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Archive for December, 2010

Os 10 melhores posts de 2010 no Efetividade

Para o autor de um blog, o melhor post é sempre o próximo! Mas preparando a retrospectiva de 2010 (que sai no dia 1/1/11) para o Efetividade, aproveitei para preparar uma lista dos 10 que mais me divertiram, satisfizeram ou me deixaram feliz com o feedback recebido. Vamos a eles!

Os sete pecados capitais do Powerpoint – voltei ao assunto das apresentações para fazer um artigo breve, que coubesse em uma folha de papel (reciclado!) para você imprimir e “esquecer” na mesa daquele seu colega ou professor cujas apresentações são uma fonte de bocejos e mal-entendidos ;-)
 

Arrume as malas como os profissionais – aprenda como a comissária leva roupa para 10 dias em uma maleta. Uma técnica simples multiplica o espaço interno de uma mala que cabe como bagagem de mão.
 

Verão: 8 dicas para vencer o calor – eis um tema oportuno para este final de ano! A dica para refrescar o carro que ficou no sol vem como bônus.
 

Escape de 3 armadilhas da produtividade pessoal – abraçar o mundo, ser o homem dos 7 instrumentos, e não delegar: fugir disso poderia ser uma boa resolução de ano novo!
 

Home office: vale a pena – já escrevi bastante sobre o tema, mas dessa vez me concentrei na minha experiência pessoal: o que faço no escritório doméstico, as vantagens, as armadilhas, a estrutura básica e mais.
 

Atualizar o currículo como uma maneira de conduzir à auto-avaliação (objetiva!) da sua empregabilidade. Afinal, o curriculo é a ferramenta definitiva de registro dos fatores que permitem avaliá-la! Na mesma linha o post “Estudante: seu currículo futuro depende do que você fizer agora” foi escrito como resposta a um leitor que criticou os modelos de currículo do Efetividade porque eles não davam alternativas para quem não tinha o que relatar em seu currículo…
 

Como estudar melhor – volta às aulas com Efetividade! Penso em começar a reeditar e ampliar este artigo anualmente, como faço com o das resoluções de ano novo.
 

Como fazer uma Agenda Ambiental – quem diria que antes do final do ano eu teria oportunidade de participar da elaboração de uma?
 

A série Competências, na qual a autora convidada Patrícia Wolff (que atua como coach executivo e de equipe, conferencista em Desenvolvimento Humano e é diretora da Quantas Consulting) dedicou 1 artigo a cada uma das 10 competências escolhidas em votação pelos leitores (incluindo assertividade, gerenciamento do tempo, networking, comunicação, comprometimento e mais).
 

A série Ferramentas, ainda em andamento e que vem sendo escrita coletivamente – eu me restrinjo a coletar e editar as dicas dos leitores em consultas quinzenais. Já tivemos artigos sobre backup pessoal, anotações e referências, finanças pessoais, gerenciamento de tarefas e pendências, e controle de leituras. Em 2011 a série continuará!
 

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Leia também:
Como refrear seu impulso consumista
Ergonomia: Tendinite nunca mais
Pare de chegar atrasado aos seus compromissos

Resolução de ano novo: faça a sua funcionar

Resoluções de ano muitas vezes ficam mais no campo dos desejos e intenções do que no dos planos e realizações – e assim acabam não gerando as mudanças práticas que geralmente expressam.

Na prática elas acabam funcionando mais ou menos como uma oficialização da procrastinação: “quero mudar tais e tais coisas na minha vida, mas só vou começar a fazer algo de prático a respeito depois que o ano virar.

Embora eu não negue que elas possam ter algum valor na motivação (mesmo se for como uma espécie de prêmio de consolação para quem não consegue mudar de verdade, mas ao menos pode acreditar estar decidindo algo a respeito), acredito que vale muito mais tomar a atitude desejada desde já, não importando em qual área da sua vida.

Alguns exemplos de resoluções que ouvi desde que comecei a estudar o assunto, em 2007:

  • comer salada 4 dias por semana,
  • deixar de ligar a TV quando não estiver assistindo,
  • parar de fumar,
  • correr 6km 3 vezes por semana,
  • alongar “de verdade” antes de fazer exercícios,
  • fazer natação até no inverno,
  • começar a estudar a sério para alguma certificação ou concurso,
  • ler bons livros,
  • dormir mais cedo,
  • zerar o cartão de crédito,
  • tomar mais água,
  • viajar nas férias,
  • publicar mais artigos no blog,
  • jantar em família pelo menos 3 vezes por semana.

