Livro: “Criando aplicações para Redes Sociais” – Ganhe seu exemplar!

Recebi da editora Novatec um exemplar do livro “Criando aplicações para Redes Sociais“, publicado internacionalmente pela O’Reilly, e acredito que pode ser do interesse de vários de vocês que trabalham ou convivem com desenvolvimento web.

Criar sites e aplicativos na web que atraiam suficiente interesse de pessoas a ponto de formar e desenvolver uma comunidade que interaja usando seus recursos é um grande desafio, e o autor Gavin Bell trata dele do jeito que eu aprecio: com ênfase no projeto e design, e sem exagerar na descrição da tecnologia envolvida, pois sabemos que esta é a parte que muda a cada 2 semanas, certo?

Se você é desenvolvedor, designer (de interação, de produto, visual, etc.) gerente de projeto ou outro tipo de integrante das equipes envolvidas neste tipo de sistema ou produto, acredito que este livro terá algo de bom a lhe dizer.

Da mesma forma, se você já tem um site no qual existe (real ou potencialmente) uma comunidade interagindo, o livro poderá dar algumas dicas do que você poderia fazer a mais para maximizar o proveito que essas pessoas terão, e o retorno que elas irão gerar umas às outras, e para você.

O sumário completo está disponível no site da editora, mas entre os tópicos abordados no livro, quero destacar alguns que me atraíram a atenção especialmente:

  • Como descobrir por onde começar
  • Como estruturar as diversas relações
  • Como representá-las da forma que parecerá correta para o público
  • Como fazer seu público sentir-se à vontade e em casa
  • Como ampliar conexões com o restante da web (usar e criar APIs e similares)
  • Por que simples cópias de um conceito já bem-sucedido tendem a falhar

Uma perspectiva pessoal

Pessoalmente acredito que esse negócio de posicionar sites como recursos de interação social jamais vai ser meu foco.

Comecei com desenvolvimento web na primeira metade da década de 1990 (que daqui a alguns meses será, oficialmente, “a década retrasada”), quando Kurt Cobain ainda era vivo, o Unabomber ainda mandava suas cartas, e ainda não haviam sido lançados o servidor Apache, o Windows NT e nem o primeiro Macintosh PowerPC (mas o Linux já rodava em computadores 386 no laboratório).

Tendo a enxergar meus sites, portanto, com uma visão retrô: são meios para eu transmitir ou disponibilizar informações para os leitores interessados. A adição de recursos de feedback on-line (como os comentários de vocês) é bem-vinda, mas creio que jamais será o meu foco principal.

Mas posso me dar ao luxo de ser retrô só porque a web para mim é um meio de comunicação pessoal. Hoje existe toda uma indústria digital baseada na interação e formação de comunidades, e o sucesso de alguns destaques dela mostram que há demanda por isso – e mesmo quem jamais espera criar o próximo Twitter ou Facebook pode se beneficiar colocando em seu site (ou mix de comunicação social) alguma ênfase na interação – e este livro parece ser um bom recurso para isso.

Ganhe um exemplar

Vou sortear um exemplar do livro no próximo dia 28. Para concorrer, basta ser assinante do @efetividadeblog no Twitter e twittar a frase a seguir:

Estou concorrendo ao livro que o @efetividadeblog vai sortear - é da @novateceditora, sobre comunidades virtuais: http://miud.in/6VN

Além disso, naturalmente, você deve ficar ligado no twitter no dia do sorteio, pois é lá que vou anunciar o vencedor e as instruções para que ele me passe seu endereço postal no Brasil para envio do livro.

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O papel da personalidade na escolha de sua carreira

Conforme avisei no dia 12, a excelente recepção que a série de artigos sobre Competências, da autora convidada Patrícia Wolf conduziu ao surgimento de frutos adicionais, pelo interesse que empresas do ramo têm em falar a este mesmo público.

A idéia de posts patrocinados, publieditoriais e similares não me agrada como leitor, por isso resisto a recorrer a ela nos blogs que mantenho. Talvez eu perca receita potencial com isso, mas imagino que vocês prefiram que seja assim.

E é nisso que se baseia minha política de aceitar material enviado por empresas interessadas: não há nenhum pagamento envolvido, eu publico o texto na íntegra, mas preciso concordar que seu tema é interessante e está dentro dos temas aqui do site.

É o caso do texto a seguir, enviado pela equipe do Emprego Certo (do UOL) e dirigido ao pessoal que está acompanhando a série da Patrícia para ajudar a evoluir conscientemente sua empregabilidade.

