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	<title>Comments on: O papel das Competências em seu crescimento profissional</title>
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	<description>Agenda em dia e caixa de entrada vazia!</description>
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		<title>By: O papel das Competências em seu crescimento profissional &#171; Recursos Humanos</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/#comment-341335</link>
		<dc:creator>O papel das Competências em seu crescimento profissional &#171; Recursos Humanos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 14:27:06 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Será que é ter mais iniciativa, melhorar a comunicação ou fazer melhor o marketing pessoal ?http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/   Etiquetas: Competências, conhecimento, crescimento profissional, habilidade e atitude, mercado [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Será que é ter mais iniciativa, melhorar a comunicação ou fazer melhor o marketing pessoal ?http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/   Etiquetas: Competências, conhecimento, crescimento profissional, habilidade e atitude, mercado [...]</p>
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		<title>By: O papel das Competências em seu crescimento profissional &#171; leomm02</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/#comment-299056</link>
		<dc:creator>O papel das Competências em seu crescimento profissional &#171; leomm02</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 11:07:56 +0000</pubDate>
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		<description>[...] leia mais em http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] leia mais em <a href="http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/" rel="nofollow">http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/</a> [...]</p>
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		<title>By: Patrícia Wolff</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/#comment-293586</link>
		<dc:creator>Patrícia Wolff</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 15:43:37 +0000</pubDate>
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		<description>Flávio, ótimo exemplo ! Essa realmente é a grande tendência do mercado, você utiliza a sua competência (conhecimento + habilidade + atitude) para “entregar um resultado” para a empresa (aumento de vendas de equipamentos) e, como conseqüência, você recebe um reconhecimento (curso no exterior). Através da sua competência proatividade você está contribuindo para sua empregabilidade, afinal Você é o seu Maior Investimento !!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Flávio, ótimo exemplo ! Essa realmente é a grande tendência do mercado, você utiliza a sua competência (conhecimento + habilidade + atitude) para “entregar um resultado” para a empresa (aumento de vendas de equipamentos) e, como conseqüência, você recebe um reconhecimento (curso no exterior). Através da sua competência proatividade você está contribuindo para sua empregabilidade, afinal Você é o seu Maior Investimento !!!</p>
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		<title>By: Flavio Godoi</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/#comment-293514</link>
		<dc:creator>Flavio Godoi</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 13:39:35 +0000</pubDate>
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		<description>Bom dia

Na minha opnião todo o funcionario necessita de ter 2 caracteristicas, proatividade e empregabilidade, e não se deve colocar nas mões da empresa o seu desenvolvimento profissional, primeiramente que normalmente as empresas olham para custo e não irão investir alto em uma pessoa que eles não tem a certeza que o investimento tera retorno, segundo a empresa ira investir nos interesses dela e não do profissional.
Normalmente vejo funcionarios dizendo, se a empresa pagar eu faço, e por que não fazer o contrario, se um funcionario leva um projeto para a diretoria aonde ela ira diminuir os custos em 5% ou aumentar as vendas em 10% porem necessita de uma MBA para dar o suporte necessarios, provavelmente a empresa ira investir.
No meu caso esta funcionando, tenho 28 anos, me formei em engenharia da computação e acabei de terminar MBA em gerenciamento de projetos na FGV, quando fiquei sabendo que a empresa necessitava que alguem fizesse um curso nos EUA, fui o primeiro a levar um projeto para aumento de vendas dos equipamento, conseguindo assim o curso fora do pais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia</p>
<p>Na minha opnião todo o funcionario necessita de ter 2 caracteristicas, proatividade e empregabilidade, e não se deve colocar nas mões da empresa o seu desenvolvimento profissional, primeiramente que normalmente as empresas olham para custo e não irão investir alto em uma pessoa que eles não tem a certeza que o investimento tera retorno, segundo a empresa ira investir nos interesses dela e não do profissional.<br />
Normalmente vejo funcionarios dizendo, se a empresa pagar eu faço, e por que não fazer o contrario, se um funcionario leva um projeto para a diretoria aonde ela ira diminuir os custos em 5% ou aumentar as vendas em 10% porem necessita de uma MBA para dar o suporte necessarios, provavelmente a empresa ira investir.<br />
No meu caso esta funcionando, tenho 28 anos, me formei em engenharia da computação e acabei de terminar MBA em gerenciamento de projetos na FGV, quando fiquei sabendo que a empresa necessitava que alguem fizesse um curso nos EUA, fui o primeiro a levar um projeto para aumento de vendas dos equipamento, conseguindo assim o curso fora do pais.</p>
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		<title>By: Patrícia Wolff</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/#comment-293266</link>
		<dc:creator>Patrícia Wolff</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 17:56:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=2500#comment-293266</guid>
		<description>José Manuel, obrigada pela sugestão.

Matheus, em relação ao primeiro ponto que você abordou em seu comentário fique tranqüilo pois será tratado nos próximos posts.

