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	<title>Efetividade.net &#187; Carreira</title>
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	<description>Agenda em dia e caixa de entrada vazia!</description>
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		<title>Ergonomia: trabalha sentado? Levante-se e ande a cada 20 minutos</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/09/22/ergonomia-trabalha-sentado-levante-se-e-ande-a-cada-20-minutos/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 12:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Home office]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Levanta-te e anda&#8221; é uma instrução registrada há séculos, mas acaba de ressurgir como resposta a um modismo de intenções ergonômicas sobre o qual me permiti manter distância: as standing desks, ou mesas para realizar em pé o trabalho usualmente feito sentado, como aquele que você realiza no seu computador. Não que eu duvide dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Levanta-te e  anda&#8221; é uma <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&#038;q=levanta-te+e+anda&#038;btnG=Pesquisa+Google&#038;meta=">instrução registrada há séculos</a>, mas acaba de ressurgir como resposta a um modismo de intenções ergonômicas sobre o qual me permiti manter distância: as <i>standing desks</i>, ou mesas para realizar em pé o trabalho usualmente feito sentado, como aquele que você realiza no seu computador.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/standing-at-desk_360-104755.jpg" title="standing-at-desk_360-104755.jpg - fonte: standing at desk 360.jpg (360×396) (http://scintillator.files.wordpress.com/2011/07/standing at desk 360.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/standing-at-desk_360-104755.jpg -->
<p>Não que eu duvide dos <a href="http://lifehacker.com/5800720/the-sitting-is-killing-you-infographic-illustrates-the-stress-of-prolonged-sitting-importance-of-getting-up">malefícios associados ao hábito de trabalhar sentado</a> o dia inteiro. Pelo contrário, até. </p>
<p>O que eu duvido com relação aos <i>standing desks</i> é que substituir o hábito de ficar sentado pelo hábito de ficar em pé, com todo o esforço de adaptação (altura da mesa, ângulo do monitor, cabos, etc.) que a medida exige, seja a medida com melhor relação custo/benefício ao alcance de quem deseja escapar dos aspectos negativos do hábito de trabalhar sentado.</p>
<p>Isso para não falar no &#8220;efeito modismo&#8221;: as <i>standing desks</i> normalmente também permitem trabalhar sentado (em uma cadeira alta ou banqueta), e o estudo mencionado abaixo observou pessoas durante sua adoção e uso, concluindo que a maioria delas não fica realmente de pé por períodos longos, e após 30 dias passa a trabalhar sentada durante todo o tempo.</p>
<h2>Os riscos específicos de trabalhar em pé</h2>
<p>Com hábitos ergonômicos parece haver um fenômeno parecido com o das dietas, no qual pode-se facilmente encontrar estudos contemporâneos concluindo de forma oposta. Tomar 3 cafezinhos por dia faz bem ou faz mal? E o consumo de ovos? E um cálice de vinho toda noite? </p>
<p>Claro que alguns estudos são melhor embasados do que outros, e algumas conclusões são mais diretamente apoiadas nos dados do que outras, mas basta procurar no histórico do Globo Repórter para perceber quantas vezes já se divulgou mudanças de opinião sobre estes alimentos nas últimas décadas ツ</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/sit-to-walk-station-desk-treadmill-6-104755.jpg" title="sit-to-walk-station-desk-treadmill-6-104755.jpg - fonte: sit to walk station desk treadmill 6.jpg (537×400) (http://inhabitat.com/wp content/blogs.dir/1/files/2010/07/sit to walk station desk treadmill 6.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/sit-to-walk-station-desk-treadmill-6-104755.jpg -->
<p>A questão ergonômica das <i>standing desks</i> não é tão popular quanto o efeito do consumo diário de um cálice de vinho, e é provável que vários leitores não tenham ouvido falar no assunto até hoje. </p>
<p>Seria injusto recorrer ao reducionismo de dizer que se trabalhar em pé ao redor da mesa fosse tão mais produtivo e saudável, os balconistas viveriam até os 110 anos. Mas <a href="http://ergo.human.cornell.edu/CUESitStand.html">a conclusão de um estudo comparativo feito na universidade de Cornell</a> sobre sentar ou ficar de pé no trabalho vai mais ou menos nesta direção, apontando que há mesmo riscos associados ao hábito de trabalhar sentado, mas os riscos de trabalhar de pé também são consideráveis, e são bem conhecidos.</p>
<p>Entre os aspectos negativos e riscos associados a trabalhar de pé, o estudo cita:</p>
<ul>
<li>Cansa mais
<li>Multiplica por 9 os riscos de arterosclerose devido à carga adicional no sistema circulatório
<li>Aumenta o risco de varizes
<li>Reduz o desempenho em várias tarefas que exigem coordenação motora fina
<li>No caso do trabalho com computador, a postura necessária para manipular o teclado e mouse é mais exigente e aumenta o risco de lesões por esforço repetitivo
<li>No caso (incomum) das mesas associadas a esteiras de caminhada (como a da imagem acima, você notou?) ou bicicletas ergométricas, o número de erros de operação de computador aumentou consideravelmente
</ul>
<h2>O que fazer?</h2>
<p>Os problemas associados a trabalhar sentado também são bastante concretos: aumenta a proporção em que as gorduras são depositadas em tecido adiposo e não metabolizadas nos músculos, e também tem correlação apontada com riscos cardíacos, por exemplo &#8211; e dizem que a atividade muscular necessária para manter-se de pé consome 20% de calorias a mais do que manter-se sentado.</p>
<p>Mas a <a href="http://ergo.human.cornell.edu/CUESitStand.html">conclusão do estudo</a> está em sintonia com o que eu pensava, e traduzo: &#8220;As estações de trabalho que permitem trabalhar em pé ou sentado são caras e geralmente não tem efeito sobre as questões apresentadas&#8221;.</p>
<p>Mas eles não se furtam a propor um solução alternativa, que me parece muito mais simples de adotar: trabalhar sentado junto a uma escrivaninha com medidas ergonômicas, e <b>a cada 20 minutos levantar por 2 minutos e SE MOVER</b>.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/Lady_Walking-104755.jpg" title="Lady_Walking-104755.jpg - fonte: Lady Walking.jpg (665×1000) (http://www.mjl officesolutions.co.uk/assets/images/Lady Walking.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/Lady_Walking-104755.jpg -->
<p>O destaque: nestas pausas, limitar-se a ficar de pé perto da mesa não é suficiente: o movimento é importante para ativar a circulação pelos músculos. Ao mesmo tempo, pesquisas prévias mostram que não é necessário realizar outros exercícios para obter este efeito em particular: andar um pouco é suficiente.</p>
<p>A dica, portanto, vale até para quem nunca ouviu falar em standing desk, seja no home office ou num ambiente de trabalho coletivo: pausas curtas regulares (ainda segundo a publicação, a precisão do tempo não é crítica: a cada 20 ou 30 minutos está bom) acompanhadas de uma breve caminhada podem fazer muito bem. </p>
<p>Só cuidado para essa caminhada não ser até a geladeira ou a lanchonete, senão o efeito cardiovascular e calórico pode se inverter ツ</p>
]]></content:encoded>
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		<title>10 coisas que gostaríamos de saber quando estávamos na faculdade</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/09/08/10-coisas-que-gostariamos-de-saber-quando-estavamos-na-faculdade/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 12:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>

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		<description><![CDATA[Um tema comum a todas as décadas é a constatação, por quem já tem alguns anos a mais de experiência, de que as pessoas da geração posterior continuam cometendo os mesmos erros (além dos novos e dos ampliados, é claro), deixando de aproveitar as mesmas oportunidades e achando que problemas triviais são os piores que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um tema comum  a todas as décadas é a constatação, por quem já tem alguns anos a mais de experiência, de que as pessoas da geração posterior continuam cometendo os mesmos erros (além dos novos e dos ampliados, é claro), deixando de aproveitar as mesmas oportunidades  e achando que problemas triviais são os piores que enfrentarão em toda a sua vida.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/college-student-studying-104755.jpg" title="college-student-studying-104755.jpg - fonte: college student studying.jpg (579×434) (http://www.quizzle.com/blog/wp content/uploads/2011/02/college student studying.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/college-student-studying-104755.jpg -->
<p>Tudo isso é natural e continuará a se repetir ainda por muito tempo, assim como também haverá aquele contingente de pessoas que consegue absorver o ponto de vista de quem já passou pela experiência, e entende a tempo que: </p>
<ul>
<li>o famigerado Trabalho de Conclusão de Curso não é só um desafio e um problema, mas também uma oportunidade;
<li>que rodar na cadeira de macroeconomia (ou, quem sabe, de refrigeração ou de cálculo III) raramente encerra a carreira profissional de alguém e
<li>que, por mais difícil que seja a prova de alguma matéria, preparar-se para ela está longe do nível de comprometimento que será necessário em etapas posteriores da sua vida.
</ul>
<p>Há uma semana o Lifehacker perguntou a seus leitores <a href="http://lifehacker.com/5836506/what-do-you-know-now-that-you-wish-you-knew-in-college">o que eles sabem agora e gostariam de ter sabido no tempo da faculdade</a>. As respostas, naturalmente, variaram por um amplo e subjetivo campo, mas ontem saiu um apanhado dos <a href="http://lifehacker.com/5837826/the-ten-most-important-things-we-learned-about-college">assuntos mais frequentemente mencionados pelos leitores</a> de lá em suas respostas, e que possivelmente interessa aos nossos leitores que estão a caminho da universidade, ou passando por esta etapa neste momento.</p>
<p>Vale destacar que outra crença comum é de que, a cada geração, as faculdades se tornam menos funcionais, os alunos mais dispersos, a disponibilidade de tempo para extensão mais escassa e os professores menos motivados e preparados. Talvez seja verdade em termos objetivos, talvez não &#8211; mas precisamos jogar com as cartas que temos, e as faculdades que estão ao nosso alcance são as da nossa época, e não as anteriores (felizmente, certo?)</p>
<p>Vamos, portanto, a uma pequena seleção dos pontos destacados pelos leitores do Lifehacker, acompanhados de comentários meus e do convite a que outras pessoas que estejam passando pela experiência, que já tenham passado ou que ainda pretendam passar compartilhem sua visão nos comentários!</p>
<h2>Sabedoria acadêmica</h2>
<ul>
<li><b>Esteja presente e em dia.</b> Vá à aula, cumpra os compromissos acadêmicos, faça a prova na primeira chamada, entregue o trabalho no dia certo, visite o professor orientador no local e horário adequado.
