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	<title>Efetividade.net &#187; Atitude</title>
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	<description>Agenda em dia e caixa de entrada vazia!</description>
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		<title>Paperless: por um 2012 com menos papel no nosso home office</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2012/01/18/paperless-por-um-2012-com-menos-papel-no-nosso-home-office/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 17:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home office]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Homeoffice]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não compartilho do sonho do &#8220;escritório sem papel&#8221;, assim, em termos absolutos. Mas um &#8220;escritório com bem menos papel&#8221; é uma meta que há muito tempo eu buscava definir, e pretendo avançar nela ainda mais em 2012, com novas ações que começaram a ser tomadas no último trimestre de 2011. São passos simples que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não compartilho do sonho do &#8220;escritório sem papel&#8221;, assim, em termos absolutos. Mas um &#8220;escritório com bem menos papel&#8221; é uma meta que há muito tempo eu buscava definir, e pretendo avançar nela ainda mais em 2012, com novas ações que começaram a ser tomadas no último trimestre de 2011.</p>
<p>São passos simples que você também pode adotar, dos quais já estou colhendo resultado, e que ocorrem completamente sem prejuízo da continuidade do meu bloquinho de anotações, de algumas revistas que prefiro ler em edição impressa e dos registros originais necessários à minha segurança jurídica e fiscal.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/paperless_01-104755.jpg" title="paperless_01-104755.jpg - fonte: paperless 01.jpg (414×290) (http://www.archivos electronicos paperless.info/images/seo/paperless 01.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/paperless_01-104755.jpg -->
<p>Antes de começar a detalhá-los, uma observação: ao embarcar em um projeto de mudança desse tipo, é bom ter clareza sobre a finalidade (ecologia? organização? preservar espaço? etc.) para aí tomar os passos adequados. Por exemplo, se a finalidade for ecológica, não basta reciclar os papeis que chegam: o ideal é garantir que eles não cheguem mais, preservando assim também os recursos naturais necessários à sua produção e logística.</p>
<h2>Minha intenção</h2>
<p>Para mim o aspecto ecológico entra na jogada colateralmente: não gosto de desperdício, e muito do que recebo em papel só pode ser classificado assim, pois nem mesmo chego a ler, embora muitas vezes arquive. Também há conteúdos que recebo em papel e que preferiria ler (ou arquivar) no computador, sem que a existência de um original impresso me ajude em nada.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/img_PaperlessGuy_540x360-104755.jpg" title="img_PaperlessGuy_540x360-104755.jpg - fonte: img PaperlessGuy 540x360.jpg (540×360) (http://pixalies.com/2011/wp content/uploads/2011/03/img PaperlessGuy 540x360.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/img_PaperlessGuy_540x360-104755.jpg -->
<p>Mas a minha principal motivação para reduzir a chegada e armazenamento de papel diz respeito à organização. Graças a um arquivo bem estruturado no meu home office, não tenho maior dificuldade em encontrar os documentos que guardo, quando preciso deles. </p>
<p>Só que no meu caso é muito espaço e esforço para pouquíssimo uso prático, e em quase todos os casos práticos, uma cópia digital do documento (bem mais fácil de armazenar e de pesquisar) me bastaria, quando preciso dela.</p>
<h2>Escritório sem papel: como fazer</h2>
<p>A primeira etapa é o diagnóstico: uma análise de quais os papeis que você recebe e poderia deixar de receber, ou (mais frequentemente) que poderia receber em outros formatos, bem como dos papeis que hoje ocupam o seu espaço e poderiam ser descartados. </p>
<p>A partir da análise você pode traçar o plano de ação em 3 grandes vertentes, sempre atingindo apenas os papeis desnecessários ou substituíveis:</p>
<ol>
<li>Descarte: como dar sumiço nos papeis que já estão armazenados
<li>Bloqueio: como reduzir a chegada de novos papeis
<li>Fluxo: como lidar com os papeis que continuarem a chegar, e com os seus substitutos digitais
</ol>
<p>Eu optei por colocar o plano em prática aos poucos (ao longo de 4 meses), porque várias das etapas necessárias são trabalhosas e chatas, prejudicando a motivação se eu tentasse fazer tudo de uma vez. Está dando certo para mim, mas recomendo que você encontre seu próprio ritmo.</p>
<p>E o resultado é o esperado: o escritório não ficou (nem ficará) sem papel, mas já ganhou bastante espaço que antes era ocupado por papeis, já tem novas rotinas de armazenamento e recuperação de documentos, e <b>já recebe bem menos papeis</b> mensalmente.</p>
<h2>Parte 1: Descarte</h2>
<p>Quando comecei o projeto, em outubro, meu escritório era quase um templo em honra ao papel. Das 10 prateleiras de suas estantes, 8 serviam apenas para suportar papéis, na forma de livros, revistas, documentos, comprovantes, etc.</p>
<p>Durante boa parte do primeiro mês do projeto, me dediquei a reduzir esta presença. Os passos principais foram:</p>
<ol>
<li><b>Identificar livros que eu não precisava mais manter:</b> gosto muito de ler e de ter estantes com livros à mão, mas tenho (e uso) cópias digitais de boa parte dos livros técnicos que eu mais consulto, e outra parte do meu acervo técnico era consultada tão raramente que não justificava sua permanência, considerando que eu tinha a alternativa de disponibilizá-los para a biblioteca de alguma escola técnica, multiplicando a sua utilidade.
<p>Assim, <a href="http://br-linux.org/2011/tenho-cerca-de-100-livros-para-doar-quem-se-habilita/">montei um rápido processo seletivo para escolher uma escola interessada nos meus livros</a>, e a selecionada veio buscar várias caixas cheias de papel impresso com informações que serão muito mais úteis aos seus alunos do que eram para mim. Doei várias obras literárias para a biblioteca do meu bairro também, e pude reorganizar as estantes, liberando 4 prateleiras para outras finalidades.</p>
<li><b>Podar meu arquivo de revistas:</b> Sou um leitor voraz de revistas, mas não tenho o hábito de manter coleções completas de nenhuma delas, embora <a href="http://www.efetividade.net/2009/10/21/pilhas-e-mais-pilhas-como-organizar-suas-revistas-e-periodicos-de-referencia/">arquive organizadamente as minhas revistas</a> que tenham algum conteúdo que possa servir de referência futura.
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/escrit-revisteiros.jpg" ></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/escrit-revisteiros.jpg -->
<p>Os anos se passaram e essas revistas foram se acumulando. A foto acima mostra (na prateleira superior) os meus revisteiros em 2009, e em outubro do ano passado eles já estavam na metade da prateleira abaixo também. Mas a realidade prática é que o interesse de referência de boa parte das revistas (especialmente as de tecnologia) se esgota após algum tempo, e assim uma boa revisão, realizada em algumas horas de trabalho (permitindo tempo para folhear com calma quando havia dúvida) produziu uma grande redução: hoje as revistas ocupam só metade da prateleira superior, alguns exemplares com interesse histórico foram doados para uma biblioteca, e muitos outros para uma escola infantil, onde devem estar sendo criteriosamente recortados ツ</p>
<li><b>Racionalizar arquivos de documentos</b>: Eu já estava bem encaminhado neste quesito, mas consegui liberar algum espaço revendo a aplicação das minhas práticas, que resumo a seguir.
<p>O tempo de guarda de documentos é assunto sério e que não detalharei, mas vale destacar que boa parte dos registros podem ser descartados com segurança 1 ano após o término de sua utilidade prática, mas de modo geral só se descarta os papéis com interesse fiscal (leia-se taxas e impostos) no sexto ano, pode ser do seu interesse guardar perpetuamente (ou ao menos por 20 anos) o que for de interesse trabalhista ou previdenciário, e alguns documentos (como os referentes a contratos em vigor, os acadêmicos, os de registro civil, os históricos, etc.) simplesmente não devem sair da sua guarda.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/ArquivoExibir-263086.jpeg" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/ArquivoExibir-263086.jpeg -->
<p>As normas atuais sobre boa parte das contas que recebemos exigem que quem cobra entregue anualmente um comprovante de quitação sobre o ano anterior, que permite descartar os comprovantes que substitui. Quanto ao restante dos papeis comprovando pagamento de transações comerciais, como tenho espaço para arquivo morto na garagem, separo os de cada ano em uma pasta ou caixa como a da foto acimae adoto a regra de tratar todos como se fossem de interesse fiscal, me permitindo assim o descarte da caixa inteira no sexto ano. Meus documentos sobre contratos e outros direitos e compromissos são mantidos em um arquivo de pastas suspensas enquanto estão ativos, e vão para uma caixa específica de arquivo morto na garagem (que não tenho planos de descartar) quando expiram.</p>
<p>E os documentos de registro civil, acadêmicos, previdenciários, trabalhistas etc. ficam em pastas próprias, dentro de uma caixa específica, sempre à mão no escritório, e não serão descartados.
</ol>
<h2>Parte 2: Bloqueio</h2>
<p>O descarte de papel anteriormente presente no meu home office já deu um grande alento, mas se providências adicionais não forem tomadas, o papel continuará chegando no mesmo ritmo que antes, e logo voltará ao mesmo nível.</p>
<p>No meu caso, a chegada de papeis foi bloqueada (onde aplicável) com a substituição por meios digitais. Veja como eu fiz:</p>
<ul>
<li><b>Para os livros:</b> alguns continuam sendo lidos em papel, e provavelmente continuarão por um bom tempo. Mas no meu caso, estes são a rara exceção: eu sou um dos clientes que ajudaram <a href="http://www.fastcompany.com/1754259/amazon-declares-the-e-book-era-has-arrived">a Amazon a passar a vender mais ebooks do que livros em papel</a> desde o ano passado, e não sinto falta: pelo contrário, tenho achado mais prático ler livros na tela do que folheá-los, e isso vale para obras de ficção e não-ficção, incluindo livros técnicos. Ou seja: meu acervo de livros continua a crescer, mas ocupa espaço digital, e não prateleiras &#8211; e zero papel. E as exceções, quando há, são bem-vindas também.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/iPad-Zinio-Digital-Magazines-and-Books.jpg" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/iPad-Zinio-Digital-Magazines-and-Books.jpg -->
<li><b>Para as revistas:</b> No caso delas, o uso de mais técnicas de diagramação, a presença mais constante de ilustrações e até mesmo o formato físico me fazem preferir as edições tradicionais em papel.
<p>Mesmo assim estou substituindo-as aos poucos, conforme as assinaturas em papel expiram, sempre que há a possibilidade de <a href="http://www.efetividade.net/2011/03/14/como-assinar-revistas-importadas-no-seu-computador/">assinar suas edições digitais pelo Zinio</a>. Também haverá exceções, e serão bem-vindas.</p>
<li><b>Para os boletos e comprovantes</b>: de todas as operações aqui descritas, esta foi a mais chata de todas: para cada boleto recebido regularmente, descobrir como fazer para colocá-los em débito automático e recebimento do comprovante em formato digital. Deu trabalho, exigiu várias ligações, criação de logins com procedimentos complicados em sites, uma visita a uma agência para assinar uma autorização, mas deu certo para a maioria das contas que eu recebia em papel mensalmente: telefone fixo, celular, plano de interurbanos, internet, TV a cabo, plano de saúde e mais.
<p>Agora eles são arquivados em uma pasta no computador, com nomes de arquivos fazendo referência clara ao seu conteúdo e data, e complementados pela rotina mensal de acessar o extrato dos pagamentos automáticos realizados pelo banco, conferi-lo e armazenar uma cópia na mesma pasta.