E há muitos outros – usualmente relacionados a saúde, forma física, qualidade de vida e empregabilidade. Mas é necessário deixá-los para uma “data mágica”, como se fosse o pote de ouro no final do arco-íris?

Se quer mudar, pra que adiar?

Na vida cotidiana, faz pouco sentido tratar o ano novo (que, para piorar, muitas vezes é definido como “depois das férias” ou “depois do carnaval”) como se fosse a folha em branco na qual você terá como escrever uma história completamente nova.

Todos os seus hábitos, seus conhecimentos, suas obrigações continuarão valendo assim que estourar o último dos foguetes na madrugada de primeiro de janeiro.

Curtir a vida, ou fazer alguma mudança que você deseja para si mesmo, não é algo que deva ser postergado assim. Se você gosta de resoluções de ano novo, que tal tentar fazer diferente desta vez?

Resoluções mais concretas

Não é necessário ser nenhum gênio do gerenciamento de projetos para aumentar as chances de a sua resolução de ano novo dar certo.

O essencial é dar um passo além, saindo do terreno das intenções e entrando no dos planos.

Eis aqui algumas sugestões de como fazer:

  1. Limite a quantidade: não é razoável imaginar que você conseguirá mudar vários pontos da sua vida de uma vez só, baseado em uma lista de resoluções de ano novo. E a própria quantidade de desejos que muitas pessoas colocam na sua lista de expectativas para “o ano que vem” ajudam a dar uma desculpa para descumprir. Escolha bem, escolha poucos, e leve a sério – se possível, defina um único objetivo!
  2. Junto com o seu objetivo defina uma meta: os objetivos de ano novo já compartilham entre si uma característica de meta: têm prazo definido por natureza: serão executados “no ano que vem”. Então aproveite e defina o seu único objetivo já na forma de uma meta desafiadora, alcançável e mensurável. Alguns exemplos (que deixam de mencionar o horizonte temporal por razão óbvia): perder 6kg sem voltar a recuperá-los, praticar esportes 3x por semana durante, estudar 6h por semana, economizar 8% do salário todos os meses para comprar um carro, ou o que quer que seja. Mas defina com clareza!
     

  3. Crie o plano de ação associado: da meta precisa nascer o plano de ação, que neste caso simplificado pode tomar a forma de uma lista simples de atividades que conduzirão ao objetivo desejado: parar de tomar refrigerante em casa, tomar café da manhã reforçado e jantar menos, caminhar 60min 4 vezes por semana, parar de fazer “refeições” em lanchonetes, etc.
     

  4. Não tenha medo de ser gradual: mudanças radicais também podem ser atingidas em passos pequenos. Se puder, defina seu plano de ação pensando grande, mas começando pequeno – nenhum sedentários começa a correr fazendo 12km por dia. Associe metas temporais, ou já preveja a periodicidade em que irá revê-las.
     

  5. Acompanhe a execução de olho no calendário: você pode definir em qual mês irá realizar determinadas atividades do seu plano. Por exemplo: se o objetivo é aprender inglês básico para poder viajar no final do ano que vem, e se março chegar e você ainda não tiver se matriculado em um curso, já vai dar para saber que a coisa não está indo bem. Se a intenção é perder peso, você pode quantificar metas (realistas!) para cada mês. Mas não quantifique apenas o efeito (a perda de peso), e sim os processos (número de horas de caminhada semanais, redução de refrigerantes, etc.)
     

  6. Comece já: Após definir seu plano, registre-o detalhadamente (será um contrato de você consigo mesmo!) e comece imediatamente a segui-lo. Não esperar o ano que vem começar pode ser um grande fator de motivação. E esperar o ano que vem começar, dando a si mesmo algumas semanas para agir ao contrário do que você planeja para o futuro, é simplesmente uma forma de se enganar.
     

  7. Siga o plano: Projetos pessoais e definidos informalmente não têm grandes chances de sucesso se você não se esforçar para seguir o que planejou, ou para alcançar as metas que definiu. Cabe só a você!
     

    E tenha um feliz e efetivo 2011!

