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	<title>Efetividade.net &#187; Comunicação</title>
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	<description>Agenda em dia e caixa de entrada vazia! Ferramentas, dicas e técnicas, com ou sem Palm. Mais produtividade com pouco esforço. Eficiência e eficácia não bastam: como ser bem mais efetivo e administrar melhor o seu tempo aplicando dicas e truques simples.</description>
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		<title>E-mail: mantendo vazia a Inbox, 3 frases de cada vez</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma caixa de entrada superlotada de e-mails pode ser um grande obstáculo à produtividade. Mas o 3frases pode ser a solução que faltava &#8211; conheça, ajude a divulgar, e todos teremos respostas mais rápidas e fáceis de processar ;-)
Afinal, uma caixa lotada traz consigo outro risco à eficiência: infinitas oportunidades de perder de vista o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma caixa de entrada superlotada de e-mails pode ser um grande obstáculo à produtividade. Mas o <a href="http://3frases.efetividade.net/">3frases</a> pode ser a solução que faltava &#8211; conheça, ajude a divulgar, e todos teremos respostas mais rápidas e fáceis de processar ;-)</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/pile-of-paper.jpg" title="pile of paper.jpg - fonte: pile of paper.jpg (322×373) (http://smallbiztechnology.com/media/pile of paper.jpg) "><br><i>Manter-se no topo é difícil quando a montanha não para de crescer</i></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/pile-of-paper.jpg -->
<p>Afinal, uma caixa lotada traz consigo outro risco à eficiência: infinitas oportunidades de perder de vista o que é realmente importante, no meio de um monte de mensagens com animações em Powerpoint e ofertas de lojas on-line.</p>
<p>Mesmo quando o usuário adota &#8220;códigos&#8221;, associando significados particulares aos estados das mensagens (por exemplo, decidindo que mensagens que constam como não-lidas são as que têm assuntos pendentes), o potencial de confusão é grande, e vem junto com a possibilidade de perder o controle do que está realmente pendente e o que ainda não foi lido.</p>
<h2>Revisão: Como processar o e-mail</h2>
<p>Há anos, na alvorada do Efetividade.net (em 2006), eu escrevi sobre <a href="http://www.efetividade.net/2006/07/02/organizando-sua-caixa-de-e-mail-com-efetividade/">como organizo meu e-mail</a> e também <a href="http://www.efetividade.net/2006/07/11/esvaziando-a-sua-caixa-de-entrada-de-e-mails/">como processo as mensagens que chegam</a>. Basicamento aplico as técnicas do <a href="http://www.efetividade.net/2006/11/11/gtd-conheca-um-metodo-eficaz-de-organizacao-e-produtividade-pessoal-que-pode-melhorar-sua-motivacao-e-seus-resultados/">método GTD</a> buscando ter uma caixa de entrada vazia e iniciando as ações apropriadas a cada mensagem que chega (agir, delegar, arquivar para referência, remover, etc.).</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/email_avalanche.jpg" title="email avalanche.jpg - fonte: email avalanche.jpg (333×286) (http://trendwatchingcom.cmail5.com/email/449038/trendwatchingcom/img/briefing/2008 07/email avalanche.jpg) "><br><i>Minha caixa de entrada recebe avalanches de mensagens sobre assuntos variados</i></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/email_avalanche.jpg -->
<p>Mas os anos foram passando e o volume de mensagens só aumenta, a ponto de sufocar. Como vocês devem ter percebido, gosto de escrever ;-) e assim acabava deixando as mensagens pendentes de resposta na caixa de entrada até ter tempo de compor uma resposta a elas. Logo o acúmulo delas acabava atrapalhando o correto tratamento das novas mensagens que chegavam, e no terceiro dia eu já acumulava um saldo acumulado difícil de gerenciar, e acabava considerando seriamente <a href="http://www.efetividade.net/2008/05/07/falencia-de-e-mail-como-evitar/">declarar falência de e-mail</a>, ou aguardando um feriado para zerar a caixa toda de uma vez (e recomeçar o ciclo alguns dias depois).</p>
<h2>Entra em cena o 3frases.efetividade.net</h2>
<p>Até que um dia eu encontrei o <a href="http://three.sentenc.es/">http://three.sentenc.es/</a> e percebi qual era o grande culpado nessa história: embora eu soubesse como gerenciar os e-mails, essa ideia de compor longas respostas, como na época em que ainda recebia menos de 20 mensagens para mim por dia, não é compatível com o volume atual de correspondência digital que chega aqui.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/typewriter_1_lg.gif" title="typewriter 1 lg.gif - fonte: typewriter 1 lg.gif (700×481) (http://etc.usf.edu/clipart/4200/4253/typewriter 1 lg.gif) "><br><i>O hábito das respostas longas vem de longe</i></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/typewriter_1_lg.gif -->
<p>O sentenc.es é um manifesto a favor de respostas mais sucintas, sem ser telegráficas. Para a maior parte das mensagens que recebo, em 3 frases é possível responder com simpatia, relevância e completude &#8211; raras são as mensagens tratando sobre múltiplos assuntos ou demandando algo mais longo que isso.</p>
<p>Rapidamente aderi, e publiquei o <a href="http://3frases.efetividade.net/">3frases.efetividade.net</a>, uma versão brasileira (mas não uma tradução) do manifesto, informando sobre minha nova política pessoal de respostas por e-mail: sempre que possível, elas terão 3 frases ou menos, e assim eu consigo responder a mais pessoas deixando as mensagens na caixa por menos tempo.</p>
<h2>Resultado real e fácil de perceber</h2>
<p>No primeiro dia de adoção da nova política, zerei a caixa de entrada (que estava com mais de 70 mensagens que precisavam ser respondidas), e ela terminou o expediente completamente vazia em todos os dias desde então.</p>
<p>Embora as minhas respostas não tenham ficado com &#8220;cara de telegrama&#8221; ou impessoais, eu acrescentei na minha assinatura de e-mail o trecho abaixo:</p>
<div style="margin-left:4em;">
&#8211;<br />
<a href="http://augustocampos.net/">Augusto Campos</a><br />
&nbsp;<br />
<tt>P: Por que esta mensagem é tão curta?</tt><br />
<tt>R: <a href="http://3frases.efetividade.net/">http://3frases.efetividade.net</a></tt>
</div>
<p>Assim quem tiver dúvida saberá a razão, quem não gosta de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Top_posting#Top-posting">Top Posting</a> saberá que eu adoto este estilo conscientemente, e eu ainda espalho um pouco mais a ideia das respostas curtas, para o caso de meus interlocutores também passarem por problemas similares.</p>
<p>Imagino que vários de vocês passem por dificuldades ocasionais para dar conta das mensagens das suas caixas de entrada, portanto fica a dica: uma política de preferir conscientemente as respostas curtas pode fazer a diferença tanto para você quanto para as pessoas que estão aguardando uma resposta sua!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Networking: Amplie seu circulo de influência</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/03/15/networking-amplie-seu-circulo-de-influencia/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 12:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>

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		<description><![CDATA[por Patricia Wolff, autora convidada para a série &#8220;Competências&#8221; 
“Achar caminhos para se aproximar de todos na unidade. Lutar para que as pessoas se sintam importantes, fazendo parte de alguma coisa maior do que elas próprias” &#8211; Colin Powell
Profissional: “Eu tenho uma experiência muito boa, minha formação é excelente, meu currículo é impecável mas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>por <a href="http://www.quantasconsulting.com.br/index.php">Patricia Wolff</a>, autora convidada para a <a href="http://www.efetividade.net/tag/competencias/">série &#8220;Competências&#8221;</a></i> </p>
<p><i>“Achar caminhos para se aproximar de todos na unidade. Lutar para que as pessoas se sintam importantes, fazendo parte de alguma coisa maior do que elas próprias”</i> &#8211; Colin Powell</p>
<p><b>Profissional:</b> “Eu tenho uma experiência muito boa, minha formação é excelente, meu currículo é impecável mas não encontro uma boa oportunidade de trabalho ! O que será que está faltando ?”<br />
<b>Resposta:</b> NETWORK!</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/networking-competencias.jpg" title="networking competencias.jpg - fonte: social networking.jpg (1000�999) (http://www.jonathannicholas.com/wp content/uploads/2008/09/social networking.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/networking-competencias.jpg -->
<p>Afinal o que é fazer <i><a href="http://www.efetividade.net/2008/09/09/networking/">Networking</a></i>? É estabelecer uma rede de relacionamentos com um grupo de pessoas que poderão exercer influência positiva em sua carreira. Atualmente, não basta apenas sermos competentes, é essencial que saibamos manter a nossa empregabilidade. Uma das ferramentas mais eficazes para isso é o network que, aliás, é mais do que uma ferramenta, é um hábito que bem desenvolvido poderá ajudá-lo a:</p>
<p><span id="more-2663"></span></p>
<ul>
<li>Ter acesso a oportunidades no mercado de trabalho;
<li>Captar informações relevantes para seu dia a dia;
<li>Divulgar seu trabalho;
<li>Obter novos clientes;
<li>Solicitar conselho;
<li>Captar recursos financeiros para um projeto;
<li>Recomendar serviços;
<li>Etc.