<dt>Não aproveitar as oportunidades de aprendizado e orientação, deixando tudo para a última hora, é uma forma certeira de queimar toda a sua credibilidade e reduzir a tolerância de todos os interlocutores quando um pequeno detalhe der errado na última hora e você não tiver mais tempo de colocar em prática um plano B. Imagine <b>quantos trabalhos já deixaram de ser entregues no prazo final porque o cartucho de impressão acabou</b> na madrugada do dia da entrega! Mas o responsável por depender de circunstâncias favoráveis de forma tão extrema é quem deixou tudo para ser resolvido depois.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/formatura-235-104755.jpg" title="formatura-235-104755.jpg - fonte: formatura+ +1.jpg (383×277) (http://1.bp.blogspot.com/ fG6eKeOefv4/TdH40bvEKXI/AAAAAAAAAQQ/UrUYfYNzojY/s1600/formatura%2B %2B1.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/formatura-235-104755.jpg -->
<li><b>Pense no que virá depois.</b> A hora de pensar no que você vai fazer um mês depois de formado não é na semana da formatura. A faculdade é um mecanismo que oferece condições de prepará-lo para a carreira, mas dificilmente isso acontece somente durante a rotina de transferir conteúdo e avaliar o aprendizado.
<p>Participar de outras iniciativas acadêmicas (diretório dos estudantes, empresa júnior, etc.), de estágios (obrigatórios ou não), de eventos de pesquisa e extensão, etc. pode ocupar espaços na sua agenda que você preferiria manter livres, mas ajuda a desenvolver uma série de habilidades, práticas e conhecimentos que depois vão diferenciar você nos currículos, entrevistas, avaliações e mesmo na sua autoconfiança &#8211; além de ajudar a entender o que você realmente quer fazer depois de se formar.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/college-student-104755.png" title="college-student-104755.png - fonte: college student.png (523×309) (http://www.jobo3.com/blog/wp content/uploads/2008/09/college student.png) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/college-student-104755.png -->
<li><b>Conheça e seja conhecido.</b> <i>Networking</i>, quando mal empregado, chega a ser quase um sinônimo de alpinismo social. Mas criar e manter um círculo de relacionamentos com pessoas que compartilhem interesses alinhados, quando não é um esforço artificial e baseado em falsidade, é uma oportunidade que quase sempre está presente na faculdade.
<p>Os colegas de outras turmas e cursos, os alunos que fazem acontecer as iniciativas acadêmicas, os professores, diretores, palestrantes, etc. podem ser as pessoas que no futuro apresentarão você a um possível sócio, fornecedor ou cliente, que serão o contato para se aproximar de uma empresa, ou que lembrarão do seu nome e procurarão no Facebook (ou no LinkedIn&#8230;) caso surja uma oportunidade para alguém que tenha exatamente o perfil que eles lembram que você tinha. Neste sentido, participar dos jogos estudantis, das jornadas de pesquisa e de outros eventos acadêmicos ou associados ganha uma perspectiva a mais, que merece ser levada em conta.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/Group-of-Students-104755.jpg" title="Group-of-Students-104755.jpg - fonte: Group of Students.jpg (750×1125) (http://www.cesinusa.com/CESWebImages/Group%20of%20Students.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/Group-of-Students-104755.jpg -->
<li><b>Aproveite.</b> Por mais que tudo pareça difícil na faculdade, a tendência é que mais tarde você vá encarar regularmente desafios bem mais complexos do que o professor que não vai com a sua cara e o TCC com regras com as quais você definitivamente não concorda. Saber diferenciar o que justifica esquentar a cabeça e o que você pode deixar passar ,e um desafio em qualquer etapa da vida, mas ter em mente os seus objetivos pode ajudar a direcionar.
<p>Pode valer a pena procurar conscientizar-se de que tirar nota máxima em tudo não é garantia de futuro para boa parte das carreiras, e que talvez valha a pena encontrar um ponto de equilíbrio entre a busca das notas altas e o aproveitamento das oportunidades de coletar conhecimentos, experiências e contatos que terão valor real na vida posterior mas não contam pontos para o semestre.
</ul>
<p>As outras manifestações você encontra no <a href="http://lifehacker.com/5837826/the-ten-most-important-things-we-learned-about-college">artigo do Lifehacker</a>, cuja leitura eu recomendo ツ</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Matrix da Classe Média&#8221; e coaching financeiro</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/09/01/matrix-da-classe-media-e-coaching-financeiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 19:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Por Seiiti Arata Acompanho o Efetividade.net faz muitos anos e sempre aprendi muita coisa boa com o Augusto. Foi uma grande felicidade termos feito uma entrevista sobre produtividade pessoal alguns meses atrás. Mas a lição mais valiosa que aprendi no Efetividade foi a meta-informação que o Augusto nos mostra através de ações. É como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;<br />
<i>Por <a href="http://www.arataacademy.com/">Seiiti Arata</a></i></p>
<p>Acompanho o Efetividade.net faz muitos anos e sempre aprendi muita coisa boa com o Augusto. Foi uma grande felicidade termos feito uma <a href="http://www.arataacademy.com/port/entrevista-augusto-campos-do-efetividade-net-fala-sobre-produtividade-pessoal/">entrevista sobre produtividade pessoal</a> alguns meses atrás.</p>
<p>Mas a lição mais valiosa que aprendi no Efetividade foi a meta-informação que o Augusto nos mostra através de ações. É como ele nos ajuda pesquisando assuntos, simplificando idéias complexas e compartilhando com nossa turma de leitores. E nós retribuimos com a audiência e com a vida ao blog. Essa dinâmica é a essência da economia da gratidão &#8211; existe inclusive um livro bacana publicado pelo Gary Vaynerchuk chamado <a href="http://thankyoueconomybook.com/">The Thank You Economy</a> que ilustra bem esse modelo econômico. </p>
<p>Quando perguntei se o Augusto toparia publicar um artigo patrocinado para divulgar um programa de coaching financeiro, recebi uma resposta que já esperava: ele mantém o compromisso de não fazer publieditoriais. Mas se ofereceu a compartilhar gratuitamente aqui conosco um link que me dá muita satisfação pessoal, que é <a href="http://www.arataacademy.com/port/a-classe-alta-arata-academy-pesquisa-aberta-de-satisfacao/">a opinião dos clientes de coaching</a> que é desenvolvido pela Arata Academy.</p>
<p>Pra quem tem interesse em educação financeira e nos aspectos psicológicos e de marketing que nos dificultam alcançar a independência financeira, preparei um vídeo descontraído no meio da neve aqui, falando da <a href="http://www.arataacademy.com/port/a-classe-alta/">&#8220;Matrix da Classe Média&#8221;</a>, que é uma introdução ao conteúdo que a gente aborda no programa. Espero que gostem!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Produtividade X Inspiração, eis a questão</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/07/14/produtividade-x-inspiracao-eis-a-questao/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 12:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Não invejo quem tem uma rotina de produção baseada em um processo mecânico, objetivamente definido, em que as entradas chegam, são modificadas de uma forma fixa e geram uma saída uniforme, que é entregue ao cliente e avaliada apenas quanto à conformidade em relação a algum padrão. Prefiro a rotina de processos definidos mais subjetivamente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não invejo quem tem uma rotina de produção baseada em um processo mecânico, objetivamente definido, em que as entradas chegam, são modificadas de uma forma fixa e geram uma saída uniforme, que é entregue ao cliente e avaliada apenas quanto à conformidade em relação a algum padrão.</p>
<p>Prefiro a rotina de processos definidos mais subjetivamente, com mais espaço para a criatividade, para a aplicação diferenciada do conhecimento e que conduzem, naturalmente, a produtos que são avaliados de forma bem mais subjetiva.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/mechanical-memory-key_1.jpg" title="mechanical memory key 1.jpg - fonte: mechanical memory key 1.jpg (575×403) (http://www.geeky gadgets.com/wp content/uploads/2009/06/mechanical memory key 1.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/mechanical-memory-key_1.jpg -->
<p>Mas os integrantes do primeiro grupo contam com uma condição que muitas vezes me parece desejável: depender muito menos da <strong>inspiração</strong>, este ente difícil de definir e impossível de controlar que, quando resolve não chegar na hora em que precisamos, prejudica profundamente os resultados – e o momento no qual precisamos dela, quando nosso trabalho envolve criatividade, é sempre.</p>
<p>A própria definição de inspiração no dicionário demonstra claramente o seu caráter etéreo. Define o Houaiss:</p>
<blockquote><p>espécie de alento, sopro criador que, emanado de um ser sobrenatural, levaria aos homens conselhos, sugestões; iluminação, revelação. Derivação por extensão de sentido: ação que se exerce sobre as disposições psíquicas, sobre a vontade de determinada pessoa; conselho, sugestão, influência. Derivação &#8211; sentido figurado: entusiasmo criador que anima e aumenta a criatividade de escritores, artistas, pesquisadores etc.</p></blockquote>
<p>Como se percebe, este sopro criador que conduz a ideias e soluções inovadoras, é definido &#8211; desde a antiguidade e até hoje – como algo originado externamente. Objetivamente falando, não me faz grande diferença saber se a inspiração é mesmo um sopro externo ou é um mecanismo objetivo inconsciente, como definem psicanalistas e até mesmo algumas teorias político-econômicas – o que me importa mesmo é que preciso dela, e já vivi tempo suficiente para saber que não consigo controlá-la.</p>
<p>Mas eu dependo dela mesmo assim, e também já vivi tempo suficiente para saber que ela pode ser cultivada, ainda que a colheita na hora esperada permaneça sendo algo que não é garantido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não deixe a produtividade sufocar a sua inspiração</strong></p>
<p>Se você quer sufocar a criatividade de alguém, imponha a ele um processo burocrático de registro das suas ideias, e a necessidade de registrar quantitativamente a sua produção, com uma carga diária que consuma as suas energias na execução, e não na criação.</p>
<p>Felizmente a inspiração até pode ocorrer numa situação como a acima (especialmente nos momentos de urgência e de crise), mas quando a atenção precisa estar constantemente fixada na execução, ela frequentemente não encontrará espaço para soprar.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/4515.jpg" title="4515.jpg - fonte: 4515.jpg (308×308) (http://soaringondreamerswings.files.wordpress.com/2011/03/4515.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/4515.jpg -->
