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	<title>Comments on: Gestão do Conhecimento: o caso do míssil balístico dos EUA cuja &#8220;receita&#8221; se extraviou</title>
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	<description>Agenda em dia e caixa de entrada vazia!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 16:42:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: EUA Perde &#8220;Receita&#8221; de Míssil Nuclear &#124; Si14</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/03/10/gestao-do-conhecimento-o-caso-do-missil-balistico-dos-eua-cuja-receita-se-extraviou/#comment-205276</link>
		<dc:creator>EUA Perde &#8220;Receita&#8221; de Míssil Nuclear &#124; Si14</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 00:47:10 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Via Efetividade.net. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Via Efetividade.net. [...]</p>
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	<item>
		<title>By: augusto</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/03/10/gestao-do-conhecimento-o-caso-do-missil-balistico-dos-eua-cuja-receita-se-extraviou/#comment-200907</link>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 23:35:31 +0000</pubDate>
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		<description>É verdade, Nanny. Não gosto de usar como exemplo o lugar onde trabalho, mas anteriormente trabalhei em uma grande empresa, de porte nacional, que tinha seus procedimentos registrados em documentos chamados &quot;práticas&quot;. Lá por 1997, um fator externo fez boa parte dos funcionários antigos dar lugar a substitutos recém-contratados, e descobriu-se a mesma coisa: o que tinha por escrito não correspondia ao que seria necessário. E toca redesenvolver, redescobrir e reinventar!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade, Nanny. Não gosto de usar como exemplo o lugar onde trabalho, mas anteriormente trabalhei em uma grande empresa, de porte nacional, que tinha seus procedimentos registrados em documentos chamados &#8220;práticas&#8221;. Lá por 1997, um fator externo fez boa parte dos funcionários antigos dar lugar a substitutos recém-contratados, e descobriu-se a mesma coisa: o que tinha por escrito não correspondia ao que seria necessário. E toca redesenvolver, redescobrir e reinventar!</p>
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	<item>
		<title>By: Nanny Costa</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/03/10/gestao-do-conhecimento-o-caso-do-missil-balistico-dos-eua-cuja-receita-se-extraviou/#comment-200901</link>
		<dc:creator>Nanny Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 23:18:48 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Augusto.

Trabalho numa empresa de grande porte e, recentemente estavamos discutindo sobre a evolução dos manuais de procedimento. No início (a 30 anos atrás), só existia um manual de operações que considerava todos os processos envolvidos. Com o tempo, a ISO 9000, o SGI, o PNQ e outros, o manual passou a ser dividido em procedimentos e instruções de trabalho complementares que foram sendo revisados e, atualmente, não apresentam nem metade das informações do manual inicial. Assim, para que certos tipos de tarefas e obras sejam realizadas, precisamos contratar o pessoal que já está aposentado, uma vez que não temos todos os registros necessários para realizar as atividades com segurança. É o preço que se paga pela falta de gestão do conhecimento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Augusto.</p>
<p>Trabalho numa empresa de grande porte e, recentemente estavamos discutindo sobre a evolução dos manuais de procedimento. No início (a 30 anos atrás), só existia um manual de operações que considerava todos os processos envolvidos. Com o tempo, a ISO 9000, o SGI, o PNQ e outros, o manual passou a ser dividido em procedimentos e instruções de trabalho complementares que foram sendo revisados e, atualmente, não apresentam nem metade das informações do manual inicial. Assim, para que certos tipos de tarefas e obras sejam realizadas, precisamos contratar o pessoal que já está aposentado, uma vez que não temos todos os registros necessários para realizar as atividades com segurança. É o preço que se paga pela falta de gestão do conhecimento.</p>
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	<item>
		<title>By: augusto</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/03/10/gestao-do-conhecimento-o-caso-do-missil-balistico-dos-eua-cuja-receita-se-extraviou/#comment-200761</link>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 16:33:31 +0000</pubDate>
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		<description>Fabrício, eu concordo com a maioria das tuas colocações, e esclareço que certamente não acho que alguém deva ser culpado por não aplicar os conceitos de Gestão de Conhecimento na década de 1980. A culpa, se há, é por não ter preservado esta informação aplicando as mesmas técnicas aplicadas para as demais informações secretas do mesmo projeto, e que não se perderam.

Eder, já vivi situações parecidas algumas vezes. Desejo sucesso a você e à companhia!

