“Achar caminhos para se aproximar de todos na unidade. Lutar para que as pessoas se sintam importantes, fazendo parte de alguma coisa maior do que elas próprias” – Colin Powell
Profissional: “Eu tenho uma experiência muito boa, minha formação é excelente, meu currículo é impecável mas não encontro uma boa oportunidade de trabalho ! O que será que está faltando ?”
Resposta: NETWORK!

Afinal o que é fazer Networking? É estabelecer uma rede de relacionamentos com um grupo de pessoas que poderão exercer influência positiva em sua carreira. Atualmente, não basta apenas sermos competentes, é essencial que saibamos manter a nossa empregabilidade. Uma das ferramentas mais eficazes para isso é o network que, aliás, é mais do que uma ferramenta, é um hábito que bem desenvolvido poderá ajudá-lo a:
Conhecer uma pessoa, pedir seu e-mail e enviar seu currículo não é fazer networking, é ser CHATO! Fazer networking leva tempo e requer muita paciência.
Se a sua abordagem estiver baseada em alguns valores e seu foco for o ganha-ganha, certamente você não será. Valores indispensáveis não só para networking, mas para todo e qualquer relacionamento (namorado, amigo, filho, pai, profissionais) são: respeito, transparência, lealdade e principalmente reciprocidade, pois além do networking ser uma via de mão dupla, é preciso que o outro QUEIRA e DESEJE me contatar.
E como é que eu faço para que o outro queira e deseje me contatar? Jeffrey Gitomer (M.Books, 2007) nos ajuda com algumas dicas:
Já ouvi as seguintes perguntas:
P: Tenho que ser amigo do meu contato ?
R: Isso dependerá de vocês dois. Caso haja uma afinidade maior entre vocês melhor ainda, pois o vínculo de confiança se estabelece prontamente.
P: Meu concorrente (pessoa que ocupa o mesmo cargo que o meu em uma empresa do mesmo segmento da que eu trabalho) pode fazer parte do meu Network?
R: Deve, pois caso você queira se recolocar futuramente ele certamente se tornará um dos seus principais contatos.

Para expandir ainda mais o seu network, utilize tanto as formas off-line como as formas on-line:
Off-line:
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On-line:
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Vale ressaltar que hoje em dia redes de relacionamentos são o quarto segmento mais popular, acima de e-mail pessoal (dados da Nielsen Online), e os resultados são tangíveis, pois encontramos pessoas fazendo negócios e amizades a todo o momento. Mas não fique apenas atrás da telinha, agende um café, um almoço ou um happy hour com seus contatos e procure levar convidados novos para que a rede já comece a se multiplicar e prosperar.
Algumas razões para não praticar o networking:
A única maneira de superar o medo é começar a desenvolver autoconfiança por meio de preparo. Treine, treine e treine.
Habilidades que contribuem com o seu networking:
Pausa para reflexão
Agora, antes de prosseguir com a leitura, faça uma reflexão sobre como anda seu desempenho em construir network:
Importantíssimo: Que este ciclo nunca termine e vire uma rotina na sua vida.
(com base nas vinte e duas dicas para networker, de José Augusto Minarelli – Editora Gente, 2001)
Para manter um relacionamento por longo tempo, fique atento aos elementos que devem ser plenamente uitlizados de acordo com Jeffrey Gitomer, autor do Livro Negro do Networking:
PRIMEIRO, deve haver alguma atração intelectual ou emocional.
SEGUNDO, deve haver algum terreno comum, que seja interessante para os dois.
TERCEIRO, deve haver compromisso com uma comunicação regular contendo antes o “dar” do que o “pedir”.
QUARTO, deve haver encontros ocasionais cara a cara.
Escolha três contatos valioso da sua lista, e:
Agora é com você!
Se você tiver algumas dica, sugestão, um ponte de vista diferente ou case, compartilhe conosco.
Bom trabalho e ótimos contatos.
Literatura sugerida:
É difícil oferecer uma solução pronta que sirva para todos, mas sempre há possibilidade de oferecer dicas gerais que servem tanto ao pessoal que gosta de armários e gavetas, quanto para o pessoal adepto de manter tudo exposto, e para todas as situações intermediárias.
E nossa dica de hoje é bem dessa categoria, além de ter outro ponto positivo: se baseia em uma imagem bastante fácil de visualizar: a de um cockpit de avião.

