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	<title>Efetividade.net &#187; Comunicação</title>
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	<description>Agenda em dia e caixa de entrada vazia!</description>
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		<title>20 dicas para melhorar as fotos no seu celular</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 11:26:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>

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		<description><![CDATA[Que tal na próxima viagem ou festa de Natal da família tirar no seu celular fotos que agradarão mais que as daquele tio falador que em 2007 comprou uma câmera de 4000 dólares e acha que por isso virou profissional e não muda mais de assunto? Infelizmente os tios faladores que acham que para registrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal na próxima viagem ou festa de Natal da família tirar no seu celular fotos que agradarão mais que as daquele tio falador que em 2007 comprou uma câmera de 4000 dólares e acha que por isso virou profissional e não muda mais de assunto?  </p>
<p>Infelizmente os tios faladores que acham que para  registrar a alegria do momento precisam poder falar incansavelmente de detalhes técnicos da câmera, como se a ferramenta fosse a parte que garante o resultado, estão longe da extinção. </p>
<p>Mas se você passar as dicas abaixo para os seus primos e boa parte deles conseguirem tirar com câmeras simples fotos melhores do que as do tio mala, talvez na próxima festa em família ele reduza um pouco o discurso ツ</p>
<h2>Novos tempos</h2>
<p>No tempo das câmeras com filme, em que a foto casual era uma chance única cujo resultado só seria visto dias ou semanas depois, ninguém se permitia arriscar muito na criatividade, e gerações foram ensinadas a centralizar tudo, ligar o flash e garantir que tanto o pé quanto a cabeça de todo mundo estivessem no visor. </p>
<p>Hoje o problema das fotos casuais é quase o contrário: câmeras &#8220;inteligentes&#8221; que ajustam sozinhas o foco, a iluminação e até o momento do click (com &#8220;detector de face&#8221;, &#8220;detector de sorriso&#8221; e outros recursos similares) e aí a sua tia tira fotos pasteurizadas e sem vida.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/tirar-foto-com-iphone-257576.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/tirar-foto-com-iphone-257576.png -->
<p>Na prática, a melhor câmera é aquela que estiver com você no momento em que surge a oportunidade de uma foto. E se você estiver bem preparado e conhecer as capacidades e limitações da sua câmera, pode estar em melhores condições tirando uma foto com o seu celular, do que uma pessoa com uma câmera automática avançada mas pouca criatividade!</p>
<p>E preparar-se não significa virar um mestre em composição, enquadramento, iluminação e pós-produção. Basta aplicar o bom senso, um pouco de persistência e uma série de dicas simples que veremos a seguir.</p>
<h2>Planejamento</h2>
<ol>
<li><b>Conheça e aceite os limites da sua câmera.</b> Algumas câmeras casuais não se prestam tão bem a tirar fotos em ambientes pouco iluminados, ou muito de longe, ou muito de perto, ou de objetos em movimento, etc. Experimente com sua câmera em situações similares às que você deseja fotografar, para saber como melhor tirar proveito dela quando a oportunidade real chegar!
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/flash-104755.jpg" title="flash-104755.jpg - fonte: flash.jpg (500×280) (http://iphoneroot.com/wp content/uploads/2011/06/flash.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/flash-104755.jpg --></p>
<li><b>Pratique o uso do seu flash fora de casa</b>: Ao tirar retratos fora de casa, dependendo das condições de iluminação, o rosto ficará sombreado. Dominar o uso do flash nessas condições exige alguma prática, mas praticar com fotos digitais custa pouco &#8211; convide alguém e pratique posicionamento (contra a luz, a favor da luz, na sombra, etc.) e distâncias até saber como se posicionar &#8211; e aí aplique o que aprendeu, quando chegar a hora certa (que não é o momento de inventar ou testar, pois a oportunidade de foto é efêmera). Às vezes a distância máxima para uso do flash ao ar livre não passa de 5 ou 6 passos, e se você tirar fotos com ele ligado a distâncias superiores a isso, o efeito será o oposto ao desejado: vai ficar tudo escuro.
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/1452_super_usb_cellphone_charger-104755.gif" title="1452_super_usb_cellphone_charger-104755.gif - fonte: 1452 super usb cellphone charger.gif (600×450) (http://www.hardwareinsight.com/wp content/uploads/2009/08/1452 super usb cellphone charger.gif) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/1452_super_usb_cellphone_charger-104755.gif --></p>
<li><b>Tenha memória e bateria suficientes</b>: a marca do fotógrafo mal-sucedido é o despreparo. Quem já não viu alguém num canto da festa apagando fotos da memória da câmera porque acabou o espaço, e reclamando porque está tendo de apagar fotos de que havia gostado? Quem nunca ouviu a clássica pergunta desesperada: &#8220;alguém tem pilha? a minha acabou! Alguém tem carregador?&#8221; Se você gosta de fotografar, comprar mais um ou dois cartões de memória para a sua câmera não é caro, e ter carregador ou baterias carregadas de reserva é essencial.
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/camera-lens-cleaning-104755.jpg" title="camera-lens-cleaning-104755.jpg - fonte: camera lens cleaning.jpg (610×406) (http://cdn.mos.photoradar.com/files/imagecache/con full user photo/articles/techniques/may2011/camera lens cleaning.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/camera-lens-cleaning-104755.jpg --></p>
<li><b>Limpe a lente!</b> Especialmente se você estiver usando uma câmera de celular sem proteção, lembre-se de limpá-la antes, usando o material indicado pelo fabricante &#8211; subitamente suas fotos ganharão mais nitidez ツ
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Direção</h2>
<ol>
<li><b>Seja o diretor, e não o operador de câmera</b>: Se estiver tirando fotos de pessoas posando, não se omita: seu papel não é apenas apertar o botão. Vá além das clássicos ordens direcionais (&#8220;um passo pra trás&#8221;, &#8220;mais pra direita&#8221;). Procure o melhor fundo, a melhor iluminação, reagrupe-as, aproxime-as. Procure mostrar na foto a personalidade delas, tire diversas fotos para depois escolher as melhores. Mas não exagere, senão logo elas vão parar de colaborar!
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/4930110383_1eb7af5c77_z-104755.jpg" title="4930110383_1eb7af5c77_z-104755.jpg - fonte: iPhone, Clarendon, bad lighting! d | Flickr   Photo Sharing! (http://www.flickr.com/photos/dylecho/4930110383/) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/4930110383_1eb7af5c77_z-104755.jpg --></p>
<li><b>Aproveite a iluminação do ambiente</b>: Exceto se você for um expert no uso do flash, o bom uso da luz do ambiente é essencial para as fotos casuais. Quando filtros, rebatimentos e outros recursos avançados não estão ao alcance, a regra básica é simples: o jeito fácil de os rostos das pessoas estarem visíveis é elas estarem de frente para a fonte de luz predominante no ambiente (torcendo para ela ser suave o bastante para não criar sombras estranhas), e o fotógrafo estar de costas para ela, senão pode acontecer como no exemplo da imagem acima. E isso vale especialmente para câmeras de celulares.
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/MOC20Zuckerman20on20Composition20Backgrounds205-10-104755.jpg" title="Foto: Jim Zuckerman - fonte: MOC Zuckerman on Composition Backgrounds 5 10.jpg (625×500) (http://www.mac on campus.com/Portals/0/Composition and Posing/MOC%20Zuckerman%20on%20Composition%20Backgrounds%205 10.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/MOC20Zuckerman20on20Composition20Backgrounds205-10-104755.jpg --></p>
<li><b>Prefira um plano de fundo que seja uniforme</b>: manter simples a composição facilita atingir fotos de qualidade mesmo com câmeras simples. O fundo não precisa ser liso (embora seja desejável em boa parte das situações casuais), mas idealmente deve ser contínuo. Tome cuidado especialmente com composições que façam parecer que um galho ou um poste &#8220;nascem&#8221; da cabeça de alguém retratado. Um fundo uniforme destaca o tema da sua foto.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Conte a história toda</b>: Se estiver fotografando um evento, como uma viagem ou uma festa, não se esqueça de contar a história toda: registre os preparativos, a partida, arrumações, chegada de convidados, retorno, etc. Tire muitas fotos, e depois escolha quais merecem ser guardadas. O registro ficará muito mais rico.
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/digital_zoom_vs_optical_zoom-257486.jpeg" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/digital_zoom_vs_optical_zoom-257486.jpeg --> </p>
<li><b>Mantenha a câmera em alta resolução e sem zoom digital</b>: Uma dica clássica, e completamente desnecessária se você seguiu a dica lá de cima sobre estar preparado, era configurar a câmera para usar baixas resoluções, permitindo assim guardar mais fotos na memória. Tenha bastante memória disponível, e aí não tenha medo de manter a configuração original de resolução &#8211; 5 megapixels ou mais, e nunca menos de 3 megapixels. Você sempre pode reduzi-las na hora de arquivá-las no micro, se desejar, mas mantê-las em alta resolução lhe dará a opção futura de imprimir com qualidade, até mesmo em formatos maiores. Quanto ao zoom digital: ele não acrescenta nada à sua foto, apenas retira. Se você não tiver zoom óptico (aquele que faz a lente se alongar e é especialmente raro em câmeras de smartphones, por exemplo), tire as suas fotos sem zoom, e se for o caso amplie-as seletivamente (trabalhando em uma cópia) no computador depois. Na dúvida, use os seus pés como zoom: aproxime-se do objeto!
</ol>
<h2>Na hora da foto</h2>
<ol>
<li><b>Segure firme!</b> Muitas câmeras atuais têm algum recurso para evitar o efeito tremido, mas até mesmo nelas o ideal é segurar a câmera com estabilidade na hora de tirar a foto. Uma técnica simples é afastar as pernas para ter mais estabilidade, firmar os cotovelos junto ao corpo e erguer as duas mãos segurando a câmera próximo ao rosto, prendendo a respiração enquanto finaliza o enquadramento e aperta o botão delicadamente. Quando possível, você também pode firmar os cotovelos ou ou pulsos em algum objeto do ambiente.
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/iphone-4s-grid-104755.jpg" title="Foto: Marianne Schultz - fonte: iphone 4s grid.jpg (466×347) (http://marianneschultz.com/wp content/uploads/iphone 4s grid.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/iphone-4s-grid-104755.jpg --></p>
<li><b>Não centralize tudo, nem tenha medo de &#8220;cortar os pés&#8221;</b> Dê mais vida e dinamismo às suas fotos, abandonando a técnica antiga de deixar o ponto principal da foto exatamente no seu centro. Uma das maneiras mais básicas de obter um enquadramento harmonioso é imaginar que a sua foto é um grande tabuleiro de jogo da velha retangular, e alinhar o corpo (ou o rosto, se for um retrato) do modelo a uma das duas linhas verticais traçadas. Depois de dominar o alinhamento básico, você pode buscar aprender mais sobre o bom uso da grade de 3&#215;3 células formada pelo &#8220;jogo da velha&#8221;, usando bem suas linhas e células para enquadrar &#8211; por exemplo, deixando livre o terço superior, como no exemplo acima, ou um dos terços laterais. Dica extra: algumas câmeras (como a do iPhone, se você estiver usando o iOS 5 ou superior) dispõem do recurso de exibir esta grade diretamente no display, facilitando a vida de nós, amadores.
