores e tenha tempo para ler mais alguns conteúdos interessantes de verdade ツ

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BusTV leva produtividade pessoal aos passageiros de ônibus em 8 capitais

E por falar em São Paulo, vou aproveitar a oportunidade e mencionar mais uma iniciativa de lá que estava anotada no meu Evernote há mais de um mês: o BusTV.

Programação multimídia para transporte coletivo (ônibus, aviões, elevadores, …), salas de espera e outros ambientes de fluxo constante e variado de público é um mercado em crescimento, e não é para menos: permite um foco que muitas vezes não tem similar nos meios tradicionais, as tecnologias de transmissão e exibição estão cada vez mais acessíveis, e o mix entre conteúdo e anúncio pode ter proporções inatingíveis em outras situações.

Claro que também há desafios a vencer, inclusive a questão de comunicar a mensagem até mesmo quando o áudio está desligado, ou o desafio de dirigir-se a públicos com graus de instrução e interesses profundamente variados, o que acaba levando a limitar a profundidade na abordagem e a velocidade do andamento das peças – levando 3 minutos para dizer o que se diria em 50 segundos, para dar tempo de todo mundo ler e compreender a legenda, por exemplo.

A BusTV é uma das empresas atuantes neste mercado, e seus números oficiais mostram o quanto há oportunidades nele: ela produz e veicula material em monitores instalados em pouco mais de 1200 ônibus urbanos em 8 capitais (incluindo SP, Rio, BH, Brasília, Porto Alegre e mais) e atingem a cerca de 750.000 pessoas todos os dias.

Mas o que me chamou a atenção para o trabalho deles é um detalhe que me atrai sobremaneira: um dos temas frequentes da pauta deles é a produtividade pessoal (especialmente na questão da organização doméstica), com vídeos trazendo dicas da Ana Afonso, organizadora profissional – e nossa leitora ;-)

O vídeo acima é um exemplo do que eles veiculam: são 3 minutos com o andamento típico da programação para ônibus urbanos (beeeem devagaaaaar para dar tempo de a legenda ser captada e digerida), tratando de 2 ferramentas de organização doméstica que já mencionamos muitas vezes por aqui: as listas de tarefas e as listas de compras.

Parabéns à BusTV pela escolha do tema, e parabéns especialmente à Ana Afonso que, assim como o Christian Barbosa no Fantástico, encontrou uma forma de levar a ideia de produtividade pessoal falando o idioma do grande público, sem manter o tema restrito a quem frequenta as livrarias, sites e publicações especializadas!

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Comunique-se efetivamente usando melhor suas tabelas e gráficos

Tabelas com dados numéricos são quase lugar-comum em relatórios e apresentações, seja no meio corporativo, seja na escola e faculdade.

O conteúdo que elas apresentam frequentemente é o próprio núcleo do que vai ser apresentado. Por exemplo:

  • as vendas do ano, por filial, trimestre a trimestre
  • a evolução da participação no mercado, mês a mês
  • o resultado dos testes realizados com cada uma das amostras no laboratório
  • a expectativa de retorno de cada uma das alternativas de investimento
  • etc., etc., etc.

Mas mesmo quando esta presença é mesmo inescapável, muitas vezes basta um pequeno cuidado na organização visual da tabela para garantir que a tabela incluída no seu relatório ou apresentação seja um elemento efetivo para comunicar a sua mensagem, e não seja vista simplesmente como um amontoado de números que está ali para ilustrar a explicação associada e satisfazer algum requisito formal.

Hoje veremos algumas dicas para aproveitar as ferramentas de formatação de dados amplamente disponíveis no século XXI, para não correr o risco de que seus relatórios tragam tabelas que pareçam uma herança de 4 décadas atrás ;-)

Todos os exemplos a seguir são baseados nos números da edição de 1/7/2011 da pesquisa NetMarketShare sobre a participação dos navegadores web no mercado mundial, e usam um estilo padrão do PowerPoint, embora se apliquem igualmente a tabelas produzidas em qualquer aplicativo.

Fazer o básico demora só 1 minuto a mais

A imagem abaixo mostra o tratamento lamentável dado a tabelas numéricas em muitas apresentações e relatórios:

Uma tabela assim “acontece” quando o autor do relatório ou apresentação se restringe a copiar e colar no editor de texto ou no programa de apresentação a planilha que ele usou ao longo de seus estudos.