A foto acima é da cabine de um 737-800, tirada durante os preparativos para o pouso. Salta aos meus olhos a quantidade de instrumentos, mostradores, botões e comandos em geral, mas há algumas outras características que quero destacar:
David Allen, criador do já clássico método GTD de organização pessoal, já preconizava, com base em um exemplo bem prático: se você colocar o arquivo e a lixeira a uma distância que exija levantar-se da mesa para usá-los, já era: os papéis vão se acumular em pilhas sobre a mesa e, depois, na gaveta mais próxima.

A organização da cabine do avião, em oposição ao exemplo negativo acima, é muito mais adequada: tudo ao seu alcance, e os elementos mais próximos ao seu foco central (que para alguns é a tela do computador, e para outros geralmente é o tampo livre da mesa) são aqueles instrumentos cujo monitoramento é mais crucial, ou aquelas ferramentas e comandos mais frequentemente empregadas. Fora deste núcleo, os demais instrumentos e ferramentas são dispostos radialmente, com os mais usados ficando permanentemente acessíveis, e os demais em gavetas e armários ao seu alcance.
Alguns itens de mobiliário são melhor adaptados a maximizar o aproveitamento deste tipo de situação, tais como mesas com tampo em “L”, gaveteiros embutidos, prateleiras suspensas sobre a mesa, e as cadeiras com rodinhas, capazes de ampliar bastante a sua noção intuitiva sobre o que está ao seu alcance sem se levantar – especialmente se o piso permitir deslizar bem.
Quando projetei meu home office atual, que já é o terceiro (após várias mudanças…), aproveitei para desenhar uma mesa em L menor do que as habituais, e um gaveteiro que não fica sob o tampo, como seria o usual – ele fica ao lado, e tem um tampo rebaixado onde cabe perfeitamente o meu arquivo de pastas suspensas e o triturador, pouco abaixo do nível da mesa, facilitando arquivamento e pesquisa (no arquivo) e uso e limpeza (do triturador). O piso permite que a cadeira deslize bem, e há bom número de prateleiras suspensas e gavetas ao meu alcance na estante.
A receita depende muito de suas preferências, e até mesmo dos compromissos que você está disposto a fazer – por exemplo, se você usa diariamente uma ferramenta feiosa e que ocupa um bom espaço na sua mesa, estará disposto a parar de guardá-la na gaveta todos os dias, e passar a fazê-la ocupar o lugar da mesa onde hoje está um charmoso livro ilustrado que você quase nunca abre? Talvez não, e não há problema quanto a isso, desde que seja uma escolha consciente.
Mas a idéia geral, para você começar a ir planejando agora e colocar em prática no final do expediente de hoje, ou no começo do de amanhã, é a seguinte:
Com estes 6 passos você irá longe! E não se preocupe: é normal ir adaptando o modelo com o passar do tempo, e não há pontos extras para quem prefere ser radical – a não ser que os recursos e tempo disponível sejam infinitos, o melhor é pensar grande e começar pequeno!
]]>Segundo informa o Slashdot, 2 pesquisadores de uma universidade coreana chegaram a uma conclusão interessante: bebidas alcoólicas com bolhas de oxigênio (e não é o caso das que vêm na sua cervejinha ou champanhe hoje) permitem que seus consumidores fiquem sóbrios mais rapidamente e reduzem os efeitos colaterais (incluindo a ressaca) sem diferença significativa nos efeitos do álcool durante o consumo.

Vamos ver se a coisa evolui, e em uma próxima quarta-feira de cinzas teremos menos gente com cara de ante-ontem graças às bolhinhas de oxigênio.
Moderação e bom senso também são boas receitas, e quando eles faltam, recomendo o artigo anterior “Ressaca: como sobreviver ao dia seguinte.
A minha estratégia no que diz respeito aos cabos (do PC, do monitor, dos HDs externos, do roteador, da TV e tantos outros que vivem ao redor da minha escrivaninha) é procurar mantê-los suficientemente organizados e acessíveis, mas longe da minha vista – para isso desenvolvi há alguns anos um organizador feito com uma grelha e 2 grampos, fixado atrás da escrivaninha sem danificá-la (já foi até tema de post no Lifehacker), que continua me atendendo bem, mesmo considerando que o número de cabos por aqui só aumenta.

