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	<title>Efetividade.net &#187; Emprego</title>
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	<description>Agenda em dia e caixa de entrada vazia! Ferramentas, dicas e técnicas, com ou sem Palm. Mais produtividade com pouco esforço. Eficiência e eficácia não bastam: como ser bem mais efetivo e administrar melhor o seu tempo aplicando dicas e truques simples.</description>
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		<title>O papel da personalidade na escolha de sua carreira</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 18:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Conforme avisei no dia 12, a excelente recepção que a série de artigos sobre Competências, da autora convidada Patrícia Wolf conduziu ao surgimento de frutos adicionais, pelo interesse que empresas do ramo têm em falar a este mesmo público. 
A idéia de posts patrocinados, publieditoriais e similares não me agrada como leitor, por isso resisto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme <a href=http://www.efetividade.net/2010/04/12/rapidinha-efetiva-12-colete-porta-gadgets-home-office-no-sofa-tomada-com-timer-competencias-e-mais/>avisei no dia 12</a>, a excelente recepção que a <a href=http://www.efetividade.net/tag/competencias/>série de artigos sobre Competências</a>, da autora convidada <a href=http://www.quantasconsulting.com.br/index.php>Patrícia Wolf</a> conduziu ao surgimento de frutos adicionais, pelo interesse que empresas do ramo têm em falar a este mesmo público. </p>
<p>A idéia de posts patrocinados, publieditoriais e similares não me agrada como leitor, por isso resisto a recorrer a ela nos blogs que mantenho. Talvez eu perca receita potencial com isso, mas imagino que vocês prefiram que seja assim.</p>
<p>E é nisso que se baseia minha política de aceitar material enviado por empresas interessadas: não há nenhum pagamento envolvido, eu publico o texto na íntegra, mas preciso concordar que seu tema é interessante e está dentro dos temas aqui do site.</p>
<p>É o caso do texto a seguir, enviado pela equipe do Emprego Certo (do UOL) e dirigido ao pessoal que está acompanhando a <a href=http://www.efetividade.net/tag/competencias/>série da Patrícia</a> para ajudar a evoluir conscientemente sua empregabilidade. </p>
<p>Eu li, gostei e aprovei, e agora compartilho com vocês. Claro que todo posicionamento que divide a humanidade em pequenos grupos (aventureiros, idealistas, racionais, etc.) é limitado por natureza e não necessariamente deve ser tomado ao pé da letra &#8211; somos humanos, e cada um de nós é uma exceção ambulante em potencial a qualquer classificação em pequenos grupos. </p>
<p>Mas como sabemos que parte considerável dos processos formais de recrutamento se baseia neste tipo de fundamento teórico, avalio que ter conhecimento deles pode interessar até mesmo a quem discorda dos &#8220;Tipos Psicológicos&#8221; de Jung e suas decorrências.</p>
<p>Com vocês, o texto enviado pela equipe do Emprego Certo:</p>
<blockquote><h2>Que carreira combina com a minha personalidade?</h2>
<p><i>Escolher uma profissão que combine com seus traços de personalidade pode ser um atalho interessante para a felicidade</i> </p>
<p>O mercado de trabalho exige muito de todos nós. Desafios como jornadas cada vez mais longas, funções acumuladas e necessidade constante de aperfeiçoamento estão na lista de profissionais de todas as áreas. Neste cenário, só uma coisa pode nos deixar mais equilibrados: fazer o que se gosta. </p>
<p>Um primeiro passo é descobrir o que, afinal, você gosta de fazer. De preferência antes de iniciar a faculdade. Uma boa maneira para descobrir que linha profissional seguir é fazer testes vocacionais. Eles dão alguns direcionamentos e tipos de carreira. </p>
<p><b>A teoria</b></p>
<p>A teoria por trás deste tipo de teste está baseada nos estudos de Carl Jung no início do século XX, sobre as Teorias da Personalidade. Já em 1927, no livro “Tipos Psicológicos”, Jung afirmava a personalidade humana pode ser composta por diversos fatores, que combinados tipificariam a personalidade de cada um. </p>
<p>Agora, percebam que curioso: a obra de Jung foi retrabalhada nos anos 50, quando Katherine Briggs Myers e sua filha Isabel Briggs Myers, donas de uma fábrica nos Estados Unidos, utilizaram seus fundamentos para seleção de pessoal. </p>
<p>Elas notaram, contudo, que os dois critérios iniciais para classificação de personalidades soavam incompletos e a eles somaram mais dois. O que começou com uma brincadeira entre mãe e filha tornou-se um estudo sério, sendo a base para do Indicador Myers Briggs dos Tipos de Personalidade.</p>
<p>Segundo este indicador, o tipo de personalidade pode ser identificado por meio de quatro critérios excludentes. Ou seja, a cada critério ou você é um ou outro. O primeiro é se você é <b>Extrovertido</b> ou <b>Introvertido</b>; o segundo se é <b>Sensorial</b> ou <b>Intuitivo</b>; o terceiro se é <b>Pensador</b> ou <b>Sentimental</b> e o quarto se é <b>Julgador</b> ou <b>Perceptivo</b>.  </p>
<p>A identificação do tipo de personalidade pela seleção destes critérios, em tese, daria ao candidato um panorama mais realista do tipo de profissão que se encaixaria em seu modo de ver o mundo. Alguns exemplos: </p>
<p><b>Pessoas com personalidades mais racionais</b> são mais determinadas e com forte raciocínio lógico. Vão curtir muito trabalhar em ambientes onde vale mais o raciocínio conceitual, orientando projetos, por exemplo. Gostarão de planejar e terão como diferencial a comunicação entre seus parceiros.  Pessoas com este tipo de personalidade costumam se dar bem em carreiras como administração, comércio exterior, desenho industrial, engenharia, entre outras.</p>
<p><b>Mas se você é do tipo idealista</b>, não desanime. Profissionais com este tipo de personalidade estão sempre pensando no futuro e adoram ajudar os outros. Seu diferencial é um entendimento acima da média das “coisas do mundo”. Por isso, acabam quase sempre se dando muito bem em funções intelectuais.  Gostam muito de examinar os fatos e buscar a razão das coisas.  Seu local de trabalho ideal é aquele com uma atmosfera amigável e cooperativa, sem burocracia e com muita liberdade criativa. Busca criar coisas novas e se cansa de locais onde a repetição é a regra. Dentre as profissões que encaixam com este tipo de personalidade estão Arquitetura, Propaganda, Jornalismo, Letras, entre outras.</p>
<p><b>Existem também os guardiões.</b> Pessoas com este tipo de personalidade são as sérias e trabalhadoras, além de muito confiáveis. Se você acha que a vida não é uma festa e deve ser levada a sério, você é um guardião! Um das qualidades mais fortes é fazer as pessoas se sentirem seguras ao seu lado. Em função disso o ambiente de trabalho ideal para este tipo de profissional é aquele que priorize o trabalho em equipe, com certa dose de rotina e organização. Direito e Química estão entre as profissões que fazem a felicidade dos guardiões.</p>
<p>O quarto tipo de personalidade básica é a dos <b>artesãos. São os aventureiros que procuram sempre por prazer e ação.</b> O que para a maioria é loucura, para eles é pura adrenalina e diversão. Eles se dão bem em ambientes colaborativos, informais e que permitam o contato direto com pessoas. São artistas-plásticos, biólogos, cineastas e professores de educação física.</p>
<p><b>E você? Qual seu tipo de personalidade?</b></p>
<div style="border-top: 1px solid #b0b0b0">
<i>Este texto foi produzido pelo <a href=http://empregocerto.uol.com.br/>Emprego Certo</a>, o <a href=http://empregocerto.uol.com.br/>site de empregos do UOL</a>, com exclusividade para o Efetividade.net.</i>
</div>
</blockquote>
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		</item>
		<item>
		<title>Atualizar seu currículo é uma oportunidade de auto-avaliação da empregabilidade</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/19/atualizar-seu-curriculo-e-uma-oportunidade-de-auto-avaliacao-da-empregabilidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 10:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Currículo]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Manter atualizado o seu currículo é um excelente exercício de auto-análise e uma forma de manter os olhos abertos para o que está acontecendo com a sua empregabilidade.