Veja os pecados capitais cometidos:

  1. O título não dá nenhuma pista do que a tabela significa
  2. As letras estão ilegíveis (porque estão no mesmo tamanho de fonte em que estavam na planilha)
  3. Os textos estão “sambando” no espaço enorme das células da planilha

Frequentemente os autores param por aí mesmo, mas bastaria um ajuste rápido para garantir um mínimo de entendimento e legibilidade bem superior:

Note que bastou inserir um título descritivo do conteúdo, deslocando para o rodapé a necessária referência da origem dos dados), e um ajuste simples do tamanho das fontes, para a tabela passar a ter um sentido em si mesma, e um grau de legibilidade bastante superior à original.

As árvores e a floresta

Na tabela acima, apesar do ganho de legibilidade já alcançado, o autor permanece apresentando um conjunto de 50 números, e se o leitor quiser tirar uma conclusão sem recorrer a material adicional, terá que providenciar a sua própria análise, que pode ou não conduzir à conclusão que o autor gostaria de destacar.

Mas a necessidade de apresentar a floresta não impede que a árvore que interessa seja destacada!

Vamos imaginar que aquela tabela está presente porque o autor deseja apontar que no início do ano o Firefox passou a estar abaixo da faixa dos 22% pela primeira vez em vários anos. Que tal usar um título mais objetivo e aproveitar alguns recursos gráficos para apontar este momento específico?

Note a diferença: a coluna do Firefox e a linha do mês em que ocorreu o fato estão em destaque, bem como o cruzamento delas. Apesar de os 50 números permanecerem na tabela, é provável que o leitor olhe diretamente para este que interessa, e depois procure, no título, o que ele significa.

Além disso, aproveitei para corrigir mais um problema do layout: o alinhamento à esquerda é ótimo para a planilha, mas a centralização horizontal funciona melhor nesta tabela.

Só que a coluna vermelha ficou feia, né? Vamos dar um jeito:

A versão acima usa um recurso gráfico adicional para indicar a tendência de queda contínua. Neste caso, a força do símbolo (uma seta para baixo que vai ficando cada vez mais vermelha) pode ser suficiente para garantir a comunicação mesmo considerando que o sentido vertical nesta tabela indica o tempo, e não a grandeza sendo observada.

Além disso, a versão acima ainda corrige mais um detalhe do layout original: agora o alinhamento vertical dos textos nas células também está centralizado. Agora compare com a tabela inicial e veja quanto estes detalhes fazem diferença!

Destacando as exceções

Se o objetivo do autor fosse destacar que só o Chrome e o Safari cresceram em absolutamente todos os meses mencionados, um dos recursos à sua disposição seria destacar os meses em que os demais navegadores tiveram queda:

Aí está: o título e as cores vermelhas dos destaques devem ser suficientes para passar o recado. Mas aqui há algo mais que pode ser acrescido: um dado derivado, na forma de um total de cada coluna, que ajuda a indicar onde há crescimento geral (ainda que possa ser descontínuo) e onde há retração:

A linha a mais com o saldo acumulado cobra um preço: a indicação da origem dos dados ficou apertada – talvez seja o caso de rever a altura das demais linhas para que tudo caiba mais harmoniosamente.

Passe a tabela no liquidificador e construa um gráfico

Os 50 números da tabela original já se tornaram bem mais palatáveis com a formatação indicando quais deles devem ser olhados primeiro. Mas para tornar a digestão deles ainda mais fácil, a criação de um gráfico simples pode ser uma solução melhor, seja em substituição ou em complemento à tabela.

Para analisar a evolução de uma série de dados, os gráficos de barras são uma opção comum, e mesmo leitores sem maiores conhecimentos em estatística conseguem compreendê-los com facilidade.

Continuando no exemplo do interesse em destacar que Safari e Chrome tiveram crescimento contínuo, eis um gráfico ilustrativo:

Às vezes exibir a série não basta – mas não é difícil apontar algum momento interessante no gráfico também:

Às vezes, entretanto, o que queremos é indicar a participação de cada um dos componentes que forma um conjunto. Se quiséssemos ilustrar a participação dos navegadores no mercado mundial, uma solução comum seria um simples gráfico de setores – a popular pizza:

É óbvio, eu sei, mas não poderia deixar de mencionar.

