Embarque imediato: 12 dicas para viajantes efetivos

, por Augusto Campos Carreira, Técnicas

Efetividade.net é a sua fonte de informações originais e atualizadas sobre produtividade pessoal, efetividade, lifehacking, GTD e truques espertos para o seu dia-a-dia. Leia também:

Viajar a passeio ou para visitar a família geralmente é bom e compensa o esforço e as dificuldades. Mas viajar a serviço nem sempre é assim: horários apertados, agenda lotada, compromissos em locais distantes e com pessoas desconhecidas, e a necessidade de se manter alerta e produtivo contribuem para aumentar o stress e tornar mais pesada a carga.

Cada pessoa tem suas preferências sobre como viajar. No caso das viagens aéreas, por exemplo, eu prefiro me programar para chegar bem cedo ao aeroporto, viajar nas poltronas do corredor, e jogar videogame durante o vôo. Você pode preferir chegar no horário limite do check-in, ir dormindo, ou mesmo ir na janela vendo a paisagem.

Esta semana vi um artigo no Lifehacker com dicas para viajantes, mas boa parte delas não parece adequada à realidade daqui. Isso me levou a colocar em prática a idéia antiga de registrar aqui a minha própria coleção de dicas que me ajudam a me manter produtivo durante as viagens, com menos stress, e reduzindo a bagagem para fazer caber os itens optativos (alguns diriam que eles são supérfluos) que eu gosto de levar. E são essas dicas – que servem igualmente pra quem prefere sentar na janela ou no corredor ;-) – que eu compartilho agora.

12 dicas para viajar com menos stress

  1. Roupas que viajam bem: Embora muitas vezes dê para contar com o (caro) serviço de lavanderia dos hotéis, ou mesmo com um ferro elétrico portátil, o tempo se torna escasso e valioso quando estamos viajando, por isso faço o possível para evitar gerenciar ou realizar estas tarefas. Raramente uso camisas de microfibras quando estou na cidade, mas elas são as minhas preferidas para viajar: amassam pouco, secam rápido, dependendo da situação dispensam o ferro elétrico – toleram até um pouco de aperto na mala. As calças são escolhidas também considerando a sua tendência a amassar ou a sujar rapidamente. Geralmente levo a quantidade mínima necessária, mais uma unidade de reserva para cada item.

     

  2. Bagagem na quantidade certa: geralmente viajo para reuniões ou eventos curtos, e muitas vezes dá para me safar apenas com bagagem de mão (com o inconveniente de ter de viajar vestindo o paletó…), poupando bastante tempo no check-in – especialmente em companhias modernas que permitem o check-in eletrônico – e escapando da espera pelas malas na esteira, na chegada. Se a viagem for mais longa e a serviço, recorro a uma mala, não muito grande, com as roupas para o período, muitas vezes contando com o (caro) serviço de lavanderia dos hoteis (ou alguma lavanderia próxima, se os horários permitirem) pelo caminho, como complemento. Eu já escrevi um artigo em 3 capítulos sobre como arrumar bem as malas, e sempre tenho que guardar espaço para o kit de sobrevivência Geek – e dando preferência aos itens mais leves, para reduzir o impacto ambiental do combustível aéreo necessário para transportá-los ;-)

     