Mesmo estando plenamente satisfeito com minha situação de trabalho atual, eu costumo atualizar o meu próprio currículo duas vezes por ano, e o faço de uma forma que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manter atualizado o seu <a href="http://www.efetividade.net/2007/09/07/como-fazer-seu-curriculo-modelos-originais-de-curriculum-vitae-e-dicas-de-preenchimento/">currículo</a> é um excelente exercício de auto-análise e uma forma de manter os olhos abertos para o que está acontecendo com a sua empregabilidade.</p>
<center><img src="http://trilux.org/img/modelo-de-curriculo-gratis.png" ><br><i>O <a href="http://www.efetividade.net/2007/09/07/como-fazer-seu-curriculo-modelos-originais-de-curriculum-vitae-e-dicas-de-preenchimento/">modelo de currículo</a> campeão do Efetividade</i></center>
<!-- ximg http://trilux.org/img/modelo-de-curriculo-gratis.png -->
<p>Mesmo estando plenamente satisfeito com minha situação de trabalho atual, eu costumo atualizar o meu próprio currículo duas vezes por ano, e o faço de uma forma que me permite ter uma visão bem pragmática sobre quais os conhecimentos e habilidades (lembrou da nossa <a href="http://www.efetividade.net/tag/competencias/">série sobre Competências</a>?) que estou agregando, e o que o ambiente profissional (no sentido mais amplo) em que atuo valoriza.</p>
<p>Eu fiz minha auto-avaliação e atualização de currículo no início do ano, e atualizei até mesmo a versão resumida em um único parágrafo (40 palavras) que mantenho no cabeçalho do <a href="http://augustocampos.net/">meu site pessoal</a>. O processo de revisão foi bastante proveitoso, e por isso compartilho com vocês a idéia de fazê-lo.<br />
<span id="more-2598"></span></p>
<h2>Por que é bom atualizar sempre o currículo?</h2>
<p>Porque é uma ótima maneira de perceber o seu <i>status</i> profissional e compará-lo com a sua própria expectativa de desenvolvimento profissional, e com o que o mercado de trabalho vem valorizando. E, claro, planejar atitudes corretivas, ou ajustar as expectativas, quando necessário.</p>
<p>Esta razão é difícil de explicar detalhadamente, mas fácil de ser percebida com base no exemplo contrário: ao longo de minha vida profissional (que já passou por empresas que fecharam subitamente, estatal que foi privatizada, etc.), já vi vários casos de profissionais que eram bons na posição em que estavam mas foram &#8220;pra rua&#8221; de repente, e aí subitamente perceberam que não faziam nenhum curso há 12 anos, não eram especializados em nada, não tinham experiências profissionais dignas de menção &#8211; em resumo: <i>sua empregabilidade estava baixa, seu currículo iria para o fim da fila em processos seletivos, e o momento era péssimo para que eles pudessem fazer algo a respeito</i>.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/alg_job_fair_line.jpg" title="alg job fair line.jpg - fonte: alg job fair line.jpg (450�300) (http://assets.nydailynews.com/img/2009/04/16/alg job fair line.jpg) "><br><i>Fila de emprego</i></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/alg_job_fair_line.jpg -->
<p>E infelizmente a lógica dos processos seletivos mais frequentes, em que há excesso de candidatos qualificados concorrendo a poucas vagas reduz bastante a chance de quem precisa passar pela pré-seleção (baseada em currículo e geralmente sem oportunidade de entrevista) mas não consegue apresentar exatamente os atributos que estiverem sendo buscados pelo mercado, mesmo que tenha fartura de outros mais raros e caros.</p>
<h2>Etapa 1: Atualizando o currículo</h2>
<p>Um bom currículo profissional é objetivo, e se torna melhor quando é feito pensando exatamente nas competências e características que devem ser destacadas para concorrer a uma vaga específica. Quando se está preparando um currículo geral, entretanto, a objetividade deve ser preservada, mas a seleção e classificação das informações fica um pouco mais ampla e solta.</p>
<p>Mesmo assim, a idéia de caber em tudo em uma face de uma folha A4 (e haja poder de síntese!) sem atulhá-la continua sendo um bom referencial da objetividade exigida &#8211; na hora de usar seu currículo para falar com você, jamais conte com o interesse de algum avaliador em ler mais do que a primeira folha!</p>
<p>Veja o que não pode faltar nesta página tão importante:</p>
<ul>
<li>informações de contato atualizadas (talvez o item mais crucial!)
<li>uma caracterização breve sobre você (escolhendo só o que for relevante. Dependendo da ocupação, pode ser nome completo, data de nascimento, cidade onde mora, estado civil, se tem filhos)
<li>dados sobre as experiências profissionais recentes: empregos, projetos, estágios – incluindo período e atividade desempenhada em cada um deles, no mínimo, mas idealmente abordando as realizações mais relevantes entre eles também.
<li>formação acadêmica: com detalhes apenas sobre as formações e cursos mais relevantes e recentes
<li>outras atividades e fatos que possam ajudar a definir você como profissional: participação em eventos, atividades como instrutor, atividades comunitárias, domínio de idiomas, aptidões adicionais (exemplo: dirigir, ter carro próprio…)
<li>outros itens tidos como relevantes no seu mercado ou para a vaga pretendida
</ul>
<p>Para ajudar, temos <a href=http://www.efetividade.net/2006/11/10/10-dicas-de-conteudo-para-criar-um-modelo-de-curriculum-caprichado/>10 dicas de conteúdo para currículos</a> que podem orientar na busca e seleção das informações, lembrando que deve sempre ser mantida a coerência interna, bem como o alinhamento em relação aos objetivos do currículo sendo produzido. </p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/veja-curr-site.jpg" ><br><i>Nosso <a href=http://www.efetividade.net/2007/09/07/como-fazer-seu-curriculo-modelos-originais-de-curriculum-vitae-e-dicas-de-preenchimento/>modelo de currículo</a> em destaque na matéria da Veja &#8211; os erros foram inseridos por eles!</i></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/veja-curr-site.jpg -->
<p>Depois de levantar as informações necessárias, identificar as mais relevantes e aceitar que o resto deve ser extirpado (ou ao menos guardado para uma segunda versão mais ampla e biográfica), chega a hora de cuidar da <a href=http://www.efetividade.net/2006/11/15/10-dicas-de-visual-e-formatacao-para-criar-um-modelo-de-curriculum-caprichado/>formatação do currículo</a>. </p>
<p>Existem muitas maneiras de formatar o currículo, mas se você ainda não tiver adotado a sua, recomendo o <a href=http://www.efetividade.net/2007/09/07/como-fazer-seu-curriculo-modelos-originais-de-curriculum-vitae-e-dicas-de-preenchimento/>modelo de currículo</a> profissional simplificado do Efetividade, no ar desde 2007 e que já foi até mesmo <a href=http://www.efetividade.net/2008/07/22/efetividadenet-na-revista-veja/>destaque na Veja</a>.</p>
<p>Mas não há por que parar por aí: aqui mesmo no Efetividade há um artigo explicando <a href=http://www.efetividade.net/2008/07/23/modelo-de-curriculo-como-melhorar-o-seu-em-apenas-15-minutos/>como melhorar o visual do seu currículo</a>, apresentando 5 modelos de currículos alternativos construídos a partir do nosso modelo básico &#8211; bem mais bonitos, e usando formas variadas de atrair atenção para os aspectos que você gostaria de ver destacados.</p>
<h2>Etapa 2: Avaliando o seu currículo</h2>
<p>A subjetividade da tarefa geralmente impede que você veja seu próprio currículo com os mesmos olhos que um avaliador, e é relativamente raro podermos contar com um profissional da área para fazer a avaliação de forma isenta.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/emprego-perfeito.jpg" title="emprego perfeito.jpg - fonte: emprego perfeito.jpg (660�577) (http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp content/uploads/2008/05/emprego perfeito.jpg) "><br><i>Exemplo de anúncio de emprego</i></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/emprego-perfeito.jpg -->
<p>Mas existe uma maneira de avaliar o conteúdo do seu currículo com um grau um pouco maior de objetividade: fazer uma lista dos requisitos que vem sendo solicitados em contratações para as posições às quais você gostaria de concorrer, e aí compará-las com o que você tem no seu cabedal. O ponto fraco do método é a comparação em si: tente não ser muito generoso ou elástico na interpretação, para não criar uma conclusão excessivamente positiva. </p>
<p>Para boa parte das vagas e profissões mais comuns, é fácil encontrar fontes sobre estes requisitos: são os anúncios em jornais, em revistas especializadas, em sites de bancos de vagas, os editais de concursos públicos, e talvez até o histórico de contratações recentes na sua própria empresa.</p>
<p>O processo é simples: identifique tudo o que aparece como requisito ou como diferencial nos anúncios e editais, se possível pontuando (pelo número de menções, ou por outro critério que faça sentido no seu contexto), e depois compare com o que está presente no seu currículo.</p>