<p>Portanto, se você pretende produzir de forma inspirada, cuidado para não deixar sua rotina sobrecarregá-lo com a produção. Produtividade e eficiência são sempre importantes, mas no caso do trabalho criativo, às vezes faz sentido escolher conscientemente um número menor de compromissos e entregas, de modo a deixar espaço disponível para escrever.</p>
<p>Vivo isso diariamente: hoje eu escrevo para uma quantidade razoável de veículos, incluindo meus 3 blogs  (o Efetividade que você está lendo, o BR-Linux.org e o BR-Mac.org) e colunas regulares para o TechTudo, o IBM developerWorks, o iMasters e a revista LinuxMagazine, fora participações ocasionais em outros projetos e&#8230; sem contar o meu emprego “tradicional” como Administrador.</p>
<p>Não acho essa carga excessiva, mas já faz pelo menos 5 anos que <a href="http://www.efetividade.net/2009/04/14/seja-positivo-aprenda-a-dizer-nao/">decidi ser positivo aprendendo a dizer não</a> e assim recusar uma série de outras atividades que poderiam ser interessantes mas não contribuem para o que eu quero fazer.</p>
<p>Assim me sobram o tempo e a energia necessários para criar, e especialmente a consciência de que é normal passar mais tempo pensando no tema do que de fato escrevendo um artigo para algum periódico – afinal, a inspiração digita bem mais devagar do que eu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não bloqueie a chegada de sua matéria-prima</strong></p>
<p>Dias produtivos para mim tipicamente são aqueles em que eu posso simplemente sentar em frente ao teclado e produzir o texto que preciso entregar, sem me preocupar em garimpar ideias ou temas – já chego com o texto pronto, por assim dizer, e é só uma questão de registrá-lo.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/assinatura-revista-importada.jpg" ></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/assinatura-revista-importada.jpg -->
<p>Felizmente isto acontece bastante,  e não é por acaso: eu aprendi a cultivar e estimular o surgimento das ideias que me servem de matéria-prima para que elas ocorram de forma um pouco mais contínua, evitando assim aquele momento do &#8220;<a href="http://www.efetividade.net/2008/02/07/escrever-como-vencer-o-bloqueio-da-pagina-vazia/">bloqueio da página vazia</a>&#8221; no dia em que esgota o prazo para alguma coluna.</p>
<p>Claro que a minha receita não necessariamente se aplica a você, mas ela passa por 4 ingredientes principais:</p>
<ol>
<li><strong>Abertura</strong>. Para você pode ser se permitir ir tomar café na esquina, e não na térmica do escritório, para poder falar com pessoas diferentes. No meu caso é meramente reconhecer como “tempo produtivo”, e não como “mera vadiagem”, o período que passo observando e interagindo on-line com outras pessoas que têm interesse nos mesmos temas que eu cubro. O que elas estão falando ou perguntando em seus blogs, no Twitter, no MSN, etc. é um material riquíssimo para identificar pautas de interesse, e muitas vezes é a síntese do interesse real do público naquele momento.</li>
<p>&nbsp;</p>
<li><strong>Revistas</strong>. Assinar, comprar, folhear na banca. Não só as que são de óbvio interesse para meu tema: vocês não têm ideia de quantas vezes uma revista sobre carros ou uma matéria do futebol geraram a ideia para um post sobre produtividade ou comunicação por aqui&#8230; Quando falta ideia para um texto sobre Mac, muitas vezes acabo indo folhear alguma revista sobre camping ou sobre marcenaria (graças ao Zinio, <a href="http://www.efetividade.net/2011/03/14/como-assinar-revistas-importadas-no-seu-computador/">minha fonte de revistas sobre quase qualquer tema</a>), porque já me acostumei ao fato de que o subconsciente não precisa de informações relevantes, ele precisa é de espaço para a inspiração chegar.</li>
<p>&nbsp;</p>
<li><strong>Amplitude</strong>. Entender que o tema do BR-Mac, por exemplo, não precisa ser só o que acontece nas telas dos Macs e iPads, mas inclui também tudo o mais que interessa coletivamente à maioria dos usuários de Macs e iPads – pode até ser uma dica de importar acessórios, ou sobre uma nova revista que trata do assunto. Restringir temas restringe também as ideias.</li>
<p>&nbsp;</p>
<li><strong>Anotar</strong>. Quem poupa tem, e quem anota lembra. A ideia que você teve enquanto molhava as plantas e que poderia salvar a justificativa daquele projeto que será apresentado na semana que vem pode não sobreviver se você não anotá-la desde hoje, com todos os detalhes.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso tudo, tem as características ambientais: o silêncio ou a música certa, a companhia ou a solitude, o conforto ou o necessário grau de desconforto que muitas vezes leva à criação artística, e tantos outros fatores que variam de pessoa para pessoa &#8211; e que você deveria tentar identificar como funcionam para você.</p>
<p>Como diz a música dos Titãs, as ideias estão no chão, você tropeça e acha a solução. Mas isso só acontece se você tiver tempo de caminhar, e condições de reconhecer e recolher uma boa ideia na hora em que tropeça nela!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Equipe desmotivada: superando o desafio</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/07/04/equipe-desmotivada-superando-o-desafio/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 12:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada eu vivi uma experiência rara: uma equipe formada com pessoas oriundas de diversas organizações, reunida para passar 2 dias discutindo elementos inerentemente chatos (embora importantíssimos) referentes a um projeto conjunto conseguiu se manter motivada durante todo o período. Um sintoma da motivação, para vocês avaliarem: quando acabaram as horas alocadas para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada eu vivi uma experiência rara: uma equipe formada com pessoas oriundas de diversas organizações, reunida para passar 2 dias discutindo elementos inerentemente chatos (embora importantíssimos) referentes a um projeto conjunto conseguiu se manter motivada durante todo o período.</p>
<p>Um sintoma da motivação, para vocês avaliarem: quando acabaram as horas alocadas para a atividade no primeiro dia, e mesmo estando rigorosamente dentro do cronograma, houve uma decisão espontânea, não induzida pelo líder, para prorrogar a atividade por mais uma hora &#8211; e esta hora adicional cuidou não de adiantar a programação do segundo dia, mas sim para refinar o que já tinha sido aprovado no primeiro.</p>
<p>Mas meras evidências não bastam, é preciso também comprovar a eficácia, e neste sentido também ocorreu algo que deveria ser a regra, mas nem sempre se vê: a agenda da reunião foi integralmente cumprida, e os objetivos propostos (internos à atuação do grupo) foram todos alcançados.</p>
<p>Estando lá para testemunhar, posso informar que <a href="http://www.efetividade.net/2011/05/02/reuniao/">boas práticas para reuniões produtivas</a> foram seguidas, o que torna tudo mais fácil. Mas sem uma matéria-prima essencial &#8211; que é a equipe capaz de agir de forma motivada e <a href="http://www.efetividade.net/2010/06/22/comprometimento-e-a-vontade-de-fazer-parte-de-uma-historia/">com comprometimento</a>, o desafio teria sido bem maior.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/north_pole_marathon_mike_kingrex.jpg" title="north pole marathon mike kingrex.jpg - fonte: north pole marathon mike kingrex.jpg (400×225) (http://web.orange.co.uk/images/ice/quirkies/north pole marathon mike kingrex.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/north_pole_marathon_mike_kingrex.jpg -->
<p>Mas para cada pessoa motivada a continuar correndo mesmo nas condições mais inóspitas, há um universo de pessoas que não conseguem nem levantar da cadeira por falta de motivação. </p>
<p>E foi essa experiência na reunião que me lembrou de trazer a vocês novamente um post de um autor convidado, o Felipe Suzin, que em 2007 nos brindou com um artigo curto e direto que trabalha exatamente desta situação oposta: o desafio de lidar com uma equipe desinteressada.</p>
<p>Infelizmente o integrante desinteressado ou permanentemente desmotivado é um desafio comum nas organizações voluntárias e sem fins lucrativos, mas também está presente nas empresas, na sala de aula e até no seu grupo de estudos. Como lidar com ele sem removê-lo da equação?</p>
<p>Seria tudo mais fácil se você pudesse clicar com o botão direito na sua equipe, selecionar a opção &#8220;Incrementar motivação&#8221;, e pronto. Mas a motivação é um processo, não um evento isolado. É conseqüência, e não causa. A sua ausência pode vir de problemas conjunturais, estruturais, de infra-estrutura, de processos, e até mesmo de liderança em si.</p>
<p>Algumas razões comuns para a perda da motivação do membro da equipe são a falta de reconhecimento, de conhecimento dos objetivos da atividade que realiza, de uma perspectiva de progressão no futuro, os processos mal estruturados, a inadequação das métricas às características da equipe, e a inépcia dos superiores hierárquicos.</p>
<p>E foi na prevenção deste último fator &#8211; nos casos em que o superior hierárquico reune o interesse e as condições &#8211; que o leitor Felipe Suzin se concentrou ao elaborar seu breve artigo, que publico abaixo. Obrigado, Felipe!<br />
&nbsp;</p>
<p><strong>O desafio de liderar equipes com pessoas desinteressadas</strong><br />
<em>por Felipe Suzin</em></p>
<blockquote><p>&#8220;Li em um comentário de artigo anterior a solicitação de um leitor que queria um texto sobre a questão da liderança quando há pessoas desinteressadas na equipe. Como é área do meu interesse e uma das minhas principais atribuições profissionais, escrevi um pequeno artigo a respeito.</p>
<p>Desinteressados, mais do que simplesmente obstáculos funcionais, são muitas vezes uma criação da própria organização, por intermédio de políticas equivocadas de gestão de pessoas, pressão por metas elevadas sem o correspondente incentivo, ausência de planos de carreira, etc. Estes fatores ajudam a criar um verdadeiro batalhão de problemas que um pouco de planejamento poderia evitar.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/hate-demotivated.jpg" title="hate demotivated.jpg - fonte: demotivated.jpg (250×302) (http://carrandlyle.com/images/demotivated.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/hate-demotivated.jpg -->
<p>Como a maior parte destes problemas pertencem à esfera estratégica da empresa, foquei no trato direto com a equipe, que está mais ao alcance do gestor de nível médio da organização. Mas não esqueça: na próxima reunião com a diretoria, puxe os temas acima citados para a mesa de discussões.</p>
<p><strong>Liderando a equipe</strong>: Para liderar com efetividade uma equipe assim, a ferramenta mais útil é o diálogo. Esta é uma ferramenta tão poderosa, que pode promover verdadeiros milagres comportamentais no seu negócio. Mais eficiente que punições, demissões, e o envolvimento emocional das “chamada aos brios”.</p>
<ul>
