Como organizar os arquivos e pastas no computador

, por Augusto Campos Técnicas

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Organizar os arquivos e pastas no computador vai ficando mais complexo à medida em que os discos rígidos aumentam de capacidade, guardamos digitalmente cada vez mais coisas, por cada vez mais tempo, e usando essencialmente a mesma infra-estrutura de organização que era usada para os pequeninos disquetes dos PCs da década de 1980 – embora com alguma evolução, como os bem-vindos nomes de mais de 8 caracteres para os arquivos.


Um disco rígido de 5MB em 1956

Eu já trabalhei com isso, vi muita gente não conseguir localizar seus arquivos (mesmo quando adotavam técnicas estritas de organização), e acabei desenvolvendo minha própria estratégia de organização, que hoje compartilho com vocês.


Este é semi-automático

Em termos de precisão, minha abordagem está mais para rifle automático do que para bisturi. Mas vem funcionando bem, e eu venho migrando essa minha estrutura de pastas de micro em micro já há alguns anos, juntamente com os scripts que cuidam dela para mim. E é isso que compartilharei hoje com vocês, contando com suas manifestações e complementos nos comentários.

Meu histórico: um profissional dos arquivos perdidos

Durante anos eu trabalhei como administrador de rede e sistemas, e uma das tarefas mais chatas que ocorriam regularmente era a necessidade de ajudar algum usuário a localizar o arquivo que ele tinha perdido.


Em chamas!

Esse tipo de contratempo dos usuários (geralmente resolvido após algum esforço) acontecia em basicamente 2 cenários:

a) o usuário era meticulosamente organizado, adotava nomes de arquivo padronizados (tipo “oficio-004-2010.doc”) criava sua própria estrutura de pastas e subpastas, em vários níveis, divididas cronologicamente, por projeto, em ordem alfabética do assunto, etc. e subitamente percebia que o arquivo que ele *tinha certeza* de ter gravado não estava mais na “pasta certa”, ou

b) o usuário não se esforçava por classificar seus arquivos, centenas deles eram gravados em uma mesma pasta, sempre com o nome default que o editor de texto ou planilha sugeria, e subitamente ele percebia que não estava conseguindo encontrar o arquivo que ele *tinha certeza* de ter gravado, mas não sabia o nome.

Com o tempo percebi um padrão: a solução SEMPRE era mais fácil nos casos em que os nomes de arquivos eram escolhidos de forma manual, e meticulosamente. Portanto, se você se satisfizer com a dica à qual eu atribuo 80% da minha efetividade em localizar rapidamente os arquivos que preciso usar, pode parar de ler por aqui mesmo, e lembrar de sempre adotar nomes de arquivos que apresentem palavras-chave sobre o seu conteúdo: esqueça o “oficio-004-2010″, e adote o “of-004-10-solicita-contrato-consultor”, ou qualquer outro padrão que permita uma rápida busca por palavra chave a partir do nome do arquivo, sem ter de ficar clicando para abrir cada um dos numerozinhos que aparecem na sua pasta.

A organização em pastas

Aquele cenário (a), acima, do usuário meticuloso que cria uma intrincada estrutura de pastas e subpastas, me parece bastante comum, e quase invariavelmente esbarra em uma mesma limitação: divisões por temas e subtemas fazem com que muitas vezes um mesmo arquivo se encaixasse muito bem em mais de uma categoria, e aí o usuário precisa fazer escolhas na hora de gravar, e não necessariamente vai lembrar disso na hora de procurar.

E em um sistema assim compartimentalizado, na hora em que se percebe que o arquivo não está na pasta em que achávamos que ele estaria, muitas vezes é necessária uma busca um pouco mais trabalhosa, navegando pela estrutura de pastas e subpastas e inspecionando cada uma delas.

A coisa piora quando os nomes de arquivos são pouco descritivos (e o usuário precisa ficar abrindo para olhar o conteúdo), e fracassa de vez quando, ao não encontrar o arquivo na pasta em que procurou inicialmente, o usuário acredita que ele foi removido, sem lembrar que algumas semanas atrás havia motivo para guardá-lo em uma outra pasta.


Excesso de pastas me atrapalha bastante

Existem diversos artifícios para lidar com isso, desde o simples (mas trabalhoso de manter) hábito de manter atalhos ou links para os documentos em todas as pastas que eles poderiam caber, até o uso de aplicativos e utilitários para fazer indexação, busca semântica e agregar metadados aos arquivos.

Eu já tentei vários deles, principalmente pelas camadas adicionais de complexidade que eles agregam aos procedimentos de restauração dos dados após uma reinstalação de sistema operacional, pela dificuldade de interoperar em ambientes em que arquivos são enviados e compartilhados entre múltiplos usuários, etc. Se eles funcionam para você, vá fundo (especialmente se no seu sistema for possível atribuir “tags” aos arquivos) – mas para mim, a minha forma simplificada satisfaz mais ;-)

A *minha* organização geral em pastas

Um dos princípios do GTD que eu assumo no meu dia-a-dia é de que os métodos de arquivamento devem estar sempre à mão, sem serem obstrusivos nem inacessíveis – se o gaveteiro fica do outro lado da sala, a tendência a deixar papéis empilhados em cima da mesa aumenta. E este é o princípio que apliquei ao meu método de classificar os arquivos no PC.

