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	<title>Efetividade.net &#187; Comunicação</title>
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	<description>Agenda em dia e caixa de entrada vazia! Ferramentas, dicas e técnicas, com ou sem Palm. Mais produtividade com pouco esforço. Eficiência e eficácia não bastam: como ser bem mais efetivo e administrar melhor o seu tempo aplicando dicas e truques simples.</description>
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		<title>Como pedir desculpas</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/12/17/como-pedir-desculpas/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2009/12/17/como-pedir-desculpas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 10:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>

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		<description><![CDATA[Pedidos de desculpas podem ser o caminho mais direto entre a ofensa e o perdão, mas podem ser bem complicados de executar. Não procure por mensagens de desculpas ou fórmulas prontas: os componentes essenciais são o reconhecimento do erro e a disposição genuína de apresentar este reconhecimento à pessoa prejudicada.

Todo mundo comete erros. E nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pedidos de desculpas podem ser o caminho mais direto entre a ofensa e o perdão, mas podem ser bem complicados de executar. Não procure por mensagens de desculpas ou fórmulas prontas: os componentes essenciais são o reconhecimento do erro e a disposição genuína de apresentar este reconhecimento à pessoa prejudicada.</p>
<p><center><img  title="sorrydog.jpg - fonte: sorry.jpg (imagem JPEG, 447×427 pixels) (http://www.weeklystandard.com/weblogs/TWSFP/sorry.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/sorrydog.jpg"></center></p>
<p>Todo mundo comete erros. E nem todos eles podem ser consertados, mesmo quando são entendidos e reconhecidos. Pedir desculpas, entretanto, quase sempre está ao alcance, mas bastante gente erra na hora de colocar esta idéia, aparentemente tão simples, em prática.</p>
<p><span id="more-2421"></span></p>
<p>Comunicar claramente o que se pensa e sente é um talento que precisa ser desenvolvido, mas algumas necessidades de comunicação do dia-a-dia das nossas vidas (profissionais, acadêmicas, familiares, afetivas, etc.) são tão comuns, que é possível se preparar para elas de maneira bastante específica, como já vimos em artigos anteriores:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/09/15/como-levar-problemas-ao-seu-chefe/">Como informar problemas ao chefe</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/10/01/como-aceitar-criticas-de-forma-positiva-e-elegante/">Como aceitar críticas de forma positiva e elegante</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/10/05/como-receber-elogios-e-cumprimentos-de-forma-efetiva-e-elegante/">Como receber elogios e cumprimentos de forma efetiva e elegante</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/03/05/lideranca-aprenda-a-ser-um-bom-ouvinte/">Como ouvir os problemas alheios</a>
</ul>
<p>E a situação dos pedidos de desculpas é mais uma que pode ser tratada desta forma. E aqui é necessário fazer uma distinção importante: pedir desculpas não é a mesma coisa que dar as famosas &#8220;desculpas&#8221; para se justificar. Estas últimas servem para que você <a href=http://www.efetividade.net/2008/05/20/lideranca-e-motivacao-quer-ser-levado-mais-a-serio/>não ser levado a sério</a>, enquanto as primeiras podem fazer muito pela sua reputação e imagem. </p>
<p><center><img  title="janelaerradalogo.jpg - fonte: Opa! Foi mal, janela errada. [1] | Controle Remoto Blog! (http://controleremoto.tv/blog/2008/11/opa foi mal janela errada 1/) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/janelaerradalogo.jpg"></center></p>
<p>Não há técnica nenhuma que faça você arrepender-se genuinamente, nem que garanta que irá receber o perdão, ou mesmo que chegará a ser ouvido pela pessoa de quem deseja este benefício, mas se você conseguir reunir estas condições, a técnica poderá ser bem empregada e levar a melhores resultados.</p>
<h2>Como fazer tudo errado</h2>
<p>Antes de explicar os passos que conduzem a um bom pedido de desculpas, vou usar o recurso didático de apresentar alguns dos elementos centrais mais comuns de um mau pedido de desculpas:</p>
<p><center><img  title="bad boss megaphone yelling.jpg - fonte: bad boss megaphone yelling.jpg (imagem JPEG, 458×262 pixels) (http://milss.files.wordpress.com/2009/05/bad boss megaphone yelling.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/bad-boss-megaphone-yelling.jpg"></center></p>
<p>Um mau pedido de desculpas:</p>
<ol>
<li>força a barra para ser apresentado quando a pessoa não está pronta para ouvir
<li>não é feito diretamente à pessoa atingida ou ofendida
<li>só surge depois que o erro cometido se torna público e &#8220;pega mal&#8221;
<li>é apresentado na condicional (&#8220;desculpe se por acaso exagerei&#8221;)
<li>diz que o erro foi de interpretação de quem se ofendeu (&#8220;desculpe se alguém entendeu erroneamente que eu estava sendo preconceituoso&#8221;)
<li>não gera o entendimento de que há arrependimento e haverá um esforço para corrigir, compensar ou evitar repetições do mesmo erro
<li>é seguido de novas ofensas caso as desculpas não sejam integral e imediatamente aceitas
</ol>
<p>É fácil exemplificar alguns destes itens. Muitas vezes acontece de o ofensor mencionar seu arrependimento somente a uma terceira pessoa, esperando que ela vá contar ao ofendido ou, pior ainda, querendo evitar que esta terceira pessoa fique com má impressão sobre o ofensor, que não está nem aí pra opinião do ofendido. É como uma pessoa pública que ofende uma comunidade inteira e, ao ver que pegou mal, não se dirige a ela para se desculpar, mas sim procura os jornais e revistas que o público dela (e não a tal comunidade) lê, para &#8220;pedir desculpas&#8221; publicamente, também.</p>
<p>Os itens 4 e 5 são tristemente comuns &#8211; são o tipo de pedido de desculpas que amplia a ofensa. É como se a pessoa estivesse, ao invés de pedir desculpas, chamando o interlocutor de burro por não entender o que se quis dizer, ou dizendo que na verdade não houve ofensa, mas SE a pessoa quiser achar que houve, recebe as desculpas por esta ofensa imaginária.</p>
<p>O item 6 é o mais inefetivo de todos, porque caracteriza as famosas &#8220;desculpas vazias&#8221;. A pessoa está fazendo um gesto por educação ou por sentir-se obrigado, mas nada vai mudar.</p>
<h2>Como pedir perdão</h2>
<p>Um bom pedido de desculpas tem muitos ingredientes, mas os mais essenciais entre eles são o reconhecimento genuíno de que se fez algo errado, e o desejo sincero de apresentar este reconhecimento à pessoa ofendida ou prejudicada pelo erro.</p>
<p><center><img  title="apologize.jpg - fonte: How to Apologize   How to Apologize in a Relationship   How to Effectively Apologize   How to Accept your own Mistakes » How to Apologize (http://www.ayushveda.com/womens magazine/how to apologize/) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/apologize.jpg"></center></p>
<p>Quando estes 2 ingredientes estão presentes, até mesmo um pedido de desculpas mal executado tem chances de ser aceito. E se houver suspeita da ausência deles, a chance de o pedido de desculpas ser aceito com sinceridade passa a ser bastante reduzida.</p>
<p>Depois de verificar que você reune os 2 ingredientes acima, prossiga com a minha versão adaptada do <a href=http://www.wikihow.com/Apologize>procedimento proposto pelo Wikihow</a>:</p>
<p><b>1 &#8211; identifique qual foi o erro</b>, quem foi a vítima e de que forma ela foi prejudicada. Para pedir desculpas corretamente, você tem que aceitar que houve um erro, e que este erro ofendeu ou causou prejuízo a outra pessoa ou pessoas. Identifique claramente estes elementos, para poder se referir a eles de forma objetiva na hora de pedir desculpas.</p>
<p><center><img  title="image 20080304 wcq8pssqbyt4igcc8z9z t h480.jpg - fonte: image 20080304 wcq8pssqbyt4igcc8z9z t h480.jpg (imagem JPEG, 284×423 pixels) (http://files2.cityweekend.com.cn/files/images/20080304/image 20080304 wcq8pssqbyt4igcc8z9z t h480.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/image-20080304-wcq8pssqbyt4igcc8z9z_t_h480.jpg"></center></p>
<p><b>2 &#8211; aceite a responsabilidade</b> por este erro e ofensa. Já ouvi o ditado &#8220;nunca peça desculpas por algo fora do seu controle&#8221;, e concordo com ele &#8211; se você vai pedir desculpas genuínas, não acrescente junto a ela estas &#8220;desculpas&#8221; que não comovem ninguém. &#8220;São as normas da casa&#8221;, &#8220;foi problema com o entregador&#8221;, &#8220;foi orientação superior&#8221;, &#8220;eu estava bêbado&#8221;, etc. podem até ser explicações verdadeiras, mas não cabem no seu pedido de desculpas &#8211; ou você aceita toda a responsabilidade pela situação, ou apresentará desculpas parciais que irritam e agravam a ofensa.</p>
<p><b>3 &#8211; escolha momento e local adequados</b>. Você precisará de tempo, pois um bom pedido de desculpas é muito mais um diálogo do que uma declaração. Pense na oportunidade ideal, e tome providências para conseguir que ela aconteça, evitando embaraços e constrangimentos desnecessários. Oportunidades comuns são após uma reunião, em um convite para almoço, em uma conversa de corredor, etc. Às vezes temos a felicidade de pedir desculpas imediatamente após cometer o erro (e aí tudo fica mais simples), mas nem sempre é o caso, e nem sempre é melhor, dadas as emoções envolvidas. Mas esperar demais também não é bom.</p>
<p><center><img  title="iStock 000003630155XSmall.jpg - fonte: iStock 000003630155XSmall[1].jpg (imagem JPEG, 402×299 pixels) (http://www.negotiationlawblog.com/iStock 000003630155XSmall%5B1%5D.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/iStock_000003630155XSmall.jpg"></center></p>
<p><b>4 &#8211; Apresente o seu pedido de desculpas</b>, que idealmente não deve ser um longo discurso, e precisará ser dito de forma espontânea, mas deve incluir componentes como estes (possivelmente nesta mesma ordem): </p>
<div style="margin-left:2em">
a) <i>O reconhecimento de qual foi o erro</i>, e qual o prejuízo causado (&#8220;Desculpe por eu ter amassado a lataria do carro e guardado na garagem sem te contar&#8221;, &#8220;Desculpe por eu ter contado ao Fulano qual era o preço máximo que você pretendia oferecer, e assim ter arruinado a compra da casa&#8221;, &#8230;) </p>
<p>Este é o ponto em que você precisa ter cuidado com os erros comuns que mencionamos acima: caso a sua frase tenha um &#8220;se&#8221; ou um &#8220;mas&#8221;, ou você estiver se desculpando por como a pessoa se sentiu, e não pelo que você fez, cuidado!</p>
<p>Cuidado também com sutilezas e insinuações &#8211; elas têm seu lugar na comunicação, mas este lugar raramente inclui os bons pedidos de desculpas.</p>
<p>b) <i>A proposta de fazer algo concreto</i> para compensar o dano causado, ou para evitar que a situação se repita. Aqui também não deve haver nada no condicional &#8211; não diga &#8220;se você me perdoar e continuar emprestando o carro nos sábados, eu prometo nunca mais dirigir acima do limite de velocidade&#8221;. A proposta deve ser em termos absolutos.</p>
<p>c) <i>A reafirmação do valor</i> que a pessoa ofendida tem para você (caso tenha) </p>
<p>d) <i>O pedido de que ela o desculpe</i>, perdoe, dê nova oportunidade para compensar ou para reiniciar o processo sem voltar a cometer o mesmo ato.