<li><strong>A raiz do problema</strong>. Procure descobrir junto do funcionário qual a sua motivação para o desinteresse. Sim, até para não fazer nada devemos estar motivados de alguma maneira. As causas podem ser as mais diversas, mas ouvi-las e compreendê-las é um passo enorme na resolução do problema. O truque aqui é saber realmente ouvir e refletir, e não se limitar a escutar e depois fazer um discurso motivacional.</li>
<p>	&nbsp;</p>
<li><strong>Agir sobre as causas</strong>. Uma vez descobertas as causas, procure saná-las. Lembra das qualidades do líder? Uma delas é remover obstáculos para a equipe. Existem desde a teoria das necessidades de Maslow até a de Extratos de Elliott Jacques para explicar a motivação das pessoas, mas o básico pode ser saber que a forma mais fácil de diagnosticar é observando com atenção e dialogando francamente.</li>
<p>	&nbsp;</p>
<li><strong>Diga a verdade</strong>. Não adianta dourar a pílula se o desinteresse do seu subordinado esta atrapalhando o desempenho da equipe ou até mesmo o andamento do trabalho. Diga isto a ele com todas as letras, mas em uma conversa reservada. Nem sempre ele reagirá de forma negativa, desde que você o faça com respeito à sensibilidade de cada um. Você aumenta a chance de não ter problemas com isto se seguiu corretamente o primeiro passo.</li>
<p>	&nbsp;</p>
<li><strong>Comunique bem os objetivos</strong>. Reveja a comunicação de seus objetivos. Muitas vezes o desinteresse é resultado direto da falta de comunicação clara dos objetivos da empresa ou da equipe. Em muitos casos, além dos objetivos não estarem claros, os incentivos também não estão, ou seja, os desinteressados não fazem além do mínimo necessário porque não percebem a razão de fazer mais, e nem o incentivo para que o façam, as duas chaves para o interesse.</li>
<p>	&nbsp;</p>
<li><strong>Inspire a equipe</strong>. Ouça a si mesmo. Perceba o que faz com que você esteja interessado. Falar com as pessoas armado de um interesse sincero muitas vezes faz com que elas partilhem da sua motivação. Um líder muitas vezes tem um pouco desta característica inspiradora que genuinamente move os outros a segui-lo, principalmente quando eles percebem que dividindo o sacrifício com você, também partilharão da vitória no final.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dirigentes preocupados exclusivamente com o curto prazo recorrem a instrumentos adicionais, como oferecer premiações fantásticas, estimular a competição dentro da equipe, ou simplesmente ameaçar com demissões ou perda de benefícios. </p>
<p>Nada garante que estas soluções comuns e imediatas não sejam mais eficientes em sua organização a curto prazo, mas elas não motivam de verdade, apenas empurram o problema para a frente.&#8221;</p></blockquote>
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		<title>Freelancer: 10 passos iniciais</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/06/16/os-10-passos-iniciais-para-se-tornar-freelancer/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 16:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luciano Larossa, autor convidado. Trabalhar como freelancer não é fácil. Muitas pessoas optam por este modo de vida com o objetivo de não terem um horário fixo, de poderem viajar o tempo todo ou poderem acordar a qualquer hora do dia. Tenho uma má noticia: a vida de freelancer não é só benefícios. É preciso muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por <a href="http://www.escolafreelancer.com/">Luciano Larossa</a>, autor convidado.</em></p>
<p>Trabalhar como freelancer não é fácil. Muitas pessoas optam por este modo de vida com o objetivo de não terem um horário fixo, de poderem viajar o tempo todo ou poderem acordar a qualquer hora do dia. Tenho uma má noticia: a vida de freelancer não é só benefícios.</p>
<p>É preciso muito trabalho para se tornar um <a href="http://www.escolafreelancer.com/6-freelancers-que-tiveram-sucesso-antes-dos-18-anos">freelancer de sucesso</a>. Diria que é necessário até trabalhar mais do que quando se tem um chefe dando ordens o tempo todo. Um freelancer necessita de ser bastante proativo, rigoroso nas suas contas diárias e procurar sempre mais e melhor para o seu trabalho. É um trabalho que envolve muita luta diária.</p>
<p>Um dos grandes problemas de quem inicia a sua carreira de freelancer é o fato de não saber quais são os primeiros passos que deve dar para conseguir afirmar-se neste mundo. Mas para isso preparei este artigo. Neste post vou lhe dar os 10 passos iniciar que deve dar para se tornar freelancer.</p>
<p>Contudo, alerto-lhe para uma coisa: saber o que fazer não é sinónimo de sucesso. Este guia com certeza irá ajudá-lo muito, mas tudo irá depende da sua capacidade de sacrifício, <a href="http://www.escolafreelancer.com/como-desenvolver-disciplina-pessoal-e-profissional/">disciplina pessoal</a> e paciência que tiver com o seu projeto.</p>
<p><strong>1. DEFINA A DIVISÃO DO SEU TEMPO</strong></p>
<p>Quem começa a carreira de freelancer tem duas hipóteses: trabalha a <em>part-time</em> ou a <em>full-time</em>. Esta opção vai condicionar o seu trabalho daqui para a frente, tendo que lidar de maneira diferente com cada uma das opções. Vamos analisá-las:</p>
<ul>
<li><em>Part-time:</em> Se tomou esta      opção, significa que prefere não largar o seu emprego. Na minha opinião, é      mesmo a opção mais segura. Isto porque continua com rendimentos fixos      todos os meses e não sentirá tanta pressão em conseguir os primeiros      resultados com o seu projeto. Contudo, necessita de ter consciência que os      progressos serão mais demorados.</li>
<li><em>Full-time</em>: Você pode tomar esta opção por      escolha pessoal ou porque está desempregado. Este é a forma como o seu      negócio irá crescer mais depressa. Tem mais tempo para se dedicar e o seu      trabalho de freelancer irá sentir isso. Os clientes aumentam mais      rapidamente e tem mais tempo para trabalhar a qualidade dos seus      produtos/serviços. Apesar de todos estes benefícios, esta opção cria a      necessidade de retorno imediato, principalmente na parte financeira.</li>
</ul>
<p>Qualquer que seja a opção, terá que ter consciência da escolha que tomou e adaptar o seu trabalho a isso. Não adianta querer que o negócio cresca rapidamente quando trabalha neles apenas a <em>part-time</em>, por exemplo. Defina uma estratégia e siga em frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. ESCOLHA O SEU PROJETO DE FORMA CORRETA</strong></p>
<p>Uma pergunta que deve fazer a si antes de começar a trabalhar como freelancer é a seguinte: eu gosto mesmo daquilo que vou fazer? Digo isto porque muitas pessoas optam por iniciar a sua carreira nesta área apenas porque está na moda ou está a dar muito dinheiro. O importante, quando escolher o que vai fazer do seu futuro, é saber se está a fazê-lo por gosto. Só assim conseguirá aguentar a pressão e a dedicação que este trabalho exige. Se os seus motivos forem superficiais, em poucos estará a desistir do seu trabalho. Agarre-se a um projeto que lhe dê gosto e não se preocupe muito com a parte financeira. Quem é bom no que faz mais tarde ou mais cedo vê os resultados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. CRIE ALGO DIFERENTE</strong></p>
<p>Principalmente na internet, vê-se blogueiros a criarem autênticas cópias de outros blogs apenas porque eles fizeram sucesso. &#8220;Se eles têm este modelo de negócio e dá certo, eu também posso ter&#8221;. Esqueça isso. Nunca ninguém teve sucesso apenas a copiar outros. Quando decidir iniciar a sua carreira de freelancer, opte por acrescentar algum valor ao mercado. Crie algo inovador. Alguém acredita que o Facebook ou o Twitter poderiam dar certo? Só os seus criadores no primeiro dia acreditaram nisso. Mas não se basearam em ninguém. Viram que existia uma necessidade na sociedade e tentaram colmatá-la. Veja o que as pessoas querem e crie algo para eles. Ninguém quer mais do mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4. PREPARE-SE FINANCEIRAMENTE</strong></p>
<p>Como disse anteriormente, trabalhar como freelancer exige muita disciplina financeira. Você precisa saber gerir bem o dinheiro que entra e sai, mas principalmente não confundir os rendimentos do seu trabalho com o dinheiro pessoal. Aconselho que defina um salário mensal e o resto das contas guarde-as para o seu negócio. Saber quanto vai receber por mês, dá-lhe uma base importante e faz com que o valor que ganha todos os meses não ande sempre a oscilar. Além disso, tenha cuidado para ter sempre uma poupança, para que possa se precaver em períodos que tenha menos clientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5. DEFINA UM HORÁRIO DE TRABALHO</strong></p>
<p>Sem chefe, é muito fácil você perder a noção do seu horário de trabalho e facilmente começar a trabalhar apenas de madrugada, a não ter horário para refeições ou a deixar de parte a sua vida social. Para que isso não aconteça, defina um horário de trabalho. Funcione exatamente como se fizesse parte de uma empresa. A única vantagem é que se quiser começar a produzir às onze da manhã em fez de ser logo às nove, poderá fazê-lo. É também importante não se esquecer que os seus cliente têm um horário &#8220;normal&#8221; e que não estarão a qualquer hora do dia disponíveis para si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6. ESCOLHA O AMBIENTE DE TRABALHO IDEAL</strong></p>
<p>Trabalhar em casa ou num café? Num escritório ou num co-work? Quando iniciar o seu negócio, é determinante que escolha onde vai produzir. Não existe um local ideal para isso. Tudo depende das suas características pessoais. É claro que locais com muito barulho e confusão são de evitar. Quando escolher, também é necessário analisar quais serão os custos financeiros disso mesmo. Talvez um escritório na fase inicial não seja a escolha ideal, visto que poupar deve ser a palavra de ordem nos primeiros meses. Em grande parte dos casos, a própria casa acaba por ser o local escolhido. Mas cuidado com este local. Distrações como a família ou a televisão podem atrapalhar a sua produtividade de freelancer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7. DEFINA UM ESTRATÉGIA DE DIVULGAÇÃO</strong></p>
<p>A principal dificuldade do seu trabalho de freelancer ao início será tornar-se conhecido. Para que isso aconteça, necessita de uma divulgação bem planeada. Como ao início o dinheiro não é muito, opte por dar a conhecer o seu trabalho através das redes sociais ou escrevendo em blogs. O importante é não se esconder atrás de um computador e esperar que os clientes apareçam. Vá atrás deles e dê-se a conhecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8. PREPARE-SE PARA APRENDER SEMPRE</strong></p>
<p>O trabalho de freelancer exige uma renovação de conhecimentos constante. Esqueça o que aprendeu na faculdade, issonão seria suficiente e  já está desatualizado. Leia muitos livros e consulte vários sites. Caso não faça isso, ficará um passo atrás da concorrência e rapidamente perderá clientes. O ideal é definir um determinado período do dia (pelo menos uma hora) para aprender sempre um pouco mais sobre a sua área. Os grandes empresários aproveitam o tempo livre que têm para lerem jornais ou livros. Eles sabem que cada minuto bem aproveitado pode fazer a diferença ao fim de alguns anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>9. TENHA PACIÊNCIA</strong></p>