Luciano: de fato, quando chega o &quot;Super MBA&quot; e tudo vai para o Excel, todas as iniciativas do gênero passam a sofrer riscos muito maiores!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fabrício, eu concordo com a maioria das tuas colocações, e esclareço que certamente não acho que alguém deva ser culpado por não aplicar os conceitos de Gestão de Conhecimento na década de 1980. A culpa, se há, é por não ter preservado esta informação aplicando as mesmas técnicas aplicadas para as demais informações secretas do mesmo projeto, e que não se perderam.</p>
<p>Eder, já vivi situações parecidas algumas vezes. Desejo sucesso a você e à companhia!</p>
<p>Luciano: de fato, quando chega o &#8220;Super MBA&#8221; e tudo vai para o Excel, todas as iniciativas do gênero passam a sofrer riscos muito maiores!</p>
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		<title>By: Luciano Bitencourt</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/03/10/gestao-do-conhecimento-o-caso-do-missil-balistico-dos-eua-cuja-receita-se-extraviou/#comment-200756</link>
		<dc:creator>Luciano Bitencourt</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 16:22:46 +0000</pubDate>
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		<description>Meu amigo, Grande texto.
O que falta é incorporar elementos da sociologia filosofia e antropologia nos projetos de Gestão de Conhecimento. Participei de um projeto muito interessante há uns 7 anos. Uma empresa com tradição de décadas tinha perdido a credibilidade e precisava se reerguer. Ela atuava num nicho muito específico de mercado, mas contava com a fidelidade de milhares de &quot;sócios&quot; fidedignos aos seus serviços (bem ou mal). Foi, então, que detectamos a distância que a empresa havia adotado em relação à essas pessoas, seu maior tesouro. Resgatamos,então, alguns meios de comunicação que fizeram parte da história da empresa e desses &quot;sócios&quot;, associamos passado e futuro. Buscamos &quot;revitalizar&quot; muito do que havia sido o mundo deles anos atrás. E com esse conceito impregnado dos seguranças, passando pela Assessoria de Imprensa até a Presidência conseguimos retomar em 3 anos um posicionamento perdido.
Quando tudo estava indo ok, muda-se diretoria, contrata-se um SuperMega MBA, manda-se tudo na planilha do Excel e simplesmente acaba-se com o projeto todo em menos de 12 meses. Hj, passado 4 anos, é interessante (por que não dizer triste) ver todo aqueles &quot;sócios&quot; acoados, com medo até de ir à empresa tomar uma simples informação.
A tal reengenharia faz acontecer coisas como essas e a do Trident. O problema é que quando isso está em voga, como a própria Gestão de Conhecimento, ninguém questiona. Seguem todos o mesmo rumo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu amigo, Grande texto.<br />
O que falta é incorporar elementos da sociologia filosofia e antropologia nos projetos de Gestão de Conhecimento. Participei de um projeto muito interessante há uns 7 anos. Uma empresa com tradição de décadas tinha perdido a credibilidade e precisava se reerguer. Ela atuava num nicho muito específico de mercado, mas contava com a fidelidade de milhares de &#8220;sócios&#8221; fidedignos aos seus serviços (bem ou mal). Foi, então, que detectamos a distância que a empresa havia adotado em relação à essas pessoas, seu maior tesouro. Resgatamos,então, alguns meios de comunicação que fizeram parte da história da empresa e desses &#8220;sócios&#8221;, associamos passado e futuro. Buscamos &#8220;revitalizar&#8221; muito do que havia sido o mundo deles anos atrás. E com esse conceito impregnado dos seguranças, passando pela Assessoria de Imprensa até a Presidência conseguimos retomar em 3 anos um posicionamento perdido.<br />
Quando tudo estava indo ok, muda-se diretoria, contrata-se um SuperMega MBA, manda-se tudo na planilha do Excel e simplesmente acaba-se com o projeto todo em menos de 12 meses. Hj, passado 4 anos, é interessante (por que não dizer triste) ver todo aqueles &#8220;sócios&#8221; acoados, com medo até de ir à empresa tomar uma simples informação.<br />
A tal reengenharia faz acontecer coisas como essas e a do Trident. O problema é que quando isso está em voga, como a própria Gestão de Conhecimento, ninguém questiona. Seguem todos o mesmo rumo.</p>
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	<item>
		<title>By: Rodrigo Ribeiro</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/03/10/gestao-do-conhecimento-o-caso-do-missil-balistico-dos-eua-cuja-receita-se-extraviou/#comment-200750</link>
		<dc:creator>Rodrigo Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 16:06:31 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que o Carlos Nepomuceno foi bastante infeliz em seu artigo. 