</div>
<p>Assim como na web, em um bom pedido de desculpas o conteúdo é o rei. Fazê-lo acompanhado de poemas, olhar triste, um cartão, presente, um jantar, flores, vantagens e firulas, mas sem um reconhecimento sincero, pouco adianta para o objetivo intrínseco.</p>
<p><b>5 &#8211; Seja paciente.</b> Você pode ser desculpado na hora, mas também existe a possibilidade de a pessoa ainda não esteja pronta para lhe desculpar, perdoar e esquecer. Se acontecer este segundo caso, esteja preparado para simplesmente encerrar o seu pedido, reforçar que espera que no futuro isso possa ser revisto, e se retirar. Se acontecer o primeiro caso, aja normalmente, sem forçar a pessoa a situações para &#8220;testar&#8221; se ela realmente o perdoou.</p>
<p><center><img  title="04288fe196c2331d8bb7e109133956cc large.jpg - fonte: 04288fe196c2331d8bb7e109133956cc large.jpg (imagem JPEG, 800×1006 pixels) (http://aminus3.s3.amazonaws.com/image/g0005/u00004034/i00095152/04288fe196c2331d8bb7e109133956cc large.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/04288fe196c2331d8bb7e109133956cc_large.jpg"></center></p>
<p><b>6 &#8211; Mantenha sua palavra.</b> Se você se disse arrependido, fez uma proposta de mudança, ela foi aceita, e você não a cumprir, chegará o momento em que o resultado será bem diferente&#8230;</p>
<p><b>O método John Wayne</b></p>
<p>Em um <i>western</i> de 1949, o personagem interpretado por John Wayne disse uma frase emblemática, que traduzo livremente: &#8220;nunca se explique e nunca peça desculpas &#8211; são sinais de fraqueza&#8221;.</p>
<p><center><img  title="Sheworeayellowribbonpost.jpg - fonte: File:Sheworeayellowribbonpost.jpg   Wikipedia, the free encyclopedia (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Sheworeayellowribbonpost.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/Sheworeayellowribbonpost.jpg"></center></p>
<p>Há pessoas (e corporações) que levam suas vidas com base nesta filosofia. Na vida profissional, já tive oportunidade de encontrar dois superiores que conheciam a frase e a citavam como política de relações públicas e marketing pessoal.</p>
<p>Com um suprimento inesgotável de impulso próprio e capacidade de ignorar os feedbacks e solicitações recebidos, até acredito que seria possível levar uma vida aparentemente feliz e saudável adotando este lema. Mas estes suprimentos inesgotáveis não são tão fáceis de encontrar&#8230;</p>
<p>Eu não compartilho da idéia, nem a recomendo. Mas resolvi mencioná-la aqui, como nota de rodapé do texto, porque ela pode servir de contrapeso importante ao que foi dito acima, na hopra de lembrar que <b>também não é ideal passar a vida se explicando e se desculpando</b>.</p>
<p>No artigo &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2009/08/17/evite-acidentes-faca-de-proposito/">Evite acidentes, faça de propósito!</a>&#8220;, já tratamos do tema: o ideal é ter consciência das atitudes que se deseja tomar, e estar preparado para as suas consequências. Reproduzo um parágrafo de lá: </p>
<blockquote><p>
Fica, portanto a dica: se sua vida está em algum compasso de espera e você não está gostando, talvez você esteja precisando fazer algumas escolhas, tomar algumas decisões e correr para viabilizá-las – antes que o destino decida, possivelmente contra você. Faça de propósito, não espere pelo acidente!</p></blockquote>
<p>Mas quando fizer, não se desculpe: foi sua escolha, e você não deveria estar arrependido dela ;-)</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comprar netbook ou notebook?</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/09/09/comprar-netbook-ou-notebook/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2009/09/09/comprar-netbook-ou-notebook/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 17:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>

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		<description><![CDATA[Os ultraportáteis estão cada vez mais presentes no mercado e nas mochilas dos profissionais e estudantes que têm condições de ter acesso a esta tecnologia.
Netbooks: Acer Aspire One e LG Scarlet com modem 3G embutido &#8211; à venda no Brasil.  
E isto ocorre mesmo considerando o fator preço, que no Brasil (ao menos no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os ultraportáteis estão cada vez mais presentes no mercado e nas mochilas dos profissionais e estudantes que têm condições de ter acesso a esta tecnologia.</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img border=0 width=400 height=180 title="netbook-acer-lg.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/netbook-acer-lg.jpg></a><br /><i>Netbooks: <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/10/21616935/netbook+atom+n270+1.6ghz+1gb+160gb+webcam+10.1++xp+home+preto+-+acer?menuId=212028>Acer Aspire One</a> e <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/10/21595472/netbook+scarlet+x120g-1100+atom+n270+1gb+160gb+10+c/+modem+3g+-+lg?menuId=212028>LG Scarlet com modem 3G embutido</a> &#8211; à venda no Brasil.</i></center>  </p>
<p>E isto ocorre mesmo considerando o fator preço, que no Brasil (ao menos no mercado oficial) funciona bem diferente do que é mais comum no exterior: com <a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook>netbooks entre R$ 1400 e R$ 1700</a>, não é difícil encontrar notebooks razoáveis com bem mais recursos por poucos reais a mais, bem como PCs de mesa de boa qualidade e mais baratos.</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img  border=0 title="ideapad.jpg - fonte: ideapad.jpg (imagem JPEG, 1500x1111 pixels)   Redimensionada (68%) (http://www.adammaguire.com/blog/wp content/uploads/2009/02/ideapad.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/ideapad.jpg></a><br /><i>Netbook <a href=http://www.submarino.com.br/menu/212028/netbook>Ideapad S10E</a>, da Lenovo</i></center></p>
<p>Só que o fator preço (<a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook>consulte preços de netbooks</a>) não seria mesmo um bom motivo para optar por um netbook, como se ele fosse um &#8220;notebook popular&#8221;, mais barato. Claro que há quem faça isso, mas os recursos ausentes nos netbooks podem fazer falta a quem os adquire para usar como substituto de um desktop ou notebook convencional.</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img border=0 width=500 height=377 title="netbook-sony-vaio-21548905_2.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/netbook-sony-vaio-21548905_2.jpg></a><br /><i>Netbook <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/10/21548905/pocket+style+pc+vaio+p630a/w+atom+z520+1.33ghz+2gb+80gb+8+vp+-+sony?menuId=212028>Sony Vaio P</a> &#8211; um pouco menor, e&#8230; <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/10/21548905/pocket+style+pc+vaio+p630a/w+atom+z520+1.33ghz+2gb+80gb+8+vp+-+sony?menuId=212028>um pouco mais caro</a>.</i></center>  </p>
<p>Mas claro que há outros bons motivos para escolher o minimalismo dos ultraportáteis. Minhas atividades me permitem a situação extra-confortável de ter tanto o desktop, quanto o notebook, o netbook e um MID, além de um celular com boa conectividade e teclado completo &#8211; e por isso acabei encontrando a fórmula para identificar qual a situação exata em que cada um deles é a melhor ferramenta para meu uso.</p>
<p><center><img src=http://img.efetividade.net/img/mid-efetividade-2.jpg><br /><i>Meu MID &#8211; Mobile Internet Device</i></center></p>
<p>Só que nem sempre vale a pena (ou é possível) ter um de cada, e de vez em quando alguém me pergunta o que deve escolher, e eu não tenho medo de responder com base na minha própria experiência &#8211; afinal, pessoalmente não tenho dúvida de que o netbook é uma solução melhor que o notebook em diversas situações, e que ambos superam um desktop &#8220;parrudo&#8221; nas suas especialidades.</p>
<p>Só que antes de responder, é necessário saber o essencial: qual é o problema que o interessado quer resolver com esta ferramenta? </p>
<p>Esta semana, um colega de trabalho que vai passar um período de férias viajando pela Europa mas precisa manter em andamento algumas de suas atividades on-line que não podem ser resolvidas pelo smartphone (e ele não se sente à vontade para resolver em computadores alheios ou cybers) me trouxe a pergunta, e eu não tive dúvida: para atividades on-line, preservação do espaço na bagagem de mão e redução do peso que precisará ser carregado de um lado para o outro, ele precisa mesmo é de um netbook, com suas dimensões reduzidas, cerca de 1kg (os notebooks costumam pesar quase o triplo&#8230;), e toda a conectividade necessária.</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img  border=0 title="1 12 09 vaio p pocket 1.jpg - fonte: 1 12 09 vaio p pocket 1.jpg (imagem JPEG, 535x440 pixels) (http://bizdev.blog.extendance.com/files/2009/04/1 12 09 vaio p pocket 1.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/1-12-09-vaio-p-pocket_1.jpg></a><br /><i>Um caríssimo Vaio P, que a Sony não chama de netbook</i></center></p>
<p>Mas ele não se convenceu com a minha resposta dada de bate-pronto (eu devia ter demorado mais&#8230;), e assim acabou me levando a procurar mais argumentos a favor (e também os contra) a escolha de um netbook.</p>
<h2>Vantagens dos netbooks</h2>
<p>Vamos começar pelos argumentos a favor dos netbooks:</p>
<ul>
<li><b>Peso e volume</b>: aqui não há comparação, especialmente se houver previsão de longos períodos a pé (em pavilhões de eventos, por exemplo): os netbooks, com suas telas pequenas, capacidade reduzida e ausência de periféricos como drives de CD, usualmente pesam menos de 1,5Kg (alguns pesam 900g), e os notebooks mais comuns ficam entre 2,5 e 3Kg &#8211; e este peso faz toda a diferença nos seus ombros. O tamanho reduzido também faz diferença no espaço que sobra na pasta ou bagagem de mão.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Custo:</b> para quem compra no mercado formal brasileiro, esta não é uma vantagem tão evidente. Mesmo assim, mesmo os melhores netbooks tendem a não ser tão caros como os notebooks de primeira linha, e este custo mais baixo é adequado a algo que vai ser transportado em bagagem de mão e exposto a condições de trabalho bem menos controladas do que as do seu escritório.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img  border=0 title="ExtHDD.jpg - fonte: ExtHDD.jpg (imagem JPEG, 588x302 pixels) (http://www.bak2u.com/images/ExtHDD.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/ExtHDD.jpg><br /><i>Um <a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/716/hd+externo>HD externo</a></i></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>Modularidade</b>: esta é uma característica dos PCs em geral, mas brilha nos netbooks, já que eles vêm com ainda menos itens pré-integrados. Assim, o conjunto básico é pequeno e leve (em geral, só o aparelho em si e a sua fonte de alimentação), e você leva consigo apenas o peso extra do que for precisar: mouse externo, modem 3G, disco USB, etc. Em tese, daria até mesmo de levar um drive externo para CDs e DVDs, mas se você precisa deste tipo de recurso, é possível que sua aplicação justifique a escolha por um notebook completo.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Integração e compartilhamento via Internet</b>: outra característica que os notebooks também podem igualmente aproveitar, mas que fazem ainda mais diferença para os netbooks. Se você prevê que vai operar sempre em áreas com acesso à Internet, e já é usuário de serviços on-line para e-mail, compartilhamento de arquivos, comunicação, agendamento e outros, os recursos do netbook estarão bem mais adequados às suas aplicações, e haverá pouca dificuldade em integrar o que é feito &#8220;na rua&#8221; e o que é feito no seu computador de mesa. Mas vale a pena andar sempre com um pen drive de boa capacidade e que possa ser apagado sem maior preocupação, para eventualmente trocar dados mais volumosos.