<p><center><img src="http://img.efetividade.net/img/modelo-curriculo-6.png" ><br><i>Mais um dos <a href=http://www.efetividade.net/2008/07/23/modelo-de-curriculo-como-melhorar-o-seu-em-apenas-15-minutos/>modelos de currículo originais</a> do Efetividade.net</i></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/modelo-curriculo-6.png --><br />
&nbsp;</p>
<p>A longo prazo (após vários anos adotando a mesma prática, e guardando os resultados), esse processo vai permitir uma visão objetiva sobre a evolução das suas competências e mesmo da sua empregabilidade.</p>
<p>Mas é a curto prazo que ele se torna mais útil (mesmo já a partir da primeira vez que você o executar), porque permite identificar quais são as competências e características que o mercado procura (ou valoriza) e você ainda não oferece, para que você tenha a chance de buscar desenvolvê-las antes que elas sejam necessárias &#8211; porque se deixar para fazê-lo só quando precisar procurar emprego, pode ser tarde demais&#8230;</p>
<p>Claro que isso deve ocorrer sem correria. Após conhecer a natureza da diferença existente, coloque os aspectos em ordem de prioridade, ignorando os irrelevantes, decidindo o que fazer com os inatingíveis no momento, e fazendo um plano para alcançar os demais (nominalmente ou a fundo, dependendo do caso) ao longo de um prazo razoável, classificando também de acordo com o grau de disponibilidade &#8211; usar os acessos recomendados para enriquecer o <a href=http://www.efetividade.net/2008/05/19/empregos-sem-experiencia-existe-solucao/>currículo de quem não tem experiência</a>, ou para quem está <a href=http://www.efetividade.net/2008/01/16/emprego-como-voltar-ao-mercado-de-trabalho/>querendo voltar ao mercado de trabalho</a>, pode ajudar.</p>
<p>Soluções criativas, como buscar experiência gerencial atuando como voluntário em uma ONG, podem ser tão úteis quanto as mais comuns (como fazer cursos e obter alguma certificação) &#8211; tudo depende do caso, da pressa e do tamanho da diferença existente.</p>
<h2>Etapa 3 &#8211; Aproveitando o momento</h2>
<p>Já que você vai fazer uma auto-análise com foco em empregabilidade, aproveite a oportunidade para pensar em outros aspectos também &#8211; nem todos eles aparecem no currículo!</p>
<ul>
<li><b>Como anda sua postura profissional?</b> Que imagem de profissional você passa às pessoas que interagem com você? Existem vários <a href=http://www.efetividade.net/2008/05/20/lideranca-e-motivacao-quer-ser-levado-mais-a-serio/>comportamentos e atitudes que podem fazer você não ser levado a sério</a>, e isso pode ser um grande obstáculo à empregabilidade e à possibilidade de promoções ou oportunidades profissionais.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img src="http://trilux.org/img/dar-desculpas.jpg" ><br><i>Chega de desculpas! Assuma sua postura e seja levado mais a sério</i></center>
<!-- ximg http://trilux.org/img/dar-desculpas.jpg --><br />
&nbsp;</p>
<li><b>E a reserva para momentos difíceis?</b> Ter uma fonte adicional de recursos, ou mesmo um <a href=http://www.efetividade.net/2009/03/09/crie-o-seu-fundo-de-reserva-pessoal-e-encare-a-vida-com-mais-opcoes/>fundo de reserva</a> pessoal ou familiar, é algo que pode facilitar em muito a absorção de golpes do destino, como uma demissão súbita &#8211; e aumenta sua capacidade de <a href=http://www.efetividade.net/2009/04/14/seja-positivo-aprenda-a-dizer-nao/>dizer não</a> quando a situação profissional exigir.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Sem esquecer do diferencial&#8230;</b>: Além de não haver garantia de que as vagas do futuro exigirão apenas os requisitos das vagas do passado recente, não esqueça que o ideal não é ter *apenas* o que os anúncios de recrutamento exigem &#8211; você precisa ter um diferencial, e também precisa desenvolver as habilidades que agradam a você mesmo. Enriqueça seu currículo permanentemente, aumente seu círculo de contatos e faça seu nome aparecer positivamente quando o empregador um dia pesquisar por ele no Google.  Na sua comunidade, participe do centro comunitário, de alguma ONG ou de iniciativas que possam tirar proveito das suas aptidões, e nas quais você possa desempenhar algum papel que faça a diferença (como bônus, assim você também pode aumentar seu networking, além do óbvio benefício de contribuir com a sua comunidade). Academicamente, faça cursos de extensão, aprenda algo que o mercado valoriza (como um idioma, informática, estatística, técnicas de vendas, resolução de conflitos, matemática financeira, ou o que for) ou dê um jeito de obter uma graduação ou pós-graduação – hoje dá para fazer isso até via Internet. Em paralelo, participe ativamente de grupos ou comunidades relacionados à sua profissão, busque contribuir com revistas ou sites da área, faça seu nome aparecer.
<p><center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/networking2.jpg" title="networking2.jpg - fonte: networking2.jpg (489�326) (http://www.vicsport.com.au/Assets/Images/networking2.jpg) "><br><i>Networking</i></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/networking2.jpg --><br />
&nbsp;</p>
<li><b>Como está a sua lista de contatos profissionais?</b> O chamado <a href=http://www.efetividade.net/2008/09/09/networking/>networking</a> funciona bem, mas só para quem se dedica a ele também quando não está precisando, e para quem não o usa como se fosse outro nome para falsidade e interesse. Manter contato é fácil e pode ser até bastante espontâneo. Fazer cursos e participar ativamente da sua comunidade local e profissional são maneiras de expandir seu círculo de contatos, mas não pense que simplesmente obter uma lista com os telefones e e-mails de todos eles ao final da reunião já conta a seu favor &#8211; é necessário cultivar ativamente os relacionamentos. Assim, você não vai se ver na situação chata de se ver sem ter a quem recorrer para obter indicações e dicas na hora em que precisar procurar trabalho, e nem vai fazer aquelas ligações que ninguém gosta de receber, de pessoas que não nos procuram há 20 anos, e só surgem quando têm um problema.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Acompanhe ativamente o seu mercado de trabalho!</b> acompanhar passivamente, lendo as notícias e mantendo-se informado, é positivo, mas não é suficiente. O ideal é acompanhar ativamente, buscando fortalecer contatos com pessoas da mesma profissão que atuem em outras empresas (do mesmo ramo ou não), parceiros, fornecedores, consultores. Se possível, seja voluntário de alguma organização de ensino ou aprendizado da sua profissão, escreva artigos para as publicações da área ou da imprensa local, participe de eventos e vá às reuniões do seu conselho ou associação profissional. Um sábio conselho, que ouvi há tempo e acredito, é que <i>a melhor forma de obter um bom emprego é ter amigos bem empregados</i>.
</ul>
<h3>Para completar</h3>
<p>Os 3 passos acima já foram temperados com diversos links para artigos anteriores aqui do Efetividade que podem ser úteis, mas a lista a seguir tem alguns itens a mais, e pode ajudar:</p>
<ul>
<li><a href=http://www.efetividade.net/2008/11/03/emprego-um-curriculo-vencedor-esta-ao-seu-alcance/>Emprego: um currículo vencedor está ao seu alcance</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2006/11/15/10-dicas-de-visual-e-formatacao-para-criar-um-modelo-de-curriculum-caprichado/">10 dicas de visual e formatação para criar um modelo de curriculum caprichado</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2006/11/10/10-dicas-de-conteudo-para-criar-um-modelo-de-curriculum-caprichado/">10 dicas de conteúdo para criar um modelo de curriculum caprichado</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/01/17/entrevista/">Entrevista de emprego: perguntas e como responder</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/01/15/emprego/">Emprego: a vaga certa, sem pagar nada para agências e portais</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/04/28/modelo-de-curriculum-primeiro-emprego/">Modelos de curriculum grátis para download &#8211; parte 1: primeiro emprego</a>
<li><a href=http://www.efetividade.net/2008/07/23/modelo-de-curriculo-como-melhorar-o-seu-em-apenas-15-minutos/>Modelo de currículo: como melhorar o visual do seu, em apenas 15 minutos</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/05/19/empregos-sem-experiencia-existe-solucao/">Emprego sem experiência? Existe solução</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/01/16/emprego-como-voltar-ao-mercado-de-trabalho/">Emprego: como voltar ao mercado de trabalho</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/05/18/primeiro-emprego-5-erros-a-evitar-do-curriculo-a-entrevista/">Primeiro emprego: 5 erros a evitar, do currículo à entrevista</a>
</ul>
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		<title>Crise, oportunidade, preparação e&#8230; METEOROS</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 14:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[Crise é uma situação de tensão, momento indefinido com problemas ou riscos inquietantes, ou uma conjuntura desfavorável ao bem-estar dos envolvidos.