Acredito que se a Gestão do Conhecimento não existisse ou não fosse importante, o próprio site do IMasters onde ele publicou o seu artigo, não existiria...=)

Mas o seu post de hoje aqui no Efetividade foi muito bom e inspirador.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o Carlos Nepomuceno foi bastante infeliz em seu artigo. </p>
<p>Acredito que se a Gestão do Conhecimento não existisse ou não fosse importante, o próprio site do IMasters onde ele publicou o seu artigo, não existiria&#8230;=)</p>
<p>Mas o seu post de hoje aqui no Efetividade foi muito bom e inspirador.</p>
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	<item>
		<title>By: Eder Almeida</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/03/10/gestao-do-conhecimento-o-caso-do-missil-balistico-dos-eua-cuja-receita-se-extraviou/#comment-200747</link>
		<dc:creator>Eder Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 16:00:35 +0000</pubDate>
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		<description>Olá a todos.

Bom, eu tenho um míssel Trident no colo atualmente. E mesmo tendo consciência disso, eu não vou conseguir mudar o curso da perda do conhecimento.

Trabalho atualmente em uma empresa de economia mista federal que está adotando um plano de demissão incentivada.

Entrei para empresa em junho/08 e fui alocado no setor de gestão do ERP no que se refere a configurações contábeis. 

Com isso, me colocaram para &quot;aprender&quot; a função de um funcionário que irá se aposentar agora em maio/09. O único problema é: ele tem 34 anos de empresa e ABSOLUTAMENTE nada manualizado/mapeado/registrado/catalogado/etc..  NADA.

Por mais que eu me esforce, por mais que eu me dedique , por mais que eu tentei registrar (mesmo que tardiamente) os procedimentos, e por mais que este funcionário me passe informações, eu tenho a completa certeza que a maior parte do conhecimento dele vai se perder.

E o problema não é apenas no meu setor: ele ocorre em vários outros departamentos da empresa.

A razão disso? Bom, aqui há a cultura de que &quot;só serei valorizado se eu reter o conhecimento e ninguem mais conseguir fazer o meu trabalho. Assim eu também mantenho o meu emprego&quot;.

Pelo menos (ou infelizmente) agora o nível gerencial percebe o quanto esta política (que já perdura, no mínimo, a 3 décadas) foi prejudicial para a empresa.

E no meu caso, eu tenho um grande agravante: enquanto o Trident não precisa ser utilizado tão cedo (e espero que NUNCA seja) o meu &quot;míssel&quot; sofre milhares de disparos por dia.

Talvez eu tenha fugido um pouco do tema &quot;gestão de processos&quot;, mas só quis mostrar que, em qualquer esfera de uma organização, em qualquer atividade (rotineira ou um projeto) se a alta cupula não pensar em preservar o conhecimento, o próximo &quot;disparo&quot; do míssel pode falhar.

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos.</p>
<p>Bom, eu tenho um míssel Trident no colo atualmente. E mesmo tendo consciência disso, eu não vou conseguir mudar o curso da perda do conhecimento.</p>
<p>Trabalho atualmente em uma empresa de economia mista federal que está adotando um plano de demissão incentivada.</p>
<p>Entrei para empresa em junho/08 e fui alocado no setor de gestão do ERP no que se refere a configurações contábeis. </p>
<p>Com isso, me colocaram para &#8220;aprender&#8221; a função de um funcionário que irá se aposentar agora em maio/09. O único problema é: ele tem 34 anos de empresa e ABSOLUTAMENTE nada manualizado/mapeado/registrado/catalogado/etc..  NADA.</p>
<p>Por mais que eu me esforce, por mais que eu me dedique , por mais que eu tentei registrar (mesmo que tardiamente) os procedimentos, e por mais que este funcionário me passe informações, eu tenho a completa certeza que a maior parte do conhecimento dele vai se perder.</p>
<p>E o problema não é apenas no meu setor: ele ocorre em vários outros departamentos da empresa.</p>
<p>A razão disso? Bom, aqui há a cultura de que &#8220;só serei valorizado se eu reter o conhecimento e ninguem mais conseguir fazer o meu trabalho. Assim eu também mantenho o meu emprego&#8221;.</p>
<p>Pelo menos (ou infelizmente) agora o nível gerencial percebe o quanto esta política (que já perdura, no mínimo, a 3 décadas) foi prejudicial para a empresa.</p>
<p>E no meu caso, eu tenho um grande agravante: enquanto o Trident não precisa ser utilizado tão cedo (e espero que NUNCA seja) o meu &#8220;míssel&#8221; sofre milhares de disparos por dia.</p>
<p>Talvez eu tenha fugido um pouco do tema &#8220;gestão de processos&#8221;, mas só quis mostrar que, em qualquer esfera de uma organização, em qualquer atividade (rotineira ou um projeto) se a alta cupula não pensar em preservar o conhecimento, o próximo &#8220;disparo&#8221; do míssel pode falhar.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Fabrício Yutaka Fujikawa</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/03/10/gestao-do-conhecimento-o-caso-do-missil-balistico-dos-eua-cuja-receita-se-extraviou/#comment-200746</link>
		<dc:creator>Fabrício Yutaka Fujikawa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 15:59:21 +0000</pubDate>
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		<description>Ôpa... o destinatário do comentário era o Augusto, não o Rodrigo. Abs!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ôpa&#8230; o destinatário do comentário era o Augusto, não o Rodrigo. Abs!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Fabrício Yutaka Fujikawa</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/03/10/gestao-do-conhecimento-o-caso-do-missil-balistico-dos-eua-cuja-receita-se-extraviou/#comment-200743</link>
		<dc:creator>Fabrício Yutaka Fujikawa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 15:57:08 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigo,

