Programas de afiliados: o que podemos aprender com o “Efeito Buscapé”?

, por Augusto Campos Blogging, Carreira, vitrine, web

Efetividade.net é a sua fonte de informações originais e atualizadas sobre produtividade pessoal, efetividade, lifehacking, GTD e truques espertos para o seu dia-a-dia. Leia também:

Parcerias duradouras e de sucesso precisam de bases sólidas e de vantagens proporcionais para todos os envolvidos. Saiba o que as tulipas do século XVII têm a ver com isto.

Até recentemente, o programa de afiliados do site Buscapé, especializado em comparação de preços, era tido em alta conta por muitos sites nacionais que buscam maneiras de obter faturamento a partir das visitas de seu público. Era um sucesso, pagava os editores bem e regularmente, gerava valor para os leitores dos sites, e se comunicava relativamente bem com os afiliados.

Por exemplo, neste post de dezembro do BrPoint pode-se perceber que o retorno do Buscapé chegava a ser comparável ao do internacional Adsense, para este caso em particular.

Mas de repente tudo mudou. A empresa resolveu virar a mesa, deixando uma impressão bastante clara sobre o conceito de parceria que ela adota com os sites que exibem seus anúncios a convite dela mesma. De uma semana para outra, eu – que estava pensando em experimentar os seus serviços como afiliado – decidi que certamente não mais me envolverei. E outros parceiros já estão cancelando seu envolvimento. Outros ficarão, mas certamente vêem o relacionamento com outros olhos.

Isto ocorreu devido a uma seqüência de decisões dignas de um filme dos irmãos Zucker. E, correndo os riscos que corre quem analisa uma situação ainda em desenvolvimento, vamos analisá-las para procurar tirar algumas lições.

O que aconteceu

Eis a seqüencia do que chama a atenção no novo posicionamento da empresa, sob a ótica dos parceiros e ilustrada por trechos da mensagem enviada por ela aos seus parceiros e divulgada por vários deles:

  1. Não ter evitado a “irregularidade” da qual agora impinge a culpa aos parceiros: A mensagem diz: “Notamos que várias páginas do BuscaPé com seu site_origem do Programa de Afiliados estão sendo indexados por mecanismos de buscas. Esta é uma prática considerada irregular (…)” – na verdade seria simples impedir que os links para o Buscapé fossem incluídos nos sites de busca: bastaria incluir neles o atributo “nofollow”. Mas a ferramenta do próprio Buscapé que gera estes links não inclui o atributo, e nem foi pedido aos parceiros que o fizessem. Como considerar irregular que os parceiros publiquem os links da forma como são orientados a fazer?
  2. Não ter comunicado a medida de forma antecipada: A mensagem diz: “Comunicamos que cliques provenientes deste tipo de divulgação não mais serão contabilizados pelo sistema a partir de hoje.“. Ou seja: a empresa resolveu alterar profundamente o modelo de remuneração que praticava até o dia anterior, e avisa a seus parceiros sem dar a eles prazo para se adaptar. “Mudei aqui. Se virem aí!” E o pior: os links já indexados por sites de busca continuarão gerando Cliques Premium, e certamente são os cliques mais valiosos para o próprio Buscapé, pois são originados por pessoas que estavam procurando o objeto do anúncio em sites de busca – pessoas que querem comprar o que o Buscapé quer ajudar a vender.
  3. Mudou a regra do jogo unilateralmente no meio da partida: a própria frase escolhida pelo Buscapé deixa claro que a empresa também considera uma mudança de regra, e não uma adequação. Veja o trecho: “O que não será mais permitido é a indexação de páginas do BuscaPé (link direto), com seu site_origem” (o grifo é meu).

Na minha opinião, o pior aspecto da medida é que a empresa continuará tendo vendas geradas por estes bons posicionamentos dos links criados pelos parceiros e indexados por sites de busca, e os responsáveis por este bom posicionamento não serão remunerados por isto. Ao mesmo tempo, os cliques gerados diretamente pelos parceiros continuam sendo remunerados como antes, pela mesma tabela de preços.