Como eu tenho já arraigado o hábito de dar nomes BEM descritivos aos meus arquivos, para mim é vantajoso concentrar os arquivos em poucas pastas, pois os próprios recursos nativos do sistema operacional me facilitam a busca visual pelos nomes dos arquivos, além de oferecer recursos comuns como ordenação por nome, por data, por tipo, etc. – e, quando necessário, basta pressionar poucas teclas para listar todos os arquivos que tenham em seu nome a palavra-chave que eu estiver procurando.

Assim sendo, eu adotei uma pasta geral (vamos chamá-la de “/Arquivos”) abaixo da qual existem 4 subpastas genéricas: /Arquivos/textos, /Arquivos/imagens, /Arquivos/compactados e /Arquivos/media. As 3 primeiras não têm subpastas, mas a última ainda se divide em /Arquivos/media/audio e /Arquivos/media/video.


Meu robô script guarda tudo nas pastas certas para mim

Como a organização é com base no formato, e não no conteúdo, eu simplesmente vou gravando todos os meus novos arquivos diretamente no /Arquivos, sem me preocupar em colocar nada no lugar certo. De manhã cedo, todos os dias, um pequeno script roda no meu computador, procura no /Arquivos tudo o que estiver gravado lá há mais de 3 dias sem alteração, e se encarrega de mover para a pasta certa.

Assim, as funções de “documentos recentes” do editor de texto e da planilha continuam funcionando bem (pois documentos mexidos há menos de 3 dias nunca são movidos), e tudo que eu já concluí ou parei de usar de forma imediata vai “sozinho” para a pasta apropriada, onde eu encontrarei (pelo nome ou pela data) sempre que precisar.

Uma vantagem extra é que no caso de eu reabrir um documento que já havia sido “arquivado” pelo script, e aí voltar a gravar uma versão editada dele no /Arquivos, no momento do rearquivamento automático (após 3 dias), o script preservará automaticamente a versão anterior também, renumerando-a, como se fosse uma versão simplificada de um sistema individual de controle de versões que faz o mais essencial: permite retroceder a versões antigas, que sempre permanecem fáceis de localizar.

O script: meu script é relativamente cru, e funciona bem para mim (em Linux). Provavelmente funcionará também, com pouca ou nenhuma adaptação, pro pessoal do Mac OS X e do Unix em geral – o conteúdo do script está aqui, façam bom uso ou adaptem/evoluam, mas saibam que não ofereço garantia, nem suporte! Pro povo do Windows não posso oferecer nenhum script pronto, mas quem sabe algum leitor empreendedor não programa um igual em BAT e nos manda o link?

Sempre há exceções

Regras de organização pessoal precisam distinguir bem entre o que é o comportamento geral e quais as exceções necessárias, e para a minha organização de arquivos não é diferente: algumas situações não se adequam bem ao tratamento automatizado, e destaco as 3 principais para mim:

A primeira delas é a das fotos digitais. A facilidade com que as tiramos, e o grande volume de armazenamento hoje disponível, permitem que acumulemos muitas delas, e os softwares e técnicas para dar nomes distintivos a cada uma delas me cansam rapidamente. Já tentei muita coisa, mas hoje para mim o que funciona bem é ter uma pasta “/Arquivos/Fotos” e dentro dela criar subpastas para cada um dos eventos ou temas fotografados. Na hora de copiar para o PC as fotos da festa de natal da família, já crio a subpasta “natal2009″ e gravo direto lá, onde eu as encontrarei facilmente quando quiser, e os sistemas de organização de fotos (como o Picasa, por exemplo) também saberão encontrá-la.


A grande vilã

A segunda são os arquivos que abro periodicamente. A cada mês preciso fazer encaminhamentos fiscais e contábeis, partindo sempre de um mesmo conjunto de modelos de documento, e gerando novos arquivos que precisarão ser consultados nos meses seguintes e no momento da declaração do IRPF. Eles poderiam se beneficiar do script que mantém automaticamente o versionamento, mas a praticidade de tê-los separados tem facilitado o processo de confecção e análise, por isso eles ganham uma pasta à parte.

A terceira são os projetos de mais longa duração em que me envolvo: cursar a especialização, por exemplo, ou ministrar algum treinamento. Essas atividades geram grandes coleções de arquivos que servirão como referência para miom por meses a fio, e ganham também suas pastas específicas. Quando o evento acaba, copio tudo para o /Arquivos, e em 3 dias estará tudo arquivadinho do jeito padrão.

As suas exceções podem ser bem diferentes das minhas. Adapte-se a elas! Pode fazer sentido, por exemplo,

Backup e coleta de lixo

A maioria dos arquivos que eu mesmo produzo são em formatos que ocupam pouco espaço no disco, e assim podem ficar armazenados permanentemente, sem maiores problemas.

As exceções, como os eventuais arquivos de áudio, vídeo e imagens, são avaliadas em conjunto ao final de cada ano. Se acho que ainda vou precisar delas, mantenho onde estão. Quando desconfio que elas nunca mais serão necessárias, eu as copio para alguma mídia de backup barata (no momento a minha preferida são os DVDs) e arquivo externamente, porque nunca se sabe o dia de amanhã – e se elas não voltarem a ser restauradas até o prazo de validade dos backups caseiros em DVD, é porque realmente podem expirar em paz.


Haja DVD!

O backup anual complementar em DVD também é um costume que mantenho há muitos anos. Chega dezembro, e eu insiro um DVD virgem de boa qualidade no drive, copio o que tiver de mais importante dos meus arquivos, e guardo bem longe, em um local seguro.