  3. Estojos pré-prontos: PC e pessoal: Eu tenho 2 estojos escolares (daqueles de guardar canetas e lapiseiras) médios, e em neles guardo permanentemente os itens essenciais de viagem, para não ter de ficar procurando pelo escritório na hora de arrumar a mala, nem ter de ficar procurando pelos bolsos da mochila, às pressas, na hora em que eles forem necessários. Num deles guardo os cabos, adaptadores e outros acessórios que possam ser necessários para trabalhar com o notebook longe da minha mesa, e no outro levo utilidades variadas, incluindo, entre outros, remédio para dor de cabeça, pastilhas para dor de garganta (que às vezes permitem recuperar a voz durante uns 45 minutos, sem dor, quando não dá de adiar uma palestra), band-aid, lenço de papel, chiclete, cadeado, mini-lanterna e versões reduzidas de pente, escova e pasta de dentes, barbeador e desodorante. Fica tudo na mochila da bagagem de mão, disponível até mesmo quando o avião faz escalas inesperadas, ou a espera no aeroporto se prolonga. A cada viagem sempre ocorre alguma grande espera em que dá tempo de revisar e anotar o que está quase vencendo e precisa ser trocado, e assim eu posso até mesmo esquecer (ou deixar de propósito, no caso de viagens muito curtas) a frasqueira em casa, e não passar uma noite horrível no hotel até ter oportunidade de ir a uma farmácia no dia seguinte comprar os itens básicos de higiene pessoal.

     

  4. Ficha completa: Dependendo da situação e da complexidade do roteiro e das atividades envolvidas, eu reúno antes todo o material informativo (bilhetes de passagens, confirmação de reservas de hotéis, informações sobre veículos, horários e locais de palestras, contatos, etc.) e faço ao menos uma de duas coisas: fotografo cada um deles com o celular, ou tiro uma cópia reduzida de todos eles em uma mesma folha (frente e verso) para ter uma referência completa sempre comigo. Afinal, a experiência demonstra que estas informações acabam sendo necessárias nas horas mais inesperadas.

     

  5. Tudo no bolso certo: Quantas vezes você já viu gente tendo de largar todas as malas no chão, no aeroporto, rodoviária ou saguão do hotel, para procurar algum objeto importante? Pode ser um documento, a câmera fotográfica, o bilhete de embarque ou tantos outros itens que a pessoa não sabe se estão no bolso de uma jaqueta (que está dentro da mala), em um dos muitos compartimentos da mochila, ou na bolsa, ou na frasqueira, e assim por diante. A solução é uma só: itens importantes que possam ser necessários em momentos específicos devem ter um lugar certo, para que ninguém tenha que perder tempo procurando na hora de usar, e assim acabar perdendo uma foto espetacular, seu lugar na fila, a paz de espírito, etc. E aqueles mais urgentes, como o bilhete de embarque, devem ficar à mão, mas em um local seguro, à salvo dos dedos leves dos amigos do alheio!

     

  6. Registros instantâneos: Se você vai precisar posteriormente de alguma informação recebida por escrito, ou vai ter de prestar contas das despesas realizadas, use bem a câmera do seu celular: tire fotos dos recibos, das telas de uma apresentação (se for permitido, claro), dos cartões de visita, do telefone ou URL que voce viu em um cartaz ou outdoor, da fachada de uma loja que vai recomendar a alguém, etc. Caso você possa (ou precise) guardar o papel também, guarde (e posteriormente organize, com calma). Mas assim que a viagem terminar, ou em alguma das longas esperas que ocorrem durante elas, você sabe que terá reunido imagens de tudo (incluindo os itens que não dá pra levar consigo, como o texto de um outdoor) em um local de fácil acesso, e é só transcrever para seu relatório, planilha ou arquivo pessoal, ou mesmo enviar por e-mail aos interessados.

     

  7. Anotações centralizadas: Eu prefiro um bloquinho e caneta, e você pode preferir algo mais tecnológico, mas tem algo que funciona bem em qualquer caso: anotar tudo no mesmo lugar (e mantê-lo à mão – sem perder, claro!) – depois que a viagem acaba, cada anotação pode ser transcrita para onde melhor couber, mas durante ela, às vezes é necessário consultar alguma coisa durante um telefonema, dentro do táxi ou em um papo de elevador – e ter tudo em um só lugar ajuda muito.

