Na prática: o que você faz pela preservação do meio-ambiente?

Quer tal praticar ecologia da porta da rua pra dentro?

Ativismo ecológisco e eventuais radicalismos à parte, é visível a degradação ambiental que o estilo de vida da nossa sociedade causa, em escala global. Participar de movimentos e grupos de ação, difundir slogans, contribuir com causas diversas e agir em grande escala é importante, e felizmente há pessoas dispostas a fazê-lo.

E todos nós podemos fazer nossa parte também em escala local – mas às vezes é mais fácil ir a uma passeata do que reduzir o tempo e a temperatura do banho diário, ou começar a descartar pilhas e baterias em coletores especiais, ou desligar os equipamentos elétricos quando não estiverem em uso.

A vizinha e amiga Carla andou publicando uma lista de passos para proteger a vida na Terra, direta ou indiretamente – e alguns deles, como levar sua própria sacola ou caixa ao mercado, parecem mesmo bem mais difíceis do que se limitar a bradar contra a caça às baleias.

A ênfase é a frugalidade e o uso de produtos locais, reduzindo a necessidade de produzir e transportar supérfluos ao longo de todas as cadeias produtivas. Selecionei 3 itens, para dar uma idéia do texto dela:

  • Evitar comida pronta. Entre comprar um pão ou fazer, eu faço. A não ser que o pão vá estragar por falta de boca para comer. Isso evita o gasto de energia da embalagem, o transporte, da produção industrial. Fora que fazer pão é uma delícia. Isso serve para tudo, inclusive para suco concentrado e sopa de pacote.
  • Olhe o peixe que você come. Cação, salmão, atum: a gente vai ficar sem daqui a pouco, se continuar do jeito que a coisa vai. É melhor comer tilápia, que é macia e saborosa.
  • Passe um mês sem comprar nada além do necessário. Você precisa comprar um sapato por mês? É, eu também não. E aquele livro que você comprou, não poderia emprestar da sua amiga? Ficar um mês sem comprar nada além do necessário (comida, combustível, material de higiene) é uma ótima experiência, e você ainda economiza pra viajar no fim do ano!

Veja o texto completo, e os links selecionados pela Carla, em “Uma vida mais verde é possível?“.

Leia também: Economizar energia: 7 dicas para diminuir a conta e preservar o meio-ambiente.

, por Augusto Campos
saúde
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21 Comentários até agora

  1. Eduardo comentou:

    em September 21 2008 @ 21:59

    Assino embaixo. Também vejo a ecologia do ponto de vista pragmático. Infelizmente, o pensamento ecologista é encarado como “filosofia riponga”, coisa de quem usa barcos para abalroar navios baleeiros… Eu concordo com a idéia dos posts, de que a preocupação com a Terra é uma questão de sobrevivência, e uma necessidade econômica.

  2. giovana comentou:

    em September 22 2008 @ 00:23

    Mudar é preciso ou teremos de mudar de planeta!
    Reduzir, reutilizar e Reciclar imediatamente!

  3. Luiz Carlos A. Azambuja comentou:

    em September 22 2008 @ 10:35

    - Olha – poderia destacar “n” coisa que proramos fazer para ajudar a não poluir ainda mais o nosso já “tão poluído” – nosso querido lar – de todos – o “Planeta Terra” – em seus meio-ambientes e ecossistemas!
    - Dessas “n” atitudes que tomamos, e que uma grande maioria das pessoas poderia/deveria tomar/fazer vou destacar tres, não que sejam as mais importantes; aliás acho que toda e qualquer atitude que ajude é e será sempre bem vida. – O – Planêta Terra” e nossas futuras gerações, não só de sêres humanos, mas também os animais, aves, peixes; toda a natureza – agradecem!
    a) Não jogo lixo “nenhum” nas ruas, estradas, ou qualquer lugar que seja. Vou colocando em um saco plástico e na primeira oportunidade deposito num recepiente próprio que encontro, em frente lojas, praças, ou levo para casa e deixo num local próprio que o caminhão do lixo passa 3 vêzes por semana em frente minha casa, e pegam.
    b)Assino um determinado jornal. Todas as mãnhãs (madrugadinha) às vezes acordo com o baque do jornal caindo em minha casa, na área da frente. Tal informativo, sendo de papel, impresso, vem devidamente dentro de um “saquinho plástico” comprido, para evitar-se principalmente de molhar-se caso esteja chovendo ou venha a chover antes do amanhecer e também das gotas de orvalho que acabam adentrando nossa área coberta durante a noite/madrugada – para a nossa felicidade, pois isso ajuda a aumentar a umidade relativa do ar; e também para protegê-lo (o Jornal) de nossos caninos de o destroçarem, se bem que os menos desavisados (cães) não por maldade, mas por puro instinto, destroçam o Jornal, mesmo dentro do saquinho plástico. Mas são poucos os que o fázem. A maioria olha curiosamente aquele objeto deixado, dá uma cheirada e volta a deitar-se e curtir preguiçosamente seu delicioso sono.
    Bem – vou juntando todos esses saquinhos plástico, após tirar “O Jornal” do interior do mesmo, depois dobro-o e guardo em uma caixa. Normalmente passado um mês pego todos e levo no Escritório do Jornal que assino e deixo na recepçao com a Secretária pediondo-a para entregar ao Diretor do Escritório do Jornal, meu amigo, com um bilhetinho para que me envie novamente os jornais seguintes (re)utilizando o mesmo saq