Para os backups diários, ultimamente tenho feito algo mais simples: um script automatizado sincroniza diariamente a pasta /Arquivos (e suas subpastas) com um HD externo permanentemente conectado, e semanalmente eu conecto um segundo HD externo para fazer uma cópia completa adicional.

Anteriormente eu me esforçava para separar conteúdos “mais importantes” que merecessem o backup diário, mas hoje adotei um novo posicionamento que assume (exageradamente) que se está arquivado, é importante e precisa de backup – e investi em ter os 2 HDs com capacidade suficiente pra isso.

Como complemento, parte considerável dos meus arquivos também é copiada periodicamente (e automaticamente) para o serviço de backup do meu provedor de hospedagem, o que já me foi útil diversas vezes.

Mas não sei se devo recomendar que você adote uma técnica de backup similar à minha. Eu recorro ao script de backup feito em casa porque sou da velha guarda e preservo velhos hábitos. Se eu fosse implementar uma estratégia de backup do desktop para mais alguém hoje, provavelmente escolheria alguma ferramenta similar ao Time Machine, do Mac OS X.

Compartilhamento entre múltiplos computadores

Compartilhar arquivos entre múltiplos computadores que não estão permanentemente conectados entre si é um problema difícil para o qual existem muitas soluções prontas. E conforme se popularizam os notebooks e netbooks, o problema também fica mais comum.

Mais uma vez, o fato de eu ser da velha guarda (com anos de experiência administrando arquivos alheios) me faz desconfiar bastante das ferramentas prontas, pois elas acrescentam dependências e muitas vezes falham em momentos cruciais.

Por isso, também aqui adoto uma estratégia simplificada (e que envolve abrir mão de facilidades que as ferramentas prontas oferecem): não importa a situação: a versão que vale sempre é a que está gravada no PC do meu escritório, o qual eu me esforço para tornar sempre acessível, via Internet (e com segurança) para quando estou fora (com o netbook, por exemplo) e preciso de algo.

Quando estou fora e faço alterações em arquivos cuja versão original reside no PC do escritório, uso os recursos da Internet para enviar a nova versão imediatamente para ele de volta, ou mando um e-mail para mim mesmo com a nova versão, caso seja impossível.

Sendo o meu próprio BOFH, sempre colocando em prática esta regra bastante estrita, eu me poupo dos problemas das falhas de sincronização e compartilhamento que são tão comuns. Mas só funciona porque eu conscientemente abro mão de algumas das suas vantagens.

Estratégias alternativas, baseadas em serviços on-line, em mídias removíveis ou em aplicativos de sincronização, são abundantes. O fato de eu não gostar delas não é razão para que você não as adote, mas quero frisar que considero que perco menos ao abrir mão de algumas de suas vantagens do que já perdi anteriormente ao adotá-las e ficar exposto, em momentos indesejados, às suas limitações.

As soluções dos leitores

Em 2008 eu consultei os leitores sobre o que eles faziam para organizar seus arquivos.

Na época recebi pouco mais de 50 respostas, e destaco a seguir links para algumas delas:

E vários outros leitores deram também suas dicas, na época. Agora você está convidado a fazer o mesmo, compartilhando aqui nos comentários a sua forma de organizar arquivos no PC!

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46 Comentários até agora

  1. andreyev comentou:

    em January 7 2010 @

    Ops, uma primeira observação sobre seu script organiza-acc.sh é que pode ser interessante testar você tem permissão de escrita nos diretórios, não? Algo mais ou menos assim:

    for DIR in $DIRBASE $DIRBASE/imagens $DIRBASE/compactados $DIRBASE/media $DIRBASE/textos;
    do [ ! -d "$DIRBASE" ] && mkdir -p “$DIRBASE” && [ ! -w "$DIRBASE" ] && chmod o+w “$DIRBASE”;
    done

    HIH!

  2. augusto comentou:

    em January 7 2010 @

    Andreyev, de fato é possível que em alguma situação o usuário tenha poder de alterar atributos das pastas mas não tenha o de escrever nelas. Se isso for algo realista no seu contexto, creio que a sua solução seria mesmo adequada, mas aí ficaria ainda melhor se tivesse uma condição adicional, abortando a execução caso não conseguisse mudar as permissões, ou criar os diretórios, certo?

    No meu caso eu assumi como certo o modelo mais comum, com diretórios sendo criados com permissão de escrita para o seu dono, e o dono executando o script “apontado” para diretórios sobre os quais ele tem o acesso necessário. Um script robusto certamente teria que ir além do que eu fiz, e um pouco além do que você sugeriu, que já é um passo positivo nessa direção ;-)

  3. Bruno Prado comentou:

    em January 7 2010 @

    Ótimo post! Organizar arquivos e pastas em um estrutura inteligível e que permita encontrar a informação necessária é sempre um desafio. Obrigado pelas dicas. Abraço.

  4. augusto comentou:

    em January 7 2010 @

    Bruno, tem razão! E é altamente subjetivo também, por isso tenho curiosidade em saber como as demais pessoas organizam ;-)

  5. Ágata comentou:

    em January 7 2010 @

    Leio o Efetividade já tem um booom tempo e cada vez os posts daqui me agradam mais.

    Vim comentar só agora com uma dúvida/sugestão: conhece o Google Desktop e, se conhece, o que acha dele?