Todos nós passamos por crises: crise econômica, crise política, crise de relacionamento, crise de saúde&#8230; elas fazem parte da vida, e muitas vezes chegam até mesmo a ser importantes para o desenvolvimento dos envolvidos, já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crise é uma situação de tensão, momento indefinido com problemas ou riscos inquietantes, ou uma conjuntura desfavorável ao bem-estar dos envolvidos.</p>
<p>Todos nós passamos por crises: crise econômica, crise política, crise de relacionamento, crise de saúde&#8230; elas fazem parte da vida, e muitas vezes chegam até mesmo a ser importantes para o desenvolvimento dos envolvidos, já que &#8211; dependendo da situação &#8211; aquilo que fazemos para nos adaptar a elas permite até mesmo que o seu fim marque o início de um período de crescimento que supera a posição em que nos encontrávamos quando ela começou. </p>
<p>Por outro lado, às vezes o esforço de adaptação supera a capacidade de alguns dos envolvidos, e eles não conseguem manter-se integralmente até o final dela. E o efeito varia de acordo com o âmbito em que a crise ocorreu: se for econômico, a empresa pode quebrar, ou a família pode ver sua situação sócio-econômica piorar; se for de relacionamento, o casamento pode acabar; se for financeiro, a pessoa pode ter seus bens tomados, e assim por diante.</p>
<p><center><img  title="deepimpact480a.jpg - fonte: deepimpact480a.jpg (imagem JPEG, 466x262 pixels) (http://disastermovies.files.wordpress.com/2009/03/deepimpact480a.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/deepimpact480a.jpg><br /><i>Não é preciso uma crise planetária para nos atingir</i></center>  </p>
<p>Para a maioria das pessoas, as crises acabam sendo percebidas muito mais no âmbito local do que no global, como aliás é natural. Nessa visão, a crise mundial do crédito é apenas uma notícia, o fechamento da fábrica na cidade vizinha é uma preocupação, mas o filho que ficou sem emprego é um problema real. </p>
<p>Passamos a vida chamando de importantes os grandes projetos e as realizações mais visíveis, e de triviais as pequenas conveniências e os fatos do dia-a-dia &#8211; mas quando uma crise atinge aquilo que nos acostumamos a considerar trivial, somos colocados à prova de uma maneira muito mais intensa do que quando ela apenas impede os projetos de longo prazo e o completamento das grandes realizações. </p>
<p><b>Preâmbulo 1: o adiamento do ENEM</b></p>
<p>Soube pela imprensa de que o ENEM, exame nacional aplicado a quem termina o ensino médio, e que em muitos casos já serve para classificar os alunos para uma vaga na faculdade, foi adiado em razão da &#8220;suspeita&#8221; de que a prova vazou. Perceber as diversas facetas da situação me inspirou a gastar 45 minutos do meu tempo de almoço para compartilhar este artigo com vocês.</p>
<p><center><img  title="todostrapa.jpg - fonte: todos.jpg (imagem JPEG, 500x298 pixels) (http://apodibola.zip.net/images/todos.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/todostrapa.jpg></center></p>
<p>A prova seria realizada nacionalmente neste final de semana, e em razão do seu caráter classificatório, bastante gente estuda e se prepara para obter um resultado superior &#8211; estas pessoas, se não erraram a receita, provavelmente planejaram para estar em seu pico de condições escolares neste final de semana, e agora terão que administrar a situação, sabendo que a prova deve ser remarcada apenas para daqui a mais de um mês, coincidindo com o período de vestibulares de várias instituições bastante concorridas. </p>
<p>Mas não são só elas que passam pela crise: diversas faculdades que usariam o resultado do ENEM em seu processo seletivo terão que se adaptar ao atraso, porque agora as notas do exame podem sair só depois do período de matrículas de muitas delas. As empresas envolvidas na preparação do certame também precisarão ajustar seus calendários, as escolas que cederam instalações para realizações das provas idem, e os cursinhos preparatórios irão se virar para oferecer &#8220;intensivões&#8221; adicionais.</p>
<p>É um exemplo típico de crise, com algumas pessoas beneficiadas e a maioria enfrentando um problema sob aspectos diferentes. E tem similaridade com o exemplo que meu avô usava, falando das comunidades de pescadores durante os períodos de tempestades e mar agitado: alguns vão pro rancho reforçar as redes e dar manutenção no equipamento, e outros vão pro bar tomar pinga. Neste caso, alguns estudantes vão continuar estudando (e até usando como apoio a prova que vazou), e outros vão aproveitar para colocar em dia seus seriados da TV. As condições da crise são as mesmas para todos, mas cada um tem sua resposta a ela, e viverá a consequência. </p>
<p>Dica extra: aproveite para reler &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2007/08/14/concursos-e-provas-como-estudar-com-efetividade-e-se-dar-bem/">Concursos e provas: como estudar com efetividade e se dar bem</a>&#8220;.</p>
<p><b>Preâmbulo 2: a crise das atualizações do Efetividade</b></p>
<p>Crises estão aí para serem superadas, e é o caso desta escassez de novos artigos aqui no Efetividade. Passo no momento por uma situação de saúde na família, que me leva a repensar todas as minhas prioridades, e está difícil conseguir manter o mínimo necessário (na minha opinião) de um artigo meu por semana por aqui, ao mesmo tempo em que me dedico a isso.</p>
<p><center><img  title="sport tandem bike.jpg - fonte: sport tandem bike.jpg (imagem JPEG, 911x410 pixels) (http://www.2wheelbikes.com/images/sport tandem bike.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/sport-tandem-bike.jpg></center></p>
<p>Esta situação está sob controle, e minha dedicação a ela (que faço com gosto e por opção) me traz uma série de resultados positivos conforme a situação se desenvolve e se aproxima de uma solução, como aliás é comum em crises. Mas a escassez de tempo para dedicar a escrever é uma realidade, e talvez se mantenha um período continuado. Conto com sua compreensão!</p>
<p>Mas, como veremos mais abaixo, a inovação também tem seu lugar como instrumento para resistir a crises, e já tenho uma ou duas idéias que pretendo testar para aumentar minha produtividade e gerar material inédito para cá nos momentos que tenho disponíveis para isso, uma ou duas vezes por semana.</p>
<p>Chega de preâmbulos, e vamos ao estudo do tema de hoje!</p>
<h2>Crise e oportunidade &#8211; a lenda do ideograma chinês</h2>
<p>Diz um velho e surrado clichê que o ideograma chinês para a palavra crise é a soma dos ideogramas de perigo e de oportunidade. A conclusão faz sentido, mas eu duvido: acredito em quem diz <a href=http://pinyin.info/chinese/crisis.html>que esta interpretação tão conveniente se trata de um erro de tradução</a>.</p>
<p><center><img width=420 height=193 title="crisistqm.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/crisistqm.jpg><br /><i>Crise (de lado pra caber melhor na página)</i></center>  </p>
<p>Mas mesmo que essa questão alegórica chinesa seja apenas uma lenda, a idéia de elas representarem oportunidades faz sentido. Nem todas as organizações (e pessoas) submetidas a uma condição de crise reagem da mesma maneira, e a reação faz toda a diferença não apenas para a chance de sobreviver bem até o final da crise, mas também sobre como será a condição de continuar se desenvolvendo ou competindo ao final da crise.</p>
<p>Para ficar num exemplo corporativo que eu conheço, simplificado em prol do entendimento: na cidade em que eu morava no começo dos anos 1990, havia 3 indústrias metal-mecânicas de porte similar. Veio uma crise daquelas bem típicas daquele período de economia mais instável que a de hoje, e uma delas logo recorreu a demissão em massa, outra concedeu férias coletivas, e a terceira (melhor preparada para enfrentar a crise) reduziu o expediente e parou a produção, mas aproveitou para realizar treinamentos sobre produção, qualidade e outros temas, no horário do expediente, com seus funcionários. Aposta arriscada? Sem dúvida, mas um dia a crise acabou, e a primeira empresa fechou, a segunda encolheu (hoje ela faz mangueiras de jardim), e a terceira rapidamente cresceu, e ainda atraiu os funcionários e clientes que as duas primeiras perderam. </p>
<p><center><img  title="1671 Weg Motor.JPG - fonte: 1671 Weg Motor.JPG (imagem JPEG, 236x207 pixels) (http://www.eriks.co.uk/image bank/images/storage/1671 Weg Motor.JPG) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/1671_Weg_Motor.JPG></center></p>
<p>Para uma delas, que estava preparada, a crise foi uma oportunidade. Para as outras, foi uma lápide ou um obstáculo intransponível. </p>
<h2>Crise e preparação &#8211; &#8220;Deixa a vida me levar&#8221;</h2>
<p>Nem sempre estamos preparados especificamente para a crise que nos acomete, até porque nem sempre dá para antecipar a natureza de uma crise. No exemplo acima, até se podia saber que algo estranho aconteceria com a economia (afinal, era ainda o tempo dos &#8220;pacotes&#8221;), mas quem adivinharia que o governo congelaria a poupança e escancararia as importações? </p>
<p>Sabemos que hoje as epidemias surgem e se espalham com mais rapidez, mas quem anteciparia a natureza do vírus e a data em que surgiu a nova Gripe A, e por onde ela se espalhou primeiro? O hemisfério norte teve a sorte de que por lá ela chegou durante a estação quente, e para nós foi o contrário, mas antes que acontecesse, ninguém sabia &#8211; e para manter a mesma metáfora, usualmente <b>produzir a vacina contra uma crise específica demora, e só gera resultado depois que a crise teve efeito de causar bastante estrago</b>.</p>