</ul>
<p>Conhecer uma pessoa, pedir seu e-mail e enviar seu currículo <b>não é fazer networking, é ser CHATO!</b> Fazer networking leva tempo e requer muita paciência.</p>
<h2>O que preciso fazer para não ser considerado inconveniente?</h2>
<p>Se a sua abordagem estiver baseada em alguns valores e seu foco for o ganha-ganha, certamente você não será. Valores indispensáveis não só para networking, mas para todo e qualquer relacionamento (namorado, amigo, filho, pai, profissionais) são: respeito, transparência, lealdade e principalmente <b>reciprocidade</b>, pois além do networking ser uma via de mão dupla, é preciso que o outro QUEIRA e DESEJE me contatar.  </p>
<p>E como é que eu faço para que o outro queira e deseje me contatar? Jeffrey Gitomer (M.Books, 2007) nos ajuda com algumas dicas:</p>
<ol>
<li><b>Ofereça valor</b>: coloque a pessoa diante de contatos que possam resultar em negócios para ela;
<li><b>Seja sincero</b>: mesmo que você comprometa a venda do seu serviço/produto naquele momento irá gerar maior credibilidade para você.
<li><b>Encontre vínculos</b>: encontre algo em comum que os una.
<li><b>Demonstre conhecimento</b>:fale de coisas que interessem à outra pessoa.
<li><b>Esteja presente</b>: mesmo quando você não precisar de nada.
</ol>
<p>Já ouvi as seguintes perguntas:</p>
<p>P: Tenho que ser amigo do meu contato ?<br />
R: Isso dependerá de vocês dois. Caso haja uma afinidade maior entre vocês melhor ainda, pois o vínculo de  confiança se estabelece prontamente.</p>
<p>P: Meu concorrente (pessoa que ocupa o mesmo cargo que o meu em uma empresa do mesmo segmento da que eu trabalho) pode fazer parte do meu Network?<br />
R: Deve, pois caso você queira se recolocar futuramente ele certamente se tornará um dos seus principais contatos.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/networking-social.jpg" title="networking social.jpg - fonte: networking.jpg (400�300) (http://z.about.com/d/realestate/1/0/Z/7/ / /networking.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/networking-social.jpg -->
<p>Para expandir ainda mais o seu network, utilize tanto as formas off-line como as formas on-line:</p>
<table width=100% border=0>
<tr>
<td width=50%>
Off-line:</p>
<ul>
<li>Família
<li>Amigos
<li>Colegas
<li>Associações
<li>Cursos
</ul>
</td>
<td width=50%>
On-line:</p>
<ul>
<li>Redes sociais.
<li>Diretórios de negócio. Ex: LinkedIn
<li>Gerenciadores de contato. Ex: Plaxo
<li>Fóruns de debate. Ex: Yahoo Group
<li>Comunicadores. Ex: Skype, MSN
</ul>
</td>
</tr>
</table>
<p>Vale ressaltar que hoje em dia redes de relacionamentos são  o quarto segmento mais popular, acima de e-mail pessoal (dados da Nielsen Online), e os resultados são tangíveis, pois encontramos pessoas fazendo negócios e amizades a todo o momento. Mas não fique apenas atrás da telinha, agende um café, um almoço ou um happy hour com seus contatos e procure levar convidados novos para que a rede já comece a se multiplicar e prosperar.</p>
<p><b>Algumas razões para não praticar o networking:</b></p>
<ul>
<li>Despreparo
<li>Medo da rejeição
<li>Vergonha
<li>Procrastinação
<li>Auto-imagem limitada
</ul>
<p>A única maneira de superar o medo é começar a desenvolver autoconfiança por meio de preparo. Treine, treine e treine.</p>
<p><b>Habilidades que contribuem com o seu networking:</b></p>
<ul>
<li>Ter coragem
<li>Ser determinado
<li>Ter empatia
<li>Saber ouvir
<li>Ter disciplina
<li>Ser criativo
</ul>
<p><b>Pausa para reflexão</b></p>
<p>Agora, antes de prosseguir com a leitura, faça uma reflexão sobre como anda seu desempenho em construir network:</p>
<ol>
<li>Estou constantemente conhecendo pessoas novas?
<li>Quando conheço pessoas novas consigo interagir logo de início?
<li>Conheço as pessoas “mais importantes”da área em que atuo?
<li>As pessoas me ligam para que eu as ajude a fazer contatos?
</ol>
<h2>10 Passos para se construir uma rede de relacionamentos</h2>
<ol>
<li>Primeiro estabeleça o que você quer, defina o que você está buscando.
<li>Faça uma lista das pessoas que você já conheceu na vida e procure manter sempre atualizada.
<li>Promova seu perfil nas principais redes de relacionamento.
<li>Reflita quem são as 15 pessoas mais “influentes” na sua área e faça uma lista com os respectivos nomes.
<li>Verifique se entre as pessoas que você conhece, existe alguém que poderia te apresentar para essas “pessoas influentes” listadas acima e/ou pesquise estes nomes em artigos, livros, cursos, fóruns de discussões.
<li>Priorize sua lista, organizando seus contatos em dois grandes grupos:
<ul>
<li>Pessoas que irão ajudá-lo imediatamente a atingir seu objetivo
<li>Pessoas que você contatará assim que concluir os contatos do primeiro grupo
</ul>
<li>Planeje sua abordagem e treine.
<li>No contato com estas pessoas, busque informações relevantes e faça com que elas se interessem por você.
<li>Atualize a sua lista, anotando data e informações relevantes do último contato e uma periodicidade para contatos futuros e qual o meio escolhido (encontro pessoal, telefone/skype, e-mail, etc.)
<li>Para os seus principais contatos descreva quais serão os seus próximos passos e se dedique a executá-los. AÇÃO, AÇÃO e mais AÇÃO!
</ol>
<p>Importantíssimo: Que este ciclo nunca termine e vire uma rotina na sua vida.</p>
<h2>Como fazer seu Networking cada vez melhor</h2>
<p>(com base nas vinte e duas dicas para networker, de José Augusto Minarelli &#8211; Editora Gente, 2001)</p>
<ol>
<li>Tenha interesse na pessoa. De vez em quando faça contato apenas para saber como vai o outro. William James disse: “O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia (fome humana insaciável) de ser apreciado”.
<li>Seja proativo. Não espere que o outro tome iniciativa
<li>Preste atenção no que os outros dizem ou contam. Ser escutado tem um grande valor.
<li>Seja específico e objetivo. Quando pedir ajuda a alguém, ajude o outro a ajudar você.
<li>Seja persistente sempre. Não se aborreça quando sentir certa rejeição, a pessoa pode não estar em seus melhores dias.