Julgando pelas diferenças de faturamento divulgadas por diversos parceiros do Buscapé após a medida, dá para perceber o tamanho do abismo: muitos parceiros relatam que seu faturamento com o Buscapé caiu 80 a 90% – ou seja, a fatia do leão, gerada por estes próprios parceiros, certamente continua gerando clicks para o Buscapé, mas ele optou por não pagar por elas. Será que ele continua cobrando dos anunciantes os resultados destes clicks? Não precisa responder.

Mas há outro aspecto que me desagrada profundamente, embora seja acessório: a forma como os parceiros foram comunicados, e a ausência de resposta imediata às suas críticas, questionamentos e contatos. Uma parceria não combina com mudanças unilaterais e imediatas, nem com ausência de comunicação, e muito menos com este tipo de “imposição de culpa”.

Vendo de fora: Analisando o modelo de remuneração do Buscapé

Mantendo o foco na parte que nos interessa no momento: aparentemente o modelo de faturamento do Buscapé tem solidez, pelo menos em uma análise sob a ótica das origens de receitas e custos do próprio Buscapé: cada “clique Premium” pago a um afiliado é cobrado diretamente de um anunciante, exatamente como acontece com o Adsense.

Mas há uma pegadinha aí: como o afiliado é estimulado a criar o contexto do link do anúncio no próprio post que publica em seu blog, acaba havendo um terreno farto para estimular os cliques (e posterior navegação no site do Buscapé, que é a atividade que de fato gera a maior remuneração) motivados pela curiosidade ou mesmo entretenimento de leitores que não estão interessados em comprar nada, e que certamente reduzem o percentual de “cliques premium” que efetivamente geram vendas.

Sob a ótica do parceiro e os termos do acordo que ele tem com a empresa, não há nada de errado com isso, afinal este leitor de fato viu a propaganda e o anunciante teve uma chance de efetuar uma venda a ele. Entretanto, é bastante provável que o aumento dos “cliques premium” originados por leitores que não estavam interessados em comprar nada tenha alterado bastante as margens que deram origem aos cálculos originais de remuneração feitos pelo Buscapé.

Para contrastar, o mesmo fenômeno não acontece com o Adsense, em que os editores não interferem de maneira tão direta no contexto do anúncio. E é aí que reside a raiz do problema que o Buscapé deveria enfrentar, na minha opinião: como os bons editores têm a capacidade de gerar cliques de um número maior de pessoas que não estão interessadas em comprar nada, e os valores da remuneração estabelecidos pelo Buscapé não consideraram esta nova situação, subitamente os anunciantes (que em última análise pagam pelos cliques e esperam que eles correspondam a vendas) tiveram as suas margens de retorno prejudicadas, o que é ruim para eles e para o próprio Buscapé, mas é uma conseqüência do modelo do faturamento, e não da atitude dos editores – que estão fazendo sua parte, levando pessoas a olhar os anúncios com interesse.

Neste cenário, qual seria a atitude a esperar do Buscapé?

Na minha opinião, o que a empresa deveria fazer é algo muito simples de definir, mas complicado de executar: planejar a mudança de seu modelo de faturamento para melhor refletir a presença de cliques premium que não geram compra, mudar a tabela de remunerações de acordo, e dar um prazo suficiente (por exemplo, 2 meses) a todos os seus parceiros para que se adequassem às novas regras – eventualmente ajustando seus anúncios para que passassem a gerar maior retorno a eles segundo o novo modelo – e se preparando para eventualmente perder parceiros que não quisessem aceitar os novos termos de parceria.

Mas a empresa resolveu fazer diferente: sem atacar a situação acima, buscou uma medida artificial para pagar menos “cliques premium” de seus parceiros, notificou-os de que esta medida entraria em vigor imediatamente, e para completar, escreveu a eles dizendo que eles eram “culpados” por a empresa estar tendo acessos qualificados (os chamados “cliques orgânicos”) originados por resultados de pesquisa em sites de busca que levavam os usuários a entrar no Buscapé diretamente, devido a links bem posicionados nos resultados de busca graças à habilidade dos editores parceiros, que usam as técnicas de otimização a seu favor.