<p>Mas algumas pessoas e organizações estão melhor preparadas para os cenários de crise que conseguem antecipar, enquanto outras se contentam em adotar a &#8220;metodologia Pagodinho&#8221; e deixam a vida as levar. No advento da crise, é provável que a maioria dos integrantes de cada um dos grupos encontre resultados em sintonia com as suas atitudes de preparação.</p>
<p><center><img  title="russian market crisis.jpg - fonte: russian market crisis.jpg (imagem JPEG, 300x200 pixels) (http://www.russiablog.org/russian market crisis.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/russian-market-crisis.jpg><br /><i>Não encarar a crise não faz com que ela vá embora</i></center></p>
<p>Para variar o exemplo: quando chegam as crises do mercado financeiro, muitas vezes quem diversifica seus investimentos com foco na estabilidade e segurança sente um baque menor que o do vizinho, mas isso tem custo: nas épocas de tranquilidade, seus picos de rendimento tendem a não ser tão altos quanto a de quem arrisca mais. Por outro lado, quem arrisca e concentra investimentos obtém picos de rendimento maior, mas aí o baque da crise pode ser sentido de forma muito mais aguda.</p>
<p>Também é o caso da trapalhada no ENEM: estudantes que têm uma rotina de estudo ao longo de todo o ensino médio possivelmente terão seu resultado menos afetado pelo atraso de 45 dias da prova, do que aqueles que deixaram para estudar em cima da hora contando com um pico de memorização mapeado especificamente para o próximo final de semana.</p>
<p><center><img  title="Why Traffic Jam.jpg - fonte: Why Traffic Jam.jpg (imagem JPEG, 266x400 pixels) (http://1.bp.blogspot.com/ S y7 UCNxTc/SMVlZwCuJnI/AAAAAAAAAv0/m3MS Hzrp3g/s400/Why Traffic Jam.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/Why_Traffic_Jam.jpg><br /><i>O furacão está chegando&#8230;</i></center></p>
<p>Aqui no Brasil isso não é tão comum (previsão antecipada de calamidades naturais iminentes é raridade), mas o exemplo internacional é bem vívido, por isso recorro à imagem vista em tantos filmes de catástrofe: na hora de evacuar a cidade para fugir da onda gigante, dos aliens, do vulcão, do meteoro ou da crise da vez, <b>quem já estava com o tanque do carro cheio leva grande vantagem</b>, e quem não estava tem que encarar o pânico adicional na fila extra do posto de gasolina, antes de rumar para uma área segura. </p>
<p>Resumindo a conclusão deste sub-tópico antes que eu me alongue demais nele: <b>nem sempre dá de prever uma crise específica</b>, mas elas chegam mesmo assim, muitas vezes com pouco aviso. Estar preparado para elas é uma questão de estratégia, atitudes e hábitos &#8211; como o de manter o tanque do carro cheio, no exemplo acima, ou de estruturar sua carteira de investimentos sem colocar todos os ovos em poucas cestas. Na hora da crise, <b>sempre é bom dispor de reservas, alternativas e pontos de apoio para recorrer</b>.</p>
<p>Dica extra:  Aproveite para ler &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2009/02/04/segurando-seu-emprego-ao-mesmo-tempo-em-que-se-prepara-para-o-caso-de-ser-demitido/">Segurando seu emprego, ao mesmo tempo em que se prepara para o caso de ser demitido</a>&#8220;.</p>
<h2>Crise, adaptação, inovação, prioridades e o efeito dominó</h2>
<p>A natureza das crises varia, mas em geral elas se caracterizam também pelo aumento do grau de dificuldade para realizar as atividades desejadas, pela escassez dos insumos e recursos necessários para realizá-las, e pela necessidade de abrir mão de itens a que damos valor. </p>
<p>Para exemplificar: <b>é mais difícil organizar a festa de aniversário dos filhos quando o casamento está em crise</b>, é difícil completar a construção do prédio quando a economia está em crise, é difícil manter a casa de praia, ou o segundo carro, quando as finanças da família estão em crise.</p>
<ul>
<li><b>A crise muda nossas prioridades</b>: Diante da notícia de que houve complicação séria na gravidez da esposa, espera-se que o ótimo profissional mantenha intacta sua agenda de compromissos e viagens? Assim como não sabemos quando uma crise vai começar, em geral é difícil saber antecipadamente quando ela vai acabar. É por isso que a noção de <b>prioridade</b> precisa ser bastante exercitada em períodos de crise, para que nos concentremos no que nos dá resultado, ou em manter aquilo de que não podemos abrir mão: assim como a empresa precisa reduzir custo e selecionar muito bem quais investimentos não serão suspensos, a família precisa reduzir os gastos supérfluos, e assim por diante.
<p><center><img  title="8907bread line.jpg - fonte: 8907bread line.jpg (imagem JPEG, 600x450 pixels) (http://www.techspot.com/gallery/data/504/medium/8907bread line.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/8907bread_line.jpg><br /><i>Fila do pão nos EUA durante a grande depressão da década de 1930</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>A crise exige adaptação</b>: As margens de segurança que os precavidos costumam manter em tudo que fazem ou negociam acabam precisando ser diminuídas, o que era realizado de forma supérflua fica suspenso, e as reservas existentes começam a ser empregadas. Algumas pessoas e negócios florescem nas crises, mas a maioria delas precisa mesmo se adaptar à escassez e dificuldade abrindo mão (ainda que temporariamente) da continuidade de tudo que não for essencial.
<li><b>A crise pode ser um catalisador da inovação</b>: É a hora de pesquisar formas de ganhar produtividade e eficiência, ou de oferecer às pessoas a solução para seus novos problemas &#8211; nem tudo pode se resolver com cortes e reduções. Lanchonetes começam a oferecer refeições mais completas (e baratas) para as pessoas que não podem mais almoçar no restaurante de antes, surgem opções de financiamento de bens em prazos antes impensáveis, idéias ousadas de redução de custos (incluindo as que anteriormente já foram descartadas) são experimentadas, adota-se alternativas incomuns (como o Brasil fez no Proálcool, após as crises do petróleo), surgem novas idéias para geração de valor, etc.
<p><center><img width=420 height=357 title="desert-ships.gif" src=http://img.efetividade.net/img/desert-ships.gif><br /><i>Crises encadeadas: o encolhimento do mar de Aral produziu várias categorias de crises, todas interligadas.</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>As crises se encadeiam</b>: Como dominós enfileirados, as crises se sucedem em sequência. A crise econômica na empresa pode gerar a crise financeira nas famílias dos empregados, a crise no transporte pode gerar uma crise de abastecimento, uma crise ambiental severa como a da foto acima (de pesqueiros onde ficava o Mar de Aral) pode provocar crises econômicas, humanitárias ou até mesmo crises internacionais e bélicas, e assim por diante. O relacionamento entre as crises pode ser caótico, mas acompanhar as crises que afetam ambientes, organizações e sistemas com os quais você tenha relação é uma forma de antecipar a possibilidade de que uma crise derivada o afete.
</ul>
<p>Tudo isso, somado e bem executado, serve para resistir à crise enquanto ela durar, e é muito mais efetivo quando realizado mantendo sempre um olho na subsistência e o outro nas condições que teremos para continuar nosso desenvolvimento quando a crise chegar ao seu fim.</p>
<p>Dica extra: aproveite para ler &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2009/03/09/crie-o-seu-fundo-de-reserva-pessoal-e-encare-a-vida-com-mais-opcoes/">Crie o seu Fundo de Reserva pessoal, e encare a vida com mais opções</a>&#8220;.</p>
<h2>Concluindo: crise faz parte da vida</h2>
<p>Crises são fatos da vida, e embora muitas vezes não possamos prever seus detalhes, é arriscado viver como se elas nunca acontecessem &#8211; assim como é indesejável viver como se elas sempre estivessem já batendo à nossa porta. É necessário estar atento a elas, atuando na prevenção e preparação, e não apenas na reação e recuperação.</p>
<p><center><img  title="ondona2 2.jpg - fonte: 2 2.jpg (imagem JPEG, 320x230 pixels) (http://dynamic.busan.go.kr/upload/news/contents/1290//2 2.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/ondona2-2.jpg></center></p>
<p>Assim, além de ter a disposição de continuar resistindo até o fim, estar preparado para as crises é uma questão de estratégia organizacional (ou de valores, hábitos e atitudes pessoais). Quando ela chega, é preciso adaptar-se, concentrando-se no que é realmente vital, e eventualmente inovando &#8211; seja pelo lado da produtividade e eficiência, seja pelo lado do oferecimento de novas soluções adequadas à nova realidade da população em crise.</p>
<p>Todo mundo pode se adaptar, inovar e dar atenção às prioridades, mas quem se prepara nos períodos que antecedem a crise pode fazer isso  em melhores condições. Para algumas crises não há preparação específica possível, mas dispor de reservas, alternativas, conhecimento e apoio é algo que pode fazer diferença positiva na maioria das situações.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Emprego: evite os 5 erros na sua procura, dos classificados ao currículo</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/03/18/emprego-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 10:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Currículo]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Emprego é a palavra da moda. Nunca se falou tanto em currículos, classificados e vagas. Se você ainda tem o seu emprego, conserve, porque está cada vez mais difícil encontrar! A crise realmente chegou, e todos os dias vemos notícias de mais demissões em massa, trazendo consigo uma concorrência cada vez mais elevada para as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Emprego é a palavra da moda. Nunca se falou tanto em currículos, classificados e vagas. Se você ainda tem o seu emprego, conserve, porque está cada vez mais difícil encontrar! A crise realmente chegou, e todos os dias vemos notícias de mais demissões em massa, trazendo consigo uma concorrência cada vez mais elevada para as vagas de emprego que surgem aqui e ali.</p>