Eu li, gostei e aprovei, e agora compartilho com vocês. Claro que todo posicionamento que divide a humanidade em pequenos grupos (aventureiros, idealistas, racionais, etc.) é limitado por natureza e não necessariamente deve ser tomado ao pé da letra – somos humanos, e cada um de nós é uma exceção ambulante em potencial a qualquer classificação em pequenos grupos.

Mas como sabemos que parte considerável dos processos formais de recrutamento se baseia neste tipo de fundamento teórico, avalio que ter conhecimento deles pode interessar até mesmo a quem discorda dos “Tipos Psicológicos” de Jung e suas decorrências.

Com vocês, o texto enviado pela equipe do Emprego Certo:

Que carreira combina com a minha personalidade?

Escolher uma profissão que combine com seus traços de personalidade pode ser um atalho interessante para a felicidade

O mercado de trabalho exige muito de todos nós. Desafios como jornadas cada vez mais longas, funções acumuladas e necessidade constante de aperfeiçoamento estão na lista de profissionais de todas as áreas. Neste cenário, só uma coisa pode nos deixar mais equilibrados: fazer o que se gosta.

Um primeiro passo é descobrir o que, afinal, você gosta de fazer. De preferência antes de iniciar a faculdade. Uma boa maneira para descobrir que linha profissional seguir é fazer testes vocacionais. Eles dão alguns direcionamentos e tipos de carreira.

A teoria

A teoria por trás deste tipo de teste está baseada nos estudos de Carl Jung no início do século XX, sobre as Teorias da Personalidade. Já em 1927, no livro “Tipos Psicológicos”, Jung afirmava a personalidade humana pode ser composta por diversos fatores, que combinados tipificariam a personalidade de cada um.

Agora, percebam que curioso: a obra de Jung foi retrabalhada nos anos 50, quando Katherine Briggs Myers e sua filha Isabel Briggs Myers, donas de uma fábrica nos Estados Unidos, utilizaram seus fundamentos para seleção de pessoal.

Elas notaram, contudo, que os dois critérios iniciais para classificação de personalidades soavam incompletos e a eles somaram mais dois. O que começou com uma brincadeira entre mãe e filha tornou-se um estudo sério, sendo a base para do Indicador Myers Briggs dos Tipos de Personalidade.

Segundo este indicador, o tipo de personalidade pode ser identificado por meio de quatro critérios excludentes. Ou seja, a cada critério ou você é um ou outro. O primeiro é se você é Extrovertido ou Introvertido; o segundo se é Sensorial ou Intuitivo; o terceiro se é Pensador ou Sentimental e o quarto se é Julgador ou Perceptivo.

A identificação do tipo de personalidade pela seleção destes critérios, em tese, daria ao candidato um panorama mais realista do tipo de profissão que se encaixaria em seu modo de ver o mundo. Alguns exemplos:

Pessoas com personalidades mais racionais são mais determinadas e com forte raciocínio lógico. Vão curtir muito trabalhar em ambientes onde vale mais o raciocínio conceitual, orientando projetos, por exemplo. Gostarão de planejar e terão como diferencial a comunicação entre seus parceiros. Pessoas com este tipo de personalidade costumam se dar bem em carreiras como administração, comércio exterior, desenho industrial, engenharia, entre outras.

Mas se você é do tipo idealista, não desanime. Profissionais com este tipo de personalidade estão sempre pensando no futuro e adoram ajudar os outros. Seu diferencial é um entendimento acima da média das “coisas do mundo”. Por isso, acabam quase sempre se dando muito bem em funções intelectuais. Gostam muito de examinar os fatos e buscar a razão das coisas. Seu local de trabalho ideal é aquele com uma atmosfera amigável e cooperativa, sem burocracia e com muita liberdade criativa. Busca criar coisas novas e se cansa de locais onde a repetição é a regra. Dentre as profissões que encaixam com este tipo de personalidade estão Arquitetura, Propaganda, Jornalismo, Letras, entre outras.

Existem também os guardiões. Pessoas com este tipo de personalidade são as sérias e trabalhadoras, além de muito confiáveis. Se você acha que a vida não é uma festa e deve ser levada a sério, você é um guardião! Um das qualidades mais fortes é fazer as pessoas se sentirem seguras ao seu lado. Em função disso o ambiente de trabalho ideal para este tipo de profissional é aquele que priorize o trabalho em equipe, com certa dose de rotina e organização. Direito e Química estão entre as profissões que fazem a felicidade dos guardiões.