Ou seja: ao invés de agradecer e estimular este comportamento, que gera um posicionamento valioso e o retorno de usuários que estão de fato querendo comprar, a empresa resolveu se apropriar dos resultados dos links já existentes, e desestimular a formação de outros.

Bolhas no mercado

O fenômeno das bolhas ocorre periodicamente nos mercados, e em geral é decorrência de um modelo de remuneração baseado em indicadores irreais, que atrai muitos interessados e vai inflando, até um ponto em que não se sustenta mais e estoura, como ocorre também com os esquemas de pirâmide, deixando os participantes na mão. Geralmente é associada a especulação, e necessariamente envolve grande quantidade de pessoas que investem de boa fé.

Historicamente já houve grande número de bolhas. A mais conhecida na área de informática é a bolha das empresas Ponto Com, que inflou e depois estourou com grande quebradeira no final da década de 90. Atualmente há indícios de uma bolha em curso no mercado imobiliário dos EUA, também. E este não é um conceito recente: a primeira bolha registrada pela História econômica foi a Mania das Tulipas, que ocorreu na Holanda no século XVII.

Às vezes os modelos de negócio ou a capacidade de gerenciamento de seus gestores não resistem ao volume e à popularidade. Dependendo de como são administrados, restaurantes que entram na moda muitas vezes precisam rever seus cardápios e preços, perdendo assim o seu público original – e ocasionalmente não conseguem continuar cativando os novos, fechando as portas meses depois. O crack da bolsa de Nova York em 1929 também ocorreu num momento em que este tipo de aplicação havia se tornado tão popular que até os jornaleiros e taxistas aplicavam diretamente, embora o volume em si não tenha sido a principal causa.

E parece que algo similar está acontecendo com o programa de afiliados do Buscapé. Em semanas recentes, conheci meia dúzia de casos de pessoas que inscreveram seus blogs e sites no programa e rapidamente estavam faturando 20 a 40 reais por dia graças aos links inseridos em seus posts. Conversando com alguns destes autores recentes, percebi que eles mesmos não tinham a sensação de estar gerando vendas – mas não havia nada de errado com isso, já que o modelo de seu acordo não era baseado em vendas, e eles tinham liberdade de estimular os clicks como desejassem.

O que aconteceu com o Buscapé não é propriamente uma bolha, porque não houve especulação. Mas as características são similares: o modelo de remuneração não está atrelado diretamente ao faturamento do principal interessado, o crescimento explosivo com remuneração fácil, e a explosão súbita, com grande redução da remuneração das pessoas que investiram de boa fé.

O que podemos aprender com a História é que dificilmente os níveis de remuneração retornam para os patamares de antes da explosão de uma bolha, e que a absoluta maioria dos investidores que não “quebram” com o estouro da bolha passam a investir em outros valores.

Felizmente a mudança súbita do Buscapé não deve ter “quebrado” ninguém, e acredito que para alguns parceiros a diferença nem deve ter sido tão expressiva – e eles continuarão lidando com o Buscapé, mesmo sabendo de tudo isto, porque para eles o retorno é bom.

E os outros? Os outros procurarão os concorrentes, como ocorre em qualquer mercado sadio.

O que podemos aprender com tudo isso?

Há várias lições a tirar de todo o episódio. A principal é para aqueles de nós que atuam como empreendedores: ao definir um modelo de faturamento e remuneração, busque o que tiver equilíbrio mais direto com a geração de valor para todos os envolvidos, e não atrele a um indicador que apenas pareça bom.

Se você for montar um programa de marketing baseado em afiliados, cuidado se for deixar as chamadas para os links fazerem parte do texto publicado pelo afiliado. Se optar por fazer isso, faça como a Amazon, o Submarino e o Mercado Livre: permita o link liberado, mas só remunere as vendas diretas, e não o clique em si. Não é por coincidência que ambos os programas são vistos como opções que rendem menos para o parceiro – o modelo do Buscapé, que rende mais, leva a distorções e termina assim. Ou então siga o modelo do Adesense, definindo de forma rígida que seus anúncios não podem fazer parte do texto, e remunere pelos cliques.