    Sou tradutora freelancer e trabalho em casa, estou sempre mexendo com arquivos em word e pdf que vem do cliente, e na maioria das vezes não posso nem mudar o nome, pois o próprio cliente segue lá o sistema de organização dele. Pra esses, tem uma pasta separada só pra trabalho, e dentro dela planilhas de pagamento, work in progress e tudo que já foi entregue por um período que vai de 3 a 6 meses. Mas o que me ajuda mesmo a achar documentos antigos (pro caso de uma consulta a algo que já apareceu antes, um documento que seja parecido com outro que já foi traduzido, querer ver o que já fi feito praquela empresa ou um cliente que perdeu o arquivo xxx e quer saber se eu ainda tenho) é o sistema de indexação de arquivos do GDesktop.

    Eu posso selecionar o que vai ser indexado e o que não vai, e depois é só digitar o título – se eu souber, para ver onde o arquivo está – ou qualquer trecho ou palavra que possa estar denrto do arquivo – como o nome de um produto ou empresa ou um termo técnico – que ele me dá uma lista com todos os arquivos com aquele termo. É bem usar o Google no próprio computador mesmo. Eu gosto e me adianta a vida que é uma maravilha.

    Pelo menos pra quem é desorganizado de plantão, eu recomendo!

    Beijos e parabéns pelo blog, cada vez com coisas mais úteis e interessantes :)

  6. Edson FJ comentou:

    em January 7 2010 @

    Pra quem usa windows e quiser separar por tipo de arquivo, é só ir na pasta onde você joga seus arquivos, clicar com o botão direito e ir em “arupar por”; lá vai ter por nome, data, tipo. “Tipo” seria pela extensão, bem parecido com o script. Aí um print pra minha pasta de downloads:

    http://s697.photobucket.com/albums/vv339/edsonfj/?action=view&current=Pastadedownloads.jpg

    Eu uso isso no Win Vista, não sei se funciona nas outras versões.

  7. tobias comentou:

    em January 7 2010 @

    Uma abordagem radical que eu gosto é: não organize nada e use um buscador! Tirando fotos e código-fonte/script, tudo vai pra mesma pasta, com nomes vagamente relacionados com os conteúdos e utilize um indexador com suporte à pesquisa dentro dos arquivos, como o Strigi ou Google Desktop (tem coisas parecidas para OSX e Windows que eu saiba), fica perfeito, não precisa ficar lembrando de nada, deixa o applet na barra de ferramentas, geralmente vc não digita a primeira palavra completa e já achou o arquivo que queria.

  8. J. F. Mitre comentou:

    em January 7 2010 @

    Depois de um ano e meio eu achei que tinha desistido de escrever esse artigo.

    Eu escrevi o que tinha para escrever sobre esse assunto no final do ano passado no meu próprio blog.

    http://jfmitre.com/2009/12/ordem-na-vida-digital-os-arquivos-do.html

    Abraços
    J. F. Mitre

  9. Vinícius Novais comentou:

    em January 7 2010 @

    Não sei nem se foi lido, mas eu pedi um artigo desses tem uns dois dias, lá pelo Twitter. :D

  10. Vinícius Novais comentou:

    em January 7 2010 @

    Achei a forma descrita pelo Augusto show, simples e prática. Vou começar a organizar os meus documentos agora, numa partição separada do HD.

    Obrigado por compartilhar conosco sua arquitetura.

  11. elias comentou:

    em January 7 2010 @

    Mas como saber se um dvd virgem é de boa qualidade? Pelo preço? Pela marca?

    Qual sua(s) marca(s) preferida(s) de cds e dvds virgend?

  12. Vinícius Novais comentou:

    em January 7 2010 @

    O meu tweet foi lido pelo Augusto e respondido, porém eu não tinha visto. Valeu.

  13. elias comentou:

    em January 7 2010 @

    ah, e sobre seu post. por algum motivo, guardo código fonte de terceiros em ~/src, programas meus que rodo como comandos em ~/bin, e quase sempre tenho um ~/tmp (que às vezes é linkado para /tmp/algumacoisa, as vezes não). É como se inconscientemente eu aderisse ao unix por questão do nome ser pequeno pra digitar no terminal (no caso, ~/src é 4 teclas: ~, /, s, tab).

    E na verdade, vendo a arvore do slackware, eu percebi que aquilo tem muito a ver comigo. Tenho muitos diretórios de uma só letra, mesmo na época que eu usava windows. Aonde o firefox salva seus downloads? ~/d/firefox. Aonde está o trabalho que fiz para um professor de algoritmos e estruturas de dados há anos atrás? ~/e/c++/2007.1/aed2.

    Estou no momento considerando a hipótese de usar um filesystem com tags. ou de por o /etc no git, como um amigo fez. Ou de versionar todo meu /home com git. Ao menos os arquivos de texto. Ou de usar zfs. O zfs é mesmo muito bom.

    A duplicação de arquivos aqui me levou a crer que renomear todos os arquivos para o seu md5, e depois linkar o nome ao md5, era uma boa idéia. Não é. Eu fiz isso em algo que botei num dvd, com uma pasta enorme para md5s, e uma outra pasta com uma arvore com nomes linkando para esses md5s. mas o dvd perdeu a localidade da referência: arquivos na mesma pasta não ficavam mais fisicamente próximos no dvd (como seria natural). E abrir os arquivos de determinada pasta ficou consideravelmente mais lento.. (uma solução seria reordenar os arquivos no dvd, baseando-se num find na pasta com links e o programa sort)

    Mas a idéia ajuda a resolver um dilema: “Poxa. Eu acho que já baixei isso. Será? Se sim, foi quando? E em que contexto?”