</ul>
<p>No caso dos papeis indesejados que chegam pelo correio e que eu não posso solicitar eficazmente que parem de me enviar (catálogos, publicidade, campanhas etc. que não me interessam), o uso de um triturador doméstico é ao mesmo tempo prático, ecológico (porque tende a evitar a maior parte da mistura do papel reciclável com outros materiais) e faz muito bem à motivação do descarte imediato, sem risco do arquivamento inútil &#8220;para ver melhor depois&#8221;.</p>
<h2>Parte 3: Fluxo</h2>
<p>Alguns papeis continuam a chegar, e os que foram substituídos por recepção digital também precisam ser processados.</p>
<p>No caso dos boletos e comprovantes que agora chegam via Internet, já relatei acima o procedimento que adotei. Para os colegas deles que continuam chegando em papel, resolvi eu mesmo me encarregar da digitalização com o scanner da minha multifuncional (usando um software que digitaliza, faz o OCR e salva na pasta certa, com um nome padronizado, ao toque de poucos botões), e aí armazenar o original diretamente na pasta de arquivo morto onde ele ficará nos próximos 5 anos, sem maiores classificações. </p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/NDESK_pushingButton_Large-104755.JPG" title="NDESK_pushingButton_Large-104755.JPG - fonte: NeatDesk (http://store.neat.com/index/page/product/product id/106/product name/NeatDesk) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/NDESK_pushingButton_Large-104755.JPG -->
<p>Mas estes documentos são realmente poucos, e acredito que a tendência é que diminuam a curto prazo, conforme os fusos horários de seus expedidores forem chegando ao século XXI.</p>
<p>Quanto às revistas e livros em papel, quase nada mudou. As alterações são a quantidade em que chegam, que se reduziu bastante, e o procedimento de arquivamento das revistas que opto por guardar: agora se a razão de eu querer guardar a revista for apenas um pequeno artigo, eu o digitalizo, guardo a referência, e dôo ou reciclo o exemplar junto com os demais.</p>
<p>Quanto aos demais documentos de guarda permanente ou de longo prazo, nada mudou para mim ainda, e não tenho pressa, mas tenho expectativa de que algum futuro scanner que eu venha a adquirir vá tornar cômoda o suficiente a operação de criar uma cópia digital de todos eles também (sem descarte do original, claro).</p>
<h2>Complementando com as precauções</h2>
<p>Você guarda os documentos e papeis porque tem a expectativa de precisar deles, ou porque há uma obrigação concreta de fazê-lo. </p>
<p>A substituição do papel por meios digitais não reduz essas necessidades, portanto exige precauções comparáveis às que seriam tomadas com o original em papel, tanto no manuseio quanto no armazenamento.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/Virtualization-and-Data-Backup-Restore-Basics-104755.png" title="Virtualization-and-Data-Backup-Restore-Basics-104755.png - fonte: Virtualization and Data Backup Restore Basics.png (256×256) (http://thecustomizewindows.com/wp content/uploads/2011/08/Virtualization and Data Backup Restore Basics.png) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/Virtualization-and-Data-Backup-Restore-Basics-104755.png -->
<p>No meu caso, isso se traduz em uma cópia local, uma cópia on-line para acesso remoto seguro, mais o backup regular (em um disco externo) e backup criptografado on-line. Adote o procedimento que for adequado ao valor que você dá aos registros, mas de modo geral mantê-los apenas como o exemplar único no disco em uso no computador não é algo que eu classificaria como segurança suficiente.</p>
<p>Além disso, precauções como verificar se os documentos recebidos on-line estão legíveis e corretos, se os pagamentos foram realizados e há registro suficiente disso, se os documentos escaneados por você estão completos e com o nome certo, entre outros, são básicos e não podem ser deixados de lado.</p>
<p>Para completar, não recomendo embarcar nesta alternativa tão radicalmente a ponto de começar imediatamente a descartar originais em papel assim que os digitaliza. O original pode ter valor, e mantê-lo (em uma caixa ou outro recurso de arquivamento simples e que exija menos esforço e espaço que as tradicionais pastas suspensas) até ter certeza da plena validade jurídica das cópias digitais produzidas por você provavelmente vale a pena.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Produtividade pessoal: defina melhor suas ações e metas</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2012/01/03/produtividade-pessoal-defina-melhor-suas-acoes-e-metas/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 11:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[GTD]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[No planejamento pessoal, a estratégia, os objetivos e os processos são tão importantes como sempre, mas como quem planeja, executa e avalia é uma mesma pessoa, a objetividade na hora de definir as ações e as metas acaba sendo especialmente crucial, fazendo a diferença entre a execução e o &#8220;semana que vem eu vejo&#8221;. Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No planejamento pessoal, a estratégia, os objetivos e os processos são tão importantes como sempre, mas como quem planeja, executa e avalia é uma mesma pessoa, a objetividade na hora de definir as ações e as metas acaba sendo especialmente crucial, fazendo a diferença entre a execução e o &#8220;semana que vem eu vejo&#8221;.</p>
<p>Como estamos no início do ano, muitos leitores estarão fazendo seus planejamentos para 2012, e &#8211; como sempre &#8211; a parte fácil é definir os objetivos gerais. Na hora de passar para o específico da execução, quando a intenção precisa virar esforço, o bicho pega.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/goals-dart-bullseye-104755.jpg" title="goals-dart-bullseye-104755.jpg - fonte: goals dart bullseye.jpg (425×282) (http://www.johnstonefitness.com/wp content/uploads/2011/12/goals dart bullseye.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/goals-dart-bullseye-104755.jpg -->
<p>Que tal tornar seu planejamento mais realizável? Pensar nas ações práticas (ou pelo menos nas primeiras delas) de cada objetivo, e em como avaliar na prática o seu grau de sucesso em cada um deles, pode ajudar bastante.</p>
<p>Para isso, veremos a seguir os atributos que você deve procurar nas ações e metas que inclui nos seus planejamentos pessoais </p>
<h2>Ações</h2>
<p>Quando definimos um plano pessoal, frequentemente caímos na armadilha de manter um grau de abstração muito elevado, anotando na lista de pendências só um resultado desejado, e não as atividades do mundo real necessárias para que cheguemos a eles.</p>
<p>Um exemplo prático: eu passei meses de 2011 com a seguinte pendência anotada no meu <a href="http://www.efetividade.net/2011/11/10/na-pratica-como-eu-uso-o-ztd-e-o-wunderlist-para-ter-mais-produtividade-pessoal/">Wunderlist</a>: <b>&#8220;Cancelar recebimento de contas pelo correio e passar a receber pela Internet&#8221;</b>.</p>
<p>Parece uma ação? Não é, é um objetivo, ou no mínimo o resultado de uma série de ações encadeadas. E da forma como estava descrito, ele passou meses sem ser tocado, porque era amplo e complexo demais para ser colocado na agenda de qualquer dia.</p>
<p>Numa <a href="http://www.efetividade.net/2011/11/21/ztd-minimalista-revisoes/">revisão semanal</a> no início de dezembro, resolvi rever as ações pendentes há mais tempo, e ela estava lá, desafiadora. Foi só então que me ocorreu que eu havia cometido o clássico erro da abstração demasiada na hora de definir a ação. </p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/Zen-stones-104755.jpg" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/Zen-stones-104755.jpg -->
<p>A solução foi imediata e simples: identificar e registrar as ações encadeadas necessárias, que ficaram mais ou menos assim:</p>
<ol>
<li>Reunir o exemplar mais recente de cada uma das contas que eu recebo pelo correio
<li>Seguir as instruções para solicitar o recebimento on-line de cada uma delas, quando houver
<li>Anotar a lista dos contatos das que não tiverem instruções
<li>Entrar em contato com cada um deles e solicitar
</ol>
<p>Assim, após meses de inação, nos 2 ou 3 dias seguintes eu concluí os passos 1 a 3, e já em janeiro não vou receber em papel algumas das contas. A lista produzida no passo 3 está anotada no Dropbox e no meu celular, e já fiz algumas ligações do passo 4. Em breve a tarefa estará concluída (ao menos para as contas em que este serviço estiver disponível).</p>
<p>O exemplo clássico da importância de pensar em ações concretas, e não só em resultados, é dado por David Allen no seu livro <a href="http://www.efetividade.net/2006/11/11/gtd-conheca-um-metodo-eficaz-de-organizacao-e-produtividade-pessoal-que-pode-melhorar-sua-motivacao-e-seus-resultados/">Getting Things Done (GTD)</a>: a pessoa anota na lista de pendências que precisa fazer uma reunião com determinados fornecedores e parceiros, e ela acaba nunca ocorrendo, porque o que ela anotou é um resultado, e não a próxima ação que precisa de fato realizar.</p>
<p>A solução, naturalmente, é pensar sempre na próxima ação prática, e nas que a sucederão: definir pauta e objetivos, identificar locais, datas e horários disponíveis, agendar cada um dos que deverão estar presentes, etc.</p>
<p>O conceito de <i>próxima ação</i> é central ao GTD e a outros métodos de produtividade pessoal, e Allen o define assim: &#8220;a próxima atividade física e visível que seria necessária para fazer a situação caminhar rumo à sua conclusão&#8221;.</p>
<p>Portanto, ao planejar seus objetivos pessoais, não deixe de ao menos elencar junto a eles as primeiras ações necessárias &#8211; e assim você escapará de objetivos abstratos demais, complexos demais, incompatíveis entre si, além de perceber melhor eventuais relações de dependência ou causa-efeito entre eles.</p>
<h2>Metas</h2>
<p>Os indicadores e suas metas permitem verificar o seu desempenho ao longo da execução de um plano, e ter um critério objetivo para verificar se cada um dos objetivos foi atingido. </p>
<p>Em um planejamento pessoal, o seu &#8220;eu planejador presente&#8221; frequentemente entrará em conflito com o seu &#8220;eu executor futuro&#8221;, que infelizmente também é o seu &#8220;eu avaliador futuro&#8221;, e às vezes aceita ser seduzido por subterfúgios que flexibilizam artificialmente o cumprimento da meta, e assim permite que a meta de &#8220;entrar em forma&#8221; seja cumprida pela compra de uma cinta modeladora, e a de &#8220;aprender inglês&#8221; seja encerrada ao comprar um aplicativo tradutor para o celular.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/Man-Climbing-the-Ladder-of-Success-258237.jpeg" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/Man-Climbing-the-Ladder-of-Success-258237.jpeg -->
<p>No papel de &#8220;eu planejador&#8221;, contorne a tendência acomodadora do seu &#8220;eu futuro&#8221; definindo metas claras e objetivas, buscando atender aos seguintes critérios:</p>
<p><b>Definição completa:</b> A meta deve estar registrada de forma a dizer não só qual o resultado a alcançar, mas também como e onde medir, quem vai medir e quando.</p>
<p><b>Vale o que está escrito:</b> As definições das metas devem estar registradas por escrito de forma simples, e conjunto delas deve estar reunido, visível e compreensível por todos os envolvidos &#8211; quem vai executar, quem vai ser beneficiado ou afetado, quem vai avaliar &#8211; mas no caso dos planos pessoais, é possível que todas as listas se resumam a uma pessoa apenas: você.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/Goals-targets-104755.jpg" title="Goals-targets-104755.jpg - fonte: Goals and targets.jpg (708×398) (http://www.spice4life.co.za/sites/tribaltactics.drupalgardens.com/files/styles/featured article image/public/images/articles/Goals%20and%20targets.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/Goals-targets-104755.jpg -->
<p><b>Régua e compasso:</b> A meta precisa ser mensurável de forma prática e objetiva, de tal forma que qualquer pessoa que faça a medição chega ao mesmo resultado, e à mesma conclusão sobre a meta ter ou não sido atingida. &#8220;Entrar em forma&#8221; não é uma boa meta, mas &#8220;perder 6 kg até junho&#8221; pode ser.</p>
<p><b>De olho no que interessa:</b> Quando se trata de estratégia, geralmente a ênfase é em medir o resultado oferecido a quem se beneficia das atividades, e não o esforço dos envolvidos. Mas no caso dos planejamentos pessoais, em que planejador, executor e beneficiado frequentemente são a mesma pessoa, lembre-se de medir o seu envolvimento prático. Em outras palavras, medir só quantos quilos você perdeu não basta: pode ser importante para a sua motivação medir o percentual de refeições semanais em que você respeitou plenamente a dieta, ou o número de horas de exercício, por exemplo.</p>
<p><b>Com noção:</b> Uma boa meta precisa ser plausível, ou seja, seu atingimento precisa ser visto como possível, dentro dos cenários de futuro mais realistas ou esperados. Definir metas inatingíveis ou que dependam de circunstâncias improváveis e fora do controle dos envolvidos não motiva, e reduz o impacto positivo das demais metas.</p>
<p><b>Com emoção:</b> Não basta a meta ser plausível: ela precisa ser desafiadora, deixando claro que os resultados superiores desejados exigem fazer mais do que o trivial, com superação do que hoje já se pratica.</p>
<h2>Executar e acompanhar</h2>
<p>Planejar não basta: é necessário transformar em realidade. Eu tenho adotado com sucesso um método simples de produtividade pessoal chamado ZTD, cuja ênfase é na execução.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/checklist-104755.jpg" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/checklist-104755.jpg -->
<p>Nos 3 posts a seguir, apresento o essencial sobre o método e a forma como o pratico, que você pode investigar como forma de suporte ao seu próprio planejamento pessoal em 2012:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2011/11/03/ztd-um-jeito-zen-e-minimalista-de-buscar-a-produtividade-pessoal/">ZTD: um jeito Zen (e minimalista) de buscar a produtividade pessoal</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2011/11/10/na-pratica-como-eu-uso-o-ztd-e-o-wunderlist-para-ter-mais-produtividade-pessoal/">Na prática: como eu uso o ZTD e o Wunderlist para ter mais produtividade pessoal</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2011/11/21/ztd-minimalista-revisoes/">ZTD minimalista: mais efetividade com revisões semanais</a>