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/MediumFull-104755.jpg" title="Foto: Mark Meyer - fonte: MediumFull.jpg (620×346) (http://www.photo mark.com/webpix/web resolution/MediumFull.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/MediumFull-104755.jpg --></p>
<li><b>Dê dois ou cinco passos para a frente&#8230;</b> Se for o caso, tome emprestado do Cinema o chamado Plano Americano (do joelho pra cima, mostrando melhor a expressividade do rosto, sem esconder o fundo) ou o Plano Médio (da cintura pra cima, mostrando com clareza a interação entre os modelos). Meu avô dizia que uma foto bem enquadrada mostra ao mesmo tempo os pés e a cabeça do modelo, mas às vezes faz bastante sentido tirar as fotos bem mais de perto. Enquadre bem, e conscientemente, mas não tenha medo de tirar as fotos um pouco mais de perto.
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/iphone-foco-269479.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/iphone-foco-269479.png --> </p>
<li><b>Ajuste o foco</b>: já aconteceu de você tirar uma foto, e ao vê-la posteriormente, perceber que a câmera colocou em foco alguma coisa do fundo da imagem, e o que você queria mostrar ficou borrado? Em câmeras digitais comuns, para &#8220;travar&#8221; o foco, você deve apontar a mira da sua câmera digital exatamente para o ponto que deseja focalizar, e aí apertar o disparador até a metade, aguardando para que seja focalizado (até ouvir um bip, ou ver o indicador da mira ficar verde). Aí, sem soltar o disparador (que está apertado apenas até a metade), reposicione a câmera para dar o enquadramento que desejar &#8211; o foco permanecerá fixo, por mais que você reenquadre. Na câmera do iPhone a coisa é mais simples: basta tocar no ponto que você deseja focalizar, e aguardar 2s enquanto ele ajusta foco e iluminação.
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/shooting-angle-lowlevel-104755.jpg" title="shooting-angle-lowlevel-104755.jpg - fonte: shooting angle lowlevel.jpg (500×450) (http://www.digital photography tips.net/images/shooting angle lowlevel.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/shooting-angle-lowlevel-104755.jpg --></p>
<li><b>Para fotos de crianças, se abaixe:</b> Especialmente se for tirar fotos de crianças ou bichos, procure segurar a câmera na altura dos olhos deles. A foto vai ficar muito mais interessante e natural, mesmo que eles não estejam olhando para a lente da câmera! Tirar fotos de cima para baixo ou de baixo para cima pode ser interessante como expressão de criatividade previamente ensaiada, mas não como demonstração de pressa ou de preguiça para fazer o enquadramento essencial ツ
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/greg4662765215_9eb8f23b9e_b_picnik-104755.jpg" title="Foto: Greg Schmigel - fonte: iPhotography: 10 Pro Tips for Snapping Perfect iPhone Photos (http://mashable.com/2010/11/12/iphone photography pro tips/) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/greg4662765215_9eb8f23b9e_b_picnik-104755.jpg --></p>
<li><b>Para surpreender, procure composições e enquadramentos criativos:</b> Depois de ter garantido o sucesso com o enquadramento básico, procure um ponto de vista criativo: fotos de reflexos do seu objeto, silhuetas, sombras, pontos de vista incomuns, etc. Mas se a ideia for registrar um momento ou uma pessoa, o ideal é começar pela objetividade simples, e só depois ir para a complexidade artístico.
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Completando a infraestrutura</h2>
<ol>
&nbsp;</p>
<li><b>Automatize o que precisar</b>: Eu prefiro escolher sozinho o foco e o momento exato da foto, mas há quem tenha dificuldades na operação ou coordenação e acaba tirando grande quantidade de fotos tremidas, fora de foco, ou perdendo o momento exato que queria registrar. Se você conhece alguém assim, insira na lista de possíveis presentes de aniversário para esta pessoa uma câmera com estabilização automática de imagem, detecção de face (&#8216;face detection&#8217;) e detecção de sorriso (&#8216;smile shutter&#8217;). As configurações avançadas podem ser complicadas (de sorrisinho a gargalhada, sorrisos de todos os modelos ou de um específico, etc.), mas a configuração padrão tende a ser boa, bastando ativá-la (e essa parte é fácil) quando necessário.
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/Samsung-DualView-PL120-dual-screen-camera-104755.jpg" title="Samsung-DualView-PL120-dual-screen-camera-104755.jpg - fonte: Samsung DualView PL120 dual screen camera.jpg (450×395) (http://thecoolgadgets.com/wp content/uploads/2011/02/Samsung DualView PL120 dual screen camera.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/Samsung-DualView-PL120-dual-screen-camera-104755.jpg --></p>
<li><b>Melhorando os auto-retratos</b> As câmeras digitais, especialmente as de celulares e smartphones, são responsáveis pela proliferação de auto-retratos tirados segurando a câmera com o braço esticado, tendo de adivinhar o enquadramento, o foco e o fundo. Muitas vezes, mesmo que a foto não fique tecnicamente boa, serve como um registro divertido e interessante. Se você tem o hábito, peça ao Papai Noel uma câmera com flip no display LCD, permitindo girá-lo para ver a imagem mesmo quando se está de frente para a lente. Outra alternativa é um celular com câmera frontal. Se não rolar, ao menos procure uma câmera com um mini-espelho de enquadramento ao lado da lente.
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/joby-gorillapod-iphone4-inline1-104755.jpg" title="joby-gorillapod-iphone4-inline1-104755.jpg - fonte: joby gorillapod iphone4 inline1.jpg (400×462) (http://www.takesontech.com/wp content/uploads/2010/11/joby gorillapod iphone4 inline1.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/joby-gorillapod-iphone4-inline1-104755.jpg --></p>
<li><b>Estabilizando com um mini tripé</b>: Se você gosta de tirar fotos de si mesmo (seja com o timer da própria câmera, ou segurando a câmera apontada para si), está na hora de arranjar um mini-tripé. Muitos deles cabem, quando desarmados, no estojo da sua câmera. Eles permitem melhor posicionamento e controle de enquadramento, e os modelos básicos custam tão barato que não vale a pena continuar sem eles.
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/papel-fotogrfico-10x-470565482-104755.jpg" title="papel-fotogrfico-10x-470565482-104755.jpg - fonte: papel fotogrfico 10x 470565482.jpg (400×400) (http://www.classificados20.com/wp content/uploads/classipress/papel fotogrfico 10x 470565482.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/papel-fotogrfico-10x-470565482-104755.jpg --></p>
<li><b>Imprimindo</b> Hoje a maior parte das fotos tem como destino o compartilhamento on-line, mas imprimir fotos em casa, com qualidade que se aproxima dos serviços profissionais comuns, geralmente pode ser feito em uma impressora doméstica típica, operando em seu modo de mais alta qualidade e com papéis fotográficos que você encontra na papelaria da esquina. Pode servir bem para uma impressão casual ou eventual, para colocar na parede ou para dar de presente para a vovó. Eu sempre tenho em casa algumas folhas de papel fotográfico compradas na papelaria da esquina, e de vez em quando elas são úteis &#8211; mas tomo o cuidado de guardá-las seguindo as recomendações do fabricante, expressas no envelope, senão elas estragam rapidinho antes de imprimir.
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/cameraplus-278477.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/cameraplus-278477.png --> </p>
<li><b>Softwares</b> Câmeras de celular podem ser melhor aproveitadas com uma série de apps, como o Camera+ do iPhone. E as fotos de qualquer câmera podem ser pós-produzidas com simplicidade suficiente até mesmo para amadores, usando aplicativos como o Photoshop Elements, o Gimp ou muitos outros que você pode pesquisar e experimentar!