<p><center><img border=0 src=http://img.efetividade.net/img/emprego-catho-curriculo-classificados.gif></center>  </p>
<p>E a concorrência acirrada por vagas de empregos favorece quem se prepara melhor, excluindo um ou outro caso de pura sorte. Mesmo assim, todos os dias vemos exemplos de pessoas cometendo os mesmos erros básicos que as excluem de processos de seleção sem necessidade.</p>
<p>Será que você está cometendo algum deles? Ou algum amigo, ou pessoa da família, está procurando emprego há tempo e não consegue, apesar de ter o perfil e qualificação adequados? Confira a lista dos 5 erros mais comuns que você deve evitar.</p>
<h2>Garanta sua vaga de emprego evitando os 5 erros básicos</h2>
<ol>
<li><b>Atirar para todos os lados</b>
<dt>Você precisa ter um alvo. Por mais que a situação esteja complicada, você deve evitar o desespero de responder a todo tipo de oportunidade que aparecer, deixando assim de considerar a área, a especialidade, a localização, etc. Além da desvalorização pessoal, agir sem prioridade nem foco reduz a sua eficácia &#8211; enquanto você estiver gastando tempo em uma fila para uma vaga para a qual não tem qualificações, ou que fica longe demais para você de fato poder aceitá-la, pode estar deixando de aproveitar uma oportunidade muito melhor.<br />
&nbsp;</p>
<dt>O ideal é definir claramente, e o quanto antes, o que você deseja, considerando suas aptidões, pontos fortes e vulnerabilidades. A partir do conhecimento de si próprio, defina que tipo de vaga você está buscando, sendo tão seletivo quanto a sua situação permitir. Delimite por mercado, por região, por natureza da atividade, ou pelo critério que fizer mais sentido para você. Tendo escolhido um conjunto de parâmetros que constituem seu alvo, todas as outras etapas da busca poderão ser melhor direcionadas e aproveitadas. Mas cuidado para não construir muros ao redor de si: ao longo do processo, saiba quando rever os parâmetros definidos.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Concentrar-se só nos sites e jornais de classificados de emprego</b>
<dt>Você precisa correr atrás das vagas ocultas. Muitas vezes as empresas recorrem aos anúncios na imprensa apenas em último caso, após já ter tentado selecionar candidatos a partir do banco de currículos já cadastrados (por isso é importante enviá-lo sempre), ou a partir de indicações de seus funcionários (está vendo a importância da sua rede de relacionamentos?), ou até mesmo em pesquisas nos bons sites de bancos de currículo. Nem sempre é o caso, mas com certeza há bem mais vagas em aberto do que aquelas que saem no jornal.<br />
&nbsp;</p>
<dt>Se você definiu bem o seu alvo, terá em mente qual o mercado e região em que deseja atuar. Com um pouco de pesquisa, você poderá identificar as empresas que atuam dentro destes parâmetros, e enviar a elas seu currículo, acompanhado de uma carta de apresentação personalizada deixando claro o tipo de vaga que tem em mente. Em empresas com políticas atualizadas de gestão de pessoas, estes currículos são bem recebidos, e seu envio revela iniciativa e informação. As empresas mantêm seus próprios bancos de talentos, e o seu currículo será incluído nele, e pesquisado a cada nova vaga que surgir. </p>
<p><center><img  title="vagas de emprego.jpg - fonte: group people chequered floor.jpg (imagem JPEG, 973x1024 pixels) (http://www.wit.org.au/images/photos/group%20people%20chequered%20floor.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/vagas-de-emprego.jpg></center></p>
<li><b>Ser mais um na multidão</b>
<dt>Você precisa ter um diferencial. Nas cidades maiores e em época de crise, dificilmente deixará de haver múltiplos candidatos para qualquer vaga de emprego que for anunciada. E a maior parte deles, aos olhos de quem estiver selecionando, será praticamente igual a quase todos os outros, sem nenhum diferencial que aumente sua chance de obter a vaga.<br />
&nbsp;</p>
<dt>Alcançar um diferencial relevante nem sempre é fácil, especialmente para quem já está sem emprego. Mas buscar oportunidades de fazer um curso de formação (no SENAC, SENAI, SENAT, SEBRAE, sindicatos ou outra entidade similar em sua região), publicar um artigo no jornal sobre um tema relacionado ao seu mercado de trabalho, obter alguma experiência relevante atuando como voluntário em ONGs, sempre considerando o alvo que você definiu, pode fazer a diferença para o seu currículo ir para a pilha dos que irão ser chamados para a entrevista.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Ser discreto demais</b>
<dt>Sua rede de contatos precisa saber que você está em busca de uma oportunidade. Quando a necessidade não chegou ao ponto crítico, muitas pessoas tendem a considerar deselegante comentar que estão entre empregos, procurando uma oportunidade. Isto não é boa estratégia: seus amigos e conhecidos podem ficar sabendo de vagas, informar a você ou até mesmo estar em posição que permita recomendá-lo para contratação. Como já visto acima, é comum as empresas só anunciarem vagas quando não encontram alguém habilitado em seu próprio banco de talentos ou em recomendações dos funcionários atuais.<br />
&nbsp;</p>
<dt>Um amigo meu costuma resumir assim: o segredo para estar empregado é conhecer pessoas bem empregadas. Para o primeiro emprego às vezes é um pouco mais difícil, mas o ideal é que você comece o quanto antes a formar uma rede de relacionamentos e contatos (”networking”) a que possa recorrer, sem parecer inoportuno, quando chegar o momento de procurar uma nova colocação. Ao contrário do que pode parecer à primeira vista, isso não significa tentar praticar algum tipo de alpinismo social ou de forçar envolvimentos com diretores e presidentes de grandes empresas &#8211; o que ai lhe ajudar é ser próximo (de uma forma espontânea, natural e de longo prazo) de pessoas que trabalhem no mercado e região que lhe interessam, que conheçam outras pessoas e empresas, e possam assim não apenas ficar sabendo (e lhe avisar) de vagas em aberto, como ainda idealmente lhe recomendar para o responsável pela seleção. Mas tentar formar a rede de contatos só no momento da necessidade não dá certo.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Dar pouca atenção ao currículo e à entrevista</b>
<dt>Em tempos bicudos, a quantidade de candidatos é tão grande, que as empresas acabam dedicando pouco esforço à análise preliminar, removendo boa quantidade da pilha sem uma leitura completa. Se você quer ser chamado, as chances aumentam se você demonstrar empenho e capricho. Veja <a href=http://www.efetividade.net/2007/09/07/como-fazer-seu-curriculo-modelos-originais-de-curriculum-vitae-e-dicas-de-preenchimento/>como fazer seu currículo</a>, e siga também os links adicionais ao final deste artigo, para que ele se destaque positivamente dos demais.<br />
&nbsp;</p>
<dt>E se você for chamado para a entrevista, não vacile: <a href=http://www.efetividade.net/2006/12/13/entrevista-de-emprego-preparacao/>prepare-se</a>, e saiba <a href=http://www.efetividade.net/2007/02/05/entrevista-de-emprego-parte-2-10-dicas-para-se-sair-bem-durante-a-entrevista/>como se comportar durante a entrevista</a>, para aumentar suas chances. Conhecer algumas <a href=http://www.efetividade.net/2008/01/17/entrevista/>respostas para perguntas comuns de entrevistas</a> também pode ajudar!</p>
</ol>
<p>A bem da verdade, deixar de cometer todos os erros acima não basta para que você consiga um emprego. Mas cometer qualquer um deles reduz as suas chances de obter o emprego certo, portanto não perca a oportunidade de virar o jogo um pouco menos contra você.</p>
<p>Muitas vezes os empregos são perdidos por razões quase surreais, como enviar o currículo <a href=http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL1042273-9654,00.html>no dia errado da semana</a>. Em outras, embora haja qualificação, o perfil do candidato não é valorizado pela empresa (mas há esperanças para quem busca emprego <a href=http://www.efetividade.net/2008/05/19/empregos-sem-experiencia-existe-solucao/>sem experiência</a> ou <a href=http://www.efetividade.net/2008/01/16/emprego-como-voltar-ao-mercado-de-trabalho/>está tentando voltar ao mercado de trabalho</a>). Não desanime: as regras do jogo podem não estar a seu favor, mas todos os dias algumas pessoas conseguem as suas oportunidades, e você pode ser uma delas.</p>
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		<item>
		<title>Crie o seu Fundo de Reserva pessoal, e encare a vida com mais opções</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/03/09/crie-o-seu-fundo-de-reserva-pessoal-e-encare-a-vida-com-mais-opcoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 10:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>

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		<description><![CDATA[Fundo de Reserva é um montante mantido à parte, sempre disponível para cobrir despesas extraordinárias, emergenciais ou imprevisíveis. Toda pessoa ou família pode ter um fundo de reserva, mas para formá-lo é necessário aplicar mensalmente uma parcela do orçamento, e fixar critérios no que diz respeito ao seu uso e manutenção.