    (E ajuda a resolver outro dilema. “Este arquivo está corrompido?”: echo “$(readlink “$1″)”‘ ‘”$1″ | md5sum -c -)

  14. augusto comentou:

    em January 7 2010 @

    Ágata, eu acho legais (para os outros) as soluções como o Google Desktop. Acho que é o meu estilo de usar computador que não se adapta muito a elas!

    Edson, eu diria que usar o recurso de ordenação desta forma é um primeiro passo em direção à minha forma de ordenação. Para quem tem pouco arquivo, ou não se distrai facilmente, acredito que seja mais do que suficiente!

    Tobias, buscadores são legais até certo ponto, só. No meu caso, gosto de poder encontrar com a mesma facilidade os meus arquivos mesmo quando não estou fisicamente presente junto ao desktop, ou quando procuro algo em uma mídia de backup, por exemplo. Mas para quem não tem as mesmas demandas, acho ótimo não precisar dispender esforço arrumando nada!

    Mitre, obrigado pelo link! Eu demorei porque sempre quis poder oferecer uma solução verdadeiramente multiplataforma (e sem dependências incomuns) no lugar do meu script. Quando desisiti disso, o artigo pôde sair!

    Vinicius: Grato! E sim, eu respondi teu tweet hoje pela manhã!

    Elias, interessante teu esforço que vai aos limites dos sistemas de arquivos! A minha experiência leva ao caminho contrário: depender do mínimo de especificidades que for possível. Sobre DVDs, sugiro fugir dos extremamente baratos, caprichar no básico sobre como conservá-los, e ler este artigo da PC World: http://www.pcworld.com/article/127051/answer_line_will_my_cdr_and_dvdr_discs_still_run_in_10_years.html

  15. José (Ze_Panda) comentou:

    em January 8 2010 @

    Normalmente clientes que tenho mais intimidade recomendo e aplico o particionamento da HD e redireciono o “Meus Documentos” para está partição indico que salvem tudo no “Meus Documentos”.

    No meu PC aplico mesmo método só que em um HD separado dedicado arquivos, dentro a organização bem variada, mas sempre à pasta de nome “Load” onde tudo que é baixando cai nela, com tempo vou subdivido e reorganizando pra outros lugares.

    Nos Mac´s não tem que se estressar, arquitetura do sistema já é organizada.

    Quanto BKP normalmente era em CD, depois e atualmente foi de HD pra HD, agora estou indo para um HDExterno.

  16. Seiti comentou:

    em January 8 2010 @

    Uma alternativa excelente para compartilhar seus arquivos entre vários computadores é usando o Dropbox.

    Mas precisa sempre acesso a internet, mesmo que a sincronização ocorra na rede local.

  17. Raissa comentou:

    em January 8 2010 @

    Eu tenho uma pasta “STUFFS” onde coloco as tranqueiras q não tem tanta utilidade mas nao quero perder.. é quase um “OLD” digamos assim.. e a pasta “outros” é sempre bem vinda quando é algo importante mas nao tem lugar pra colocar…

    adoro meu desktop bem limpinho onde soh tenho o básico mesmo, mas acho importante colocar pastas simples onde dentro tenham arquivos com nomes mais especificos, assim crio poucas pastas e saberei visualmente encontrar meus arquivos dentro delas ;)

    mas assumo q nao sou mto organizada e quando tenho prig acabo jogando em qualquer canto, OBVIO.. me ferro depois =[

    eh issu ;)
    vlew as dicas

  18. Rafael comentou:

    em January 8 2010 @

    Post legal Augusto. Me enquadro na categoria dos usuários que usam muitas pastas. Primeiro divido os arquivos não em formato mas em categorias:
    * Arquivos [coisas diversas como zips]
    * Biblioteca [livros, artigos e curiosidades]
    * Imagens [minhas fotos, qualquer foto de qualquer coisa]
    * Vídeos [mídias em geral]
    * Música [o q será?]
    * App [programas e perfis de programas, coisas instaladas via zip]
    * Projetos [arquivos de projetos, importantes demais para ficarem desmembrados]
    * Setup [arquivos específicos de configurações e instalações do sitema]

    Na pasta de Arquivos mantenho alguns documentos gerais, como backups.
    Na biblioteca os arquivos são divididos por assunto: biologia, matemática, artigos, entrevistas…
    Geralmente estas pastas só têm três níveis de profundidade. A única que dá complicações é a de projetos que pode ter uma profundidade imensa em alguns casos. Lá ficam projetos pessoais e profissionais, na verdade, cada projeto exige sua estrutura interna o que torna as coisas bem confusas por lá, felizmente nunca tive problemas em organizar meus arquivos.

    Mas estas pastas só recebem coisas que estão prontas, não misturo arquivos de trabalho com os prontos. Mantenho os arquivos em que estou trabalhando no Desktop. Mesmo assim, você dificilmente verá ícones na minha área de trabalho.

  19. Edson FJ comentou:

    em January 8 2010 @

    Sobre o lance do arquivo bat, eu fui fazer um, bem simples.

    Ele vê a extensão e coloca na pasta programada. Basicamente ele cria uma cópia dentro da pasta certa e depois deleta o original (comandos xcocpy e erase).

    Eu testei aqui no meu computador e funcionou direito. Mas só eu testei e só em um computador. Tem um arquivo leia-me que explica o que fazer.

    http://www.4shared.com/file/191764377/b4e24bbe/Organize-me.html (tem 50,1 kb)

    Se estiverem desconfiados, só abrir com o notepad e verem o conteúdo (o próprio leia-me pede isso, pra alterar o caminho que eu deixei no programa pro caminho das pastas do seu computador)

  20. ViniS comentou:

    em January 9 2010 @

    Para usuários windows, tem o Belvedere, que faz a mesma função do seu script, e ainda tem várias opções de customizações.

    http://lifehacker.com/341950/belvedere-automates-your-self+cleaning-pc

    Tem ainda o “MoveOut” e o “Desktop Teleporter” que tem as mesmas funções

    Todas as opções acima são freeware.