  4. Luiz Carlos A. Azambuja comentou:

    em September 22 2008 @ 10:43

    … o mesmo saquinho plástico para os “jornais seguintes.
    c) Finalmete poderia citar que todos os dias, ou quando preciso ir ao Centro da cidade (Bancos, Fórum, Cartórios, Lojas, etc…) – deixo meu veículo estacionado umas 3 ou 4 quadras abaixo da Avenida principal, e dali vou a pé fazer os meus afazeres, levando normalmente mais de uma hora para isso; às vezes até duas ou três horas. Com isso estou evitando poluir o ar; economizando estacionamento (pago) no centro da cidade; economizando “carro” (gasolina, pneus, motor, câmbio, acessórios hidráulicos/mecânicos, etc…
    Tem muitas outras grandes , médias e pequenas coisas que faço, e que todos podemos fazer! Mas citei apenas essas trtês como exemplo e como é simples quando colocamos em prática aquilo que pensamos que podemos fazer, mas numa grande maioria das pessoas – fica somente no – “pensar em fazer!”
    Fraternalmente.
    Luiz.Carlos.Almeida.Azambuja. .`.
    CPF:105.340.911-72
    e-mail: [e-mail suprimido pelo site - ver Termos de Uso.]
    Dourados – MS – Brasil – 22 de Setembro de 2008.

  5. Salete comentou:

    em September 22 2008 @ 10:46

    Infelizmente no Brasil ainda sofremos certas fobias impetradas pela cultura norteamericana, de que nossa economia só sobrevive à base do consumismo exacerbado. Que tal se usássemos a nossa criatividade e o bom humor típico brasileiro para reverter esta situação e adotássemos esta causa como um estilo de vida? Talvez descobriríamos que, ser ecologicamente engajado, pode sim ser economicamente favorável. Mas isso vai exigir de nós algumas mudanças de postura e dos governantes a adoção de projetos que vão reverter em resultados a longo prazo e, talvez, não em votos nas eleições. Eis uma das questões. Somos um país de muitas possibilidades e, por não termos nunca chegado ao fundo do poço, vivemos nesse comodismo, em todos os sentidos

  6. Leandro Espinoza comentou:

    em September 22 2008 @ 10:52

    Mudança de postura: preservação e sustentabilidade ambiental dependem disso.
    Consumo consciente contra Consumismo (valorização do supérfulo ou exagero), independente do capitalismo.
    Antes de pensar nos três R´s, usar outros dois: Recusar e Repensar.
    Seu municío tem tratamento de água e de esgoto?
    E o lixo, vai para aterro realmente sanitário ou para um lixão? Existe compostagem?
    O momento é de eleições municipais, pense em votar em um vereador ou prefeito que proponha algo ambientalmente sustentável ao seu município, não que fale em criação de parques ecológicos ultrapassados ou projetos de plantio indiscriminado de culturas pouco adequadas à reflorestamentos.
    Depois das eleições, procure se informar sobre as providências tomadas junto a ouvidoria de seu município.
    Evolua, procure se informar sobre os novos conceitos ambientais que estão mais inseridos no texto de economia energética.

    Abraço,

    Leandro Espinoza

    Químico responsável pelo controle de qualidade da água para consumo humano do município de Sertãozinho – SP

  7. A carne é fraca comentou:

    em September 25 2008 @ 17:17

    É importantissimo abordar este assunto. Estamos decidindo (sem brincadeiras) o futuro do ambiente em que vivemos.

    Como forma de acrescentar a este artigo, veja este vídeo:
    http://videolog.uol.com.br/video.php?id=369627

    Acredito que passarão a comer muito menos (ou nenhuma) carne após verem o vídeo.

  8. Blog Dirigindo Seguro comentou:

    em September 29 2008 @ 19:16

    Escrevo em um blog sobre o trânsito e esse é um assunto que já apareceu bastante por lá. Acredito que existe a constante cobrança para as autoridades e corporações fazerem algo pelo meio-ambiente, e as pessoas esquecem que pequenas mudanças em seus hábitos impactam diretamente o meio ambiente.

    Hoje eu até escrevi sobre uma ong que luta pela redução da emissão dos gases poluentes alterando os hábitos de direção dos motoristas. A ong defende que a tecnologia nos carros mudou muito ao longo dos anos, porém o jeito de dirigir é o mesmo, por isso o consumo de combustível é mais alto do que o necessário. É bem interessante saber dessas dicas pq são de fácil adoção (coisas como passar a marcha da 1 direto para 3, etc).

    Abs,

    Mariana Machado
    Blog Dirigindo Seguro
    http://www.dirigindoseguro.com.br/

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