</ul>
<h2>As desvantagens do netbook</h2>
<p>Mas não podemos deixar de mencionar também alguns argumentos contrários:</p>
<ul>
<li><b>Hardware limitado:</b> as limitações de memória, disco e desempenho podem ter impacto considerável na hora de rodar algum software exigente. Se você usa o navegador, um sistema de e-mail, outro de conversação, e ocasionalmente abre um editor de texto ou uma planilha, o netbook tende a suportar bem a carga. Mas dificilmente ele será a escolha certa para realizar tarefas mais intensivas de modelagem 3D, desenvolvimento de software, jogos, produção multimídia e várias outras categorias que exigem mais do hardware.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Hardware reduzido:</b> para ser mais pequeno, leve e econômico, o netbook típico abre mão de uma série de opções que estamos acostumados a encontrar em notebooks. Alguns exemplos comuns são a ausência de drive de CD/DVD, ou as restrições à instalação de mais memória. Às vezes faltam portas de expansão que você usaria, também. Mas em geral o essencial está presente, incluindo rede sem fio, portas USB e Ethernet, suporte para cadeado, e até os conectores para fone de ouvido, microfone e monitor externo ou projetor. Alguns têm até luxos, como Bluetooth integrado e leitor de cartões de memória.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img  border=0 title="29pue7b.jpg - fonte: 29pue7b.jpg (imagem JPEG, 774x600 pixels) (http://i37.tinypic.com/29pue7b.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/29pue7b.jpg></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>Conforto espartano</b>: embora seja bem mais confortável que a telinha e o teclado da maioria dos smartphones, as dimensões ainda diminutas dos netbooks também cobram tributos do seu conforto de operação. Os modelos atuais têm telas com resolução de 1024&#215;600 ou superiores, suficientes para mostrar sem cortes a maioria dos sites da web, e teclados que se aproximam das dimensões normais, mas vale a pena dar atenção a estes aspectos na hora da escolha. Em especial, vale a pena verificar se o teclado é modelo ABNT (com cedilha), e se tem a tecla dedicada à barra &#8216;/&#8217; e ao ponto de interrogação &#8216;?&#8217; &#8211; a ausência delas pode causar problemas de adaptação a quem está acostumado às suas localizações usuais, e é comum ter de optar entre uma e outra &#8211; ou tem tecla dedicada para a cedilha, ou tem a barra e interrogação.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Autonomia da bateria</b>: alguns netbooks têm boa duração, outros não &#8211; e quando a bateria acaba rápido demais, todas as vantagens podem ficar prejudicadas. Se você está escolhendo uma máquina para usar na rua, é bom que ela possa operar por algum tempo longe de uma tomada. Os fabricantes e varejistas costumam divulgar dados bem otimistas, mas vale a pena consultar as análises da imprensa especializada, que muitas vezes publicam a duração real verificada em laboratório durante testes em condições reais de operação.
</ul>
<h2>Outras alternativas</h2>
<p>Na hora de escolher uma opção, é claro que não podemos descartar a priori outras possibilidades: notebooks e netbooks não são as únicas ferramentas que podem resolver a categoria geral de problemas a que eles se destinam. </p>
<p>Sugiro avaliar também:</p>
<ul>
<li>Papel, caneta e telefone. Às vezes a necessidade de ter um computador conectado sempre à mão não é real. Reavalie a sua!<br />
&nbsp;</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/11/21594409/nokia+e71+black+edicao+especial+3g+gps+nokia+mapas+cam.+3.2+wi-fi+2gb><img  border=0 title="pcmag navegador e71.jpg - fonte: 0,1425,sz=1&#038;i=187305,00.jpg (imagem JPEG, 361x450 pixels) (http://common.ziffdavisinternet.com/util get image/18/0,1425,sz=1&#038;i=187305,00.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/pcmag-navegador-e71.jpg></a><br /><i>Navegador do Nokia E71</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li>O uso de um celular ou smartphone. Alguns, como o <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/11/21594409/nokia+e71+black+edicao+especial+3g+gps+nokia+mapas+cam.+3.2+wi-fi+2gb>Nokia E71</a> que eu venho usando há algum tempo, oferecem conectividade, tela e teclado suficientes para diversas atividades, incluindo navegação casual na Internet e envio de e-mails (uso o Gmail e o Twitter diariamente nele). Mas escrever textos longos no teclado e telinha dele é impraticável para mim.
<li>Contar com lan houses e cyber cafés. É preciso atentar para a questão da segurança, mais ainda do que quando se utiliza computadores emprestados. Mas se houver expectativa de ter acesso a este tipo de ambiente nos momentos em que você for precisar de computador e conectividade, vale investigar.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/11/21536168/tablet+nokia+n810+internet+wi-fi++wide+touchscreen+gps+teclado+qwerty><img  border=0 title="800px N810 open.jpg - fonte: File:N810 open.jpg   Wikipedia, the free encyclopedia (http://en.wikipedia.org/wiki/File:N810 open.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/800px-N810-open.jpg></a><br /><i>Internet Tablet N810</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li>MIDs, UMPCs e Internet Tablets. No meio do caminho entre o smartphone e os netbooks encontramos os MIDs, UMPCs e Internet Tablets, como o <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/11/21536168/tablet+nokia+n810+internet+wi-fi++wide+touchscreen+gps+teclado+qwerty>Nokia N810</a> da foto acima. São ainda mais leves, ainda menores, e em geral têm ainda menos recursos &#8211; mas podem ser suficientes para o que você precisa, e podem fazer a diferença na mochila de um esportista, por exemplo.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img  border=0 title="568px Nintendodsbrowserds.jpg - fonte: File:Nintendodsbrowserds.jpg   Wikipedia, the free encyclopedia (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Nintendodsbrowserds.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/568px-Nintendodsbrowserds.jpg><br /><i>Navegador do Nintendo DS, baseado no Opera</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li>Videogames portáteis. se você, ou alguém que viaja com você, já tem e leva consigo um videogame como o PSP ou o Nintendo DS, eventualmente eles serão suficientes para acessar os websites que você precisa, e até para responder (sem o conforto de um teclado físico) um eventual e-mail. Investigue! Já li muitos sites enquanto aguardava em salas de embarque com o PSP em mãos&#8230;
</ul>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Suas necessidades e interesses geralmente são únicos, e selecionar a ferramenta certa para atendê-los é uma decisão que só você pode tomar. Se eu vou participar de uma reunião externa que vai envolver poucos deslocamentos, não tenha dúvida de que prefiro ter comigo o meu notebook completo, com sua tela maior e capacidade muito maior &#8211; mesmo pesando 3Kg e sendo mais sensível. </p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img  border=0 title="samsung nc10 laptop mag review 600.jpg - fonte: samsung nc10 laptop mag review 600.jpg (imagem JPEG, 600x490 pixels) (http://hyfeno.com/wp content/uploads/2009/06/samsung nc10 laptop mag review 600.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/samsung-nc10-laptop-mag-review-600.jpg></a><br /><i>Netbook Samsung NC10</i></center></p>
<p>Mas para meus deslocamentos maiores, ou para levar na bagagem de mão, o netbook sempre ganha &#8211; acompanhado de um mouse externo e de um modem 3G, para conexão em praticamente todos os lugares que costumo visitar.</p>
<p>Com os critérios acima, entretanto, você poderá também fazer a sua escolha informada e objetiva. E se você tiver critérios adicionais a propor, conto com a sua participação nos comentários!</p>
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		<title>Você odeia reuniões?</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/07/30/voce-odeia-reunioes/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 10:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Reuniões indesejadas, assim como as apresentações em slides com textos grandes e gente que atende o celular em momentos impróprios, são males inevitáveis do mundo moderno. 