</ol>
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		</item>
		<item>
		<title>Carregue menos peso com eBooks</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/09/21/carregue-menos-peso-com-ebooks/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2011/09/21/carregue-menos-peso-com-ebooks/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 12:14:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>

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		<description><![CDATA[ Por Stella Dauer, autora convidada Não há nada menos eficiente do que carregar uma mochila ou mala cheia de livros, sejam aqueles para serem lidos durante uma viagem ou todos os necessários para sua tese ou trabalho de conclusão de curso. Além de prejudicarem as costas, são pouco práticos porque ocupam espaço precioso onde você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> Por Stella Dauer, autora convidada</em></p>
<p>Não há nada menos eficiente do que carregar uma mochila ou mala cheia de livros, sejam aqueles para serem lidos durante uma viagem ou todos os necessários para sua tese ou trabalho de conclusão de curso. Além de prejudicarem as costas, são pouco práticos porque ocupam espaço precioso onde você poderia, por exemplo, estar guardando um guarda chuva ou agasalho, muito úteis quando o tempo vira sem aviso.</p>
<p>Entretanto, ler é um hábito maravilhoso, estimulante e importante. Não dá pra perder aquelas preciosas horas dentro do transporte público ou na fila do banco olhando para o teto. Aproveitar esses momentos de &#8220;ócio forçado&#8221; lendo um bom livro ajuda a relaxar e faz você se abstrair dos problemas atuais, além de deixar você mais informado em um tempo que você não utilizaria para mais nada importante.</p>
<p>Com o crescimento cada vez mais forte dos livros digitais (eBooks) no exterior e agora aqui no Brasil, é possível levar praticamente uma biblioteca inteira no bolso da camisa, dentro de um smartphone, ou em menos de 300 gramas, utilizando um discreto eReader.</p>
<p>Com o mesmo peso de um livro normal, você pode levar até 1500 livros em um eReader como o Kindle, que é leve e ainda possui conexão sem fio. No seu smartphone é possível instalar aplicativos que permitem ler desde quadrinhos até livros técnicos gigantescos, além de artigos. Nada mais eficiente e prático para um estudante do último semestre, seja de qual curso for.</p>
<p>Vamos conferir agora uma lista de locais em que você pode ler um livro digital, bem como dicas de aplicativos para eles:</p>
<ul>
<li><strong>No computador: </strong>O mais conhecido aplicativo para desktops e notebooks é o <a href="http://www.adobe.com/products/digitaleditions">ADE</a> da Adobe. Mas se você quiser algo mais versátil, pode tentar o gerenciador de bibliotecas <a href="http://calibre-ebook.com/">Calibre</a> ou um complemento para o Firefox, de nome <a href="http://www.epubread.com/en/">ePub Read</a>. Ainda no navegador, você pode ler seus livros em sites como o <a href="http://bookworm.oreilly.com/">Bookworm</a> ou o <a href="http://ibisreader.com/">Ibis Reader.</a> A <a href="http://www.amazon.com/dp/B004HFS6Z0/ref=kindlesu-1">Amazon</a> e a <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/livros-digitais/saiba-mais-reader.htm?ID=C91BECA87DB090C01281B1011">Saraiva</a> já disponibilizam aplicativos para o computador. Todos os aplicativos e complementos citados aqui são gratuitos.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Na tablet e nos smartphones: </strong>Não importa qual a marca da sua tablet ou smartphone, já existe um aplicativo para leitura de eBooks nela. Se você possui um iPad, ele já vêm com o app iBooks, mas você também poderá baixar o <a href="http://www.bluefirereader.com/">Bluefire</a>, o <a href="http://itunes.apple.com/us/app/40-554-free-books-so-much/id403041499?mt=8">iFlow</a> e o <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/livros-digitais/saiba-mais-reader.htm?ID=C91BECA87DB090C01281B1011">Saraiva Reader</a>. Se você tiver uma tablet com Android, o app da <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/livros-digitais/saiba-mais-reader.htm?ID=C91BECA87DB090C01281B1011">Saraiva</a> também está disponível, e além dele o <a href="https://market.android.com/details?id=com.mantano.reader.android&amp;hl=pt_BR">Mantano Reader</a> e <a href="http://www.aldiko.com/">Aldiko</a>. Todos os apps citados aqui são gratuitos.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>No eReader: </strong>Um eReader não exige nenhum aplicativo para ler eBooks, pois seu único uso é para isso. É importante apenas conferir se o aparelho que você pretende comprar é compatível com os formatos que você mais utiliza. Aqui no Brasil já temos alguns aparelhos como o <a href="https://kindle.amazon.com/">Kindle</a>, <a href="http://www.positivoalfa.com.br/">Positivo Alfa</a>, <a href="http://www.iriver.com/product/view.asp?pCode=002&amp;pNo=80">iriver cover story</a>, <a href="http://abrindoolivro.wordpress.com/2011/02/09/resenha-cool-er/">Cool-er</a>, <a href="http://www.bookeen.com/en/cybook/?id=1">Cybook Opus</a>, <a href="http://abrindoolivro.wordpress.com/2011/02/13/resenha-w860/">W860</a>, entre outros. As maiores vantagens desses aparelhos são seu tamanho reduzido, a longa duração da bateria e a excelente tela de tinta eletrônica, que a faz muito parecida com um livro em papel, deixando a leitura menos agressiva aos olhos.</li>
</ul>
<p>Mais algumas dicas para adquirir seu livro digital:</p>
<ul>
<li><strong>Confira o formato do eBook</strong>. Livros com muitas imagens, quadrinhos e infantis costumam ser vendidos no formato PDF. Já os romances, ficções e outros títulos com muito texto se encaixam melhor em formatos como o ePub – padrão mundial de eBooks – ou AZW – formato do Kindle.</li>
<li><strong>Veja se ele possui alguma proteção</strong>. Para evitar a pirataria, muitos eBooks vêm com uma proteção especial. Os da Amazon e da Apple possuem proteções próprias, permitindo que o leitor apenas utilize seus livros nos hardwares e softwares próprios. Já outras editoras adotam o DRM da Adobe, que permite que o livro seja lido em até 6 dispositivos. É bom ficar de olho.</li>
<li><strong>Preste atenção no preço</strong>. Alguns eBooks estão sendo vendidos por preços maiores do que os livros impressos, veja se vale a pena. Ao mesmo tempo, os livros digitais dão oportunidade a autores independentes, que costumam comercializar seus títulos a menores preços, facilitando a oportunidade de serem conhecidos.</li>
</ul>
<p>Atualmente temos ainda poucos títulos em português disponíveis em formato digital. Mas se você lê em Inglês ou quer treinar o idioma, a Amazon possui um acervo de 750 mil títulos dos mais variados títulos, que podem ser adquiridos aqui no Brasil. Entre as lojas brasileiras, temos a <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/">Saraiva</a>, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/">Livraria Cultura</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/">Submarino</a>, <a href="http://www.simplissimo.com.br/">Simplíssimo</a> e outros.</p>
<p>Vida longa ao livro digital!</p>
<div style="border-top: 1px solid #b0b0b0">
<i>A autora convidada Stella Dauer é designer e e-book evangelist da <a href="http://www.simplissimo.com.br/">Simplíssimo</a>. É especialista em gadgets, trabalha com livros desde 2006 e pesquisa e divulga o livro digital desde 2009.</i><br />
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</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.efetividade.net/2011/09/21/carregue-menos-peso-com-ebooks/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>BusTV leva produtividade pessoal aos passageiros de ônibus em 8 capitais</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/08/09/bustv-leva-produtividade-pessoal-aos-passageiros-de-onibus-em-8-capitais/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 12:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[E por falar em São Paulo, vou aproveitar a oportunidade e mencionar mais uma iniciativa de lá que estava anotada no meu Evernote há mais de um mês: o BusTV. Programação multimídia para transporte coletivo (ônibus, aviões, elevadores, &#8230;), salas de espera e outros ambientes de fluxo constante e variado de público é um mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E <a href="http://www.efetividade.net/?p=4172">por falar em São Paulo</a>, vou aproveitar a oportunidade e mencionar mais uma iniciativa de lá que estava anotada no meu Evernote há mais de um mês: o <a href="http://bustv.com.br/portal/">BusTV</a>.</p>
<p>Programação multimídia para transporte coletivo (ônibus, aviões, elevadores, &#8230;), salas de espera e outros ambientes de fluxo constante e variado de público é um mercado em crescimento, e não é para menos: permite um foco que muitas vezes não tem similar nos meios tradicionais, as tecnologias de transmissão e exibição estão cada vez mais acessíveis, e o mix entre conteúdo e anúncio pode ter proporções inatingíveis em outras situações.</p>
<p>Claro que também há desafios a vencer, inclusive a questão de comunicar a mensagem até mesmo quando o áudio está desligado, ou o desafio de dirigir-se a públicos com graus de instrução e interesses profundamente variados, o que acaba levando a limitar a profundidade na abordagem e a velocidade do andamento das peças &#8211; levando 3 minutos para dizer o que se diria em 50 segundos, para dar tempo de todo mundo ler e compreender a legenda, por exemplo.</p>
<p>A BusTV é uma das empresas atuantes neste mercado, e seus números oficiais mostram o quanto há oportunidades nele: ela produz e veicula material em monitores instalados em pouco mais de 1200 ônibus urbanos em 8 capitais (incluindo SP, Rio, BH, Brasília, Porto Alegre e mais) e atingem a cerca de 750.000 pessoas todos os dias.</p>
<p>Mas o que me chamou a atenção para o trabalho deles é um detalhe que me atrai sobremaneira: um dos temas frequentes da pauta deles é a produtividade pessoal (especialmente na questão da organização doméstica), com vídeos trazendo dicas da <a href="http://anaafonsoorganizer.com.br/">Ana Afonso, organizadora profissional</a> &#8211; e nossa leitora ;-)</p>
<p><iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/fqyZp6ob3wQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O vídeo acima é um exemplo do que eles veiculam: são 3 minutos com o andamento típico da programação para ônibus urbanos (beeeem devagaaaaar para dar tempo de a legenda ser captada e digerida), tratando de 2 ferramentas de organização doméstica que já mencionamos muitas vezes por aqui: as <a href="http://www.efetividade.net/2010/06/15/vencendo-as-tarefas-domesticas-diarias-com-uma-lista-generica/">listas de tarefas</a> e as <a href="http://www.efetividade.net/2009/03/16/eficiencia-supermercadologica-usando-uma-lista-de-compras-permanente-para-nunca-mais-esquecer-o-adocante-do-vovo-nem-a-pilha-do-controle-remoto-da-garagem/">listas de compras</a>.</p>
<p>Parabéns à <a href="http://bustv.com.br/portal/">BusTV</a> pela escolha do tema, e parabéns especialmente à Ana Afonso que, assim como o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2u30d9l0D4k">Christian Barbosa no Fantástico</a>, encontrou uma forma de levar a ideia de produtividade pessoal falando o idioma do grande público, sem manter o tema restrito a quem frequenta as livrarias, sites e publicações especializadas!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comunique-se efetivamente usando melhor suas tabelas e gráficos</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/08/01/comunique-se-efetivamente-usando-melhor-suas-tabelas-e-graficos/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 12:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Tabelas com dados numéricos são quase lugar-comum em relatórios e apresentações, seja no meio corporativo, seja na escola e faculdade. O conteúdo que elas apresentam frequentemente é o próprio núcleo do que vai ser apresentado. Por exemplo: as vendas do ano, por filial, trimestre a trimestre a evolução da participação no mercado, mês a mês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tabelas com dados numéricos são quase lugar-comum em relatórios e apresentações, seja no meio corporativo, seja na escola e faculdade. </p>
<p>O conteúdo que elas apresentam frequentemente é o próprio núcleo do que vai ser apresentado. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>as vendas do ano, por filial, trimestre a trimestre
<li>a evolução da participação no mercado, mês a mês
<li>o resultado dos testes realizados com cada uma das amostras no laboratório
<li>a expectativa de retorno de cada uma das alternativas de investimento
<li>etc., etc., etc.