E se você for um autor de website parceiro de programas de afiliados, leve sempre em conta a questão da sustentabilidade do modelo de remuneração que lhe for oferecido, e os exemplos das bolhas. É possível ter retorno até mesmo com bolhas, desde que você saiba que elas não irão durar para sempre, e souber como participar (e sair) delas na hora certa. Mas isto não é uma receita de boa parceria, portanto saiba conviver com isso – ou procure sempre um modelo que considere sólido, se estiver em busca de uma parceria real.

De minha parte, já tive minha amostra do tipo de parceria que o Buscapé oferece, antes mesmo de consultá-los. E o tipo de publicidade que eles buscaram contra si ao longo da última semana, acredito nenhum concorrente deles poderia comprar…

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31 Comentários até agora

  1. » Os blogs não são mais amigos do Buscapé ◘ Blog Verde comentou:

    em March 27 2007 @

    [...] Programas de afiliados: o que podemos aprender com o “Efeito Buscapé”? [...]

  2. Doug comentou:

    em March 27 2007 @

    Muito bom o post, realmente temos que sentar e conversar com o buscapé na minha opinião, sabotar eles nao adianta nada.

    Algo que poderia ser pensado é algo semelhante, com o adsense, porque nao podemos usar algo como cliques de comparacao de conteudo ou anuncios, algo do tipo

  3. Lu comentou:

    em March 27 2007 @

    Excelente texto. Realmente, isso que o Buscapé chama de “parceria” está mais para contrato de adesão, em que as regras são mudadas sempre contrariamente à parte mais fraca e sem que esta seja prevenida. De minha parte, já estou me preparando para abandonar o progrma – a primeira providência foi retirar os links feitos com base em trechos dos artigos.

  4. Tiago Madeira comentou:

    em March 27 2007 @

    A revolta da blogosfera deve estar deixando eles de cabelo em pé. Continuemos com os protestos e procuremos outro sistema de afiliados.

  5. Danilo comentou:

    em March 27 2007 @

    Realmente, mudança abrupta sempre é péssima para qualquer empresa. Porém, algumas vezes acontece pois as empresas vão aprendendo no caminho.

    Mas acho surpreendente uma empresa deste tamanho mudar totalmente as regras. Aperfeiçoar detalhes é bastante justificável, mas mudanças drásticas…

  6. Rodrigo Reis comentou:

    em March 28 2007 @

    Concordo que o sistema de afiliados não é claro, porem não concordo com esta forma de mudar as regras imediatamente.

    Bom texto.
    Abraços

  7. Buscape e a parceria Caracu at Blog do Becher comentou:

    em March 28 2007 @

  8. Blog do Isra » Blog Archive » Calote do Buscapé comentou:

    em March 28 2007 @

    [...] Update: Nos comentários achei este  excelente post do Efetividade.Net explicando a situação de forma clara e com uma crítica bem embasada. [...]

  9. Israel Cefrin comentou:

    em March 28 2007 @

    Excelente artigo. Claro e objetivo.
    Esta situação toda do buscapé faz com que nos lembremos que,infelizmente, empresas em razão do lucro não se importam em quebrar contratos e agir de má fé.
    Como falaste , o buscapé é o Google Adsense no mundo bizarro, é o “Tironopé nonsense”.

  10. Futilidade Pblica » Famlia Buscap e a treta com a blogofera brasileira | Cybercultura, tecnologia, generalidades e o que mais tiver na reta comentou:

    em March 29 2007 @

    [...] Artigos usados como fontes para este post: As vivas do Buscap; Programas de afiliados: o que podemos aprender com o Efeito Buscap?; Calote do Buscap; Buscap ficou mal na foto [...]