</ul>
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		<title>Natal e aeroportos: como sofrer menos com o caos aéreo</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 15:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilas]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos chegando ao final de semana em que muitos brasileiros vão viajar para suas férias ou para passar as festas de final de ano em família. Os aeroviários já anunciaram a possibilidade de greve, e o histórico permite esperar que &#8211; mesmo que nenhum vulcão interfira &#8211; alguma companhia aérea venderá passagens a mais, vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos chegando ao final de semana em que muitos brasileiros vão viajar para suas férias ou para passar as festas de final de ano em família. </p>
<p>Os aeroviários já anunciaram a possibilidade de greve, e o histórico permite esperar que &#8211; mesmo que nenhum vulcão interfira &#8211; alguma companhia aérea venderá passagens a mais, vai se confundir com suas escalas de funcionários, ou terá problemas com alguma aeronave e não terá outra de reserva à disposição, e assim cause o efeito dominó de cancelamentos e atrasos de vôos em todo o país, mantendo milhares de passageiros por  longos períodos de espera e desinformação</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/200480665-001.jpg" title="200480665-001.jpg"></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/200480665-001.jpg -->
<p>Mesmo sabendo que isso acontece todos os anos, a tendência é que percamos facilmente o controle da situação, quando vira realidade: poucos de nós conseguem ter influência o suficiente para fazer um transporte alternativo (ou alimentação, hospedagem, etc.) surgir em um aeroporto fechado ou informações completas passarem a fluir de uma companhia aérea em dificuldades (causadas por ela mesma ou não) &#8211; e esperar pelas providências legais ou jurídicas pode consolar, mas raramente resolve a situação imediata.</p>
<p>Prevenção boa mesmo seria poder evitar viajar nesta época, mas nem todo mundo pode. Já que o risco é grande e aumenta nos próximos 15 dias, não custa repassar algumas dicas práticas e se preparar para, pelo menos, reduzir o nível de stress e fadiga caso isso aconteça conosco ou com quem está vindo nos visitar (sinta-se à vontade para mandar a URL deste post para seus familiares!).</p>
<p><span id="more-4334"></span></p>
<h2>7 dicas (+ 1 bônus) para aguentar melhor o caos no aeroporto</h2>
<p>Quem não se estressa com os longos deslocamentos congestionados até chegar nos aeroportos, as longas filas das companhias aéreas, longas esperas, atrasos, informações deficientes, correrias para pegar conexões, companhias aéreas que mandam desligar durante todo o vôo até os celulares que têm modo avião, desconforto a bordo e toda a variedade de obstáculos no caminho de uma viagem aérea tranquila?</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/man-waiting-airport-ottawa-23137577241.jpg" title="man waiting airport ottawa 23137577241.jpg - fonte: man waiting airport ottawa 23137577241.jpg (500×309) (http://ilonggobears.files.wordpress.com/2010/09/man waiting airport ottawa 23137577241.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/man-waiting-airport-ottawa-23137577241.jpg -->
<p>Sair mais cedo, planejar bem os deslocamentos e outras dicas de puro bom senso também se aplicam, mas as dicas a seguir buscam oferecer outras formas simples de planejar e exercitar o conforto possível nas situações adversas comuns nos vôos brasileiros.<br />
&nbsp;</p>
<h2>1 &#8211; Acelerando o tempo com entretenimento pessoal</h2>
<p>Não ter algo para proporcionar alguma distração é uma forma certeira de abrir espaço para a mente se fixar no desconforto da situação, amplificando a sensação do assento apertado, do vizinho chato da poltrona ao lado, ou da espera interminável por informações ou pelo embarque.</p>
<p>Quem não tem com que fazer passar o tempo vai ver os minutos se escoarem como se fossem horas, enquanto olha o painel de horários de vôos que parece nunca se alterar.</p>
<p>Para piorar, nem sempre se pode contar com a livraria do aeroporto para suprir alguma distração nessas horas &#8211; elas fecham nos horários em que mais sentimos falta delas. </p>
<p>Mas todos temos nossos passatempos favoritos, e muitos deles são portáteis o suficiente para ir na bagagem de mão: um bom livro, revistas, jogos eletrônicos, palavras cruzadas, sudoku &#8211; leve suprimento suficiente para todo o trajeto!</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/ipad_airplane-104755.jpg" title="ipad_airplane-104755.jpg - fonte: ipad airplane.jpg (1280×960) (http://q8mug.com/prime/wp content/uploads/2010/04/ipad airplane.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/ipad_airplane-104755.jpg -->
<p>Quem conta com o celular para oferecer jogos, músicas, vídeos ou leituras durante a viagem aérea precisa ficar duplamente atento: além da possibilidade de ficar sem bateria para quando precisar se comunicar, há momentos do vôo em que seu uso é proibido, mesmo que o seu aparelho disponha de um &#8220;modo avião&#8221; e a aeronave esteja em solo. </p>
<p>Em parte desses casos, o uso de notebooks, tablets, videogames portáteis, media players e outros aparelhos pode continuar permitido, então se você tiver levado consigo alguma dessas alternativas, ainda poderá contar com entretenimento eletrônico individual a bordo.</p>
<p>Até algum tempo atrás, além de um livro (cujas baterias nunca acabam!), eu costumava viajar levando um videogame PSP com vários jogos, músicas e vídeos na memória, e a bateria dele era suficiente para me manter entretido durante a viagem. Continua achando uma boa opção, e não me parece que nenhuma companhia o proíba.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/ipad-plane-entertainment.jpg" title="ipad plane entertainment.jpg - fonte: ipad plane entertainment.jpg (320×180) (http://www.fidgywidgy.com/wp content/gallery/ipad airplane entertainment/ipad plane entertainment.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/ipad-plane-entertainment.jpg -->
<p>Mas hoje tenho um tablet, e nas viagens recentes foi ele que me atendeu, com sua bateria que dura cerca de 9h de uso, permitindo assistir a um vídeo numa tela maior, jogar um pouco, ouvir música, ler alguns ebooks e até colocar em dia as leituras dos artigos da web que eu gravei para leitura posterior (offline, claro) com o <a href=http://www.instapaper.com/>Instapaper</a>. Se você tiver um, é o que eu recomendo para complementar as opções de distração a bordo e nas esperas.</p>
<p>Quanto ao conteúdo, além dos ebooks e audiobooks (ouvir audiobooks e podcasts geralmente consome menos bateria do que vídeos e jogos) que estiverem à mão, sou fã de alguns seriados da TV, e para levar em vôos prefiro converter (usando o software gratuito Handbrake) os DVDs de alguns episódios das séries que possuo, do que converter algum filme &#8211; as interrupções em escalas, serviço de bordo, etc. tornam mais prático assistir a múltiplos episódios de menor duração do que um único filme maior.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/bose-on-ear-headphones.jpg" title="bose on ear headphones.jpg - fonte: bose on ear headphones.jpg (400×300) (http://www.best ipod online.com/images/bose on ear headphones.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/bose-on-ear-headphones.jpg -->
<p>Um bom fone de ouvido (com fio! senão podem proibir você de usar a bordo) com isolamento de ruídos externos (e que não vaze os seus próprios ruídos para incomodar o vizinho de poltrona) pode ser um bom complemento, desde que você tenha alguém para cutucar você quando alguma informação importante for passada pelo sistema de áudio!<br />
&nbsp;</p>
<h2>2 &#8211; Menos preocupação com extravio de bagagens</h2>
<p>O extravio (temporário ou definitivo) da bagagem despachada é um risco permanente, e aumenta na temporada do caos aéreo. É difícil eliminar a possibilidade, mas é possível reduzi-la, usando malas em boas condições, fechando-as bem, identificando-as com clareza tanto externa quanto internamente com os contatos de onde você vai estar &#8211; e assim aumentando a chance de uma devolução mais rápida quando ela for encontrada.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/baggage-tags2.jpg" title="baggage tags2.jpg - fonte: baggage tags2.jpg (593×543) (http://www.stephend.com/ba001/baggage tags2.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/baggage-tags2.jpg -->
<p>Tirar uma foto do conteúdo da mala pode ser útil como um paliativo para o caso de uma futura necessidade de reembolso, além de facilitar a arrumação de malas futuras, com base na lista de itens que constam nas fotografias das malas anteriores.</p>
<p>Se você for viajar sozinho e despachar bagagem, duas malas pequenas podem ser bem melhores do que uma grande, tanto pela praticidade do transporte quanto para situações de extravio &#8211; especialmente se você dividir o conteúdo delas de maneira preventiva, de forma a ter como &#8220;se virar&#8221; com algum conforto se qualquer uma das duas se extraviar mas a outra chegar ao destino.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/IMG_1838.JPG" title="IMG 1838.JPG - fonte: IMG 1838.JPG (1000×666) (http://lh3.ggpht.com/ 2IVdHcbY7YE/S31PP saJDI/AAAAAAAAGpM/4azs6WmKka0/IMG 1838.JPG) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/IMG_1838.JPG -->
<p>E se for viajar em família, combine de reservar 20% da mala de cada pessoa para a bagagem da outra &#8211; e assim, no caso do extravio de apenas uma das malas, a outra pessoa ainda terá ao menos um kit básico que estava na mala dos outros familiares, enquanto lida com o inevitável stress de lutar contra a companhia responsável pelo extravio. (<a href="http://www.efetividade.net/2010/09/16/5-dicas-para-evitar-o-stress-das-viagens-aereas/#comment-340444">dica do leitor Eloi Gonçalves</a>)<br />
&nbsp;</p>
<h2>3 &#8211; Informações sob controle</h2>
<p>Para mim, uma viagem significa um dilúvio de dados a ser gerenciado. Passagens, números e horários de vôos, vouchers de hoteis, endereços de destinos, portões de embarque, restaurantes recomendados, horários, arquivos, inúmeros cartões de visitas recebidos, comprovantes de embarques e despesas, onde está estacionado o carro, etc., etc., etc.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/drowning-in-custody-papers.jpg" title="drowning in custody papers.jpg - fonte: drowning in custody papers.jpg (297×216) (http://www.custodyxchange.com/custody/img/drowning in custody papers.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/drowning-in-custody-papers.jpg -->
<p>Existem várias estratégias para lidar com isso, mas a minha é a mesma há anos, e vem funcionando bem, baseada em 2 ferramentas básicas: </p>
<ol>
<li>um envelope grande e
<li>a câmera do celular.
</ol>
<p>Tanto a busca da tranquilidade quanto a da produtividade pessoal, por meio de métodos como o <a href=http://www.efetividade.net/2006/11/11/gtd-conheca-um-metodo-eficaz-de-organizacao-e-produtividade-pessoal-que-pode-melhorar-sua-motivacao-e-seus-resultados/>GTD</a>, pressupõem deixar a atenção e foco disponíveis para as tarefas de cada momento, e assim ficar permanentemente tentando acompanhar e memorizar todas as informações mencionadas acima prejudica o resultado.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/envelope-1611016.jpg" title="envelope 1611016.jpg - fonte: 1611016.jpg (400×300) (http://loja.webdados.pt/items img/1611016.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/envelope-1611016.jpg -->
<p>É aí que entram em cena as 2 ferramentas mencionadas acima: cada novo papel (ou informação exibida em tela de computador) que chega às minhas mãos no aeroporto, hotel, locadora, sala de espera, etc. é fotografado no celular (para que eu possa ter acesso rápido ao seu conteúdo quando quiser) e assim que possível é guardado no envelope, que vai num bolso facilmente acessível (e protegido com cadeado) na bagagem de mão.</p>
<p>Informações que exijam uma ação adicional são registradas na ferramenta mais apropriada (por exemplo, horários de compromissos vão para a agenda, <a href="http://www.efetividade.net/2011/11/10/na-pratica-como-eu-uso-o-ztd-e-o-wunderlist-para-ter-mais-produtividade-pessoal/">pendências vão para o aplicativo Wunderlist</a>, e a maioria das outras informações de referência podem ir para o Evernote) posteriormente, a partir das fotos, aproveitando as enormes quantidades de tempo dispendidos em salas de embarque e de espera. </p>
<p>Se necessário, os documentos guardados no envelope servem como backup ou complemento durante a viagem. Quando retorno, arquivo-os ou encaminho-os para onde for necessário, antes de terminar o processamento da viagem.<br />
&nbsp;</p>
<h2>4 &#8211; Atitude positiva: gerenciando o stress</h2>
<p>Passatempos não são suficientes para prevenir o stress, que pode surgir até na mais aguardada viagem de lazer. </p>
<p>Nossos conhecimentos e habilidades nem sempre fazem a diferença quando estamos em uma situação completamente fora do nosso controle: <b>as atitudes é que permitem construir a diferença entre o profundo stress e um incômodo gerenciado</b>.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/airport-chaos-104755.jpg" title="airport-chaos-104755.jpg - fonte: airport chaos.jpg (350×232) (http://www.v brazil.com/news/wp content/uploads/2007/08/airport chaos.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/airport-chaos-104755.jpg -->
<p>Como consumidores, sempre esperamos o atendimento com o nível de conforto que é nosso direito, e pelo qual muitas vezes estamos pagando caro. Amenidades como o check-in antecipado on-line, ou a possibilidade de fazer viagens curtas levando apenas bagagem de mão, ajudam a tornar mais prático o ato de viajar.</p>
<p>Mas às vezes as coisas começam a dar errado ao nosso redor e fora do nosso controle, e logo se percebe as maneiras diferentes como as pessoas lidam com a situação, e como isso se reflete no seu próprio nível de stress.</p>