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Ajude a testar o novo layout do Efetividade para 2011

Atualização: o layout novo agora está no ar, para os testes práticos ;-) Obrigado a todos que já comentaram dando sugestões e encontrando erros – pude solucionar vários deles. Agora os links para indicar no Twitter estão funcionando, os do Facebook idem, e todo mundo pode ter a sua foto exibida ao lado dos comentários (bastando que a foto esteja registrada gratuitamente no gravatar.com). Comentários adicionais serão bem-vindos, mas o site beta já está saindo do ar ;-)

Segue o texto original deste post:

Estou preparando nos bastidores uma mudança que há tempo estou devendo ao Efetividade.net: um novo layout, com menos cara de 2006 ;-)

Ele deve entrar no ar por aqui já nos próximos dias, mas você pode visitar a versão beta desde já – e agradeço se você o fizer, porque me ajuda nos testes.

Agradeço se vocês fizerem testes de visitação comum – não precisam testar desempenho e outras questões mais avançadas. Mas já antecipo: não espere estabilidade (porque estou constantemente mexendo e alterando) nem funcionalidade (porque não é o Efetividade de verdade, e sim um blog de testes no qual inseri alguns posts daqui).

A intenção é só expor o visual e permitir que vocês encontrem eventuais incompatibilidades com suas plataformas preferidas. Não se assustem quando encontrarem links quebrados, links apontando para o site atual, e especialmente não usem as funções de recomendar posts no Twitter (de lá, porque as daqui estão ok!) porque no blog de teste elas divulgam links para os posts errados ;-)

Seus comentários aqui serão bem-vindos, e fiquem à vontade para comentar também por lá, para testar – os comentários do site de teste serão removidos posteriormente.

E para garantir que no futuro haja um registro, publiquei acima também uma screenshot da versão que sairá do ar nos próximos dias, para a posteridade ;-)

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Negotiauctions: estratégias de negociação

Um dos aspectos nos quais a faculdade de Administração que cursei não preparava especificamente seus alunos foi o das técnicas de negociação: como se preparar, montar suas ofertas, os planos, estudar os concorrentes e garantir que vai sair da mesa com a solução mais vantajosa.

Habilidade inata para alguns, técnica desenvolvida na prática para outros, e estudo científico para muitos – e este terceiro caso é o do autor do livro Negotiauctions que, pela sua especialidade, tem a rara condição de ocupar cadeiras de docente tanto na Harvard Business School quanto na Harvard Law School.

A expressão negotiauctions parece estranha porque é formada pela junção dos nomes de duas das 3 formas pelas quais se pode conduzir um processo de transferência de valores entre 2 partes: as negociações (negotiations) e os leilões (auctions). A terceira forma é a compra a um preço previamente anunciado, como fazemos todos os dias no supermercado e na padaria.

Com base nas definições dos processos envolvidos (negociações têm pressão entre participantes de lados opostos da mesa, leilões têm pressão entre participantes de um mesmo lado da mesa, e negotiauctions têm ambos), o autor apresenta as vantagens e aplicações de cada um dos modelos, tanto para compradores quanto para vendedores.

Aprender com exemplos reais é bom, e no livro há alguns exemplos bem cotidianos, como o da compra de uma casa de praia (o comprador levou a corretora a operar, na prática, um leilão), a compra de um carro pelo próprio autor do livro (ele tentou levar as concessionárias a uma situação de leilão, mas acabou tirando vantagem de uma negociação com apenas uma delas), e até a negociação com crianças sobre o número de rodadas adicionais de uma partida que elas poderão jogar antes de ter de ir jantar.

Mas não se engane: o livro Negotiauctions é bastante técnico (ainda que com linguagem acessível e boa didática), e boa parte dos exemplos são do mercado financeiro, licitações e de negociações entre grandes empresas e instituições financeiras: direitos sobre seriados de TV, aquisições de empresas, etc.

Um pouquinho de conceitos

Boa parte do conteúdo do livro se apoia em 3 conceitos-chave sobre os quais você precisa saber a sua própria posição antes de chegar na mesa de negociação. Se você souber a posição dos demais negociadores a respeito deles, terá uma vantagem extraordinária a seu favor – mas se não souber, ao menos deve se esforçar para estimar e simular.

São eles:

  • MAANA: “Melhor Alternativa à Negociação de um Acordo” – é o que o negociador fará se não fechar negócio com você. Ele vai comprar de um concorrente seu, vai deixar de vender a casa de praia, vai desenvolver seu próprio software?
    Na prática, além de você conhecer o seu próprio MAANA, é importante avaliar o dos demais participantes, afinal, o custo ou prejuízo causado pelas consequências do MAANA deles também podem fazer parte da sua estimativa de valor. Precursores da Administração, como Sun Tzu e Maquiavel, já alertavam para as consequências de deixar um oponente vigoroso sem alternativas…
     

  • Reserva de Valor: é o número a partir do qual você não aceitará mais continuar negociando, no estilo “não pago mais do R$ 300”, ou “não vendo por menos de R$ 1200”.
    Não é o mesmo que o “preço justo”, nem o que se espera pagar, mas sim o ponto de equilíbrio a partir do qual o MAANA se torna mais atrativo do que permanecer negociando.
     