Já tratei do tema muitas vezes aqui no Efetividade (veja a coleção de links para os artigos), mas ele sempre volta à baila, e na semana corrente foi bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuniões indesejadas, assim como as apresentações em slides com textos grandes e gente que atende o celular em momentos impróprios, são males inevitáveis do mundo moderno. </p>
<p><center><img  title="business meeting.jpg - fonte: business meeting.jpg (imagem JPEG, 330x364 pixels) (http://people.uwec.edu/BAEHRAR/images/business meeting.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/business-meeting.jpg></center></p>
<p>Já tratei do tema muitas vezes aqui no Efetividade (veja a <a href=http://www.efetividade.net/2008/02/15/reuniao-mais-produtiva-como-preparar-executar-e-encerrar-com-efetividade/>coleção de links para os artigos</a>), mas ele sempre volta à baila, e na semana corrente foi bastante discutido entre meus colegas de trabalho &#8211; o que já seria razão mais do que suficiente para eu tratar do assunto brevemente por aqui.</p>
<p><center><img width=420 height=281 title="freakonomics-1978106_4.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/freakonomics-1978106_4.jpg></center>  </p>
<p>Mas há outro motivo: o <a href=http://freakonomics.blogs.nytimes.com/>Freakonomics</a> (blog de <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/1/1978106/freakonomics:+o+lado+oculto+e+inesperado+de+tudo+que+nos+afeta>um dos meus livros preferidos da década</a>) publicou um <a href=http://freakonomics.blogs.nytimes.com/2009/07/28/read-this-if-you-hate-meetings/>post sobre reuniões</a> (tratando inclusive do ódio contra as reuniões) que merece ser lido e debatido.</p>
<p>Se você manda bem no inglês, <a href=http://freakonomics.blogs.nytimes.com/2009/07/28/read-this-if-you-hate-meetings/>corra pra ler o post deles</a>, e também <a href=http://www.paulgraham.com/makersschedule.html>o post do Paul Graham que deu origem ao tema por lá</a>.</p>
<p>Ou, para quem preferir, segue meu resumo adaptado:</p>
<p><b>Reuniões, gestores e técnicos</b></p>
<p>Uma razão pela qual os técnicos em geral (e as pessoas cujo trabalho envolve produzir ou criar coisas, em particular) odeiam tanto as reuniões é que os cronogramas deles são diferentes dos das demais pessoas &#8211; e por isso as reuniões custam bem mais a eles.</p>
<p>O cronograma dos gestores absorve muito melhor as reuniões, porque a atividade deles é baseada na tomada de decisões. As comunicações diretas e reuniões são ferramentas essenciais para eles, e a agenda deles, dividida na prática em pequenos blocos (às vezes realmente com a duração de uma hora, como vemos nas agendas de papel) comporta muito melhor este tipo de compromisso, e permite mudar de atividade muitas vezes ao longo do dia. Marcar uma reunião ou uma discussão acaba sendo algo muito mais próximo da simplicidade teórica de arrumar um horário, um local e ir lá.</p>
<p>Geralmente (mas nem sempre), os detentores do poder em uma organização trabalham neste tipo de cronograma, e naturalmente esperam (até por não perceber a existência de diferença) que toda a equipe se adeque.</p>
<p><center><img  title="1761789263 ae0c4ab7ec.jpg - fonte: 1761789263 ae0c4ab7ec.jpg (imagem JPEG, 500x375 pixels) (http://farm3.static.flickr.com/2415/1761789263 ae0c4ab7ec.jpg?v=0) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/1761789263_ae0c4ab7ec.jpg><br /><i>Um </i>stand-up meeting<i>, previsto em metodologias ágeis de projetos</i></center></p>
<p>Mas os técnicos (em sentido amplo: escritores, programadores, pesquisadores&#8230;) funcionam de outro jeito: a atividade essencial deles demora para engrenar, e quando engrena, precisa de continuidade. A &#8220;agenda natural&#8221; deles é dividida em blocos maiores, de 3 ou 4 horas, devido a essa latência inicial (o período que demora até a atividade técnica ou criativa engrenar), e ao ganho de produtividade que vem em seguida.</p>
<p>É difícil escrever ou programar bem em períodos de 1h de cada vez. Pessoalmente, para escrever, eu me dou muito melhor com períodos mais longos, demorando uns 45 minutos até alcançar a velocidade de cruzeiro, e às vezes escrevendo vários artigos por vez, para aproveitar o nível de produtividade alcançado.  Ter de interromper isso devido a uma reunião ou contato é um fato da vida, mas realmente é bastante custoso para a produtividade e motivação &#8211; ainda mais quando a necessidade da reunião não é aceita ou percebida.</p>
<p>Minha atividade diária me coloca em uma agenda de gestor, e aí realmente é natural parar tudo para participar ou coordenar uma reunião, ou para receber algum contato. Neste contexto, não é nada custoso, pois eu já estava no modo de cronograma adequado.</p>
<p>Mas quando entro em alguma atividade que me coloca no modo de cronograma de técnico, aí as interrupções realmente começam a custar caro, e às vezes a presença de uma reunião em um período chega a inviabilizar o bom uso das demais horas daquele período para as atividades que eu inicialmente havia planejado.</p>
<p><b>E na prática?</b></p>
<p>Claro que isso não é uma tradução fiel do <a href=http://freakonomics.blogs.nytimes.com/2009/07/28/read-this-if-you-hate-meetings/>artigo original</a>, cuja leitura eu recomendo &#8211; minha versão tem interpretações e opiniões bastante pessoais. Mas é algo que eu vivo no meu dia-a-dia profissional (inclusive porque vario entre os 2 modos de cronograma), e nunca havia percebido assim, de forma tão objetiva.</p>
<p>Entender a natureza dos desafios da nossa administração do tempo ajuda a resolvê-los de maneira mais efetiva, e não tenho dúvida de que a compreensão destes fatores pode ajudar, no mínimo, a escolher melhor os métodos (como o stand-up meeting, da foto lá de cima), datas e horários das reuniões das equipes técnicas, para evitar o desperdício desnecessário do seu potencial. E não vejo limite máximo para as melhorias de produtividade e resultados que o uso otimizado das reuniões pode trazer. Afinal, ele traz vantagens pelos 2 lados: o melhor aproveitamento do potencial da equipe, e as vantagens que a comunicação efetiva (nterna, com parceiros, fornecedores, clientes, etc.) trazem por natureza.</p>
<p>E já que estamos tratando do assunto, leia também &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2008/02/15/reuniao-mais-produtiva-como-preparar-executar-e-encerrar-com-efetividade/">Reunião mais produtiva: como preparar, executar e encerrar com efetividade</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2007/05/19/ganho-de-produtividade-interrupcoes/">Ganhe produtividade sabendo lidar com as interrupções no trabalho</a>&#8221; &#8211; depois compartilhe conosco suas impressões!</p>
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		<title>Fazendo acontecer: O que podemos aprender com Adams Óbvio</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/07/28/fazendo-acontecer-o-que-podemos-aprender-com-adams-obvio-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 14:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[Obvious Adams, traduzido no Brasil como Adams Óbvio, é um personagem de ficção que eu vim a conhecer ainda na adolescência, devido a uma jogada de marketing brilhante da Souza Cruz, que encartou a sua história (na forma de livreto) nas principais revistas brasileiras, para ajudar a promover o conceito do cigarro Free &#8211; em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>Obvious Adams</i>, traduzido no Brasil como Adams Óbvio, é um personagem de ficção que eu vim a conhecer ainda na adolescência, devido a uma jogada de marketing brilhante da Souza Cruz, que encartou a sua história (na forma de livreto) nas principais revistas brasileiras, para ajudar a promover o conceito do cigarro Free &#8211; em uma época em que as leis contra o tabagismo ainda eram bem menos severas do que hoje.</p>
<p>A campanha não me transformou em um fumante, mas a história de Adams Óbvio (juntamente com a &#8220;Mensagem a Garcia&#8221;, que abordarei em outra ocasião) me deu diversas dicas que até hoje me inspiram na hora de realizar escolhas complicadas ou de procurar o fio da meada de problemas complexos.</p>
<p><b>(alerta de <i>repost</i>!)</b> Escrevi e publiquei o artigo abaixo originalmente <a href=http://www.efetividade.net/2006/11/22/fazendo-acontecer-o-que-podemos-aprender-com-adams-obvio/>no final de 2006</a>, mas trago-o de volta à capa hoje em homenagem à quantidade de soluções complicadas que tenho visto surgir para os problemas simples do dia-a-dia, e em atenção ao contingente de leitores que começou a seguir o <a href=http://efetividade.net>Efetividade.net</a> mais recentemente.</p>
<p><center><img border=0 src=http://trilux.org/img/obvious-adams.jpg><br /><i>Capa de uma edição recente</i></center>  </p>
<p>Em meados de 2006 comprei uma reprodução da edição original do livro em inglês (datado de 1916), e acredito que os leitores do Efetividade.net gostarão de saber que existe uma tradução completa (e legalizada, acredito) do livro disponível para livre acesso na Internet. Não vou reproduzi-la aqui, mas compartilho meus comentários sobre o que podemos aprender com Adams Óbvio, e os links para onde o texto integral pode (ou podia) ser encontrado.</p>
<p><b>Quem é Adams Óbvio</b></p>
<p>&#8220;Adams Óbvio&#8221; é a biografia ficcional de Osborne Adams, que trabalhava para a Oswald Advertising Agency, em New York. O livro foi um sucesso instantâneo quando foi publicado &#8211; um fenômeno comparável ao de &#8220;Como fazer amigos e influenciar pessoas&#8221;, nos anos 70, ou &#8220;A terceira onda&#8221; nos anos 80. </p>
<p>É um livro bastante curto, com estilo que trai seus mais de 90 anos de idade, que você pode ler tranquilamente em menos de 1 hora, e eu recomendo &#8211; mas muito mais pelo potencial de inspiração do que pela possibilidade de aprender alguma lição prática. </p>
<p>Consta que sucessivas edições se esgotaram durante anos a fio, inclusive porque executivos tinham a prática de presentear suas equipes com exemplares do livro, na esperança de inspirá-los a seguir o exemplo de Adams, por mais óbvia que a sua história seja ;-)</p>
<p>Todas as pequenas &#8220;parábolas&#8221; da história de Adams Óbvio acabam demonstrando a razão do seu sucesso: fazer o óbvio. Mas não aquele óbvio que salta aos olhos, que freqüentemente é a razão do insucesso de quem não analisa suficientemente suas questões &#8211; Adams sabia que o óbvio nem sempre é evidente, e ia até o cerne, <b>não se deixando desviar dos fatos, nem cedendo à tentação de analisar apenas a parte mais interessante da amostra</b>. </p>
<p>Olhar objetivamente os fatos, analisá-los, chegar a uma conclusão clara, e agir de acordo com ela, é a receita da maioria das vitórias. Ainda assim, muitas vezes estas vitórias nem chegam a ser reconhecidas como tal, devido ao sherlockiano efeito de considerar simples um problema complexo, uma vez que a solução seja apresentada.</p>
<p><b>Necessário, mas insuficiente</b></p>
<p>É claro que a atitude de Adams não é suficiente para levar ninguém ao sucesso, pois da direção dele não surgem as estratégias surpreendentes que acabam sendo o diferencial ou o ponto de vantagem em relação a outras empresas ou organizações que tenham a mesma competência. Mas os resultados do exemplo de Adams são um exemplo a ter em mente para quem atinge menos do que ele por duas razões básicas:</p>
<ol>
<li>Por não dedicarem atenção suficiente à análise, acabam fazendo menos do que o óbvio; ou
<li>Por desejarem se destacar mais do que desejam resolver o problema, deixam de fazer o óbvio.