<li>Esteja sempre pronto para ajudar os outros, mesmo que o gesto não lhe traga nenhum benefício imediato.
<li>Sente-se perto de desconhecidos. Não fique sozinho nem passe todo o tempo com aqueles que você já conhece.
<li>Nunca faça comentários negativos de ninguém.
</ol>
<p>Para manter um relacionamento por longo tempo, fique atento aos elementos que devem ser plenamente uitlizados de acordo com Jeffrey Gitomer, autor do Livro Negro do Networking:</p>
<p>PRIMEIRO, deve haver alguma atração intelectual ou emocional.<br />
SEGUNDO, deve haver algum terreno comum, que seja interessante para os dois.<br />
TERCEIRO, deve haver compromisso com uma comunicação regular contendo antes o “dar” do que o “pedir”.<br />
QUARTO, deve haver encontros ocasionais cara a cara.</p>
<h2>Desafio sugerido para aplicação das dicas acima</h2>
<p>Escolha três contatos valioso da sua lista, e:</p>
<ul>
<li>Identifique quem são e o que significam para você;
<li>Defina de que forma você pode agregar valor para estas pessoas;
<li>Prepare-se para fazer o contato de forma assertiva (lembre-se do nosso artigo anterior);
<li>Providencie um encontro ou telefonema;
<li>Defina os próximos passos.
</ul>
<p>Agora é com você!</p>
<p>Se você tiver algumas dica, sugestão, um ponte de vista diferente ou case, compartilhe conosco.</p>
<p>Bom trabalho e ótimos contatos.</p>
<p><b>Literatura sugerida:</b></p>
<ul>
<li><a href=http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7020&#038;tipo=2&#038;isbn=9729972079>Nunca almoce sozinho</a> &#8211; Keith Ferrazzi e Tahl Raz, Actual Editora, 2006
<li><a href=http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7020&#038;tipo=2&#038;isbn= 8504004864>Como fazer amigos e influenciar pessoas</a> &#8211; Dale Carnegie, Companhia Editora Nacional, 2009
<li><a href=http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7020&#038;tipo=2&#038;isbn=857312329x>Networking</a> &#8211; José Augusto Minarelli, Editora Gente, 2001
</ul>
<div style="border-top: 1px solid #b0b0b0">
<i>A autora convidada da <a href=http://www.efetividade.net/tag/competencias/>série de artigos sobre Competências</a>, Patrícia Wolff, atua como coach executivo e de equipe, conferencista em Desenvolvimento Humano e é diretora da <a href=http://www.quantasconsulting.com.br/index.php>Quantas Consulting</a>.</i><br />
&nbsp;
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Como pedir desculpas</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/12/17/como-pedir-desculpas/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 10:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>

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		<description><![CDATA[Pedidos de desculpas podem ser o caminho mais direto entre a ofensa e o perdão, mas podem ser bem complicados de executar. Não procure por mensagens de desculpas ou fórmulas prontas: os componentes essenciais são o reconhecimento do erro e a disposição genuína de apresentar este reconhecimento à pessoa prejudicada.

Todo mundo comete erros. E nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pedidos de desculpas podem ser o caminho mais direto entre a ofensa e o perdão, mas podem ser bem complicados de executar. Não procure por mensagens de desculpas ou fórmulas prontas: os componentes essenciais são o reconhecimento do erro e a disposição genuína de apresentar este reconhecimento à pessoa prejudicada.</p>
<p><center><img  title="sorrydog.jpg - fonte: sorry.jpg (imagem JPEG, 447×427 pixels) (http://www.weeklystandard.com/weblogs/TWSFP/sorry.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/sorrydog.jpg"></center></p>
<p>Todo mundo comete erros. E nem todos eles podem ser consertados, mesmo quando são entendidos e reconhecidos. Pedir desculpas, entretanto, quase sempre está ao alcance, mas bastante gente erra na hora de colocar esta idéia, aparentemente tão simples, em prática.</p>
<p><span id="more-2421"></span></p>
<p>Comunicar claramente o que se pensa e sente é um talento que precisa ser desenvolvido, mas algumas necessidades de comunicação do dia-a-dia das nossas vidas (profissionais, acadêmicas, familiares, afetivas, etc.) são tão comuns, que é possível se preparar para elas de maneira bastante específica, como já vimos em artigos anteriores:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/09/15/como-levar-problemas-ao-seu-chefe/">Como informar problemas ao chefe</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/10/01/como-aceitar-criticas-de-forma-positiva-e-elegante/">Como aceitar críticas de forma positiva e elegante</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/10/05/como-receber-elogios-e-cumprimentos-de-forma-efetiva-e-elegante/">Como receber elogios e cumprimentos de forma efetiva e elegante</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/03/05/lideranca-aprenda-a-ser-um-bom-ouvinte/">Como ouvir os problemas alheios</a>
</ul>
<p>E a situação dos pedidos de desculpas é mais uma que pode ser tratada desta forma. E aqui é necessário fazer uma distinção importante: pedir desculpas não é a mesma coisa que dar as famosas &#8220;desculpas&#8221; para se justificar. Estas últimas servem para que você <a href=http://www.efetividade.net/2008/05/20/lideranca-e-motivacao-quer-ser-levado-mais-a-serio/>não ser levado a sério</a>, enquanto as primeiras podem fazer muito pela sua reputação e imagem. </p>
<p><center><img  title="janelaerradalogo.jpg - fonte: Opa! Foi mal, janela errada. [1] | Controle Remoto Blog! (http://controleremoto.tv/blog/2008/11/opa foi mal janela errada 1/) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/janelaerradalogo.jpg"></center></p>
<p>Não há técnica nenhuma que faça você arrepender-se genuinamente, nem que garanta que irá receber o perdão, ou mesmo que chegará a ser ouvido pela pessoa de quem deseja este benefício, mas se você conseguir reunir estas condições, a técnica poderá ser bem empregada e levar a melhores resultados.</p>
<h2>Como fazer tudo errado</h2>
<p>Antes de explicar os passos que conduzem a um bom pedido de desculpas, vou usar o recurso didático de apresentar alguns dos elementos centrais mais comuns de um mau pedido de desculpas:</p>
<p><center><img  title="bad boss megaphone yelling.jpg - fonte: bad boss megaphone yelling.jpg (imagem JPEG, 458×262 pixels) (http://milss.files.wordpress.com/2009/05/bad boss megaphone yelling.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/bad-boss-megaphone-yelling.jpg"></center></p>
<p>Um mau pedido de desculpas:</p>
<ol>
<li>força a barra para ser apresentado quando a pessoa não está pronta para ouvir
<li>não é feito diretamente à pessoa atingida ou ofendida
<li>só surge depois que o erro cometido se torna público e &#8220;pega mal&#8221;
<li>é apresentado na condicional (&#8220;desculpe se por acaso exagerei&#8221;)
<li>diz que o erro foi de interpretação de quem se ofendeu (&#8220;desculpe se alguém entendeu erroneamente que eu estava sendo preconceituoso&#8221;)
<li>não gera o entendimento de que há arrependimento e haverá um esforço para corrigir, compensar ou evitar repetições do mesmo erro
<li>é seguido de novas ofensas caso as desculpas não sejam integral e imediatamente aceitas
</ol>
<p>É fácil exemplificar alguns destes itens. Muitas vezes acontece de o ofensor mencionar seu arrependimento somente a uma terceira pessoa, esperando que ela vá contar ao ofendido ou, pior ainda, querendo evitar que esta terceira pessoa fique com má impressão sobre o ofensor, que não está nem aí pra opinião do ofendido. É como uma pessoa pública que ofende uma comunidade inteira e, ao ver que pegou mal, não se dirige a ela para se desculpar, mas sim procura os jornais e revistas que o público dela (e não a tal comunidade) lê, para &#8220;pedir desculpas&#8221; publicamente, também.</p>
<p>Os itens 4 e 5 são tristemente comuns &#8211; são o tipo de pedido de desculpas que amplia a ofensa. É como se a pessoa estivesse, ao invés de pedir desculpas, chamando o interlocutor de burro por não entender o que se quis dizer, ou dizendo que na verdade não houve ofensa, mas SE a pessoa quiser achar que houve, recebe as desculpas por esta ofensa imaginária.</p>
<p>O item 6 é o mais inefetivo de todos, porque caracteriza as famosas &#8220;desculpas vazias&#8221;. A pessoa está fazendo um gesto por educação ou por sentir-se obrigado, mas nada vai mudar.</p>
<h2>Como pedir perdão</h2>
<p>Um bom pedido de desculpas tem muitos ingredientes, mas os mais essenciais entre eles são o reconhecimento genuíno de que se fez algo errado, e o desejo sincero de apresentar este reconhecimento à pessoa ofendida ou prejudicada pelo erro.</p>