  • ZOPA: “Zona de possível acordo”. É o conjunto de condições (geralmente podendo ser representado como um intervalo em um gráfico) nos quais a MAANA e a Reserva de Valor de cada um dos participantes permite chegar a um acordo.

A prática

A partir destes conceitos, o autor leva a um interessante passeio pelos mecanismos disponíveis e suas vantagens e armadilhas para compradores e vendedores.

Questões bem práticas são apresentadas e discutidas, tais como:

  • Vale a pena fazer uma oferta inicial, ou é melhor insistir para que a outra parte a faça? (considerando que quem faz a oferta inicial tem uma chance a mais de “ancorar” a percepção do outro sobre os limites da ZOPA…)
  • Como estimar uma boa proposta inicial ou primeira contraproposta, de modo a aumentar a chance de a negociação conduzir ao valor que realmente se deseja pagar?
  • Como sair das situação de “soma zero” ou “perde-ganha” (onde para um lado ganhar R$ 10, o outro precisa perder os mesmos R$ 10) e ir para um ganha-ganha: compromissos mútuos, ampliação do escopo, meios adicionais de pagamento ou reciprocidade, etc.
  • Leilões abertos ou com lances fechados? Em uma ou várias rodadas?
  • Movimentos de rearranjo (em que um ou mais participantes alteram as condições ambientais criando situações favoráveis para si)
  • Movimentos de encerramento (em que um participante oferece algo que leva quem está do outro do lado da mesa a fechar negócio imediatamente, sem consultar mais ofertas de outros concorrentes)

Como você pode ver, as questões enfrentadas por quem negocia a compra de uma empresa variam apenas em grau, e não em natureza, em relação às de quem negocia com o gerente do banco ou com o corretor de imóveis.

Gostei de ler o Negotiauctions, e recomendo.

Seguem os detalhes para que você o encontre mais facilmente na livraria, folheie e veja se serve para você: Negotiauctions. Autor: Guhan Subramanian. Editora: Campus. 220 páginas, publicado em 2010.

Ganhe seu exemplar!

O exemplar que li para produzir a resenha acima foi cedido pela editora, que reservou mais um para ser sorteado entre os leitores.

Para concorrer, basta incluir um comentário ao final deste post, até 27/12/2010 (segunda-feira), dizendo qual das “questões práticas” apresentadas acima é a que mais aparece como obstáculo nas suas negociações, e dando um exemplo de situação prática em que isso ocorreu (não é necessário dar detalhes como o nome dos demais negociadores ou empresas envolvidas).

O sorteio ocorrerá no dia 28/12, e o vencedor será anunciado aqui mesmo nos comentários desta notícia, bem como no Twitter @efetividadeblog, e terá até o dia 5 de janeiro para entrar em contato (as instruções estarão no anúncio do vencedor) dizendo o endereço postal no Brasil para o qual a editora deverá enviar o seu exemplar!

Atualização: E o vencedor do sorteio é o Romulo Pimentel, que tem até o dia 5 de janeiro para entrar em contato dizendo o endereço postal no Brasil para o qual a editora deverá enviar o seu exemplar!

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Ferramentas: Revisando seu kit de sobrevivência geek

Um leitor do Lifehacker mandou pra lá uma pergunta interessante: o que ter num “kit de sobrevivência” tecnológico: os adaptadores, cabos e outras ferramentas básicas que permitem que realizemos nosso trabalho mesmo em ambientes hostis, com projetores que usam conectores de vídeo estranhos, tomadas em formatos diferentes, e baterias que teimam em descarregar antes da hora.

Na nossa recente série de artigos sobre o que os leitores do Efetividade levam em suas mochilas, vimos uma série de itens interessantes que servem para as mesmas finalidades.

Mas a resposta do Lifehacker ao seu leitor serve como um guia para você revisar o seu próprio kit, e vem na forma de um kit genérico que tem 4 categorias básicas (que eles descrevem com detalhes):

  • pen drive
  • carregadores
  • cabos e adaptadores de vídeo
  • outros cabos e ferramentas

Depois de ler os detalhes do kit deles, você está convidado a comentar aqui quais foram os itens dos quais sentiu falta!

