<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Efetividade.net &#187; Carreira</title>
	<atom:link href="http://www.efetividade.net/category/carreira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.efetividade.net</link>
	<description>Agenda em dia e caixa de entrada vazia! Ferramentas, dicas e técnicas, com ou sem Palm. Mais produtividade com pouco esforço. Eficiência e eficácia não bastam: como ser bem mais efetivo e administrar melhor o seu tempo aplicando dicas e truques simples.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Mar 2010 23:59:53 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Networking: Amplie seu circulo de influência</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/03/15/networking-amplie-seu-circulo-de-influencia/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2010/03/15/networking-amplie-seu-circulo-de-influencia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 12:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=2663</guid>
		<description><![CDATA[por Patricia Wolff, autora convidada para a série &#8220;Competências&#8221; 
“Achar caminhos para se aproximar de todos na unidade. Lutar para que as pessoas se sintam importantes, fazendo parte de alguma coisa maior do que elas próprias” &#8211; Colin Powell
Profissional: “Eu tenho uma experiência muito boa, minha formação é excelente, meu currículo é impecável mas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>por <a href=http://www.quantasconsulting.com.br/index.php>Patricia Wolff</a>, autora convidada para a <a href=http://www.efetividade.net/tag/competencias/>série &#8220;Competências&#8221;</a></i> </p>
<p><i>“Achar caminhos para se aproximar de todos na unidade. Lutar para que as pessoas se sintam importantes, fazendo parte de alguma coisa maior do que elas próprias”</i> &#8211; Colin Powell</p>
<p><b>Profissional:</b> “Eu tenho uma experiência muito boa, minha formação é excelente, meu currículo é impecável mas não encontro uma boa oportunidade de trabalho ! O que será que está faltando ?”<br />
<b>Resposta:</b> NETWORK!</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/networking-competencias.jpg" title="networking competencias.jpg - fonte: social networking.jpg (1000�999) (http://www.jonathannicholas.com/wp content/uploads/2008/09/social networking.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/networking-competencias.jpg -->
<p>Afinal o que é fazer <i><a href=http://www.efetividade.net/2008/09/09/networking/>Networking</a></i>? É estabelecer uma rede de relacionamentos com um grupo de pessoas que poderão exercer influência positiva em sua carreira. Atualmente, não basta apenas sermos competentes, é essencial que saibamos manter a nossa empregabilidade. Uma das ferramentas mais eficazes para isso é o network que, aliás, é mais do que uma ferramenta, é um hábito que bem desenvolvido poderá ajudá-lo a:</p>
<ul>
<li>Ter acesso a oportunidades no mercado de trabalho;
<li>Captar informações relevantes para seu dia a dia;
<li>Divulgar seu trabalho;
<li>Obter novos clientes;
<li>Solicitar conselho;
<li>Captar recursos financeiros para um projeto;
<li>Recomendar serviços;
<li>Etc.
</ul>
<p>Conhecer uma pessoa, pedir seu e-mail e enviar seu currículo <b>não é fazer networking, é ser CHATO!</b> Fazer networking leva tempo e requer muita paciência.</p>
<h2>O que preciso fazer para não ser considerado inconveniente?</h2>
<p>Se a sua abordagem estiver baseada em alguns valores e seu foco for o ganha-ganha, certamente você não será. Valores indispensáveis não só para networking, mas para todo e qualquer relacionamento (namorado, amigo, filho, pai, profissionais) são: respeito, transparência, lealdade e principalmente <b>reciprocidade</b>, pois além do networking ser uma via de mão dupla, é preciso que o outro QUEIRA e DESEJE me contatar.  </p>
<p>E como é que eu faço para que o outro queira e deseje me contatar? Jeffrey Gitomer (M.Books, 2007) nos ajuda com algumas dicas:</p>
<ol>
<li><b>Ofereça valor</b>: coloque a pessoa diante de contatos que possam resultar em negócios para ela;
<li><b>Seja sincero</b>: mesmo que você comprometa a venda do seu serviço/produto naquele momento irá gerar maior credibilidade para você.
<li><b>Encontre vínculos</b>: encontre algo em comum que os una.
<li><b>Demonstre conhecimento</b>:fale de coisas que interessem à outra pessoa.
<li><b>Esteja presente</b>: mesmo quando você não precisar de nada.
</ol>
<p>Já ouvi as seguintes perguntas:</p>
<p>P: Tenho que ser amigo do meu contato ?<br />
R: Isso dependerá de vocês dois. Caso haja uma afinidade maior entre vocês melhor ainda, pois o vínculo de  confiança se estabelece prontamente.</p>
<p>P: Meu concorrente (pessoa que ocupa o mesmo cargo que o meu em uma empresa do mesmo segmento da que eu trabalho) pode fazer parte do meu Network?<br />
R: Deve, pois caso você queira se recolocar futuramente ele certamente se tornará um dos seus principais contatos.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/networking-social.jpg" title="networking social.jpg - fonte: networking.jpg (400�300) (http://z.about.com/d/realestate/1/0/Z/7/ / /networking.jpg) "></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/networking-social.jpg -->
<p>Para expandir ainda mais o seu network, utilize tanto as formas off-line como as formas on-line:</p>
<table width=100% border=0>
<tr>
<td width=50%>
Off-line:</p>
<ul>
<li>Família
<li>Amigos
<li>Colegas
<li>Associações
<li>Cursos
</ul>
</td>
<td width=50%>
On-line:</p>
<ul>
<li>Redes sociais.
<li>Diretórios de negócio. Ex: LinkedIn
<li>Gerenciadores de contato. Ex: Plaxo
<li>Fóruns de debate. Ex: Yahoo Group
<li>Comunicadores. Ex: Skype, MSN
</ul>
</td>
</tr>
</table>
<p>Vale ressaltar que hoje em dia redes de relacionamentos são  o quarto segmento mais popular, acima de e-mail pessoal (dados da Nielsen Online), e os resultados são tangíveis, pois encontramos pessoas fazendo negócios e amizades a todo o momento. Mas não fique apenas atrás da telinha, agende um café, um almoço ou um happy hour com seus contatos e procure levar convidados novos para que a rede já comece a se multiplicar e prosperar.</p>
<p><b>Algumas razões para não praticar o networking:</b></p>
<ul>
<li>Despreparo
<li>Medo da rejeição
<li>Vergonha
<li>Procrastinação
<li>Auto-imagem limitada
</ul>
<p>A única maneira de superar o medo é começar a desenvolver autoconfiança por meio de preparo. Treine, treine e treine.</p>
<p><b>Habilidades que contribuem com o seu networking:</b></p>
<ul>
<li>Ter coragem
<li>Ser determinado
<li>Ter empatia
<li>Saber ouvir
<li>Ter disciplina
<li>Ser criativo
</ul>
<p><b>Pausa para reflexão</b></p>
<p>Agora, antes de prosseguir com a leitura, faça uma reflexão sobre como anda seu desempenho em construir network:</p>
<ol>
<li>Estou constantemente conhecendo pessoas novas?
<li>Quando conheço pessoas novas consigo interagir logo de início?
<li>Conheço as pessoas “mais importantes”da área em que atuo?
<li>As pessoas me ligam para que eu as ajude a fazer contatos?
</ol>
<h2>10 Passos para se construir uma rede de relacionamentos</h2>
<ol>
<li>Primeiro estabeleça o que você quer, defina o que você está buscando.
<li>Faça uma lista das pessoas que você já conheceu na vida e procure manter sempre atualizada.
<li>Promova seu perfil nas principais redes de relacionamento.
<li>Reflita quem são as 15 pessoas mais “influentes” na sua área e faça uma lista com os respectivos nomes.
<li>Verifique se entre as pessoas que você conhece, existe alguém que poderia te apresentar para essas “pessoas influentes” listadas acima e/ou pesquise estes nomes em artigos, livros, cursos, fóruns de discussões.
<li>Priorize sua lista, organizando seus contatos em dois grandes grupos:
<ul>
<li>Pessoas que irão ajudá-lo imediatamente a atingir seu objetivo
<li>Pessoas que você contatará assim que concluir os contatos do primeiro grupo
</ul>
<li>Planeje sua abordagem e treine.
<li>No contato com estas pessoas, busque informações relevantes e faça com que elas se interessem por você.
<li>Atualize a sua lista, anotando data e informações relevantes do último contato e uma periodicidade para contatos futuros e qual o meio escolhido (encontro pessoal, telefone/skype, e-mail, etc.)
<li>Para os seus principais contatos descreva quais serão os seus próximos passos e se dedique a executá-los. AÇÃO, AÇÃO e mais AÇÃO!
</ol>
<p>Importantíssimo: Que este ciclo nunca termine e vire uma rotina na sua vida.</p>
<h2>Como fazer seu Networking cada vez melhor</h2>
<p>(com base nas vinte e duas dicas para networker, de José Augusto Minarelli &#8211; Editora Gente, 2001)</p>
<ol>
<li>Tenha interesse na pessoa. De vez em quando faça contato apenas para saber como vai o outro. William James disse: “O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia (fome humana insaciável) de ser apreciado”.
<li>Seja proativo. Não espere que o outro tome iniciativa
<li>Preste atenção no que os outros dizem ou contam. Ser escutado tem um grande valor.
<li>Seja específico e objetivo. Quando pedir ajuda a alguém, ajude o outro a ajudar você.
<li>Seja persistente sempre. Não se aborreça quando sentir certa rejeição, a pessoa pode não estar em seus melhores dias.
<li>Esteja sempre pronto para ajudar os outros, mesmo que o gesto não lhe traga nenhum benefício imediato.
<li>Sente-se perto de desconhecidos. Não fique sozinho nem passe todo o tempo com aqueles que você já conhece.
<li>Nunca faça comentários negativos de ninguém.
</ol>
<p>Para manter um relacionamento por longo tempo, fique atento aos elementos que devem ser plenamente uitlizados de acordo com Jeffrey Gitomer, autor do Livro Negro do Networking:</p>
<p>PRIMEIRO, deve haver alguma atração intelectual ou emocional.<br />
SEGUNDO, deve haver algum terreno comum, que seja interessante para os dois.<br />
TERCEIRO, deve haver compromisso com uma comunicação regular contendo antes o “dar” do que o “pedir”.<br />
QUARTO, deve haver encontros ocasionais cara a cara.</p>
<h2>Desafio sugerido para aplicação das dicas acima</h2>
<p>Escolha três contatos valioso da sua lista, e:</p>
<ul>
<li>Identifique quem são e o que significam para você;
<li>Defina de que forma você pode agregar valor para estas pessoas;
<li>Prepare-se para fazer o contato de forma assertiva (lembre-se do nosso artigo anterior);
<li>Providencie um encontro ou telefonema;
<li>Defina os próximos passos.
</ul>
<p>Agora é com você!</p>
<p>Se você tiver algumas dica, sugestão, um ponte de vista diferente ou case, compartilhe conosco.</p>
<p>Bom trabalho e ótimos contatos.</p>
<p><b>Literatura sugerida:</b></p>
<ul>
<li><a href=http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7020&#038;tipo=2&#038;isbn=9729972079>Nunca almoce sozinho</a> &#8211; Keith Ferrazzi e Tahl Raz, Actual Editora, 2006
<li><a href=http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7020&#038;tipo=2&#038;isbn= 8504004864>Como fazer amigos e influenciar pessoas</a> &#8211; Dale Carnegie, Companhia Editora Nacional, 2009
<li><a href=http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7020&#038;tipo=2&#038;isbn=857312329x>Networking</a> &#8211; José Augusto Minarelli, Editora Gente, 2001
</ul>
<div style="border-top: 1px solid #b0b0b0">
<i>A autora convidada da <a href=http://www.efetividade.net/tag/competencias/>série de artigos sobre Competências</a>, Patrícia Wolff, atua como coach executivo e de equipe, conferencista em Desenvolvimento Humano e é diretora da <a href=http://www.quantasconsulting.com.br/index.php>Quantas Consulting</a>.</i><br />
&nbsp;
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.efetividade.net/2010/03/15/networking-amplie-seu-circulo-de-influencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Resultado da Enquete: As 10 competências mais importantes</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/15/resultado-da-enquete-as-10-competencias-mais-importantes/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2010/02/15/resultado-da-enquete-as-10-competencias-mais-importantes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 12:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=2570</guid>
		<description><![CDATA[por Patricia Wolff
Tivemos um grande volume de participantes na escolha das competências que comporão a série. Isso é muito bom e mostra o comprometimento de vocês com seu desenvolvimento. 