Mas há situações especiais em que não é trivial fazer desaparecer um componente do cabeamento, especialmente quando é um único cabo de conexão que precisa percorrer uma razoável distância exposta – por exemplo, até a tomada que fica no meio da parede, ou ligando o home theater às caixas traseiras, em ambientes que não oferecem os recursos básicos para escondê-los. E é aí que entra a idéia de fazer o oposto: colocá-los em evidência (com alguma harmonia, claro) com ajuda de acessórios específicos para isso, como as da foto acima, que vi no Gizmodo Brasil.
Eu não faria, mas ao menos achei criativo, e de repente é exatamente a solução que algum de vocês estava procurando ;-)
Não é tão comum assim, mas todos sabemos que a possibilidade de galgar todos os degraus da pirâmide organizacional, começando da própria base e escalando eticamente, por seus próprios méritos, às vezes acontece – e é fácil encontrar exemplos destacados deste fenômeno.

Na minha opinião, um requisito essencial é dispor do conjunto certo de competências ao longo de todo o período – e os requisitos certamente variam de organização para organização, e mesmo dentro de uma mesma organização, ao longo do tempo – e para saber mais sobre isso a série de artigos da Patrícia Wolff vem bem a calhar. E claro que precisamos também levar em conta o Princípio de Peter, sobre o qual comentamos anteriormente no artigo “Promovido no emprego? Evite o mal da incompetência súbita“.
Mas o G1 foi além, e localizou um conjunto de pessoas menos notórias e que compartilham entre si a característica mencionada acima: começaram como atendentes ou recepcionistas em empresas e, hoje, são gerentes, diretores e superintendentes. Perguntados sobre qual o principal fator de sucesso, eles não se furtaram a responder (gostar do que faz parece ser o ponto em comum entre as respostas), e talvez a leitura possa provocar em você uma reflexão interessante!
E já que falamos sobre o a série de artigos sobre Competências que a Patrícia Wolff está publicando aqui no Efetividade como autora convidada, aproveito para avisar: chegou ao meu conhecimento que ela vai realizar um curso de Liderança direcionado à Média Gerência, no inicio de abril em São Paulo.
O objetivo é capacitar os participantes (que exercem funções de gerência e desejam desenvolver a liderança) a identificar e desenvolver habilidades necessárias para se tornarem lideres efetivos. São 2 dias de workshop (16 horas) com teorias sobre gestão e comportamento humano, acompanhadas de casos, filmes, discussões em grupo e reflexões individuais. Ao final do workshop cada participante elabora o seu plano de desenvolvimento, baseado em ações e prazos para atingir suas metas.
Você pode obter o programa do evento e maiores informações via contato@keypeople.com.br, contato@quantasconsuting.com.br ou pelo fone (11) 3511-3833.
Tudo sempre pode ser pior, e se o ambiente que está disponível para você estudar regularmente não é acolhedor a esta atividade, você tem poucas opções, sendo que talvez as melhores delas incluam promover a melhoria deste ambiente, ou planejar-se para poder ter acesso a outro que seja melhor.

Mas às vezes não dá para fazer nenhuma das duas coisas imediatamente, e a pessoa acaba se vendo tentada a simplesmente não estudar para a prova, ou não se preparar para a apresentação, porque a situação do ambiente está muito longe do ideal. A tentação pode ser forte, mas o post da Euzébia Noleto (em seu blog sobre Simplicidade) nos lembra de uma frase que é ao mesmo tempo simples e verdadeira, e pode servir para motivar uma situação de meio termo que geralmente é bem melhor do que simplesmente desistir. Sou adepto da mesma tese, e já a apliquei em muitos ônibus mal iluminados e pátios barulhentos ;-)
Vale lembrar, também, do nosso recente artigo “Como estudar melhor: volta às aulas com Efetividade
Publicar em alguma “rede social” ou sistema on-line de gerenciamento de perfis e contatos informações que você não gostaria de ver chegar amplamente a qualquer pessoa que possa conhecê-lo ou ter interesse em você (como colegas de trabalho, potenciais empregadores, etc.) não é, em si, uma boa idéia – se você deseja se expor, no mínimo precisa estar disposto a arcar com este tipo de consequência.