     

  8. Aumentando a duração das baterias: Em viagens é comum acontecer de o notebook ter de funcionar ao longo de um período extenso sem possibilidade de recarga – e aí desativar os efeitos 3D, reduzir o número de processos desnecessários em execução, desligar a rede wireless (se não estiver em uso), e ficar de olho nas oportunidades de usar uma tomada – se possível, sendo um bom companheiro, e compartilhando-as com os demais. No caso do celular, já demos várias dicas para aumentar a duração da bateria, mas o Lifehacker insiste em uma que não mencionamos: segundo ele, deixar o celular em contato com nosso corpo (por exemplo, no bolso da calça) tem um malefício extra: o calor acelera o consumo da bateria. Uma razão a mais para deixá-lo em um local mais saudável. Outra dica, para os casos em que for necessário, é ter baterias extras, os carregadores para elas, e o preparo físico para transportar o peso extra delas por aí.

     

  9. Conexão em (quase) todo lugar: Muita gente reclama da qualidade ou desempenho das conexões 3G, mas para mim é uma alternativa que tem funcionado (com desempenho aceitável) em todos os locais para os quais viajei recentemente, e mesmo quando o desempenho piora, é melhor do que não ter acesso na hora da necessidade. Conexões de aeroportos, hotéis e restaurantes às vezes são boas, mas é difícil contar com elas: somem de repente, não têm bom suporte, e sua segurança nem sempre é das melhores – ter alternativa à mão pode fazer a diferença.

     

  10. Proteção para o notebook: existem alguns softwares que podem ajudar na recuperação pós-furto (pesquise junto ao seu fornecedor), mas na minha opinião o mais eficaz é prevenir a ocorrência. Nos locais em que há alta incidência destes crimes, uma trava bem visível pode ser uma boa forma de fazer com que o criminoso não escolha o seu micro. Eu prefiro uma trava Targus com alarme sonoro acionado por movimentos, porque ela ajuda também a não levarem o notebook quando ele está dentro da mochila. Claro que isso só ajuda contra o criminoso furtivo, que pretende levar um notebook discretamente e sem ser notado. Se ele quiser usar a violência, travas e alarmes pouco adiantarão.

     

  11. Entretenimento e distração: Já mencionei várias vezes ao longo deste texto a questão das longas esperas que ocorrem ao longo das viagens – os períodos nos aeroportos, o aguardo por conduções, o próprio tempo de vôo, os períodos não-ocupados durante os eventos, etc. É saudável usar vários deles para se manter em dia com as pendências, mas em alguns momentos é interessante dispor de uma alternativa que conduza ao relaxamento e à distração – mesmo quando você não deseja, ou não pode, tirar uma sonequinha. Eu às vezes recorro ao celular (para um jogo rápido ou para navegar na web, quando dá), e tenho levado comigo um PSP com alguns jogos, e uma seleção de músicas, algum filme ou seriado na memória. Basta estar em um local suficientemente seguro e discreto, colocar os fones de ouvido (ligando ou não a atenuação de ruídos externos, dependendo da ocasião), e relaxar, escapando da programação duvidosa da central de entretenimento do avião, ou tentando esquecer do desconforto das salas de embarque. Parei de usar o notebook para esta finalidade, porque no final das contas o PSP é mais prático e discreto, é leve o suficiente, e não há necessidade de se preocupar com consequências mais sérias de um eventual esgotamento das suas baterias. E caso elas acabem (e acabam…), sempre posso contar com um livro leve ou revista que vai na bagagem de mão.

     

  12. Final de ano e feriadões – Caos aéreo: Se você for viajar em um período em que é razoável imaginar que os aeroportos estarão lotados, tendendo ao atraso e bem mais estressantes que o usual, vale se prepara com um Kit para Caos Aéreo na bagagem de mão, para aqueles casos em que a lanchonete e a banca de jornal do aeroporto já fecharam, e você ainda estará lá por algumas horas. Travesseiro inflável, garrafa de água, biscoitos, uma muda de roupa para frio (não esqueça das conexões…), algum dinheiro trocado, um livro (leve) extra, baralho, os remédios que você toma regularmente, etc.