  
Segue a lista tão esperada:

Assertividade
Construção de relacionamento (network)
Gerenciamento do tempo
Criatividade
Comunicação
Comprometimento
Auto-estima
Capacidade de realização
Disciplina
Organização

O curioso neste resultado é que muitas competências “importantes” foram as menos votadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>por <a href=http://www.quantasconsulting.com.br/index.php>Patricia Wolff</a></i></p>
<p>Tivemos um grande volume de participantes na <a href=http://www.efetividade.net/2010/02/05/participe-da-enquete-das-competencias-e-concorra-a-uma-calculadora-hp-e-um-livro-do-peter-senge/>escolha das competências que comporão a série</a>. Isso é muito bom e mostra o comprometimento de vocês com seu desenvolvimento. </p>
<p><center><img width=368 height=298 title="votos-competencias.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/votos-competencias.jpg></center>  </p>
<p>Segue a lista tão esperada:</p>
<ol>
<li>Assertividade
<li>Construção de relacionamento (network)
<li>Gerenciamento do tempo
<li>Criatividade
<li>Comunicação
<li>Comprometimento
<li>Auto-estima
<li>Capacidade de realização
<li>Disciplina
<li>Organização
</ol>
<p>O curioso neste resultado é que muitas competências “importantes” foram as menos votadas, tais como: paciência, saber ouvir. A conclusão que chego é que as competências mais votadas são as <b>competências de alavancagem</b>, isto é, no momento que consigo desenvolver tais competências eu melhoro competências correspondentes, como por exemplo: para eu desenvolver a minha assertividade eu preciso ser mais paciente, para eu melhorar a minha comunicação, necessariamente preciso aprender a ouvir melhor e assim sucessivamente.</p>
<p>Refletindo sobre cada uma das competências acima listadas, o que você diria do perfil de uma pessoa que tenha esta necessidade de desenvolvimento? Sendo uma construção coletiva, não posso visualizar essa pessoa claramente, mas minha experiência aponta para um jovem profissional (3, 8, 9, 10), com dificuldades para ser entendido (1, 5) e lutando para se destacar no ambiente de trabalho e no mercado em geral (2, 4). Sua formação pode não ser a que sonhou (7), mas tem muita garra para compensar esse fator (6).</p>
<p>Quero registrar que o simples fato de se ter escolhido (com as restrições impostas pelo sistema de votação) já foi o <b>primeiro passo na sua auto-avaliação</b>. Indicando onde você acha que precisa melhorar com mais urgência. No processo de coaching é feita avaliação 360º na qual comparamos a auto-análise com a visão dos outros e quase nunca existe unanimidade!</p>
<p>Agora é mãos à obra ! A boa notícia é que as competências podem ser aprendidas e praticadas em nossa experiência de vida, até que se tornem espontâneas, naturais. Mudar um padrão não é fácil , requer muita dedicação e vontade de ser melhor sempre. Para isso é necessário:</p>
<ul>
<li>Consciência do seu comportamento atual
<li>Estratégia
<li>Preparação
<li>Prática + Prática + Prática
</ul>
<p>Para você conseguir o máximo proveito dessa série quinzenal de artigos é importante:</p>
<ol>
<li>Desenvolver um profundo desejo de aprender.
<li>Ler cada artigo 2 vezes, antes de começar a aplicação dos exercícios sugeridos.
<li>Aplicar seu novo conhecimento em todas as oportunidades.
<li>Pedir para que um amigo observe seu comportamento e lhe forneça um feedback imediato quando você desviar da sua rota.
<li>Realizar avaliação constante do seu progresso perguntando a si mesmo: que erros cometi ? que melhorias realizei ? que lições aprendi ?
</ol>
<p>Aproveite para <b>usar os comentários</b> para dar sugestões, relatar experiências, fazer perguntas e estabelecer um canal de comunicação comigo. Irei me esforçar para responder, dentro do possível, as dúvidas que surgirem, afinal também estou desenvolvendo competências associadas a isso :-)</p>
<p>Bom trabalho!</p>
<div style="border-top: 1px solid #b0b0b0">
<i>A autora convidada da série de artigos sobre Competências, Patrícia Wolff, atua como coach executivo e de equipe, conferencista em Desenvolvimento Humano e é diretora da <a href=http://www.quantasconsulting.com.br/index.php>Quantas Consulting</a>.</i><br />
&nbsp;
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.efetividade.net/2010/02/15/resultado-da-enquete-as-10-competencias-mais-importantes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Participe da enquete das Competências e concorra a uma calculadora HP e um livro do Peter Senge</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/02/05/participe-da-enquete-das-competencias-e-concorra-a-uma-calculadora-hp-e-um-livro-do-peter-senge/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2010/02/05/participe-da-enquete-das-competencias-e-concorra-a-uma-calculadora-hp-e-um-livro-do-peter-senge/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 11:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=2534</guid>
		<description><![CDATA[De hoje até terça-feira você pode participar da enquete anunciada no artigo O papel das Competências em seu crescimento profissional, que inaugurou a nossa nova série sobre Competências, da autora convidada Patrícia Wolff.
O procedimento é simples: cada um de vocês pode marcar 4 entre as ~40 competências pré-selecionadas pela Patrícia no formulário abaixo, e informar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De hoje até terça-feira você pode participar da enquete anunciada no artigo <a href="http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/">O papel das Competências em seu crescimento profissional</a>, que inaugurou a nossa nova série sobre Competências, da autora convidada Patrícia Wolff.</p>
<p>O procedimento é simples: cada um de vocês pode marcar 4 entre as ~40 competências pré-selecionadas pela Patrícia no formulário abaixo, e informar (caso queira participar do sorteio) o seu nome, e-mail e cidade (e não se preocupe: seus e-mails não serão usados para nenhuma outra finalidade). </p>
<p>À meia-noite de terça (9 de fevereiro), pelo horário de Brasília, acaba o prazo para participar, e começa a apuração das 10 competências mais votadas, cujo resultado vai ser anunciado num artigo da série, até o dia 15 de fevereiro.  </p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/hp-quick-calc.jpg" title="hp quick calc.jpg - fonte: hp quick calc.jpg (600�328) (http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2008/06/hp quick calc.jpg) "><br><i>HP Quick Calc</i></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/hp-quick-calc.jpg -->
<p>Como de hábito, haverá também uma apuração paralela, na forma de um sorteio também divulgado (mas por mim) até o dia 15, que vai selecionar 2 participantes residentes no Brasil &#8211; um deles ganhará um exemplar de <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/1/21556248/quinta+disciplina,+a>A Quinta Disciplina</a> do Peter Senge (&#8220;Senge mostra o conceito de &#8220;organização que aprende&#8221; &#8211; na qual as pessoas são o principal meio de alavancagem nos processos de mudança>&#8221;), e o outro ganhará uma charmosa como a da foto acima, para ajudar a compor seu home office ;-)</p>
<p>Sem mais delongas, vamos portanto ao formulário da enquete! Preencha tudo e depois pressione uma vez o botão Submit, ao final. [nota: o prazo para participação encerrou em 9/2 e o formulário está, desde então, desativado]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.efetividade.net/2010/02/05/participe-da-enquete-das-competencias-e-concorra-a-uma-calculadora-hp-e-um-livro-do-peter-senge/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nova série de artigos no Efetividade: Competências X Crescimento Profissional</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2010/01/28/nova-serie-de-artigos-no-efetividade-competencias-x-crescimento-profissional/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2010/01/28/nova-serie-de-artigos-no-efetividade-competencias-x-crescimento-profissional/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 16:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=2487</guid>
		<description><![CDATA[A questão das competências (&#8220;gestão de competências&#8221;, &#8220;gestão por competências&#8221;, etc.) está cada vez mais presente nas decisões das áreas de Gestão de Pessoas (e &#8220;departamentos de pessoal&#8221;, &#8220;diretorias de RH&#8221; e assemelhados), o que acaba nos afetando a quase todos &#8211; mesmo quando não somos gestores de pessoas, nem mesmo funcionários no sentido tradicional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A questão das competências (&#8220;gestão <i>de</i> competências&#8221;, &#8220;gestão <i>por</i> competências&#8221;, etc.) está cada vez mais presente nas decisões das áreas de Gestão de Pessoas (e &#8220;departamentos de pessoal&#8221;, &#8220;diretorias de RH&#8221; e assemelhados), o que acaba nos afetando a quase todos &#8211; mesmo quando não somos gestores de pessoas, nem mesmo funcionários no sentido tradicional da palavra: o conceito é útil até para quem se auto-gerencia.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/square_peg_in_round_hole_2.jpg" title="Competencias incompativeis >>> square peg in round hole 2.jpg - fonte: square peg in round hole 2.jpg (500�375) (http://sisterschoice.typepad.com/sisters choice quilts/images/2008/02/03/square peg in round hole 2.jpg) "><br><i>Competências incompatíveis</i></center>
<!-- ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/square_peg_in_round_hole_2.jpg -->
<p>Competência, nesse contexto, é entendida como uma soma dos conhecimentos, habilidades e atitudes de um profissional. Alguns exemplos comuns:</p>
<ul>
<li>abertura a mudanças,
<li>assertividade,
<li>empatia,
<li>gerenciamento de tempo,
<li>trabalho em equipe, etc.
</ul>
<p>E, especialmente quando há uma escolha consciente das organizações no sentido de gerenciar competências, pode ser bastante vantajoso para você saber estimar suas próprias competências, deixar que os potenciais interessados percebam em você as competências certas, e poder avaliar quais as competências esperadas em cada situação ou oportunidade profissional.</p>
<p>Por isso, e também por eu estar longe de ser especialmente habilitado em Gestão de Pessoas, convidei no ano passado uma consultora especializada na área para compartilhar conosco uma série de artigos a respeito, descrevendo os conceitos e detalhando algumas das competências mais procuradas.</p>
<p>O primeiro artigo da Patrícia Wolff (que atua como coach executivo e de equipe, conferencista em Desenvolvimento Humano e é diretora da <a href=http://www.quantasconsulting.com.br/>Quantas Consulting</a>) já está aqui comigo, e sai na semana que vem. Vai ser introdutório (contextualização, conceitos básicos, etc.).</p>
<p>Logo depois do primeiro artigo, quando já tiver havido o nivelamento, vou colocar no ar <b>uma enquete para vocês ajudarem a priorizar</b>, em uma lista de cerca de 40 competências comumente mencionadas, quais as que gostariam de ver tratadas de forma mais detalhada nos artigos posteriores, com descrição, dicas para desenvolvê-la, para identificá-la, para exibi-la, etc. &#8211; isso também deve ocorrer na próxima semana.</p>
<p>Quero aproveitar a oportunidade para agradecer a disposição da Patrícia em compartilhar conosco essas informações.  Para saber mais sobre o trabalho dela, recomendo uma visita ao site da <a href=http://www.quantasconsulting.com.br/>Quantas Consulting</a>. Não deixem de olhar a seção de recomendações de livros, enquanto estiverem por lá!</p>
<p>Espero que o interesse de vocês a respeito seja manifestado claramente nos comentários e outros feedbacks! E se vocês tiverem alguma idéia a mais para essa série, aproveitem para sugerir também.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.efetividade.net/2010/01/28/nova-serie-de-artigos-no-efetividade-competencias-x-crescimento-profissional/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crise, oportunidade, preparação e&#8230; METEOROS</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/10/01/crise-oportunidade-e-preparacao-e-possivel-estar-preparado-para-o-imprevisivel/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2009/10/01/crise-oportunidade-e-preparacao-e-possivel-estar-preparado-para-o-imprevisivel/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 14:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=2132</guid>
		<description><![CDATA[Crise é uma situação de tensão, momento indefinido com problemas ou riscos inquietantes, ou uma conjuntura desfavorável ao bem-estar dos envolvidos.