<p>Alguns permitem que a revolta domine suas reações, e passam as horas olhando intensamente para os painéis e esbravejando contra o atraso, o assento apertado ou a falta de informações confiáveis, enquanto outros conseguem agir como necessário e aguardar com o máximo de conforto possível (nas circunstâncias), até que a situação, usualmente fora do seu controle, seja resolvida ou superada.</p>
<p>Sabemos que o nível de conforto oferecido pelos aeroportos e companhias aéreas nessas horas geralmente deixa muito a desejar, faltando acomodações, informação atualizada, alimentação, comunicação e muito mais. </p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/Airport-Travel-Stress.jpg" title="Airport Travel Stress.jpg - fonte: Airport Travel Stress.jpg (466×300) (http://www.gosimply.com/blog/wp content/uploads/2010/07/Airport Travel Stress.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/Airport-Travel-Stress.jpg -->
<p>Mas uma atitude negativa que não melhore em nada a sua situação, nem a que ocorre ao seu redor é, na menos pior das hipóteses, um grande desperdício de energia. </p>
<p>A forma como lidamos com a situação pode fazer grande diferença, e reduzir o nosso próprio nível de desconforto geralmente está ao nosso alcance, se atentarmos para nossa própria atitude.</p>
<p>Alguma prevenção &#8211; por exemplo, evitando viajar com roupas desconfortáveis ou bagagem de mão difícil de carregar &#8211; também pode ajudar!<br />
&nbsp;</p>
<h2>5 &#8211; Comunicações: Conexão à web em (quase) todo lugar</h2>
<p>Dispor de comunicações com as pessoas que ficaram na cidade de onde partimos e com as que encontraremos nas cidades de destino (quando um dia conseguirmos chegar lá) é essencial.</p>
<p>Vários aeroportos brasileiros dispõem de redes Wi-Fi, algumas delas providas pela Infraero e outras oferecidas por provedores comerciais dos quais você pode contratar o serviço na hora, pagando com seu cartão de crédito por meio de seu próprio micro, a não ser que já seja cliente conveniado e disponha de uma franquia de horas. Informe-se previamente sobre as condições nos aeroportos de sua rota.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/wifi-hack-104755.jpg" title="wifi-hack-104755.jpg - fonte: wifi hack.jpg (363×331) (http://cyberzone.in/wp content/uploads/2011/09/wifi hack.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/wifi-hack-104755.jpg -->
<p>Mas em boa parte dos destinos brasileiros é possível contar também com o serviço móvel 3G das operadoras de celular, e dispor previamente deste tipo de conexão no seu notebook ou smartphone pode ser a forma de conseguir ter acesso a mais informações e contatos durante longas esperas, ou uma maneira alternativa de se informar sobre o que está acontecendo, quando as companhias aéreas se negam a prestar informações completas.</p>
<p>A qualidade do serviço 3G varia, mas mesmo uma conexão ruim e que só funciona em alguns lugares é melhor do que não ter conexão nenhuma em lugar nenhum. </p>
<p>Ainda que você não disponha de um modem 3G para usar no seu notebook, verifique (previamente!) a possibilidade de realizar a conexão dele por meio do seu celular (na operação conhecida como <i>tethering</i> &#8211; ou &#8220;Acesso Pessoal&#8221;, nos Ajustes do iPhone), via Wi-Fi, Bluetooth ou cabo USB, e esteja preparado caso a necessidade de uso apareça, pois você não terá como pesquisar isso no Google se não conseguir se conectar ;-)<br />
&nbsp;</p>
<h2>6 &#8211; Fazendo durar as baterias</h2>
<p>Em viagens é comum acontecer de o notebook ter de funcionar ao longo de um período extenso sem possibilidade de recarga &#8211; e aí o esquema é desativar os efeitos 3D, reduzir o número de processos desnecessários em execução, desligar o bluetooth e a rede wireless (se não estiverem em uso), e ficar de olho nas oportunidades de usar uma tomada &#8211; se possível, sendo um bom companheiro, e compartilhando-as com os demais. </p>
<p>Quando nenhuma tomada está à mão e é necessário usar uma conexão 3G (voraz consumidora de energia), eu procuro usar os recursos de trabalho off-line disponíveis nos aplicativos &#8211; conecto, busco as informações necessárias, desconecto, opero sobre elas (por exemplo, escrevendo respostas a todos os e-mails importantes), aí reconecto, envio e recomeço o procedimento. A não ser que a etapa de processamento seja curta, manter a conexão ativa enquanto estamos operando apenas com recursos locais é um dreno desnecessário para a bateria.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/duracell-powerpack.jpg" title="duracell powerpack.jpg - fonte: duracell powerpack.jpg (470×380) (http://www.uncrate.com/men/images/2009/02/duracell powerpack.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/duracell-powerpack.jpg -->
<p>No caso do celular, já demos <a href=http://www.efetividade.net/2008/02/25/como-aumentar-a-duracao-da-bateria-do-celular-e-smartphone/>várias dicas para aumentar a duração da bateria</a>, mas o Lifehacker <a href=http://lifehacker.com/5236603/top-10-battery-hacks-tips-and-tricks>insiste</a> em uma que não mencionamos na ocasião: deixar o celular em contato com nosso corpo (por exemplo, no bolso da calça) tem um malefício extra: o calor acelera o consumo da bateria. Uma razão a mais para deixá-lo em um local mais saudável. </p>
<p>Para mim, a regra de ouro é não misturar as baterias de entretenimento e as de serviço. Quando o aviso de que vai haver um longo atraso chegar, faço questão de ter bastante bateria disponível no telefone e netbook para todos os contatos, consultas e procedimentos que desejar fazer, e ficaria profundamente desapontado comigo mesmo se já as tivesse gastado assistindo a seriados e jogando <a href=http://www.rovio.com/index.php?page=angry-birds>Angry Birds</a>!</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/1845.13185.600x400.IBAT3_2.jpg" title="1845.13185.600x400.IBAT3 2.jpg - fonte: iPad, iPhone &#038; iPod Accessories Power reNUE   Battery Pack and Charger for iPod and iPhone (http://www.scosche.com/products/sfID1/210/sfID2/318/productID/1845) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/1845.13185.600x400.IBAT3_2.jpg -->
<p>Além disso, para garantir, eu levo comigo (e muitas vezes já foi útil) um <a href="http://br-mac.org/2011/04/hypermac-bateria-externa-multiplica-a-autonomia-do-macbook/">carregador externo</a> com bateria própria que serve para o notebook, o tablet e o celular. Existem modelos variados, alguns que operam a partir de pilhas palito comuns, que podem ser essenciais para manter seu celular funcionando.<br />
&nbsp;</p>
<h2>7 &#8211; Planeje a segurança</h2>
<p>Nada que você faça pode tornar desnecessária a atenção à segurança em todos os momentos em que você esteja em trajeto portando bagagens e valores. </p>
<p>Mesmo assim, é possível que você possa ter um pouco mais de paz de espírito para aproveitar a viagem, ou mesmo para descansar um pouco e estar em condições de aproveitar melhor o destino, se tomar algumas precauções antes.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/mosquetao-carabiner.jpg" title="mosquetao carabiner.jpg - fonte: mosquetão.jpg (350×322) (http://3.bp.blogspot.com/ qSvxZ6BXbcI/TBlLKvxxGdI/AAAAAAAAAFQ/54a4VQucocw/s400/mosquet%C3%A3o.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/mosquetao-carabiner.jpg -->
<p>Uma dica bem simples é levar na bagagem de mão um chaveiro do tipo mosquetão, como o da foto acima (deve ter vários na seção de camping do hipermercado mais próximo), e usá-lo para prender as correias de todas as malas e sacolas sempre que for dar atenção a outra coisa &#8211; como uma parada para o lanche, a leitura de um livro ou o uso do notebook numa sala de embarque, por exemplo. Se puder prender o conjunto de bagagens a algum objeto fixo, ou mesmo passar uma de suas pernas pela correia de uma das mochilas, melhor ainda.</p>
<p>A razão é simples: os ladrões que atuam nesses lugares contam com a desatenção de todos, inclusive do proprietário do item que ele planeja roubar. Mas se para levar um componente da sua bagagem ele for precisar soltar uma correia ou fivela, certamente ele preferirá ir adiante até encontrar alguém menos precavido. E caso ele não perceba a sua preparação e mesmo assim tente roubá-lo, você terá uma chance maior de perceber.</p>
<p>Fechar os zípers das mochilas com cadeados funciona com base no mesmo princípio: claro que o ladrão ainda poderá levar a mochila inteira, e nem terá muita dificuldade em arrebentar o cadeadinho, se tiver tempo para tentar. Mas o que ele quer é agir sem ser notado, então se a sua bagagem der um pouco mais de trabalho que a de quem não tomou precauções, as chances já estarão a seu favor, ainda que você não fique protegido contra um ladrão firmemente determinado a escolher você. </p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/cadeado-pado.jpg" title="cadeado pado.jpg - fonte: img (400×400) (http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&#038;f=130816477 5423.jpg&#038;v=O) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/cadeado-pado.jpg -->
<p>Mas cuidado ao usar cadeados em bagagens que serão despachadas &#8211; consulte antes o regulamento, pois as inspeções de segurança feitas fora da sua presença podem exigir arrebentá-los. Existem cadeados feitos para permitir a inspeção pelas autoridades norte-americanas, mas desconheço a existência de similares voltados ao Brasil.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/asp29us_use1_desk-331017.jpg" title="asp29us use1 desk 331017.jpg - fonte: asp29us use1 desk 331017.jpg (400×291) (http://crunchgear.com/wp content/uploads/asp29us use1 desk 331017.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/asp29us_use1_desk-331017.jpg -->
<p>Sempre que a ocasião permite, levo comigo uma trava para notebook e bagagem como a Defcon-1, da Targus, mostrada na imagem acima. Além de servir para fixar o notebook à mobília (mais uma vez fazendo com que o ladrão casual potencial vá preferir procurar outra vítima menos precavida), ela tem um sensor de movimento e alarme sonoro, que podem ser ativados até mesmo como segurança auxiliar para a bagagem, quando você a deixa no chão da sala de embarque enquanto joga Bejeweled no celular e espera a conexão atrasada. Se alguém mexer, ela apita. Só não esqueça de destravar antes de levantar ou se for despachar&#8230;</p>
<p>Outras dicas óbvias que muita gente não segue porque acha que o desastre só acontece com os outros: faça backup antes de todos os dados valiosos do seu notebook ou dispositivo móvel, não leve com você o backup (pode se extraviar junto!), não deixe evidente que você leva itens valiosos, coloque senhas fortes em tudo (notebook, smartphone, etc.), não use serviços on-line relevantes em redes públicas ou abertas, não largue objetos valiosos (tablet, celular, câmeras, jogos eletrônicos, etc.) em lugar nenhum, se possível instale e ative os serviços anti-furto do seu celular e notebook, e tenha anotado em lugar seguro e acessível os números de série, marca e modelo de todos os aparelhos valiosos que levar consigo.<br />
&nbsp;</p>
<h2>Bônus: A bagagem de mão do viajante prevenido</h2>
<p>Quando o viajente tem foco na preservação do conforto possível durante situações adversas em aeroportos e aviões, ele leva a bagagem de mão em um único volume, com alças confortáveis, e incluindo alguns itens indispensáveis:</p>
<ol>
<li><b>Dinheiro trocado</b>. Às vezes o produto ou serviço que você mais deseja, às 3 da manhã em um saguão lotado, depende de alguém que não terá como trocar R$ 50.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/victorinoxharside.jpg" title="victorinoxharside.jpg - fonte: victorinoxharside.jpg (252×476) (http://www.blogcdn.com/www.luxist.com/media/2010/08/victorinoxharside.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/victorinoxharside.jpg -->
<li><b>Muda de roupa extra</b>: tanto pensando em situações climáticas imprevistas (como acontece todos os dias de inverno com pessoas que não sabiam que fariam conexões em São Paulo para vôos ao Nordeste) quanto na possibilidade de querer trocar de roupa em uma permanência prolongada em um saguão de aeroporto. Afinal, encarar uma espera noite adentro em um saguão de aeroporto em roupas suadas, ou tremendo de frio, amplia bastante o stress. Escolha peças versáteis e que ocupem pouco espaço &#8211; também pode servir como medida extrema em caso de extravio de bagagem.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Conexão móvel à Internet</b>. Veja a dica acima sobre conexão à web em (quase) todo lugar.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/555_7910_0000_Lr.jpg" title="555 7910 0000 Lr.jpg - fonte: 555 7910 0000 Lr.jpg (400×400) (https://shop.briggscorp.com/img catalog/555 7910 0000 Lr.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/555_7910_0000_Lr.jpg -->
<li><b>Travesseiro inflável</b>: fácil de encontrar em lojas de malas e em aeroportos, ele quase não ocupa espaço, é fácil de inflar e esvaziar, e reduz o desconforto tanto a bordo quanto nas situações extremas de espera em saguões.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Celular com bastante carga, crédito, e habilitado</b> para funcionar no destino. Querer e não poder ligar para pedir uma providência ou avisar de uma mudança inesperada de itinerário ou horários pode ser uma grande frustração. Prevenir isso depende de parcimônia no uso da bateria e, quando possível, da presença do carregador e de uma tomada funcionando.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/noise-canceling-headphones_48.jpg" title="noise canceling headphones 48.jpg - fonte: noise canceling headphones 48.jpg (400×300) (http://www.gizmowatch.com/images/noise canceling headphones 48.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/noise-canceling-headphones_48.jpg -->
<li><b>Fones de ouvido com supressão de ruídos externos</b>. Isolar-se auditivamente do stress ao seu redor pode ser positivo, mas só deve ser feito em situações de espera em terra se houver alguém para lhe avisar se houver algum aviso ou novidade. Tampões de ouvido podem ser usados para a mesma finalidade.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/13epm703.gif" title="13epm703.gif - fonte: 13epm703.gif (250×250) (http://www.connevans.co.uk/store/images/13epm703.gif) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/13epm703.gif -->
<li><b>Máscara para dormir</b>: quando estiver em um local seguro ou puder contar com alguém de confiança para ficar de sentinela, a máscara aumenta a chance de tirar uma soneca mesmo em ambientes cheios de movimentos e luzes.