</ul>
<p>Mas mesmo quando esta presença é mesmo inescapável, muitas vezes basta um pequeno cuidado na organização visual da tabela para garantir que a tabela incluída no seu relatório ou apresentação seja um elemento efetivo para comunicar a sua mensagem, e não seja vista simplesmente como um amontoado de números que está ali para ilustrar a explicação associada e satisfazer algum requisito formal.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/FacitC113-866-IMG_2963-5.jpg" title="FacitC113 866 IMG 2963 5.jpg - fonte: FacitC113 866 IMG 2963 5.jpg (500×336) (http://home.vicnet.net.au/~wolff/calculators/Facit/FacitC113 866 IMG 2963 5.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/FacitC113-866-IMG_2963-5.jpg -->
<p>Hoje veremos algumas dicas para aproveitar as ferramentas de formatação de dados amplamente disponíveis no século XXI, para não correr o risco de que seus relatórios tragam tabelas que pareçam uma herança de 4 décadas atrás ;-)</p>
<p>Todos os exemplos a seguir são baseados nos números da edição de 1/7/2011 da <a href="http://netmarketshare.com/">pesquisa NetMarketShare</a> sobre a participação dos navegadores web no mercado mundial, e usam um estilo padrão do PowerPoint, embora se apliquem igualmente a tabelas produzidas em qualquer aplicativo.</p>
<h2>Fazer o básico demora só 1 minuto a mais</h2>
<p>A imagem abaixo mostra o tratamento lamentável dado a tabelas numéricas em muitas apresentações e relatórios:</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-18.19.11.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-18.19.11.png -->
<p>Uma tabela assim &#8220;acontece&#8221; quando o autor do relatório ou apresentação se restringe a copiar e colar no editor de texto ou no programa de apresentação a planilha que ele usou ao longo de seus estudos.</p>
<p>Veja os pecados capitais cometidos:</p>
<ol>
<li>O título não dá nenhuma pista do que a tabela significa
<li>As letras estão ilegíveis (porque estão no mesmo tamanho de fonte em que estavam na planilha)
<li>Os textos estão &#8220;sambando&#8221; no espaço enorme das células da planilha
</ol>
<p>Frequentemente os autores param por aí mesmo, mas bastaria um ajuste rápido para garantir um mínimo de entendimento e legibilidade bem superior:</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-18.27.23.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-18.27.23.png -->
<p>Note que bastou inserir um título descritivo do conteúdo, deslocando para o rodapé a necessária referência da origem dos dados), e um ajuste simples do tamanho das fontes, para a tabela passar a ter um sentido em si mesma, e um grau de legibilidade bastante superior à original.</p>
<h2>As árvores e a floresta</h2>
<p>Na tabela acima, apesar do ganho de legibilidade já alcançado, o autor permanece apresentando um conjunto de 50 números, e se o leitor quiser tirar uma conclusão sem recorrer a material adicional, terá que providenciar a sua própria análise, que pode ou não conduzir à conclusão que o autor gostaria de destacar.</p>
<p>Mas a necessidade de apresentar a floresta não impede que a árvore que interessa seja destacada! </p>
<p>Vamos imaginar que aquela tabela está presente porque o autor deseja apontar que no início do ano o Firefox passou a estar abaixo da faixa dos 22% pela primeira vez em vários anos. Que tal usar <b>um título mais objetivo</b> e aproveitar alguns recursos gráficos para apontar este momento específico?</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-18.37.59.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-18.37.59.png -->
<p>Note a diferença: a coluna do Firefox e a linha do mês em que ocorreu o fato estão em destaque, bem como o cruzamento delas. Apesar de os 50 números permanecerem na tabela, é provável que o leitor olhe diretamente para este que interessa, e depois procure, no título, o que ele significa. </p>
<p>Além disso, aproveitei para corrigir mais um problema do layout: o alinhamento à esquerda é ótimo para a planilha, mas a centralização horizontal funciona melhor nesta tabela. </p>
<p>Só que a coluna vermelha ficou feia, né? Vamos dar um jeito:</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-18.41.41.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-18.41.41.png -->
<p>A versão acima usa um recurso gráfico adicional para indicar a tendência de queda contínua. Neste caso, a força do símbolo (uma seta para baixo que vai ficando cada vez mais vermelha) pode ser suficiente para garantir a comunicação mesmo considerando que o sentido vertical nesta tabela indica o tempo, e não a grandeza sendo observada.</p>
<p>Além disso, a versão acima ainda corrige mais um detalhe do layout original: agora o alinhamento vertical dos textos nas células também está centralizado. Agora <b>compare com a tabela inicial</b> e veja quanto estes detalhes fazem diferença!</p>
<h2>Destacando as exceções</h2>
<p>Se o objetivo do autor fosse destacar que só o Chrome e o Safari cresceram em absolutamente todos os meses mencionados, um dos recursos à sua disposição seria destacar os meses em que os demais navegadores tiveram queda:</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-18.49.01.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-18.49.01.png -->
<p>Aí está: o título e as cores vermelhas dos destaques devem ser suficientes para passar o recado. Mas aqui há algo mais que pode ser acrescido: um dado derivado, na forma de um total de cada coluna, que ajuda a indicar onde há crescimento geral (ainda que possa ser descontínuo) e onde há retração:</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-19.30.39.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-19.30.39.png -->
<p>A linha a mais com o saldo acumulado cobra um preço: a indicação da origem dos dados ficou apertada &#8211; talvez seja o caso de rever a altura das demais linhas para que tudo caiba mais harmoniosamente.</p>
<h2>Passe a tabela no liquidificador e construa um gráfico</h2>
<p>Os 50 números da tabela original já se tornaram bem mais palatáveis com a formatação indicando quais deles devem ser olhados primeiro. Mas para tornar a digestão deles ainda mais fácil, a criação de um gráfico simples pode ser uma solução melhor, seja em substituição ou em complemento à tabela.</p>
<p>Para analisar a evolução de uma série de dados, os gráficos de barras são uma opção comum, e mesmo leitores sem maiores conhecimentos em estatística conseguem compreendê-los com facilidade.</p>
<p>Continuando no exemplo do interesse em destacar que Safari e Chrome tiveram crescimento contínuo, eis um gráfico ilustrativo:</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-19.00.58.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-19.00.58.png -->
<p>Às vezes exibir a série não basta &#8211; mas não é difícil apontar algum momento interessante no gráfico também:</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-19.27.13.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-19.27.13.png -->
<p>Às vezes, entretanto, o que queremos é indicar a participação de cada um dos componentes que forma um conjunto. Se quiséssemos ilustrar a participação dos navegadores no mercado mundial, uma solução comum seria um simples gráfico de setores &#8211; a popular pizza:</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-19.52.32.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-19.52.32.png -->
<p>É óbvio, eu sei, mas não poderia deixar de mencionar.</p>
<h2>Outros recursos gráficos</h2>
<p>Especificamente nestes nossos exemplos, a presença das duas formas acima (o gráfico de colunas indicando a série e a pizza indicando a distribuição atual) simultaneamente no relatório ou apresentação poderia servir bem para ilustrar uma conclusão adicional interessante: que os 2 navegadores com maior participação são os que estão em retração, e que os que estão em rápida ascenção ainda não estão muito perto deles.</p>
<p>Apresentar isto numericamente (de forma direta ou com gráficos estatísticos) é mais rico, mas às vezes tudo o que você precisa é comunicar a conclusão. Neste caso, outro tipo de recurso gráfico está à sua disposição: o diagrama, de forma estruturada ou não. Eis um exemplo que serviria como o slide de abertura de uma apresentação sobre os dados que vimos:</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-19.13.33.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-19.13.33.png -->
<p>Com um pouco de criatividade, pode-se usar tamanhos, posições, alinhamentoes, proximidades, cores e símbolos para comunicar mais claramente uma mensagem. Por exemplo, para demonstrar que os 2 navegadores baseados no <a href="http://www.webkit.org/">engine WebKit</a>, se somados, já ultrapassaram os 20%, poderíamos fazer:</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-19.16.47.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/Captura-de-Tela-2011-07-31-em-19.16.47.png -->
<p>Como você faria para indicar que esta soma dos 2 navegadores baseados no WebKit pesquisados está prestes a empatar com o total do Firefox?</p>
<p>&nbsp;<br />
<b>Agora é com você</b></p>
<p>Os exemplos acima não tentam ensinar você como se constrói as tabelas e gráficos mencionados, porque os comandos variam de acordo com a ferramenta escolhida. </p>
<p>A intenção é demonstrar que basta um pouco de atenção a detalhes simples para gerar comunicação muito mais efetiva. Lembre-se disso quando for produzir seu próximo relatório ou apresentação! </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E-mail: como escrever para receber melhores respostas</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/06/13/e-mail-como-escrever-para-receber-melhores-respostas/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 12:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[O e-mail é uma tecnologia datada do início da década de 1960, cheio de limitações, de concorrentes, de problemas e de insuficiências. Mesmo assim ele permanece sendo uma ferramenta essencial de comunicação da nossa geração &#8211; podendo ser um pilar da eficiência ou um grande dreno de tempo, dependendo de como lidamos com ela. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O e-mail é uma tecnologia datada do início da década de 1960, cheio de limitações, de concorrentes, de problemas e de insuficiências. Mesmo assim ele permanece sendo uma ferramenta essencial de comunicação da nossa geração &#8211; podendo ser um pilar da eficiência ou um grande dreno de tempo, dependendo de como lidamos com ela.</p>
<p>A maioria dos artigos explicando técnicas para lidar melhor com os e-mails tratam de uma questão que é essencialmente de eficiência: sobre o ponto de vista de quem recebe as mensagens e precisa esvaziar a caixa de entrada.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/20091007_write_email_subject_lines_that_persuade.jpg" title="20091007 write email subject lines that persuade.jpg - fonte: 20091007 write email subject lines that persuade.jpg (480×254) (http://www.rightattitudes.com/blogincludes/images/20091007 write email subject lines that persuade.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/20091007_write_email_subject_lines_that_persuade.jpg -->
<p>Mas existe outra situação, que é essencialmente de eficácia, que não pode ficar esquecida: o ponto de vista de quem envia o e-mail e deve se esforçar para garantir que uma resposta chegue a tempo, trazendo a informação desejada.</p>
<h2>7 dicas para receber mais respostas aos seus e-mails</h2>
<p>É difícil garantir que todos os e-mails que você manda serão respondidos, que as respostas chegarão a tempo ou dirão aquilo que você espera.</p>
<p>Mas se você agir como se a outra pessoa fosse simultaneamente esquecida, distraída e respondesse aos e-mails dela usando um teclado de celular, em breves intervalos entre um compromisso e outro, há como aumentar a chance de a sua resposta esperada chegar a tempo &#8211; até porque a situação descrita é a realidade de muita gente.</p>