Todos nós passamos por crises: crise econômica, crise política, crise de relacionamento, crise de saúde&#8230; elas fazem parte da vida, e muitas vezes chegam até mesmo a ser importantes para o desenvolvimento dos envolvidos, já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crise é uma situação de tensão, momento indefinido com problemas ou riscos inquietantes, ou uma conjuntura desfavorável ao bem-estar dos envolvidos.</p>
<p>Todos nós passamos por crises: crise econômica, crise política, crise de relacionamento, crise de saúde&#8230; elas fazem parte da vida, e muitas vezes chegam até mesmo a ser importantes para o desenvolvimento dos envolvidos, já que &#8211; dependendo da situação &#8211; aquilo que fazemos para nos adaptar a elas permite até mesmo que o seu fim marque o início de um período de crescimento que supera a posição em que nos encontrávamos quando ela começou. </p>
<p>Por outro lado, às vezes o esforço de adaptação supera a capacidade de alguns dos envolvidos, e eles não conseguem manter-se integralmente até o final dela. E o efeito varia de acordo com o âmbito em que a crise ocorreu: se for econômico, a empresa pode quebrar, ou a família pode ver sua situação sócio-econômica piorar; se for de relacionamento, o casamento pode acabar; se for financeiro, a pessoa pode ter seus bens tomados, e assim por diante.</p>
<p><center><img  title="deepimpact480a.jpg - fonte: deepimpact480a.jpg (imagem JPEG, 466x262 pixels) (http://disastermovies.files.wordpress.com/2009/03/deepimpact480a.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/deepimpact480a.jpg><br /><i>Não é preciso uma crise planetária para nos atingir</i></center>  </p>
<p>Para a maioria das pessoas, as crises acabam sendo percebidas muito mais no âmbito local do que no global, como aliás é natural. Nessa visão, a crise mundial do crédito é apenas uma notícia, o fechamento da fábrica na cidade vizinha é uma preocupação, mas o filho que ficou sem emprego é um problema real. </p>
<p>Passamos a vida chamando de importantes os grandes projetos e as realizações mais visíveis, e de triviais as pequenas conveniências e os fatos do dia-a-dia &#8211; mas quando uma crise atinge aquilo que nos acostumamos a considerar trivial, somos colocados à prova de uma maneira muito mais intensa do que quando ela apenas impede os projetos de longo prazo e o completamento das grandes realizações. </p>
<p><b>Preâmbulo 1: o adiamento do ENEM</b></p>
<p>Soube pela imprensa de que o ENEM, exame nacional aplicado a quem termina o ensino médio, e que em muitos casos já serve para classificar os alunos para uma vaga na faculdade, foi adiado em razão da &#8220;suspeita&#8221; de que a prova vazou. Perceber as diversas facetas da situação me inspirou a gastar 45 minutos do meu tempo de almoço para compartilhar este artigo com vocês.</p>
<p><center><img  title="todostrapa.jpg - fonte: todos.jpg (imagem JPEG, 500x298 pixels) (http://apodibola.zip.net/images/todos.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/todostrapa.jpg></center></p>
<p>A prova seria realizada nacionalmente neste final de semana, e em razão do seu caráter classificatório, bastante gente estuda e se prepara para obter um resultado superior &#8211; estas pessoas, se não erraram a receita, provavelmente planejaram para estar em seu pico de condições escolares neste final de semana, e agora terão que administrar a situação, sabendo que a prova deve ser remarcada apenas para daqui a mais de um mês, coincidindo com o período de vestibulares de várias instituições bastante concorridas. </p>
<p>Mas não são só elas que passam pela crise: diversas faculdades que usariam o resultado do ENEM em seu processo seletivo terão que se adaptar ao atraso, porque agora as notas do exame podem sair só depois do período de matrículas de muitas delas. As empresas envolvidas na preparação do certame também precisarão ajustar seus calendários, as escolas que cederam instalações para realizações das provas idem, e os cursinhos preparatórios irão se virar para oferecer &#8220;intensivões&#8221; adicionais.</p>
<p>É um exemplo típico de crise, com algumas pessoas beneficiadas e a maioria enfrentando um problema sob aspectos diferentes. E tem similaridade com o exemplo que meu avô usava, falando das comunidades de pescadores durante os períodos de tempestades e mar agitado: alguns vão pro rancho reforçar as redes e dar manutenção no equipamento, e outros vão pro bar tomar pinga. Neste caso, alguns estudantes vão continuar estudando (e até usando como apoio a prova que vazou), e outros vão aproveitar para colocar em dia seus seriados da TV. As condições da crise são as mesmas para todos, mas cada um tem sua resposta a ela, e viverá a consequência. </p>
<p>Dica extra: aproveite para reler &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2007/08/14/concursos-e-provas-como-estudar-com-efetividade-e-se-dar-bem/">Concursos e provas: como estudar com efetividade e se dar bem</a>&#8220;.</p>
<p><b>Preâmbulo 2: a crise das atualizações do Efetividade</b></p>
<p>Crises estão aí para serem superadas, e é o caso desta escassez de novos artigos aqui no Efetividade. Passo no momento por uma situação de saúde na família, que me leva a repensar todas as minhas prioridades, e está difícil conseguir manter o mínimo necessário (na minha opinião) de um artigo meu por semana por aqui, ao mesmo tempo em que me dedico a isso.</p>
<p><center><img  title="sport tandem bike.jpg - fonte: sport tandem bike.jpg (imagem JPEG, 911x410 pixels) (http://www.2wheelbikes.com/images/sport tandem bike.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/sport-tandem-bike.jpg></center></p>
<p>Esta situação está sob controle, e minha dedicação a ela (que faço com gosto e por opção) me traz uma série de resultados positivos conforme a situação se desenvolve e se aproxima de uma solução, como aliás é comum em crises. Mas a escassez de tempo para dedicar a escrever é uma realidade, e talvez se mantenha um período continuado. Conto com sua compreensão!</p>
<p>Mas, como veremos mais abaixo, a inovação também tem seu lugar como instrumento para resistir a crises, e já tenho uma ou duas idéias que pretendo testar para aumentar minha produtividade e gerar material inédito para cá nos momentos que tenho disponíveis para isso, uma ou duas vezes por semana.</p>
<p>Chega de preâmbulos, e vamos ao estudo do tema de hoje!</p>
<h2>Crise e oportunidade &#8211; a lenda do ideograma chinês</h2>
<p>Diz um velho e surrado clichê que o ideograma chinês para a palavra crise é a soma dos ideogramas de perigo e de oportunidade. A conclusão faz sentido, mas eu duvido: acredito em quem diz <a href=http://pinyin.info/chinese/crisis.html>que esta interpretação tão conveniente se trata de um erro de tradução</a>.</p>
<p><center><img width=420 height=193 title="crisistqm.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/crisistqm.jpg><br /><i>Crise (de lado pra caber melhor na página)</i></center>  </p>
<p>Mas mesmo que essa questão alegórica chinesa seja apenas uma lenda, a idéia de elas representarem oportunidades faz sentido. Nem todas as organizações (e pessoas) submetidas a uma condição de crise reagem da mesma maneira, e a reação faz toda a diferença não apenas para a chance de sobreviver bem até o final da crise, mas também sobre como será a condição de continuar se desenvolvendo ou competindo ao final da crise.</p>
<p>Para ficar num exemplo corporativo que eu conheço, simplificado em prol do entendimento: na cidade em que eu morava no começo dos anos 1990, havia 3 indústrias metal-mecânicas de porte similar. Veio uma crise daquelas bem típicas daquele período de economia mais instável que a de hoje, e uma delas logo recorreu a demissão em massa, outra concedeu férias coletivas, e a terceira (melhor preparada para enfrentar a crise) reduziu o expediente e parou a produção, mas aproveitou para realizar treinamentos sobre produção, qualidade e outros temas, no horário do expediente, com seus funcionários. Aposta arriscada? Sem dúvida, mas um dia a crise acabou, e a primeira empresa fechou, a segunda encolheu (hoje ela faz mangueiras de jardim), e a terceira rapidamente cresceu, e ainda atraiu os funcionários e clientes que as duas primeiras perderam. </p>
<p><center><img  title="1671 Weg Motor.JPG - fonte: 1671 Weg Motor.JPG (imagem JPEG, 236x207 pixels) (http://www.eriks.co.uk/image bank/images/storage/1671 Weg Motor.JPG) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/1671_Weg_Motor.JPG></center></p>
<p>Para uma delas, que estava preparada, a crise foi uma oportunidade. Para as outras, foi uma lápide ou um obstáculo intransponível. </p>
<h2>Crise e preparação &#8211; &#8220;Deixa a vida me levar&#8221;</h2>
<p>Nem sempre estamos preparados especificamente para a crise que nos acomete, até porque nem sempre dá para antecipar a natureza de uma crise. No exemplo acima, até se podia saber que algo estranho aconteceria com a economia (afinal, era ainda o tempo dos &#8220;pacotes&#8221;), mas quem adivinharia que o governo congelaria a poupança e escancararia as importações? </p>
<p>Sabemos que hoje as epidemias surgem e se espalham com mais rapidez, mas quem anteciparia a natureza do vírus e a data em que surgiu a nova Gripe A, e por onde ela se espalhou primeiro? O hemisfério norte teve a sorte de que por lá ela chegou durante a estação quente, e para nós foi o contrário, mas antes que acontecesse, ninguém sabia &#8211; e para manter a mesma metáfora, usualmente <b>produzir a vacina contra uma crise específica demora, e só gera resultado depois que a crise teve efeito de causar bastante estrago</b>.</p>
<p>Mas algumas pessoas e organizações estão melhor preparadas para os cenários de crise que conseguem antecipar, enquanto outras se contentam em adotar a &#8220;metodologia Pagodinho&#8221; e deixam a vida as levar. No advento da crise, é provável que a maioria dos integrantes de cada um dos grupos encontre resultados em sintonia com as suas atitudes de preparação.</p>
<p><center><img  title="russian market crisis.jpg - fonte: russian market crisis.jpg (imagem JPEG, 300x200 pixels) (http://www.russiablog.org/russian market crisis.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/russian-market-crisis.jpg><br /><i>Não encarar a crise não faz com que ela vá embora</i></center></p>
<p>Para variar o exemplo: quando chegam as crises do mercado financeiro, muitas vezes quem diversifica seus investimentos com foco na estabilidade e segurança sente um baque menor que o do vizinho, mas isso tem custo: nas épocas de tranquilidade, seus picos de rendimento tendem a não ser tão altos quanto a de quem arrisca mais. Por outro lado, quem arrisca e concentra investimentos obtém picos de rendimento maior, mas aí o baque da crise pode ser sentido de forma muito mais aguda.</p>
<p>Também é o caso da trapalhada no ENEM: estudantes que têm uma rotina de estudo ao longo de todo o ensino médio possivelmente terão seu resultado menos afetado pelo atraso de 45 dias da prova, do que aqueles que deixaram para estudar em cima da hora contando com um pico de memorização mapeado especificamente para o próximo final de semana.</p>
<p><center><img  title="Why Traffic Jam.jpg - fonte: Why Traffic Jam.jpg (imagem JPEG, 266x400 pixels) (http://1.bp.blogspot.com/ S y7 UCNxTc/SMVlZwCuJnI/AAAAAAAAAv0/m3MS Hzrp3g/s400/Why Traffic Jam.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/Why_Traffic_Jam.jpg><br /><i>O furacão está chegando&#8230;</i></center></p>
<p>Aqui no Brasil isso não é tão comum (previsão antecipada de calamidades naturais iminentes é raridade), mas o exemplo internacional é bem vívido, por isso recorro à imagem vista em tantos filmes de catástrofe: na hora de evacuar a cidade para fugir da onda gigante, dos aliens, do vulcão, do meteoro ou da crise da vez, <b>quem já estava com o tanque do carro cheio leva grande vantagem</b>, e quem não estava tem que encarar o pânico adicional na fila extra do posto de gasolina, antes de rumar para uma área segura. </p>
<p>Resumindo a conclusão deste sub-tópico antes que eu me alongue demais nele: <b>nem sempre dá de prever uma crise específica</b>, mas elas chegam mesmo assim, muitas vezes com pouco aviso. Estar preparado para elas é uma questão de estratégia, atitudes e hábitos &#8211; como o de manter o tanque do carro cheio, no exemplo acima, ou de estruturar sua carteira de investimentos sem colocar todos os ovos em poucas cestas. Na hora da crise, <b>sempre é bom dispor de reservas, alternativas e pontos de apoio para recorrer</b>.</p>
<p>Dica extra:  Aproveite para ler &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2009/02/04/segurando-seu-emprego-ao-mesmo-tempo-em-que-se-prepara-para-o-caso-de-ser-demitido/">Segurando seu emprego, ao mesmo tempo em que se prepara para o caso de ser demitido</a>&#8220;.</p>
<h2>Crise, adaptação, inovação, prioridades e o efeito dominó</h2>
<p>A natureza das crises varia, mas em geral elas se caracterizam também pelo aumento do grau de dificuldade para realizar as atividades desejadas, pela escassez dos insumos e recursos necessários para realizá-las, e pela necessidade de abrir mão de itens a que damos valor. </p>
<p>Para exemplificar: <b>é mais difícil organizar a festa de aniversário dos filhos quando o casamento está em crise</b>, é difícil completar a construção do prédio quando a economia está em crise, é difícil manter a casa de praia, ou o segundo carro, quando as finanças da família estão em crise.</p>
<ul>
<li><b>A crise muda nossas prioridades</b>: Diante da notícia de que houve complicação séria na gravidez da esposa, espera-se que o ótimo profissional mantenha intacta sua agenda de compromissos e viagens? Assim como não sabemos quando uma crise vai começar, em geral é difícil saber antecipadamente quando ela vai acabar. É por isso que a noção de <b>prioridade</b> precisa ser bastante exercitada em períodos de crise, para que nos concentremos no que nos dá resultado, ou em manter aquilo de que não podemos abrir mão: assim como a empresa precisa reduzir custo e selecionar muito bem quais investimentos não serão suspensos, a família precisa reduzir os gastos supérfluos, e assim por diante.
<p><center><img  title="8907bread line.jpg - fonte: 8907bread line.jpg (imagem JPEG, 600x450 pixels) (http://www.techspot.com/gallery/data/504/medium/8907bread line.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/8907bread_line.jpg><br /><i>Fila do pão nos EUA durante a grande depressão da década de 1930</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>A crise exige adaptação</b>: As margens de segurança que os precavidos costumam manter em tudo que fazem ou negociam acabam precisando ser diminuídas, o que era realizado de forma supérflua fica suspenso, e as reservas existentes começam a ser empregadas. Algumas pessoas e negócios florescem nas crises, mas a maioria delas precisa mesmo se adaptar à escassez e dificuldade abrindo mão (ainda que temporariamente) da continuidade de tudo que não for essencial.