<p>Ainda há bem pouco tempo falei com um amigo meu que iniciou um blog. Ele está a escrever nele há dois dois meses e já estava a pensar em desistir. Dizia que ainda não tinha visitas nem rendimentos. A pergunta que eu lhe fiz foi: &#8220;Em quanto tempo esperavas que o teu negócio se tornasse rentável?&#8221;. Ele disse-me que não sabia. De seguida, questionei-o quanto tinha investido no projeto até agora. A resposta dele foi zero. Ora, este é um dos grandes problemas dos freelancer: a falta de paciência.</p>
<p>Pensam que o dinheiro e o sucesso têm que começar a aparecer em poucos meses. A verdade é que atingir o sucesso, em qualquer área que seja, demora sempre muito mas muito tempo. Ninguém ficou rico ou conseguiu sucesso profissional de um dia para o outro. Portanto, o conselho que lhe dou é que defina que o seu negócio deve começar a tornar-se rentável pelo menos ao fim de um ano. Antes disso não vale a pena.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>10. TRACE UM RUMO</strong></p>
<p>Outro dos problemas que os freelancers enfrentam é o fato de não definirem um rumo para o seu negócio. Dizem que querem crescer, mas não sabem nem como nem que passos necessitam de dar para isso. É importante que defina um rumo para o seu negócio, que saiba para onde está a ir. Quantos clientes quer ter dentro de um ano? Qual será o seu volume de negócios ao fim de um ano? O que vai fazer para alcançar esses objetivos? Questões como estas devem ter resposta na sua cabeça.</p>
<div style="border-top: 1px solid #b0b0b0;"><em>O autor convidado Luciano Larossa é fundador da <a href="http://www.escolafreelancer.com/">Escola Freelancer</a>.</em></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Home office: 12 perguntas e respostas</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/05/05/home-office-12-perguntas-e-respostas/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 12:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Homeoffice]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é Home Office? Home office é ao mesmo tempo a prática de realizar no ambiente doméstico o expediente típico de escritório, e o ambiente em que este expediente acontece. Embora possa ser aplicado a qualquer escritório doméstico, o termo normalmente é usado apenas quando este escritório é usado para atividades profissionais. &#160; Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é Home Office?</strong></p>
<p>Home office é ao mesmo tempo a prática de realizar no ambiente doméstico o expediente típico de escritório, e o ambiente em que este expediente acontece. Embora possa ser aplicado a qualquer escritório doméstico, o termo normalmente é usado apenas quando este escritório é usado para atividades profissionais.</p>
<p>&nbsp;<br />
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/small423.jpg" title="small423.jpg - fonte: small423.jpg (460×575) (http://blog.silive.com/homegarden impact design/2008/04/small423.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/small423.jpg --></p>
<p><strong>Como calcular os custos para montar um escritório em casa? Qual o tipo de infraestrutura necessário para trabalhar?</strong></p>
<p>A infraestrutura sempre precisa ser planejada de acordo com as demandas da atividade que será desempenhada: por exemplo, os home offices de quem trabalha como autônomo, de quem faz teletrabalho para um empregador, de quem atua via Internet e de quem recebe clientes presencialmente têm requisitos radicalmente diferentes entre si.</p>
<p>Na hora de planejar os custos do home office, é preciso considerar o ambiente em si (espaço e mobiliário), os meios de produção da sua atividade profissional (equipamentos e material de expediente), as comunicações (telefone, Internet, fax, &#8230;), os registros e armazenamentos (arquivos, pastas, armários), e eventuais materiais de apoio, como literatura técnica, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qualquer profissional pode trabalhar em Home Office?</strong></p>
<p>Não, algumas atividades se prestam a home office melhor do que outras. É mais difícil gerenciar uma equipe que opera presencialmente quando seu gestor atua a partir de um home office, por exemplo. A regra é que a adequação ao formato home office cresce conforme se reduzem a quantidade de interações com outros integrantes de um escritório presencial que são exigidas para o sucesso de uma atividade e a dificuldade de obter a infraestrutura necessária para possibilitar exercer a atividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais as vantagens e desvantagens de trabalhar em Home Office?</strong></p>
<p>As vantagens incluem:</p>
<ul>
<li>redução dos deslocamentos,</li>
<li>maior controle e flexibilidade sobre horários e interrupções,</li>
<li>proximidade da família,</li>
<li>possível redução de despesas,</li>
<li>mais estrutura do que uma “atividade doméstica” tradicional,</li>
<li>mais motivação para a produtividade,</li>
<li>mais potencial de qualidade de vida.</li>
</ul>
<p>As desvantagens são o outro lado da moeda: o risco de misturar vida (e horários, e comunicações, etc.) pessoal e profissional, de não ser percebido como um profissional sério e produtivo,  de ser deixado para trás em promoções e aumentos (quando o home office é de teletrabalho), etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que hábitos ou atitudes podem colocar a produtividade em risco? Como não permitir que isso aconteça, quando há família, filhos pequenos, empregada, enfim, uma casa movimentada?</strong></p>
<p>O essencial é estabelecer, manter e comunicar claramente que o ambiente do home office é um local de trabalho, e que o horário de expediente nele, por mais flexível que seja, é tão sério quanto o de qualquer outro local de trabalho.</p>
<p>Quando há outras pessoas na casa durante o horário de atividade do home office, é essencial haver separação física dos ambientes. Interrupções e contatos familiares são naturais e até desejáveis, mas precisam ser mantidas sob controle. Uma dica é não manter no ambiente do home office “iscas” que atraiam quem não estiver trabalhando: fazer o home office no mesmo local em que estão a melhor TV da casa, o videogame, ou o único acesso à Internet é uma forma de tornar mais difícil a separação necessária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/homeoffice-46.jpg" title="homeoffice 46.jpg - fonte: homeoffice.jpg (450×300) (http://images.businessweek.com/ss/07/01/0103 superhomes/image/homeoffice.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/homeoffice-46.jpg -->
<p><strong>Há algum constrangimento por trabalhar em casa, quando é necessário fazer uma reunião, por exemplo?</strong></p>
<p>Certamente pode haver, e muitas vezes com plena razão: sem uma estrutura bem ajustada, ambiente doméstico e vida profissional são difíceis de misturar sem passar uma impressão errada a clientes e parceiros que ainda não formaram uma imagem sobre a seriedade do seu trabalho, e sem causar inconveniente a outros moradores da casa.</p>
<p>Se sua atividade envolver a necessidade de realizar reuniões ou receber algum público, vale a pena investir numa separação ainda maior entre os ambientes, com acesso exclusivo ao ambiente de trabalho, ou mesmo em realizar as reuniões em locais externos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>É possível que o profissional fique deprimido, desmotivado por se afastar dos contatos sociais? Como evitar esse sintoma?</strong></p>
<p>O home office tende a ampliar as oportunidades para contatos sociais e profissionais, por dar maior controle sobre a agenda. Quando ocorre na forma de teletrabalho, é interessante manter um cronograma de encontros presenciais com os demais integrantes da equipe, evitando o afastamento do dia-a-dia da empresa. No caso das atividades autônomas, a demanda por contatos com clientes, parceiros e fornecedores ocorre de forma natural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>De que forma a boa administração do tempo tem papel fundamental no Home Office?</strong></p>
<p>No seu home office, ninguém vai cobrar ou impor os horários em que você precisa estar em atividade, mas os clientes e parceiros continuarão a exigir (talvez até ainda mais!) pontualidade nos seus produtos e entregas. Portanto, embora haja flexibilidade, a produção (e suas horas de trabalho!) precisa acontecer, e é o próprio profissional que precisa gerenciar seu tempo.<br />
<strong>Como é esse espírito de &#8220;estar longe de onde as coisas acontecem&#8221;?</strong></p>
<p>Isso é algo que só acontece no caso de teletrabalho, que não é a única modalidade de home office – e mesmo assim só ocorre se o profissional se permitir o isolamento, deixando de estar presente não só ao ambiente, mas também aos contatos da empresa. Quem trabalha em home office de forma autônoma ou independente não está longe de nada – pelo contrário, está sempre no núcleo de suas atividades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por que, como e quando você &#8220;virou&#8221; Home Office?</strong></p>
<p>Meu caso não é típico: adotei o home office para minhas atividades on-line, em complemento à minha atividade diária como administrador. No início era apenas um hobby, mas ao longo dos já quase 5 anos em que a experiência vem durando, este hobby se desenvolveu e acabou se tornando minha principal fonte de renda, embora eu continue mantendo as atividades em expediente diário que mantinha antes. Ou seja: para mim o home office é uma carreira paralela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são suas atividades atuais? Come é a sua rotina trabalhando em casa? Como funciona o seu horário? O seu trabalho exige muita interação com pessoas?</strong><br />
Meu trabalho em home office é essencialmente on-line, mantendo alguns sites (incluindo o Efetividade.net, o BR-Mac.org e o BR-Linux.org) e produzindo conteúdo textual para outros clientes, incluindo uma revista impressa, um portal nacional e o site de uma empresa de tecnologia, entre outros. Como é atividade criativa, a rotina varia – às vezes escrever um artigo de 3 páginas demora 2 dias, mas outras vezes pode ser feito em 90 minutos.</p>
<p>O importante é cumprir os prazos de entrega, e não o número de horas que passo dentro do meu escritório. Mas geralmente fico nele cerca de 4 horas por dia, cuidando da produção, do apoio administrativo e das comunicações – usualmente por e-mail ou mensagens instantâneas.<br />
&nbsp;</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/misodesignkstation3.jpg" title="misodesignkstation3.jpg - fonte: misodesignkstation3.jpg (490×464) (http://simplydecoration.com/wp content/uploads/2009/01/misodesignkstation3.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/misodesignkstation3.jpg -->