<p>As dicas de hoje explicam como fazer!</p>
<p><strong>Use bem o campo &#8220;Assunto&#8221;.</strong> Ele precisa ser um resumo do seu&#8230; assunto. Não mais que 8 palavras! Inclua o verbo! &#8220;Reagendar reunião sobre o próximo curso de estatística&#8221; é melhor do que &#8220;Curso de estatística&#8221; ou do que &#8220;Nossa reunião&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Uma mensagem, um tema.</strong> Escreva seu e-mail e-mail sobre um único assunto. Se precisar de resposta sobre vários temas diferentes, mande vários e-mails ao longo do tempo (e não todos juntos).<br />
<strong>Seja breve.</strong> Não prejudique o seu conteúdo, mas se a mensagem puder ser lida sem rolar a tela, já está muito bom. Se não tiver mais que 10 linhas, melhor ainda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Seja objetivo.</strong> Vá direto ao ponto, e deixe muito claro qual a ação que você espera do seu destinatário. E-mail não é dissertação, e na maior parte dos casos você deve ir direto à conclusão. Portanto, se você quer resposta, faça logo a sua pergunta, e a construa de tal forma que a resposta também possa ser objetiva: &#8220;Sim&#8221;, &#8220;Na manhã de terça&#8221;, ou &#8220;Prefiro na churrascaria&#8221;, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Adiante a sua parte da questão.</strong> Se a pessoa para quem você está escrevendo precisará de uma informação sua para poder lhe responder, já a adiante. Não escreva &#8220;Precisamos nos reunir, quando é bom pra você?&#8221;, porque a resposta tende a ser &#8220;Sobre o que? Quanto tempo? Quando você pode?&#8221;. Escreva direto: &#8220;Precisamos nos reunir por meia hora para fechar o contrato com o provedor, tenho disponibilidade todas as tardes dessa semana, menos quarta-feira, quando é melhor pra você?&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Identifique-se.</strong> A não ser que você tenha certeza de que o seu destinatário sabe as respostas, diga quem você é, onde o conheceu, ou qualquer referência necessária para que ele saiba a quem está respondendo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Releia antes de enviar.</strong> A responsabilidade pela qualidade da sua mensagem é sua. Atenção para ambigüidades, para subjetividades, insuficiências e excessos. Remova-os sem piedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pessoalmente falando, já faz tempo que eu recebo mais e-mail do que consigo processar, e deixo muitos sem resposta, embora me esforce para verificar o máximo possível. Obviamente, o meu primeiro critério para responder das mensagens que recebo é o interesse do assunto que ela trata &#8211; o meu próprio ou se consigo perceber o do interlocutor.</p>
<p>Mas tenho certeza de que perco muitas mensagens que me interessariam, porque os seus autores não conseguem deixar claro qual é o ponto de interesse para mim, ou porque <strong>eu termino de ler a mensagem sem entender o que seu autor deseja que eu faça</strong>. E neste caso, frequentemente os dois lados saem perdendo.</p>
<p>Que dicas você acrescentaria à lista das técnicas que ajudam a garantir mais respostas a e-mails?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.efetividade.net/2011/06/13/e-mail-como-escrever-para-receber-melhores-respostas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como pedir desculpas com efetividade</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/06/08/como-se-desculpar-com-efetividade/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2011/06/08/como-se-desculpar-com-efetividade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 12:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[Não existe fórmula mágica para reparar o impacto de qualquer dano ou mágoa que você possa causar mas, quando existe um caminho para uma solução, geralmente ele passa por um bom pedido de desculpas, no qual você reconhecerá qual o seu ato que causou o problema, que se arrepende por ele e que gostaria de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe fórmula mágica para reparar o impacto de qualquer dano ou mágoa que você possa causar mas, quando existe um caminho para uma solução, geralmente ele passa por um bom pedido de desculpas, no qual você reconhecerá qual o seu ato que causou o problema, que se arrepende por ele e que gostaria de repará-lo.</p>
<p>Só que, embora os pedidos de desculpas possam ser o caminho mais direto entre a ofensa e o perdão, eles também podem ser bem complicados de executar. Não procure por mensagens de desculpas ou fórmulas prontas: os componentes essenciais são o reconhecimento do erro e a disposição genuína de apresentar este reconhecimento à pessoa prejudicada.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/guilt.jpg" title="guilt.jpg - fonte: guilt.jpg (410×416) (http://www.gracegeneration.com/wp content/uploads/2011/05/guilt.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/guilt.jpg -->
<p>Todo mundo comete erros. E nem todos eles podem ser consertados, mesmo quando são entendidos e reconhecidos. Pedir desculpas, entretanto, quase sempre está ao alcance, mas bastante gente erra na hora de colocar esta idéia, aparentemente tão simples, em prática.</p>
<p>Comunicar claramente o que se pensa e sente é um talento que precisa ser desenvolvido, mas algumas necessidades de comunicação do dia-a-dia das nossas vidas (profissionais, acadêmicas, familiares, afetivas, etc.) são tão comuns, que é possível se preparar para elas de maneira bastante específica.</p>
<p>A situação dos pedidos de desculpas é mais uma que pode ser tratada desta forma. E aqui é necessário fazer uma distinção importante: pedir desculpas não é a mesma coisa que dar as famosas &#8220;desculpas&#8221; para se justificar. Estas últimas servem para que você <a href="http://www.efetividade.net/2008/05/20/lideranca-e-motivacao-quer-ser-levado-mais-a-serio"></a>não ser levado a sério, enquanto as primeiras podem fazer muito a favor de sua reputação e imagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img title="sorrydog.jpg - fonte: sorry.jpg (imagem JPEG, 447×427 pixels) (http://www.weeklystandard.com/weblogs/TWSFP/sorry.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/sorrydog.jpg" alt="" /></p>
<p>Não há técnica nenhuma que faça você arrepender-se genuinamente, nem que garanta que irá receber o perdão, ou mesmo que chegará a ser ouvido pela pessoa de quem deseja este benefício, mas se você conseguir reunir estas condições, a técnica poderá ser bem empregada e levar a melhores resultados.</p>
<h2>Entendendo como é o jeito errado, para evitá-lo</h2>
<p>Antes de explicar os passos que conduzem a um bom pedido de desculpas, vou usar o recurso didático de apresentar alguns dos elementos centrais mais comuns de um  pedido de desculpas que não funciona.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img title="bad boss megaphone yelling.jpg - fonte: bad boss megaphone yelling.jpg (imagem JPEG, 458×262 pixels) (http://milss.files.wordpress.com/2009/05/bad boss megaphone yelling.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/bad-boss-megaphone-yelling.jpg" alt="" /></p>
<p>Um <strong>pedido de desculpas que não funciona</strong> reune vários dos seguintes ingredientes:</p>
<ol>
<li>é apresentado mesmo quando a pessoa não está pronta para ouvir</li>
<li>é feito em público ou por intermediários, e não diretamente à pessoa atingida ou ofendida</li>
<li>só surge depois que o erro cometido se torna público e &#8220;pega mal&#8221;</li>
<li>é apresentado na condicional (&#8220;desculpe se por acaso exagerei&#8221;)</li>
<li>generaliza para não mencionar o que se fez de errado (&#8220;desculpe ter causado incômodo&#8221;)</li>
<li>diz que o erro foi de interpretação de quem se ofendeu (&#8220;desculpe se alguém entendeu erroneamente que a minha piadinha do trem era preconceituosa&#8221;)</li>
<li>não gera o entendimento de que há arrependimento e haverá um esforço para corrigir, compensar ou evitar repetições do mesmo erro</li>
<li>é seguido de novas ofensas caso as desculpas não sejam integral e imediatamente aceitas</li>
</ol>
<p>É fácil exemplificar alguns destes itens. Muitas vezes acontece de o ofensor mencionar seu arrependimento somente a uma terceira pessoa, esperando que ela vá contar ao ofendido ou, pior ainda, querendo evitar que esta terceira pessoa fique com má impressão sobre o ofensor, que não está nem aí pra opinião do ofendido.</p>
<p>É como quando uma pessoa pública que ofende uma comunidade inteira e, ao ver que pegou mal, não se dirige a ela para se desculpar, mas sim procura os jornais e revistas que o público dela (e não a tal comunidade) lê, para &#8220;pedir desculpas&#8221; publicamente, também.</p>
<p>Os itens 4 e 5 também são tristemente comuns &#8211; são o tipo de pedido de desculpas que na verdade ampliam e aprofundam a ofensa original. É como se a pessoa estivesse, ao invés de pedir desculpas, chamando o interlocutor de burro por não entender o que se quis dizer, ou dizendo que na verdade não houve ofensa, mas SE a pessoa quiser achar que houve, recebe as desculpas por esta ofensa imaginária.</p>
<p>O item 6 é o mais inefetivo de todos, porque caracteriza as famosas &#8220;desculpas vazias&#8221;. A pessoa está fazendo um gesto por educação ou por sentir-se obrigado, mas nada vai mudar.</p>
<h2>Como pedir desculpas do jeito certo</h2>
<p>Um bom pedido de desculpas tem muitos ingredientes, mas os mais essenciais entre eles são o genuíno <strong>reconhecimento de que se fez algo indevido</strong>, e o sincero <strong>desejo de apresentar este reconhecimento</strong> à pessoa ofendida ou prejudicada pelo erro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img title="apologize.jpg - fonte: How to Apologize   How to Apologize in a Relationship   How to Effectively Apologize   How to Accept your own Mistakes » How to Apologize (http://www.ayushveda.com/womens magazine/how to apologize/) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/apologize.jpg" alt="" /></p>
<p>Quando estes 2 ingredientes estão presentes, até mesmo um pedido de desculpas mal executado tem chances de ser aceito.</p>
<p>E o oposto também é muito verdadeiro: se houver suspeita da ausência deles, a chance de o pedido de desculpas ser aceito com sinceridade passa a ser bastante reduzida.</p>
<p>Portanto, depois de verificar que você reune os 2 ingredientes acima, prossiga com a minha versão adaptada do <a href="http://www.wikihow.com/Apologize">procedimento proposto pelo Wikihow</a>:</p>
<p><strong>1 &#8211; análise pessoal</strong>: em sua própria reflexão, identifique claramente qual foi a ação errada, quem foi a vítima e de que forma ela foi prejudicada. Para depois poder pedir desculpas corretamente, você tem que aceitar em sua mente que houve um erro de sua responsabilidade, e que este erro ofendeu ou causou prejuízo a outra pessoa ou pessoas.</p>
<p>Porcure identificar claramente estes elementos, para poder se referir a eles de forma objetiva na hora de pedir desculpas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img title="image 20080304 wcq8pssqbyt4igcc8z9z t h480.jpg - fonte: image 20080304 wcq8pssqbyt4igcc8z9z t h480.jpg (imagem JPEG, 284×423 pixels) (http://files2.cityweekend.com.cn/files/images/20080304/image 20080304 wcq8pssqbyt4igcc8z9z t h480.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/image-20080304-wcq8pssqbyt4igcc8z9z_t_h480.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>2 &#8211; aceite a responsabilidade</strong> por este erro e ofensa. Já ouvi o ditado &#8220;nunca peça desculpas por algo fora do seu controle&#8221;, e concordo com ele &#8211; se você vai pedir desculpas genuínas, deve ter reconhecido que o ato pelo qual está se desculpando era de sua responsabilidade.</p>
<p>Em especial, não acrescente junto ao seu pedido as &#8220;explicações&#8221; que não comovem ninguém e tentam minorar a sua responsabilidade sobre o erro. Em especial, não diga:</p>