<li><b>A crise pode ser um catalisador da inovação</b>: É a hora de pesquisar formas de ganhar produtividade e eficiência, ou de oferecer às pessoas a solução para seus novos problemas &#8211; nem tudo pode se resolver com cortes e reduções. Lanchonetes começam a oferecer refeições mais completas (e baratas) para as pessoas que não podem mais almoçar no restaurante de antes, surgem opções de financiamento de bens em prazos antes impensáveis, idéias ousadas de redução de custos (incluindo as que anteriormente já foram descartadas) são experimentadas, adota-se alternativas incomuns (como o Brasil fez no Proálcool, após as crises do petróleo), surgem novas idéias para geração de valor, etc.
<p><center><img width=420 height=357 title="desert-ships.gif" src=http://img.efetividade.net/img/desert-ships.gif><br /><i>Crises encadeadas: o encolhimento do mar de Aral produziu várias categorias de crises, todas interligadas.</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>As crises se encadeiam</b>: Como dominós enfileirados, as crises se sucedem em sequência. A crise econômica na empresa pode gerar a crise financeira nas famílias dos empregados, a crise no transporte pode gerar uma crise de abastecimento, uma crise ambiental severa como a da foto acima (de pesqueiros onde ficava o Mar de Aral) pode provocar crises econômicas, humanitárias ou até mesmo crises internacionais e bélicas, e assim por diante. O relacionamento entre as crises pode ser caótico, mas acompanhar as crises que afetam ambientes, organizações e sistemas com os quais você tenha relação é uma forma de antecipar a possibilidade de que uma crise derivada o afete.
</ul>
<p>Tudo isso, somado e bem executado, serve para resistir à crise enquanto ela durar, e é muito mais efetivo quando realizado mantendo sempre um olho na subsistência e o outro nas condições que teremos para continuar nosso desenvolvimento quando a crise chegar ao seu fim.</p>
<p>Dica extra: aproveite para ler &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2009/03/09/crie-o-seu-fundo-de-reserva-pessoal-e-encare-a-vida-com-mais-opcoes/">Crie o seu Fundo de Reserva pessoal, e encare a vida com mais opções</a>&#8220;.</p>
<h2>Concluindo: crise faz parte da vida</h2>
<p>Crises são fatos da vida, e embora muitas vezes não possamos prever seus detalhes, é arriscado viver como se elas nunca acontecessem &#8211; assim como é indesejável viver como se elas sempre estivessem já batendo à nossa porta. É necessário estar atento a elas, atuando na prevenção e preparação, e não apenas na reação e recuperação.</p>
<p><center><img  title="ondona2 2.jpg - fonte: 2 2.jpg (imagem JPEG, 320x230 pixels) (http://dynamic.busan.go.kr/upload/news/contents/1290//2 2.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/ondona2-2.jpg></center></p>
<p>Assim, além de ter a disposição de continuar resistindo até o fim, estar preparado para as crises é uma questão de estratégia organizacional (ou de valores, hábitos e atitudes pessoais). Quando ela chega, é preciso adaptar-se, concentrando-se no que é realmente vital, e eventualmente inovando &#8211; seja pelo lado da produtividade e eficiência, seja pelo lado do oferecimento de novas soluções adequadas à nova realidade da população em crise.</p>
<p>Todo mundo pode se adaptar, inovar e dar atenção às prioridades, mas quem se prepara nos períodos que antecedem a crise pode fazer isso  em melhores condições. Para algumas crises não há preparação específica possível, mas dispor de reservas, alternativas, conhecimento e apoio é algo que pode fazer diferença positiva na maioria das situações.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.efetividade.net/2009/10/01/crise-oportunidade-e-preparacao-e-possivel-estar-preparado-para-o-imprevisivel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>13</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Apresentações: perdendo o medo do microfone</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/09/14/apresentacoes-perdendo-o-medo-do-microfone/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2009/09/14/apresentacoes-perdendo-o-medo-do-microfone/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 09:58:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=2118</guid>
		<description><![CDATA[Até quem é craque em apresentações e pronunciamentos em sala de aula ou em pequenas reuniões às vezes &#8220;treme na base&#8221; nas primeiras vezes em que um evento maior ou alguma necessidade especial (como a de gravação ou a de transmissão) o obriga a apresentar usando um microfone.
♬ Tudo falha, tudo falhará&#8230; ♪
E as razões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até quem é craque em apresentações e pronunciamentos em sala de aula ou em pequenas reuniões às vezes &#8220;treme na base&#8221; nas primeiras vezes em que um evento maior ou alguma necessidade especial (como a de gravação ou a de transmissão) o obriga a apresentar usando um microfone.</p>
<h2>♬ Tudo falha, tudo falhará&#8230; ♪</h2>
<p>E as razões são variadas, incluindo algumas de ordem prática, como o despreparo dos anfitriões, que vemos ocorrer vezes sem fim, e se traduzem em trapalhadas depois que o evento já começou, o palestrante já está lá na frente e a platéia já está lotada. Não sai som por todas as caixas, a localização delas gera diferenças ou ecos, o deslocamento natural do palestrante gera microfonia, o palestrante não tem retorno do seu áudio, etc. </p>
<p><center><img  title="Microphone Audience.jpg - fonte: Microphone Audience.jpg (imagem JPEG, 425x282 pixels) (http://www.pressconference1.com/images/Microphone Audience.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/Microphone-Audience.jpg></center></p>
<p>Estes percalços acontecem sem ser por culpa do palestrante (a não ser que o evento seja promovido por ele mesmo), e poderiam ser prevenidos com uma providência simples: <b>um breve ensaio com teste da infra-estrutura, meia hora antes de o auditório ser aberto</b>.</p>
<p>E o palestrante precavido e experiente sempre marca sua chegada para mais cedo, e insiste para que o teste ocorra em sua presença, e inclua tudo o que sempre falha: recursos audio-visuais, microfones (incluindo o de reserva), mesa de som, caixas de som, telas, projetores, luzes, cortinas, apresentação, vídeos, arquivos, relatórios, acesso à Internet, softwares e tudo o mais que vá ser exibido ao público, com participação direta de toda a equipe que irá operar tudo isso.</p>
<h2>Mas o microfone é um caso à parte</h2>
<p>Só que o microfone é um caso especial. Telas, projetores, caixas de som e a própria apresentação são recursos importantes mas que ficam ali, no canto deles, longe de você. </p>
<p>Já o microfone&#8230; não há como se livrar dele, ele o acompanha, ou ancora você a uma posição fixa. Os erros que podem ocorrer com ele acontecem durante a apresentação, e muitos deles são responsabilidade integral do palestrante, que:</p>
<ul>
<li>fica muito perto, ou muito longe;
<li>tosse nele, sopra nele, assobia, grita;
<li>larga-o estrondosamente em cima de uma mesa;
<li>esquece de ligar ou desligar;
<li>aproxima-o de uma caixa de som causando microfonia;
<li>se afasta da base do microfone sem fio;
<li>tenta, sem conseguir, segurar ao mesmo tempo o microfone, o apontador laser e algum material de apoio;
<li>tem uma conversa particular ou vai ao banheiro sem desligar o sem fio de lapela;
<li>etc., etc.
</ul>
<p>E ainda há o fator  estranhamento, que pode ser o mais complicado de todos: a maior parte das pessoas desenvolve suas habilidades de apresentador em grupos pequenos, na sala de aula ou em reuniões de trabalho &#8211; e nelas podem estar presentes todos os materiais essenciais de apresentação, mas o microfone é a exceção, assim a prática com ele não se desenvolve, e surge apenas na primeira vez em que você tem que se dirigir a uma platéia maior.</p>
<h2>Treine com microfone</h2>
<p>Há alguns anos eu tive a rara oportunidade de ter um gestor com grande habilidade de comunicação, e que dava atenção a desenvolver estes elementos nos integrantes de sua equipe. Quando surgiu a necessidade de participarmos todos em um evento corporativo em que vários de nós teríamos que nos dirigir, em densas apresentações técnicas, a um auditório lotado de pessoas não-familiarizadas nem mesmo com a terminologia do negócio, ele nos convidou a viajarmos um dia antes para realizar, no próprio local, uma oficina de comunicação, apresentando uns para os outros nosso material repetidas vezes, ouvindo críticas e fazendo ajustes. </p>
<p><center><img width=309 height=350 title="xtina-mic.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/xtina-mic.jpg></center>  </p>
<p>Isso foi essencial para ajustarmos e reduzirmos o escopo de nossas apresentações, mas também para que dominássemos suficientemente o equipamento que seria usado, incluindo o sistema de som do local, para que ele de fato nos apoiasse, e não fosse um obstáculo ou um complicador, como tantas vezes acontece.</p>
<p>Um dos pontos que praticamos foi que, a cada repetição de alguma apresentação, todos trocávamos de lugar, sentando na primeira fila, ao fundo, no meio do auditório, à esquerda, à direita, com cortinas abertas, com cortinas fechadas, etc. &#8211; e isso permitiu que cada um de nós, na condição de palestrante, acabasse percebendo como melhor usar a sua voz ao microfone naquelas condições, evitando tons muito altos ou muito baixos, e garantindo ser ouvido com qualidade por todo o público.</p>
<p>Claro que fazer isso a cada evento, e para cada auditório, raramente é praticável, e sairia bem caro. Mas estou convicto de que os principais valores da experiência toda foram gerados por 3 fatores:</p>
<ol>
<li><b>Apresentar repetidas vezes usando um microfone</b>, para saber a que distância segurá-lo, perder o &#8220;medo&#8221; do instrumento, passar na prática pelas situações chatas de tossir, espirrar, assobiar, gritar nele, murmurar, ou aproximar-se de uma caixa acústica com ele ligado (para saber o que acontece, e conscientizar-se da necessidade de evitar).<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Ter uma pessoa interessada ouvindo tudo e fazendo críticas</b>, com foco na comunicação, e não no conteúdo ou na apresentação. Há partes em que você fala alto demais? Rápido demais? Afasta o microfone da boca, sem notar, ao gesticular? Adianta o discurso? Aceite as críticas, e recomece, até aperfeiçoar.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Conhecer antecipadamente as condições acústicas reais do auditório</b>: sempre que é possível, eu peço para fazer teste de som, com o responsável pela sonorização falando ao microfone lá na frente, e eu me posicionando ao fundo, no meio e na frente, de ambos os lados, e pedindo ajustes quando necessário. É bem melhor do que ter de ficar perguntando, com a apresentação já iniciada, se o público está ouvindo &#8211; e reduz o risco de eles dizerem que não, e ter de rolar todo aquele improviso, com gente mudando de lugar, interrupções pra consertarem alguma caixa de som ou ajustarem algo no amplificador.