<p><strong>Quais as principais dicas que você pode passar como alguém que vivencia uma situação do gênero?</strong></p>
<p>Uma síntese da minha experiência atuando em home office, incluindo como montei o meu próprio escritório, pode ser consultada em <a href="http://efetivida.de/!3296">http://efetivida.de/!3296</a></p>
<p>A principal dica é ter sempre presente a separação entre “home” e “office”, evitando assim stress com os familiares e também as possíveis consequências quando você deixa o conforto e a proximidade distrai-lo de seus objetivos profissionais.</p>
<p>Outro aspecto a destacar é que nem sempre é possível começar a operar com um home office tão bem montado e suprido quanto se desejaria. É normal começar só com o indispensável mas, conforme sua atividade profissional for demonstrando sua viabilidade e gerando retorno, é importante investir no próprio escritório uma parte deste retorno, melhorando as condições de trabalho e multiplicando a produtividade!</p>
<p>(colaborou Andressa Giro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cartão de visitas: como fazer</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/04/26/cartao-de-visitas/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2011/04/26/cartao-de-visitas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algumas semanas venho acompanhando a odisseia de uma amiga perfeccionista que está às voltas com a confecção de um cartão de visitas para a sua atividade profissional, que é autônoma e relacionada à produção de vídeo. E eu entendo a razão do drama dela, afinal quando o cartão de visitas é de uma empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algumas semanas venho acompanhando a odisseia de uma amiga perfeccionista que está às voltas com a confecção de um cartão de visitas para a sua atividade profissional, que é autônoma e relacionada à produção de vídeo.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/business-card1.jpg" title="business card1.jpg - fonte: business card1.jpg (540×376) (http://www.sexysocialmedia.com/wp content/uploads/2010/10/business card1.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/business-card1.jpg -->
<p>E eu entendo a razão do drama dela, afinal quando o cartão de visitas é de uma empresa estabelecida e não há aquele interesse em tratá-lo como uma mídia inovadora, a decisão do que fazer constar  nele é bem simples,  não fugindo muito do feijão com arroz:</p>
<ul>
<li>Identidade visual e identificação básica da empresa (ou, na ausência, o nome da empresa, logo, slogan e URL)</li>
<li>Nome da pessoa e cargo</li>
<li>Endereço, telefone, e-mail</li>
</ul>
<p>Mas quando o cartão é pessoal, ou de um profissional autônomo, freelancer ou trabalhador de home office, a coisa não é tão simples, especialmente porque falta a moldura (metafórica, claro) que normalmente é dada pela identidade da empresa, e ficam aquelas dúvidas:</p>
<ul>
<li>Estou fazendo um cartão da minha pessoa, da minha atividade profissional, ou das duas coisas?</li>
<li>Devo tentar responder no cartão a todas as possíveis dúvidas de quem o receber, ou me limitar ao essencial?</li>
<li>Devo fazer um cartão tradicional, ou inovar no formato?</li>
<li>Etc., etc., etc.</li>
</ul>
<p>Responder a todas elas depende de cada caso, mas vou oferecer minha resposta pessoal e conto com as suas opiniões nos comentários, ok?</p>
<p><strong>O formato do cartão de visitas</strong></p>
<p>Naturalmente há espaço para variação e criatividade neste ponto, mas se o interesse de distribuir o cartão de visitas for o de gerar contatos profissionais agora e no futuro, há vantagem em escolher um formato padronizado: isso facilita que um cliente organizado consiga colocar  o seu cartão no porta-cartões (em forma de pasta, fichário, de bolso ou tantos outros) e localizar você quando a demanda surgir.</p>
<p>Se for pequeno demais, grande demais, com formato irregular <strong>ou se a informação vital estiver no verso</strong>, é preciso contar com muita mais sorte na hora de ser encontrado.</p>
<p>Se você não tiver um formato previamente definido, as dimensões definidas na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/ISO_7810">norma ISO 7810</a>, sobre cartões de identificação, podem ser uma boa referência – especialmente o formato ID-1 (85x54mm), que é comum em cartões de visita mas também serve de referência para cartões de banco e documentos de identidade, portanto cabe em qualquer arquivo do gênero.</p>
<p><strong>O cartão é da pessoa ou do profissional?</strong></p>
<p>Na minha opinião, enquanto você tiver esta dúvida, deve possuir 2 cartões diferentes, e levar ambos consigo onde for, distribuindo-os apropriadamente.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/dreamten_studios_business_card.jpg" title="dreamten studios business card.jpg - fonte: dreamten studios business card.jpg (500×333) (http://premiumbusinesscards.org/wp content/uploads/2009/06/698/dreamten studios business card.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/dreamten_studios_business_card.jpg -->
<p>Não há nada de errado ou de incomum nisso: quem vive uma realidade de mais de uma atividade profissional já faz isso com naturalidade, e a mesma regra se aplica a quem pensa em usar cartões para contatos não profissionais em paralelo com os dos contatos profissionais.</p>
<p>O conjunto das informações que constarão em cada um dos cartões vai variar, claro: por exemplo, um contato no Facebook ou no MSN cabem muito bem num cartão pessoal, ao mesmo tempo em que o seu ramo de atuação não deve faltar jamais no cartão profissional.</p>
<p><strong>O que deve constar no cartão?</strong></p>
<p>As informações básicas para o cartão profissional de quem trabalha em home office ou de forma autônoma são:</p>
<ul>
<li>Nome</li>
<li>Contato (e-mail, fone, site ou o que for apropriado)</li>
<li>“O que você faz”</li>
</ul>
<p>A definição sobre “o que você faz” varia, mas é bom não inventar um nome de empresa de fantasia ou um logotipo copiado de algum lugar – se você atua profissionalmente mas como pessoa física, é melhor assumir isso do que fingir algo diferente.</p>
<p>Um pouco de especificidade vai bem: se o seu negócio é dar manutenção em redes de computadores, tentar se posicionar no cartão como o genérico “Soluções em informática” pode atrair algum contato interessado em algo mais que você faça (o que é possivelmente bom), mas também pode complicar que o cliente diferencie o seu cartão dos outros similares que ele recebeu do cara que dá manutenção em hardware, do que desenvolve sistemas e do que vende equipamentos&#8230;</p>
<p>O santo graal dos cartões de visita, que está ao alcance de muitos de nós quando há um pouco de estratégia envolvida, é um diferencial, apresentado na forma de um slogan ou de um atributo que ofereça distinção aos seus serviços.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/bc_ai.jpg" title="bc ai.jpg - fonte: bc ai.jpg (300×171) (http://www.businesscardland.com/home/images/stories/cardjpgs/bc ai.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/bc_ai.jpg -->
<p>Não é preciso ir muito longe na criatividade. Tenho exemplos bem básicos aqui no meu arquivo de cartões: o instalador de telas de proteção escreveu “Pontualidade e segurança” – e realmente ele foi muito pontual, ao contrário de seus concorrentes que não cumpriram nem o prazo do orçamento. O eletricista escreveu “Atendemos até 22h e nos finais de semana”, e isso praticamente garante que ele seja sempre o primeiro a ser consultado.</p>
<p>Entendeu a ideia? Se o seu serviço tem um diferencial e ele pode ser descrito em uma frase curta, isso cabe muito bem no seu cartão. Por outro lado, se você está começando em um ramo e ainda não desenvolveu seu diferencial, pode ser mais vantajoso ficar no genérico e rever o cartão quando isso mudar.</p>
<p><strong>Outras dicas para seu cartão de visitas</strong></p>
<ul>
<li><strong>Faça na gráfica</strong>: por melhor que seja a sua impressora, por mais fina que seja a serrilha do formulário de impressão que você encontrou no mercado, não vale a pena: não vai ficar igual à impressão e recorte profissionais, e passa uma primeira impressão de amadorismo.</li>
<li><strong>Cartões especiais</strong>: se você vai palestrar em um evento em que estarão presentes muitos clientes em potencial, que tal produzir uma série especial de cartões que faça referência à ocasião e ao tema da palestra? Ninguém que conhecer você lá vai esquecê-lo quando visitar o arquivo de cartões&#8230; A mesma técnica vale para outras situações especiais, incluindo viagens de prospecção de negócios.</li>
<li><strong>Reimprima sempre que algo mudar:</strong> nada de ficar corrigindo informações com sua caneta, com um sorriso amarelo – “ah, peraí, o telefone mudou, hehe”. Se mudou, reimprima!</li>
<li><strong>O truque do celular</strong>: se você não fizer constar nenhum número de celular no seu cartão (mas tiver nele um número de telefone fixo), poderá fazer uso de uma das raras ocasiões em que complementar o cartão com a caneta na hora de entregá-lo é visto como algo positivo: quando quiser passar o número do celular, mencione ao cliente que normalmente não repassa aquele número, mas tendo em vista a situação especial dele, ele pode usá-lo.</li>
<li><strong>O truque da oportunidade de negócio</strong>: se você está passando o cartão para alguém que entrou em contato casual (ou seja, não em uma reunião agendada) em um evento em que este possível cliente vai estar em contato com muitas outras pessoas do mesmo ramo, e neste contato tratou sobre alguma oferta ou oportunidade específica, pode ser uma boa ideia anotar esta oportunidade no verso do cartão na hora de entregá-lo, para que ele possa melhor diferenciá-lo depois. Mas se for mencionar algum detalhe específico (preços, promoções, etc.), mencione também uma data de validade para a oferta, para que ele não queira expor você a um “compromisso” meses depois.</li>
<li><strong>Menos é mais</strong>: a não ser que haja um profissional do design gráfico envolvido, cuidado com os exageros de forma: variações tipográficas, cores vivas, fundos extravagantes, materiais incomuns, texturas, recortes, etc. são recursos valiosos só quando usados com critério. O mesmo vale para o conteúdo. Colocar a tabela da copa, o calendário lunar e os fones de emergência só serve bem para a mercearia, que quer que o cartão fique exposto na cozinha por alguns meses, e não disponível no arquivo por alguns anos.</li>
</ul>
<p>Para completar: cuide bem dos seus cartões. Leve-os em um estojo adequado, não os amasse, risque, molhe, nem deixe o papel mudar de tonalidade. Se algo de errado acontecer com eles, descarte-os e substitua, afinal cartões são um instrumento que ajuda a compor a primeira impressão sobre você!</p>
<p><b>Leia também:</b></p>
<ul>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2008/11/12/cartao-de-visita-o-seu-esta-precisando-de-um-upgrade/">Cartão de visita: o seu está precisando de um upgrade?</a>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2006/11/26/10-dicas-para-criar-os-melhores-cartoes-de-visita-e-usa-los-com-efetividade/">10 dicas para criar os melhores cartões de visita e usá-los com efetividade</a>