Outros recursos gráficos

Especificamente nestes nossos exemplos, a presença das duas formas acima (o gráfico de colunas indicando a série e a pizza indicando a distribuição atual) simultaneamente no relatório ou apresentação poderia servir bem para ilustrar uma conclusão adicional interessante: que os 2 navegadores com maior participação são os que estão em retração, e que os que estão em rápida ascenção ainda não estão muito perto deles.

Apresentar isto numericamente (de forma direta ou com gráficos estatísticos) é mais rico, mas às vezes tudo o que você precisa é comunicar a conclusão. Neste caso, outro tipo de recurso gráfico está à sua disposição: o diagrama, de forma estruturada ou não. Eis um exemplo que serviria como o slide de abertura de uma apresentação sobre os dados que vimos:

Com um pouco de criatividade, pode-se usar tamanhos, posições, alinhamentoes, proximidades, cores e símbolos para comunicar mais claramente uma mensagem. Por exemplo, para demonstrar que os 2 navegadores baseados no engine WebKit, se somados, já ultrapassaram os 20%, poderíamos fazer:

Como você faria para indicar que esta soma dos 2 navegadores baseados no WebKit pesquisados está prestes a empatar com o total do Firefox?

 
Agora é com você

Os exemplos acima não tentam ensinar você como se constrói as tabelas e gráficos mencionados, porque os comandos variam de acordo com a ferramenta escolhida.

A intenção é demonstrar que basta um pouco de atenção a detalhes simples para gerar comunicação muito mais efetiva. Lembre-se disso quando for produzir seu próximo relatório ou apresentação!

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Twitquero: novo sistema para gerenciar promoções via Twitter

O Adriano Caetano, uma das poucas pessoas que já tinham presença na web brasileira tratando sobre Linux antes de eu criar o BR-Linux em 1996 e continuam na atividade (hoje ele mantém a LinuxMall), me mandou um aviso de lançamento de um novo projeto que pode interessar a vocês.

Hoje ele atua profissionalmente também na área de apoio ao comércio eletrônico e percebeu o número de pessoas que, por não conhecer ou não se satisfazer com as alternativas de automação existentes, vêm organizando sorteios de brindes via Twitter e precisam repetir procedimentos manuais para operacionalizá-los.

Não é o meu caso: quando faço alguma promoção via Twitter, tenho o maior prazer em reviver meus dias de programador e desenvolver scripts para obter da API do Twitter e verificar os participantes inscritos, sorteando-os depois.

Mas nem todo mundo é ex-programador nostálgico, e muitos acabam recorrendo mesmo a procedimentos manuais chatíssimos, piorados ainda mais pelas constantes falhas do Twitter.

Assim, ele criou seu próprio site de automação de sorteios via Twitter, o Twitquero, que se encarrega de verificar a adesão de seguidores ao procedimento do sorteio, e de sorteá-los na data certa, via random.org – que gera números aleatórios baseados na entropia dos ruídos atmosféricos, garantindo um sorteio mais isento de preferências.

Pedi ao Adriano que descrevesse o sistema para vocês, e ele não se fez de rogado:

O sistema é simples e útil para empresas que desejam promover seus
produtos ou aumentar sua visibilidade nas redes sociais.

Vantagens:

- Aumente a quantidade de seguidores do seu Twitter;
- Dê grande visibilidade para produtos e/ou serviços;
- Promova o sorteio com imagem e link para o site;
- Gerencie todos os seus sorteios de forma simples;
- Serviço gratuito.

Funcionamento:

- Os visitantes participam do sorteio (e automaticamente passam a
seguir o Twitter da empresa, e é feito um “post” do sorteio no twitter
dos participantes, multiplicando a visibilidade)

- Dessa maneira, a empresa aumenta significativamente sua quantidade
de seguidores, e passa a anunciar tão apenas para os participantes,
mas para os amigos dos participantes.

- É definido uma data e a quantidade de ganhadores. O sistema gera um
número aleatório baseado no random.org e define o(s) vencedor(es).

Desejo sucesso ao Twitquero e espero que seja útil para vários de vocês no futuro!

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Hospedagem web para seu blog: cupons de desconto para o Dreamhost

Que tal aproveitar o feriadão para colocar o seu projeto web pessoal em uma hospedagem com mais recursos?