Mas quem acredita em um meio termo (a tal “exposição controlada”) pode se ver em saias justas quando alguém que não faz parte dos grupos seletos que você considera aptos a entender as fotos e mensagens do seu perfil pede para “ser seu amigo” em alguma rede social.
Como dizer não, ou como aceitar apenas parcialmente, sem ofender? Eis um dilema do qual eu não padeço (minha técnica é simplesmente não aceitar, quando não quero – mas também sigo a técnica de não publicar nada em redes sociais que minha mãe, meu chefe e a Madre Teresa não devessem ver), mas parece que bastante gente tem, e este artigo do G1 oferece algumas respostas (Facebook-cêntricas).
]]>“Há três abordagens possíveis para se conduzir as relações interpessoais. A primeira é pensar apenas em si mesmo e passar por cima dos outros. A segunda é sempre pôr os outros à frente de si mesmo e a terceira é a ideal – a pessoa se coloca em primeiro lugar, mas leva os outros em consideração” (Joseph Wolpe)

Afinal, o que é assertividade? Simples: dizer a coisa certa, da forma certa, na hora certa, para a pessoa certa no local certo. Parece fácil, não? Mas por que na hora de colocar em prática o simples se torna complicado?
Na maioria dos casos isso acontece por dois grandes motivos:
Qual seria então a melhor alternativa de comportamento diante deste contexto?
Antes de responder vamos entender as diferenças entre os 4 tipos de comportamentos:
Respondendo a pergunta acima, o comportamento assertivo, sem dúvidas, é uma boa alternativa, pois proporciona melhores chances de conseguir um resultado que satisfaça ambas as partes.
Algumas causas para o comportamento não-assertivo:
Para o comportamento assertivo aparecer, precisamos da soma de algumas habilidades:
Resumindo, para sermos assertivos precisamos de essencialmente dois ingredientes:
Agora, antes de prosseguir com a leitura, faça uma reflexão sobre como anda a sua assertividade, e anote suas respostas lembrando que só você terá acesso a elas:
Analise as suas respostas e escolha apenas uma situação para aplicar as dicas a seguir.
(adaptado do livro: Desenvolva sua assertividade)
A fim de entender a aplicação do conceito de assertividade e sua implementação, experimente fazer o seguinte exercício:
Considere a seguinte situação: Você está na reunião de departamento em que apresentará um projeto de novo produto que poderá trazer ótimos resultados para a empresa. Porém, mais uma vez a reunião está sendo dominada por Paulo, seu par, um profissional obstinado com opiniões inflexíveis e que tem resposta para todas as perguntas.
É importante ressaltar que não existe resposta certa ou errada, afinal não existe uma única resposta 100% assertiva e sim um progresso gradual de seu comportamento rumo ao seu desenvolvimento.
Contribua comentando o que você pretende fazer e/ou fez para aumentar sua assertividade.
Um abraço até o próximo post que será bem interessante e útil, sobre Construção de Relacionamentos (network).
Patrícia Wolff
Para saber mais:

Seja Assertivo!
Vera Martins
Editora Campus, 2005
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7020&tipo=2&isbn=8535215905