</ol>
<p><center><img  title="786044 bright idea.jpg - fonte: 786044 bright idea.jpg (imagem JPEG, 2828x2008 pixels) (http://www.counsellingconnection.com/wp content/uploads/2007/12/786044 bright idea.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/786044_bright_idea.jpg></center></p>
<p>Na minha opinião, toda equipe bem-sucedida deseja ter pelo menos um Adams Óbvio, e todo líder de sucesso deve saber quando seguir o exemplo de Adams, e quando fugir dele.</p>
<p>E não tenho dúvida de que todo mundo em busca de um avanço em sua carreira não pode deixar de ler e refletir sobre a história de como Adams obteve seu primeiro emprego em publicidade. </p>
<p>E quem lida com chefes ou equipes que têm dificuldades em remover a neblina que esconde o óbvio deve recomendar especialmente o trecho em que Adams descobre como aumentar a lucratividade da filial da loja de calçados.</p>
<p>Para ler a história completa, veja a <a href=http://www.obvio.ind.br/Adams%20Obvio.htm>tradução oficial</a> disponibilizada on-line e gratuitamente por uma agência de marketing chamada&#8230; Óbvio.</p>
<p>Ao final do texto traduzido, há um anexo escrito pelo autor, anos depois da publicação, explicando 5 maneiras de testar o óbvio, e 5 caminhos criativos para reconhecê-lo. Eis os caminhos, mas para saber a explicação e os exemplos do autor você terá que <a href=http://www.obvio.ind.br/Adams%20Obvio.htm>ler lá</a> ;-)</p>
<ol>
<li>Não se impressione como a coisa sempre tenha sido feita ou como outras pessoas gostariam de fazê-la.
<li>Imagine como seria divertido se tudo pudesse ser completamente invertido. (O fato de uma coisa ter sido feita ou construída de um certo jeito, por vários séculos, significa, possivelmente, que chegou a hora de questioná-la.)
<li>Será que você conta com a aprovação e com a participação do público no seu projeto?
<li>Quais oportunidades estão passando desapercebidas porque ninguém se importou de examiná-las?
<li>Quais são as necessidades específicas do caso?
</ol>
<p>Os exemplos são bastante ilustrativos, mas também são um testemunho da idade do livro: a invenção dos carros-leito em ferrovias, a caneta esferográfica, os supermercados (o conceito do &#8220;pegue e pague&#8221;), os queijos Kraft. Todas estas idéias parecem óbvias hoje, e não dão a idéia de serem uma grande aplicação de tecnologia. Mas elas certamente não eram óbvias antes de serem inventadas!</p>
<p>O resumo da ópera: fazer apenas o óbvio não é receita de sucesso, mas fazer menos do que isto, ou deixar de fazê-lo, é sempre um caminho arriscado.</p>
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		<title>Zumbis de celular: pesquisa demonstra que não sou só eu que me irrito com essa espécie</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/06/29/zumbis-de-celular-pesquisa-demonstra-que-nao-sou-so-eu-que-me-irrito-com-essa-especie/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 12:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[Como sou (mas não por larga margem) um integrante da última geração da espécie humana que viveu parte de sua vida nos tempos pré-telefone celular, ainda lembro do conselho que era dado antigamente: não ser descortês com as pessoas que estão conosco em um dado momento só porque o telefone tocou &#8211; e isso se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como sou (mas não por larga margem) um integrante da última geração da espécie humana que viveu parte de sua vida nos tempos pré-telefone celular, ainda lembro do conselho que era dado antigamente: não ser descortês com as pessoas que estão conosco em um dado momento só porque o telefone tocou &#8211; e isso se dizia porque naquela época já havia quem deixasse os demais presentes esperando e saía correndo para atender ao telefone tocando, e aí ficava dedicado a ele, sem nem mesmo avaliar se o assunto tratado justificava a ausência de consideração aos circunstantes, fossem amigos, clientes, colegas de trabalho ou de quaisquer outras categorias dos relacionamentos humanos: sociais, afetivos, familiares, profissionais, etc.</p>
<p><center><img  title="driver distraction 3a 785045.jpg - fonte: driver distraction 3a 785045.jpg (imagem JPEG, 402x337 pixels) (http://www.wsjprimerate.us/carinsurance/uploaded images/driver distraction 3a 785045.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/driver-distraction-3a-785045.jpg></center></p>
<p>Mas os tempos mudaram bastante. Há alguns meses li (e não guardei a referência) uma crônica brasileira sobre os zumbis de celular, estas pessoas (de todos os sexos, faixas etárias e situações sociais) que desligam o cérebro ao empunhar o celular durante atividades cotidianas, como andar pela calçada, aguardar na fila do supermercado ou &#8211; muito pior &#8211; dirigir um carro. Eles colocam a si mesmos &#8211; e aos demais &#8211; em risco grave de acidentes, demoram mais que o necessário para desocupar espaços de uso coletivo, atrapalham as filas, as calçadas, a circulação dentro dos ônibus, completamente alheios a tudo &#8211; e sempre acham que são apenas alguns instantinhos enquanto terminam de enviar só mas uma mensagem.</p>
<p><center><img  title="widget czVyepbKnjgRyM7Yys6JNA.jpg - fonte: Guidespot.com: Why Are People So Annyoing!?  A Guide to Pet Peeves (http://www.guidespot.com/guides/pet peeves) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/widget_czVyepbKnjgRyM7Yys6JNA.jpg></center></p>
<p>Isso quando não fazem pior: apresentam em voz insuficientemente baixa seus assuntos pessoais que o público ao redor não estava interessado em conhecer, discutem em voz alta (e naqueles fones bluetooth que eles parecem acreditar que os isolam do ambiente) seus estressantes assuntos profissionais, deixam tocar até o fim, sem atender, seus ringtones insuportáveis ou &#8211; horror dos horrores &#8211; ouvem no alto-falante portátil distorcido as suas músicas preferidas, tanto em espaços confinados quanto nos amplos.</p>
<p><center><img  title="cell phone user.jpg - fonte: LAist Guide to the Primary: Proposition S   LAist: Los Angeles News, Food, Arts &#038; Events (http://laist.com/2008/02/01/laist guide to 5.php) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/cell_phone_user.jpg></center></p>
<p>Como este comportamento nos outros me irrita, eu naturalmente me policio para evitá-lo em mim mesmo &#8211; não gosto nem mesmo de atender ao celular na presença de mais pessoas em ambientes públicos, embora às vezes seja inevitável. Quem dera essa repulsa fosse contagiosa &#8211; afinal, parece que o número de zumbis de celular só aumenta, e é preciso encontrar logo um antídoto ou terapia.</p>
<p>Mas a divulgação de uma <a href=http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1203417-6174,00.html>pesquisa nos EUA sobre os efeitos do uso mal-educado de celulares</a> (também <a href=http://zumo.uol.com.br/2009/06/17/a-vez-e-a-hora-de-tecno-etiqueta/>abordada pelos vizinhos do Zumo</a>) mostra que ao menos não estou sozinho: a maior parte dos entrevistados se irrita com variados comportamentos de seus semelhantes ao celular.</p>
<p><center><img  title="nolaptopsign.jpg - fonte: TechEBlog » PICTURE: Don't Use Your Laptop While on the Toilet (http://www.techeblog.com/index.php/tech gadget/picture don t use your laptop while on the toilet) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/nolaptopsign.jpg></center></p>
<p>E os abusos de lá são parecidos com os daqui: 80% dos pesquisados já testemunharam alguém fazendo algo como deixar um caixa do supermercado esperando até a conclusão da conversa, <b>usar notebook em banheiro público</b>, digitar ao volante, na igreja, em funeral ou em consultório médico. Isso sem falar nos telefones que tocam no teatro, cinema, tribunal e outras reuniões em que o toque em si já não é bem-vindo &#8211; e o ato de falar ao telefone, em si, é uma ofensa ao público em geral e aos participantes envolvidos.</p>
<p>Na liderança da irritação está o mais arriscado dos maus hábitos: com 72% dos entrevistados aparece a digitação ou leitura de mensagens em dispositivos móveis enquanto os usuários estão ao volante. </p>
<p>Que tal repensar os seus hábitos de uso de dispositivos móveis, considerando se eles são desagradáveis para as pessoas ao seu redor? Muito de nossa imagem e potencial de boa convivência em grupo depende deste tipo de atitude que tantas vezes não percebemos, e cuja melhoria às vezes está ao nosso alcance, bastando parar para repensar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bibliografia: como fazer referência bibliográfica, com exemplos</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/05/25/bibliografia-como-fazer-referencia-bibliografica-com-exemplos/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 12:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[GP]]></category>
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		<description><![CDATA[Bibliografia é a relação das obras consultadas ou citadas por um autor na criação de determinado texto. Descrevendo assim parece simples, mas quando chega a hora de colocá-la em prática em trabalhos acadêmicos, há uma profusão de normas a seguir, e pode ser um desafio evitar que ela prejudique o que mais importa, que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bibliografia é a relação das obras consultadas ou citadas por um autor na criação de determinado texto. Descrevendo assim parece simples, mas quando chega a hora de colocá-la em prática em trabalhos acadêmicos, há uma profusão de normas a seguir, e pode ser um desafio evitar que ela prejudique o que mais importa, que é a qualidade da pesquisa realizada. </p>
<p>Até quem gosta de ler pode se intimidar quando se trata de ler registrando capítulos, páginas, ano e local de publicação, e outros detalhes sobre todo material relevante, por mais que essa necessidade seja justificada. </p>
<p><center><img width=420 height=173 title="como-fazer-tcc-bibliografia.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/como-fazer-tcc-bibliografia.jpg><br /><i>Alguns exemplos que constam na norma da ABNT</i></center>  </p>
<p>Já havia publicado por aqui anteriormente um artigo sobre <a href=http://www.efetividade.net/2007/05/11/modelos-relatorio-estagio-tcc/>normas da ABNT para o TCC</a> e outros elementos de formatação, com base nas minhas próprias necessidades da pós anterior, mas na hora de colocar em prática, sempre se percebe que poderia ser ainda mais fácil.</p>
<p><b>Entra em cena o meu TCC</b></p>