Vários provedores comerciais oferecem isso, neste post eu menciono pelo menos 3 deles, mas para um deles (do qual sou cliente) eu voltei a dispor de convites que dão um bom desconto na assinatura, e eles estão à disposição de vocês ;-)

Hospedagem de sites em provedores comerciais costuma ser uma boa opção para quem tem um projeto pessoal na web e pretende vê-lo se desenvolver – afinal há limites relativamente estreitos para o que se pode fazer em hospedagens gratuitas, e quando se sobe ao próximo degrau na escala e se passa ao modelo econômico de hospedagem em servidores compartilhados (em que um provedor lhe oferece uma parcela dos recursos, e uma área exclusiva, em um servidor web gerenciado por ele), as oportunidades se multiplicam e seu site pode crescer mais (até chegar a precisar subir o próximo degrau, sucessivamente).

E a quantidade de alternativas para quem busca uma hospedagem web comercial chega a assustar. Mas é possível recomendar várias delas, e quero começar o artigo sublinhando uma indicação para a Via Hospedagem, que tem planos pagos em reais, limites que atendem à maioria das necessidades dos blogueiros e criadores de sites, e atendimento classe A.

Mas minha opção é diferente: eu “me viro” bem com as tecnologias da web, não encontro grande dificuldade com paineis de controle em inglês e desde 2005 hospedo meus projetos pessoais em crescimento (e o Efetividade.net já foi um deles, migrando para opções mais avançadas do Dreamhost enquanto crescia, até alcançar cerca de 25.000 visitantes diários e precisar mudar pra um esquema maior) no Dreamhost, um provedor de hospedagem web barato e que tem os requisitos que procuro – e que até para os meus testes é bem mais cômodo do que rodar meu próprio servidor Apache em um computador de casa…

Atualmente o meu projeto em desenvolvimento é o BR-Mac.org, no ar desde fevereiro, ainda bem pequeno (com picos que não ultrapassam os 4.000 visitantes diários), e hospedado com tranquilidade no Dreamhost.

Minha opinião sobre o Dreamhost

O Dreamhost permite que você hospede um número ilimitado de sites, domínios e usuários, e estes usuários (e você) podem ter acesso via SSH e FTP, contas de e-mail (POP, IMAP, SMTP e Webmail), hospedar um número ilimitado de bases de dados MySQL, e muito mais.

A hospedagem web também é bem completa, com itens como

  • PHP, Perl, Python, CGI, Ruby on Rails, SSI, MySQL 5
  • Mail (IMAP, POP, SMTP, webmail, listas)
  • Instalação facilitada do WordPress
  • acesso completo à shell dos usuários (os servidores rodam Debian),
  • cron,
  • repositórios SVN e CVS para o seu site,
  • e muito mais.

Além disso, o usuário ganha grátis o registro de um domínio (.com, .net ou .org) ao contratar a hospedagem, e há instaladores automatizados para aplicativos populares como o WordPress, Gallery, ZenCart, Joomla, Moodle, dotProject, MediaWiki, Trac e outros que podem servir como a base para o seu projeto web.


Painel de controle da hospedagem – clique para ampliar

O espaço ocupado pelo site e a transferência gerada por ele são ilimitados, mas não entenda isso do jeito errado: há limites quanto ao uso de CPU e memória (que muitas vezes “pegam” quem erra a mão na hora de ativar plugins ou scripts em seu site) e fiscalização bem estrita quanto a uso indevido (por exemplo, violação de direitos autorais ou uso para outros propósitos que não a hospedagem de suas páginas web).

Ou, como definiu o Marcos Elias:

Hospedagem compartilhada é tudo igual: se seu site crescer (e consequentemente consumir muitos recursos) uma hora ou outra te chutarão, quase sempre sem avisar, ou seja, vc pode peder visitas e dinheiro.

Cuidado pra não se iludir com os “ilimitados”, porque na prática é como aqueles planos de internet 3G ilimitada com limites que não divulgam (no caso de hospedagem, limite de tempo de processamento e memória).

Nunca passei pela experiência de ser “chutado” como disse o Marcos (nem quando tinha mais de 20.000 usuários por dia no Dreamhost), mas ficar de olhos abertos é bom: a partir de determinado limite de uso, o modelo compartilhado deixa de ser a melhor opção.