<p><center><img  title="apologize.jpg - fonte: How to Apologize   How to Apologize in a Relationship   How to Effectively Apologize   How to Accept your own Mistakes » How to Apologize (http://www.ayushveda.com/womens magazine/how to apologize/) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/apologize.jpg"></center></p>
<p>Quando estes 2 ingredientes estão presentes, até mesmo um pedido de desculpas mal executado tem chances de ser aceito. E se houver suspeita da ausência deles, a chance de o pedido de desculpas ser aceito com sinceridade passa a ser bastante reduzida.</p>
<p>Depois de verificar que você reune os 2 ingredientes acima, prossiga com a minha versão adaptada do <a href=http://www.wikihow.com/Apologize>procedimento proposto pelo Wikihow</a>:</p>
<p><b>1 &#8211; identifique qual foi o erro</b>, quem foi a vítima e de que forma ela foi prejudicada. Para pedir desculpas corretamente, você tem que aceitar que houve um erro, e que este erro ofendeu ou causou prejuízo a outra pessoa ou pessoas. Identifique claramente estes elementos, para poder se referir a eles de forma objetiva na hora de pedir desculpas.</p>
<p><center><img  title="image 20080304 wcq8pssqbyt4igcc8z9z t h480.jpg - fonte: image 20080304 wcq8pssqbyt4igcc8z9z t h480.jpg (imagem JPEG, 284×423 pixels) (http://files2.cityweekend.com.cn/files/images/20080304/image 20080304 wcq8pssqbyt4igcc8z9z t h480.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/image-20080304-wcq8pssqbyt4igcc8z9z_t_h480.jpg"></center></p>
<p><b>2 &#8211; aceite a responsabilidade</b> por este erro e ofensa. Já ouvi o ditado &#8220;nunca peça desculpas por algo fora do seu controle&#8221;, e concordo com ele &#8211; se você vai pedir desculpas genuínas, não acrescente junto a ela estas &#8220;desculpas&#8221; que não comovem ninguém. &#8220;São as normas da casa&#8221;, &#8220;foi problema com o entregador&#8221;, &#8220;foi orientação superior&#8221;, &#8220;eu estava bêbado&#8221;, etc. podem até ser explicações verdadeiras, mas não cabem no seu pedido de desculpas &#8211; ou você aceita toda a responsabilidade pela situação, ou apresentará desculpas parciais que irritam e agravam a ofensa.</p>
<p><b>3 &#8211; escolha momento e local adequados</b>. Você precisará de tempo, pois um bom pedido de desculpas é muito mais um diálogo do que uma declaração. Pense na oportunidade ideal, e tome providências para conseguir que ela aconteça, evitando embaraços e constrangimentos desnecessários. Oportunidades comuns são após uma reunião, em um convite para almoço, em uma conversa de corredor, etc. Às vezes temos a felicidade de pedir desculpas imediatamente após cometer o erro (e aí tudo fica mais simples), mas nem sempre é o caso, e nem sempre é melhor, dadas as emoções envolvidas. Mas esperar demais também não é bom.</p>
<p><center><img  title="iStock 000003630155XSmall.jpg - fonte: iStock 000003630155XSmall[1].jpg (imagem JPEG, 402×299 pixels) (http://www.negotiationlawblog.com/iStock 000003630155XSmall%5B1%5D.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/iStock_000003630155XSmall.jpg"></center></p>
<p><b>4 &#8211; Apresente o seu pedido de desculpas</b>, que idealmente não deve ser um longo discurso, e precisará ser dito de forma espontânea, mas deve incluir componentes como estes (possivelmente nesta mesma ordem): </p>
<div style="margin-left:2em">
a) <i>O reconhecimento de qual foi o erro</i>, e qual o prejuízo causado (&#8220;Desculpe por eu ter amassado a lataria do carro e guardado na garagem sem te contar&#8221;, &#8220;Desculpe por eu ter contado ao Fulano qual era o preço máximo que você pretendia oferecer, e assim ter arruinado a compra da casa&#8221;, &#8230;) </p>
<p>Este é o ponto em que você precisa ter cuidado com os erros comuns que mencionamos acima: caso a sua frase tenha um &#8220;se&#8221; ou um &#8220;mas&#8221;, ou você estiver se desculpando por como a pessoa se sentiu, e não pelo que você fez, cuidado!</p>
<p>Cuidado também com sutilezas e insinuações &#8211; elas têm seu lugar na comunicação, mas este lugar raramente inclui os bons pedidos de desculpas.</p>
<p>b) <i>A proposta de fazer algo concreto</i> para compensar o dano causado, ou para evitar que a situação se repita. Aqui também não deve haver nada no condicional &#8211; não diga &#8220;se você me perdoar e continuar emprestando o carro nos sábados, eu prometo nunca mais dirigir acima do limite de velocidade&#8221;. A proposta deve ser em termos absolutos.</p>
<p>c) <i>A reafirmação do valor</i> que a pessoa ofendida tem para você (caso tenha) </p>
<p>d) <i>O pedido de que ela o desculpe</i>, perdoe, dê nova oportunidade para compensar ou para reiniciar o processo sem voltar a cometer o mesmo ato.
</div>
<p>Assim como na web, em um bom pedido de desculpas o conteúdo é o rei. Fazê-lo acompanhado de poemas, olhar triste, um cartão, presente, um jantar, flores, vantagens e firulas, mas sem um reconhecimento sincero, pouco adianta para o objetivo intrínseco.</p>
<p><b>5 &#8211; Seja paciente.</b> Você pode ser desculpado na hora, mas também existe a possibilidade de a pessoa ainda não esteja pronta para lhe desculpar, perdoar e esquecer. Se acontecer este segundo caso, esteja preparado para simplesmente encerrar o seu pedido, reforçar que espera que no futuro isso possa ser revisto, e se retirar. Se acontecer o primeiro caso, aja normalmente, sem forçar a pessoa a situações para &#8220;testar&#8221; se ela realmente o perdoou.</p>
<p><center><img  title="04288fe196c2331d8bb7e109133956cc large.jpg - fonte: 04288fe196c2331d8bb7e109133956cc large.jpg (imagem JPEG, 800×1006 pixels) (http://aminus3.s3.amazonaws.com/image/g0005/u00004034/i00095152/04288fe196c2331d8bb7e109133956cc large.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/04288fe196c2331d8bb7e109133956cc_large.jpg"></center></p>
<p><b>6 &#8211; Mantenha sua palavra.</b> Se você se disse arrependido, fez uma proposta de mudança, ela foi aceita, e você não a cumprir, chegará o momento em que o resultado será bem diferente&#8230;</p>
<p><b>O método John Wayne</b></p>
<p>Em um <i>western</i> de 1949, o personagem interpretado por John Wayne disse uma frase emblemática, que traduzo livremente: &#8220;nunca se explique e nunca peça desculpas &#8211; são sinais de fraqueza&#8221;.</p>
<p><center><img  title="Sheworeayellowribbonpost.jpg - fonte: File:Sheworeayellowribbonpost.jpg   Wikipedia, the free encyclopedia (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Sheworeayellowribbonpost.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/Sheworeayellowribbonpost.jpg"></center></p>
<p>Há pessoas (e corporações) que levam suas vidas com base nesta filosofia. Na vida profissional, já tive oportunidade de encontrar dois superiores que conheciam a frase e a citavam como política de relações públicas e marketing pessoal.</p>
<p>Com um suprimento inesgotável de impulso próprio e capacidade de ignorar os feedbacks e solicitações recebidos, até acredito que seria possível levar uma vida aparentemente feliz e saudável adotando este lema. Mas estes suprimentos inesgotáveis não são tão fáceis de encontrar&#8230;</p>
<p>Eu não compartilho da idéia, nem a recomendo. Mas resolvi mencioná-la aqui, como nota de rodapé do texto, porque ela pode servir de contrapeso importante ao que foi dito acima, na hopra de lembrar que <b>também não é ideal passar a vida se explicando e se desculpando</b>.</p>
<p>No artigo &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2009/08/17/evite-acidentes-faca-de-proposito/">Evite acidentes, faça de propósito!</a>&#8220;, já tratamos do tema: o ideal é ter consciência das atitudes que se deseja tomar, e estar preparado para as suas consequências. Reproduzo um parágrafo de lá: </p>
<blockquote><p>
Fica, portanto a dica: se sua vida está em algum compasso de espera e você não está gostando, talvez você esteja precisando fazer algumas escolhas, tomar algumas decisões e correr para viabilizá-las – antes que o destino decida, possivelmente contra você. Faça de propósito, não espere pelo acidente!</p></blockquote>
<p>Mas quando fizer, não se desculpe: foi sua escolha, e você não deveria estar arrependido dela ;-)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Comprar netbook ou notebook?</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/09/09/comprar-netbook-ou-notebook/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 17:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>

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		<description><![CDATA[Os ultraportáteis estão cada vez mais presentes no mercado e nas mochilas dos profissionais e estudantes que têm condições de ter acesso a esta tecnologia.