<ul>
<li>&#8220;são as normas da casa&#8221;,</li>
<li>&#8220;foi problema com o entregador/garçom/atendente/funcionário&#8221;,</li>
<li>&#8220;foi orientação superior, eu era contra&#8221;,</li>
<li>&#8220;eu estava bêbado&#8221;, etc.</li>
</ul>
<p>Pois podem até ser explicações verdadeiras, mas não cabem no seu pedido de desculpas &#8211; ou você aceita toda a responsabilidade por ter causado ou não ter agido para evitar a situação, ou apresentará desculpas parciais que só irritam e até agravam a ofensa.</p>
<p><strong>3 &#8211; escolha momento e local adequados</strong>. Você precisará de tempo, pois um bom pedido de desculpas é muito mais um diálogo do que um discurso. Pense na oportunidade ideal, e tome providências para conseguir que ela aconteça, evitando embaraços e constrangimentos desnecessários.</p>
<p>Oportunidades comuns são após uma reunião, em um convite para almoço, em uma conversa de corredor, etc. Às vezes temos a felicidade de pedir desculpas imediatamente após cometer o erro (e aí tudo fica mais simples), mas nem sempre é o caso, e nem sempre é melhor, dadas as emoções envolvidas. Mas esperar demais também não é bom.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img title="iStock 000003630155XSmall.jpg - fonte: iStock 000003630155XSmall[1].jpg (imagem JPEG, 402×299 pixels) (http://www.negotiationlawblog.com/iStock 000003630155XSmall%5B1%5D.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/iStock_000003630155XSmall.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>4 &#8211; apresente o seu pedido de desculpas</strong>, que idealmente não deve ser um longo discurso, e precisará ser dito de forma espontânea, mas deve incluir componentes como estes (possivelmente nesta mesma ordem):</p>
<div style="margin-left: 2em;">a) <em>O reconhecimento de qual foi o erro</em>, e qual o prejuízo causado (&#8220;Desculpe por eu ter amassado a lataria do carro e guardado na garagem sem te contar&#8221;, &#8220;Desculpe por eu ter contado ao Fulano qual era o preço máximo que você pretendia oferecer, e assim ter arruinado a compra da casa&#8221;, &#8230;)&nbsp;</p>
<p>Este é o ponto em que você precisa ter cuidado com os erros comuns que mencionamos no início do texto: caso a sua frase tenha um &#8220;se&#8221; ou um &#8220;mas&#8221;, ou você estiver se desculpando por como a pessoa se sentiu, e não pelo que você fez, cuidado!</p>
<p>Cuidado também com sutilezas e insinuações &#8211; elas têm seu lugar na comunicação, mas este lugar raramente inclui os bons pedidos de desculpas.</p>
<p>b) <em>A proposta de fazer algo concreto</em> para compensar o dano causado, ou para evitar que a situação se repita. Aqui também não deve haver nada no condicional &#8211; não diga &#8220;se você me perdoar e continuar emprestando o carro nos sábados, eu prometo nunca mais dirigir acima do limite de velocidade&#8221;. A proposta deve ser em termos absolutos.</p>
<p>c) <em>A reafirmação do valor</em> que a pessoa ofendida tem para você (caso tenha)</p>
<p>d) <em>O pedido de que ela o desculpe</em>, perdoe, dê nova oportunidade para compensar ou para reiniciar o processo sem voltar a cometer o mesmo ato.</p>
</div>
<p>Assim como na web, em um bom pedido de desculpas o conteúdo é o rei. Fazê-lo acompanhado de poemas, olhar triste, um cartão, presente, um jantar, flores, vantagens e firulas, mas sem um reconhecimento sincero, pouco adianta para o objetivo intrínseco.</p>
<p><strong>5 &#8211; Seja paciente.</strong> Você pode ser desculpado na hora, mas também existe a possibilidade de a pessoa ainda não esteja pronta para lhe desculpar, perdoar e esquecer.</p>
<p>Se acontecer este segundo caso, esteja preparado para simplesmente encerrar o seu pedido, reforçar que espera que no futuro isso possa ser revisto, e se retirar. Se acontecer o primeiro caso, aja normalmente, sem forçar a pessoa a situações para &#8220;testar&#8221; se ela realmente o perdoou.</p>
<p><strong>6 &#8211; Mantenha sua palavra.</strong> Se você se disse arrependido, fez uma proposta de mudança, ela foi aceita, e você não a cumprir, chegará o momento em que o resultado será bem diferente&#8230;</p>
<h2>Contrastando com o método John Wayne</h2>
<p>Em um <em>western</em> de 1949, o personagem interpretado por John Wayne disse uma frase emblemática, que traduzo livremente: &#8220;nunca se explique e nunca peça desculpas &#8211; são sinais de fraqueza&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img title="Sheworeayellowribbonpost.jpg - fonte: File:Sheworeayellowribbonpost.jpg   Wikipedia, the free encyclopedia (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Sheworeayellowribbonpost.jpg) " src="http://img.efetividade.net/img/xtra/Sheworeayellowribbonpost.jpg" alt="" /></p>
<p>Há pessoas (e corporações) que levam suas vidas com base nesta filosofia. Na vida profissional, já tive oportunidade de encontrar dois superiores que conheciam a frase e a citavam como política de relações públicas e marketing pessoal.</p>
<p>Com um suprimento inesgotável de impulso próprio e capacidade de ignorar os feedbacks e solicitações recebidos, até acredito que seria possível levar uma vida aparentemente feliz e saudável adotando este lema. Mas estes suprimentos inesgotáveis não são tão fáceis de encontrar.</p>
<p>Eu não compartilho da idéia, nem a recomendo. Mas resolvi mencioná-la aqui porque ela pode servir de contrapeso importante ao que foi dito acima, na hora de lembrar que <strong>também não é ideal passar a vida se explicando e se desculpando</strong>.</p>
<p>No artigo &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2009/08/17/evite-acidentes-faca-de-proposito/">Evite acidentes, faça de propósito!</a>&#8220;, já tratamos do tema: o ideal é ter consciência das atitudes que se deseja tomar, e estar preparado para as suas consequências.</p>
<p>Reproduzo um parágrafo de lá:</p>
<blockquote><p>Fica, portanto a dica: se sua vida está em algum compasso de espera e você não está gostando, talvez você esteja precisando fazer algumas escolhas, tomar algumas decisões e correr para viabilizá-las – antes que o destino decida, possivelmente contra você. Faça de propósito, não espere pelo acidente!</p></blockquote>
<p>Mas quando fizer, não se desculpe: foi sua escolha, e você não deveria estar arrependido dela ;-)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Design para quem não é designer</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/05/10/design-para-quem-nao-e-designer/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de prosseguir, um alerta: consultar um profissional do design gráfico geralmente é o melhor caminho para aumentar a chance de chegar a um cartaz, cartão, flyer, capa, layout de página, folder e tantos outros produtos gráficos que usamos no dia-a-dia. Só que a fronteira entre o que é um trabalho de design profissional e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de prosseguir, um alerta: consultar um profissional do design gráfico geralmente é o melhor caminho para aumentar a chance de chegar a um cartaz, cartão, flyer, capa, layout de página, folder e tantos outros produtos gráficos que usamos no dia-a-dia.</p>
<p>Só que a fronteira entre o que é um trabalho de design profissional e a mera aplicação de técnicas de design ao nosso próprio trabalho pode ser tênue e subjetiva. Alguns exemplos de oportunidades de aplicação de elementos do design gráfico que ocorrem no dia-a-dia de quase todos nós são:</p>
<ul>
<li>a disposição da capa de um relatório
<li>a escolha dos tipos ou fontes dos títulos e corpo de texto de um trabalho
<li>o cartaz no elevador avisando da reunião do condomínio
<li>a mensagem de aniversário enviada por e-mail
</ul>
<p>entre tantas outras. Todos nós estamos expostos a decisões de design gráfico todos os dias, e embora sejamos dotados de algum bom senso, estética e ferramentas que até permitem um bom trabalho (na classe amadora, claro!), um pouco de método sempre ajuda.</p>
<p>As opções mais básicas que conduzem ao mínimo necessário em termos de resultado harmonioso e que comunica bem a sua mensagem são simples, fáceis de aprender e de memorizar. </p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/Bad-Design.jpg" title="Bad Design.jpg - fonte: Bad Design.jpg (200×263) (http://www.webdesign.org/img articles/8835/Bad Design.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/Bad-Design.jpg -->
<p>Mesmo assim, todos os dias somos expostos (e às vezes até mesmo cometemos) cartazes e capas integralmente feitos em fonte tamanho 12pt, só maiúsculas, e 100% centralizadas &#8211; quando não são alinhadas aleatoriamente, cercadas por uma variedade de molduras e misturando várias fontes parecidas entre si.</p>
<h2>Melhorando o mundo pelo design</h2>
<p>Ninguém deveria ser obrigado a ver mais capas de relatório feitas em Times New Roman 12pt maiúsculas centralizadas &#8211; os últimos 20 anos de popularidade de processadores de texto já nos ofereceram quantidade suficiente disso. </p>
<p>Mas isso só mudará se aprendemos a entender o be-a-bá do design gráfico e empregarmos no que produzimos e expomos ao mundo. Quanto mais gente fizer isso, maior será a chance de os demais perceberem que há outras alternativas à Times além da Comic Sans!</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/livro.jpg" title="livro.jpg - fonte: livro.jpg (500×500) (http://gincango.files.wordpress.com/2010/09/livro.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/livro.jpg -->
<p>Para mim, essa percepção veio a partir de uma leitura que, desde então, recomendo a todo colega de equipe que precisa produzir algum material gráfico de uso interno: o livro &#8220;Design para quem não é designer&#8221;, que no momento em que escrevo pode ser encontrado por cerca de R$ 50 em livrarias on-line como Saraiva e Fnac.</p>
<p>Li esta obra pela primeira vez na virada do século, e desde então já comprei pelo menos 7 exemplares, sendo 3 para mim mesmo (acabo emprestando, e não voltam, cumprindo assim sua missão!) e os outros para dar de presente. Recentemente comprei também a edição em inglês em formato ebook, e agora ele não some mais ;-)</p>
<h2>Design para quem não é designer</h2>
<p>A autora, Robin Williams, escreveu várias outras obras voltadas a difundir entre nós, amadores, os conceitos essenciais do design. Na minha opinião, o &#8220;Design para quem não é designer&#8221; é o essencial entre eles, sendo que os demais são especializações do conceito, tratando mais aprofundadamente sobre tipos, sobre apresentações, sobre web e mais.</p>
<p>No exemplar em português que tenho em mãos, identificado como &#8220;2a edição revista e ampliada&#8221; (2008), o tema é tratado em 194 páginas. Sei que há edições mais recentes, incluindo uma já transposta para a nova ortografia do nosso idioma, e me parece que a &#8220;terceira edição&#8221; do Brasil foi construída a partir da segunda edição do original dos EUA (onde já há uma terceira edição), portanto quem lê também em inglês deve pesquisar bem as suas alternativas.</p>
<p>O livro é de leitura facílima, muito bem ilustrado (geralmente com exemplos de aplicação profissional das técnicas do design gráfico), e apresenta basicamente 5 grandes temas, cada um deles explicado quanto ao seu conceito, funcionamento e  objetivo de seu uso.</p>
<p>Conhece a definição sherlockiana sobre o conceito de óbvio? Depois de apresentado e explicado, tudo é óbvio. Este é um livro que trata sobre o que é imediatamente óbvio assim que explicado, mas que muitas vezes temos dificuldade de aplicar ao nosso trabalho por não termos jamais parado para identificar este pequeno conjunto de técnicas.</p>
<p>Claro que não posso detalhar os 5 temas por aqui (inclusive porque não sou designer), mas certamente posso listá-los e descrevê-los brevemente, sem o universo de dicas nem a variação de exemplos trazidos pela autora. São eles: proximidade, alinhamento, repetição, contraste e tipologia.</p>
