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Google Marketing, 3a. edição – e evento de lançamento em SP

, por Augusto Campos Blogging

Efetividade.net é a sua fonte de informações originais e atualizadas sobre produtividade pessoal, efetividade, lifehacking, GTD e truques espertos para o seu dia-a-dia. Leia também:

detalhei para vocês minha opinião bastante positiva sobre a segunda edição do livro Google Marketing (em 2008), e hoje venho aqui mais brevemente apenas para contar que está saindo a terceira edição.

Recebi um exemplar da nova versão, por cortesia da editora Novatec (sempre muito gentis – obrigado!), e embora eu ainda não tenha começado a ler, vou cometer o pecado de descrever apenas o aspecto externo do livro, que já me chamou muito a atenção antes mesmo de abrir: é um alentado volume de 651 páginas (a anterior, que ficou entre as 5 mais vendidas de 2008 na área de marketing, tinha 480) e capa dura. A descrição na editora tem mais detalhes, mas já adianto que não é um “guia de receitinhas de SEO” – é de fato um livro sobre marketing na Internet.

E a razão de eu estar contando isso pra vocês em um mini-post, ao invés de esperar pela próxima Rapidinha Efetiva, é que recebi um aviso que interessa aos leitores de São Paulo que gostam do tema: na semana que vem haverá evento de lançamento e palestra do autor, na Fnac da Av. Paulista.

Detalhes no release, que reproduzo integralmente:

Livro brasileiro de marketing mais vendido do país tem nova edição com 650 páginas e capa dura trazendo estratégias de geração de valor para empresas por meio da internet.

Com foco em criação e implementação de estratégias de marketing digital visando aumento de receita e lucratividade, além de geração de valor para marcas e empresas, o livro Google Marketing 3ª edição, do publicitário e palestrante de marketing digital, Conrado Adolpho, chega às livrarias reunindo um conteúdo denso, prático e inovador. A obra descreve como as empresas dos mais diversos portes e segmentos devem utilizar a internet para construir marcas vencedoras em um mundo cada vez mais dominado pelos bits.

O lançamento do livro ocorrerá no dia 24 de fevereiro, às 19h, na Fnac da Av. Paulista, em São Paulo, com uma palestra homônima do autor. As vagas são limitadas e por ordem de chegada.

A terceira edição do livro, totalmente atualizada e ampliada, ensina a criar inteligência competitiva por meio da web, aumentar a quantidade de prospects de uma empresa de serviços ou produtos, melhorar o relacionamento com clientes, fornecedores e outros stakeholders, mensurar resultados de ações on-line e off-line, estimular o marketing viral e outras ações vitais para o crescimento de qualquer empreendimento.

O publicitário e autor do livro, Conrado Adolpho, comemora o lançamento de mais uma edição do livro, que já se tornou um Best-seller no mercado – tendo sido premiado, em 2009, pelo Jornal do Comércio. Em vista disso, trouxe uma nova versão mais robusta e incluindo, com exclusividade, uma metodologia de marketing e vendas para a web: “A metodologia ’8 P’s do Marketing Digital’, desenvolvida depois de anos de observação e de experiência em marketing para a internet à frente de minha agência, fez com que essa edição do livro traga algumas soluções há muito esperadas pelos empresários e dá um norte para agências e departamentos de marketing sobre como trabalhar corretamente com marketing digital. São técnicas claras de como gerenciar um negócio na internet, o que pedir para sua equipe ou como mensurar os resultados de uma campanha de forma eficiente” explica.

Passe lá!

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6 Comentários até agora

  1. Lígia comentou:

    em February 19 2010 @ 22:06

    Bah, achei que o livro deixa muito a desejar.
    Tem muitas páginas que não agregam nada. Daria para escrever o conteúdo útil do livro em metade das páginas que a primeira edição usou. É muita enrolação.

    Além disso a primeira edição tem muitos erros de português, de digitação e diagramação.

    O livro não tem referências sólidas. Há afirmações que o autor faz que não se sabe de onde ele tirou. Há ainda afirmações erradas como a que diz que a Camiseteria não possui estoque devido ao modelo de negócios. O que é errado pois eles, embora tenham um modelo de negócios inovador e baseado na web, possuem sim estoque.

    Sem falar que em vários momentos o autor faz propaganda de sua própria empresa no livro. Na minha opinião é de muito mau gosto fazer autopromoção em um livro que será comercializado.