A conservação do meio-ambiente e o desenvolvimento sustentável são temas cada vez mais frequentes, e uma das consequências comuns sentidas por organizações e coletividades é a expectativa crescente – por parte dos clientes, dos parceiros, do poder público ou de outros interessados – do desenvolvimento e execução de uma Agenda Ambiental, conceito alinhado ao da célebre Agenda 21 proposta (com escopo mais amplo) na conferência Eco 92, mas que pode ser implementado em variados âmbitos: a agenda ambiental de um país, de uma empresa, de um município, de uma escola, de um órgão público, de uma família, etc.
A efetividade das agendas ambientais existentes pode ser debatida a partir do seu conteúdo, ou mesmo dos resultados realmente alcançados por elas. Mas mesmo quando a redução dos impactos ambientais negativos é de pequena monta, é frequentemente empregado o argumento de que o próprio processo de construção e divulgação da agenda ambiental de um grupo ou organização contribui para a conscientização sobre a importância da sustentabilidade e tem efeitos secundários positivos.
Mas debater a efetividade das agendas ambientais está fora do nosso escopo de hoje, pois a intenção deste artigo é bem mais modesta: apresentar um modelo simplificado de como fazer agenda ambiental, para você empregar na sua organização ou coletividade – preferencialmente com o apoio de uma consultoria versada em ISO 14000 ou de alguma organização voltada à promoção da sustentabilidade.
Alguns elementos precisam estar presentes e bem definidos para que possa ser construída uma Agenda Ambiental. Entre os essenciais sob o ponto de vista do processo, incluímos:
O processo de construção de uma agenda ambiental é rico em vantagens possivelmente difíceis de confirmar ou mensurar, como a conscientização produzida nos envolvidos e atingidos, as mudanças em processos inspiradas pelo próprio processo de avaliação, o conhecimento produzido ou transferido, etc.

Mas há 2 produtos principais que podem se constituir em entregas reais e possuem maior potencial de serem percebidos como “resultado” do processo construtivo do plano, ainda que o resultado real seja o efeito que eles ainda deverão produzir. São eles:
O processo de elaboração deve ser adequado às práticas de sua organização, e às limitações de recursos, prazo e outras que estiverem em vigor, e que devem ser consideradas pelos responsáveis no momento de planejar suas atividades e delimitar o que será produzido.
Como referência, os 9 passos e a ordem abaixo indicam um modelo básico com base no que foi praticado no Ministério do Meio Ambiente:

As versões iniciais de agendas ambientais frequentemente usam uma abordagem ampla das interações sócio-ambientais no âmbito das organizações a que se referem, sem deixar de lado também a atenção a medidas cuja efetividade é percebida mais pelos ganhos em conscientização.
Um foco inicial bastante comum (que serve igualmente a indústria, comércio e serviços, públicos e privados) é a simples eliminação ou redução do desperdício de recursos como: matérias-primas, insumos, material descartável, combustível, energia elétrica, água, calefação, refrigeração, conectividade, material de escritório e similares.
O tratamento de “lixo” também é um foco inicial comum, com iniciativas de reuso e reciclagem, coleta seletiva, etc.
Em indústrias, principalmente, mas também onde haja frotas e outras fontes comuns de poluição visível, o tratamento de esgotos, outros efluentes, fumaça, poluição sonora, visual, eletromagnética e eletrônica também precisa estar em destaque desde a primeira versão do plano. Uma alternativa que tem se tornado comum (e cuja efetividade desconheço) é o plantio de árvores para compensar a emissão de gases poluentes.
O bom uso da água, especialmente nos grandes centros urbanos, é uma preocupação constante, e frequentemente é tratado à parte da redução do desperdício dos demais recursos, especialmente por haver grandes oportunidades de ganho neste quesito, com ações simples (mas nem sempre fáceis) como a adoção de descargas inteligentes, torneiras temporizadas, eliminação de vazamentos, reaproveitamento de água servida, estações de tratamento de efluentes, etc.

As ações de conscientização também costumam receber bastante atenção nas versões iniciais dos planos, com iniciativas como palestras, concursos diversos, exposições de arte feita com materiais reciclados, publicações, etc.
Iniciativas diversas e voltadas a temas correlatos, tais como a medicina do trabalho, a saúde mental, o tráfego urbano, o reflorestamento de encostas, a limpeza de rios e áreas costeiras, a prevenção de inundações, as hortas domésticas e muitos outros também tem sido incluídas frequentemente em agendas ambientais.
Alguns links para exemplos e mais informações:

Mesmo estando plenamente satisfeito com minha situação de trabalho atual, eu costumo atualizar o meu próprio currículo duas vezes por ano, e o faço de uma forma que me permite ter uma visão bem pragmática sobre quais os conhecimentos e habilidades (lembrou da nossa série sobre Competências?) que estou agregando, e o que o ambiente profissional (no sentido mais amplo) em que atuo valoriza.
Eu fiz minha auto-avaliação e atualização de currículo no início do ano, e atualizei até mesmo a versão resumida em um único parágrafo (40 palavras) que mantenho no cabeçalho do meu site pessoal. O processo de revisão foi bastante proveitoso, e por isso compartilho com vocês a idéia de fazê-lo.
Porque é uma ótima maneira de perceber o seu status profissional e compará-lo com a sua própria expectativa de desenvolvimento profissional, e com o que o mercado de trabalho vem valorizando. E, claro, planejar atitudes corretivas, ou ajustar as expectativas, quando necessário.
Esta razão é difícil de explicar detalhadamente, mas fácil de ser percebida com base no exemplo contrário: ao longo de minha vida profissional (que já passou por empresas que fecharam subitamente, estatal que foi privatizada, etc.), já vi vários casos de profissionais que eram bons na posição em que estavam mas foram “pra rua” de repente, e aí subitamente perceberam que não faziam nenhum curso há 12 anos, não eram especializados em nada, não tinham experiências profissionais dignas de menção – em resumo: sua empregabilidade estava baixa, seu currículo iria para o fim da fila em processos seletivos, e o momento era péssimo para que eles pudessem fazer algo a respeito.

E infelizmente a lógica dos processos seletivos mais frequentes, em que há excesso de candidatos qualificados concorrendo a poucas vagas reduz bastante a chance de quem precisa passar pela pré-seleção (baseada em currículo e geralmente sem oportunidade de entrevista) mas não consegue apresentar exatamente os atributos que estiverem sendo buscados pelo mercado, mesmo que tenha fartura de outros mais raros e caros.
Um bom currículo profissional é objetivo, e se torna melhor quando é feito pensando exatamente nas competências e características que devem ser destacadas para concorrer a uma vaga específica. Quando se está preparando um currículo geral, entretanto, a objetividade deve ser preservada, mas a seleção e classificação das informações fica um pouco mais ampla e solta.
Mesmo assim, a idéia de caber em tudo em uma face de uma folha A4 (e haja poder de síntese!) sem atulhá-la continua sendo um bom referencial da objetividade exigida – na hora de usar seu currículo para falar com você, jamais conte com o interesse de algum avaliador em ler mais do que a primeira folha!
Veja o que não pode faltar nesta página tão importante:
Para ajudar, temos 10 dicas de conteúdo para currículos que podem orientar na busca e seleção das informações, lembrando que deve sempre ser mantida a coerência interna, bem como o alinhamento em relação aos objetivos do currículo sendo produzido.

Depois de levantar as informações necessárias, identificar as mais relevantes e aceitar que o resto deve ser extirpado (ou ao menos guardado para uma segunda versão mais ampla e biográfica), chega a hora de cuidar da formatação do currículo.
Existem muitas maneiras de formatar o currículo, mas se você ainda não tiver adotado a sua, recomendo o modelo de currículo profissional simplificado do Efetividade, no ar desde 2007 e que já foi até mesmo destaque na Veja.
Mas não há por que parar por aí: aqui mesmo no Efetividade há um artigo explicando como melhorar o visual do seu currículo, apresentando 5 modelos de currículos alternativos construídos a partir do nosso modelo básico – bem mais bonitos, e usando formas variadas de atrair atenção para os aspectos que você gostaria de ver destacados.
A subjetividade da tarefa geralmente impede que você veja seu próprio currículo com os mesmos olhos que um avaliador, e é relativamente raro podermos contar com um profissional da área para fazer a avaliação de forma isenta.