Sua vez

Compartilhei acima algumas das dicas que já colecionei, e alguns links para artigos complementares aqui do Efetividade.net. Mas, como de costume, conto com vocês para complementá-las com as suas próprias experiências, nos comentários!

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18 Comentários até agora

  1. Yuri Rodrigues comentou:

    em September 1 2009 @

    Augusto, só uma perguntinha:

    Quanto custa e onde tem essa trava de notebook que você citou??

    Valeu!

  2. augusto comentou:

    em September 1 2009 @

    Paguei cerca de R$ 150 no Submarino, há uns 2 anos.

  3. Anielton comentou:

    em September 1 2009 @

    Muito boa as dicas….

    Uma coisa que pode acrescentar e que provavelmente aconteceu com alguem é sobre bagagem. Nem sempre o modelo é esclusivo só seu. você pode se deparar com duas ou mais malas iguais a sua. Já tive que correr atras de uma pessoa para trocar a bagagem pois ela havia pegado a minha e eu a dela !

    Minha Esposa deu a dica de colocar uma fita de cetim no ziper para facilitar na identificação e outra dica é ter muita atenção com a sua bagagem. Hoje não dá para confiar em nada..

  4. Luís Guilherme comentou:

    em September 1 2009 @

    Escrevi umas dicas, mais voltadas para o momento do voo, e enviei ao blogue de viagens de um amigo meu:

    http://www.dizemqueeuviajo.blogspot.com/2009/01/dicas-do-hanson-para-evitar-o-stress-no.html

    (não reparem o português com a reforma ortográfica pela metade, ela havia acabado de ser posta em prática ;))

  5. Eloi comentou:

    em September 1 2009 @

    Olá, sou leitor assíduo do site há alguns meses e adoro. Este é meu primeiro post.
    Fiz um mochilão pra Europa e uma valiosa dica é sempre tenha uma muda de roupa na mala de mão!
    Isso é fundamental e quando voce vai ficar andando de carro ou carregar alguma mochila, leve essa muda de roupa. Me foi muito útil quando caiu azeite na minha calça (outra dica, jogue sal em cima imediatamente, se tiver talco melhor ainda e depois lave normalmente).

  6. Edivaldo comentou:

    em September 1 2009 @

    Augusto,

    Sóe te peço que me diga onde você consegue essas imagens carregadas de ironia.

    Queria usar também.

  7. augusto comentou:

    em September 1 2009 @

    Anielton, tem toda a razão, essa “individualização” da mala pode ser muito importante pra evitar confusões acidentais. Essa dica também consta (junto com várias outras) em um artigo anterior, aqui:
    http://www.efetividade.net/2007/01/22/como-arrumar-a-mala-com-efetividade-parte-1-de-3/

  8. augusto comentou:

    em September 1 2009 @

    Luís Guilherme, excelentes dicas! A mais importante, na minha opinião, é a que lembra o viajante a fazer tudo CEDO ;-)

  9. augusto comentou:

    em September 1 2009 @

    Eloi, concordo!

    Edivaldo, a fonte de todas elas consta na tag “title” delas! ;-)

  10. Fabiano Pires comentou:

    em September 2 2009 @

    Muito boas as dicas Augusto. Só uma curiosidade: faz tempo que não viajo, mas sempre preferi sentar na janela, pois não sou de utilizar o banheiro de aviões/ônibus. Também evita ser perturbado pela tia com incontinência a cada 5 minutos. Nem ser alvejado pelo carrinho de bebidas que passa no corredor. E ainda dá pra aproveitar a vista :-). Alguma razão específica pra ficar no corredor?

  11. augusto comentou:

    em September 2 2009 @

    Fabiano, é questão de preferência mesmo, não é específico. É só inverter os seus motivos: acesso mais fácil ao corredor, possibilidade de esticar as pernas quando o carrinho não está passando, maior facilidade de ter acesso ao compartimento de bagagem de mão durante as escalas, melhor visibilidade do que ocorre no interior da aeronave. Mas, em resumo, é apenas uma questão de preferir.