Os termos de uso do Dreamhost são bem claros quanto ao que não é aceito: conteúdo ilegal, arquivamento e backups (exceto os 50GB explicitamente destinados para este uso), scripts que façam uso intensivo de CPU (por erro ou por características da própria aplicação – exemplo: clientes BitTorrent, proxies e bots de IRC, spamdexing, etc.), entre outros – recomendo a leitura atenta dos Termos de Serviço se você tem dúvidas sobre a natureza da sua aplicação em relação a eles – mas serviços baseados em aplicativos conhecidos (como o WordPress, MediaWiki, Joomla, Moodle e similares) ou em páginas HTML geralmente não precisam de muita preocupação, a não ser que o número de usuários diários seja contado na casa de vários milhares.

Minha experiência pessoal é bem positiva: o Efetividade.net esteve hospedado por lá até atingir cerca de 25.000 visitantes diários, usando o plano mais básico e depois ainda passando mais alguns meses por lá em um plano avançado, migrando para o MediaTemple (saindo assim do modelo compartilhado para o modelo dedicado virtual) quando passou a ter 45.000 usuários por dia – felizmente é possível mudar de hospedagem quando necessário.

Mesmo tendo migrado “os grandes” para o MediaTemple, ainda hoje mantenho sites no Dreamhost, e imagino que o farei por um bom tempo: tem recursos mais do que suficientes para manter no ar o recém-inaugurado BR-Mac já mencionado, o augustocampos.net e o meu site de paródias de relatos absurdos (“realismo fantástico”), o Intolerância (feito em WordPress), entre outros projetos em andamento.

É por isso que me sinto, na condição de afiliado, bem à vontade para recomendá-lo a quem esteja envolvido em projetos pessoais na web: recomendo porque uso e gosto.

O fato de poder abrir um SSH no servidor para mim faz grande diferença, e não sinto falta do suporte em português e atento aos interesses do usuário (se sentisse, provavelmente estaria usando a Via Hospedagem, que recomendo a quem valoriza esses critérios) – o suporte do Dreamhost é em inglês e se limita aos serviços básicos oferecidos por eles.

De modo geral, eles deixam o servidor web rodando para você (tive 6 quedas de serviço registradas em 6 anos de uso – a mais recente foi no mês passado, durou pouco menos de 1h e o serviço retornou ao ar sozinho, antes mesmo de eu abrir um chamado de suporte – nada que tenha me assustado), mas colocar o conteúdo lá e fazer este conteúdo funcionar é por conta do usuário, que para isso usa a interface de administração via web (aquela da imagem acima).

As opiniões de outros usuários

Posts anteriores sobre o Dreamhost permitiram coletar opiniões variadas nos comentários, e reproduzo trechos de algumas delas para ajudar a comunicar meu ponto de vista.

O Augusto Carlson descreveu o ponto de vista de quem mantém sites de pequeno porte:

Utilizo os serviço da Dreamhost desde 2007 e nunca tive problemas. As poucas vezes que necessitei do suporte fui prontamente atendido. No entanto, os sites que hospedo possuem poucos acessos e alguns tem o e-mail no google apps.

O Márcio Quadros descreveu a similaridade que vê entre hospedagem em servidores compartilhados de grandes provedores e as operadoras de telefonia celular:

Acho que provedor de hospedagem compartilhada é parecido com operadora de telefonia celular no Brasil: no fundo, nenhum atende realmente bem, mas os clientes ficam migrando entre as opções existentes até chegar em uma na qual tenha a sorte de não ver os problemas delas se manifestarem.

Hospedagem compartilhada é barata porque é assim mesmo, o provedor disponibiliza os recursos compartilhando com um monte de outras pessoas, aí o desempenho flutua mesmo, e o atendimento fica despersonalizado.

Eu sou cliente do Dreamhost a mais tempo que o Augusto, minha conta é de 2004. Já administrei sites de clientes e colegas que ficam em outros provedores do mesmo porte e faixa de preço (muitos com cpanel, argh), e o que vi neles nunca me fez lamentar a minha escolha. Mas claro que tive problemas esporádicos, só que não vou ficar pulando de galho em galho cada vez que tiver um problema inerente à natureza do serviço.

A Luana Oliveira compartilha a experiência de quem achou o desempenho insuficiente (não é meu caso) e migrou para um modelo mais avançado (trocou o servidor compartilhado pelo servidor virtual privativo):

Tive uma breve experiência com a Dreamhost há dois meses. Achei o servidor lento (o que é normal, por ser compartilhado), mas o atendimento ao cliente é rápido e eficiente. Fizeram uma promoção de Halloween (…) então isso deixou tudo ainda mais lento e não pude continuar com meu site hospedado lá.