  21. Magno Naval comentou:

    em January 9 2010 @

    Boa noite, sr. Augusto Campos,

    Já estava esperando por um post sobre este tema.

    Minha filosofia de organização de arquivos é diferente da sua (igual CPF, cada um tem o seu), pois me enquadro mais na categoria de usuário “meticuloso” que você citou.

    Já apanhei o suficiente para saber valorizar o trabalho de um bom bibliotecário(a) e por vezes sentir falta de um. No trabalho é mais difícil organizar arquivos, por não ter permissão para modificar pastas. Incluem:

    - Ficheiros arquivados como recebido. Exemplo: desenho.jpg, relatório.doc
    - Documentos recebidos em grande quantidade, com nome em código, sem índice ou mapa: DQ-03313-ABS_v0.doc
    - Arquivo que depende da pasta para ser explicado: “estrutura.pdf” na pasta “Ponte” e “estrutura.pdf” na pasta “Vigas”.
    - Nomes em CAIXA ALTA. Impedem que você encontre qualquer coisa em uma lista sem fazer esforço visual.
    - Várias pastas, algumas com muitos arquivos, outras com um arquivo só. O documento pode estar em qualquer lugar e você nunca sabe de quais você precisa sem olhar todos.
    - Arquivos não tem um “resting place” definitivo: podem mudar de lugar a qualquer momento.
    - Versões diferentes em pastas diferentes, com nomes diferentes ou com mesmo código. Você nunca sabe se a versão que tem lá na pasta é a última sem percorrer todos os diretórios ou mesmo perguntar ao cliente se existe um arquivo mais recente.
    - Arquivos recebidos vão para a pasta 2009-03-23, seja lá o que estiver lá dentro.
    - O projeto da “Ponte XI” é quase igual ao da “Ponte VI”, com diferenças muitas vezes sutis. Pedem para usar a Ponte VI como referência, mas como é tudo recebido por e-mail fica tudo numa pasta só misturando XI com VI e você já não sabe mais se determinado valor é 48.5 ou 48.7 pois sempre alguém pega um arquivo diferente para trabalhar.
    - Informações que chegam no corpo da e-mail/fax, são faladas por telefone ou e-mails que nunca deixam a caixa de entrada de determinada pessoa para ver a luz no HD do servidor.

    Quem lê acha que o sistema de arquivos é uma zona. Nem é, acontece em todo lugar em diferentes níveis. Enquanto todo mundo está sabendo se guiar, vão dizer que é besteira dedicar muito tempo para isso.

    Mas só até o número de arquivos passar de 20 ou quando você for falar com alguém e descobrir cinco arquivos importantíssimos que você nunca leu “nasceram” a mais de uma semana na pasta do projeto e você não sabia.

    Carlos Magno, Engenheiro.

  22. Magno Naval comentou:

    em January 9 2010 @

    Continue o bom trabalho. Bons ventos.

  23. Fernando comentou:

    em January 10 2010 @

    Uma boa é a sua organização de pastas associada ao uso de servidor NAS com Raid, já pouparia alguns discos externos “fixos”.
    O que uso por aqui é o mais manual possível, um disco externo com 1 tera que serve de backup em comum para o mac e pc.
    Não tenho tanta variedade de pastas (texto, programas, audio e video), assumo minha desorganização, mas sempre encontro o que quero, graças ao spotlight do macosx.

    Não gosto do TimeMachine pq só posso adicionar exceções de locais para fazer backup.

  24. Wyliam Vassoler comentou:

    em January 11 2010 @

    Realmente a organização dos arquivos em um computador é muito importante. Vejo tantos computadores (principalmente no lugar onde trabalho) onde fica quase impossível de achar uma coisa sem ter que apelar para a pesquisa, o que para mim é um incômodo.

    Também sigo a regra de uma pasta principal dividida em Imagens, Música, Vídeos e Documentos. Mas as minhas pastas tem bem mais ramificações, mas felizmente, nunca me perdi.

    Continue com posts bons, o Efetividade é um blog que eu costumo ler toda a semana. Abraços.

  25. Luciano comentou:

    em January 11 2010 @

    O nosso salva-vidas na agência é realmente a Dropbox. Não só pela sincronia do servidor deles com meu notebook, mas também pela possibilidade de compartilhamento de pastas. Possuimos na dropbox uma pasta em que eu e minha sócia compartilhos os arquivos dos projetos em que estamos trabalhando no mês. Findo o projeto, tudo é copiado para um HD Externo e DVD, liberando espaço na Dropbox para outros projetos.

    Parabéns pelo script, Augusto! Iremos testá-lo aqui também.

  26. Adriana comentou:

    em January 11 2010 @

    Ótimo post, também gosto de organizar minhas fotos por data ou evento. É bem mais facíl de enontrar quando preciso.

    Obrigada pelas dicas.

  27. Rodrigo comentou:

    em January 11 2010 @

    Também usamos o Dropbox aqui no escritório, ajuda muito.