Mas existe uma maneira de avaliar o conteúdo do seu currículo com um grau um pouco maior de objetividade: fazer uma lista dos requisitos que vem sendo solicitados em contratações para as posições às quais você gostaria de concorrer, e aí compará-las com o que você tem no seu cabedal. O ponto fraco do método é a comparação em si: tente não ser muito generoso ou elástico na interpretação, para não criar uma conclusão excessivamente positiva.
Para boa parte das vagas e profissões mais comuns, é fácil encontrar fontes sobre estes requisitos: são os anúncios em jornais, em revistas especializadas, em sites de bancos de vagas, os editais de concursos públicos, e talvez até o histórico de contratações recentes na sua própria empresa.
O processo é simples: identifique tudo o que aparece como requisito ou como diferencial nos anúncios e editais, se possível pontuando (pelo número de menções, ou por outro critério que faça sentido no seu contexto), e depois compare com o que está presente no seu currículo.

A longo prazo (após vários anos adotando a mesma prática, e guardando os resultados), esse processo vai permitir uma visão objetiva sobre a evolução das suas competências e mesmo da sua empregabilidade.
Mas é a curto prazo que ele se torna mais útil (mesmo já a partir da primeira vez que você o executar), porque permite identificar quais são as competências e características que o mercado procura (ou valoriza) e você ainda não oferece, para que você tenha a chance de buscar desenvolvê-las antes que elas sejam necessárias – porque se deixar para fazê-lo só quando precisar procurar emprego, pode ser tarde demais…
Claro que isso deve ocorrer sem correria. Após conhecer a natureza da diferença existente, coloque os aspectos em ordem de prioridade, ignorando os irrelevantes, decidindo o que fazer com os inatingíveis no momento, e fazendo um plano para alcançar os demais (nominalmente ou a fundo, dependendo do caso) ao longo de um prazo razoável, classificando também de acordo com o grau de disponibilidade – usar os acessos recomendados para enriquecer o currículo de quem não tem experiência, ou para quem está querendo voltar ao mercado de trabalho, pode ajudar.
Soluções criativas, como buscar experiência gerencial atuando como voluntário em uma ONG, podem ser tão úteis quanto as mais comuns (como fazer cursos e obter alguma certificação) – tudo depende do caso, da pressa e do tamanho da diferença existente.
Já que você vai fazer uma auto-análise com foco em empregabilidade, aproveite a oportunidade para pensar em outros aspectos também – nem todos eles aparecem no currículo!


Os 3 passos acima já foram temperados com diversos links para artigos anteriores aqui do Efetividade que podem ser úteis, mas a lista a seguir tem alguns itens a mais, e pode ajudar:

Recebi um exemplar da nova versão, por cortesia da editora Novatec (sempre muito gentis – obrigado!), e embora eu ainda não tenha começado a ler, vou cometer o pecado de descrever apenas o aspecto externo do livro, que já me chamou muito a atenção antes mesmo de abrir: é um alentado volume de 651 páginas (a anterior, que ficou entre as 5 mais vendidas de 2008 na área de marketing, tinha 480) e capa dura. A descrição na editora tem mais detalhes, mas já adianto que não é um “guia de receitinhas de SEO” – é de fato um livro sobre marketing na Internet.
E a razão de eu estar contando isso pra vocês em um mini-post, ao invés de esperar pela próxima Rapidinha Efetiva, é que recebi um aviso que interessa aos leitores de São Paulo que gostam do tema: na semana que vem haverá evento de lançamento e palestra do autor, na Fnac da Av. Paulista.
Detalhes no release, que reproduzo integralmente:
Livro brasileiro de marketing mais vendido do país tem nova edição com 650 páginas e capa dura trazendo estratégias de geração de valor para empresas por meio da internet.
Com foco em criação e implementação de estratégias de marketing digital visando aumento de receita e lucratividade, além de geração de valor para marcas e empresas, o livro Google Marketing 3ª edição, do publicitário e palestrante de marketing digital, Conrado Adolpho, chega às livrarias reunindo um conteúdo denso, prático e inovador. A obra descreve como as empresas dos mais diversos portes e segmentos devem utilizar a internet para construir marcas vencedoras em um mundo cada vez mais dominado pelos bits.
O lançamento do livro ocorrerá no dia 24 de fevereiro, às 19h, na Fnac da Av. Paulista, em São Paulo, com uma palestra homônima do autor. As vagas são limitadas e por ordem de chegada.
A terceira edição do livro, totalmente atualizada e ampliada, ensina a criar inteligência competitiva por meio da web, aumentar a quantidade de prospects de uma empresa de serviços ou produtos, melhorar o relacionamento com clientes, fornecedores e outros stakeholders, mensurar resultados de ações on-line e off-line, estimular o marketing viral e outras ações vitais para o crescimento de qualquer empreendimento.
O publicitário e autor do livro, Conrado Adolpho, comemora o lançamento de mais uma edição do livro, que já se tornou um Best-seller no mercado – tendo sido premiado, em 2009, pelo Jornal do Comércio. Em vista disso, trouxe uma nova versão mais robusta e incluindo, com exclusividade, uma metodologia de marketing e vendas para a web: “A metodologia ‘8 P’s do Marketing Digital’, desenvolvida depois de anos de observação e de experiência em marketing para a internet à frente de minha agência, fez com que essa edição do livro traga algumas soluções há muito esperadas pelos empresários e dá um norte para agências e departamentos de marketing sobre como trabalhar corretamente com marketing digital. São técnicas claras de como gerenciar um negócio na internet, o que pedir para sua equipe ou como mensurar os resultados de uma campanha de forma eficiente” explica.
Passe lá!
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O Efetividade.net, como faz todos os anos, revisita nossas dicas para ajudar você a se dar bem nas aulas e nas provas. Veja abaixo a lista, e participe comentando ou oferecendo suas próprias dicas na área de comentários!