</ol>
<p>&nbsp;<br />
<center><img  title="retro usb mic.jpg - fonte: retro usb mic.jpg (imagem JPEG, 520x430 pixels) (http://www.geekalerts.com/u/retro usb mic.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/retro-usb-mic.jpg></center></p>
<p>Só o terceiro destes fatores precisa mesmo ocorrer no local da apresentação. Os 2 primeiros já produzem efeito positivo (embora menor) mesmo se forem realizados por você em um microfone barato ligado ao seu PC ou aparelho de som doméstico, especialmente se o microfone for do mesmo tipo usado no auditório em que você vai se apresentar (de lapela, de pedestal, manual, etc.).</p>
<h2>Algumas dicas de microfone para os marinheiros de primeira viagem</h2>
<p>Catei nos livros de Reinaldo Polito aqui na minha estante algumas dicas consagradas para quem não tem a prática do microfone, e por isso deve usá-los da maneira mais ortodoxa possível:</p>
<ul>
<li><b>Não resista ao microfone</b>: Se o ambiente é grande, a platéia é numerosa e há microfone disponível, use-o! Mesmo se sua voz for potente, ela não vai ser distribuída por igual à platéia, e o cansaço pode prejudicar o final do discurso.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img  title="microfone stand.jpg - fonte: foldable microphone desk top stand.jpg (imagem ) (http://www.gadgitz.com/shop/usrimage/foldable%20microphone%20desk%20top%20stand.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/microfone-stand.jpg></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>Se o microfone for de pedestal (ou de mesa)</b>, posicione-o bem, mas ANTES de começar a falar, e resista a ficar ajustando-o depois, causando ruídos e interrupções (a não ser que alguém além de você indique que o som está insuficiente). Se um ensaio não tiver determinado a posição ideal, coloque-o na altura do queixo, e a 10cm de distância da sua boca &#8211; e não se esqueça de que ele estará fixo, portanto você deve ficar ancorado próximo a ele.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Atenção à postura!</b> Nos microfones de pedestal ou de mesa, é ele que precisa se aproximar de você. Jamais se incline, se debruce ou se estique para aproveitar uma posição de microfone previamente ajustada para mais alguém, pois a postura sempre distrairá a atenção do público, e pode causar um efeito negativo à sua imagem.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Se o microfone for &#8220;de mão&#8221;</b>, posicione-o onde ensaiou (ou na altura do queixo, a 10cm da boca), mantendo-o sempre no mesmo lugar. Deixe o braço naturalmente caído ao longo do tronco, dobrando para cima apenas o cotovelo, e tenha a consciência de que esta mão não poderá gesticular, nem segurar nenhum material de apoio. Eventualmente o microfone de pedestal ou de mesa permite a sua retirada e uso como se fosse &#8220;de mão&#8221;, e se não for inapropriado, vale a pena fazer uso deste recurso algumas vezes ao longo da sua apresentação, dando assim mais dinamismo a ela. Mas não exagere, nem quebre o protocolo do seu evento. E não fique o tempo todo passando o microfone de uma mão para outra &#8211; indica desconforto, e pode prejudicar sua imagem.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img width=416 height=312 title="Headsets_00b_Britney.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/Headsets_00b_Britney.jpg></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>Microfone de lapela e headset</b>: é o mais fácil de se adaptar, pois deixa as duas mãos livres e fica sempre na mesma distância em relação à sua boca. Mas prenda-o bem, e necessariamente ensaie antes, pois a captação deles muitas vezes não é tão boa, gerando a necessidade de escolher bem aposição. Se sua preferência for o headset (&#8220;estilo Sandy&#8221;, como dizem por aqui), vale a pena ter seu próprio, acompanhado de um kit de cabos, adaptadores e receptor &#8211; mas aí necessariamente chegue cedo, pois a ativação junto ao auditório pode exigir algum tempo.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Garanta o &#8220;plano B&#8221;</b>: especialmente quando estiver usando algum recurso sem fio, com pilhas ou baterias. Elas acabam nos momentos mais impróprios, e cabe a você insistir para que haja um backup pronto para entrar em uso imediatamente.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img  title="microphone red.jpg - fonte: microphone.jpg (imagem JPEG, 260x282 pixels) (http://fashion.elle.com/photos/uncategorized/2008/04/30/microphone.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/microphone-red.jpg></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>Microfone móvel para a platéia</b>: Especialmente nos casos em que a apresentação estiver sendo transmitida ou gravada, é importante ter uma solução de captação das manifestações e perguntas da platéia. Mesmo quando não há gravação, o microfone para perguntas dá ao público a possibilidade de ouvir com clareza as perguntas feitas pelos demais presentes.
</ul>
<p>Como de hábito, o microfone está aberto (via comentários) para que você acrescente também as suas dicas, sugestões e comentários!</p>
<p><b>Leia também:</b></p>
<ol>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/07/12/falar-em-publico-varias-modalidades-de-ensaios-para-ajudar-a-superar-o-medo/">Falar em público: várias modalidades de ensaios para ajudar a superar o medo</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2006/06/24/10-dicas-como-nao-fazer-uma-excelente-apresentacao/">10 dicas: Como NÃO fazer uma excelente apresentação</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/01/27/aprenda-a-nao-depender-das-suas-apresentacoes-em-powerpoint-na-hora-de-expor-suas-ideias/">Aprenda a não depender das suas apresentações em Powerpoint na hora de expor suas idéias</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/03/08/falar-bem-em-publico-como-transmitir-a-ideia-certa-sobre-voce-em-apresentacoes-e-reunioes/">Falar bem em público: Como transmitir a idéia certa sobre você em apresentações e reuniões</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2007/08/28/powerpoint-e-so-o-comeco-7-dicas-extras-para-apresentacoes-impecaveis/">Powerpoint é só o começo: 7 dicas extras para apresentações impecáveis</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/09/02/discurso-com-efetividade-como-escrever-e-apresentar-para-ser-entendido/">Discurso com efetividade: como escrever e apresentar para ser entendido</a>
</ol>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.efetividade.net/2009/09/14/apresentacoes-perdendo-o-medo-do-microfone/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comprar netbook ou notebook?</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/09/09/comprar-netbook-ou-notebook/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2009/09/09/comprar-netbook-ou-notebook/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 17:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=1720</guid>
		<description><![CDATA[Os ultraportáteis estão cada vez mais presentes no mercado e nas mochilas dos profissionais e estudantes que têm condições de ter acesso a esta tecnologia.
Netbooks: Acer Aspire One e LG Scarlet com modem 3G embutido &#8211; à venda no Brasil.  
E isto ocorre mesmo considerando o fator preço, que no Brasil (ao menos no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os ultraportáteis estão cada vez mais presentes no mercado e nas mochilas dos profissionais e estudantes que têm condições de ter acesso a esta tecnologia.</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img border=0 width=400 height=180 title="netbook-acer-lg.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/netbook-acer-lg.jpg></a><br /><i>Netbooks: <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/10/21616935/netbook+atom+n270+1.6ghz+1gb+160gb+webcam+10.1++xp+home+preto+-+acer?menuId=212028>Acer Aspire One</a> e <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/10/21595472/netbook+scarlet+x120g-1100+atom+n270+1gb+160gb+10+c/+modem+3g+-+lg?menuId=212028>LG Scarlet com modem 3G embutido</a> &#8211; à venda no Brasil.</i></center>  </p>
<p>E isto ocorre mesmo considerando o fator preço, que no Brasil (ao menos no mercado oficial) funciona bem diferente do que é mais comum no exterior: com <a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook>netbooks entre R$ 1400 e R$ 1700</a>, não é difícil encontrar notebooks razoáveis com bem mais recursos por poucos reais a mais, bem como PCs de mesa de boa qualidade e mais baratos.</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img  border=0 title="ideapad.jpg - fonte: ideapad.jpg (imagem JPEG, 1500x1111 pixels)   Redimensionada (68%) (http://www.adammaguire.com/blog/wp content/uploads/2009/02/ideapad.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/ideapad.jpg></a><br /><i>Netbook <a href=http://www.submarino.com.br/menu/212028/netbook>Ideapad S10E</a>, da Lenovo</i></center></p>
<p>Só que o fator preço (<a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook>consulte preços de netbooks</a>) não seria mesmo um bom motivo para optar por um netbook, como se ele fosse um &#8220;notebook popular&#8221;, mais barato. Claro que há quem faça isso, mas os recursos ausentes nos netbooks podem fazer falta a quem os adquire para usar como substituto de um desktop ou notebook convencional.</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img border=0 width=500 height=377 title="netbook-sony-vaio-21548905_2.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/netbook-sony-vaio-21548905_2.jpg></a><br /><i>Netbook <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/10/21548905/pocket+style+pc+vaio+p630a/w+atom+z520+1.33ghz+2gb+80gb+8+vp+-+sony?menuId=212028>Sony Vaio P</a> &#8211; um pouco menor, e&#8230; <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/10/21548905/pocket+style+pc+vaio+p630a/w+atom+z520+1.33ghz+2gb+80gb+8+vp+-+sony?menuId=212028>um pouco mais caro</a>.</i></center>  </p>
<p>Mas claro que há outros bons motivos para escolher o minimalismo dos ultraportáteis. Minhas atividades me permitem a situação extra-confortável de ter tanto o desktop, quanto o notebook, o netbook e um MID, além de um celular com boa conectividade e teclado completo &#8211; e por isso acabei encontrando a fórmula para identificar qual a situação exata em que cada um deles é a melhor ferramenta para meu uso.</p>
<p><center><img src=http://img.efetividade.net/img/mid-efetividade-2.jpg><br /><i>Meu MID &#8211; Mobile Internet Device</i></center></p>
<p>Só que nem sempre vale a pena (ou é possível) ter um de cada, e de vez em quando alguém me pergunta o que deve escolher, e eu não tenho medo de responder com base na minha própria experiência &#8211; afinal, pessoalmente não tenho dúvida de que o netbook é uma solução melhor que o notebook em diversas situações, e que ambos superam um desktop &#8220;parrudo&#8221; nas suas especialidades.</p>
<p>Só que antes de responder, é necessário saber o essencial: qual é o problema que o interessado quer resolver com esta ferramenta? </p>
<p>Esta semana, um colega de trabalho que vai passar um período de férias viajando pela Europa mas precisa manter em andamento algumas de suas atividades on-line que não podem ser resolvidas pelo smartphone (e ele não se sente à vontade para resolver em computadores alheios ou cybers) me trouxe a pergunta, e eu não tive dúvida: para atividades on-line, preservação do espaço na bagagem de mão e redução do peso que precisará ser carregado de um lado para o outro, ele precisa mesmo é de um netbook, com suas dimensões reduzidas, cerca de 1kg (os notebooks costumam pesar quase o triplo&#8230;), e toda a conectividade necessária.</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img  border=0 title="1 12 09 vaio p pocket 1.jpg - fonte: 1 12 09 vaio p pocket 1.jpg (imagem JPEG, 535x440 pixels) (http://bizdev.blog.extendance.com/files/2009/04/1 12 09 vaio p pocket 1.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/1-12-09-vaio-p-pocket_1.jpg></a><br /><i>Um caríssimo Vaio P, que a Sony não chama de netbook</i></center></p>
<p>Mas ele não se convenceu com a minha resposta dada de bate-pronto (eu devia ter demorado mais&#8230;), e assim acabou me levando a procurar mais argumentos a favor (e também os contra) a escolha de um netbook.</p>
<h2>Vantagens dos netbooks</h2>
<p>Vamos começar pelos argumentos a favor dos netbooks:</p>
<ul>
<li><b>Peso e volume</b>: aqui não há comparação, especialmente se houver previsão de longos períodos a pé (em pavilhões de eventos, por exemplo): os netbooks, com suas telas pequenas, capacidade reduzida e ausência de periféricos como drives de CD, usualmente pesam menos de 1,5Kg (alguns pesam 900g), e os notebooks mais comuns ficam entre 2,5 e 3Kg &#8211; e este peso faz toda a diferença nos seus ombros. O tamanho reduzido também faz diferença no espaço que sobra na pasta ou bagagem de mão.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Custo:</b> para quem compra no mercado formal brasileiro, esta não é uma vantagem tão evidente. Mesmo assim, mesmo os melhores netbooks tendem a não ser tão caros como os notebooks de primeira linha, e este custo mais baixo é adequado a algo que vai ser transportado em bagagem de mão e exposto a condições de trabalho bem menos controladas do que as do seu escritório.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img  border=0 title="ExtHDD.jpg - fonte: ExtHDD.jpg (imagem JPEG, 588x302 pixels) (http://www.bak2u.com/images/ExtHDD.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/ExtHDD.jpg><br /><i>Um <a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/716/hd+externo>HD externo</a></i></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>Modularidade</b>: esta é uma característica dos PCs em geral, mas brilha nos netbooks, já que eles vêm com ainda menos itens pré-integrados. Assim, o conjunto básico é pequeno e leve (em geral, só o aparelho em si e a sua fonte de alimentação), e você leva consigo apenas o peso extra do que for precisar: mouse externo, modem 3G, disco USB, etc. Em tese, daria até mesmo de levar um drive externo para CDs e DVDs, mas se você precisa deste tipo de recurso, é possível que sua aplicação justifique a escolha por um notebook completo.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Integração e compartilhamento via Internet</b>: outra característica que os notebooks também podem igualmente aproveitar, mas que fazem ainda mais diferença para os netbooks. Se você prevê que vai operar sempre em áreas com acesso à Internet, e já é usuário de serviços on-line para e-mail, compartilhamento de arquivos, comunicação, agendamento e outros, os recursos do netbook estarão bem mais adequados às suas aplicações, e haverá pouca dificuldade em integrar o que é feito &#8220;na rua&#8221; e o que é feito no seu computador de mesa. Mas vale a pena andar sempre com um pen drive de boa capacidade e que possa ser apagado sem maior preocupação, para eventualmente trocar dados mais volumosos.