Interessantíssimo o post! Algumas considerações me vieram à mente: 

- difícil imaginar que só depois de construírem o novo laboratório descobriu-se que não se tinha o projeto do Fogbank documentado;

- você tem razão quando se pergunta se o grau de confidencialidade do Fogbank, que evitou a proliferação de cópias de sua documentação, não deveria ter sido aplicado aos demais componentes. Por outro lado, talvez a conclusão do seu post pudesse ser diferente: imagine que ele fosse de fato altamente confidencial e que evitar muitas cópias da documentação fosse a medida correta a se tomar. Neste caso, o que poderia ter sido feito diferente? Diria que faltou mapear que este era um conhecimento chave no projeto e que deveria ser garantida a sua transferência futura para novos projetos (ou a retomada do projeto original).

Por último, sejamos justos, né? Na década de 1980, a Gestão do Conhecimento era incipiente - até mesmo no meio acadêmico. Concordo plenamente que este é um excelente exemplo da utilidade e importância da GC, mas não dá para nós cobrarmos esta ou aquela prática de GC - naquela época.

Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,</p>
<p>Interessantíssimo o post! Algumas considerações me vieram à mente: </p>
<p>- difícil imaginar que só depois de construírem o novo laboratório descobriu-se que não se tinha o projeto do Fogbank documentado;</p>
<p>- você tem razão quando se pergunta se o grau de confidencialidade do Fogbank, que evitou a proliferação de cópias de sua documentação, não deveria ter sido aplicado aos demais componentes. Por outro lado, talvez a conclusão do seu post pudesse ser diferente: imagine que ele fosse de fato altamente confidencial e que evitar muitas cópias da documentação fosse a medida correta a se tomar. Neste caso, o que poderia ter sido feito diferente? Diria que faltou mapear que este era um conhecimento chave no projeto e que deveria ser garantida a sua transferência futura para novos projetos (ou a retomada do projeto original).</p>
<p>Por último, sejamos justos, né? Na década de 1980, a Gestão do Conhecimento era incipiente &#8211; até mesmo no meio acadêmico. Concordo plenamente que este é um excelente exemplo da utilidade e importância da GC, mas não dá para nós cobrarmos esta ou aquela prática de GC &#8211; naquela época.</p>
<p>Abraços!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: augusto</title>
		<link>http://www.efetividade.net/2009/03/10/gestao-do-conhecimento-o-caso-do-missil-balistico-dos-eua-cuja-receita-se-extraviou/#comment-200720</link>
		<dc:creator>augusto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 14:48:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.efetividade.net/?p=1358#comment-200720</guid>
		<description>Rodrigo, achei impressionante (mas não em um sentido positivo) o outro artigo que citaste, questionando não apenas a existência da Gestão de Conhecimento, como ainda a possibilidade de haver gestão do intangível ou do que está por vir.

Mas do teu texto em si eu gostei ;-) 

E, de uma forma ou de outra, este caso dos Tridents também não serve como prova da existência da Gestão do COnhecimento, apenas como evidência da demanda por ela!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo, achei impressionante (mas não em um sentido positivo) o outro artigo que citaste, questionando não apenas a existência da Gestão de Conhecimento, como ainda a possibilidade de haver gestão do intangível ou do que está por vir.</p>
<p>Mas do teu texto em si eu gostei ;-) </p>
<p>E, de uma forma ou de outra, este caso dos Tridents também não serve como prova da existência da Gestão do COnhecimento, apenas como evidência da demanda por ela!</p>
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