Testei muitas outras hospedagens gringas como Media Temple, Webfaction (todas compartilhadas) e tive a mesma decepção quanto a velocidade de acesso SSH, FTP e MySQL. Foi então que optei por uma VPS na Linode e estou muito satisfeita.

Mas claro que tudo varia com a necessidade e exigência de cada um. Só sei que shared hosting nunca mais.

Já o Diego complementou com uma experiência positiva:

Eu utilizo a Dreamhost faz alguns anos e sou muito satisfeito. Comecei a utilizar depois da primeira vez que o Augusto indicou no Br-Linux :) Tive uma breve experiência com o serviço não compartilhado deles, que é bem bacana, mas encareceu muito pro meu padrão de uso e acabei voltando para o compartilhado. O Painel da Dreamhost é uma mão na roda, gosto bastante.

Assinatura com descontão do Efetividade

O argumento que me fez optar pelo Dreamhost, em 2005, foi o longo período de garantia de devolução do dinheiro: todo usuário tem 3 meses (mais precisamente, 97 dias) para receber de volta em seu cartão de crédito todo o dinheiro que pagou ao contratar o Dreamhost – basta encerrar a conta usando a própria interface de gerenciamento, e o reembolso é automático. Mesmo após este prazo, o reembolso acontece automaticamente caso o usuário tenha pago um plano anual (ou de mais de 1 ano) e usado menos do que o período contratado (mas neste caso o reembolso é só relativo aos meses não utilizados, claro).

E faz sentido pagar anualmente ou por períodos maiores (minha opção foi pagar a cada 2 anos), pois os descontos são enormes (quase 20%, no meu caso): pagando mensalmente, o plano sai por US$ 10,95, mas se você pagar o ano inteiro (US$ 119,40), o custo mensal passa a ser de US$ 9,95 – e se pagar 2 anos inteiros (US$ 214,85), o custo mensal é de $8,95.

O período de reembolso permite que você teste e compare, até mesmo para descobrir se o modelo de hospedagem “em massa” serve para você, ou se você prefere o atendimento personalizado que pode ter em bons provedores brasileiros como a Via Hospedagem.


Desconto de US$ 100 não é todo dia!

Mas se você gostar do Dreamhost, assim como eu gostei, eu tenho algo a lhe oferecer: assim como aconteceu em 2008 e no final do ano passado, ganhei 5 convites promocionais para indicar usuários para o Dreamhost, todos eles oferecendo 2 alternativas de desconto:

  • desconto de US$ 15 no ato da inscrição se o seu primeiro pagamento for anual
  • desconto de US$ 100 no ato da inscrição se o seu primeiro pagamento for de 2 anos

Já passei 1 deles para um amigo que estava procurando serviços de hospedagem, mas tenho 4 sobrando, e eles estão à disposição de vocês – basta entrar em contato pedindo, e me dizendo qual o primeiro site que você pretende colocar no ar em sua nova conta no Dreamhost (só uma descrição geral, não precisa me contar nenhum segredo de negócios!).

Mas atenção: só tenho 4 convites, e eles serão fornecidos em ordem de chegada – quem pedir antes, leva, e eu darei um prazo para fazer uso. Se ao final do prazo o convite ainda não tiver sido usado, eu receberei um relatório automático e passarei o mesmo convite a quem estiver na lista de espera, ok?

Além disso, não custa deixar bem claro: o contrato será entre você e o Dreamhost, eu não faço parte do acordo e nem me proponho a prestar suporte nem intermediar nada. Mesmo assim, como eu ganho uma comissão caso você faça uso do convite e mantenha o contrato após o período de garantia, pode ficar à vontade para enviar eventuais dúvidas sobre a natureza dos serviços da Dreamhost, e eu responderei se souber (mesmo que você não tenha certeza se quer contratá-los).

E vale a pena pesquisar antes: se eu fosse você, consultaria os seus amigos que têm sites na web. É raro encontrar alguém plenamente satisfeito com os serviços de algum provedor, e é fácil encontrar posts on-line criticando qualquer provedor que se esteja pesquisando – mas certamente os seus amigos terão suas próprias experiências e indicações para compartilhar e facilitar a sua comparação.