Eu já começo dizendo que notei falta de uma ferramenta multifuncional (alicate ou canivete capaz de lidar com parafusos e cortes comuns) e de organizadores de cabos (de velcro ou de nylon). Além disso, meu kit também tem pilhas e um modem 3G. E meu pen drive é igual ao da foto que ilustra o artigo de lá ;-)

Um parêntese: a questão dos cabos e adaptadores de vídeo parece um pesadelo moderno (com a proliferação de formatos: VGA, vários DVIs, vários HDMIs, DisplayPort, etc.), mas lembro que já enfrentei o mesmo problema em décadas anteriores, quando todos os micros do universo conhecido usavam o mesmo conector VGA, mas o projetor da sala de reuniões só tinha entrada em vídeo componente. Outros tempos, mas o mesmo problema! Hoje me parece até mais fácil de resolver…

Para levar o kit, eles recomendam um acessório ao qual eu já aderi: o Grid-It, que comprei no site do fabricante. Os cabos, conectores e pecinhas em geral ficam bem presos com elásticos adequados aos seus tamanhos, e não se espalham pela mochila ou maleta. Também recomendo!

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Promoção de Natal oferece cursos sobre investimentos

Considerando o interesse despertado por alguns posts recentes sobre finanças, achei que vocês gostariam de ficar sabendo sobre a promoção abaixo, cujos ganhadores ganham cursos sobre investimentos.

Embora o prazo expire amanhã (21/12), ainda dá tempo de participar.

Qual o segredo do papai noel?

Em todo Natal é a mesma história, a gente pena para presentear alguns poucos amigos e familiares, enquanto o Papai Noel distribui presentes para todo mundo sem nem se abalar financeiramente. Como isso é possível?”

É a partir desse questionamento que foi pensado o concurso cultural “Qual o segredo do Papai Noel?”, uma iniciativa da Leblon Educação e TraderPro. A ideia é provar pra todo mundo que investir é fácil e não tem nada a ver com aquele bicho de sete cabeças que todo mundo espera.

Para participar do concurso é muito fácil! Basta preencher o cadastro no site do concurso e enviar a resposta a partir de texto ou foto. Depois, uma comissão julgadora analisará todas as respostas, e as mais criativas levam os prêmios.

Os primeiros colocados em cada uma das categorias (foto ou texto) faturam cursos de investimentos da Leblon Educação ou da TraderPro que poderão ser utilizados durante todo o ano de 2011.

Entrem no site http://bit.ly/fpSORL, revelem “Qual o segredo do Papai Noel?” e façam de 2011 um ano cheio de saúde pro SEU BOLSO!

Vai apenas até 21 de dezembro, gente! Participem!

Em tempo: não se trata de um “post pago” ou algo do gênero. Eles me avisaram da promoção, eu achei que interessaria a vocês, e publiquei. Espero que gostem!

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Festa da firma: a vítima pode ser você!

Estamos na temporada anual da “festa da firma”: aquela reunião meio social, meio profissional, em parte confraternização e em parte obrigação, que muitos escritórios, departamentos, empresas, escolas e outras agremiações profissionais costumam promover para celebrar o final do ano ou o Natal.

Há quem adore e há quem odeie. Algumas são criativas e divertidas, outras são uma coleção de clichês (amigo secreto, dinâmicas disfarçadas de entretenimento, discursos variados…) às quais boa parte do público aparece por se sentir obrigado.

Não há como definir uma regra geral sobre como se comportar nesse tipo de “festinha”, mas há duas recomendações essenciais:

  1. Esteja presente (ainda que saia mais cedo, ou que procure um canto discreto)
  2. Evite os excessos

Excessos são um ingrediente comum das festas memoráveis, mas geralmente as festividades promovidas pelo local em que as pessoas trabalham não são o melhor local para realmente extravasar: uma dose extra de moderação e bom-senso, que não precisariam estar presentes em uma festa dos amigos da faculdade ou mesmo em família, é mais do que bem-vinda.

E a razão é simples: você vai precisar conviver profissionalmente com todas aquelas pessoas já no expediente seguinte. Assim, aquele passo de dança que lhe parece tão engraçado, a piada “incomum” dita no microfone, a confissão feita à colega de trabalho (que você não faria durante o expediente) ou o copo de bebida a mais podem ter conseqüências bem mais profundas e duradouras do que se acontecessem em uma festa entre amigos que não trabalham juntos!