Leia também:
]]>Tivemos um grande volume de participantes na escolha das competências que comporão a série. Isso é muito bom e mostra o comprometimento de vocês com seu desenvolvimento.

Segue a lista tão esperada:
O curioso neste resultado é que muitas competências “importantes” foram as menos votadas, tais como: paciência, saber ouvir. A conclusão que chego é que as competências mais votadas são as competências de alavancagem, isto é, no momento que consigo desenvolver tais competências eu melhoro competências correspondentes, como por exemplo: para eu desenvolver a minha assertividade eu preciso ser mais paciente, para eu melhorar a minha comunicação, necessariamente preciso aprender a ouvir melhor e assim sucessivamente.
Refletindo sobre cada uma das competências acima listadas, o que você diria do perfil de uma pessoa que tenha esta necessidade de desenvolvimento? Sendo uma construção coletiva, não posso visualizar essa pessoa claramente, mas minha experiência aponta para um jovem profissional (3, 8, 9, 10), com dificuldades para ser entendido (1, 5) e lutando para se destacar no ambiente de trabalho e no mercado em geral (2, 4). Sua formação pode não ser a que sonhou (7), mas tem muita garra para compensar esse fator (6).
Quero registrar que o simples fato de se ter escolhido (com as restrições impostas pelo sistema de votação) já foi o primeiro passo na sua auto-avaliação. Indicando onde você acha que precisa melhorar com mais urgência. No processo de coaching é feita avaliação 360º na qual comparamos a auto-análise com a visão dos outros e quase nunca existe unanimidade!
Agora é mãos à obra ! A boa notícia é que as competências podem ser aprendidas e praticadas em nossa experiência de vida, até que se tornem espontâneas, naturais. Mudar um padrão não é fácil , requer muita dedicação e vontade de ser melhor sempre. Para isso é necessário:
Para você conseguir o máximo proveito dessa série quinzenal de artigos é importante:
Aproveite para usar os comentários para dar sugestões, relatar experiências, fazer perguntas e estabelecer um canal de comunicação comigo. Irei me esforçar para responder, dentro do possível, as dúvidas que surgirem, afinal também estou desenvolvendo competências associadas a isso :-)
Bom trabalho!
A votação foi bem expressiva, e o resultado – as 10 competências mais votadas, em si – sai ainda hoje, em um artigo da Patrícia apresentando e comentando.

Mas enquanto isso já vou me adiantar e anunciar os 2 leitores felizardos que ganharam os brindes sorteados entre os participantes da enquete:
Ambos tem até domingo (21/2/2010) para me informar, via formulário de contato, o endereço postal (no Brasil) para onde devo enviar o brinde!
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