<p>A partir da semana passada comecei a me ocupar do TCC da minha pós-graduação em Gerenciamento de Projetos (versando sobre Gerenciamento das Comunicações em Projetos), e mais uma vez tive que recorrer a inúmeras referências sobre as normas que regem a apresentação e formatação de trabalhos acadêmicos.</p>
<p>E para mim o bicho pega na hora de fazer as referências bibliográficas. Anotar e registrar a bibliografia consultada é praticamente uma arte, e ao neófito que busca a melhor maneira de mencionar a sua fonte consultada, parece haver infinitas variações de tonalidades, afinações, nuances, texturas e sombras. </p>
<p>O pulo do gato é não deixar que as sutilezas da norma fiquem no caminho do que mais importa, que é encontrar as fontes certas, consultá-las, entendê-las e empregá-las em seu trabalho! Daí a importância de contar com guias que facilitem o aspecto técnico-operacional da bibliografia.</p>
<p><b>Guias para facilitar</b></p>
<p>Diversas universidades publicam seus guias de formatação de referências bibliográficas, baseados na norma da ABNT NBR 6023. E estes guias, com seus exemplos, são exatamente o que o aluno precisa na hora de buscar o download de modelos prontos para o seu Trabalho de Conclusão de Curso, pois cada uma das maneiras mais comuns de citação é apresentada com exemplos reais.</p>
<p>Registro aqui, portanto, para meu uso futuro e para quem mais tiver interesse em saber como fazer a referência bibliográfica ao final do volume de seu trabalho de conclusão ou relatório de estágio, os links e mirrors dos exemplos adicionais que encontrei e me baseei para fazer meu TCC:</p>
<ul>
<li><a href=http://www.ifcs.ufrj.br/publicacao/revistaaproximacao/abntnbr6023.pdf>Norma ABNT NBR 6023</a>: &#8220;Informação e documentação &#8211; referências &#8211; elaboração&#8221;, disponibilizada <a href=http://www.ifcs.ufrj.br/publicacao/revistaaproximacao/abntnbr6023.pdf>pela Revista Aproximação</a>, da UFRJ. É a base dos demais documentos existentes, tem bom número de exemplos fáceis de identificar e seguir.   <!-- img:abntnbr6023.pdf -->
<li><a href=http://img.efetividade.net/img/TCC_MODELO.doc>Modelo de TCC- Gama Filho</a>: é o &#8220;<a href=http://br.geocities.com/portalherodoto/TCC_MODELO.doc>Guia de Montagem de Trabalhos Acadêmicos</a>&#8221; do prof. Luiz Carlos de Freitas, que em 12 páginas apresenta um &#8220;resumão&#8221; da formatação dos modelos de TCC mais frequentes, incluindo um resumo das formas de citação bibliográfica mais comuns.
<li><a href=http://img.efetividade.net/img/manual_trabalhos_academicos_2007-1.doc>Normatização para TCC &#8211; Estácio de Sá</a> &#8211; o guia <a href=http://200.216.152.104/webisis/downloads/manual_trabalhos_academicos_2007-1.doc>disponibilizado pela Estácio de Sá de Santa Catarina</a> apresenta, em 57 páginas, modelos de formatação para conteúdo e apresentação dos trabalhos, e quanto às referências bibliográficas, traz uma bela coleção de exemplos prontos.
</ul>
<p>Recomendo ainda os dois artigos anteriores:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/05/30/relatorio-estagio-tcc-como-elaborar/">Como começar &#8211; e completar! &#8211; seu relatório de estágio ou trabalho de conclusão</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/05/11/modelos-relatorio-estagio-tcc/">Modelos de relatório de estágio e de conclusão de curso: aprenda a formatar</a>
</ul>
<p>Com estes guias, dá para descobrir rapidamente como fazer até aquelas referências bibliográficas mais modernas, como as que mencionam sites da web, listas de discussão, vídeos e todas as demais fontes de informação nas novas mídias que hoje são cada vez mais corriqueiras.</p>
<p>E bom TCC!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como escrever melhor &#8211; em 5000 caracteres ou menos</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/05/18/como-escrever-bem-em-5000-caracteres-ou-menos/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2009/05/18/como-escrever-bem-em-5000-caracteres-ou-menos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 May 2009 10:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogging]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é capaz de descrever um conceito ou uma proposta, por escrito, em menos de 1000 palavras? 
Todos os meses eu encaro o desafio de produzir minha coluna &#8211; que ocupa uma página, diagramada em 600 palavras ou 4000 caracteres &#8211; para a edição impressa da Linux Magazine brasileira e, ao longo dos anos, percebi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você é capaz de descrever um conceito ou uma proposta, por escrito, em menos de 1000 palavras? </p>
<p>Todos os meses eu encaro o desafio de produzir minha coluna &#8211; que ocupa uma página, diagramada em 600 palavras ou 4000 caracteres &#8211; para a edição impressa da <a href=http://www.linuxmagazine.com.br/>Linux Magazine</a> brasileira e, ao longo dos anos, percebi que isso me ajudou a encontrar algumas técnicas para a melhoria dos meus textos do dia-a-dia, como atas, registros de reunião, apresentações e o ocasional artigo.</p>
<p><center><img  title="maxs type writer.jpg - fonte: History of the Inventor of the Delete button « Sailing to Byzantium (http://shazgood.wordpress.com/2007/09/05/history of the inventor of the delete button/) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/maxs-type-writer.jpg></center></p>
<p>Elas são genéricas o bastante, bastando que você escolha quais se encaixam nas suas demandas. E o mais interessante é que elas também podem ser apresentadas em menos de 4000 caracteres!</p>
<p>Vamos a elas:</p>
<p><b>Não se intimide.</b> Colocar suas idéias por escrito pode ser uma tarefa desafiadora, ainda mais quando se quer fazê-lo de forma sintética. Aceite o desafio, pois um texto curto e direto tem muito mais chance de ser lido integralmente, e o processo de escrevê-lo pode ajudar você até mesmo a refinar a sua idéia.</p>
<p><b>Primeiro sintetize mentalmente.</b> Não saia escrevendo parágrafos a esmo, para depois se ver obrigado a amputá-los, formando um texto desconjuntado. Pare, delimite, pense nos tópicos essenciais do seu tema, coloque-os em ordem de importância, corrija excessos e ausências. Ao fim do processo, você já terá uma boa idéia do que deverá ser escrito, e em que ordem.</p>
<p><b>Deixe o título e o começo para depois.</b> Em um texto curto, a primeira frase pode ser a mais importante, e não necessariamente precisa seguir a regra de apresentar uma síntese. Existem muitas formas de dar ao leitor uma razão para prosseguir a leitura (o texto que você está lendo, por exemplo, começou com uma pergunta que apresenta um desafio), e é mais fácil escolher a certa quando o corpo do texto já está pronto. </p>
<p><b>Seja direto.</b> Você não precisa guardar o melhor para o final, e nem abusar de enfeites estilísticos. Bons textos curtos vão direto ao ponto, em palavras simples e vivas, com uma sequência lógica e cadenciada.</p>
<p><b>Quebre os parágrafos.</b> Nem sempre é adequado recorrer a listas de itens, como eu fiz neste texto, mas vale a pena evitar os parágrafos longos. Em um texto organizado e bem dividido, o leitor tem maior facilidade em captar a importância e o interesse antes mesmo de começar a ler.</p>
<p><b>Escreva para o seu leitor.</b> Parece óbvio, mas muita gente escreve sempre como se o texto fosse ser lido pelos seus professores, pelos seus desafetos ou, ainda pior, pelo Google. Saiba a quem você está se dirigindo, e use a linguagem adequada, sem jargões, sem técnicas que privilegiam indexadores em detrimento dos leitores de carne e osso, e sem exagerar na inclusão de destaques, piadas internas e espertezas verbais.</p>
<p><b>Não tente esgotar seu tema.</b> Poucos temas podem ser esgotados em 2 páginas. Ao escrever um texto curto, mantenha o foco nos aspectos essenciais. Se necessário, referencie fontes onde há maior detalhamento, mas sem tentar reproduzi-las.</p>
<p><b>Busque o equilíbrio.</b> Após escrever a primeira versão, compare o texto com a lista de tópicos essenciais que você identificou antes de começar. Verifique se estão todos presentes, e se você não dedicou espaço demais aos seus preferidos, em vez dos mais importantes. </p>
<p><b>Leve o leitor a concluir algo.</b> O leitor pode até discordar de você, mas precisa terminar a leitura sabendo qual era a sua intenção &#8211; mesmo quando o texto terminar em um questionamento ou convite a reflexão.</p>
<p><b>Releia, treleia e quadrileia.</b> Em textos curtos, todos os erros ficam mais evidentes. Revise múltiplas vezes, procure por erros de ortografia e estilo, corrija as idéias incompletas e os excessos.</p>
<p>Ao final do processo, você terá um texto curto, direto, fácil de ler e de entender. Acrescente uma boa dose de inspiração, duas pitadas de estilo, e aí é só servir, acompanhado de duas rodelas de empatia!</p>
<p><i>&#8211; E o texto acima tem exatos 3880 caracteres ;-) &#8211;</i></p>
<p><b>Leia também</b></p>
<ul>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/02/07/escrever-como-vencer-o-bloqueio-da-pagina-vazia/">Escrever: como vencer o bloqueio da página vazia</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/09/03/revisao-de-texto-5-dicas-para-aumentar-a-qualidade-dos-seus-artigos/">Revisão de texto: 5 dicas para aumentar a qualidade dos seus artigos</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/08/01/convencendo-o-leitor-como-escrever-de-forma-persuasiva/">Convencendo o leitor: Como escrever de forma persuasiva</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/10/26/como-escrever-melhor-as-dicas-de-stephen-king/">Como escrever melhor: as dicas de Stephen King</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/03/26/5-dicas-de-george-orwell-para-escrever-bem/">5 dicas de George Orwell para escrever bem</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2006/12/15/as-5-dicas-de-ernest-hemingway-para-escrever-textos-com-efetividade/">As 5 dicas de Ernest Hemingway para escrever textos com efetividade</a>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Seja positivo: aprenda a dizer não!</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/04/14/seja-positivo-aprenda-a-dizer-nao/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2009/04/14/seja-positivo-aprenda-a-dizer-nao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 10:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[O título deste artigo parece uma contradição? Na minha opinião, pessoas que não sabem como dizer &#8220;não&#8221; a um pedido que não pretendem atender causam muitos problemas a si mesmas e aos outros, devido a não ter desenvolvido esta capacidade &#8211; que muitas vezes é realmente complicada.