A consequência disso é que não necessariamente as festas com a turma do escritório, ou do laboratório, precisam ser as mais memoráveis e divertidas do ano, e certamente não são a ocasião certa para compensar nada que tenha ocorrido durante o ano ;-) e nem para ser a pessoa mais comentada no expediente seguinte…

Se no seu ambiente de trabalho todo mundo é amigo e nada disso é problema, fique à vontade para agir de acordo: pintar e bordar. Mas se você não pensava isso sobre o seu ambiente de trabalho antes de a festa começar, e chegar a essa conclusão só depois de já estar “na pilha” durante a festa, cuidado!

Ficam, portanto, algumas dicas para levar em conta antes de a festa começar, e evitar receber uma “fama” que, como um carimbo na testa, marcará você por bastante tempo no escritório depois que a ressaca passar:

  • Mantenha-se consciente: atento a si mesmo e ao seu ambiente. Suficientemente sóbrio. Capaz de tomar boas decisões.
     

  • Nada de surtos de sinceridade: se você se manteve discreto sobre determinado assunto durante o ano todo, não é essa a hora de querer trazê-lo à baila, confessando algo ou tirando satisfações.
     

  • Divirta-se também: outras pessoas ao seu redor estarão menos conscientes das restrições ambientais da “festa da firma”, ou mais profundamente afetadas por elas. Depois que você estiver consciente do seu limite, encontre uma forma de aproveitar a festa melhor do que ambos os grupos acima ;-)
     

  • Chegue na hora: nem cedo demais, nem tarde demais. Especialmente se a “festa” tiver atividades programadas (discurso do chefe, amigo secreto, etc.), e você acabar sendo responsabilizado por atrasos no cronograma.
     

  • Compareça: muita gente não gosta do clima da “festa da firma”, mas geralmente trata-se de uma ocasião importante no calendário corporativo. Estar presente tem seu significado. Mas não há problema em sair bem antes de a festa terminar – de fato, pode ser até uma boa tática para evitar as armadilhas típicas de fim de festa (que em festas não-corporativas podem ser bem divertidas).
     

  • O cantinho é menos inviolável do que parece: se você pensou em fazer algo que não deseja que os outros não vejam, a “festa da firma” não é o lugar – inclusive porque a cultura corporativa frequentemente é avessa à noção de privacidade entre os colegas. Se não der para deixar para outro dia, vá ser discreto em outro lugar, e não volte para a festa depois achando que ninguém vai perceber!
     

  • Sem revoluções no traje: ir um pouco menos formal do que no dia-a-dia de trabalho é aceitável, mas evite exageros: a não ser que a ocasião justifique (exemplo: festa na praia), não é uma ocasião para finalmente tirar a gravata e ir de bermuda e regata.
     

  • Convidados de fora: só leve alguém com você se a ocasião explicitamente permitir.
     

  • Educação não é opcional: uma festa pode exigir menos ou mais formalidade, mas o nível de educação não varia.
     

  • Consuma com moderação: vale tanto para a bebida quanto para a comida: devagar se vai ao longe. Não seja o cara para quem vão apontar por estar indo pela quinta vez ao buffet, por fazer um prato digno de um alentado bandejão voltado aos operários da construção civil, ou por não conseguir mais andar em linha reta.
     

  • Não sabote a festa: não seja o responsável por iniciar o movimento “isso aqui está chato, vamos pro barzinho da esquina”. Ir em um grupo seleto para uma continuação da festa em um ambiente menos hostil pode ser uma grande ideia, mas não pode ser implementada cedo demais.
  • Cuidado com os pedidos de desculpa no dia seguinte: se você fizer algo de que se envergonhe, avalie bem se foi uma catástrofe que exige mesmo ser mencionada no expediente seguinte em um pedido de desculpas, ou se foi algo sem importância, de que ninguém mais vai lembrar, e que não precisa ser mencionado para – aí sim – ser relembrado pelos demais, ganhando uma importância que originalmente não tinha.

E já que você está se preparando pra “festa da firma”, leia também: Como se livrar de conversas chatas, em 10 lições ;-)

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Vizinhança

Expediente

Agenda em dia e caixa de entrada vazia. O Efetividade.net é um blog sobre produtividade pessoal, efetividade, lifehacking, GTD e truques espertos para o seu dia-a-dia. Os mais de 40.000 leitores diários estão sempre atualizados sobre produtos, serviços e técnicas que fazem sua vida mais produtiva, efetiva e... agradável.

Mantido por Augusto Campos (@augustocc), que é o autor dos textos publicados, exceto quando mencionado o contrário.

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