</ul>
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		<item>
		<title>Bullying no escritório</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/03/17/bullying-no-escritorio/</link>
		<comments>http://www.efetividade.net/2011/03/17/bullying-no-escritorio/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 12:15:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem tem paciência para ser tolerante com o bullying no ambiente de trabalho? Eu certamente não. Como se não bastassem os compromissos e as dificuldades do trabalho em si, você acaba tendo de lidar também com a intimidação do colega valentão, o manipulador, os formadores de quadrilhas (que pensam estar fazendo networking), e tantos outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem  tem paciência para ser tolerante com o <i>bullying</i> no ambiente de trabalho? Eu certamente não. Como se não bastassem os compromissos e as dificuldades do trabalho em si, você acaba tendo de lidar também com a intimidação do colega valentão, o manipulador, os formadores de quadrilhas (que pensam estar fazendo networking), e tantos outros personagens e estereótipos que encontramos como obstáculo a um trabalho bem feito e a uma equipe coesa.</p>
<p>Mas, gostando ou não, se você está em uma organização em que isto ocorre, terá que encarar as 3 opções apresentadas no agora já quase <i>vintage</i> filme Tropa de Elite I: ou se corrompe, ou se omite, ou vai pra guerra. </p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/office-fight.jpg" title="office fight.jpg - fonte: office fight.jpg (350×233) (http://lifehackery.com/qimages/5/office%20fight.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/office-fight.jpg -->
<p>Se omitir em geral é fácil &#8211; é só ir abrindo mão aos poucos das coisas até não ter mais nada que os valentões desejem, e aí ser visto como ultrapassado e ficar no ponto pra ir pra rua na próxima reestruturação. </p>
<p>Se corromper neste contexto não é tão comum, mas ir para a guerra é &#8211; e nesta situação significa encarar de frente a política da intimidação, mesmo que não seja com as mesmas armas e nem na forma de um contra-ataque. </p>
<h2>Identificando o bully</h2>
<p>Normalmente não é difícil identificar um valentão mas, se você estiver precisando de uma confirmação, aqui estão alguns comportamentos comuns para colocar na sua checklist. </p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/Boss-bully.jpg" title="Boss bully.jpg - fonte: Boss.jpg (360×239) (http://tyrashow.warnerbros.com/Boss.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/Boss-bully.jpg -->
<p>O típico valentão do escritório, inseguro e controlador, pratica pelo menos 4 dos comportamentos abaixo:</p>
<ul>
<li>Remove arbitrariamente opções, de modo a deixar abertas só as alternativas que lhe convêm pessoalmente
<li>Coloca a equipe contra a parede e sob pressão desnecessária
<li>Tenta sabotar a possibilidade de discussão objetiva quando as suas preferências estão em jogo
<li>Manobra nos bastidores para transferir suas culpas para os colegas e ficar com os créditos pelas vitórias deles
<li>Eleva o tom de voz quando seu argumento não é o vencedor
<li>Usa subterfúgios para fazer com que propostas que não lhe sejam convenientes nem cheguem a ser conhecidas por quem deveria analisá-las
<li>Descarta (ou tenta desvalorizar) dados e fatos que não condizem com sua própria visão
<li>Se esforça para evitar que o &#8220;outro lado da história&#8221; possa ser apresentado
<li>Mascara o seu comportamento com eufemismos: &#8220;sou autêntico&#8221;, &#8220;falo pela frente&#8221;, &#8220;sou competitivo&#8221;, &#8220;promovo o debate&#8221;, etc.
</ul>
<p>Como se vê, não é requisito que o valentão do escritório seja grosseiro, se vista mal, critique inapropriadamente a aparência e o comportamento alheio, fale palavrão e pratique formas evidentes de assédio moral: na política corporativa é perfeitamente possível praticar a violência com luvas de seda.</p>
<h2>Lidando com o valentão</h2>
<p>Não é fácil se livrar deles. Assim como as baratas, os valentões existem desde os primórdios, e desenvolveram técnicas de adaptação que praticamente garantem que sobreviverão até mesmo a um holocausto nuclear &#8211; eles só não se adaptam a pessoas preparadas para não ter medo de discurso nem de cara feia.</p>
<p>Qualquer estudioso de táticas de combate poderá lhe confirmar que, do ponto de vista de uma estratégia primária de manutenção da integridade de quem é um alvo de perseguição, a evasão (ou seja, não ser percebido como alvo) é muito mais vantajosa do que o confronto ou a fuga.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/020.jpg" title="020.jpg - fonte: 020.jpg (493×458) (http://www.7thinfantry.com/store/020.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/020.jpg -->
<p>Assim, se o que você quer é apenas cuidar da sua vida, procure evitar ser um alvo preferencial, pois os valentões geralmente escolhem alguns alvos repetitivos e os usam como vítimas para exibir seu poder aos demais da &#8220;manada&#8221;. </p>
<p>Se você já for um alvo, e não puder agir direto na causa (por exemplo, remover o bully ou você mesmo ir para um ambiente mais saudável), aí o ideal passa a ser resistir ativamente. </p>
<p>Lembre-se sempre que tentativas de intimidação verbal são muito comuns, dentro e fora do escritório, mas a eficácia delas é limitada pela capacidade de as pessoas reagirem. </p>
<p><b>Se você se encolhe, certamente será intimidado de novo.</b> Mas se mantiver a calma, pagar para ver, e sustentar sua posição, é bastante provável que acabe descobrindo que o intimidador não tinha nenhuma outra arma além da voz alta e da atitude ameaçadora &#8211; e aí será mais fácil resistir na próxima vez, até deixar de ser um alvo preferencial. </p>
<h2>Durante o assédio</h2>
<p>Assédio moral é questão séria, e se você for uma vítima, a recomendação é buscar orientação jurídica ou na sua entidade classista, pois pode haver muitos cursos de ação que sejam do seu interesse tanto na prevenção quanto na reparação.</p>
<p>Vale lembrar que, durante a intimidação verbal, a meta do valentão é fazer sua vítima perder o controle, para melhor poder ser manipulada. Se a vítima chorar, gaguejar, erguer a voz, tanto melhor &#8211; ele saberá como lidar com a situação e explorá-la. Portanto, se você retiver sua consciência, lembre-se que a SUA meta é manter o controle emocional e físico &#8211; se possível, encarando de frente o valentão e demonstrando que não se comove com o show dele. Revidar geralmente não é uma opção, ao contrário do que acontece no pátio da escola.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/pd_office_080325_ms.jpg" title="pd office 080325 ms.jpg - fonte: pd office 080325 ms.jpg (413×310) (http://blogs.abcnews.com/photos/uncategorized/2008/03/26/pd office 080325 ms.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/pd_office_080325_ms.jpg -->
<p>Mas na ausência desta providência, aqui estão algumas sugestões sobre como agir durante os ataques infundados do valentão:</p>
<ul>
<li><b>Não perca a calma nem a postura</b>: o assédio do valentão é uma situação que ele conhece bem, sabe controlar e tem como meta mostrar a você e aos outros que ele controla você. É uma armadilha, uma teia de agressões (expostas ou veladas) construída para fazer você perder o seu controle, se expor, e com isso fazer com que o valentão seja visto como o dono da situação.
<dt>Assim, se você tentar falar e for interrompido, não tente de novo &#8211; avise (de forma que outras testemunhas lhe ouçam) que nessas condições não há diálogo, e aí ignore-o, ou comece a fazer outra coisa, mas deixe claro que gritos e grunhidos não servem como comunicação com você. Essas são respostas pelas quais ele não espera e, ainda que ele cante vitória pela sua &#8220;fuga&#8221;, são percebidas pelos demais como um ato de superioridade de quem não precisa participar deste tipo de abuso.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Saiba o que falar no momento certo</b>: já vimos que um dos comportamentos do valentão é evitar que o &#8220;outro lado&#8221; possa contar sua versão. Ainda que você tenha um discurso a fazer que o demoliria, ele não vai deixar você falar mais do que a primeira frase.
<dt>Portanto, aproveite bem esta única frase, encare-o de frente e use-a de forma que o público do valentão também ouça, bem no momento em que ele estiver atraindo a atenção de todos. Uma que já usei com sucesso, com um &#8220;orientador motivacional&#8221; que perdeu seu foco, foi &#8220;Pode continuar falando! Não vou fazer, e quero ver quem me obriga&#8221; &#8211; aí prolongar o discurso só aumentava a derrota dele.</p>
<dt>Em outra ocasião, quando usei uma frase mais longa (&#8220;Se estou em falta, denuncie &#8211; estou em dia, tranquilo e ocupado, e esse teu discurso todo não convence nem comove&#8221;), só cheguei até a palavra &#8220;discurso&#8221; antes de ele começar a vociferar de novo pra plateia, mas aí eu já estava olhando pra uma planilha e o público perdeu o interesse.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Bloqueie o acelerador</b>: se o valentão tiver autoridade &#8211; por exemplo, se for em uma reunião de investigação ou auditoria e estiver pressionando para fazer você responder só o que ele deseja que seja dito &#8211; e você for obrigado a responder a ele, cuidado com a tática do acelerador: ele faz uma pergunta, você começa a responder e, no momento em que já disse o que ele queria ouvir, ou quando começa a falar o que ele não quer ouvir, ele o interrompe com a próxima pergunta, não se deixe intimidar.
<dt>O que você precisa responder é &#8220;responderei a esta nova pergunta também, mas depois de terminar a resposta anterior&#8221;. A reação natural dele será dizer &#8220;Já está respondida e avancei para a próxima&#8221;. Responda &#8220;Avançaremos sim, mas só quando eu terminar a anterior&#8221; tantas vezes quantas forem necessárias, a não ser que alguém presente tenha real autoridade para fazê-lo parar.</p>
<dt>Mas controle a emoção. Nada de elevar a voz ou demonstrar desrespeito. Ele vai continuar querendo cortar e acelerar, e pode usar o <i>seu</i> desrespeito para justificar o fim antecipado da sessão.<br />
&nbsp;</p>
<li><b>Documente</b>: Na ausência de testemunhas confiáveis, o que se pode fazer é documentar (quanto mais cedo melhor) na forma de um relato assinado e datado que descreve o ocorrido, inclui a lista de evidências (se houver) e pede providências de prevenção de repetições, encaminhá-lo formalmente à autoridade responsável (seja a área de gestão de pessoas, o chefe da equipe, o seu chefe, ou o que for) e pegar o comprovante de recebimento aplicável à sua organização. Se a sua empresa for daquelas em que impera uma lei do silêncio (&#8220;bom cabrito não berra&#8221; e similares), isso pode lhe trazer problemas adicionais, portanto aja conscientemente e já com orientação jurídica neste ponto.