</ul>
<h2>As desvantagens do netbook</h2>
<p>Mas não podemos deixar de mencionar também alguns argumentos contrários:</p>
<ul>
<li><b>Hardware limitado:</b> as limitações de memória, disco e desempenho podem ter impacto considerável na hora de rodar algum software exigente. Se você usa o navegador, um sistema de e-mail, outro de conversação, e ocasionalmente abre um editor de texto ou uma planilha, o netbook tende a suportar bem a carga. Mas dificilmente ele será a escolha certa para realizar tarefas mais intensivas de modelagem 3D, desenvolvimento de software, jogos, produção multimídia e várias outras categorias que exigem mais do hardware.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Hardware reduzido:</b> para ser mais pequeno, leve e econômico, o netbook típico abre mão de uma série de opções que estamos acostumados a encontrar em notebooks. Alguns exemplos comuns são a ausência de drive de CD/DVD, ou as restrições à instalação de mais memória. Às vezes faltam portas de expansão que você usaria, também. Mas em geral o essencial está presente, incluindo rede sem fio, portas USB e Ethernet, suporte para cadeado, e até os conectores para fone de ouvido, microfone e monitor externo ou projetor. Alguns têm até luxos, como Bluetooth integrado e leitor de cartões de memória.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img  border=0 title="29pue7b.jpg - fonte: 29pue7b.jpg (imagem JPEG, 774x600 pixels) (http://i37.tinypic.com/29pue7b.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/29pue7b.jpg></center><br />
&nbsp;</p>
<li><b>Conforto espartano</b>: embora seja bem mais confortável que a telinha e o teclado da maioria dos smartphones, as dimensões ainda diminutas dos netbooks também cobram tributos do seu conforto de operação. Os modelos atuais têm telas com resolução de 1024&#215;600 ou superiores, suficientes para mostrar sem cortes a maioria dos sites da web, e teclados que se aproximam das dimensões normais, mas vale a pena dar atenção a estes aspectos na hora da escolha. Em especial, vale a pena verificar se o teclado é modelo ABNT (com cedilha), e se tem a tecla dedicada à barra &#8216;/&#8217; e ao ponto de interrogação &#8216;?&#8217; &#8211; a ausência delas pode causar problemas de adaptação a quem está acostumado às suas localizações usuais, e é comum ter de optar entre uma e outra &#8211; ou tem tecla dedicada para a cedilha, ou tem a barra e interrogação.
<p>&nbsp;</p>
<li><b>Autonomia da bateria</b>: alguns netbooks têm boa duração, outros não &#8211; e quando a bateria acaba rápido demais, todas as vantagens podem ficar prejudicadas. Se você está escolhendo uma máquina para usar na rua, é bom que ela possa operar por algum tempo longe de uma tomada. Os fabricantes e varejistas costumam divulgar dados bem otimistas, mas vale a pena consultar as análises da imprensa especializada, que muitas vezes publicam a duração real verificada em laboratório durante testes em condições reais de operação.
</ul>
<h2>Outras alternativas</h2>
<p>Na hora de escolher uma opção, é claro que não podemos descartar a priori outras possibilidades: notebooks e netbooks não são as únicas ferramentas que podem resolver a categoria geral de problemas a que eles se destinam. </p>
<p>Sugiro avaliar também:</p>
<ul>
<li>Papel, caneta e telefone. Às vezes a necessidade de ter um computador conectado sempre à mão não é real. Reavalie a sua!<br />
&nbsp;</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/11/21594409/nokia+e71+black+edicao+especial+3g+gps+nokia+mapas+cam.+3.2+wi-fi+2gb><img  border=0 title="pcmag navegador e71.jpg - fonte: 0,1425,sz=1&#038;i=187305,00.jpg (imagem JPEG, 361x450 pixels) (http://common.ziffdavisinternet.com/util get image/18/0,1425,sz=1&#038;i=187305,00.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/pcmag-navegador-e71.jpg></a><br /><i>Navegador do Nokia E71</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li>O uso de um celular ou smartphone. Alguns, como o <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/11/21594409/nokia+e71+black+edicao+especial+3g+gps+nokia+mapas+cam.+3.2+wi-fi+2gb>Nokia E71</a> que eu venho usando há algum tempo, oferecem conectividade, tela e teclado suficientes para diversas atividades, incluindo navegação casual na Internet e envio de e-mails (uso o Gmail e o Twitter diariamente nele). Mas escrever textos longos no teclado e telinha dele é impraticável para mim.
<li>Contar com lan houses e cyber cafés. É preciso atentar para a questão da segurança, mais ainda do que quando se utiliza computadores emprestados. Mas se houver expectativa de ter acesso a este tipo de ambiente nos momentos em que você for precisar de computador e conectividade, vale investigar.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/11/21536168/tablet+nokia+n810+internet+wi-fi++wide+touchscreen+gps+teclado+qwerty><img  border=0 title="800px N810 open.jpg - fonte: File:N810 open.jpg   Wikipedia, the free encyclopedia (http://en.wikipedia.org/wiki/File:N810 open.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/800px-N810-open.jpg></a><br /><i>Internet Tablet N810</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li>MIDs, UMPCs e Internet Tablets. No meio do caminho entre o smartphone e os netbooks encontramos os MIDs, UMPCs e Internet Tablets, como o <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/11/21536168/tablet+nokia+n810+internet+wi-fi++wide+touchscreen+gps+teclado+qwerty>Nokia N810</a> da foto acima. São ainda mais leves, ainda menores, e em geral têm ainda menos recursos &#8211; mas podem ser suficientes para o que você precisa, e podem fazer a diferença na mochila de um esportista, por exemplo.<br />
&nbsp;</p>
<p><center><img  border=0 title="568px Nintendodsbrowserds.jpg - fonte: File:Nintendodsbrowserds.jpg   Wikipedia, the free encyclopedia (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Nintendodsbrowserds.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/568px-Nintendodsbrowserds.jpg><br /><i>Navegador do Nintendo DS, baseado no Opera</i></center><br />
&nbsp;</p>
<li>Videogames portáteis. se você, ou alguém que viaja com você, já tem e leva consigo um videogame como o PSP ou o Nintendo DS, eventualmente eles serão suficientes para acessar os websites que você precisa, e até para responder (sem o conforto de um teclado físico) um eventual e-mail. Investigue! Já li muitos sites enquanto aguardava em salas de embarque com o PSP em mãos&#8230;
</ul>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Suas necessidades e interesses geralmente são únicos, e selecionar a ferramenta certa para atendê-los é uma decisão que só você pode tomar. Se eu vou participar de uma reunião externa que vai envolver poucos deslocamentos, não tenha dúvida de que prefiro ter comigo o meu notebook completo, com sua tela maior e capacidade muito maior &#8211; mesmo pesando 3Kg e sendo mais sensível. </p>
<p><center><a href=http://afiliados.efetividade.net/?menu/212028/netbook><img  border=0 title="samsung nc10 laptop mag review 600.jpg - fonte: samsung nc10 laptop mag review 600.jpg (imagem JPEG, 600x490 pixels) (http://hyfeno.com/wp content/uploads/2009/06/samsung nc10 laptop mag review 600.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/samsung-nc10-laptop-mag-review-600.jpg></a><br /><i>Netbook Samsung NC10</i></center></p>
<p>Mas para meus deslocamentos maiores, ou para levar na bagagem de mão, o netbook sempre ganha &#8211; acompanhado de um mouse externo e de um modem 3G, para conexão em praticamente todos os lugares que costumo visitar.</p>
<p>Com os critérios acima, entretanto, você poderá também fazer a sua escolha informada e objetiva. E se você tiver critérios adicionais a propor, conto com a sua participação nos comentários!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.efetividade.net/2009/09/09/comprar-netbook-ou-notebook/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>52</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Embarque imediato: 12 dicas para viajantes efetivos</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/08/31/embarque-imediato-12-dicas-para-viajantes-efetivos/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2009/08/31/embarque-imediato-12-dicas-para-viajantes-efetivos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 01:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=1712</guid>
		<description><![CDATA[Viajar a passeio ou para visitar a família geralmente é bom e compensa o esforço e as dificuldades. Mas viajar a serviço nem sempre é assim: horários apertados, agenda lotada, compromissos em locais distantes e com pessoas desconhecidas, e a necessidade de se manter alerta e produtivo contribuem para aumentar o stress e tornar mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Viajar a passeio ou para visitar a família geralmente é bom e compensa o esforço e as dificuldades. Mas viajar a serviço nem sempre é assim: horários apertados, agenda lotada, compromissos em locais distantes e com pessoas desconhecidas, e a necessidade de se manter alerta e produtivo contribuem para aumentar o stress e tornar mais pesada a carga.</p>
<p><center><img  title="1 airport fittings.jpg - fonte: 1 airport fittings.jpg (imagem JPEG, 550x435 pixels) (http://www.airport technology.com/contractor images/vitra/1 airport fittings.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/1-airport-fittings.jpg></center></p>
<p>Cada pessoa tem suas preferências sobre como viajar. No caso das viagens aéreas, por exemplo, eu prefiro me programar para chegar bem cedo ao aeroporto, viajar nas poltronas do corredor, e jogar videogame durante o vôo. Você pode preferir chegar no horário limite do check-in, ir dormindo, ou mesmo ir na janela vendo a paisagem.</p>
<p>Esta semana vi <a href=http://lifehacker.com/5348115/top-10-tactics-for-productive-travel#comments>um artigo no Lifehacker com dicas para viajantes</a>, mas boa parte delas não parece adequada à realidade daqui. Isso me levou a colocar em prática a idéia antiga de registrar aqui a minha própria coleção de dicas que me ajudam a me manter produtivo durante as viagens, com menos stress, e reduzindo a bagagem para fazer caber os itens optativos (alguns diriam que eles são supérfluos) que eu gosto de levar. E são essas dicas &#8211; que servem igualmente pra quem prefere sentar na janela ou no corredor ;-) &#8211; que eu compartilho agora.</p>
<h2>12 dicas para viajar com menos stress</h2>
<ol>
<li><b>Roupas que viajam bem</b>: Embora muitas vezes dê para contar com o (caro) serviço de lavanderia dos hotéis, ou mesmo com um ferro elétrico portátil, o tempo se torna escasso e valioso quando estamos viajando, por isso faço o possível para evitar gerenciar ou realizar estas tarefas. Raramente uso camisas de microfibras quando estou na cidade, mas elas são as minhas preferidas para viajar: amassam pouco, secam rápido, dependendo da situação dispensam o ferro elétrico &#8211; toleram até um pouco de aperto na mala. As calças são escolhidas também considerando a sua tendência a amassar ou a sujar rapidamente. Geralmente levo a quantidade mínima necessária, mais uma unidade de reserva para cada item.
<p>&nbsp;<br />
<center><img  title="samsonite graviton.jpg - fonte: samsonite graviton.jpg (imagem JPEG, 861x392 pixels) (http://gearpatrol.com/images/samsonite graviton.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/samsonite_graviton.jpg></center></p>
<li><b>Bagagem na quantidade certa</b>: geralmente viajo para reuniões ou eventos curtos, e muitas vezes dá para me safar apenas com bagagem de mão (com o inconveniente de ter de viajar vestindo o paletó&#8230;), poupando bastante tempo no check-in &#8211; especialmente em companhias modernas que permitem o check-in eletrônico &#8211; e escapando da espera pelas malas na esteira, na chegada. Se a viagem for mais longa e a serviço, recorro a uma mala, não muito grande, com as roupas para o período, muitas vezes contando com o (caro) serviço de lavanderia dos hoteis (ou alguma lavanderia próxima, se os horários permitirem) pelo caminho, como complemento. Eu já escrevi um artigo em 3 capítulos sobre <a href=http://www.efetividade.net/2007/01/25/como-arrumar-malas-parte-3-dicas-complementares-para-o-viajante-efetivo/>como arrumar bem as malas</a>, e sempre tenho que guardar espaço para <a href=http://www.efetividade.net/2006/12/28/kit-de-sobrevivencia-geek-o-que-incluir-na-mochila-para-ferias-e-viagens-curtas/>o kit de sobrevivência Geek</a> &#8211; e dando preferência aos itens mais leves, para reduzir o impacto ambiental do combustível aéreo necessário para transportá-los ;-)
<p>&nbsp;<br />
<center><img  title="usb panic button.jpg - fonte: Cool USB Gadgets « Mobile technology and Gadget (http://gedgetech.wordpress.com/2008/11/10/cool usb gadgets/) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/usb-panic-button.jpg></center></p>
<li><b>Estojos pré-prontos: PC e pessoal</b>: Eu tenho 2 estojos escolares (daqueles de guardar canetas e lapiseiras) médios, e em neles guardo permanentemente os itens essenciais de viagem, para não ter de ficar procurando pelo escritório na hora de arrumar a mala, nem ter de ficar procurando pelos bolsos da mochila, às pressas, na hora em que eles forem necessários. Num deles guardo os cabos, adaptadores e outros acessórios que possam ser necessários para trabalhar com o notebook longe da minha mesa, e no outro levo utilidades variadas, incluindo, entre outros, remédio para dor de cabeça, pastilhas para dor de garganta (que às vezes permitem recuperar a voz durante uns 45 minutos, sem dor, quando não dá de adiar uma palestra), band-aid, lenço de papel, chiclete, cadeado, mini-lanterna e versões reduzidas de pente, escova e pasta de dentes, barbeador e desodorante. Fica tudo na mochila da bagagem de mão, disponível até mesmo quando o avião faz escalas inesperadas, ou a espera no aeroporto se prolonga. A cada viagem sempre ocorre alguma grande espera em que dá tempo de revisar e anotar o que está quase vencendo e precisa ser trocado, e assim eu posso até mesmo esquecer (ou deixar de propósito, no caso de viagens muito curtas) a frasqueira em casa, e não passar uma noite horrível no hotel até ter oportunidade de ir a uma farmácia no dia seguinte comprar os itens básicos de higiene pessoal.