<h2>1. Proximidade</h2>
<p>Itens relacionados entre si devem estar próximos. Itens ou grupos não relacionados devem estar separados. </p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/design-livro-a.jpeg" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/design-livro-a.jpeg -->
<p>Note que no exemplo à esquerda 100% das informações foram colocadas em um único grupo &#8211; dá trabalho até para tentar identificar quantos serão os concertos!</p>
<h2>2. Alinhamento</h2>
<p>Nada deve ser colocado arbitrariamente em uma página. Cada item deve ter uma conexão visual (por linhas precisas, mas geralmente imaginárias) com algum outro elemento da página.</p>
<p>Por que se limitar ao centralizado? </p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/design-livro-b.jpeg" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/design-livro-b.jpeg -->
<p>Nos primeiros anos dos processadores de texto, o alinhamento centralizado floresceu inclusive porque as pessoas estavam acostumadas à relativa dificuldade de obter o mesmo efeito com máquinas de escrever, e se maravilhavam com a possibilidade de centralizar com o mero toque de um botão. Mas esse tempo já passou, e há tantas outras formas de alinhar!</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/design-livro-c.jpeg" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/design-livro-c.jpeg -->
<p>Claro que a falta de imaginação não é a única fonte de problemas com alinhamento: a falta de percepção sobre as possibilidades de alinhamento também é um problema comum. Veja os exemplos acima: no segundo, apesar de os elementos terem tamanhos diferentes, todos eles (título, texto e as 3 caixas) estão alinhados uns aos outros, o que muda completamente não só a estética como também a comunicação.</p>
<h2>3. Repetição</h2>
<p>Algum aspecto do design deve se repetir no material inteiro, e nos conjuntos de materiais associados entre si. O uso de um negrito, um fio (linha) grosso, um elemento de design, em suma algo que dê a ideia de consistência quando o leitor reconhecer visualmente.</p>
<p>Quando se trata de um único documento, isso é evidenciado usando sempre a mesma fornte para os títulos, ou por um rodapé padronizado para as páginas, por exemplo. </p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/design-livro-d.jpeg" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/design-livro-d.jpeg -->
<p>Quando se trata de um conjunto de materiais, a presença de um elemento que possa ser reconhecido ao longo de cada uma das peças é que dá essa ideia de consistência e facilita a identificação &#8211; compare o cartaz acima com os modelos de papel timbrado de uma mercearia usados anteriormente como exemplo de alinhamento para identificar!</p>
<h2>4. Contraste</h2>
<p>Se dois itens não forem exatamente análogos, diferencie-os completamente. Itens parecidos (quanto ao tipo, tamanho, peso, posição, etc.) geram <i>conflito</i>. Contraste é quando eles são completamente diferentes.</p>
<p>O contraste pode ser alcançado de várias formas: tamanho das letras, fios grossos e finos, cores quentes e frias, horizontal x vertical e mais. </p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/design-livro-e.jpeg" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/design-livro-e.jpeg -->
<p>No exemplo acima, há contraste de fontes, bem como entre o título horizontal longo e as colunas curtas, por exemplo.</p>
<h2>5. Tipologia</h2>
<p>Ao longo de vários capítulos, esta parte (descrita pela autora como &#8220;a segunda metade&#8221;)  do livro apresenta os conceitos básicos sobre o uso consciente das fontes, incluindo as dicas essencias sobre contraste de tipos: tamanho, peso, estrutura, forma, direção e cor.</p>
<h2>O que mais?</h2>
<p>O capítulo mais interessante do livro está escondido, discretamente, entre o capítulo que trata do contraste e o início dos capítulos sobre tipologia &#8211; porque depende do entendimento sobre os princípios básicos, no mínimo para permitir o uso dos termos adequados.</p>
<p>Trata-se de uma lista de dicas e truques específicos para:</p>
<ul>
<li>cartões de visita
<li>papeis de carta, timbrados e envelopes
<li>folhetos em geral
<li>boletins e newsletters
<li>folders
<li>postais
<li>anúncios de jornais
</ul>
<p>Claro que, para boa parte dessas aplicações, consultar um profissional pode ser a melhor solução. Mesmo assim há valor em conhecer o básico a respeito &#8211; no mínimo vai melhorar a comunicação entre você e o prestador de serviço.</p>
<p>Além disso, há uma série de exercícios (com respostas ao final do livro), capítulos de revisão e outros recursos para facilitar o aprendizado se você fizer como eu e ler do início ao fim. </p>
<p>Depois de ler, o livro vira um excelente guia de consulta e referência sobre os elementos mais básicos do design gráfico &#8211; mas só o empreste se tiver garantias ou se não se importar quando livros emprestados não voltam, porque este é o tipo de livro útil que, quando emprestado, acaba sendo emprestado andiante ou incorporado à biblioteca de referência de quem o recebeu ;-)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cartão de visitas: como fazer</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/04/26/cartao-de-visitas/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algumas semanas venho acompanhando a odisseia de uma amiga perfeccionista que está às voltas com a confecção de um cartão de visitas para a sua atividade profissional, que é autônoma e relacionada à produção de vídeo. E eu entendo a razão do drama dela, afinal quando o cartão de visitas é de uma empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algumas semanas venho acompanhando a odisseia de uma amiga perfeccionista que está às voltas com a confecção de um cartão de visitas para a sua atividade profissional, que é autônoma e relacionada à produção de vídeo.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/business-card1.jpg" title="business card1.jpg - fonte: business card1.jpg (540×376) (http://www.sexysocialmedia.com/wp content/uploads/2010/10/business card1.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/business-card1.jpg -->
<p>E eu entendo a razão do drama dela, afinal quando o cartão de visitas é de uma empresa estabelecida e não há aquele interesse em tratá-lo como uma mídia inovadora, a decisão do que fazer constar  nele é bem simples,  não fugindo muito do feijão com arroz:</p>
<ul>
<li>Identidade visual e identificação básica da empresa (ou, na ausência, o nome da empresa, logo, slogan e URL)</li>
<li>Nome da pessoa e cargo</li>
<li>Endereço, telefone, e-mail</li>
</ul>
<p>Mas quando o cartão é pessoal, ou de um profissional autônomo, freelancer ou trabalhador de home office, a coisa não é tão simples, especialmente porque falta a moldura (metafórica, claro) que normalmente é dada pela identidade da empresa, e ficam aquelas dúvidas:</p>
<ul>
<li>Estou fazendo um cartão da minha pessoa, da minha atividade profissional, ou das duas coisas?</li>
<li>Devo tentar responder no cartão a todas as possíveis dúvidas de quem o receber, ou me limitar ao essencial?</li>
<li>Devo fazer um cartão tradicional, ou inovar no formato?</li>
<li>Etc., etc., etc.</li>
</ul>
<p>Responder a todas elas depende de cada caso, mas vou oferecer minha resposta pessoal e conto com as suas opiniões nos comentários, ok?</p>
<p><strong>O formato do cartão de visitas</strong></p>
<p>Naturalmente há espaço para variação e criatividade neste ponto, mas se o interesse de distribuir o cartão de visitas for o de gerar contatos profissionais agora e no futuro, há vantagem em escolher um formato padronizado: isso facilita que um cliente organizado consiga colocar  o seu cartão no porta-cartões (em forma de pasta, fichário, de bolso ou tantos outros) e localizar você quando a demanda surgir.</p>
<p>Se for pequeno demais, grande demais, com formato irregular <strong>ou se a informação vital estiver no verso</strong>, é preciso contar com muita mais sorte na hora de ser encontrado.</p>
<p>Se você não tiver um formato previamente definido, as dimensões definidas na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/ISO_7810">norma ISO 7810</a>, sobre cartões de identificação, podem ser uma boa referência – especialmente o formato ID-1 (85x54mm), que é comum em cartões de visita mas também serve de referência para cartões de banco e documentos de identidade, portanto cabe em qualquer arquivo do gênero.</p>
<p><strong>O cartão é da pessoa ou do profissional?</strong></p>
<p>Na minha opinião, enquanto você tiver esta dúvida, deve possuir 2 cartões diferentes, e levar ambos consigo onde for, distribuindo-os apropriadamente.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/dreamten_studios_business_card.jpg" title="dreamten studios business card.jpg - fonte: dreamten studios business card.jpg (500×333) (http://premiumbusinesscards.org/wp content/uploads/2009/06/698/dreamten studios business card.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/dreamten_studios_business_card.jpg -->
<p>Não há nada de errado ou de incomum nisso: quem vive uma realidade de mais de uma atividade profissional já faz isso com naturalidade, e a mesma regra se aplica a quem pensa em usar cartões para contatos não profissionais em paralelo com os dos contatos profissionais.</p>
<p>O conjunto das informações que constarão em cada um dos cartões vai variar, claro: por exemplo, um contato no Facebook ou no MSN cabem muito bem num cartão pessoal, ao mesmo tempo em que o seu ramo de atuação não deve faltar jamais no cartão profissional.</p>
<p><strong>O que deve constar no cartão?</strong></p>
<p>As informações básicas para o cartão profissional de quem trabalha em home office ou de forma autônoma são:</p>
<ul>
<li>Nome</li>
<li>Contato (e-mail, fone, site ou o que for apropriado)</li>
<li>“O que você faz”</li>
</ul>
<p>A definição sobre “o que você faz” varia, mas é bom não inventar um nome de empresa de fantasia ou um logotipo copiado de algum lugar – se você atua profissionalmente mas como pessoa física, é melhor assumir isso do que fingir algo diferente.</p>
<p>Um pouco de especificidade vai bem: se o seu negócio é dar manutenção em redes de computadores, tentar se posicionar no cartão como o genérico “Soluções em informática” pode atrair algum contato interessado em algo mais que você faça (o que é possivelmente bom), mas também pode complicar que o cliente diferencie o seu cartão dos outros similares que ele recebeu do cara que dá manutenção em hardware, do que desenvolve sistemas e do que vende equipamentos&#8230;</p>
<p>O santo graal dos cartões de visita, que está ao alcance de muitos de nós quando há um pouco de estratégia envolvida, é um diferencial, apresentado na forma de um slogan ou de um atributo que ofereça distinção aos seus serviços.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/bc_ai.jpg" title="bc ai.jpg - fonte: bc ai.jpg (300×171) (http://www.businesscardland.com/home/images/stories/cardjpgs/bc ai.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/bc_ai.jpg -->
<p>Não é preciso ir muito longe na criatividade. Tenho exemplos bem básicos aqui no meu arquivo de cartões: o instalador de telas de proteção escreveu “Pontualidade e segurança” – e realmente ele foi muito pontual, ao contrário de seus concorrentes que não cumpriram nem o prazo do orçamento. O eletricista escreveu “Atendemos até 22h e nos finais de semana”, e isso praticamente garante que ele seja sempre o primeiro a ser consultado.</p>
<p>Entendeu a ideia? Se o seu serviço tem um diferencial e ele pode ser descrito em uma frase curta, isso cabe muito bem no seu cartão. Por outro lado, se você está começando em um ramo e ainda não desenvolveu seu diferencial, pode ser mais vantajoso ficar no genérico e rever o cartão quando isso mudar.</p>
<p><strong>Outras dicas para seu cartão de visitas</strong></p>
<ul>
