Organize sua carteira hoje mesmo: 7 dicas
Sua carteira cresce sem limites a ponto de quase formar um ecossistema independente, com regras próprias que nem sempre você consegue gerenciar?
Colocá-la em dia pode fazer bem para a sua organização e até mesmo para a sua postura. Veja a seguir como colocar em prática, mas antes assista a um exemplo extremo de como fazer do jeito errado ツ
Na semana passada um vídeo que originalmente era parte de um dos episódios da temporada final do seriado Seinfeld deu o que falar, por ter sido inserido (em uma versão ligeiramente modificada) como a peça introdutória de um novo serviço on-line que busca substituir a sua carteira (ou ao menos o cartão de débito) pelo seu celular. Eis o vídeo em questão:
Uma versão mais completa do vídeo (pouco mais de 3 minutos, e sem o merchandising do Google) conta mais detalhes da história, na qual o personagem George Costanza padece de dores nas costas devido ao hábito de carregar coisas demais na carteira, mas mantém o hábito até que um dia ela simplesmente explode, jogando na rua todos os recibos, vales-brinde, cartões de afiliados, anotações de telefones alheios, cartões de visitas e até mesmo envelopinhos de adoçante guardados nela.

Uma carteira cheia demais pode ser um problema para a sua coluna e para seus hábitos de organização mesmo sem chegar perto do nível de exagero do George. E embora talvez não esteja longe o dia em que boa parte dos documentos e valores que hoje levamos na carteira possam existir em forma puramente digital (inclusive em serviços como o do Google), isso não é razão para não racionalizar o conteúdo da sua carteira desde já.
O meu convite, portanto, é que (se você estiver em um local discreto e seguro) você pegue a sua carteira agora mesmo e aplique uma bela dieta a ela. Para isto, aqui vão algumas dicas para começar:
Jogue fora ou arquive: se a sua carteira tiver canhotos de cinema ou shows, recibos de estacionamento, compras e cartões, comprovantes de saque em terminal bancário e até papeis de bala, comece retirando tudo isso, e o que houver de similar. Arquive o (pouco) que precisar ser guardado, e descarte o que sobrar.
Reduza as fotos e lembranças: nada contra levar uma foto da família, dos filhos ou do bicho de estimação - experiências indicam até mesmo que a presença deste tipo de recordação aumenta consideravelmente a chance de uma carteira ser devolvida após um extravio. Mas não precisam ser meia dúzia: leve uma só, guarde as outras, e aproveite para incluir um ou vários porta-retratos na sua lista de compras da semana.
Registre as informações: se você tem lembretes e bilhetes com números de telefones, compromissos pendentes, anotações, etc., transfira-os para o lugar certo agora mesmo (quem sabe o Evernote?), e remova-os da carteira. E se o lugar certo para você for a carteira, ao menos consolide em um único papel, e certifique-se de que ele não compromete sua segurança em caso de extravio, e de que cabe sem ser dobrado, para ocupar menos espaço.

Remova os excedentes: sua carteira de motorista também serve como cédula de identidade, e talvez você precise de mais algum documento específico, de um cartão bancário, etc. Mas dificilmente há justificativa para andar sempre com o título de eleitor, certificado de reservista, cartões de afiliado de variadas lojas, etc. Arquive-os em casa, com segurança, e só os leve consigo quando precisar deles especificamente.
Não leve um bloco de cheques inteiro: Se você usa cheques, provavelmente estará mais seguro e organizado se destacar poucas folhas individuais para levar na carteira, mantendo o restante arquivado cuidadosamente em casa.
Se o que o preocupa é que se não mantiver tudo na carteira, perderá o controle de onde estão os documentos, os outros cartões de crédito, os canhotos de cheque, etc., compre uma segunda carteira para deixar arquivada em casa, contendo tudo isso, sem precisar levar junto e expor a riscos maiores o tempo todo!
Outra dica complementar é fazer um backup das informações: com as precauções de segurança necessárias, transcreva as informações dos seus cartões e documentos que são levados na carteira, armazenando-os com a mesma segurança que daria aos originais. Se algum dia os originais se extraviarem ou forem roubados, assim você terá as informações necessárias para solicitar os bloqueios e cancelamentos, reduzindo consideravelmente o stress.

Além disso, é bom considerar um efeito similar ao que já tratamos ao falar da Lei de Parkinson: os objetos armazenados se acumulam enquanto houver espaço disponível. Se a sua carteira for grande e espaçosa, tenderá a receber mais conteúdo. Que tal aproveitar a próxima visita ao comércio para escolher uma que seja apropriada às suas necessidades mas não deixe espaço para a tentação de encher um pouco mais? ツ



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Comentários arquivados
Comentário de Evandro em 26/09/2011 às 09:40:12
Comentário de Tercio em 26/09/2011 às 09:57:06
Comentário de Renato em 26/09/2011 às 10:47:25
Comentário de Eloi em 26/09/2011 às 11:29:59
Comentário de Davi Dalben em 26/09/2011 às 11:55:53
Comentário de Ademir Parmezan em 26/09/2011 às 15:02:18
Comentário de Anderson em 26/09/2011 às 17:27:28
Comentário de Ricardo Scheicher em 26/09/2011 às 20:07:19
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Comentário de Anderson em 27/09/2011 às 01:33:40
Comentário de Tobias em 28/09/2011 às 00:21:40
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Comentário de FoxTime RH em 05/10/2011 às 11:49:41
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Comentário de Andre Such em 22/12/2011 às 11:27:52
Comentário de marcio em 22/12/2011 às 16:31:04
Comentário de Mari em 27/12/2011 às 08:32:12
Comentário de Davi Dalben em 18/01/2012 às 16:43:59
Comentário de William Robert em 03/02/2012 às 09:36:08
Comentário de Laura em 08/02/2012 às 14:27:14
Comentário de Marcos Ferraz em 29/02/2012 às 00:32:54
Comentário de Humberto em 09/03/2012 às 20:25:42
Comentário de Fábio Reginaldo em 12/03/2012 às 16:54:34
Comentário de Edvaldo Richieri Nuvolari em 21/03/2012 às 15:46:03
Comentário de Edvaldo em 21/03/2012 às 16:22:59
Comentário de Humberto em 28/03/2012 às 13:07:43
Comentário de Daniel Jurado em 27/06/2012 às 12:29:27
Comentário de Willian em 05/07/2012 às 13:03:11
Comentário de Willian em 05/07/2012 às 13:25:58