Netbooks: Acer Aspire One e LG Scarlet com modem 3G embutido &#8211; à venda no Brasil.  
E isto ocorre mesmo considerando o fator preço, que no Brasil (ao menos no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os ultraportáteis estão cada vez mais presentes no mercado e nas mochilas dos profissionais e estudantes que têm condições de ter acesso a esta tecnologia.</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img border=0 width=400 height=180 title="netbook-acer-lg.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/netbook-acer-lg.jpg></a><br /><i>Netbooks: <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/10/21616935/netbook+atom+n270+1.6ghz+1gb+160gb+webcam+10.1++xp+home+preto+-+acer?menuId=212028>Acer Aspire One</a> e <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/10/21595472/netbook+scarlet+x120g-1100+atom+n270+1gb+160gb+10+c/+modem+3g+-+lg?menuId=212028>LG Scarlet com modem 3G embutido</a> &#8211; à venda no Brasil.</i></center>  </p>
<p>E isto ocorre mesmo considerando o fator preço, que no Brasil (ao menos no mercado oficial) funciona bem diferente do que é mais comum no exterior: com <a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook>netbooks entre R$ 1400 e R$ 1700</a>, não é difícil encontrar notebooks razoáveis com bem mais recursos por poucos reais a mais, bem como PCs de mesa de boa qualidade e mais baratos.</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img  border=0 title="ideapad.jpg - fonte: ideapad.jpg (imagem JPEG, 1500x1111 pixels)   Redimensionada (68%) (http://www.adammaguire.com/blog/wp content/uploads/2009/02/ideapad.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/ideapad.jpg></a><br /><i>Netbook <a href=http://www.submarino.com.br/menu/212028/netbook>Ideapad S10E</a>, da Lenovo</i></center></p>
<p>Só que o fator preço (<a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook>consulte preços de netbooks</a>) não seria mesmo um bom motivo para optar por um netbook, como se ele fosse um &#8220;notebook popular&#8221;, mais barato. Claro que há quem faça isso, mas os recursos ausentes nos netbooks podem fazer falta a quem os adquire para usar como substituto de um desktop ou notebook convencional.</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img border=0 width=500 height=377 title="netbook-sony-vaio-21548905_2.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/netbook-sony-vaio-21548905_2.jpg></a><br /><i>Netbook <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/10/21548905/pocket+style+pc+vaio+p630a/w+atom+z520+1.33ghz+2gb+80gb+8+vp+-+sony?menuId=212028>Sony Vaio P</a> &#8211; um pouco menor, e&#8230; <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/10/21548905/pocket+style+pc+vaio+p630a/w+atom+z520+1.33ghz+2gb+80gb+8+vp+-+sony?menuId=212028>um pouco mais caro</a>.</i></center>  </p>
<p>Mas claro que há outros bons motivos para escolher o minimalismo dos ultraportáteis. Minhas atividades me permitem a situação extra-confortável de ter tanto o desktop, quanto o notebook, o netbook e um MID, além de um celular com boa conectividade e teclado completo &#8211; e por isso acabei encontrando a fórmula para identificar qual a situação exata em que cada um deles é a melhor ferramenta para meu uso.</p>
<p><center><img src=http://img.efetividade.net/img/mid-efetividade-2.jpg><br /><i>Meu MID &#8211; Mobile Internet Device</i></center></p>
<p>Só que nem sempre vale a pena (ou é possível) ter um de cada, e de vez em quando alguém me pergunta o que deve escolher, e eu não tenho medo de responder com base na minha própria experiência &#8211; afinal, pessoalmente não tenho dúvida de que o netbook é uma solução melhor que o notebook em diversas situações, e que ambos superam um desktop &#8220;parrudo&#8221; nas suas especialidades.</p>
<p>Só que antes de responder, é necessário saber o essencial: qual é o problema que o interessado quer resolver com esta ferramenta? </p>
<p>Esta semana, um colega de trabalho que vai passar um período de férias viajando pela Europa mas precisa manter em andamento algumas de suas atividades on-line que não podem ser resolvidas pelo smartphone (e ele não se sente à vontade para resolver em computadores alheios ou cybers) me trouxe a pergunta, e eu não tive dúvida: para atividades on-line, preservação do espaço na bagagem de mão e redução do peso que precisará ser carregado de um lado para o outro, ele precisa mesmo é de um netbook, com suas dimensões reduzidas, cerca de 1kg (os notebooks costumam pesar quase o triplo&#8230;), e toda a conectividade necessária.</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img  border=0 title="1 12 09 vaio p pocket 1.jpg - fonte: 1 12 09 vaio p pocket 1.jpg (imagem JPEG, 535x440 pixels) (http://bizdev.blog.extendance.com/files/2009/04/1 12 09 vaio p pocket 1.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/1-12-09-vaio-p-pocket_1.jpg></a><br /><i>Um caríssimo Vaio P, que a Sony não chama de netbook</i></center></p>
<p>Mas ele não se convenceu com a minha resposta dada de bate-pronto (eu devia ter demorado mais&#8230;), e assim acabou me levando a procurar mais argumentos a favor (e também os contra) a escolha de um netbook.</p>
<h2>Vantagens dos netbooks</h2>
<p>Vamos começar pelos argumentos a favor dos netbooks:</p>
<ul>
<li><b>Peso e volume</b>: aqui não há comparação, especialmente se houver previsão de longos períodos a pé (em pavilhões de eventos, por exemplo): os netbooks, com suas telas pequenas, capacidade reduzida e ausência de periféricos como drives de CD, usualmente pesam menos de 1,5Kg (alguns pesam 900g), e os notebooks mais comuns ficam entre 2,5 e 3Kg &#8211; e este peso faz toda a diferença nos seus ombros. O tamanho reduzido também faz diferença no espaço que sobra na pasta ou bagagem de mão.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Custo:</b> para quem compra no mercado formal brasileiro, esta não é uma vantagem tão evidente. Mesmo assim, mesmo os melhores netbooks tendem a não ser tão caros como os notebooks de primeira linha, e este custo mais baixo é adequado a algo que vai ser transportado em bagagem de mão e exposto a condições de trabalho bem menos controladas do que as do seu escritório.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img  border=0 title="ExtHDD.jpg - fonte: ExtHDD.jpg (imagem JPEG, 588x302 pixels) (http://www.bak2u.com/images/ExtHDD.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/ExtHDD.jpg><br /><i>Um <a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/716/hd+externo>HD externo</a></i></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>Modularidade</b>: esta é uma característica dos PCs em geral, mas brilha nos netbooks, já que eles vêm com ainda menos itens pré-integrados. Assim, o conjunto básico é pequeno e leve (em geral, só o aparelho em si e a sua fonte de alimentação), e você leva consigo apenas o peso extra do que for precisar: mouse externo, modem 3G, disco USB, etc. Em tese, daria até mesmo de levar um drive externo para CDs e DVDs, mas se você precisa deste tipo de recurso, é possível que sua aplicação justifique a escolha por um notebook completo.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Integração e compartilhamento via Internet</b>: outra característica que os notebooks também podem igualmente aproveitar, mas que fazem ainda mais diferença para os netbooks. Se você prevê que vai operar sempre em áreas com acesso à Internet, e já é usuário de serviços on-line para e-mail, compartilhamento de arquivos, comunicação, agendamento e outros, os recursos do netbook estarão bem mais adequados às suas aplicações, e haverá pouca dificuldade em integrar o que é feito &#8220;na rua&#8221; e o que é feito no seu computador de mesa. Mas vale a pena andar sempre com um pen drive de boa capacidade e que possa ser apagado sem maior preocupação, para eventualmente trocar dados mais volumosos.