Edson e Edwagney, entendi a visão de vocês. As empresas, aparentemente pedem um “super-homem”, mas será que todas aquelas competências tem o mesmo peso no processo seletivo ? Normalmente  existem dois tipos de competências relacionadas a uma vaga : as essenciais e as desejadas. A diferença entre elas é que as competências que compõe o primeiro grupo são as mais importantes para o cargo e também para o momento que a empresa está vivendo enquanto as competências do segundo grupo são consideradas diferenciais, mas não são pré-requisitos. 

Muitas vezes a empresa insiste no perfil por acreditar que ao encontrar um profissional mais próximo do ideal terá chances maiores de obter sucesso na contratação. Nunca se esqueça que o RH das empresas também é avaliado pela efetividade dos processos seletivos.
 
Edson, concordo com o seu último parágrafo. As empresas deveriam olhar mais para as pessoas que não tiveram tantos privilégios na vida e superaram muitos obstáculos para chegar onde chegaram, afinal essas pessoas estão lá por causa da sua Atitude, ou seja, da sua capacidade de reagir rapidamente diante um desafio e as empresas, de fato tem muito a ganhar com este perfil.

Minha opinião é  que precisamos, cada vez mais, concentrar o nosso foco e energia em nosso desenvolvimento (isso sim está sob nosso controle) independente dos fatores externos ( as empresas estão fora no nosso circulo de influencia). Não podemos garantir que as empresas irão nos olhar de forma diferente, mas é indiscutível que este processo nos valoriza.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>José Manuel, obrigada pela sugestão.</p>
<p>Matheus, em relação ao primeiro ponto que você abordou em seu comentário fique tranqüilo pois será tratado nos próximos posts.</p>
<p>Edson e Edwagney, entendi a visão de vocês. As empresas, aparentemente pedem um “super-homem”, mas será que todas aquelas competências tem o mesmo peso no processo seletivo ? Normalmente  existem dois tipos de competências relacionadas a uma vaga : as essenciais e as desejadas. A diferença entre elas é que as competências que compõe o primeiro grupo são as mais importantes para o cargo e também para o momento que a empresa está vivendo enquanto as competências do segundo grupo são consideradas diferenciais, mas não são pré-requisitos. </p>
<p>Muitas vezes a empresa insiste no perfil por acreditar que ao encontrar um profissional mais próximo do ideal terá chances maiores de obter sucesso na contratação. Nunca se esqueça que o RH das empresas também é avaliado pela efetividade dos processos seletivos.</p>
<p>Edson, concordo com o seu último parágrafo. As empresas deveriam olhar mais para as pessoas que não tiveram tantos privilégios na vida e superaram muitos obstáculos para chegar onde chegaram, afinal essas pessoas estão lá por causa da sua Atitude, ou seja, da sua capacidade de reagir rapidamente diante um desafio e as empresas, de fato tem muito a ganhar com este perfil.</p>
<p>Minha opinião é  que precisamos, cada vez mais, concentrar o nosso foco e energia em nosso desenvolvimento (isso sim está sob nosso controle) independente dos fatores externos ( as empresas estão fora no nosso circulo de influencia). Não podemos garantir que as empresas irão nos olhar de forma diferente, mas é indiscutível que este processo nos valoriza.</p>
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	<item>
		<title>By: O papel das Competências em seu crescimento profissional &#171; Biological Warfare</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/#comment-293118</link>
		<dc:creator>O papel das Competências em seu crescimento profissional &#171; Biological Warfare</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 03:20:47 +0000</pubDate>
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		<description>[...] efetividade.net     Categorias1        Comentários (0) Trackbacks (0) Deixe um comentário [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] efetividade.net     Categorias1        Comentários (0) Trackbacks (0) Deixe um comentário [...]</p>
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	<item>
		<title>By: O melhor do Ensinar – 01/02 a 05/02 &#171; Blog do Ensinar</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/#comment-293058</link>
		<dc:creator>O melhor do Ensinar – 01/02 a 05/02 &#171; Blog do Ensinar</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 17:40:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] O papel das Competências em seu crescimento profissional &#8211; Patricia Wolff (Efetividade.net); [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O papel das Competências em seu crescimento profissional &#8211; Patricia Wolff (Efetividade.net); [...]</p>
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		<title>By: Matheus</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/#comment-293027</link>
		<dc:creator>Matheus</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:49:24 +0000</pubDate>
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		<description>Acho 2 pontos importantes em relação a competências:
- Primeiro é saber como trabalhar o desenvolvimento de competências aplicada à prática, senão você corre o risco de se concentrar em acumular conhecimento sem objetivo;
- Aí cai no segundo ponto, onde isso se aplica tanto a quem se candidata, quanto a quem recruta para uma vaga, a questão da falta ou da hiperqualificação. Tem uma coluna do Max Gehringer sobre isso, uma vez publicada na revista Época. O link abaixo pra um blog que postou o texto:

http://www.dihitt.com.br/noticia/voce-e-hands-on-max-gehringer</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho 2 pontos importantes em relação a competências:<br />
- Primeiro é saber como trabalhar o desenvolvimento de competências aplicada à prática, senão você corre o risco de se concentrar em acumular conhecimento sem objetivo;<br />
- Aí cai no segundo ponto, onde isso se aplica tanto a quem se candidata, quanto a quem recruta para uma vaga, a questão da falta ou da hiperqualificação. Tem uma coluna do Max Gehringer sobre isso, uma vez publicada na revista Época. O link abaixo pra um blog que postou o texto:</p>
<p><a href="http://www.dihitt.com.br/noticia/voce-e-hands-on-max-gehringer" rel="nofollow">http://www.dihitt.com.br/noticia/voce-e-hands-on-max-gehringer</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Participe da enquete das Competências e concorra a uma calculadora HP e um livro do Peter Senge &#171; Efetividade.net</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/#comment-292995</link>
		<dc:creator>Participe da enquete das Competências e concorra a uma calculadora HP e um livro do Peter Senge &#171; Efetividade.net</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 11:46:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=2500#comment-292995</guid>
		<description>[...] hoje até terça-feira você pode participar da enquete anunciada no artigo O papel das Competências em seu crescimento profissional, que inaugurou a nossa nova série sobre Competências, da autora convidada Patrícia [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] hoje até terça-feira você pode participar da enquete anunciada no artigo O papel das Competências em seu crescimento profissional, que inaugurou a nossa nova série sobre Competências, da autora convidada Patrícia [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: augusto</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/#comment-292914</link>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 02:22:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=2500#comment-292914</guid>
		<description>Edwagney: não que eu concorde com esta doutrina praticada, mas registro que a idéia de reduzir o nível de requisitos nos anúncios de recrutamento, mirando na média e não no ideal inatingível, é vantajosa em vários pontos, só que essa medalha tem um reverso: aumenta o número dos candidatos potenciais e que se apresentam, e assim eleva muito o custo do processo seletivo, por exigir mais peneiras. A não ser, é claro, que ele seja desempenhado &quot;a facão&quot; ou mesmo abrindo mão da atenção a subjetividades nas fases iniciais, mas aí as vantagens também são colocadas a perder. 

Creio que é mais um daqueles casos em que as organizações, defrontadas com a escolha entre uma redução de custo e um potencial ganho na qualidade do resultado, vêm tendendo a optar pela primeira alternativa.

Felizmente há exceções, e costumam ser concorridas, valorizadas e selecionar gente muito boa!

Quanto a haver compromisso da empresa, eu me referia à obrigatoriedade de contratar apenas pessoas que satisfaçam às condições do anúncio. Quando se trata de cargo público, as regras do certame são definidas em edital e precisam ser cumpridas. 

Já no caso das instituições de direito privado mais comuns, e nas situações mais comuns entre elas, me parece que não há nada que as obriga ou obrigará. Elas anunciam (ou não) o processo seletivo, e depois contratarão quem quiserem (respeitando poucas restrições legais), mesmo que não atenda aos requisitos do anúncio - porque o candidato supre outros que interessam mais, ou porque não houve quem suprisse o exigido. Acho isso normal e até desejável, sem conflitar com a minha concordância com os seus demais termos: pode tornar o processo seletivo mais caro, pode deixar de atrair as pessoas certas, pode acabar contratando alguém inadequado para a função etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Edwagney: não que eu concorde com esta doutrina praticada, mas registro que a idéia de reduzir o nível de requisitos nos anúncios de recrutamento, mirando na média e não no ideal inatingível, é vantajosa em vários pontos, só que essa medalha tem um reverso: aumenta o número dos candidatos potenciais e que se apresentam, e assim eleva muito o custo do processo seletivo, por exigir mais peneiras. A não ser, é claro, que ele seja desempenhado &#8220;a facão&#8221; ou mesmo abrindo mão da atenção a subjetividades nas fases iniciais, mas aí as vantagens também são colocadas a perder. </p>
<p>Creio que é mais um daqueles casos em que as organizações, defrontadas com a escolha entre uma redução de custo e um potencial ganho na qualidade do resultado, vêm tendendo a optar pela primeira alternativa.</p>
<p>Felizmente há exceções, e costumam ser concorridas, valorizadas e selecionar gente muito boa!</p>
<p>Quanto a haver compromisso da empresa, eu me referia à obrigatoriedade de contratar apenas pessoas que satisfaçam às condições do anúncio. Quando se trata de cargo público, as regras do certame são definidas em edital e precisam ser cumpridas. </p>
<p>Já no caso das instituições de direito privado mais comuns, e nas situações mais comuns entre elas, me parece que não há nada que as obriga ou obrigará. Elas anunciam (ou não) o processo seletivo, e depois contratarão quem quiserem (respeitando poucas restrições legais), mesmo que não atenda aos requisitos do anúncio &#8211; porque o candidato supre outros que interessam mais, ou porque não houve quem suprisse o exigido. Acho isso normal e até desejável, sem conflitar com a minha concordância com os seus demais termos: pode tornar o processo seletivo mais caro, pode deixar de atrair as pessoas certas, pode acabar contratando alguém inadequado para a função etc.</p>
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