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O @efetividadeblog é o perfil do Efetividade no Twitter e, ainda que sem periodicidade definida, é o veículo pelo qual publico muito material que complementa e expande o que sai no site.

Ontem e anteontem, por exemplo, sairam por lá uma dica de review de aparelhos Blu-ray disponíveis no Brasil, um acessório para churrasqueiros, jogos para smartphones, uma dica sobre qual é o post que sai amanhã, uma dica de evento legal em SP e muito mais.

Além disso, lá no @efetividadeblog são anunciados os novos posts, surgem dicas enviadas pelos leitores, e muitas vezes consigo pesquisar preferências, engatar um diálogo ou bate-papo legal com vocês – coisa que pelo feed RSS não tem como acontecer ;-) Assine e recomende aos amigos!

Aliás, estão convidados a acompanhar também o meu próprio perfil, que é o @augustocc – onde também comento sobre produtividade pessoal, código aberto, Mac, churrasco, a superioridade evidente da Coca-Cola em garrafinhas de vidro, o dia-a-dia do home office e mais. Sejam bem-vindos!

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Como assinar revistas importadas no seu computador

Morar no Brasil e ser assinante de revistas internacionais é um desafio constante: além de descobrir como assinar as revistas importadas que você deseja, é preciso se expor aos constantes atrasos na entrega, eventuais exemplares que não chegam, e ao preço escorchante (ou mesmo abusivo, no caso de algumas distribuidoras oportunistas).

Para completar, é comum passar pela suprema humilhação de um assinante: encontrar a revista na banca (bem!) antes de receber em casa seu exemplar. No caso das revistas de assinaturas do exterior isto é até relativamente comum, porque o seu exemplar vem por alguma modalidade econômica dos Correios, e o distribuidor que atende as bancas pode importar em lotes mensais que chegam por vias expressas.

Eu sou assinante de grande número de revistas estrangeiras (de Mac, de Linux, de tecnologia em geral, de software, etc.), mas no caso de várias delas estou na transição das assinaturas em papel para as assinaturas digitais, devido às vantagens abaixo, em ordem de importância:

  • chega na data do lançamento original (na assinatura em papel, as minhas edições de Natal costumam chegar em fevereiro…)
  • zero extravio (com as assinaturas internacionais em papel, até você ter certeza do extravio, solicitar reenvio e recebê-lo, 4 ou 5 meses se passaram)
  • geralmente cada edição está disponível bem antes de você encontrá-la na banca
  • o preço por exemplar é bem mais barato do que o da assinatura internacional em papel.

Existem pelo menos 2 enfoques diferentes para a questão da transição das revistas em papel para um novo modelo digital: o da simples conversão (em que a revista digital é um equivalente, quanto ao conteúdo, do mesmo exemplar em versão impressa) e o da “revista virtual”, em que o exemplar digital tem “complementos” como infográficos animados, vídeos e links internos – os quais, francamente, dispenso.

Mas não vou deixar de ser claro quanto a isso: sou fã das revistas em papel, e para mim, ler o seu conteúdo em uma tela é um substituto muito pobre para toda a experiência sensorial de folhear e apreciar um exemplar bem produzido, impresso e encadernado.

Só que se a edição em papel chega irregularmente, sempre atrasada e bem mais cara, ter uma forma alternativa de garantir o acesso (ainda que restrito ao conteúdo) acaba compensando abrir mão dos atrativos adicionais do veículo impresso.

E se essa forma alternativa vier acompanhada da variedade quase insana de revistas encontradas no mercado internacional, melhor ainda!

Assinando revistas importadas com o Zinio

Existem várias maneiras de ler e assinar o conteúdo de revistas importadas. Eu já experimentei várias delas, mas minha simpatia recai sobre o Zinio.
» Leia o restante do artigo “Como assinar revistas importadas no seu computador”

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Vizinhança

Expediente

Agenda em dia e caixa de entrada vazia. O Efetividade.net é um blog sobre produtividade pessoal, efetividade, lifehacking, GTD e truques espertos para o seu dia-a-dia. Os mais de 40.000 leitores diários estão sempre atualizados sobre produtos, serviços e técnicas que fazem sua vida mais produtiva, efetiva e... agradável.

Mantido por Augusto Campos (@augustocc), que é o autor dos textos publicados, exceto quando mencionado o contrário.

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