    Mas embora tenha me decepcionado pois esperava muito mais do livro, ele não é de todo ruim, faz um bom apanhado sobre a web hoje. E o texto, embora longo não é chato, até tem um ar de literatura “beste seller”.

    Lígia

  2. augusto comentou:

    em February 21 2010 @ 15:08

    Lígia, só pra esclarecer, essa opinião considera a terceira edição, ou é só sobre as anteriores?

  3. Eraldo Stails comentou:

    em February 24 2010 @ 21:09

    blz… pare mesmo excelente….

  4. Mozart comentou:

    em March 4 2010 @ 10:17

    Sinceramente, não espero que esta edição vá superar a segunda que não é lá essas coisas…
    Depois que alguém lê Kotler fica difícil ler algo de qualidade duvidosa quando se trata de Marketing.

  5. Conrado Adolpho comentou:

    em March 4 2010 @ 14:40

    Olá,

    Críticas são sempre muito bem-vindas. São elas que me dão a oportunidade de melhorar o trabalho cada vez mais e me tornar uma pessoa e um profissional melhor.
    Longe de ser dono da verdade, são as críticas que me impulsionam, no entando, deixe-me esclarecer alguns pontos que podem ter ficado ambiguos dentre as 656 páginas de texto:

    O livro se propõe a ser um tradutor entre o “mundo off-line” e o “mundo on-line”.
    Foi escrito, principalmente, para o empresário ou executivo que tem entre 35 e 55 anos e se sente perdido frente às novas tecnologias e diante do novo comportamento do consumidor.

    O livro não foi escrito somente para nativos digitais e publicitários interativos. O que eu digo lá, muitos desses já têm uma boa ideia. Já percebem, mesmo que intuitivamente. O que fiz foi formalizar esse conhecimento em um lugar só e dar os motivos para tal.

    Quanto a ter muitas páginas que não agregam nada, talvez esteja falando das páginas que não ditam fórmulas, técnicas nem dicas quentíssimas. As referências desde Buck Rogers a Galileu, por exemplo, são para contextualizar e mostrar às pessoas que a internet é apenas a continuação de uma história que começou há muito tempo. Como digo, não dá para traçar uma linha em direção ao futuro sem saber de onde essa linha parte no passado.

    O ser humano não tem mudado muito nos últimos milhares de anos. Entender o passado é prever o futuro. Por isso mesmo, traço essa linha para o leitor economizando o seu tempo na busca de fatos históricos que validem as tendências apresentadas.

    A web é um reflexo da própria sociedade e, por isso, quem se propõe a escrever sobre ela, deve retomar muita coisa que não advém da tecnologia, mas sim, do relacionamento entre os próprios seres humanos, do comportamento das pessoas frente às novidades tecnológicas, da psicologia da compra e outros fatores humanos, não puramente tecnológicos, não puramente técnicos. O livro não é e nem se propõe a ser um manual.

    Quanto aos erros de digitação e diagramação, peço desculpas aos leitores. O processo de produção de um livro é sempre bem complexo. Erros acontecem. A terceira edição teve um trabalho muito mais intenso da revisora e os erros de digitação foram minimizados.

    Pelo fato de não ser um livro focado em um assunto somente, como redes sociais ou e-mail markeitng, é escrito para muitos públicos – para o empresário, para o executivo de meia-idade, para o webdesigner, para o jornalista, etc.

    o livro tem muitas das coisas que, podem não servir para uns, mas são extremamente pertinentes a outros. As referências econômicas à bolha não tem tanta importância ao webdesigner que precisa terminar um site otimizado para seu cliente e quer saber como fazer isso, mas é muito importante para o investidor que precisa entender o que fez com que tantos perdessem dinheiro apenas há poucos anos antes.

    Os cases de empresas pequenas, brasileiras, podem não ser úteis para o gerente de marketing de uma multinacional, mas é primordial para o micro-empresário que quer saber se de fato a web dará certo para seu negócio.

    Repito, o livro não se propõe a ser um manual com receitas de bolo (o que o tornaria muito mais enxuto, realmente), mas uma leitura que estimule o raciocínio, a indagação, a descoberta das melhores estratégias para o seu negócio em específico. Nisso, por sinal, o Google Marketing se afasta bastante dos manuais best-seller :)

    Quero que as pessoas entendam o contexto histórico e sociológico da internet, não apenas como fazer uma campanha no Twitter ou enviar um e-mail.