<li><b>Cadeados com segredo</b>. Aeroportos são locais de risco, e basta um pouco de distração para algo ser surrupiado de sua bagagem de mão, cheia de bolsos convenientes. Um cadeado com segredo (testado antes de usar!) reduz bastante este risco, e não exige que você leve chaves no bolso e faça apitar cada detector de metais pelo caminho!<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Distração</b>. Leitura, passatempo, música, jogos&#8230; Veja acima a dica sobre Entretenimento Pessoal.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/escovadedentes.jpg" title="escovadedentes.jpg - fonte: escova+de+dentes.jpg (300×300) (http://4.bp.blogspot.com/ 4of0CkvEI9o/SYxoI9 eLSI/AAAAAAAAAns/tSC9EL3GtoI/s320/escova+de+dentes.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/escovadedentes.jpg -->
<li><b>Higiene pessoal</b>. Escova de dentes, pente, desodorante, os remédios que você toma regularmente, analgésico, antigripal, kit das lentes de contato, lenços de papel, papel higiênico, protetor de assento sanitário, pastilha para garganta, band-aid.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/370.jpg" title="370.jpg - fonte: 370.jpg (700×525) (http://www.sodoce.com.br/images/produto/370.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/370.jpg -->
<li><b>Alimentação</b>. As lanchonetes dos aeroportos fecham! Ter barras de cereais (as mesmas que as companhias nos servem à bordo e odiamos), biscoitos, água (quando possível) pode fazer a diferença.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Cópias dos contatos do cartão de crédito</b>: se acontecer de você acabar extraviando sua carteira, ter (fora da carteira!) os contatos para suspender o cartão de crédito, o celular, os cheques, etc. pode reduzir muito o tamanho do problema. (<a href="http://www.efetividade.net/2010/09/16/5-dicas-para-evitar-o-stress-das-viagens-aereas/#comment-340444">dica do leitor Eloi Gonçalves</a>)
</ol>
<h2>Sua vez!</h2>
<p>Que providências você toma para reduzir o stress causado pelas viagens aéreas? Compartilhe conosco nos comentários!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ZTD: um jeito Zen (e minimalista)  de buscar a produtividade pessoal</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/11/03/ztd-um-jeito-zen-e-minimalista-de-buscar-a-produtividade-pessoal/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2011/11/03/ztd-um-jeito-zen-e-minimalista-de-buscar-a-produtividade-pessoal/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 11:21:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[GTD]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[ZTD é um método de produtividade pessoal baseado no GTD, mas que oferece uma alternativa de execução mais simples. Ele dá atenção às mesmas mudanças de hábitos básicas que são essenciais ao sucesso no GTD, mas busca uma forma mais prática de operá-los, com foco na execução, na simplificação, e em minimizar a estrutura necessária. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.efetividade.net/2011/02/23/ztd-produtividade-zen/">ZTD</a> é um método de produtividade pessoal baseado no GTD, mas que oferece uma alternativa de execução mais simples. </p>
<p>Ele dá atenção às mesmas mudanças de hábitos básicas que são essenciais ao sucesso no GTD, mas busca uma forma mais prática de operá-los, com foco na execução, na simplificação, e em minimizar a estrutura necessária.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/Zen-stones-104755.jpg" title="Zen-stones-104755.jpg - fonte: Zen stones.jpg (3816×2554) (http://experientialjourneys.com/wp content/uploads/2011/06/Zen stones.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/Zen-stones-104755.jpg -->
<p>Em outras palavras, é um enfoque de produtividade que busca um ponto de equilíbrio favorável entre a complexidade do método (e de suas ferramentas) e o objetivo alcançado.</p>
<h2>Contrastando com o GTD</h2>
<p>O método de produtividade pessoal que eu comento com mais frequência aqui no Efetividade é o <a href="http://www.efetividade.net/2011/02/21/gtd/">GTD</a> (Getting Things Done), porque é o que eu reconheço como resposta ao que o público me questiona: foco na eficiência, em cumprir todas as tarefas que surgem, em processos claramente definidos e estruturados, e com uma série de ferramentas interessantes que ajudam a atrair o interesse e manter a atenção durante as semanas em que a pessoa está incorporando o método à sua vida.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/77065_02p-104755.jpg" title="77065_02p-104755.jpg - fonte: 77065 02p.jpg (2703×2027) (http://www.hpiracing.com/graphics/parts/77065/77065 02p.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/77065_02p-104755.jpg -->
<p>Eu já passei pelo GTD, continuo achando prático e bastante adequado, mas conforme os hábitos da produtividade pessoal vão se arraigando, acredito que o praticante tem oportunidade de escolher um caminho diferente: trocar a eficiência pela efetividade, deixar de lado a ideia de conseguir cumprir todas as tarefas que surgem e passar a pensar mais em prioridades e relevâncias.</p>
<p>Neste sentido, o método ZTD pode ser uma resposta superior. Só que, como tudo que envolve a iluminação do Zen, sua busca envolve trilhar um caminho, e não apenas conhecê-lo. Assim, passar pela prática do GTD para aperfeiçoar suas habilidades de organização pode ser um bom acesso à simplicidade do ZTD, para quando você estiver disposto a abrir mão da estrutura voltada ao planejamento e à manutenção de um sistema e de suas ferramentas, e se considerar pronto a manter a produtividade com o foco na tarefa em execução, no aqui e agora.</p>
<h2>4 hábitos para o ZTD minimalista</h2>
<p>O ZTD é definido na forma de 10 hábitos, mas seu autor propõe também uma forma minimalista de entendê-lo, baseada em ferramentas simples (um bloco, uma lista de pendências/tarefas, uma agenda de compromissos) e em apenas 4 hábitos, que veremos a seguir.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/DSC3212-104755.jpg" title="DSC3212-104755.jpg - fonte: DSC3212.jpg (530×353) (http://www.keysthatclick.com/wp content/uploads/2010/05/DSC3212.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/DSC3212-104755.jpg -->
<p><b>1. Capturar</b></p>
<p>Tenha sempre consigo uma caderneta (ou a ferramenta de anotações que lhe atender, mas sempre a mesma, e quanto mais simples, melhor) e anote livremente todas as tarefas, ideias, projetos e outras informações que lhe surgirem. </p>
<p>Assim como no GTD, o objetivo é ter um local confiável para consultar e acompanhar, e poder deixar a sua mente focalizada no presente, e não nas pendências. </p>
<p>Não gaste tempo encontrando o local certo para anotar: anote no próximo espaço livre da caderneta. Ao retornar à sua base, trate a caderneta como uma caixa de entrada qualquer: faça uma revisão e transfira as anotações para a sua lista de pendências, agenda de compromissos ou de contatos, conforme o caso.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/inbox-104755.jpg" title="inbox-104755.jpg - fonte: Inbox image by travelingoxen on Photobucket (http://media.photobucket.com/image/inbox/travelingoxen/inbox.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/inbox-104755.jpg -->
<p><b>2. Processar</b></p>
<p>Processar não é sinônimo de executar: é identificar o que precisa ser feito com cada item que chega, esvaziando as caixas de entrada a cada vez.</p>
<p>Tome decisões rapidamente sobre os itens nas suas caixas de entrada, não os deixe para depois. Deixar as coisas se acumularem é procrastinar decisões necessárias. </p>
<p>Processe suas caixas de entrada (e-mail, bandejas de documentos, correio de voz, SMS, bloco de anotações) ao menos uma vez por dia, e mais se necessário. </p>
<p>Ao processar, faça-o na ordem em que os itens estão (de cima para baixo), tomando uma decisão sobre cada item, como no GTD: </p>
<ul>
<li>fazer imediatamente (se demorar menos de 2 minutos),
<li>descartar,
<li>delegar,
<li>arquivar ou
<li>inserir na sua lista de pendências ou agenda de compromissos.
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/contactopostit-104755.jpg" title="contactopostit-104755.jpg - fonte: To do post it image by F 15myspace on Photobucket (http://media.photobucket.com/image/to do%20post it/F 15myspace/contactopostit.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/contactopostit-104755.jpg -->
<p><b>3. Planejar</b></p>
<p>Defina as tarefas mais importantes para cada semana e dia.</p>
<p>A cada semana, com base em suas anotações, pendências e compromissos anotados, prepare a lista das Tarefas Mais Importantes (MITs &#8211; Most Important Tasks) que você deverá vencer, e a cada dia faça uma lista de 1 a 3 delas, e certifique-se de completá-las naquele dia. </p>
<p>Trate das <i>Tarefas Mais Importantes</i> no início do dia para tirá-las do caminho, e assim garanta que outras tarefas menos importantes que surgem não o impeçam de dedicar-se ao que foi escolhido para o dia.</p>
<p>Este será todo o seu planejamento: 3 tarefas mais importantes, e o conhecimento da lista de outras que estão pendentes. Você provavelmente não precisa mais do que isto em seu planejamento pessoal.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/draft_lens8021281module68231471photo_1258070321Pencil_Check_Mark-104755.jpg" title="draft_lens8021281module68231471photo_1258070321Pencil_Check_Mark-104755.jpg - fonte: The Best Flip Video Camcorder (http://www.squidoo.com/best flip video camcorder) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/draft_lens8021281module68231471photo_1258070321Pencil_Check_Mark-104755.jpg -->
<p><b>4. Executar (foco)</b></p>
<p>Este é um dos hábitos mais importantes, assim como em qualquer sistema de produtividade: é o ponto em que saímos do planejamento e vamos ao &#8220;fazejamento&#8221; &#8211; no caso do ZTD, tratando de uma tarefa de cada vez, e evitando as distrações.</p>
<p>Ao executar, selecione uma das suas pendências escolhidas para o dia (dando preferência às Tarefas Mais Importantes) e concentre-se nela, excluindo todo o restante. Tire da sua atenção o e-mail, comunicador instantâneo, redes sociais, outras coisas que estejam na sua mesa, etc.</p>
<p>Use um temporizador se desejar (usando a <a href="http://www.efetividade.net/2009/12/09/rapidinha-efetiva-007-automacao-do-amigo-secreto-tecnica-pomodoro-e-mais/">Técnica Pomodoro</a> ou a da <a href="http://www.efetividade.net/2007/10/31/organizacao-domestica-e-a-galinha-temporal-vencendo-a-bagunca-20-minutos-de-cada-vez/">Galinha Temporal</a>), ou simplesmente se concentre na tarefa por tanto tempo quanto possível.</p>
<p>Não se distraia. Se for interrompido, anote a solicitação ou a nova tarefa na sua caderneta (hábito 1) e prossiga na tarefa original. Não tente ser multitarefa.</p>
<h2>O que ficou de fora</h2>
<p>Para ser minimalista, esta implementação do ZTD naturalmente deixa de fora alguns hábitos que fazem parte do &#8220;ZTD integral&#8221;. A prática do modelo resumido pode servir bem para conhecer o método, mas é provável que você logo deseje incorporar algum dos que faltaram &#8211; ou vários, ou todos ツ</p>
<p>São eles:</p>
<ul>
<li>Manter um sistema de listas simples
<li>Organizar <i>tudo</i>
<li>Revisões semanais
<li>Simplificar as tarefas e projetos
<li>Definir rotinas pessoais
<li>Encontrar sua paixão
</ul>
<p>Para saber mais sobre os 4 hábitos mencionados e os 6 que ficaram de fora desta implementação minimalista, nosso <a href="http://www.efetividade.net/2011/02/23/ztd-produtividade-zen/">post anterior sobre o ZTD</a> tem detalhes e o link para o livro que define o método, bem como para uma tradução para o português que pode ser lida gratuitamente. </p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/zentodoneimage-104755.jpg" title="zentodoneimage-104755.jpg - fonte: zentodoneimage.jpg (200×284) (http://cdn.sidsavara.com/wp content/uploads/2010/01/zentodoneimage.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/zentodoneimage-104755.jpg -->
<p>Existe também <a href="http://www.amazon.com/gp/reader/B0060P2YIK/ref=sib_dp_bod_ex?ie=UTF8&#038;p=S00A#reader-link">uma versão em audiobook (em inglês)</a> para você se tornar mais produtivo mesmo quando está preso no engarrafamento, fazendo exercício, limpando a casa ou em qualquer outra situação em que possa ouvir o livro ツ</p>
<p>E a sede oficial do ZTD na Internet é o blog <a href="http://zenhabits.net/">Zen Habits</a>, mantido por seu autor, Leo Babauta.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Monotarefa ou multitarefa: preciso escolher só um?</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/10/17/monotarefa-ou-multitarefa-preciso-escolher-so-um/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2011/10/17/monotarefa-ou-multitarefa-preciso-escolher-so-um/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 12:15:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[GTD]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição deste mês da revista Galileu traz como reportagem de capa uma matéria de 10 páginas sobre a perspectiva monotarefa, em que a pessoa busca parar de tentar fazer várias tarefas de cada vez e assim rende mais e ganha tempo &#8211; reduzindo o valor dado nas décadas recentes à atenção parcial contínua (multitarefa) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A edição deste mês da revista Galileu traz como reportagem de capa uma <a href="http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI269848-17773,00-FACA+UMA+COISA+DE+CADA+VEZ+E+SEJA+MULTIPLO+TRECHO.html">matéria de 10 páginas</a> sobre a perspectiva monotarefa, em que a pessoa busca parar de tentar fazer várias tarefas de cada vez e assim rende mais e ganha tempo &#8211; reduzindo o valor dado nas décadas recentes à atenção parcial contínua (multitarefa) e passando a valorizar mais a concentração e o foco.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/capa-galileu-104755.jpg" title="capa-galileu-104755.jpg - fonte: Revista Galileu   assine com uma oferta incrível! (http://editoraglobo.globo.com/assinaturas/assine galileu var.shtml?site par=1&#038;origem par=1&#038;formato par=BARRAGC&#038;versao par=BARRASS) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/capa-galileu-104755.jpg -->