  
Ter um Fundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fundo de Reserva é um montante mantido à parte, sempre disponível para cobrir despesas extraordinárias, emergenciais ou imprevisíveis. Toda pessoa ou família pode ter um fundo de reserva, mas para formá-lo é necessário aplicar mensalmente uma parcela do orçamento, e fixar critérios no que diz respeito ao seu uso e manutenção.</p>
<p><center><img width=324 height=400 title="Como poupar" src=http://img.efetividade.net/img/MoneyMattress.jpg></center>  </p>
<p>Ter um Fundo de Reserva, ou Fundo de Emergência, seja ele pessoal ou familiar, é uma providência relativamente cara (tanto no sentido financeiro quanto no econômico), mas cujo valor aparece claramente não apenas nas emergências: dispor de reservas prontamente acessíveis acrescenta muita tranquilidade e facilita decisões que seriam muito mais sofridas se você estivesse, como tantas pessoas, sempre a não mais do que um contracheque de distância da ausência de opções.</p>
<p>Em especial, ao estudar <a href=http://www.efetividade.net/2008/01/08/etica-no-trabalho-indo-alem-dos-codigos-de-etica/>ética no trabalho</a> e as questões relacionadas ao <a href=http://www.efetividade.net/2008/08/12/assedio-moral/>assédio moral</a>, percebe-se que a presença de um fundo de reserva aumenta a chance de o funcionário recusar-se a ser co-partícipe destes comportamentos, pois pode encarar melhor a possibilidade de a opção pela ética acabar prejudicando a sua continuidade na posição atual. </p>
<p>Em um artigo anterior sobre a preparação para o recrudescimento da situação do mercado de trabalho nesta crise global que atravessamos (&#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2009/02/04/segurando-seu-emprego-ao-mesmo-tempo-em-que-se-prepara-para-o-caso-de-ser-demitido/">Segurando seu emprego, ao mesmo tempo em que se prepara para o caso de ser demitido</a>&#8220;), a questão dos fundos de reserva também foi abordada, pois é óbvia a relação entre as duas questões.</p>
<p><b>Mas, em meio à crise, será que é a hora certa de começar um Fundo de Reserva?</b></p>
<p>Não, na verdade a hora certa seria antes da crise, se você soubesse que ela viria. Mas deixar de iniciar uma medida preventiva só porque já estamos em uma crise é um argumento que se sustentaria bem melhor se soubéssemos que já chegamos ao fundo do poço &#8211; e raramente é o caso. </p>
<p>Não sabemos se a crise atual vai se agravar, nem quanto tempo vai durar. Não sabemos quanto tempo após seu término chegará a próxima. Medidas preventivas são difíceis a qualquer tempo, e só são efetivamente apreciadas na hora de fazer uso delas.</p>
<p><b>Começando o seu Fundo de Reserva</b></p>
<p>Manter um fundo de reserva é relativamente simples, mas começá-lo envolve decisões complicadas &#8211; tanto no aspecto motivacional, quanto no da efetiva implementação.</p>
<p>Em especial, é necessário antes saber diferenciar o que é consumo, o que é investimento e o que é um efetivo Fundo de Reserva. A idéia essencial de um Fundo de Reserva é que ele esteja disponível para uso imediato, e por isso precisa ser mantido em alguma aplicação com alta liquidez e baixo risco, o que geralmente conduz também ao baixo rendimento. Ter um imóvel, outro bem ou qualquer investimento que não possa ser convertido em dinheiro rapidamente não constituem bons fundos de reserva, embora possam ser opções de investimento. </p>
<p>Por outro lado, possuir o imóvel onde se mora, um carro ou outro bem que esteja em uso em geral se classifica muito mais como consumo do que como investimento (embora dê alguma segurança), e fica longe de ser um Fundo de Reserva, a não ser que seu uso seja completamente supérfluo (e você possa abrir mão de um dia para outro), e a liquidez dele no mercado seja alta e permanente &#8211; o que é raro, especialmente em crises.</p>
<p>Mas guardar moeda corrente em casa (alternativa de altíssima liquidez) geralmente é inseguro e obriga a abrir mão até mesmo das baixas taxas de remuneração que as instituições oferecem a quem quer guardar dinheiro mantendo a liquidez. Portanto, após decidir implantar o fundo, <b>a sua primeira decisão importante</b> deve ser onde guardá-lo, equilibrando o interesse em segurança, em manter a atualização monetária, e em liquidez. Para um exemplo: Fundos de Reserva de condomínios usualmente são aplicados em cadernetas de poupança e similares de instituições consideradas sólidas, abrindo mão de rendimentos superiores em prol da segurança e disponibilidade imediata.</p>
<p><center><img  title="crise na economia.gif - fonte: coins.gif (imagem GIF, 384x336 pixels) (http://www.thebosscorporation.co.uk/images/coins.gif) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/crise-na-economia.gif></center></p>
<p>A <b>segunda decisão importante</b> é a definição de quanto se deseja vir a ter no Fundo de Reserva, quando ele estiver completo. Devido ao aspecto motivacional, o ideal é definir um plano escalonado, com uma meta para 6 meses, outra para 1 ano, e outra para o final do segundo ano, por exemplo. As metas devem considerar a sua capacidade de gerar poupança, seja pela ampliação da receita pessoal (geralmente mais difícil), pela redução de despesas (menos difícil) ou pelo redirecionamento do que seria aplicado em outros investimentos (mais fácil). </p>
<p>Um possível plano de metas pode ser: em 6 meses ter o suficiente para pagar um mês de suas despesas integrais, ao final do ano ter o equivalente a um mês e meio de seus rendimentos integrais reais, e ao final do segundo ano ter capacidade de quitar todos os seus débitos (aluguéis, prestações, financiamentos, mensalidades, etc.) pendentes por 2 meses, e ainda ficar com um saldo disponível equivalente a 2 meses de rendimentos integrais e livres &#8211; o que daria um bom fundo de reserva para manter abertas suas opções após emergências. A literatura especializada usualmente define como valor final um total equivalente a 6 a 8 meses de seu rendimento mensal, mas sinta-se livre para considerar se após 2 ou 3 meses você não terá condições de tornar líquidos outros investimentos de maior rentabilidade em que poderá empregar estes recursos adicionais.</p>
<p>E note que as medidas podem ser tomada simultaneamente em 2 sentidos: ao mesmo tempo em que se amplia a poupança, pode-se buscar reduzir conscientemente o número de compras parceladas e financiamentos que se inicia, por exemplo.</p>
<p>E aí chegamos à <b>terceira decisão importante</b>, potencialmente a que tem maior impacto sobre a motivação, e a que envolve mais disciplina: quanto poupar por mês. Só você pode avaliar do que abrir mão, quanto desviar de outras aplicações, ou se é possível ampliar a renda mensal. O valor escolhido deve corresponder ao plano de metas, naturalmente.</p>
<p>Considerando a disciplina e a motivação, caso a fonte do fundo de reserva seja a redução de despesas supérfluas, pode fazer sentido realizar os depósitos semanalmente, em quantias menores, mesmo que os seus rendimentos sejam mensais. Você verá o bolo crescer, e cada depósito individual vai doer menos no bolso. Se você tiver problemas de disciplina, muitos bancos oferecem planos de transferência automática mensal para uma série de planos de capitalização (que em geral não são ótimos investimentos), e aí a mordida será automatizada: todo mês, após o salário pingar lá no fundo da conta corrente, uma parcela vai para a reserva. Mas faça com que esta conta de destino seja exclusiva para o fundo de reserva &#8211; misturar todos os fundos em um saldo comum não é bom para a disciplina, e nem para a motivação.</p>
<p><b>Depois de decidido, coloque em prática!</b></p>
<p>Nenhum plano vale nada se não for colocado em prática e mantido. Se você decidir, faça os sacrifícios necessários e busque constantemente as metas definidas. Ao final do prazo, você terá alcançado o valor desejado e, o que é melhor, poderá ter desenvolvido uma rotina de poupança que poderá ser canalizada a outros investimentos mais rentáveis, ou à aquisição de bens que sejam de seu interesse.</p>
<p>Em especial, saiba também quando chega a hora do movimento contrário: o fundo de reserva está lá para emergências, e não necessariamente apenas para algum momento em que você se veja privado de suas fontes de receita. Uma manutenção inesperada (e emergencial) no carro ou na casa podem ser bons motivos para fazer uso dele &#8211; o que deve também colocar em operação um novo plano de metas para recompô-lo.</p>
<p><b>Leia também</b></p>
<ul>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2009/02/04/segurando-seu-emprego-ao-mesmo-tempo-em-que-se-prepara-para-o-caso-de-ser-demitido/">Segurando seu emprego, ao mesmo tempo em que se prepara para o caso de ser demitido</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/01/09/fluxo-de-caixa-instrumento-essencial-para-profissionais-independentes/">Fluxo de caixa: instrumento essencial para profissionais independentes</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/02/18/ganhar-dinheiro/">Como ganhar dinheiro</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/01/08/etica-no-trabalho-indo-alem-dos-codigos-de-etica/">Ética no trabalho: indo além dos códigos de ética</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/08/12/assedio-moral/">Assédio Moral</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/07/21/investimentos-inteligentes/">Investimentos Inteligentes</a>
</ul>
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		<title>Concurso: 12 dicas testadas e aprovadas para passar</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/02/13/concurso-12-dicas-testadas-e-aprovadas-para-passar/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 09:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem passou há menos de 3 meses em um concurso público federal em que havia mais de 400 candidatos por vaga certamente pode ter alguma dica a compartilhar, certo?