<p>&nbsp;<br />
<center><img  title="boarding pass.jpg - fonte: boarding pass.jpg (imagem JPEG, 676x472 pixels) (http://www.repmanblog.com/photos/uncategorized/2008/05/27/boarding pass.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/boarding_pass.jpg></center></p>
<li><b>Ficha completa</b>: Dependendo da situação e da complexidade do roteiro e das atividades envolvidas, eu reúno antes todo o material informativo (bilhetes de passagens, confirmação de reservas de hotéis, informações sobre veículos, horários e locais de palestras, contatos, etc.) e faço ao menos uma de duas coisas: fotografo cada um deles com o celular, ou tiro uma cópia reduzida de todos eles em uma mesma folha (frente e verso) para ter uma referência completa sempre comigo. Afinal, a experiência demonstra que estas informações acabam sendo necessárias nas horas mais inesperadas.
<p>&nbsp;<br />
<center><img  title="tamrac.5265.jpg - fonte: tamrac.5265.jpg (imagem JPEG, 270x270 pixels) (http://reefphoto.com/images/tamrac/tamrac.5265.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/tamrac.5265.jpg></center></p>
<li><b>Tudo no bolso certo</b>: Quantas vezes você já viu gente tendo de largar todas as malas no chão, no aeroporto, rodoviária ou saguão do hotel, para procurar algum objeto importante? Pode ser um documento, a câmera fotográfica, o bilhete de embarque ou tantos outros itens que a pessoa não sabe se estão no bolso de uma jaqueta (que está dentro da mala), em um dos muitos compartimentos da mochila, ou na bolsa, ou na frasqueira, e assim por diante. A solução é uma só: itens importantes que possam ser necessários em momentos específicos devem ter um lugar certo, para que ninguém tenha que perder tempo procurando na hora de usar, e assim acabar perdendo uma foto espetacular, seu lugar na fila, a paz de espírito, etc. E aqueles mais urgentes, como o bilhete de embarque, devem ficar à mão, mas em um local seguro, à salvo dos dedos leves dos amigos do alheio!
<p>&nbsp;<br />
<center><img  title="f354b76a5ad48ee6aaa385f8511bd31afdb8119c m.jpg - fonte: f354b76a5ad48ee6aaa385f8511bd31afdb8119c m.jpg (imagem JPEG, 415x337 pixels) (http://img.ffffound.com/static data/assets/6/f354b76a5ad48ee6aaa385f8511bd31afdb8119c m.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/f354b76a5ad48ee6aaa385f8511bd31afdb8119c_m.jpg></center></p>
<li><b>Registros instantâneos</b>: Se você vai precisar posteriormente de alguma informação recebida por escrito, ou vai ter de prestar contas das despesas realizadas, <a href=http://www.efetividade.net/2008/06/27/como-usar-melhor-a-camera-do-seu-celular/>use bem a câmera do seu celular</a>: tire fotos dos recibos, das telas de uma apresentação (se for permitido, claro), dos cartões de visita, do telefone ou URL que voce viu em um cartaz ou outdoor, da fachada de uma loja que vai recomendar a alguém, etc. Caso você possa (ou precise) guardar o papel também, guarde (e posteriormente organize, com calma). Mas assim que a viagem terminar, ou em alguma das longas esperas que ocorrem durante elas, você sabe que terá reunido imagens de tudo (incluindo os itens que não dá pra levar consigo, como o texto de um outdoor) em um local de fácil acesso, e é só transcrever para seu relatório, planilha ou  arquivo pessoal, ou mesmo enviar por e-mail aos interessados.
<p>&nbsp;<br />
<center><img  title="466369897 62d155f5fd.jpg - fonte: 466369897 62d155f5fd.jpg (imagem JPEG, 500x375 pixels) (http://farm1.static.flickr.com/214/466369897 62d155f5fd.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/466369897_62d155f5fd.jpg></center></p>
<li><b>Anotações centralizadas</b>: Eu prefiro um bloquinho e caneta, e você pode preferir algo mais tecnológico, mas tem algo que funciona bem em qualquer caso: anotar tudo no mesmo lugar (e mantê-lo à mão &#8211; sem perder, claro!) &#8211; depois que a viagem acaba, cada anotação pode ser transcrita para onde melhor couber, mas durante ela, às vezes é necessário consultar alguma coisa durante um telefonema, dentro do táxi ou em um papo de elevador &#8211; e ter tudo em um só lugar ajuda muito.
<p>&nbsp;<br />
<center><img  title="batteries 701933.jpg - fonte: batteries 701933.jpg (imagem JPEG, 400x300 pixels) (http://www.theblogulator.com/uploaded images/batteries 701933.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/batteries-701933.jpg></center></p>
<li><b>Aumentando a duração das baterias</b>: Em viagens é comum acontecer de o notebook ter de funcionar ao longo de um período extenso sem possibilidade de recarga &#8211; e aí desativar os efeitos 3D, reduzir o número de processos desnecessários em execução, desligar a rede wireless (se não estiver em uso), e ficar de olho nas oportunidades de usar uma tomada &#8211; se possível, sendo um bom companheiro, e compartilhando-as com os demais. No caso do celular, já demos <a href=http://www.efetividade.net/2008/02/25/como-aumentar-a-duracao-da-bateria-do-celular-e-smartphone/>várias dicas para aumentar a duração da bateria</a>, mas o Lifehacker <a href=http://lifehacker.com/5236603/top-10-battery-hacks-tips-and-tricks>insiste</a> em uma que não mencionamos: segundo ele, deixar o celular em contato com nosso corpo (por exemplo, no bolso da calça) tem um malefício extra: o calor acelera o consumo da bateria. Uma razão a mais para deixá-lo em um local mais saudável. Outra dica, para os casos em que for necessário, é ter baterias extras, os carregadores para elas, e o preparo físico para transportar o peso extra delas por aí.
<p>&nbsp;<br />
<center><img  title="vodafone350.jpg - fonte: vodafone350.jpg (imagem JPEG, 350x237 pixels) (http://apcmag.com/site/wp content/uploads/2006/07/vodafone350.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/vodafone350.jpg></center></p>
<li><b>Conexão em (quase) todo lugar</b>: Muita gente reclama da qualidade ou desempenho das conexões 3G, mas para mim é uma alternativa que tem funcionado (com desempenho aceitável) em todos os locais para os quais viajei recentemente, e mesmo quando o desempenho piora, é melhor do que não ter acesso na hora da necessidade. Conexões de aeroportos, hotéis e restaurantes às vezes são boas, mas é difícil contar com elas: somem de repente, não têm bom suporte, e sua segurança nem sempre é das melhores &#8211; ter alternativa à mão pode fazer a diferença.
<p>&nbsp;<br />
<center><img  title="3 lock.jpg - fonte: 3 lock.jpg (imagem JPEG, 600x600 pixels) (http://www.officeteamelectronics.co.uk/osc/images/3 lock.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/3_lock.jpg></center></p>
<li><b>Proteção para o notebook</b>: existem alguns softwares que podem ajudar na recuperação pós-furto (pesquise junto ao seu fornecedor), mas na minha opinião o mais eficaz é prevenir a ocorrência. Nos locais em que há alta incidência destes crimes, uma trava bem visível pode ser uma boa forma de fazer com que o criminoso não escolha o seu micro. Eu prefiro uma trava Targus com alarme sonoro acionado por movimentos, porque ela ajuda também a não levarem o notebook quando ele está dentro da mochila. Claro que isso só ajuda contra o criminoso furtivo, que pretende levar um notebook discretamente e sem ser notado. Se ele quiser usar a violência, travas e alarmes pouco adiantarão.
<p>&nbsp;<br />
<center><img  title="sony psp japan.jpg - fonte: sony psp japan.jpg (imagem JPEG, 440x330 pixels) (http://gadgetgrocery.com/shoppingcart/images/sony psp japan.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/sony_psp_japan.jpg></center></p>
<li><b>Entretenimento e distração</b>: Já mencionei várias vezes ao longo deste texto a questão das longas esperas que ocorrem ao longo das viagens &#8211; os períodos nos aeroportos, o aguardo por conduções, o próprio tempo de vôo, os períodos não-ocupados durante os eventos, etc. É saudável usar vários deles para se manter em dia com as pendências, mas em alguns momentos é interessante dispor de uma alternativa que conduza ao relaxamento e à distração &#8211; mesmo quando você não deseja, ou não pode, tirar uma sonequinha. Eu às vezes recorro ao celular (para um jogo rápido ou para navegar na web, quando dá), e tenho levado comigo um PSP com alguns jogos, e uma seleção de músicas, algum filme ou seriado na memória. Basta estar em um local suficientemente seguro e discreto, colocar os fones de ouvido (ligando ou não a atenuação de ruídos externos, dependendo da ocasião), e relaxar, escapando da programação duvidosa da central de entretenimento do avião, ou tentando esquecer do desconforto das salas de embarque. Parei de usar o notebook para esta finalidade, porque no final das contas o PSP é mais prático e discreto, é leve o suficiente, e não há necessidade de se preocupar com consequências mais sérias de um eventual esgotamento das suas baterias. E caso elas acabem (e acabam&#8230;), sempre posso contar com um livro leve ou revista que vai na bagagem de mão.
<p>&nbsp;<br />
<center><img  title="man waiting airport ottawa 23137577241.jpg - fonte: man waiting airport ottawa 23137577241.jpg (imagem JPEG, 500x309 pixels) (http://www.vagabondish.com/wp content/uploads/man waiting airport ottawa 23137577241.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/man-waiting-airport-ottawa-23137577241.jpg></center></p>
<li><b>Final de ano e feriadões &#8211; Caos aéreo</b>: Se você for viajar em um período em que é razoável imaginar que os aeroportos estarão lotados, tendendo ao atraso e bem mais estressantes que o usual, vale se prepara com um <a href=http://www.efetividade.net/2007/12/03/caos-aereo-como-se-preparar-para-longas-esperas-em-aeroportos/>Kit para Caos Aéreo</a> na bagagem de mão, para aqueles casos em que a lanchonete e a banca de jornal do aeroporto já fecharam, e você ainda estará lá por algumas horas. Travesseiro inflável, garrafa de água, biscoitos, uma muda de roupa para frio (não esqueça das conexões&#8230;), algum dinheiro trocado, um livro (leve) extra, baralho, os remédios que você toma regularmente, etc.
</ol>
<h2>Sua vez</h2>
<p>Compartilhei acima algumas das dicas que já colecionei, e alguns links para artigos complementares aqui do <a href=http://efetividade.net/>Efetividade.net</a>. Mas, como de costume, conto com vocês para complementá-las com as suas próprias experiências, nos comentários!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.efetividade.net/2009/08/31/embarque-imediato-12-dicas-para-viajantes-efetivos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>18</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Você odeia reuniões?</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/07/30/voce-odeia-reunioes/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2009/07/30/voce-odeia-reunioes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 10:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=1678</guid>
		<description><![CDATA[Reuniões indesejadas, assim como as apresentações em slides com textos grandes e gente que atende o celular em momentos impróprios, são males inevitáveis do mundo moderno. 