Dizer &#8220;sim&#8221; quando deveria dizer &#8220;não&#8221; pode sobrecarregar você, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O título deste artigo parece uma contradição? Na minha opinião, pessoas que não sabem <b>como dizer &#8220;não&#8221;</b> a um pedido que não pretendem atender causam muitos problemas a si mesmas e aos outros, devido a não ter desenvolvido esta capacidade &#8211; que muitas vezes é realmente complicada.</p>
<p><center><img  title="Como dizer não - fonte: assertive.jpg (imagem JPEG, 316x282 pixels) (http://www.deeptrancenow.com/images/assertive.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/assertive.jpg></center></p>
<p>Dizer &#8220;sim&#8221; quando deveria dizer &#8220;não&#8221; pode sobrecarregar você, lotar sua lista de pendências com itens que não deveriam estar lá e, o que é pior, reduz sua eficiência para fazer o que você deveria (e desejaria) estar fazendo &#8211; podendo até mesmo levá-lo a ter dificuldade de dizer &#8220;sim&#8221; a um pedido posterior, devido à sobrecarga existente.</p>
<p>Além disso, a sobrecarga causada pelo seu bloqueio ao &#8220;não&#8221; pode prejudicar as próprias pessoas a quem você disse &#8220;sim&#8221; indevidamente, quando a sobrecarga faz com que você, quase inevitavelmente, atrase ou deixe de entregar o que prometeu a elas sabendo que teria dificuldade em atender. E esse prejuízo causa frustração e rejeição, de ambas as partes, além de fazer com que você <a href=http://www.efetividade.net/2008/05/20/lideranca-e-motivacao-quer-ser-levado-mais-a-serio/>deixe de ser levado a sério</a>.</p>
<p><b>&#8230;mas também saiba dizer &#8220;sim&#8221;</b></p>
<p>Dependendo da sua posição ou papel, pode ser difícil dizer não, especialmente se não houver uma justificativa externa. Mas quem diz &#8220;sim&#8221; nas horas certas tende a ter resultados de produtividade que ajudam a justificar os frequentes &#8220;nãos&#8221;.</p>
<p>Ser assertivo, afirmando clara, objetiva e categoricamente suas posições, é uma característica mais valorizada em uma equipe quando o seu portador não a confunde com ser agressivo nem com ser &#8220;do contra&#8221;. É necessário levar em conta as circunstâncias e as posições dos demais envolvidos, e ter a habilidade de se expressar na hora certa, e usando a forma mais apropriada &#8211; especialmente na hora de dizer não.</p>
<p><b>Reinaldo Polito explica como fazer</b></p>
<p>Quando você se depara com uma situação com a qual não concorda, ou recebe um pedido que não deve (ou não pode) atender, pode ter de encarar a tentação de dizer imediatamente tudo o que pensa sobre a situação, suas causas, a paersonalidade e o comportamento das pessoas envolvidas. Isso não é assertividade: é grosseria, e geralmente não melhora a situação geral.</p>
<p>Reinaldo Polito, que há anos é um autor muito procurado no que diz respeito a comunicação e expressão, dá <a href=http://noticias.uol.com.br/economia/carreiras/artigos/polito/2007/09/24/ult4385u33.jhtm>algumas dicas</a> sobre como se portar na hora de intervir ou dizer não. Reproduzo:</p>
<ul>
<li>&#8220;Durante a conversa você deveria falar de maneira firme, sem hesitações, para deixar claro que o assunto é importante. Entretanto, repito, sem agressividade.&#8221;
<li>&#8220;Nessas circunstâncias é muito importante, embora seja difícil, não demonstrar nervosismo ou descontrole emocional.&#8221;
<li>&#8220;Fale sem desviar os olhos do interlocutor. Evite esfregar nervosamente as mãos. Não grite nem segure a voz na garganta.&#8221;
<li>&#8220;Escolha o lugar certo. Esse tipo de conversa não pode ocorrer diante de outras pessoas, nem em lugares inadequados como corredores ou elevadores. Muito menos por telefone. (&#8230;) Procure falar também em um horário com pouca ou nenhuma chance de interrupção.&#8221;
<li>&#8220;Não dê uma de coitadinho. Nada de chororô. Se quiser ser respeitado e ouvido seja firme, olhe na direção do interlocutor sem fugir com os olhos, fale &#8220;para fora&#8221;, não fique esfregando as mãos ou cruzando e descruzando as pernas nervosamente. Mostre que você tem razão.&#8221;
</ul>
<p><b>No ambiente profissional</b></p>
<p>Dependendo do seu papel ou de suas obrigações e responsabilidades, há tarefas ou pedidos corretos que você não pode simplesmente recusar. Mas quando você pode, seja direto e concreto. Nada de &#8220;veja bem&#8221; ou &#8220;te respondo amanhã&#8221; &#8211; não é não, e &#8211; a não ser que a solicitação seja fútil &#8211; quem está lhe pedindo precisa saber que vai ter de partir para outra alternativa.</p>
<p>Sempre ajuda se você puder expor rapidamente a razão do não &#8211; mas sem &#8220;coitadismo&#8221;, nem desculpas (como já vimos no artigo &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2008/05/20/lideranca-e-motivacao-quer-ser-levado-mais-a-serio/">Liderança e motivação: quer ser levado mais a sério?</a>&#8220;). Também evite a justificativa com base em posição hierárquica ou de poder, ou fugir de apresentar uma posição clara. Assuma claramente que está dizendo &#8220;não&#8221;, exponha suas prioridades e obrigações e, se possível, apresente alternativas ou oportunidades.</p>
<p>Em especial, mantenha a sua posição, a não ser que haja uma mudança de circunstância. Não diga &#8220;não&#8221;  só para dar um susto ou para se enganar &#8211; se disser que não pode fazer algo, realmente não faça. Se disser que vai fazer, faça, no prazo e na qualidade esperados. Mantenha sua palavra para ser levado a sério.</p>
<p>Um caso à parte é o do <a href=http://www.efetividade.net/2008/08/12/assedio-moral/>assédio moral</a>, em que dizer &#8220;não&#8221; pode ser insuficiente.  O assédio moral geralmente acontece devido a abuso do poder pela autoridade, e pode provocar um cenário de discriminação dentro da organização, eventualmente culminando no fim da relação de trabalho e emprego. Se for o seu caso, saiba dizer não, mas procure também outras formas de lidar com a situação, sem abrir mão da <a href=http://www.efetividade.net/2008/01/08/etica-no-trabalho-indo-alem-dos-codigos-de-etica/>ética profissional</a>!</p>
<p><b>Dizendo &#8220;não&#8221; em projetos</b></p>
<p>No artigo anterior &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2006/07/04/as-muitas-formas-de-dizer-nao-em-um-projeto/">As muitas formas de dizer “não” em um projeto</a>&#8220;, já tratei sobre 5 maneiras de dizer &#8220;não&#8221; durante o andamento de um projeto.</p>
<p>Claro que elas devem ser reservadas apenas para quando não se pode dizer &#8220;sim&#8221;, e sempre sabendo dos riscos que podem gerar ;-)</p>
<p>No andamento de um projeto, dizer &#8220;não&#8221; é uma arte e um talento que o responsável estratégico ou tático por projetos precisa desenvolver e cultivar, para o bem de sua equipe e mesmo de seus resultados. E saber só usar nos momentos corretos, para poder dizer “sim” ao que de fato é estratégico e crítico.</p>
<p><b>Saiba lidar com as conseqüências</b></p>
<p>Toda ação gera reação, e os relacionamentos humanos (inclusive os profissionais) usualmente são vias de mão dupla. Quando você disser &#8220;não&#8221; e seu interlocutor esperava um &#8220;sim&#8221;, deve saber que isso pode trazer consequências no futuro.</p>
<p>Dizer &#8220;não&#8221; pode ser um caminho para esclarecer e assumir sua posição, e para afastar diversos incômodos da vida, mas ao mesmo tempo deixará outras pessoas magoadas ou brabas. Trata-se, como quase tudo na vida, de uma oportunidade de escolha, e de um ponto de equilíbrio difícil de atingir.</p>
<p>Mas pode valer a pena tentar, sem se isolar em nenhum dos extremos da escala. Experimente dizer &#8220;não&#8221; para ser mais positivo!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Livro &#8220;Estratégias de e-mail marketing&#8221;</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/02/09/livro-estrategias-de-e-mail-marketing/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2009/02/09/livro-estrategias-de-e-mail-marketing/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 21:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi do Murilo Gun o convite para o lançamento do livro &#8220;Estratégias de e-mail marketing&#8220;, dele e do Bruno Queiroz, que vai ocorrer amanhã (terça, dia 10) na Livraria Martins Fontes a partir das 19h. Não estarei em São Paulo, mas repasso o convite aos interessados!