Concurso é uma palavra não sai da moda em momentos de crise econômica, e a febre de artigos sobre concursos públicos na imprensa nacional reflete este interesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem passou há menos de 3 meses em um concurso público federal em que havia mais de 400 candidatos por vaga certamente pode ter alguma dica a compartilhar, certo?</p>
<p>Concurso é uma palavra não sai da moda em momentos de crise econômica, e a febre de artigos sobre concursos públicos na imprensa nacional reflete este interesse do público. Quando eu escrevi o artigo &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2009/02/09/concurso-seu-plano-realista-para-se-preparar-e-passar/">Concurso: plano realista para se preparar &#8211; e passar</a>&#8220;, comentei que além de ter uma experiência pessoal bastante positiva com concursos públicos (e que reflito nos meus artigos), tenho também contato próximo com bastante gente aprovada em concorridos concursos recentes, e que reconheço nelas algumas características em comum.</p>
<p><center><img  title="passar em concurso.jpg - fonte: concurso prefeitura mateus leme.jpg (imagem JPEG, 450x322 pixels) (http://img.photobucket.com/albums/v445/iftk2/05/concurso prefeitura mateus leme.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/passar-em-concurso.jpg></center></p>
<p>E o mais interessante: várias delas compartilham a minha opinião de que as características que elas têm em comum não correspondem a uma vontade (ou capacidade) insana de estudar todas as apostilas do mundo. Estudar certo é apenas um requisito essencial, mas o que diferencia estes candidatos aprovados com que eu convivo parece ser a capacidade de se manter motivado, de fazer escolhas racionais e de incluir a preparação para concursos na sua vida normal, deixando de fazer com que seja algo que interfere ou atrapalha.</p>
<p><center><img  title="869421.estudo estudando biblioteca aula escola turismo 131 283.jpg - fonte: Especial Férias de Julho do iG   iG Turismo (http://igturismo.ig.com.br/julho/) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/869421.estudo_estudando_biblioteca_aula_escola_turismo_131_283.jpg></center></p>
<p>As minhas opiniões sobre o assunto já se refletiram em vários artigos que eu escrevi (veja os links ao final deste texto), mas ao ler um destes meus artigos, uma destas pessoas com quem eu convivo (e cujo anonimato vai ser preservado, a pedido) e que recentemente passou em um concurso público federal para um cargo para o qual havia mais de 400 candidatos por vaga me procurou sugerindo compartilhar com os leitores o posicionamento que ela adotou.</p>
<p>Claro que eu aceitei a oportunidade de compartilhar estas dicas com vocês, e topei a oferta. Em troca de um cachê milionário, sugeri que ela adotasse o popular formato &#8220;12 dicas&#8221;, refletindo a experiência pessoal dela, que aí cada interessado pode decidir se são aplicáveis ou não à sua vida pessoal.</p>
<p>Portanto, segue o texto dela, na íntegra!</p>
<p><b>12 dicas de uma aprovada em concurso público</b> </p>
<p>1. <b>Acredite!</b> Ok, você mal começou a ler e já deu de cara com um clichê. Mas é verdade, não tem como se dedicar e manter motivado até o final se você achar que não vai conseguir. Eu costumava pensar: alguém sempre vai passar!</p>
<p>2. <b>Desencane da concorrência!</b> Segundo clichê, tudo bem. Mas imagine que você está suuuper empolgado, saiu o edital, já começou a ir atrás do material e de repente divulgam a relação: 600 candidatos/vaga (ou 100, ou 20, que seja). Não desanime, o que está ao seu alcance para estar à frente deles é VOCÊ se preparar &#8211; e a situação deles, coletivamente, não é diferente.</p>
<p><center><img  title="estudar concurso.jpg - fonte: Aprendendo a estudar para Concursos Públicos | Concurso Polícia (http://www.concursopolicia.net/aprendendo a estudar para concursos publicos.html) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/estudar-concurso.jpg></center></p>
<p>3. <b>Não economize mais do que o necessário.</b> Pense em material de estudo como investimento. Não se endivide, mas também não seja mesquinho. Vale bem mais a pena comprar um livro bom e caro do que comprar outro desatualizado ou que não serve pra nada. E não são só os livros: assine sites especializados. Eu usei o da Folha Dirigida pra download de provas (fiz a menor assinatura, super baratinho e baixei milhões de provas) e para as matérias jurídicas usava também a biblioteca de questões do Portal ClubJus que tem um filtro ótimo que delimita bem o assunto. Na época era gratuito, depois creio que passou a ser cobrado. Mas admito que comprei várias coisas inúteis, como um curso online de raciocício lógico que chegou a me dar vergonha alheia pela quantidade de erros. Nem sempre a gente acerta&#8230;</p>
<p>4. <b>Peça ajuda a quem sabe.</b> Leve o edital para um conhecido da área indicar a bibliografia. Para as matérias jurídicas, eu cansei de comprar livros que estavam totalmente fora do propósito até que uma prima advogada me indicou e até emprestou os livros certos.</p>
<p>5. <b>Foco no conteúdo!</b> O tempo muitas vezes é escasso. Se o assunto for interessante, a tentação de divagar fica grande. É como pesquisar na Wikipédia: você entra em um assunto, clica num link, depois em outro e daqui a pouco nem lembra mais onde começou e o que queria saber. A minha dica é ficar sempre com o conteúdo programático em mãos. Eu prendi o meu num desses calendários triangulares de mesa, pra não perder no meio da papelada e ia grifando com um marca-texto os assuntos já estudados.</p>
<p><center><img  title="lugar para estudar.jpg - fonte: lugar para estudar.jpg (imagem JPEG, 400x374 pixels) (http://i185.photobucket.com/albums/x96/tapanacara/lugar para estudar.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/lugar_para_estudar.jpg></center></p>
<p>6. <b>Não se deixe desanimar pelos outros.</b> Tem gente que vai insistir pra você sair bem naquele dia que o estudo está rendendo, outros vão dizer que concurso é uma questão de cartas marcadas (eu não acredito que seja tão fácil de a entidade fraudar com sucesso, pelo menos na maioria dos casos, mas tudo bem). Enfim, tem coisas que é melhor deixar entrar por um ouvido e sair pelo outro.</p>
<p>7. <b>Lazer e equilíbrio.</b> Claro que você vai abrir mão de algumas coisas, mas se ficar trancado em casa não vai se manter motivado por muito tempo. Como eu trabalhava período integral, precisava usar as noites e final de semana para estudar. Desisti de algumas viagens, mas sempre arranjava tempo pra uma cervejinha com os amigos. Tem que ser encontrado o equilíbrio.</p>
<p>8. <b>Respeite-se!</b> Há dias que não adianta, a matéria não entra de jeito nenhum: dê um tempo, caminhe, tome um banho, cozinhe, tome uma cerveja, converse no MSN. Se não tiver jeito, tire o dia de folga e recomece amanhã. Só não pode virar hábito.</p>
<p><center><img  title="concurso apostila download.jpg - fonte: Secretaria de Recursos Humanos   Jornal Conversa Pessoal (http://www.senado.gov.br/sf/senado/portaldoservidor/jornal/Jornal87/educacao estudando.aspx) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/concurso-apostila-download.jpg></center></p>
<p>9. <b>Plano B.</b> Chegou um momento em que eu estava saturada, me distraía o tempo todo com TV, Internet, comida&#8230; Só motivação pura não bastava, aí passei a ir estudar na biblioteca de uma faculdade. E tinha que ser numa bem longe, porque se ia na mais perto de casa me dava muita vontade de fugir pro meu quarto.</p>
<p>10. <b>Exercícios, exercícios!</b> O mais megaimportante: EXERCÍCIOS, MUITOS EXERCÍCIOS, EXERCÍCIOS EXCESSIVOS. Não importa se você estuda lendo, fazendo tabela, resumo, desenho, organograma, o importante é resolver muitos exercícios mesmo. Resolver, e não ficar lendo a pergunta e a resposta certa. Tenho certeza que foi esse exagero que me fez ser aprovada: lia um assunto, daí resolvia umas 100 questões sobre aquilo. Cansava? Ok, só mais 20&#8230; Fazendo isso você passa a entender o raciocínio das perguntas, o que a banca costuma avaliar de cada assunto. A formulação muda, mas o conteúdo é semelhante. Além disso, você ainda percebe as suas próprias dúvidas e as corrige.</p>
<p>11. <b>Reprovou em 2? Em 3? Não desista!</b> No último ano fiz 7 concursos e muitas vezes bati na trave, daí pensava: &#8220;É, alguém se preparou mais que eu&#8230;&#8221; Ou ia super bem na prova e caia lá pra trás na classificação por causa de alguma prova de títulos. Não vou mentir, isso me deixava furiosa e às vezes depois de uma decepção dessas ou de uma prova muito difícil, eu me permitia uma semana de folga, ou até mais. Mas logo recomeçava, mesmo que num ritmo mais lento.</p>
<p>12. <b>Tenha um objetivo</b> Minha aprovação mais recente foi para um cargo pelo qual eu tenho fascinação, então não foi difícil: conseguia até me imaginar exercendo. Mas a motivação pode ser qualquer uma: quer ser PF para lutar contra o crime, ser fiscal para combater contrabando ou a galera que sonega enquanto a gente se mata de pagar impostos? O importante é ter foco, e nem sempre precisa ser no contra-cheque e na estabilidade.</p>
<p><b>Leia também:</b></p>
<ul>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2009/02/09/concurso-seu-plano-realista-para-se-preparar-e-passar/">Concurso: plano realista para se preparar &#8211; e passar</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/08/14/concursos-e-provas-como-estudar-com-efetividade-e-se-dar-bem/">Concursos e provas: como estudar com efetividade e se dar bem</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/02/14/como-passar-no-vestibular-na-proxima-tentativa/">Como passar na próxima tentativa</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/09/30/vestibular-e-concursos-nao-deixe-o-stress-atrapalhar-os-estudos/">Vestibular e concursos: não deixe o stress atrapalhar os estudos</a>
</ul>
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