</ul>
<h2>As desvantagens do netbook</h2>
<p>Mas não podemos deixar de mencionar também alguns argumentos contrários:</p>
<ul>
<li><b>Hardware limitado:</b> as limitações de memória, disco e desempenho podem ter impacto considerável na hora de rodar algum software exigente. Se você usa o navegador, um sistema de e-mail, outro de conversação, e ocasionalmente abre um editor de texto ou uma planilha, o netbook tende a suportar bem a carga. Mas dificilmente ele será a escolha certa para realizar tarefas mais intensivas de modelagem 3D, desenvolvimento de software, jogos, produção multimídia e várias outras categorias que exigem mais do hardware.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Hardware reduzido:</b> para ser mais pequeno, leve e econômico, o netbook típico abre mão de uma série de opções que estamos acostumados a encontrar em notebooks. Alguns exemplos comuns são a ausência de drive de CD/DVD, ou as restrições à instalação de mais memória. Às vezes faltam portas de expansão que você usaria, também. Mas em geral o essencial está presente, incluindo rede sem fio, portas USB e Ethernet, suporte para cadeado, e até os conectores para fone de ouvido, microfone e monitor externo ou projetor. Alguns têm até luxos, como Bluetooth integrado e leitor de cartões de memória.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img  border=0 title="29pue7b.jpg - fonte: 29pue7b.jpg (imagem JPEG, 774x600 pixels) (http://i37.tinypic.com/29pue7b.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/29pue7b.jpg></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>Conforto espartano</b>: embora seja bem mais confortável que a telinha e o teclado da maioria dos smartphones, as dimensões ainda diminutas dos netbooks também cobram tributos do seu conforto de operação. Os modelos atuais têm telas com resolução de 1024&#215;600 ou superiores, suficientes para mostrar sem cortes a maioria dos sites da web, e teclados que se aproximam das dimensões normais, mas vale a pena dar atenção a estes aspectos na hora da escolha. Em especial, vale a pena verificar se o teclado é modelo ABNT (com cedilha), e se tem a tecla dedicada à barra &#8216;/&#8217; e ao ponto de interrogação &#8216;?&#8217; &#8211; a ausência delas pode causar problemas de adaptação a quem está acostumado às suas localizações usuais, e é comum ter de optar entre uma e outra &#8211; ou tem tecla dedicada para a cedilha, ou tem a barra e interrogação.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Autonomia da bateria</b>: alguns netbooks têm boa duração, outros não &#8211; e quando a bateria acaba rápido demais, todas as vantagens podem ficar prejudicadas. Se você está escolhendo uma máquina para usar na rua, é bom que ela possa operar por algum tempo longe de uma tomada. Os fabricantes e varejistas costumam divulgar dados bem otimistas, mas vale a pena consultar as análises da imprensa especializada, que muitas vezes publicam a duração real verificada em laboratório durante testes em condições reais de operação.
</ul>
<h2>Outras alternativas</h2>
<p>Na hora de escolher uma opção, é claro que não podemos descartar a priori outras possibilidades: notebooks e netbooks não são as únicas ferramentas que podem resolver a categoria geral de problemas a que eles se destinam. </p>
<p>Sugiro avaliar também:</p>
<ul>
<li>Papel, caneta e telefone. Às vezes a necessidade de ter um computador conectado sempre à mão não é real. Reavalie a sua!<br />
&nbsp;</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/11/21594409/nokia+e71+black+edicao+especial+3g+gps+nokia+mapas+cam.+3.2+wi-fi+2gb><img  border=0 title="pcmag navegador e71.jpg - fonte: 0,1425,sz=1&#038;i=187305,00.jpg (imagem JPEG, 361x450 pixels) (http://common.ziffdavisinternet.com/util get image/18/0,1425,sz=1&#038;i=187305,00.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/pcmag-navegador-e71.jpg></a><br /><i>Navegador do Nokia E71</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li>O uso de um celular ou smartphone. Alguns, como o <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/11/21594409/nokia+e71+black+edicao+especial+3g+gps+nokia+mapas+cam.+3.2+wi-fi+2gb>Nokia E71</a> que eu venho usando há algum tempo, oferecem conectividade, tela e teclado suficientes para diversas atividades, incluindo navegação casual na Internet e envio de e-mails (uso o Gmail e o Twitter diariamente nele). Mas escrever textos longos no teclado e telinha dele é impraticável para mim.
<li>Contar com lan houses e cyber cafés. É preciso atentar para a questão da segurança, mais ainda do que quando se utiliza computadores emprestados. Mas se houver expectativa de ter acesso a este tipo de ambiente nos momentos em que você for precisar de computador e conectividade, vale investigar.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/11/21536168/tablet+nokia+n810+internet+wi-fi++wide+touchscreen+gps+teclado+qwerty><img  border=0 title="800px N810 open.jpg - fonte: File:N810 open.jpg   Wikipedia, the free encyclopedia (http://en.wikipedia.org/wiki/File:N810 open.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/800px-N810-open.jpg></a><br /><i>Internet Tablet N810</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li>MIDs, UMPCs e Internet Tablets. No meio do caminho entre o smartphone e os netbooks encontramos os MIDs, UMPCs e Internet Tablets, como o <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/11/21536168/tablet+nokia+n810+internet+wi-fi++wide+touchscreen+gps+teclado+qwerty>Nokia N810</a> da foto acima. São ainda mais leves, ainda menores, e em geral têm ainda menos recursos &#8211; mas podem ser suficientes para o que você precisa, e podem fazer a diferença na mochila de um esportista, por exemplo.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img  border=0 title="568px Nintendodsbrowserds.jpg - fonte: File:Nintendodsbrowserds.jpg   Wikipedia, the free encyclopedia (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Nintendodsbrowserds.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/568px-Nintendodsbrowserds.jpg><br /><i>Navegador do Nintendo DS, baseado no Opera</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li>Videogames portáteis. se você, ou alguém que viaja com você, já tem e leva consigo um videogame como o PSP ou o Nintendo DS, eventualmente eles serão suficientes para acessar os websites que você precisa, e até para responder (sem o conforto de um teclado físico) um eventual e-mail. Investigue! Já li muitos sites enquanto aguardava em salas de embarque com o PSP em mãos&#8230;
</ul>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Suas necessidades e interesses geralmente são únicos, e selecionar a ferramenta certa para atendê-los é uma decisão que só você pode tomar. Se eu vou participar de uma reunião externa que vai envolver poucos deslocamentos, não tenha dúvida de que prefiro ter comigo o meu notebook completo, com sua tela maior e capacidade muito maior &#8211; mesmo pesando 3Kg e sendo mais sensível. </p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img  border=0 title="samsung nc10 laptop mag review 600.jpg - fonte: samsung nc10 laptop mag review 600.jpg (imagem JPEG, 600x490 pixels) (http://hyfeno.com/wp content/uploads/2009/06/samsung nc10 laptop mag review 600.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/samsung-nc10-laptop-mag-review-600.jpg></a><br /><i>Netbook Samsung NC10</i></center></p>
<p>Mas para meus deslocamentos maiores, ou para levar na bagagem de mão, o netbook sempre ganha &#8211; acompanhado de um mouse externo e de um modem 3G, para conexão em praticamente todos os lugares que costumo visitar.</p>
<p>Com os critérios acima, entretanto, você poderá também fazer a sua escolha informada e objetiva. E se você tiver critérios adicionais a propor, conto com a sua participação nos comentários!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Você odeia reuniões?</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/07/30/voce-odeia-reunioes/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2009/07/30/voce-odeia-reunioes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 10:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Reuniões indesejadas, assim como as apresentações em slides com textos grandes e gente que atende o celular em momentos impróprios, são males inevitáveis do mundo moderno. 