O quarto tipo de personalidade básica é a dos artesãos. São os aventureiros que procuram sempre por prazer e ação. O que para a maioria é loucura, para eles é pura adrenalina e diversão. Eles se dão bem em ambientes colaborativos, informais e que permitam o contato direto com pessoas. São artistas-plásticos, biólogos, cineastas e professores de educação física.

E você? Qual seu tipo de personalidade?

Este texto foi produzido pelo Emprego Certo, o site de empregos do UOL, com exclusividade para o Efetividade.net.

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Networking: Amplie seu circulo de influência

por Patricia Wolff, autora convidada para a série “Competências”

“Achar caminhos para se aproximar de todos na unidade. Lutar para que as pessoas se sintam importantes, fazendo parte de alguma coisa maior do que elas próprias” – Colin Powell

Profissional: “Eu tenho uma experiência muito boa, minha formação é excelente, meu currículo é impecável mas não encontro uma boa oportunidade de trabalho ! O que será que está faltando ?”
Resposta: NETWORK!

Afinal o que é fazer Networking? É estabelecer uma rede de relacionamentos com um grupo de pessoas que poderão exercer influência positiva em sua carreira. Atualmente, não basta apenas sermos competentes, é essencial que saibamos manter a nossa empregabilidade. Uma das ferramentas mais eficazes para isso é o network que, aliás, é mais do que uma ferramenta, é um hábito que bem desenvolvido poderá ajudá-lo a:

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Atualizar seu currículo é uma oportunidade de auto-avaliação da empregabilidade

Manter atualizado o seu currículo é um excelente exercício de auto-análise e uma forma de manter os olhos abertos para o que está acontecendo com a sua empregabilidade.


O modelo de currículo campeão do Efetividade

Mesmo estando plenamente satisfeito com minha situação de trabalho atual, eu costumo atualizar o meu próprio currículo duas vezes por ano, e o faço de uma forma que me permite ter uma visão bem pragmática sobre quais os conhecimentos e habilidades (lembrou da nossa série sobre Competências?) que estou agregando, e o que o ambiente profissional (no sentido mais amplo) em que atuo valoriza.

Eu fiz minha auto-avaliação e atualização de currículo no início do ano, e atualizei até mesmo a versão resumida em um único parágrafo (40 palavras) que mantenho no cabeçalho do meu site pessoal. O processo de revisão foi bastante proveitoso, e por isso compartilho com vocês a idéia de fazê-lo.
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Como pedir desculpas

Pedidos de desculpas podem ser o caminho mais direto entre a ofensa e o perdão, mas podem ser bem complicados de executar. Não procure por mensagens de desculpas ou fórmulas prontas: os componentes essenciais são o reconhecimento do erro e a disposição genuína de apresentar este reconhecimento à pessoa prejudicada.

Todo mundo comete erros. E nem todos eles podem ser consertados, mesmo quando são entendidos e reconhecidos. Pedir desculpas, entretanto, quase sempre está ao alcance, mas bastante gente erra na hora de colocar esta idéia, aparentemente tão simples, em prática.

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Dezembro está chegando: hora de fazer tudo o que você não fez ainda!

Na semana que vem já será dezembro, e teremos que encarar a realidade de que o ano estará acabando. A TV fará mil retrospectivas, seu chefe fará (ainda que só mentalmente) a avaliação de desempenho do departamento e da equipe, milhões de indicadores anuais serão fechados, e até o Papai Noel fará um balanço da conduta de cada um de nós, segundo dizem.


Um ponto complicado no ciclo

Na prática é um mês quase como os outros, mas há toda uma carga de encerramento de um ciclo e antecipação do início de outro, de festejos e solenidades para muitos, de introspecção e alguma depressão para alguns, de correria para tantos, e de pausa e calma para poucos privilegiados.

Apesar dos esforços, poucos de nós são tão organizados e eficazes quanto gostariam. As pendências se acumulam, e mesmo quem consegue fechar suas listas de atividades semanalmente, muitas vezes sabe, no íntimo, que tem algumas pendências que não chegaram a ser registradas na listinha – nem mesmo na lista do “Algum dia/Talvez” que os adeptos do GTD (um bom método de organização e produtividade pessoal) se acostumam a manter.

Alguns destes projetos deixam de ser listados por serem triviais demais (como fazer uma boa faxina nos contatos do MSN e GTalk), chatos demais, ou mesmo grandes e custosos demais. E como o próprio GTD nos ensina bem, o fato de eles existirem e não estarem registrados não é positivo: o melhor é registrar e começar a tentar lidar com eles de alguma maneira, nem que seja analisando e concluindo definitivamente pela sua inviabilidade – e aí riscando-o de vez da lista e da mente.

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