  12. Roberto Rockefeller comentou:

    em September 4 2009 @

    Gostaria de contribuir.
    No texto o Augusto diz: “Você pode preferir chegar no horário limite do check-in”. Eu nunca gostei de chegar na hora limite, mas esses últimos dias fui seguir a dica de uma amiga e me deu mal. A dica era: Chegar na hora limite para não pagar excesso de bagagem. A explicação dela: “Como eles não terão tempo a perder, já que você chegou atrasado e muita gente já fez o check-in e tendo algum “credito” de peso, já que nem todos levam a franquia completa, não esquentaram a cabeça caso você vá com uns 5 a 7 kg a mais.

    Pois bem, a TAM fechou o check-in exatamente 30 minutos antes do horário do voo. Resultado: Perdi o voo! Uma bobeira minha que fui seguir a dica não muito boa. Estou tentando ver com o meu advogado, pois o check-in fechou 30 minutos antes, mas acho que não vou conseguir nada. Agora no site da TAM pede para chegar 1 hora antes para voos nacionais (Fonte: Sita da TAM). Segundo os funcionários da TAM. A companhia paga por tempo de atraso, e por isso estão mais rígidos quanto aos atrasos.

    Fica então a minha dica: Sempre, mas sempre mesmo, chegue bem antes do horário do voo, mesmo que esteja com excesso de bagagem, pois o barato pode sair caro!
    Abraço a todos!

  13. augusto comentou:

    em September 4 2009 @

    Boa dica, Beto Rockefeller! E dê um cascudo na testa dessa amiga…

  14. Douglas comentou:

    em September 4 2009 @

    teste

  15. Julio Cezar comentou:

    em September 8 2009 @

    Parabéns pelo blog, sigo ele a algum tempo, muito boa as dicas de viagem.

    Vlw.

  16. Alexandre Bagetti comentou:

    em September 8 2009 @

    Faço bastante viagens aéreas curtas (tipo saio de manhã e volto a noite), nesses casos dispenso toda a tralha e viajo com a mochila murchinha: caneta e bloco, meu Palm Centro carregado totalmente, um kit de higiene oral, e um kit de emergencia – Uma camisa extra, toalha de rosto e um sabonete de hotel, lavar o rosto no final do dia, antes do voo de volta dá uma revigorada.

    Nesses casos, também dispenso o notebook e levo só o pendrive com o material e os documentos já impressos da reunião. Em termos de entertenimento eu sempre carrego uma edição de palavras cruzadas que não despertam olhares e não acabam as baterias.

    Tenho tambem o habito de fotografar todos os comprovantes e mando diretamente as fotos para nossa assistente anexar no processo de prestação de contas. Infelizmente a máquina do meu Palm Centro não é tão boa quanto a do meu finado SonyEricson K550, mas quebra o galho.

    []s

    Alexandre Bagetti

  17. Mudanças comentou:

    em September 9 2009 @

    Quero dizer que viajei de Sp pra Bolivia e foi tudo bem, acredito que os aeroportos ja estao se adaptando as normas da ANAC

  18. Paulo Celso comentou:

    em September 10 2009 @

    Internet pública ??? Puxa, Augusto, foi-se o tempo em que eu chegava no aeroporto e usava a rede sem fio livre e gratuita. Estive recentemente passando por Brasília e no aeroporto de lá predominava o provedor VEX e seu “pedágio” via assinatura de um dos provedores associados! Ô Infraero, tenha dó do passageiro que está longe de casa e precisa se conectar, sem custos à grande rede, enquanto aguarda o horário “pontual” de seu vôo. Lá, havia rede wifi pública, mas, penso que a qualidade do sinal era propositadamente ruim e bem pior do que a famigerada rede VEX!

Fique ligado!
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