  11. Marcos Lazarini comentou:

    em March 30 2007 @

    Augusto, não sei o que aconteceu nesse post, mas acho que ele destoou um pouco dos seus textos por aqui, que são sempre muito bem escritos e estruturados: achei que a introdução ao ponto do artigo foi meio vaga (eu fiquei meio perdido por vários parágrafos, sem entender bem onde você queria chegar – vai ver que a introdução boa estava num dos links), e que você foi um pouco mais prolixo que o normal, dando algumas voltas a mais que o necessário :-)
    De qualquer maneira, achei a análise bem bacana, e relevante. Estou torcendo p/ que assuntos assim sejam sempre abordados quando necessário.

  12. Silveira Neto comentou:

    em April 1 2007 @

    Post nota 10.
    Falou o que ninguem havia falado ainda.
    Só agora eu percebi qual foi o grande golpe que o Buscapé deu, usar os blogueiros para criar um gigantesco mar de links (SEO) e depois chutar-nos para fora do negócio.

  13. Thiago comentou:

    em April 2 2007 @

    Acho uma questão delicada, o Buscapé sempre pagou por links de sua própria marca indexados no Google, e isso não é divulgar o BuscaPé em seu próprio site. Acredito que eles poderiam ter avisado antes, mas não acho injusta a medida. Uso outras ferramentas, e mesmo quando existe algum problema no sistema ou na contabilização eles sempre dão satisfação e corrigem o problema. Em minhas páginas, sempre consigo um retorno melhor do que o outros programas e existem diversas maneiras alteranativas de divulgar a marca deles, sem prejudicar nosso conteúdo e com links que são interessantes para os usuários. Acho que devemos ouvir o outro lado.

    Abraços

  14. Geeko comentou:

    em April 3 2007 @

    Excelente post.

  15. Renato comentou:

    em April 3 2007 @

    Esta é a famosa parceria ovos + bacon: os blogueiros entram com o bacon e o buscapé com os ovos.

  16. Carlos - Educação Empreendedora. comentou:

    em April 8 2007 @

    De acordo que o buscapé “pisou na bola”, mas cá entre nós, o orkut muda as regras todas as semanas e não consulta os clientes ao fazê-lo, porque diabos o ad sense do google não fará o mesmo?

  17. adsenseforum.com.br » Blog Archive » O google tem o adsense e o buscape tem o nonsense comentou:

    em April 16 2007 @

    [...] PS. Depois que eu escreví isso, e eu já vinha sentido os sinais mesmo antes da virada de mesa do Buscapé, eu achei alguns posts bem interessantes como esse aqui do Efetividade.NET e mais esse aqui do Janio Sarmento e mais esse aqui também (a despeito do forte cheiro de jabaculê que sentí por lá… mas… abafa!) e de onde eu tirei – de um comentário – o título desse post, além da perplexidade manifestada na comunidade de Afiliados do Buscapé no Orkut. [...]

  18. Marcos Nahr comentou:

    em May 21 2007 @

    Alguém aí é filiado ou conhece algum afiliado da Dell? O que estão achando?

  19. Newton Chan comentou:

    em July 5 2007 @

    Sobre o programa afiliados da Dell:

    Demoram para pagar – no meu caso, as comissões de Nov e Dez de 2006 foram pagas somente em Julho de 2007 (isso mesmo, Julho)

    Além disso, 30% da comissão são descontados por causa de taxas e impostos…

    Para ter uma idéia, no Submarino só me descontaram o DOC.

  20. Pafu comentou:

    em January 20 2008 @

    O texto ficou muito bom.

  21. giovani comentou:

    em April 5 2008 @

    gostei do blog, vou indicá-lo no meu site!

    abraço.

    Se precisar de nossa empresa, deixei contato.