Já tratei do tema muitas vezes aqui no Efetividade (veja a coleção de links para os artigos), mas ele sempre volta à baila, e na semana corrente foi bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuniões indesejadas, assim como as apresentações em slides com textos grandes e gente que atende o celular em momentos impróprios, são males inevitáveis do mundo moderno. </p>
<p><center><img  title="business meeting.jpg - fonte: business meeting.jpg (imagem JPEG, 330x364 pixels) (http://people.uwec.edu/BAEHRAR/images/business meeting.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/business-meeting.jpg></center></p>
<p>Já tratei do tema muitas vezes aqui no Efetividade (veja a <a href=http://www.efetividade.net/2008/02/15/reuniao-mais-produtiva-como-preparar-executar-e-encerrar-com-efetividade/>coleção de links para os artigos</a>), mas ele sempre volta à baila, e na semana corrente foi bastante discutido entre meus colegas de trabalho &#8211; o que já seria razão mais do que suficiente para eu tratar do assunto brevemente por aqui.</p>
<p><center><img width=420 height=281 title="freakonomics-1978106_4.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/freakonomics-1978106_4.jpg></center>  </p>
<p>Mas há outro motivo: o <a href=http://freakonomics.blogs.nytimes.com/>Freakonomics</a> (blog de <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/1/1978106/freakonomics:+o+lado+oculto+e+inesperado+de+tudo+que+nos+afeta>um dos meus livros preferidos da década</a>) publicou um <a href=http://freakonomics.blogs.nytimes.com/2009/07/28/read-this-if-you-hate-meetings/>post sobre reuniões</a> (tratando inclusive do ódio contra as reuniões) que merece ser lido e debatido.</p>
<p>Se você manda bem no inglês, <a href=http://freakonomics.blogs.nytimes.com/2009/07/28/read-this-if-you-hate-meetings/>corra pra ler o post deles</a>, e também <a href=http://www.paulgraham.com/makersschedule.html>o post do Paul Graham que deu origem ao tema por lá</a>.</p>
<p>Ou, para quem preferir, segue meu resumo adaptado:</p>
<p><b>Reuniões, gestores e técnicos</b></p>
<p>Uma razão pela qual os técnicos em geral (e as pessoas cujo trabalho envolve produzir ou criar coisas, em particular) odeiam tanto as reuniões é que os cronogramas deles são diferentes dos das demais pessoas &#8211; e por isso as reuniões custam bem mais a eles.</p>
<p>O cronograma dos gestores absorve muito melhor as reuniões, porque a atividade deles é baseada na tomada de decisões. As comunicações diretas e reuniões são ferramentas essenciais para eles, e a agenda deles, dividida na prática em pequenos blocos (às vezes realmente com a duração de uma hora, como vemos nas agendas de papel) comporta muito melhor este tipo de compromisso, e permite mudar de atividade muitas vezes ao longo do dia. Marcar uma reunião ou uma discussão acaba sendo algo muito mais próximo da simplicidade teórica de arrumar um horário, um local e ir lá.</p>
<p>Geralmente (mas nem sempre), os detentores do poder em uma organização trabalham neste tipo de cronograma, e naturalmente esperam (até por não perceber a existência de diferença) que toda a equipe se adeque.</p>
<p><center><img  title="1761789263 ae0c4ab7ec.jpg - fonte: 1761789263 ae0c4ab7ec.jpg (imagem JPEG, 500x375 pixels) (http://farm3.static.flickr.com/2415/1761789263 ae0c4ab7ec.jpg?v=0) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/1761789263_ae0c4ab7ec.jpg><br /><i>Um </i>stand-up meeting<i>, previsto em metodologias ágeis de projetos</i></center></p>
<p>Mas os técnicos (em sentido amplo: escritores, programadores, pesquisadores&#8230;) funcionam de outro jeito: a atividade essencial deles demora para engrenar, e quando engrena, precisa de continuidade. A &#8220;agenda natural&#8221; deles é dividida em blocos maiores, de 3 ou 4 horas, devido a essa latência inicial (o período que demora até a atividade técnica ou criativa engrenar), e ao ganho de produtividade que vem em seguida.</p>
<p>É difícil escrever ou programar bem em períodos de 1h de cada vez. Pessoalmente, para escrever, eu me dou muito melhor com períodos mais longos, demorando uns 45 minutos até alcançar a velocidade de cruzeiro, e às vezes escrevendo vários artigos por vez, para aproveitar o nível de produtividade alcançado.  Ter de interromper isso devido a uma reunião ou contato é um fato da vida, mas realmente é bastante custoso para a produtividade e motivação &#8211; ainda mais quando a necessidade da reunião não é aceita ou percebida.</p>
<p>Minha atividade diária me coloca em uma agenda de gestor, e aí realmente é natural parar tudo para participar ou coordenar uma reunião, ou para receber algum contato. Neste contexto, não é nada custoso, pois eu já estava no modo de cronograma adequado.</p>
<p>Mas quando entro em alguma atividade que me coloca no modo de cronograma de técnico, aí as interrupções realmente começam a custar caro, e às vezes a presença de uma reunião em um período chega a inviabilizar o bom uso das demais horas daquele período para as atividades que eu inicialmente havia planejado.</p>
<p><b>E na prática?</b></p>
<p>Claro que isso não é uma tradução fiel do <a href=http://freakonomics.blogs.nytimes.com/2009/07/28/read-this-if-you-hate-meetings/>artigo original</a>, cuja leitura eu recomendo &#8211; minha versão tem interpretações e opiniões bastante pessoais. Mas é algo que eu vivo no meu dia-a-dia profissional (inclusive porque vario entre os 2 modos de cronograma), e nunca havia percebido assim, de forma tão objetiva.</p>
<p>Entender a natureza dos desafios da nossa administração do tempo ajuda a resolvê-los de maneira mais efetiva, e não tenho dúvida de que a compreensão destes fatores pode ajudar, no mínimo, a escolher melhor os métodos (como o stand-up meeting, da foto lá de cima), datas e horários das reuniões das equipes técnicas, para evitar o desperdício desnecessário do seu potencial. E não vejo limite máximo para as melhorias de produtividade e resultados que o uso otimizado das reuniões pode trazer. Afinal, ele traz vantagens pelos 2 lados: o melhor aproveitamento do potencial da equipe, e as vantagens que a comunicação efetiva (nterna, com parceiros, fornecedores, clientes, etc.) trazem por natureza.</p>
<p>E já que estamos tratando do assunto, leia também &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2008/02/15/reuniao-mais-produtiva-como-preparar-executar-e-encerrar-com-efetividade/">Reunião mais produtiva: como preparar, executar e encerrar com efetividade</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2007/05/19/ganho-de-produtividade-interrupcoes/">Ganhe produtividade sabendo lidar com as interrupções no trabalho</a>&#8221; &#8211; depois compartilhe conosco suas impressões!</p>