  28. Bruno Abreu comentou:

    em January 12 2010 @

    Uso Mac OS X. O próprio sistema já vem com vários recursos para não usar pastas dos quais alguns, por sinal, podem ser reproduzidos em Linux. Resumindo, as cinco pastas default do “Home” são minhas únicas pastas, tal como você faz. A elas, junto o spotlight – indexador de arquivos, cujo similar para Linux não me recordo bem o nome, mas já usei e é bom –, o Hazel que faz, sem a necessidade de nenhuma linha de código – o que o seu script faz e, por fim, para resolver de vez o problema o “Tags” cujo nome já diz tudo. Para os que não querem pagar pelo Hazel e pelo tags, o automator, que já vem instalado no Mac, faz as mesmas coisas que o Hazel desde que o usuário tenha paciência para montar seus workflows e salvá-los como “folder actions” e o Quicksilver (um launcher que era freeware e agora é open source) tem um plugin que permite adicionar tags aos arquivos.

  29. elias comentou:

    em January 12 2010 @

    deixa eu escrever algumas linhas a mais sobre o tema…

    augusto, realmente dependo mto de especificidades.. eu dependo muuito de symlinks e isso não é mto portável para partições windows. com rock ridge, dá pra coloca-los em uma partição que é ao menos lida pelo windows, mas em geral, quem precisa de transitar com os dados tem que ter cuidado (do tipo copiar tudo pro pendrive e deletar, e só depois lembrar que era formatado em fat32..). eu nao exatamente recomendaria às pessoas que organizassem seus arquivos do meu modo =)

    mas isso não me incomoda tanto, um cp -L normalmente resolve.

    elaborando um pouco meu o comentario: meus arquivos sao guardados em diretórios qualificados, que identificam a origem do arquivo e as vezes algo sobre o “tema” dele. eu tambem tento manter metadados descrevendo informações adicionais (como uma url, se eu posso confiar se a url é estável, etc), mas normalmente não em casos onde eu mesmo criei o arquivo. e em muitos casos o meu arquivo de metadados é o meu “gerenciador de downloads”:

    #!/bin/bash
    cat $0 | sed -r ‘/^(#|cat)/d’ | wget -c -i -; exit 0

    # Tue Jan 12 09:30:28 UTC 2010

    # blablabla
    http://algo.com
    http://algo2.com

    como diretorios longos são chatos, eu tb costumo ter diretorios com links curtos pra arquivos muito acessados (e mais frequentemente pra diretorios muito acessados). isso é ruim de gerenciar.. e por isso tenho pensado em substituir por tags, que são “automagicas”.

    mas o problema em que me foco não é o da organização, e sim o da informação: “de onde vem esse arquivo? se eu o deletar, terei como conseguir denovo? qual era o nome original e a data que eu baixei?” etc.

  30. BSD comentou:

    em January 13 2010 @

    Aqui faço o seguinte:

    1) Sempre nomeio os arquivos de forma descritiva;

    2) Guardo em uma estrutura de pastas “mais ou menos” organizada (ex. Linux, BSD, Windows, Programacao, LaTeX, etc.);

    3) Uso um software para indexar os nomes, no caso do Windows o “Everything” (no caso do Linux poderia usar o locate mesmo).

    Normalmente nem procuro nada “manualmente”, abro o Everything (http://www.voidtools.com/) e digito parte do nome que ele já encontra.

  31. bebel sousa comentou:

    em January 14 2010 @

    Estava precisando de umas dicas assim. Estou com o problema de pastas em excesso!!

  32. Renan comentou:

    em January 15 2010 @

    Minhas técnicas são:

    - NÃO USO DESKTOP! Assim, evita-se a tentação de deixar os arquivos jogados na área de trabalho.
    - Não deixo arquivos soltos na /home/renan. Eles ficam em /mnt/arquivos (e /home/renan/Arquivos é um symlink para essa pasta)
    - Organizo arquivos *assim que eles são criados*, já salvo na pasta certa e com um nome descritivo.
    - Não uso indexadores de arquivos, visto que até hoje não achei nenhum que a) não dependesse de KDE ou de GNOME (uso Openbox ou um dos tiling window managers) b) funcionasse bem fora de um desktop environment.
    - Gerencio arquivos pela linha de comando. cp, mv, grep e afins, assim nomes de arquivo úteis se tornam fundamentais.

    Para mim tem funcionado bem. Quanto aos backups, os faço em outra máquina da rede.

  33. Bruno Pinheiro comentou:

    em January 18 2010 @

    Legal…

  34. Fagner comentou:

    em January 18 2010 @

    Sou da Zona Norte de Porto Alegre
    Parabéns pelo blog.
    Sempre quando eu posso eu volto aqui.
    Abraços

  35. yuri comentou:

    em January 19 2010 @

    12 dias sem atualizar o blog. E as promessas do ano passado, as rapidinhas efetivas, a atualização pelo menos semanal?? Nada? E olha que o ano mal começou…

  36. augusto comentou:

    em January 19 2010 @

    Nossa, yuri, quanta acidez!

    Peguei 2 semanas de férias agora no início do ano, redirecionei as horas diárias do Efetividade para ter mais tempo de tocar guitarra, tomar banho de mar, jogar videogame e andar de bicicleta.

    Está sendo bem efetivo para mim. Espero que isso não lhe cause nenhum prejuízo…

    De qualquer modo, hoje à noite ou amanhã deve sair um artigo curto sobre algo que aconteceu durante as férias.