<li><strong>Faça na gráfica</strong>: por melhor que seja a sua impressora, por mais fina que seja a serrilha do formulário de impressão que você encontrou no mercado, não vale a pena: não vai ficar igual à impressão e recorte profissionais, e passa uma primeira impressão de amadorismo.</li>
<li><strong>Cartões especiais</strong>: se você vai palestrar em um evento em que estarão presentes muitos clientes em potencial, que tal produzir uma série especial de cartões que faça referência à ocasião e ao tema da palestra? Ninguém que conhecer você lá vai esquecê-lo quando visitar o arquivo de cartões&#8230; A mesma técnica vale para outras situações especiais, incluindo viagens de prospecção de negócios.</li>
<li><strong>Reimprima sempre que algo mudar:</strong> nada de ficar corrigindo informações com sua caneta, com um sorriso amarelo – “ah, peraí, o telefone mudou, hehe”. Se mudou, reimprima!</li>
<li><strong>O truque do celular</strong>: se você não fizer constar nenhum número de celular no seu cartão (mas tiver nele um número de telefone fixo), poderá fazer uso de uma das raras ocasiões em que complementar o cartão com a caneta na hora de entregá-lo é visto como algo positivo: quando quiser passar o número do celular, mencione ao cliente que normalmente não repassa aquele número, mas tendo em vista a situação especial dele, ele pode usá-lo.</li>
<li><strong>O truque da oportunidade de negócio</strong>: se você está passando o cartão para alguém que entrou em contato casual (ou seja, não em uma reunião agendada) em um evento em que este possível cliente vai estar em contato com muitas outras pessoas do mesmo ramo, e neste contato tratou sobre alguma oferta ou oportunidade específica, pode ser uma boa ideia anotar esta oportunidade no verso do cartão na hora de entregá-lo, para que ele possa melhor diferenciá-lo depois. Mas se for mencionar algum detalhe específico (preços, promoções, etc.), mencione também uma data de validade para a oferta, para que ele não queira expor você a um “compromisso” meses depois.</li>
<li><strong>Menos é mais</strong>: a não ser que haja um profissional do design gráfico envolvido, cuidado com os exageros de forma: variações tipográficas, cores vivas, fundos extravagantes, materiais incomuns, texturas, recortes, etc. são recursos valiosos só quando usados com critério. O mesmo vale para o conteúdo. Colocar a tabela da copa, o calendário lunar e os fones de emergência só serve bem para a mercearia, que quer que o cartão fique exposto na cozinha por alguns meses, e não disponível no arquivo por alguns anos.</li>
</ul>
<p>Para completar: cuide bem dos seus cartões. Leve-os em um estojo adequado, não os amasse, risque, molhe, nem deixe o papel mudar de tonalidade. Se algo de errado acontecer com eles, descarte-os e substitua, afinal cartões são um instrumento que ajuda a compor a primeira impressão sobre você!</p>
<p><b>Leia também:</b></p>
<ul>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/11/12/cartao-de-visita-o-seu-esta-precisando-de-um-upgrade/">Cartão de visita: o seu está precisando de um upgrade?</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2006/11/26/10-dicas-para-criar-os-melhores-cartoes-de-visita-e-usa-los-com-efetividade/">10 dicas para criar os melhores cartões de visita e usá-los com efetividade</a>
</ul>
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		<title>Acompanhe o Efetividade no Twitter</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/03/16/acompanhe-o-efetividade-no-twitter/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 01:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[O @efetividadeblog é o perfil do Efetividade no Twitter e, ainda que sem periodicidade definida, é o veículo pelo qual publico muito material que complementa e expande o que sai no site. Ontem e anteontem, por exemplo, sairam por lá uma dica de review de aparelhos Blu-ray disponíveis no Brasil, um acessório para churrasqueiros, jogos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://twitter.com/#!/efetividadeblog">@efetividadeblog</a> é o perfil do Efetividade no Twitter e, ainda que sem periodicidade definida, é o veículo pelo qual publico muito material que complementa e expande o que sai no site.</p>
<p>Ontem e anteontem, por exemplo, sairam por lá uma dica de review de aparelhos Blu-ray disponíveis no Brasil, um acessório para churrasqueiros, jogos para smartphones, uma dica sobre qual é o post que sai amanhã, uma dica de evento legal em SP e muito mais.</p>
<p><a href="http://twitter.com/#!/efetividadeblog"><center><img src="http://static.efetividade.net/img/twitter-efetividade.png" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/twitter-efetividade.png --></a>  </p>
<p>Além disso, lá no <a href="http://twitter.com/#!/efetividadeblog">@efetividadeblog</a> são anunciados os novos posts, surgem dicas enviadas pelos leitores, e muitas vezes consigo pesquisar preferências, engatar um diálogo ou bate-papo legal com vocês &#8211; coisa que pelo feed RSS não tem como acontecer ;-) Assine e recomende aos amigos!</p>
<p>Aliás, estão convidados a acompanhar também o meu próprio perfil, que é o <a href="http://twitter.com/#!/augustocc">@augustocc</a> &#8211; onde também comento sobre produtividade pessoal, código aberto, Mac, churrasco, a superioridade evidente da Coca-Cola em garrafinhas de vidro, o dia-a-dia do home office e mais. Sejam bem-vindos!</p>
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		<title>Acabe com o spam SMS no celular</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 10:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>

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		<description><![CDATA[Mensagens SMS indesejadas trazendo avisos comerciais ou promocionais enviadas pela operadora de telefonia celular e seus parceiros (que, para abreviar, chamaremos neste artigo de &#8220;Spams SMS&#8221;) são um problema que assola muitos de nós: verdadeiros torpedos apontados para a nossa paciência, principalmente quando chegam ruidosamente na manhã de domingo ou em outro horário impróprio em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mensagens SMS indesejadas trazendo avisos comerciais ou promocionais enviadas pela operadora de telefonia celular e seus parceiros (que, para abreviar, chamaremos neste artigo de &#8220;Spams SMS&#8221;) são um problema que assola muitos de nós: verdadeiros torpedos apontados para a nossa paciência, principalmente quando chegam ruidosamente na manhã de domingo ou em outro horário impróprio em que tiram você do sono ou da concentração.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/sms-spam-on-the-rise.jpg" title="sms spam on the rise.jpg - fonte: sms spam on the rise.jpg (470×294) (http://www.hightech edge.com/wp content/uploads/sms spam on the rise.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/sms-spam-on-the-rise.jpg -->
<p>A solução ideal para este problema quase surreal causado pela empresa que contratamos para nos prover comodidade (e pelos seus parceiros ou clientes de divulgação) seria simplesmente pedir para a operadora parar de enviar spam SMS, e ela atender de forma rápida e definitiva.</p>
<p>Entre os casos que conheço, entretanto, o sucesso dessa solução é raro, o pedido via SMS não funciona, e muitas vezes o pedido por telefonema envolve tolerar longas esperas no atendimento (é incrível como a ligação tende a cair depois dos primeiros 40 minutos!), invocar o nome da Anatel ou do Procon, ou mesmo receber atendimentos parciais, que duram pouco, ou que excluem os spams SMS da operadora e não os dos parceiros dela, ou vice-versa.</p>
<p>Clientes de algumas operadoras ou regiões são mais respeitados por elas e não recebem esse tipo de marketing invasivo. </p>
<p><center><img width=267 height=400 title="IMG_0394.PNG" src="http://img.efetividade.net/img/IMG_0394.PNG"></center>  </p>
<p>Mas se você está entre os infelizes do caso oposto, e não aguenta mais pedir para a operadora parar de mandar avisos sobre </p>
<ul>
<li>leilões de centavos,
<li>sorteios de carros e videogames,
<li>promoções de assinaturas de revistas,
<li>de pacotes de mensagens SMS ou ringtones,
<li>etc., etc., etc.
</ul>
<p>este artigo traz uma dica simples para você sofrer menos.</p>
<h2>Bloqueando o spam de torpedos SMS</h2>
<p>A minha operadora me manda todos os exemplos acima, e mais. Minhas tentativas decancelar via SMS ou  telefonar para ela e pedir gentilmente para parar nunca se completaram, e a situação quase chegou ao ponto de justificar abrir mão de outras vantagens do meu plano e migrar para outra prestadora.</p>
<p>Mas há alguns meses saiu uma versão nova do sistema operacional do meu celular que permitiu uma solução parcial suficiente para esses spams SMS nunca mais me acordarem nem interromperem minha linha de raciocínio.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/Stop-Spam.png" title="Stop Spam.png - fonte: Stop Spam.png (570×323) (http://soshable.com/wp content/uploads/2010/10/Stop Spam.png) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/Stop-Spam.png -->
<p>E é uma solução bem simples, que (no caso do meu aparelho, que é um iPhone) não exige instalar nada: basta cadastrar, no aplicativo de Contatos, todos os números estranhos que a operadora e seus parceiros usam para enviar suas mensagens indesejados &#8211; preferencialmente todos eles como telefones de um mesmo contato.</p>
<p><center><img width=400 height=267 title="IMG_0397.PNG" src="http://img.efetividade.net/img/IMG_0397.PNG"></center>  </p>
<p>Depois, usando o recurso de toques de SMS personalizados (nos contatos do iPhone o nome do campo é &#8220;som mensag.&#8221;, que aparece na tela &#8220;Editar&#8221; de cada contato), defina para este contato o toque mais discreto e baixo que você conseguir encontrar, ou (no caso do iPhone), use a opção &#8220;Nenhum&#8221;.</p>
<p><center><img width=400 height=267 title="IMG_0395.PNG" src="http://img.efetividade.net/img/IMG_0395.PNG"></center>  </p>
<p>E pronto: a partir deste momento, os spams SMS só vão chegar ao seu conhecimento quando você olhar para a tela, pois eles serão recebidos silenciosamente. A exceção é quando a operadora inventa outros números, algo que no meu caso não acontece com muita frequência mas sempre é seguido por novo cadastramento no contato correspondente.</p>
<p><b>Bônus extra</b></p>
<p>Pode ser que você tenha outros contatos que mereçam um toque à parte: por exemplo, eu recebo algumas mensagens de atualização do meu home banking, e avisos quando alguém perdeu uma ligação para mim &#8211; quero ter o aviso sonoro delas, mas de forma diferenciada das mensagens &#8220;de verdade&#8221;, enviadas por humanos, e um toque discreto (e não silencioso) resolve isso.</p>
<p>O mesmo truque simples serve também para telefonemas indesejados: vá além de definir um toque personalizado (como o tema de Psicose ou de Tubarão, sempre favoritos nessas horas) para as ligações dos chatos: silencie-os desativando de vez seus toques.</p>
<p><b>E na sua plataforma?</b></p>
<p>O procedimento acima é para iPhone, mas imagino que outras plataformas de celulares antigos e modernos, como Symbian e Android, tenham recursos similares, ou até mesmo apps de &#8216;listas negras&#8217; implementadas de forma mais completa em aplicativos de terceiros, indo além do simples ato de silenciar a chegada das mensagens (algo que a mim não agrada tanto, mas sempre há quem prefira poder remover completamente as mensagens sem nem olhar para elas).</p>
<p>Não tenho como testar o funcionamento nestes sistemas no momento, e já adiei a publicação dessa dica tão simples por tempo demais, portanto conto com as dicas e informações de vocês &#8211; que certamente serão melhores do que as minhas memórias dos meus tempos pré-históricos com Symbian ou qualquer coisa que eu possa pesquisar on-line sobre o Android &#8211;  nos comentários para complementar!</p>
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