</ul>
<h2>Não seja você também um brigão</h2>
<p>Quem é vítima da política do escritório em geral não o faz por opção, mas esta é a escolha que resta, além de brigar ou fugir. </p>
<p>Só que uma consequência imprevista (além das óbvias que se manifestam na produtividade e motivação) é que ao resistir ao bullying, você pode acabar sendo visto como o &#8220;criador de caso&#8221; e brigão &#8211; exatamente como acontece no pátio das escolas há séculos &#8211; porque o bully tem simultaneamente a iniciativa e a experiência em parecer a vítima, e você é um mero amador.</p>
<center><img src="http://static.efetividade.net/img/xtra/flowerchucker.jpg" title="flowerchucker.jpg - fonte: flowerchucker.jpg (400×400) (http://www.smartmodernart.com/image files/flowerchucker.jpg) "></center>
<!-- ximg http://static.efetividade.net/img/xtra/flowerchucker.jpg -->
<p>Portanto, lembrando o exposto, se você não quer participar, o melhor é evitar se colocar na posição de alvo: não correr para tomar partido em discussões que não o envolvam (se o envolverem, aí ter uma posição passa a ser necessário, claro), manter o foco nos objetivos (os seus e os da organização), e cuidar para não misturar o que é pessoal e o que é profissional, mesmo que os outros estejam misturando. </p>
<p>Isso não significa que você precisa engolir desaforos (releia os parágrafos acima), mas sim que não precisa deixar os outros imporem a sua forma perniciosa de fazer política demarcando território!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como ser mais pontual</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2011/01/17/como-ser-mais-pontual/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 10:51:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>

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		<description><![CDATA[A pontualidade é uma virtude, e ajuda a formar a imagem que os outros têm de você. Chegar na hora, ou um pouco mais cedo, tem várias vantagens. Participar das discussões preliminares, rever a pauta e seus apontamentos, escolher o lugar mais favorável, ter um tempo para pensar, etc. Quem chega cedo tem melhores condições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pontualidade é uma virtude, e ajuda a formar a imagem que os outros têm de você. </p>
<p>Chegar na hora, ou um pouco mais cedo, tem várias vantagens. Participar das discussões preliminares, rever a pauta e seus apontamentos, escolher o lugar mais favorável, ter um tempo para pensar, etc. </p>
<center><img src="http://trilux.org/img/stopwatch.jpg" ></center>
<!-- ximg http://trilux.org/img/stopwatch.jpg -->
<p>Quem chega cedo tem melhores condições de participar ativamente das discussões da reunião, e ganha uma chance a mais de estabelecer contato com a pessoa central do evento.</p>
<p>Administrar a agenda é difícil, e fazê-lo com a maestria necessária para poder chegar 3 minutos antes (ou 5, ou 15&#8230;) da hora marcada para cada compromisso com outras pessoas é um desafio quase intransponível para alguns, mas é recompensador de várias maneiras, além de reduzir o stress depois que você passa a se permitir as medidas necessárias para que isso ocorra.</p>
<p>A pontualidade dos líderes é contagiosa. Note que não estou falando apenas dos chefes, mas também das lideranças informais. Quando os integrantes de um grupo percebem que o líder costuma chegar na hora, tendem a se esforçar para fazê-lo também.</p>
<p>Se a pessoa mais importante para o sucesso na reunião chega na hora, a pontualidade dos demais deixa de ser mera cortesia, e passa a ser obrigação.</p>
<p>E nada é mais danoso à cultura da pontualidade de um grupo do que a certeza de que o início (seja o formal ou o real) do evento será adiado até que todos estejam presentes.</p>
<p>Por isso, atenção às 7 dicas do <a href="http://efetividade.net/">Efetividade.net</a> para ser mais pontual:</p>
<h2>1 &#8211; Pare com o falso otimismo de horários</h2>
<p>Em nome de uma ilusão de eficiência, há quem marque todas as reuniões na agenda como se elas fossem ser objetivas e rapidamente chegar a uma conclusão, e todos os deslocamentos como se o elevador fosse instantãneo, os engarrafamentos não existissem e a oferta de vagas de estacionamento fosse inesgotável.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/traffic_jam.jpg" title="traffic jam.jpg - fonte: traffic jam.jpg (1280×1024) (http://1.bp.blogspot.com/ Ir5O15bGJ1s/THfM6qKBcMI/AAAAAAAAAEA/xHXcsTuqSR4/s1600/traffic jam.jpg) "></center>
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<p>Quando isso acontece, basta um mínimo atraso e o dia inteiro será comprometido, num efeito dominó que acaba com o seu humor e com a eficiência, agora em um sentido bem prático.</p>
<p>Faça o oposto: considere sempre a chance de algum diretor ou cliente resolver fazer um discurso de abertura, de alguma avenida estar fechada e de o elevador estar lotado. </p>
<p>Pare de planejar contando com uma tolerância de 15 minutos das outras pessoas, e lembre-se de inserir na sua agenda os horários realistas &#8211; todo mundo sai ganhando com a pontualidade.</p>
<h2>2 &#8211; Marque na agenda tudo que tem horário</h2>
<p>Agendas em computadores, na web ou em smartphones têm a vantagem de facilitar a marcação de compromissos repetidos (toda semana, todo mês, etc.), além de oferecerem vários recursos para ativamente lembrá-lo, com a antecedência necessária, dos compromissos que você agendou.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/planejamento-horarios.jpg" title="planejamento horarios.jpg - fonte: organizer.jpg (400×300) (http://www.bluesquirrel.com/products/clickbook/graphics/organizer.jpg) "></center>
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<p>Um bom agendamento também impede que você marque 2 compromissos para a mesma hora, mas apenas se você realmente marcar tudo na agenda e acompanhá-la todos os dias, e não ficar com soluções pela metade, em que parte dos seus horários vai para a agenda e outra parte fica por conta do improviso.</p>
<h2>3 &#8211; Use as palavras mágicas da pontualidade</h2>
<p>Ser pontual implica em estar confortável para dizer várias frases, tais como:</p>
<ul>
<li>&#8220;Infelizmente não posso agendar para esta data, podemos marcar para o dia seguinte?&#8221;
<li>&#8220;Infelizmente já estouramos o horário desta reunião, podemos sumarizar agora e agendar a continuação?&#8221;
<li>&#8220;Lamento, não poderei comparecer por já ter outro compromisso previamente agendado.&#8221;
<li>&#8220;2 horas é muito tempo, podemos fazer em 45 minutos?&#8221;
</ul>
<p>Claro que muitas vezes a situação não estará sob seu comando, e aí o máximo que você poderá fazer é se adaptar. </p>
<p>Mas quando o líder é você, a responsabilidade de identificar o momento de usar as frases acima é sua!</p>
<h2>4 &#8211; Prioridades</h2>
<p>Conhecer seu <a href="http://www.efetividade.net/2007/07/03/planejamento-estrategico-como-aplicar-a-sua-vida-parte-1-de-2/">planejamento estratégico pessoal</a> é essencial para avaliar com clareza o que é prioritário, e não aceitar se atrasar para um compromisso importante em nome de outro que seja supérfluo.</p>
<center><img src="http://img.efetividade.net/img/xtra/time_graphic.jpg" title="time graphic.jpg - fonte: time graphic.jpg (370×396) (http://www.infowit.com/images/time graphic.jpg) "></center>
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<p>Se a sua emrpesa não tem a mesma visão de prioridade e regularmente exige que você cometa este atentado ao bom senso, tente mudar a situação &#8211; caso contrário, o esforço para ser pontual acaba se tornando um desperdício. Mas repense se vale a pena continuar nesse emprego, afinal essa situação pode se refletir na sua imagem profissional.</p>
<h2>5 &#8211; Faça surgir mais tempo</h2>
<p>A melhor maneira de criar tempo disponível é se livrar dos compromissos que não trazem valor. O que não é bom para você, nem para sua família, nem para sua equipe, nem para sua empresa é o que deve ser riscado permanentemente da agenda, deixando espaço para o restante.</p>
<p>Fora isso, as técnicas associadas à ideia de eficiência pessoal são aliadas: otimizar trajetos, delegar mais tarefas, repensar procedimentos, aprender a usar melhor as ferramentas, etc.</p>
<h2>6 &#8211; Se não vai dar certo, avise o quanto antes</h2>
<p>Se você descobriu hoje que o almoço agendado para amanhã está comprometido pela reunião marcada para as 11h30, remarque o almoço desde já, e dê tempo para as demais pessoas refazerem suas agendas &#8211; não deixe para &#8220;se virar&#8221; na hora assumindo um risco de causar danos muito maiores.</p>
<p>Da mesma forma, evite os efeitos dominó que atrasam todos os compromissos do dia: se um deles atrasou e comprometeu todos os demais, escolha um que esteja sob seu controle e transfira-o, usando o horário que seria dele para se readequar.</p>
<h2>7 &#8211; Assuma sua postura</h2>
<p>Uma das razões que explicam por que as pessoas marcam compromissos em horários impossíveis de cumprir é a incapacidade de tomar e manter decisões. </p>
<p>Aí se sucedem as decepções seguidas de desculpas, até o limite da tolerância, até que sua imagem fique comprometida a ponto de <a href="http://www.efetividade.net/2008/05/20/lideranca-e-motivacao-quer-ser-levado-mais-a-serio/">deixar de ser levado a sério</a>.</p>
<center><img src="http://trilux.org/img/dar-desculpas.jpg" ></center>
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<p>Se o seu filho vai fazer uma apresentação na escola e é importante que você esteja lá, agende isto corretamente. Se necessário, entre em acordo antecipadamente com o seu chefe sobre como lidar com esta ausência do trabalho. Uma vez fechado o acordo, não aceite nenhum outro agendamento para o mesmo horário, e saia a tempo! </p>
<p>Quando você não assume os seus compromissos, passa uma imagem (justificada!) de desorganização e de desrespeito às pessoas que você deixa esperando.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Ninguém quer ser neurótico quanto a chegar atrasado, ou obsessivo com o relógio. Mas lidar bem com os compromissos e horários é uma característica das pessoas eficientes – e aproveitar bem o tempo que se ganha ao chegar cedo nos compromissos é um sinal de Efetividade.</p>
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