    QUALIDADE HÁ 30 ANOS NO MERCADO
    funilaria, calhas em porto alegre, coifas, exaustores eolicos, algerosas, funilaria souza. fone: (51)3367.1242
    http://www.funilariasouza.com.br

  22. superparceria comentou:

    em April 14 2008 @

    alem do afiliados buscape, eu sou afiliado do superparceria, onde da pra fazer uma graninha extra com meu site

    http://www.superparceria.com

    fica ai a dica

  23. Maria Oliveira comentou:

    em May 8 2008 @

    Olá
    Interessante sua postagem
    Escrevo aqui pois tenho um blogue com mais de 500 visitas diarias e já coloquei varios anunciantes
    Vou falar de dois.
    Dou parabéns ao Google pois é bem organizado e sério e já recebi informações deles para requisitar meu 1º pagamento
    No entanto tenho duvidas e estou chateada quanto a DELL afiliados e gostaria de saber se conhecem algum blogue ou associação dos afiliados?
    ocorre que:
    - já mandei vários e-mails e eles não respondem
    - no site advisor da MACAFEE o site que controla os afiliados é tido como perigoso: vejam – (http://www.siteadvisor.com/sites/directtrack.com?suite=false&premium=false&client_ver=2.6.0.6253&client_type=IEPlugin)
    - na DELL agora eles estão oferecendo uma promoção por clique e acho muito estranho que há 02 meses não tenha um único clique enquanto no GOOGLE tenho vários
    - este banner da promoção por clique não localizo nos relatórios;
    - nos foruns que vi na net parece que ainda ninguem ganhou nada na DELL
    bem é isto
    att

  24. Rei da Cocada Preta comentou:

    em May 27 2008 @

    Estou usando o Bucapé em meus sites, mas a rentabilidade é pífia ou nula… Apesar da média de visitações diárias serem boas e ter muitos cliques nos banners do buscapé, é um sistema de remuneração muito fraco em minha opinião…Adsense e Hotwords mandam no pedaço e funcionam redondinho…

  25. Olavo Flores comentou:

    em May 27 2008 @

    Fizeram como os polítocos, prometeram, prometeram e não cumpriram…

  26. Olavo Flores comentou:

    em May 27 2008 @

    Desculpe o erro, políticos*

  27. Robson comentou:

    em July 14 2008 @

    Se dou muito bem com o buscapé, recebo meus pagamentos tudo certinho, graças a deus é ah eles.
    Agora sim, já vi muitas pessoas reclamando que não recebeu mais uma boa parte dessas pessoas são pessoas que usar a Caixa Economica conta Corrente.

    Nunca Levei se quer um Calote do buscapé e ganho muito Bem.

    vlw!

  28. Lucas comentou:

    em September 5 2008 @

    Eu também usava Buscapé, mas parei por pagar pouco. Mas gostaria de sugerir um programa de afiliados extremamente dinâmico que paga bem por clique, CPM e vendas. Possuem ótimas ferramentas de divulgação em vários formatos e o mais interessante de tudo, coisa que eu jamais ví em outro programa, é a possibilidade de você fazer a sua própria peça (banner) e divulgá-la em seu site sendo pago por cliques, impressões, vendas etc.
    O site é do programa é o http://www.paqueralegal.com

    Recomendo, o programa de afiliados deles é muito bom.

  29. Antonio Fernandes comentou:

    em March 28 2009 @

    Interessante este blog, obrigado pelas dicas mas quero deixar um aviso,
    o programa de afiliados http://www.paqueralegal.com é uma fraude.
    Eu inscrevi-me nele e depois de uns dias a mostrar os banners deles no meu site recebi um email a dizer que a minha conta foi anulada por representar um risco financeiro para eles.
    Não justificaram nada mais, aconselho a todos deixarem esse programa de lado pois não vale a pena é só perder tempo e aproveitam-se do nosso espaço nos sites para fazer publicidade de graça.

    É uma vergonha haver sites como esse.

  30. SUzana comentou:

    em May 29 2009 @

    Recentemente descobri um programa de afiliados que paga por cliques e impressões, é do http://www.paqueralegal.com
    Queria saber se mais alguém aqui conhece? Por enquanto está sendo muito bom, mas gostaria de compartilhar informações com outros afiliados.

    grata

  31. Viana comentou:

    em July 27 2009 @

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