    Quanto à parte puramente técnica, apesar de mostrá-la no livro também, já existem muitos outros livros que mostram o passo a passo (e muitos sites da internet também).
    É um livro também para líderes que pensam estrategicamente, não só para liderados que precisam operacionalizar uma ordem superior.

    Com relação às referências sólidas, a maior parte delas está na bibliografia (os cerca de 70 livros que foram usados no estudo para a confecção desse livro) e nos sites utilizados (as centenas de sites que mostro no final do livro que foram também usados como referência).

    Caso haja uma ou outra referência não mencionada, basta fazer exatamente aquilo que o livro mesmo diz – ir no Google e procurar por si mesmo se tal informação é pertinente ou não. “Brigar” com o texto é algo saudável.

    Tendemos a aceitar passivamente a palavra escrita. Todo texto é retórico e, por isso mesmo, induz ao comodismo de se aceitar o que ele diz. Ter uma postura crítica perante às palavras é fundamental para se ter também uma atitude crítica perante à própria vida.

    Se algum dado saiu errado no livro, por favor, me avise. A quarta edição contará com sua colaboração valiosa. Nenhum trabalho hoje, com a velocidade com que as coisas mudam, está livre de cometer algum equívoco. Esses porém, são ínfimos, porém, caso descubra algum, avise. Processos colaborativos sempre são melhores do que os processos individuais.

    Quanto à linguagem “best seller”, estou em dúvida do tom utilizado para dizer isso, mas acho que devo agradecer. O Google Marketing já é um Best Seller em seu segmento e “best seller” não é necessariamente algo ruim. (Hemingway foi best seller e não dá para falar que ele era ruim).

    Depende de como nós percebemos o livro, best seller pode representar qualidade ou não. No caso do Google Marketing, pelo feedback que recebo diariamente dos leitores, vou considerar que é um best seller de qualidade :)

    Quanto ao dado que menciona da Camiseteria, por exemplo. Copio abaixo alguns trechos que retirei do livro quanto a esse tópico:

    “…O negócio é genial por vários aspectos. Primeiro, o “produzir para vender” dá lugar ao “vender para produzir”, o que diminui o estoque para próximo de zero. As estampas são armazenadas em bits – custo praticamente zero de estocagem…”

    e ainda:

    “Em entrevista, Fabio Sexias, fundador do Camiseteria, disse: “…Em muitos casos, vendemos uma série inteira em dois dias…”

    Não digo que o Camiseteria não tem estoque, o que digo é que o estoque é muito menor do que seria normalmente. Que ele reduz o estoque, principalmente porque consegue prever demanda com muito mais facilidade. Não fica com “dinheiro parado”, mas consegue algumas vezes vender uma “série inteira em dois dias”. O estoque que conhecemos, de produtos parados mofando na empresa, é coisa rara no Camiseteria.

    Quanto a falar da minha empresa, é natural. Sou um escritor e um empresário – a Publiweb ocupa boa parte da minha vida.

    Falo também da minha empresa, principalmente porque muitos dos cases que eu cito são da própria Publiweb. O conhecimento de causa de estar a 5 anos à frente do negócio me dá muitos elementos para mostrar o que dá resultado e o que não dá.

    Falei da Publiweb em 16 páginas, em um total de 22 vezes, durante o conteúdo do livro (não contei o número de vezes que falei dela nos agradecimentos ou na apresentação do autor, por exemplo) dentre as 656 que o livro tem.
    Não acho que falar da Publiweb em apenas 2,44% das páginas do livro seja algo que incomode.

    Em último lugar, digo com toda a humildade que, realmente, não espero agradar a todas as pessoas com o livro. Seria ingênuo pensar que todos os leitores iriam gostar da obra, por mais que eu me esforçasse para tal.

    Sempre haverá pessoas que não gostarão do conteúdo, da capa, do texto, da maneira como exponho as informações, etc. Acho que a única unanimidade no planeta que eu conheço é o Chico Buarque :)

    Um grande abraço a todos que tiveram a enorme paciência de ler esse comentário e espero ter dirimido todas as dúvidas e posto minha opinião.

    Conrado Adolpho

  6. Rodolfo Pereira comentou:

    em March 11 2010 @ 13:17

    Otimo Post !!!

Fique ligado!
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