<p>Eu colaborei com a pesquisa e, embora tenha sido citado na matéria apenas de forma breve, tenho algo mais a dizer sobre o assunto pois, assim como as filosofias orientais afirmam há milênios, acredito que entre os extremos multitarefa e monotarefa, a sabedoria está no caminho do meio ツ</p>
<h2>Entendo a perspectiva monotarefa</h2>
<p>Meu entendimento é que a perspectiva monotarefa é uma proposta de eficiência e produtividade: aproveitar melhor o nosso esforço e concentração ao deixar de tentar fazer tudo ao mesmo tempo, assim gerando resultado com qualidade superior (sem deixar de cumprir os prazos), enquanto atende melhor aos objetivos de todos os envolvidos, preservando a qualidade de vida de quem trabalha. </p>
<p>Neste sentido, eu percebo diariamente que a aplicação bem dosada da perspectiva onde ela cabe contribui para que meu nível de esforço diminua, o foco aumente, o produto amplie e melhore, e a motivação seja preservada!</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/multitasking-300x294-104755.jpg" title="multitasking-300x294-104755.jpg - fonte: multitasking 300x294.jpg (300×294) (http://pmstudent.com/wp content/uploads/multitasking 300x294.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/multitasking-300x294-104755.jpg -->
<p>Mas eu cheguei ao modelo monotarefa moderado após muito tempo investindo na perspectiva multitarefa, buscando ferramentas que permitissem acompanhar mais atividades ao mesmo tempo, etc. na ilusão de que isto me permitiria produzir mais em menos tempo. </p>
<p>Minha percepção é que a existência de um tempo e esforço para se adaptar entre os contextos de cada tarefa é uma realidade inescapável, e se a pessoa fica constantemente alternando entre tarefas, este tempo e esforço improdutivos (pois não contribuem diretamente para o resultado) se repetem várias vezes.</p>
<p>Você sabia que o tempo médio para retomar a atenção plena a uma tarefa intelectual após ser interrompido (por exemplo, por um telefonema) é de 15 minutos? Este dado foi levantado por uma pesquisa do cientista Eric Horvitz em 2007 acompanhando trabalhadores especializados em atividades tecnológicas. Reduzir o número de vezes em que ocorre este tipo de alternância é uma chave para aproveitar melhor seu tempo.</p>
<h2>Por que tender à monotarefa moderada?</h2>
<p>Eu acompanho com atenção a literatura sobre produtividade pessoal, assunto que me interessa desde o tempo de faculdade de Administração. A percepção de que reduzir a tentativa de fazer várias coisas ao mesmo tempo reduziria a improdutividade gerada pelo esforço constante para mudar de foco e de contexto foi crescendo conforme eu observava que mais e mais pesquisadores concluíam nesta direção. </p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/282104427_85ed60a557.jpg" ></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/282104427_85ed60a557.jpg -->
<p>Mas o ponto de transição, para mim, foi conhecer um método estruturado chamado <a href="http://www.efetividade.net/2011/02/23/ztd-produtividade-zen/">ZTD (Zen to Done)</a> que tem entre seus princípios o do foco nas tarefas mais relevantes, que devem ser desempenhadas uma de cada vez, preferencialmente indo até o final. Nem sempre dá de fazer isso na prática, mas ter como meta me ajuda bastante a priorizar e manter o foco.</p>
<p>A tendência à procrastinação e a dificuldade em manter o foco fazem parte do relato comum de pessoas que explicam porque trocaram a perspectiva multitarefa para a monotarefa, mas não é meu caso. Também não descreveria como uma angústia, o que acontecia comigo era só a questão da insatisfação com a relação entre esforço e resultado.</p>
<h2>O mercado está pronto para os monotarefas eficazes?</h2>
<p>A perspectiva monotarefa também não é isenta de dificuldade: na prática, muitas vezes me sinto cobrado por não &#8220;dar um jeito&#8221; e fazer tudo de uma vez. </p>
<p>Procuro compensar o tempo de resposta com a qualidade, entretanto. Você preferiria que eu tivesse respondido a um e-mail seu em 5 minutos, em frases curtas digitadas no celular enquanto estou no trânsito e sem condições de verificar o que escrevo, ou que eu deixe para quando tiver espaço na agenda e responda com a atenção que o tema merece? Geralmente as opções são estas (há uma terceira também, que é a do retrabalho &#8211; essencialmente responder 2 vezes, correndo o risco de informar bem errado na primeira vez). </p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/monotask-104755.jpg" title="monotask-104755.jpg - fonte: monotask.jpg (699×389) (http://www.knocktwiceblog.com/wp content/uploads/2011/08/monotask.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/monotask-104755.jpg -->
<p>Mesmo que eu tenha vários alvos, sei que o melhor é colocar só uma flecha no arco de cada vez. Assim, prefiro colocar tudo em fila priorizada, mas sei reconhecer também quando chega uma exceção ou urgência que exige parar tudo e ir atender!</p>
<p>Eu observo que o mercado está acostumado a pessoas multitarefa, mas o que ele exige mesmo são pessoas que entreguem o resultado necessário e estejam aptas a flexibilizar suas rotinas de acordo com as demandas de cada projeto ou atividade. Em alguns casos não há espaço para ser multitarefa, ou monotarefa, ou para acompanhar notícias ao longo da execução das atividades, ou para deixar de responder aos e-mails imediatamente, por exemplo. </p>
<p>Afinal, ser permanentemente monotarefa e monoprojeto é algo meio utópico, a ideia de ser monotarefa é saber alternar as tarefas de cada projeto considerando o caminho crítico de cada um deles, para que todos eles avancem de acordo com suas prioridades e as expectativas dos envolvidos: clientes, equipe, parceiros, fornecedores, etc.</p>
<h2>Quais as piores distrações?</h2>
<p>Para mim, o que mais distrai são interrupções que exigem resposta: MSN, e-mail, SMS, telefonemas e similares. </p>
<p>Posso até manter um <i>feed</i> de notícias visível ao meu lado enquanto trabalho, por exemplo, porque ele não irá requerer interação. Mas se percebo a chegada de algo que exige ação de minha parte, enquanto estou com outra ação em curso, não consigo deixar de passar a pensar em como responder ou reagir a isto.</p>
<p>Assim, viver em meio a fontes de distração não necessariamente compromete o foco, no meu caso. É quase a perspectiva religiosa das tentações, ou a perspectiva bioquímica dos venenos: eles nos atrapalham profundamente ou nos desafiam a desenvolver um antídoto, ou maior resistência, ou maior tolerância, dependendo do caso. </p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/toxic-warning-104755.jpg" title="toxic-warning-104755.jpg - fonte: toxic warning.jpg (300×272) (http://watchmojo.com/top 10/blog/wp content/uploads/2010/10/toxic warning.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/toxic-warning-104755.jpg -->
<p>Acredito que o erro maior, neste caso, reside em tentar viver como se a tentação pudesse ser ignorada. A chave é o equilíbrio: estabelecer pausas curtas em horários predeterminados para olhar estes serviços que desejamos, ou defini-los como recompensa pelo completamento das nossas tarefas, ou mesmo separar entre os que distraem de verdade (que para mim são os que demandam resposta) ou os que podem até contribuir para a motivação, etc.</p>
<p>Mas sem exageros! Em uma realidade em que cada vez mais há veículos repercutindo à exaustão os fatos e análises uns dos outros, a necessidade de acompanhar &#8220;ao vivo&#8221; (e não, por exemplo, em uma olhadinha a cada 2h) as notícias acaba sendo justificada por 2 ilusões: a de que temos o compromisso de &#8220;zerar&#8221; as notícias, como se fossem uma caixa de entrada, e a de que há vantagem em ser o primeiro a saber. Exceto nos casos raros em que há de fato o compromisso ou a vantagem, é claro.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/hatha-yoga-lotus-position-104755.jpg" title="hatha-yoga-lotus-position-104755.jpg - fonte: hatha yoga lotus position.jpg (250×254) (http://yogaforbeginnerstips.com/wp content/uploads/2011/06/hatha yoga lotus position.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/hatha-yoga-lotus-position-104755.jpg -->
<p>Renunciar a tudo que tem potencial de interromper equivale a uma privação sensorial seletiva e voluntária. Mas para algumas pessoas, determinadas distrações (como acompanhar um feed de notícias sobre temas de meu interesse profissional em uma lateral da tela, no meu caso) podem ter um efeito positivo sobre a disposição para trabalhar &#8211; além do natural efeito positivo de se manter informado e em contato.</p>
<p>Encontrar o ponto de equilíbrio entre as distrações potenciais que contribuem para o bom astral no trabalho e as que afetam a produtividade é uma parte considerável do desafio de &#8220;afinar&#8221; a sua rotina de produtividade.</p>
<p>Mas vale analisar também pelo lado oposto: o dano à motivação e ao entusiasmo para trabalhar quando estamos sujeitos a uma interrupção obrigatória (&#8220;proibição&#8221;) na possibilidade de manter estas distrações potenciais: empregadores que cortam redes sociais, bloqueiam o Twitter, etc. &#8211; o ponto de equilíbrio é uma situação individual que cada um precisa identificar, e o ideal é cortar só o que atrapalha o resultado, evitando assim os abusos sem prejudicar o ânimo! </p>
<p>Assim, a minha estratégia não envolve me isolar da possibilidade de distração &#8211; pelo contrário, o e-mail está sempre à mão, e quando não estou em uma tarefa crítica, é até possível que o comunicador instantâneo esteja aberto. Afinal de contas, a questão é não deixar que as distrações interfiram na produtividade, e não simplesmente livrar-se delas. </p>
<h2>E vale a pena?</h2>
<p>Aumentar o tempo livre não é o meu foco &#8211; minha ideia é preservacionista: evitar que as tarefas invadam o tempo livre, no qual eu me dedico ao que me interessa na perspectiva pessoal e familiar. </p>
<p>Afinal, já vem dos anos 60 a observação acadêmica de que as tarefas sempre tendem a se expandir até ocupar todo o seu tempo disponível, né? Neste contexto, manter o foco para preservar meu valioso tempo livre é um grande estímulo a mais.</p>
<p>Mas o maior estímulo é mesmo constatar que, fazendo uma coisa por vez, eu consigo entregar resultados melhores e, geralmente, em prazos menores para a versão final. Mesmo que para isso eu precise exercitar a habilidade de dizer não para as interrupções e solicitações que não agregam valor!</p>
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		<title>Consumidor compulsivo: como controlar gastos por impulso?</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/10/06/consumidor-compulsivo-como-controlar-gastos-por-impulso/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 12:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Os três últimos meses do ano são, sem dúvida, os mais propícios para o consumo. Em outubro, a comemoração do Dia das Crianças faz com que o consumidor corra atrás de presentes, nos meses seguintes, o 13º salário, juntamente com o Natal, levam as pessoas a consumir ainda mais.&#8221; Assim começa a matéria do InfoMoney [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Os três últimos meses do ano são, sem dúvida, os mais propícios para o consumo. Em outubro, a comemoração do Dia das Crianças faz com que o consumidor corra atrás de presentes, nos meses seguintes, o 13º salário, juntamente com o Natal, levam as pessoas a consumir ainda mais.&#8221;</p>
<p>Assim começa a <a href="http://www.infomoney.com.br/consumo/noticia/2225353-consumidor+compulsivo+como+controlar+gastos+por+impulso">matéria do InfoMoney sobre o consumo compulsivo e as compras por impulso</a>, na qual contribuí por meio de uma entrevista. As minhas manifestações são um apanhado de material de vários <a href="http://www.efetividade.net/2009/10/14/tendencia-ao-consumismo-um-fluxograma-para-ajudar-a-frear-o-impulso-da-compra/">artigos anteriores</a> aqui do Efetividade, mas como o enfoque é novo, imagino que vá interessar a vocês.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/isla_fisher_in_confessions_of_a_shopaholic_wallpaper_2_800.jpg" ></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/isla_fisher_in_confessions_of_a_shopaholic_wallpaper_2_800.jpg -->
<p>Mais um trechinho:</p>
<blockquote><p>
De acordo com o administrador, o consumo excessivo é aquele que, ao invés de exceção, se torna uma regra. “Faço um paralelo com os hábitos alimentares: quando se tem uma alimentação disciplinada, é possível premiar-se ocasionalmente com uma refeição fora das recomendações da dieta sem sofrer consequências negativas. Mas quando o exagero alimentar vira a regra e não a exceção, temos quadros de obesidade, problemas nutricionais variados e prejuízo à saúde”, exemplifica.</p>
<p>Segundo Campos, o consumista não pensa nos problemas que aquele ato pode trazer para o futuro e permite-se indiscriminadamente fazer compras por impulso, sem considerar a real necessidade ou interesse da aquisição, ou os impactos sobre o saldo bancário e o crédito.</p>
<p>Na avaliação de Campos, o consumismo desloca a busca da satisfação. “Em vez de concentrar-se na utilidade do objeto ou serviço adquirido, o foco passa a ser a sensação experimentada no ato de comprar”, completa, lamentando que “dificilmente esta compra de itens desnecessários vai resolver a carência, ansiedade ou outra demanda interna que provocou o impulso de comprar”, afirma.