Já tratei do tema muitas vezes aqui no Efetividade (veja a coleção de links para os artigos), mas ele sempre volta à baila, e na semana corrente foi bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reuniões indesejadas, assim como as apresentações em slides com textos grandes e gente que atende o celular em momentos impróprios, são males inevitáveis do mundo moderno. </p>
<p><center><img  title="business meeting.jpg - fonte: business meeting.jpg (imagem JPEG, 330x364 pixels) (http://people.uwec.edu/BAEHRAR/images/business meeting.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/business-meeting.jpg></center></p>
<p>Já tratei do tema muitas vezes aqui no Efetividade (veja a <a href=http://www.efetividade.net/2008/02/15/reuniao-mais-produtiva-como-preparar-executar-e-encerrar-com-efetividade/>coleção de links para os artigos</a>), mas ele sempre volta à baila, e na semana corrente foi bastante discutido entre meus colegas de trabalho &#8211; o que já seria razão mais do que suficiente para eu tratar do assunto brevemente por aqui.</p>
<p><center><img width=420 height=281 title="freakonomics-1978106_4.jpg" src=http://img.efetividade.net/img/freakonomics-1978106_4.jpg></center>  </p>
<p>Mas há outro motivo: o <a href=http://freakonomics.blogs.nytimes.com/>Freakonomics</a> (blog de <a href=http://afiliados.efetividade.net/?produto/1/1978106/freakonomics:+o+lado+oculto+e+inesperado+de+tudo+que+nos+afeta>um dos meus livros preferidos da década</a>) publicou um <a href=http://freakonomics.blogs.nytimes.com/2009/07/28/read-this-if-you-hate-meetings/>post sobre reuniões</a> (tratando inclusive do ódio contra as reuniões) que merece ser lido e debatido.</p>
<p>Se você manda bem no inglês, <a href=http://freakonomics.blogs.nytimes.com/2009/07/28/read-this-if-you-hate-meetings/>corra pra ler o post deles</a>, e também <a href=http://www.paulgraham.com/makersschedule.html>o post do Paul Graham que deu origem ao tema por lá</a>.</p>
<p>Ou, para quem preferir, segue meu resumo adaptado:</p>
<p><b>Reuniões, gestores e técnicos</b></p>
<p>Uma razão pela qual os técnicos em geral (e as pessoas cujo trabalho envolve produzir ou criar coisas, em particular) odeiam tanto as reuniões é que os cronogramas deles são diferentes dos das demais pessoas &#8211; e por isso as reuniões custam bem mais a eles.</p>
<p>O cronograma dos gestores absorve muito melhor as reuniões, porque a atividade deles é baseada na tomada de decisões. As comunicações diretas e reuniões são ferramentas essenciais para eles, e a agenda deles, dividida na prática em pequenos blocos (às vezes realmente com a duração de uma hora, como vemos nas agendas de papel) comporta muito melhor este tipo de compromisso, e permite mudar de atividade muitas vezes ao longo do dia. Marcar uma reunião ou uma discussão acaba sendo algo muito mais próximo da simplicidade teórica de arrumar um horário, um local e ir lá.</p>
<p>Geralmente (mas nem sempre), os detentores do poder em uma organização trabalham neste tipo de cronograma, e naturalmente esperam (até por não perceber a existência de diferença) que toda a equipe se adeque.</p>
<p><center><img  title="1761789263 ae0c4ab7ec.jpg - fonte: 1761789263 ae0c4ab7ec.jpg (imagem JPEG, 500x375 pixels) (http://farm3.static.flickr.com/2415/1761789263 ae0c4ab7ec.jpg?v=0) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/1761789263_ae0c4ab7ec.jpg><br /><i>Um </i>stand-up meeting<i>, previsto em metodologias ágeis de projetos</i></center></p>
<p>Mas os técnicos (em sentido amplo: escritores, programadores, pesquisadores&#8230;) funcionam de outro jeito: a atividade essencial deles demora para engrenar, e quando engrena, precisa de continuidade. A &#8220;agenda natural&#8221; deles é dividida em blocos maiores, de 3 ou 4 horas, devido a essa latência inicial (o período que demora até a atividade técnica ou criativa engrenar), e ao ganho de produtividade que vem em seguida.</p>
<p>É difícil escrever ou programar bem em períodos de 1h de cada vez. Pessoalmente, para escrever, eu me dou muito melhor com períodos mais longos, demorando uns 45 minutos até alcançar a velocidade de cruzeiro, e às vezes escrevendo vários artigos por vez, para aproveitar o nível de produtividade alcançado.  Ter de interromper isso devido a uma reunião ou contato é um fato da vida, mas realmente é bastante custoso para a produtividade e motivação &#8211; ainda mais quando a necessidade da reunião não é aceita ou percebida.</p>
<p>Minha atividade diária me coloca em uma agenda de gestor, e aí realmente é natural parar tudo para participar ou coordenar uma reunião, ou para receber algum contato. Neste contexto, não é nada custoso, pois eu já estava no modo de cronograma adequado.</p>
<p>Mas quando entro em alguma atividade que me coloca no modo de cronograma de técnico, aí as interrupções realmente começam a custar caro, e às vezes a presença de uma reunião em um período chega a inviabilizar o bom uso das demais horas daquele período para as atividades que eu inicialmente havia planejado.</p>
<p><b>E na prática?</b></p>
<p>Claro que isso não é uma tradução fiel do <a href=http://freakonomics.blogs.nytimes.com/2009/07/28/read-this-if-you-hate-meetings/>artigo original</a>, cuja leitura eu recomendo &#8211; minha versão tem interpretações e opiniões bastante pessoais. Mas é algo que eu vivo no meu dia-a-dia profissional (inclusive porque vario entre os 2 modos de cronograma), e nunca havia percebido assim, de forma tão objetiva.</p>
<p>Entender a natureza dos desafios da nossa administração do tempo ajuda a resolvê-los de maneira mais efetiva, e não tenho dúvida de que a compreensão destes fatores pode ajudar, no mínimo, a escolher melhor os métodos (como o stand-up meeting, da foto lá de cima), datas e horários das reuniões das equipes técnicas, para evitar o desperdício desnecessário do seu potencial. E não vejo limite máximo para as melhorias de produtividade e resultados que o uso otimizado das reuniões pode trazer. Afinal, ele traz vantagens pelos 2 lados: o melhor aproveitamento do potencial da equipe, e as vantagens que a comunicação efetiva (nterna, com parceiros, fornecedores, clientes, etc.) trazem por natureza.</p>
<p>E já que estamos tratando do assunto, leia também &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2008/02/15/reuniao-mais-produtiva-como-preparar-executar-e-encerrar-com-efetividade/">Reunião mais produtiva: como preparar, executar e encerrar com efetividade</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2007/05/19/ganho-de-produtividade-interrupcoes/">Ganhe produtividade sabendo lidar com as interrupções no trabalho</a>&#8221; &#8211; depois compartilhe conosco suas impressões!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.efetividade.net/2009/07/30/voce-odeia-reunioes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>13</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fazendo acontecer: O que podemos aprender com Adams Óbvio</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/07/28/fazendo-acontecer-o-que-podemos-aprender-com-adams-obvio-2/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2009/07/28/fazendo-acontecer-o-que-podemos-aprender-com-adams-obvio-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 14:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=1669</guid>
		<description><![CDATA[Obvious Adams, traduzido no Brasil como Adams Óbvio, é um personagem de ficção que eu vim a conhecer ainda na adolescência, devido a uma jogada de marketing brilhante da Souza Cruz, que encartou a sua história (na forma de livreto) nas principais revistas brasileiras, para ajudar a promover o conceito do cigarro Free &#8211; em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>Obvious Adams</i>, traduzido no Brasil como Adams Óbvio, é um personagem de ficção que eu vim a conhecer ainda na adolescência, devido a uma jogada de marketing brilhante da Souza Cruz, que encartou a sua história (na forma de livreto) nas principais revistas brasileiras, para ajudar a promover o conceito do cigarro Free &#8211; em uma época em que as leis contra o tabagismo ainda eram bem menos severas do que hoje.</p>
<p>A campanha não me transformou em um fumante, mas a história de Adams Óbvio (juntamente com a &#8220;Mensagem a Garcia&#8221;, que abordarei em outra ocasião) me deu diversas dicas que até hoje me inspiram na hora de realizar escolhas complicadas ou de procurar o fio da meada de problemas complexos.</p>
<p><b>(alerta de <i>repost</i>!)</b> Escrevi e publiquei o artigo abaixo originalmente <a href=http://www.efetividade.net/2006/11/22/fazendo-acontecer-o-que-podemos-aprender-com-adams-obvio/>no final de 2006</a>, mas trago-o de volta à capa hoje em homenagem à quantidade de soluções complicadas que tenho visto surgir para os problemas simples do dia-a-dia, e em atenção ao contingente de leitores que começou a seguir o <a href=http://efetividade.net>Efetividade.net</a> mais recentemente.</p>
<p><center><img border=0 src=http://trilux.org/img/obvious-adams.jpg><br /><i>Capa de uma edição recente</i></center>  </p>
<p>Em meados de 2006 comprei uma reprodução da edição original do livro em inglês (datado de 1916), e acredito que os leitores do Efetividade.net gostarão de saber que existe uma tradução completa (e legalizada, acredito) do livro disponível para livre acesso na Internet. Não vou reproduzi-la aqui, mas compartilho meus comentários sobre o que podemos aprender com Adams Óbvio, e os links para onde o texto integral pode (ou podia) ser encontrado.</p>
<p><b>Quem é Adams Óbvio</b></p>
<p>&#8220;Adams Óbvio&#8221; é a biografia ficcional de Osborne Adams, que trabalhava para a Oswald Advertising Agency, em New York. O livro foi um sucesso instantâneo quando foi publicado &#8211; um fenômeno comparável ao de &#8220;Como fazer amigos e influenciar pessoas&#8221;, nos anos 70, ou &#8220;A terceira onda&#8221; nos anos 80. </p>
<p>É um livro bastante curto, com estilo que trai seus mais de 90 anos de idade, que você pode ler tranquilamente em menos de 1 hora, e eu recomendo &#8211; mas muito mais pelo potencial de inspiração do que pela possibilidade de aprender alguma lição prática. </p>
<p>Consta que sucessivas edições se esgotaram durante anos a fio, inclusive porque executivos tinham a prática de presentear suas equipes com exemplares do livro, na esperança de inspirá-los a seguir o exemplo de Adams, por mais óbvia que a sua história seja ;-)</p>
<p>Todas as pequenas &#8220;parábolas&#8221; da história de Adams Óbvio acabam demonstrando a razão do seu sucesso: fazer o óbvio. Mas não aquele óbvio que salta aos olhos, que freqüentemente é a razão do insucesso de quem não analisa suficientemente suas questões &#8211; Adams sabia que o óbvio nem sempre é evidente, e ia até o cerne, <b>não se deixando desviar dos fatos, nem cedendo à tentação de analisar apenas a parte mais interessante da amostra</b>. </p>
<p>Olhar objetivamente os fatos, analisá-los, chegar a uma conclusão clara, e agir de acordo com ela, é a receita da maioria das vitórias. Ainda assim, muitas vezes estas vitórias nem chegam a ser reconhecidas como tal, devido ao sherlockiano efeito de considerar simples um problema complexo, uma vez que a solução seja apresentada.</p>
<p><b>Necessário, mas insuficiente</b></p>
<p>É claro que a atitude de Adams não é suficiente para levar ninguém ao sucesso, pois da direção dele não surgem as estratégias surpreendentes que acabam sendo o diferencial ou o ponto de vantagem em relação a outras empresas ou organizações que tenham a mesma competência. Mas os resultados do exemplo de Adams são um exemplo a ter em mente para quem atinge menos do que ele por duas razões básicas:</p>
<ol>
<li>Por não dedicarem atenção suficiente à análise, acabam fazendo menos do que o óbvio; ou
<li>Por desejarem se destacar mais do que desejam resolver o problema, deixam de fazer o óbvio.
</ol>
<p><center><img  title="786044 bright idea.jpg - fonte: 786044 bright idea.jpg (imagem JPEG, 2828x2008 pixels) (http://www.counsellingconnection.com/wp content/uploads/2007/12/786044 bright idea.jpg) " src=http://img.efetividade.net/img/xtra/786044_bright_idea.jpg></center></p>
<p>Na minha opinião, toda equipe bem-sucedida deseja ter pelo menos um Adams Óbvio, e todo líder de sucesso deve saber quando seguir o exemplo de Adams, e quando fugir dele.</p>
<p>E não tenho dúvida de que todo mundo em busca de um avanço em sua carreira não pode deixar de ler e refletir sobre a história de como Adams obteve seu primeiro emprego em publicidade. </p>
<p>E quem lida com chefes ou equipes que têm dificuldades em remover a neblina que esconde o óbvio deve recomendar especialmente o trecho em que Adams descobre como aumentar a lucratividade da filial da loja de calçados.</p>
<p>Para ler a história completa, veja a <a href=http://www.obvio.ind.br/Adams%20Obvio.htm>tradução oficial</a> disponibilizada on-line e gratuitamente por uma agência de marketing chamada&#8230; Óbvio.</p>
<p>Ao final do texto traduzido, há um anexo escrito pelo autor, anos depois da publicação, explicando 5 maneiras de testar o óbvio, e 5 caminhos criativos para reconhecê-lo. Eis os caminhos, mas para saber a explicação e os exemplos do autor você terá que <a href=http://www.obvio.ind.br/Adams%20Obvio.htm>ler lá</a> ;-)</p>
<ol>
<li>Não se impressione como a coisa sempre tenha sido feita ou como outras pessoas gostariam de fazê-la.
<li>Imagine como seria divertido se tudo pudesse ser completamente invertido. (O fato de uma coisa ter sido feita ou construída de um certo jeito, por vários séculos, significa, possivelmente, que chegou a hora de questioná-la.)
<li>Será que você conta com a aprovação e com a participação do público no seu projeto?
<li>Quais oportunidades estão passando desapercebidas porque ninguém se importou de examiná-las?
<li>Quais são as necessidades específicas do caso?
</ol>
<p>Os exemplos são bastante ilustrativos, mas também são um testemunho da idade do livro: a invenção dos carros-leito em ferrovias, a caneta esferográfica, os supermercados (o conceito do &#8220;pegue e pague&#8221;), os queijos Kraft. Todas estas idéias parecem óbvias hoje, e não dão a idéia de serem uma grande aplicação de tecnologia. Mas elas certamente não eram óbvias antes de serem inventadas!</p>
<p>O resumo da ópera: fazer apenas o óbvio não é receita de sucesso, mas fazer menos do que isto, ou deixar de fazê-lo, é sempre um caminho arriscado.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.efetividade.net/2009/07/28/fazendo-acontecer-o-que-podemos-aprender-com-adams-obvio-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