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		<title>Fazendo acontecer: O que podemos aprender com Adams Óbvio</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 14:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[Obvious Adams, traduzido no Brasil como Adams Óbvio, é um personagem de ficção que eu vim a conhecer ainda na adolescência, devido a uma jogada de marketing brilhante da Souza Cruz, que encartou a sua história (na forma de livreto) nas principais revistas brasileiras, para ajudar a promover o conceito do cigarro Free &#8211; em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>Obvious Adams</i>, traduzido no Brasil como Adams Óbvio, é um personagem de ficção que eu vim a conhecer ainda na adolescência, devido a uma jogada de marketing brilhante da Souza Cruz, que encartou a sua história (na forma de livreto) nas principais revistas brasileiras, para ajudar a promover o conceito do cigarro Free &#8211; em uma época em que as leis contra o tabagismo ainda eram bem menos severas do que hoje.</p>
<p>A campanha não me transformou em um fumante, mas a história de Adams Óbvio (juntamente com a &#8220;Mensagem a Garcia&#8221;, que abordarei em outra ocasião) me deu diversas dicas que até hoje me inspiram na hora de realizar escolhas complicadas ou de procurar o fio da meada de problemas complexos.</p>
<p><b>(alerta de <i>repost</i>!)</b> Escrevi e publiquei o artigo abaixo originalmente <a href=http://www.efetividade.net/2006/11/22/fazendo-acontecer-o-que-podemos-aprender-com-adams-obvio/>no final de 2006</a>, mas trago-o de volta à capa hoje em homenagem à quantidade de soluções complicadas que tenho visto surgir para os problemas simples do dia-a-dia, e em atenção ao contingente de leitores que começou a seguir o <a href=http://efetividade.net>Efetividade.net</a> mais recentemente.</p>
<p><center><img border=0 src=http://trilux.org/img/obvious-adams.jpg><br /><i>Capa de uma edição recente</i></center>  </p>
<p>Em meados de 2006 comprei uma reprodução da edição original do livro em inglês (datado de 1916), e acredito que os leitores do Efetividade.net gostarão de saber que existe uma tradução completa (e legalizada, acredito) do livro disponível para livre acesso na Internet. Não vou reproduzi-la aqui, mas compartilho meus comentários sobre o que podemos aprender com Adams Óbvio, e os links para onde o texto integral pode (ou podia) ser encontrado.</p>
<p><b>Quem é Adams Óbvio</b></p>
<p>&#8220;Adams Óbvio&#8221; é a biografia ficcional de Osborne Adams, que trabalhava para a Oswald Advertising Agency, em New York. O livro foi um sucesso instantâneo quando foi publicado &#8211; um fenômeno comparável ao de &#8220;Como fazer amigos e influenciar pessoas&#8221;, nos anos 70, ou &#8220;A terceira onda&#8221; nos anos 80. </p>
<p>É um livro bastante curto, com estilo que trai seus mais de 90 anos de idade, que você pode ler tranquilamente em menos de 1 hora, e eu recomendo &#8211; mas muito mais pelo potencial de inspiração do que pela possibilidade de aprender alguma lição prática. </p>
<p>Consta que sucessivas edições se esgotaram durante anos a fio, inclusive porque executivos tinham a prática de presentear suas equipes com exemplares do livro, na esperança de inspirá-los a seguir o exemplo de Adams, por mais óbvia que a sua história seja ;-)</p>
<p>Todas as pequenas &#8220;parábolas&#8221; da história de Adams Óbvio acabam demonstrando a razão do seu sucesso: fazer o óbvio. Mas não aquele óbvio que salta aos olhos, que freqüentemente é a razão do insucesso de quem não analisa suficientemente suas questões &#8211; Adams sabia que o óbvio nem sempre é evidente, e ia até o cerne, <b>não se deixando desviar dos fatos, nem cedendo à tentação de analisar apenas a parte mais interessante da amostra</b>. </p>
<p>Olhar objetivamente os fatos, analisá-los, chegar a uma conclusão clara, e agir de acordo com ela, é a receita da maioria das vitórias. Ainda assim, muitas vezes estas vitórias nem chegam a ser reconhecidas como tal, devido ao sherlockiano efeito de considerar simples um problema complexo, uma vez que a solução seja apresentada.</p>
<p><b>Necessário, mas insuficiente</b></p>
<p>É claro que a atitude de Adams não é suficiente para levar ninguém ao sucesso, pois da direção dele não surgem as estratégias surpreendentes que acabam sendo o diferencial ou o ponto de vantagem em relação a outras empresas ou organizações que tenham a mesma competência. Mas os resultados do exemplo de Adams são um exemplo a ter em mente para quem atinge menos do que ele por duas razões básicas:</p>
<ol>
<li>Por não dedicarem atenção suficiente à análise, acabam fazendo menos do que o óbvio; ou
<li>Por desejarem se destacar mais do que desejam resolver o problema, deixam de fazer o óbvio.
</ol>
<p><center><img  title="786044 bright idea.jpg - fonte: 786044 bright idea.jpg (imagem JPEG, 2828x2008 pixels) (http://www.counsellingconnection.com/wp content/uploads/2007/12/786044 bright idea.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/786044_bright_idea.jpg></center></p>
<p>Na minha opinião, toda equipe bem-sucedida deseja ter pelo menos um Adams Óbvio, e todo líder de sucesso deve saber quando seguir o exemplo de Adams, e quando fugir dele.</p>
<p>E não tenho dúvida de que todo mundo em busca de um avanço em sua carreira não pode deixar de ler e refletir sobre a história de como Adams obteve seu primeiro emprego em publicidade. </p>
<p>E quem lida com chefes ou equipes que têm dificuldades em remover a neblina que esconde o óbvio deve recomendar especialmente o trecho em que Adams descobre como aumentar a lucratividade da filial da loja de calçados.</p>
<p>Para ler a história completa, veja a <a href=http://www.obvio.ind.br/Adams%20Obvio.htm>tradução oficial</a> disponibilizada on-line e gratuitamente por uma agência de marketing chamada&#8230; Óbvio.</p>
<p>Ao final do texto traduzido, há um anexo escrito pelo autor, anos depois da publicação, explicando 5 maneiras de testar o óbvio, e 5 caminhos criativos para reconhecê-lo. Eis os caminhos, mas para saber a explicação e os exemplos do autor você terá que <a href=http://www.obvio.ind.br/Adams%20Obvio.htm>ler lá</a> ;-)</p>
<ol>
<li>Não se impressione como a coisa sempre tenha sido feita ou como outras pessoas gostariam de fazê-la.
<li>Imagine como seria divertido se tudo pudesse ser completamente invertido. (O fato de uma coisa ter sido feita ou construída de um certo jeito, por vários séculos, significa, possivelmente, que chegou a hora de questioná-la.)
<li>Será que você conta com a aprovação e com a participação do público no seu projeto?
<li>Quais oportunidades estão passando desapercebidas porque ninguém se importou de examiná-las?
<li>Quais são as necessidades específicas do caso?
</ol>
<p>Os exemplos são bastante ilustrativos, mas também são um testemunho da idade do livro: a invenção dos carros-leito em ferrovias, a caneta esferográfica, os supermercados (o conceito do &#8220;pegue e pague&#8221;), os queijos Kraft. Todas estas idéias parecem óbvias hoje, e não dão a idéia de serem uma grande aplicação de tecnologia. Mas elas certamente não eram óbvias antes de serem inventadas!</p>
<p>O resumo da ópera: fazer apenas o óbvio não é receita de sucesso, mas fazer menos do que isto, ou deixar de fazê-lo, é sempre um caminho arriscado.</p>
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