</p></blockquote>
<p>Termina com a minha habitual observação sobre não exagerar nas mudanças, mesmo que sejam pra melhor: “Depois de firmado o hábito, práticas mais simples caberão melhor. Minha sugestão? Só compre o que estiver previamente em uma lista de compras, e nunca se permita colocar novos itens na lista enquanto estiver fazendo compras”</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Organize sua carteira hoje mesmo: 7 dicas</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/09/26/organize-sua-carteira-hoje-mesmo-7-dicas/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 12:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[Sua carteira cresce sem limites a ponto de quase formar um ecossistema independente, com regras próprias que nem sempre você consegue gerenciar? Colocá-la em dia pode fazer bem para a sua organização e até mesmo para a sua postura. Veja a seguir como colocar em prática, mas antes assista a um exemplo extremo de como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sua carteira cresce sem limites a ponto de quase formar um ecossistema independente, com regras próprias que nem sempre você consegue gerenciar?</p>
<p>Colocá-la em dia pode fazer bem para a sua organização e até mesmo para a sua postura. Veja a seguir como colocar em prática, mas antes assista a um exemplo extremo de como fazer do jeito errado ツ</p>
<p>Na semana passada um vídeo que originalmente era parte de um dos episódios da temporada final do seriado <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Seinfeld">Seinfeld</a> deu o que falar, por ter sido inserido (em uma versão ligeiramente modificada) como a peça introdutória de um novo serviço on-line que busca substituir a sua carteira (ou ao menos o cartão de débito) pelo seu celular. Eis o vídeo em questão:</p>
<p><iframe width="549" height="279" src="http://www.youtube.com/embed/gKGptWtzeaU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Uma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=yoPf98i8A0g">versão mais completa do vídeo</a> (pouco mais de 3 minutos, e sem o merchandising do Google) conta mais detalhes da história, na qual o personagem George Costanza padece de dores nas costas devido ao hábito de carregar coisas demais na carteira, mas mantém o hábito até que um dia ela simplesmente explode, jogando na rua todos os recibos, vales-brinde, cartões de afiliados, anotações de telefones alheios, cartões de visitas e até mesmo envelopinhos de adoçante guardados nela.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/fat-wallet-104755.jpg" title="fat-wallet-104755.jpg - fonte: fat wallet.jpg (768×391) (http://www.deoveritas.com/blog/wp content/uploads/2010/03/fat wallet.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/fat-wallet-104755.jpg -->
<p>Uma carteira cheia demais pode ser um problema para a sua coluna e para seus hábitos de organização mesmo sem chegar perto do nível de exagero do George. E embora talvez não esteja longe o dia em que boa parte dos documentos e valores que hoje levamos na carteira possam existir em forma puramente digital (inclusive em serviços como o do Google), isso não é razão para não racionalizar o conteúdo da sua carteira desde já.</p>
<p>O meu convite, portanto, é que (se você estiver em um local discreto e seguro) você pegue a sua carteira agora mesmo e aplique uma bela dieta a ela. Para isto, aqui vão algumas dicas para começar:</p>
<p><b>Jogue fora ou arquive</b>: se a sua carteira tiver canhotos de cinema ou shows, recibos de estacionamento, compras e cartões, comprovantes de saque em terminal bancário e até papeis de bala, comece retirando tudo isso, e o que houver de similar. Arquive o (pouco) que precisar ser guardado, e descarte o que sobrar.</p>
<p><b>Reduza as fotos e lembranças</b>: nada contra levar uma foto da família, dos filhos ou do bicho de estimação &#8211; experiências indicam até mesmo que a presença deste tipo de recordação aumenta consideravelmente a chance de uma carteira ser devolvida após um extravio. Mas não precisam ser meia dúzia: leve uma só, guarde as outras, e aproveite para incluir um ou vários porta-retratos na sua lista de compras da semana. </p>
<p><b>Registre as informações</b>: se você tem lembretes e bilhetes com números de telefones, compromissos pendentes, anotações, etc., transfira-os para o lugar certo agora mesmo (quem sabe o <a href="http://www.evernote.com/">Evernote</a>?), e remova-os da carteira. E se o lugar certo para você for a carteira, ao menos consolide em um único papel, e certifique-se de que ele não compromete sua segurança em caso de extravio, e de que cabe sem ser dobrado, para ocupar menos espaço.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/iphone-wallet-case-104755.jpg" title="iphone-wallet-case-104755.jpg - fonte: iphone wallet case.jpg (600×400) (http://www.doobybrain.com/wp content/uploads/2010/12/iphone wallet case.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/iphone-wallet-case-104755.jpg -->
<p><b>Remova os excedentes</b>: sua carteira de motorista também serve como cédula de identidade, e talvez você precise de mais algum documento específico, de um cartão bancário, etc. Mas dificilmente há justificativa para andar sempre com o título de eleitor, certificado de reservista, cartões de afiliado de variadas lojas, etc. Arquive-os em casa, com segurança, e só os leve consigo quando precisar deles especificamente.</p>
<p><b>Não leve um bloco de cheques inteiro</b>: Se você usa cheques, provavelmente estará mais seguro e organizado se destacar poucas folhas individuais para levar na carteira, mantendo o restante arquivado cuidadosamente em casa.  </p>
<p>Se o que o preocupa é que se não mantiver tudo na carteira, perderá o controle de onde estão os documentos, os outros cartões de crédito, os canhotos de cheque, etc., <b>compre uma segunda carteira</b> para deixar arquivada em casa, contendo tudo isso, sem precisar levar junto e expor a riscos maiores o tempo todo!</p>
<p>Outra dica complementar é fazer um backup das informações: com as precauções de segurança necessárias, transcreva as informações dos seus cartões e documentos que são levados na carteira, armazenando-os com a mesma segurança que daria aos originais. Se algum dia os originais se extraviarem ou forem roubados, assim você terá as informações necessárias para solicitar os bloqueios e cancelamentos, reduzindo consideravelmente o stress.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/Jimi_wallet_main-104755.jpg" title="Jimi_wallet_main-104755.jpg - fonte: Jimi wallet main.jpg (997×500) (http://www.myredpacket.co.uk/shopimages/products/extras/Jimi wallet main.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/Jimi_wallet_main-104755.jpg -->
<p>Além disso, é bom considerar um efeito similar ao que já tratamos ao falar da <a href="http://www.efetividade.net/2008/09/05/a-lei-de-parkinson/">Lei de Parkinson</a>: os objetos armazenados se acumulam enquanto houver espaço disponível. Se a sua carteira for grande e espaçosa, tenderá a receber mais conteúdo. Que tal aproveitar a próxima visita ao comércio para escolher uma que seja apropriada às suas necessidades mas não deixe espaço para a tentação de encher um pouco mais? ツ</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ergonomia: trabalha sentado? Levante-se e ande a cada 20 minutos</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/09/22/ergonomia-trabalha-sentado-levante-se-e-ande-a-cada-20-minutos/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 12:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Home office]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Homeoffice]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Levanta-te e anda&#8221; é uma instrução registrada há séculos, mas acaba de ressurgir como resposta a um modismo de intenções ergonômicas sobre o qual me permiti manter distância: as standing desks, ou mesas para realizar em pé o trabalho usualmente feito sentado, como aquele que você realiza no seu computador. Não que eu duvide dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Levanta-te e  anda&#8221; é uma <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&#038;q=levanta-te+e+anda&#038;btnG=Pesquisa+Google&#038;meta=">instrução registrada há séculos</a>, mas acaba de ressurgir como resposta a um modismo de intenções ergonômicas sobre o qual me permiti manter distância: as <i>standing desks</i>, ou mesas para realizar em pé o trabalho usualmente feito sentado, como aquele que você realiza no seu computador.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/standing-at-desk_360-104755.jpg" title="standing-at-desk_360-104755.jpg - fonte: standing at desk 360.jpg (360×396) (http://scintillator.files.wordpress.com/2011/07/standing at desk 360.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/standing-at-desk_360-104755.jpg -->
<p>Não que eu duvide dos <a href="http://lifehacker.com/5800720/the-sitting-is-killing-you-infographic-illustrates-the-stress-of-prolonged-sitting-importance-of-getting-up">malefícios associados ao hábito de trabalhar sentado</a> o dia inteiro. Pelo contrário, até. </p>
<p>O que eu duvido com relação aos <i>standing desks</i> é que substituir o hábito de ficar sentado pelo hábito de ficar em pé, com todo o esforço de adaptação (altura da mesa, ângulo do monitor, cabos, etc.) que a medida exige, seja a medida com melhor relação custo/benefício ao alcance de quem deseja escapar dos aspectos negativos do hábito de trabalhar sentado.</p>
<p>Isso para não falar no &#8220;efeito modismo&#8221;: as <i>standing desks</i> normalmente também permitem trabalhar sentado (em uma cadeira alta ou banqueta), e o estudo mencionado abaixo observou pessoas durante sua adoção e uso, concluindo que a maioria delas não fica realmente de pé por períodos longos, e após 30 dias passa a trabalhar sentada durante todo o tempo.</p>
<h2>Os riscos específicos de trabalhar em pé</h2>
<p>Com hábitos ergonômicos parece haver um fenômeno parecido com o das dietas, no qual pode-se facilmente encontrar estudos contemporâneos concluindo de forma oposta. Tomar 3 cafezinhos por dia faz bem ou faz mal? E o consumo de ovos? E um cálice de vinho toda noite? </p>
<p>Claro que alguns estudos são melhor embasados do que outros, e algumas conclusões são mais diretamente apoiadas nos dados do que outras, mas basta procurar no histórico do Globo Repórter para perceber quantas vezes já se divulgou mudanças de opinião sobre estes alimentos nas últimas décadas ツ</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/sit-to-walk-station-desk-treadmill-6-104755.jpg" title="sit-to-walk-station-desk-treadmill-6-104755.jpg - fonte: sit to walk station desk treadmill 6.jpg (537×400) (http://inhabitat.com/wp content/blogs.dir/1/files/2010/07/sit to walk station desk treadmill 6.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/sit-to-walk-station-desk-treadmill-6-104755.jpg -->
<p>A questão ergonômica das <i>standing desks</i> não é tão popular quanto o efeito do consumo diário de um cálice de vinho, e é provável que vários leitores não tenham ouvido falar no assunto até hoje. </p>
<p>Seria injusto recorrer ao reducionismo de dizer que se trabalhar em pé ao redor da mesa fosse tão mais produtivo e saudável, os balconistas viveriam até os 110 anos. Mas <a href="http://ergo.human.cornell.edu/CUESitStand.html">a conclusão de um estudo comparativo feito na universidade de Cornell</a> sobre sentar ou ficar de pé no trabalho vai mais ou menos nesta direção, apontando que há mesmo riscos associados ao hábito de trabalhar sentado, mas os riscos de trabalhar de pé também são consideráveis, e são bem conhecidos.</p>
<p>Entre os aspectos negativos e riscos associados a trabalhar de pé, o estudo cita:</p>
<ul>
<li>Cansa mais
<li>Multiplica por 9 os riscos de arterosclerose devido à carga adicional no sistema circulatório
<li>Aumenta o risco de varizes
<li>Reduz o desempenho em várias tarefas que exigem coordenação motora fina
<li>No caso do trabalho com computador, a postura necessária para manipular o teclado e mouse é mais exigente e aumenta o risco de lesões por esforço repetitivo
<li>No caso (incomum) das mesas associadas a esteiras de caminhada (como a da imagem acima, você notou?) ou bicicletas ergométricas, o número de erros de operação de computador aumentou consideravelmente
</ul>
<h2>O que fazer?</h2>
<p>Os problemas associados a trabalhar sentado também são bastante concretos: aumenta a proporção em que as gorduras são depositadas em tecido adiposo e não metabolizadas nos músculos, e também tem correlação apontada com riscos cardíacos, por exemplo &#8211; e dizem que a atividade muscular necessária para manter-se de pé consome 20% de calorias a mais do que manter-se sentado.</p>
<p>Mas a <a href="http://ergo.human.cornell.edu/CUESitStand.html">conclusão do estudo</a> está em sintonia com o que eu pensava, e traduzo: &#8220;As estações de trabalho que permitem trabalhar em pé ou sentado são caras e geralmente não tem efeito sobre as questões apresentadas&#8221;.</p>
<p>Mas eles não se furtam a propor um solução alternativa, que me parece muito mais simples de adotar: trabalhar sentado junto a uma escrivaninha com medidas ergonômicas, e <b>a cada 20 minutos levantar por 2 minutos e SE MOVER</b>.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/Lady_Walking-104755.jpg" title="Lady_Walking-104755.jpg - fonte: Lady Walking.jpg (665×1000) (http://www.mjl officesolutions.co.uk/assets/images/Lady Walking.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/Lady_Walking-104755.jpg -->