O e-mail marketing pode ser um assunto delicado, principalmente quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi do Murilo Gun o <a href=http://www.gun.com.br/standupcomedy/?p=611>convite para o lançamento</a> do livro &#8220;<a href=http://www.livroemailmarketing.com.br/>Estratégias de e-mail marketing</a>&#8220;, dele e do Bruno Queiroz, que vai ocorrer amanhã (terça, dia 10) na <a href=http://www.martinsfontespaulista.com.br/>Livraria Martins Fontes</a> a partir das 19h. Não estarei em São Paulo, mas repasso o convite aos interessados!</p>
<p>O e-mail marketing pode ser um assunto delicado, principalmente quando consideramos as muitas formas em que ele pode ser um tiro no pé, angariando antipatia dos potenciais consumidores, e prejudicando, ao invés de elevar, a imagem da marca.</p>
<p>Mas existe e-mail marketing feito com categoria. Não-invasivo, relevante, ético e&#8230; desejado! É o caso de vários mailings e newsletters comerciais que eu recebo regularmente, como a da Threadless, da Thinkgeek, as ofertas da Amazon e da brasileira Comprafácil, entre outras. </p>
<p>E é o caso oposto ao de tantas outras tentativas mal-sucedidas que acabam sendo incluídas no filtro de spam de todos nós &#8211; não vou citar exemplos, mas na minha opinião vários expoentes do varejo on-line brasileiro ainda precisam aprender muito sobre como mandar material que interesse de verdade aos seus consumidores &#8211; mesmo nos raros casos em que o envio ocorre por solicitação do próprio cliente!</p>
<p><center><img  title="capa mailmkt.gif - fonte: capa.gif (imagem GIF, 300x402 pixels) (http://cartello.informazione.com.br/cms/export/sites/default/cartello site/livroemailmarketing/imagens/capa.gif) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/capa-mailmkt.gif></center></p>
<p>Para quem quer saber como fazer marketing efetivo por e-mail, os tópicos abordados no livro &#8220;<a href=http://www.livroemailmarketing.com.br/>Estratégias de e-mail marketing</a>&#8220;, do Murilo (que talvez alguns de vocês já conheçam por sua atuação em <i>stand-up comedy</i>) e do Bruno podem ser um bom começo &#8211; e certamente já me ajudaram a repensar algumas coisas sobre <a href=http://br-linux.org/newsletter/>a newsletter semanal</a> que mantenho.</p>
<p>Eu ainda não li todo o exemplar que eles gentilmente me enviaram, mas além de ter gostado da parte introdutória (incluindo os aspectos éticos, e como fazer com que nem os leitores e nem os softwares confundam sua mensagem com spam), gostei também dos capítulos sobre como popular o cadastro de destinatários do e-mail marketing, e de como compor e criar as mensagens.</p>
<p>Estou bastante interessado nos capítulos que ainda faltam, inclusive sobre os indicadores relevantes sobre as campanhas, e como aumentar a eficiência da entrega. </p>
<p>Recomendo a todos que tenham interesse no bom uso do e-mail para divulgar suas iniciativas e produtos!</p>
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		<title>Sobrevivendo a reuniões: dicas de quem mantém a produtividade mesmo indo a 70 reuniões por semana</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 11:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reuniões são integrantes de destaque no time dos sacrifícios dificilmente evitáveis no mundo moderno &#8211; ao lado das apresentações monótonas baseadas em slides, das pessoas que falam alto no celular em lugares públicos, e de alguns outros itens que prefiro nem mencionar ;-)

Cada um de nós acaba encontrando suas maneiras de lidar com as reuniões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuniões são integrantes de destaque no time dos sacrifícios dificilmente evitáveis no mundo moderno &#8211; ao lado das apresentações monótonas baseadas em slides, das pessoas que falam alto no celular em lugares públicos, e de alguns outros itens que prefiro nem mencionar ;-)</p>
<p><center><img  title="business meeting 6436897.jpg - fonte: business meeting[1].jpg (imagem JPEG, 320x259 pixels) (http://www.tcpipservices.com/Portals/0/business meeting%5B1%5D.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/business-meeting-6436897.jpg></center></p>
<p>Cada um de nós acaba encontrando suas maneiras de lidar com as reuniões inevitáveis, e o <a href=http://efetividade.net/>Efetividade</a> já dedicou vários artigos ao tema. Pessoalmente, tenho convivido bem com as reuniões, e os principais pontos que observo para isso são:</p>
<ol>
<li>Sem supérfluos: nada de reuniões desnecessárias apenas para cumprir tabela, evitar ao máximo chamar quem não precisa estar presente, e fazer a reunião tão curta quanto possível.
<li>Registrar sempre: se vale a pena fazer a reunião, vale a pena registrá-la por escrito, e circular o registro entre todos os presentes e envolvidos.
<li>Divulgar a pauta: os participantes precisam saber o que será discutido e o que se espera deles, até mesmo para que venham preparados, com todos os dados e recursos necessários para a tomada de decisão.
</ol>
<p>Mas nem sempre é simples, e a receita que serve para mim pode não servir para você. Que tal, então, conhecer as técnicas usadas por quem participa usualmente de <b>70 reuniões por semana</b>?  </p>
<p>Parece absurdo, mas esta é a rotina de Marissa Mayer, vice-presidente de produtos de busca no Google. Ela é a última parada antes que uma nova idéia seja levada aos fundadores do Google, e em uma empresa inovadora e em constante evolução, assume-se que há grande numero de idéias surgindo, ao mesmo tempo em que é necessária orientação e tomada de decisão sobre os projetos, processos e produtos existentes.</p>
<p>Marissa tem como meta que cada uma das equipes sob sua responsabilidade saiba exatamente o que pode e o que deve fazer, e seja apoiado pelas informações necessárias, tanto do ponto de vista estratégico quanto nas ações operacionais do dia-a-dia. Ao mesmo tempo, cada participante deve se sentir motivado e respeitado.</p>
<p>E as 70 reuniões de que ela participa por semana são instrumentos para isso, embora só sejam possíveis porque as reuniões conduzidas por ela se submetem a algumas regras bem diferentes das reuniões nossas de cada dia. </p>
<p>Marissa tem 6 pontos-chave para suas reuniões, que vou tentar resumir a seguir:</p>
<p><b>1. Definir uma pauta sólida</b>: aqui eu e ela estamos em completa sintonia: definir e circular antecipadamente uma pauta não apenas permite que todo mundo se prepare, como ainda ajuda a delimitar o que será tratado durante a reunião. Flexibilidade é importante, mas ausência de pauta leva a se concentrar em assuntos polêmicos, eventualmente deixando de lado o que era importante, ou fazendo a reunião durar bem mais do que precisaria.</p>
<p><b>2. Definir um responsável pelo registro</b>: fazer uma ata, ou um resumo executivo, é um padrão que eu também adoto. Mas Marissa vai além: ela costuma ligar o computador deste secretário eleito da reunião diretamente a um projetor, para que todos possam acompanhar suas anotações ao vivo, corrigindo o que for necessário ainda durante a reunião, e assim podendo circular ou publicar o registro imediatamente após o final do evento, facilitando a comunicação a quem esteve ausente, e também a consulta posterior ao histórico.</p>
<p><b>3. Agendar micro-reuniões</b>: em reuniões periódicas ou costumeiras, como as que ela tem regularmente com os fundadores do Google, é definida previamente uma agenda com horários (curtos!) para assuntos definidos, como relatos sobre o desempenho dos produtos mais importantes, informações sobre novos projetos, etc., deixando algum tempo livre para os temas específicos do dia, naturalmente. Todos os envolvidos topam, e assim a pauta avança rapidamente e sob controle &#8211; com flexibilidade quando necessário, é claro.</p>
<p><b>4. &#8220;Sala do professor&#8221;</b>: Na escola em que fiz o segundo grau, havia este costume, que não ocorria na faculdade ou nas especializações em que participei, e senti falta: os professores tinham horários definidos em que estariam nos seus gabinetes, quando receberiam qualquer aluno interessado, em ordem de chegada, e atenderiam a cada um individualmente. Marissa faz a mesma coisa: diariamente tem um horário em que atende as equipes em seu próprio escritório, em ordem de chegada, bastando preencher seu nome em um quadro branco do lado de fora da sala. Para ela também funciona bem, e ela conta que vários produtos de sucesso do Google foram apresentados inicialmente nestes horários livres.</p>
<p><b>5. Decisões baseadas em dados</b> Dados, métricas e critérios, e não política. Mais &#8220;nossas pesquisas mostram que&#8230;&#8221; e menos &#8220;nós preferimos que&#8230;&#8221;.</p>
<p><b>6. Respeitar o relógio</b>: Eventualmente um timer é projetado em uma das paredes da sala de reuniões, mostrando o tempo que falta para o fim de uma reunião, ou para a fatia alocada a um determinado tema. E todos se acostumam a respeitá-lo, e a evitar ter de flexibilizá-lo.</p>
<p>Talvez as regras dela sejam restritivas demais? Eu provavelmente também seria, se precisasse ser produtivo mantendo 70 reuniões por semana. Mas mesmo que eu e você não precisemos ser tão estritos, é possível que os padrões dela sejam úteis para dar inspiração, ou no mínimo para mostrar que é possível sobreviver muito melhor a uma rotina imersa em reuniões.</p>
<p>Para saber bem mais detalhes sobre o método da Marissa Mayer, leia o <a href=http://www.businessweek.com/smallbiz/content/sep2006/sb20060927_259688.htm>artigo da BusinessWeek</a> que foi minha principal fonte para as informações acima. Recomendo!</p>
<p>E recomendo também ler os artigos abaixo, todos publicados anteriormente aqui no Efetividade:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/10/16/torne-suas-reunioes-menos-insuportaveis/">Torne suas reuniões menos insuportáveis</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/04/25/agenda-como-marcar-compromissos-e-reunioes-com-efetividade/">Agenda: como marcar compromissos e reuniões com efetividade</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/02/15/reuniao-mais-produtiva-como-preparar-executar-e-encerrar-com-efetividade/">Reunião mais produtiva: como preparar, executar e encerrar com efetividade</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/12/13/fim-de-jogo-efetividade-no-encerramento-de-reunioes/">Fim de jogo: efetividade no encerramento de reuniões</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/11/29/ata-de-reuniao-registros-sao-importantes-mesmo-quando-informais/">Ata de reunião: registros são importantes, mesmo quando informais</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/09/13/modelo-de-ata-desempenhe-o-secretariado-de-reunioes-com-efetividade/">Modelo de ata &#8211; Como secretariar reuniões com efetividade</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/03/11/planejamento-e-conducao-10-dicas-para-comecar-e-terminar-reunioes-na-hora-marcada/">Planejamento e condução: 10 dicas para começar e terminar reuniões na hora marcada</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2006/09/07/tomando-notas-de-aulas-apresentacoes-ou-reunioes-com-efetividade/">7 dicas para tomar notas de aulas, apresentações ou reuniões com efetividade</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2006/07/30/dicas-simples-para-reunioes-mais-produtivas/">Dicas simples para reuniões mais produtivas</a>
</ul>
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