  37. MuriloVbonfiM comentou:

    em January 19 2010 @

    Hahahah pois é Augusto a galera está viciada em/no Efetividade

  38. Roberto Neigenfind comentou:

    em January 19 2010 @

    Pois é. Já sofri muito por causa de meus e de outros arquivos * que eu tinha certeza * de que tinham sido gravados. Hoje resolvi meu problema com um simples procedimento de 3 passos:

    1. salve do jeito que voce quiser – associando um assunto, por exemplo.
    2. acumule (sem organizar muito e sem apagar nada) por pastas com nomes de assuntos associadas a anos. exemplo MBA-2010
    3. e viva o Google Desktop ou o Microsoft Index e os discos de 1 Tera!

  39. trabalho no exterior comentou:

    em January 20 2010 @

    Vocês me motivaram a tomar uma atitude urgente ante que tenha um pano no meu sistema! Obrigada!

  40. Amigo comentou:

    em January 21 2010 @

  41. Aline comentou:

    em January 21 2010 @

    Uma dica para armazenar as fotos:
    Salvar cada grupo de fotos por evento, utilizando a data invertida no ínicio do nome, no formato aaaammdd. Assim, as fotos ficam na ordem de data, mesmo organizando por nome (já que o sistema entende como texto). Por exemplo, o nome da pasta das fotos do Natal de 2009 fica assim: “20091225 Natal”

  42. Magno Naval comentou:

    em February 9 2010 @

    Meu novo método de organização:

    Passo 1: Escolha uma pasta para ser a “fonte”, onde estarão 100% das informações que você deseja guardar.

    Passo 2: Dá uma geral na casa, pegue cada CD/DVD de becape, Pen Drive, Celular, Notebook, videogame, HD externo, tudo. Pegue os arquivos pessoais que você guarda no PC do trabalho também, não deixe nada de fora. Jogue tudo em uma pasta só e reserve. A pasta do Passo 1 deve continuar vazia.

    Passo 3: Dê uma otimizada no espaço em disco, delete os arquivos duplicados maiores que 400 megabytes. Se você pegou tudo mesmo, terá arquivos que foram duplicados mais de 6 ou 7 vezes.

    Passo 4: Todas as pastas deverão ter uma pasta chamada “Tralha”, que é a caixa de entrada do GTD. Ela evita que você contamine a árvore de organização com lixo ou que tenha que jogar tudo numa única pasta de desorganização amorfa. Baixou um programa novo e não tem tempo de classificar ele e colocar na pasta definitiva? “I:\Programas\Tralha”

    Passo 5: ¡Brainstorming! Hora de Criar a sua estrutura de árvore. De preferência crie pastas que não permitem que arquivos caiam em mais de uma categoria. Ex.: dentro da pasta Programas eu criei: Tralha, Comprados, Profissionais, Internet, Edição de Vídeo e Codecs, Drivers, Portable, Celular e Instaladores. Você deve criar tudo antes de começar a organizar, para já saber onde cada coisa deve ir sem rever toda uma estrutura já montada.

    Passo 6: Numere as pastas. A razão disso é Manter tudo em uma mesma ordem (ajuda na hora de lembrar onde guardar o quê sem ter que ler) e evita que você contamine a árvore sem querer ao errar o mouse na hora de arrastar para a pasta Tralha. Foi a coisa que mais deu ar de organização tanto aqui em casa quanto na rede da empresa. A pasta de Tralha deve sempre começar com 0.

    Passo 7: Mãos à obra. Coloque todos os arquivos nas pastas correspondentes. Você não deve alterar a estrutura de árvore sem antes fazer outro Brainstorming. O que é interessante é sempre que você lembrar de algo que precisa fazer, criar uma pasta em branco dentro da estrutura para já deixar o espaço reservado.

    Ex.: Minha esposa toca piano e sonha em conseguir um dia tocar as músicas de Scott Joplin. Estava organizando a pasta de partituras e lembrei disso. Entrei na pasta “I:\Músicas\3. Partituras\” e criei a pasta “Scott Joplin”. Dias depois ela viu a pasta e entrou na Amazon para pegar as partituras.

    Passo 8: Becape e distribuição. Hora de devolver os arquivos que você mais usa para os dispositivos. Músicas para o Celular, vídeos para o Ipod, becapes para o HD externo e Nerdcast para o PC do trabalho.

    Passo 9: Manutenção. Lembre-se sempre de nunca deixar acumular lixo na pasta “Tralha” e de volta e meia dar uma olhada lá para arquivar na pasta definitiva.

  43. jackeline adame santos comentou:

    em March 18 2010 @

    quero no cp fazer uma pasta só minha de desenhos escrições etc… quero saber como faiz!

  44. MY NEW TIPS comentou:

    em April 1 2010 @

    boas dicas… parabens ao site… vão ajudar muitas pessoas nos computadores

  45. Ademir Mota comentou:

    em July 29 2010 @

    Excelente matéria. Encontrei-a quando procurava uma dica, mas até o momento não encontrei algo em relação.

    É o seguinte:

    Tenho duas pastas diferentes, ex. “A” e “B”, dentro de “A” tenho um arquivo “arquivo1″ e na “B” outro arquivo “arquivo2″.

    Crio uma pasta “C” e quero mover, ou copiar os dois arquivos das pastas “” e “B” para “C”. Como faço isso de uma só vez, pois, tenho que entrar em cada uma delas, copiar e colar na C isso por duas vezes.

    Desde já agradeço por alguma dica.

    Abraços,

    Ademir Mota

  46. Gabriel comentou:

    em August 16 2010 @

    O windows poderia copiar a apple, e manter a ferramenta de pesquisa sempre visível. Não preciso me preocupar com organizar com meu MAC.

Fique ligado!
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