<p>O destaque: nestas pausas, limitar-se a ficar de pé perto da mesa não é suficiente: o movimento é importante para ativar a circulação pelos músculos. Ao mesmo tempo, pesquisas prévias mostram que não é necessário realizar outros exercícios para obter este efeito em particular: andar um pouco é suficiente.</p>
<p>A dica, portanto, vale até para quem nunca ouviu falar em standing desk, seja no home office ou num ambiente de trabalho coletivo: pausas curtas regulares (ainda segundo a publicação, a precisão do tempo não é crítica: a cada 20 ou 30 minutos está bom) acompanhadas de uma breve caminhada podem fazer muito bem. </p>
<p>Só cuidado para essa caminhada não ser até a geladeira ou a lanchonete, senão o efeito cardiovascular e calórico pode se inverter ツ</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Não deixe os feeds RSS virarem um peso na sua vida</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/09/05/nao-deixe-os-feeds-rss-virarem-um-peso-na-sua-vida/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 13:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[GTD]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Os feeds RSS são uma das maravilhas do final dos anos 90. Uma tecnologia que permite centralizar em uma única interface as atualizações de todos os sites que você lê regularmente, e assim nunca mais perder nenhuma das suas novidades. O que poderia dar errado, não é mesmo? Bastante coisa, como cada vez mais usuários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rss#Usos">feeds RSS</a> são uma das maravilhas do final dos anos 90. Uma tecnologia que permite centralizar em uma única interface as atualizações de todos os sites que você lê regularmente, e assim <b>nunca mais perder</b> nenhuma das suas novidades. </p>
<p>O que poderia dar errado, não é mesmo?</p>
<p>Bastante coisa, como cada vez mais usuários anteriormente adeptos plenos (uma minoria, mas certamente bem representada entre os leitores do Efetividade) desta tecnologia vêm percebendo recentemente. </p>
<p>Estes usuários desenvolveram o hábito de acompanhar feeds lá por 2001 (quem sabe 2006?) e desde então a popularização da criação de conteúdo nos formatos agregáveis como feeds fez crescer suas coleções de maneira lenta e gradual, a ponto de hoje serem comuns agregadores pessoais (como o seu Google Reader, por exemplo) assinando várias dezenas de feeds.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/RSS-to-Email-104755.jpg" title="RSS-to-Email-104755.jpg - fonte: RSS to Email.jpg (384×384) (http://www.csknet.net/wp content/uploads/2011/05/RSS to Email.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/RSS-to-Email-104755.jpg -->
<p>O simples fato de a informação crítica para a sua atividade profissional estar na mesma ferramenta de notificação que os tumblrs e blogs dos seus amigos, alguns dos quais replicando automaticamente dezenas de twits por dia, já seria um indicativo de que há algo precisando ser otimizado.</p>
<p>Mas a situação fica crítica de verdade quando esta coleção díspar passa a ser tratada como uma caixa de entrada, com contagens parciais e gerais de itens não lidos e a consequente apelo a acompanhar o fluxo durante o dia inteiro, ou a &#8220;zerar&#8221; no final do período &#8211; algo que funcionava bem em 2001 quando o número de feeds que acompanhávamos era bem menor, mas que é percebido como impraticável por um número crescente de usuários.</p>
<h2>Definindo o problema</h2>
<p>Excesso de informação não priorizada pode ser um problema tão grave quanto a informação insuficiente, e gerar efeitos parecidos: se o esforço para processar toda a massa de itens não lidos for impraticável no prazo necessário, na hora da verdade você estará tão desinformado quanto se não tivesse assinado aqueles feeds &#8211; e possivelmente mais cansado e menos concentrado.</p>
<p>E se em um momento-chave o tumblr das fotos engraçadas de felinos tirar a sua atenção do feed de notícias sobre atualizações críticas de segurança do software que sua empresa usa, no final das contas o mau uso da tecnologia acabará tendo sido bem pior do que não tê-la adotado.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/full-inbox-104755.jpg" title="full-inbox-104755.jpg - fonte: full inbox.jpg (350×271) (http://bradley.chattablogs.com/full inbox.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/full-inbox-104755.jpg -->
<p>No final de semana o site ars technica publicou o artigo &#8220;<a href="http://arstechnica.com/web/news/2011/09/why-keeping-up-with-rss-is-poisonous-to-productivity-sanity.ars">Why keeping up with RSS is poisonous to productivity, sanity</a>&#8221; (&#8220;Por que manter-se em dia com o RSS é um veneno para a produtividade, sanidade&#8221;), e o título já dá uma dica da natureza do problema descrito: <b>não é uma falha do RSS em si, mas sim a nossa tendência a querer acompanhá-lo integralmente</b>, apesar de nem todos os itens que estão lá merecerem o mesmo grau de atenção.</p>
<p>Posso afirmar que cada vez mais vejo meus amigos comentando &#8220;queria ir dormir, mas preciso zerar meus feeds&#8221;, ou &#8220;hoje o dia foi tão corrido que nem deu de acompanhar meus feeds&#8221;. Mesmo que &#8220;zerar os feeds&#8221; e &#8220;acompanhar os feeds&#8221;, na hora da pressa, signifique simplesmente apertar a opção &#8220;Marcar tudo como lido&#8221;, cada vez mais me parece uma necessidade em grande parte artificial, que oferece pouca informação relevante em troca de esforço constante.</p>
<p>E quando se constata o grau em que boa parte das fontes dos feeds repetem umas às outras (idealmente acrescentando algum valor a cada passo), percebe-se que acompanhar <i>regularmente</i> uma quantidade grande de feeds leva a muita leitura repetida ou filtragem manual.</p>
<h2>Minha solução</h2>
<p>Existem várias soluções possíveis, desde a radical &#8220;vou abandonar este dreno de produtividade que não me acrescenta nada&#8221; até as várias modalidades de &#8220;vou achar um jeito de aproveitar o lado bom do RSS sem deixar ele ser um sapato de chumbo no meu banho de piscina&#8221;.</p>
<p>A minha solução é a seguinte: estou aos poucos me livrando do leitor de feeds organizado na forma de uma caixa de entrada (no meu caso, o Google Reader) e migrando para leitores que apresentam estes mesmos feeds na forma de revista ou jornal. No momento estou me fixando no Pulp e no Flipboard, como <a href="http://br-mac.org/2011/08/pulp-2-1-ler-feeds-de-noticias-no-mac-ficou-ainda-mais-agradavel/">narrei recentemente</a>, mas existem soluções similares adequadas a cada gosto e plataforma.</p>
<p>Eu uso 2 clientes, no lugar de apenas um, como consequência de escapar da definição de caixa de entrada (que, como sabemos, geralmente deve ser tão unificada quanto possível). Agora os meus feeds de interesse profissional e acadêmico residem no Pulp e os de interesse pessoal (amigos, família, entretenimento, as últimas aplicações do grafeno, comentários sobre os pôneis malditos, etc.) moram no Flipboard.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/flipboard-brmac-104755.png" title="flipboard-brmac-104755.png - fonte: Flipboard chegando ao iPhone, com suporte a mais fontes de conteúdo | BR Mac.org (http://br mac.org/2011/04/flipboard chegando ao iphone com suporte a mais fontes de conteudo/) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/flipboard-brmac-104755.png -->
<p>E a grande mágica da solução está aqui: eu só leio quando tenho tempo disponível e interesse, consciente de que vou sempre receber só as atualizações mais recentes, sem uma marcação indicando quantos itens não lidos eu tenho, ou qualquer indicação que me conduza a querer &#8220;zerar&#8221; algo. Em menos de 1 minuto consigo olhar todos os feeds que tenho no Pulp e marcar/abrir os 2 ou 3 posts que me interessam de verdade.</p>
<p>Mas esta solução tem 2 complementos: o primeiro é manter a ferramenta original, com suas contagens e notificações, para os feeds que são críticos &#8211; aqueles que eu preciso mesmo ler 100% das atualizações, tão rapidamente quanto possível.</p>
<p>A segunda tira proveito do alto grau de repetição entre as fontes de informação da web. O fato de fazer parte do problema não impede que ela seja parte da solução também! No meu caso, eu criei 3 listas no Twitter com os perfis dos sites que acompanho em todos os temas que me interessam para acompanhamento diário, e inseri nos favoritos do navegador links para cada uma das 3. </p>
<p>Aí, quando me dá aquela sensação de que algo muito importante pode estar acontecendo e eu estou perdendo por causa dessa mania de me manter produtivo com menos esforço, eu clico nestes favoritos com a certeza de que, se houver mesmo algo acontecendo, vários sites terão mencionado em seus perfis no Twitter, e aí é só seguir a trilha &#8211; mas geralmente nada que justifique uma interrupção no fluxo do meu dia terá acontecido, e eu fecho a aba do navegador em menos de 1 minuto.</p>
<p>Aí está: minha solução permite continuar informado das últimas novidades, acompanhar os sites que eu preciso ler 100% do conteúdo, e ainda oferece uma forma cômoda e com menos pressão de ler o restante do conteúdo disponível via feeds. Que tal?</p>
<h2>As soluções do ars technica</h2>
<p>A inspiração para o <a href="http://arstechnica.com/web/news/2011/09/why-keeping-up-with-rss-is-poisonous-to-productivity-sanity.ars">artigo do ars technica</a> mencionado acima ocorreu quando o seu autor percebeu, após ficar sem acesso aos seus feeds RSS por 2 vezes em agosto, ele não ficou menos informado, e ao mesmo tempo teve dias mais eficientes e produtivos.</p>
<p>E ao retornar a ter acesso aos feeds, poucos dias depois, pôde avaliar a quantidade de informação desordenada, despriorizada e repetitiva que estava lá, com contadores pedindo para serem zerados e indicando que ele tinha uma grande pendência.</p>
<p>A partir desta constatação, ele analisa a situação a partir de uma série de números com os quais não tenho certeza que concordo, mas chega a uma conclusão similar a minha: a tecnologia é boa, mas o seu bom uso na forma tradicional tem uma tendência a degringolar e se transformar em mau uso.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/rss_logo-104755.jpg" title="rss_logo-104755.jpg - fonte: rss logo.jpg (328×359) (http://www.codemyownroad.com/wp content/uploads/2009/09/rss logo.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/rss_logo-104755.jpg -->
<p>Ele também mencionou alguns casos que pesquisou de pessoas que simplesmente abandonaram o hábito de acompanhar feeds, e o que elas fazem para suprir seu interesse por atualizações: acompanhar um número limitado de sites, agregadores sociais, ou soluções similares à minha.</p>
<p>Pessoalmente continuo fã do feed RSS como ferramenta, mas já faz algum tempo que estou me libertando do compromisso gerado por ele. Se você sente que existe este compromisso na sua vida, sugiro avaliá-lo e, se for o caso, reduzi-lo até o grau mínimo possível preservando a funcionalidade que você deseja. Pare de zerar os contadores e tenha tempo para ler mais alguns conteúdos interessantes de verdade ツ</p>
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		<title>&#8220;Matrix da Classe Média&#8221; e coaching financeiro</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/09/01/matrix-da-classe-media-e-coaching-financeiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 19:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Por Seiiti Arata Acompanho o Efetividade.net faz muitos anos e sempre aprendi muita coisa boa com o Augusto. Foi uma grande felicidade termos feito uma entrevista sobre produtividade pessoal alguns meses atrás. Mas a lição mais valiosa que aprendi no Efetividade foi a meta-informação que o Augusto nos mostra através de ações. É como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;<br />
<i>Por <a href="http://www.arataacademy.com/">Seiiti Arata</a></i></p>
<p>Acompanho o Efetividade.net faz muitos anos e sempre aprendi muita coisa boa com o Augusto. Foi uma grande felicidade termos feito uma <a href="http://www.arataacademy.com/port/entrevista-augusto-campos-do-efetividade-net-fala-sobre-produtividade-pessoal/">entrevista sobre produtividade pessoal</a> alguns meses atrás.</p>
<p>Mas a lição mais valiosa que aprendi no Efetividade foi a meta-informação que o Augusto nos mostra através de ações. É como ele nos ajuda pesquisando assuntos, simplificando idéias complexas e compartilhando com nossa turma de leitores. E nós retribuimos com a audiência e com a vida ao blog. Essa dinâmica é a essência da economia da gratidão &#8211; existe inclusive um livro bacana publicado pelo Gary Vaynerchuk chamado <a href="http://thankyoueconomybook.com/">The Thank You Economy</a> que ilustra bem esse modelo econômico. </p>
<p>Quando perguntei se o Augusto toparia publicar um artigo patrocinado para divulgar um programa de coaching financeiro, recebi uma resposta que já esperava: ele mantém o compromisso de não fazer publieditoriais. Mas se ofereceu a compartilhar gratuitamente aqui conosco um link que me dá muita satisfação pessoal, que é <a href="http://www.arataacademy.com/port/a-classe-alta-arata-academy-pesquisa-aberta-de-satisfacao/">a opinião dos clientes de coaching</a> que é desenvolvido pela Arata Academy.</p>
<p>Pra quem tem interesse em educação financeira e nos aspectos psicológicos e de marketing que nos dificultam alcançar a independência financeira, preparei um vídeo descontraído no meio da neve aqui, falando da <a href="http://www.arataacademy.com/port/a-classe-alta/">&#8220;Matrix da Classe Média&#8221;</a>, que é uma introdução ao conteúdo que a gente aborda no programa. Espero que gostem!</p>
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