Consulta ao leitor: você se preocupa em escrever corretamente?
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Indicação de Marcella de Almeida Canto:
Tive a oportunidade de conhecer no colegial uma professora de português que utilizava, digamos, métodos nada convencionais de ensino. Nem vou conseguir transmitir aqui em palavras a tensão que era uma aula da Hecilda. Ela tinha características únicas. Até na hora de ditar um texto era metódica. Fazia questão de levar os alunos ao quadro e inspecionar cadernos, para avaliar quão bem alfabetizados fomos antes dela.
No começo, pra mim, era um pouco difícil, mais por medo daquela mulher tão séria que da língua. Com o tempo fui me habituando, e orgulhosa posso dizer que fui uma das alunas que se destacou na turma… eu realmente me esforçava pra tentar fazer tudo como ela queria.
Não sou nenhuma expert da escrita, mas tenho a consciência de que me faço entender de maneira aceitável. Quando entrei na faculdade, lembro das diversas vezes em que eu me oferecia pra redigir algum trabalho, já que meus colegas não tiveram a mesma sorte em conhecer aquela professora do colegial (se é que vocês me entendem).
Hoje, frequento cerca de 5 fóruns na internet, e não é difícil perceber que pra muitas pessoas, essa preocupação com a escrita se perdeu. O “internetês” dominou a escrita dos adolescentes e talvez os métodos de ensino tenha mudado muito, a ponto de deixar os alunos com informações restritas ao vestibular. O fato é que cada vez menos encontramos no meio virtual um texto bem pontuado, de entendimento claro, e isto é no mínimo, triste. Não acho obrigatório, mas importante, e até bonito escrever da maneira mais correta possível.
Qual sua opinião sobre o assunto?
Você acha importante escrever corretamente, ou acha que esse tipo de preocupação é irrelevante, desde que a informação de alguma maneira, mesmo que não convencional, seja entendida?
Agradecemos a Marcella de Almeida Canto pela indicação do material.
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André Cruz comentou:
em December 9 2008 @ 09:45
Eu me preocupo muito em escrever corretamente.
Escrevo, releio duas ou três vezes e sempre encontro uma melhora a ser feita.
Prof. Luís Eduardo comentou:
em December 9 2008 @ 09:50
Para mim, me esforçar a escrever corretamente é questão de cuidado. Mais ou menos como manter a aparência e higiene. Não sair de casa de cabelo bagunçado e roupas sujas.
Mas a coisa está tão ruim que um texto escrito com cuidado se destaca mesmo sem conteúdo.
A nova geração é surpreendente quanto a isso: fazendo-se entender é o suficiente. Lamentável.
Hamilton Luiz comentou:
em December 9 2008 @ 09:50
Confesso que já me deixei levar pelo “internetês”, até que me formei e passei a participar de fóruns mais “sérios”.
Além do natural preconceito contra esta linguagem, percebi que muitas vezes as pessoas simplesmente não me entendiam.
Hoje gasto uns minutos a mais e tento escrever melhor.
Rodrigo R. Neto comentou:
em December 9 2008 @ 09:52
Acredito que a língua deva evoluir, mas o que estamos observando com a internet é que ela está regredindo. Não sei se com meus 35 anos já sou velho e careta, mas simplesmente não consigo compreender o tal do “miguxês” ou “internetês” – “a liNGUAH POrtuguEzaH koRre u risCU Di Si traNsfORMAh EM 1 LINGUAH iNinTeliGIveU NAxXx fUtUrAxXx geRaXXoExXx……” (via tradutor online de miguxês).
Se o “internetês” ficasse restrito ao MSN ou ao Orkut não haveria problema, a questão é que muitos jovens já estão levando este tipo de linguagem para seus textos do dia-a-dia, na escola, no trabalho, em blogs, etc. Isso sim é preocupante.
Não sou um bom escritor, mas tomo alguns cuidados ao escrever pois quero que meu texto seja entendido por pessoas de todas as idades e níveis culturais.
Raphael comentou:
em December 9 2008 @ 09:53
O idioma foi criado por pessoas muito mais inteligentes do que eu (Camões, principalmente). Seria um desrespeito da minha parte abandonar regras gramaticais simplesmente por egoísmo, por achar que “do meu jeito já está bom”.
Estou com você, Marcella. Há que escrever certo, até em conversas pelo MSN!
Para quem tiver interesse, sugiro Napoleão Mendes de Almeida, em duas obras principais: Dicionário de Questões Vernáculas e, ainda mais importante, Gramática Metódica da Língua Portuguesa. Apesar de serem um dicionário e uma gramática, valem a leitura por completo.
Felipe Diesel comentou:
em December 9 2008 @ 09:57
Acho muito importante. A língua está em constante mudança mas isso que estão fazendo hoje é ridículo.
Eu chego a me preocupar com o “tu”. Tu falaste ou tu falou. O primeiro é o correto, mas as pessoas podem achar que tu estás tentando parecer “intelectualóide”. Porém esta é a forma correta e eu não pretendo trocar o tu por você, já que sou gaúcho e isso é um hábito e uma marca muito forte por estes pagos.
Monthiel comentou:
em December 9 2008 @ 09:57
Eu procuro escrever de forma correta. Para isso tenho lido muito e tentado fazer os exercícios dos manuais de escrita que tenho adquirido.
Belo post.
Abraços,
Dacia Lima comentou:
em December 9 2008 @ 09:58
(de inicio peço desculpas por algum erro que venha a ser encontrado)
Me preoucupo até demasiadamente as vezes, mas acredito que por vicio de professores, que diferente da cidada no texto, não estavam muito preocupados com as normas da nossa lingua, acabei por não aperfeiçoar a escrita, ao ponto de em alguns momentos nem mesmo entender o que acabei de escrever.
Tento me repar também de erros com acentuação de palavras, problema este causado, acredito eu, por uma “falha geneticamente provocada” pelo escrivão do cartório que ao me registrar não colocou a acentuação necessária em meu nome, onde sua escrita/pronuncia seria DÁCIA e não DACIA, mas pelo amor de Deus pronuncie como se tivesse um acento.;-)
Mesmo com tantas limitações procuro ao máximo não usar o “internêtes” nem o “purtugês”, nem sempre consigo mas continuo tentando.
Abraços.
Arthur Guerra comentou:
em December 9 2008 @ 10:07
Eu estou no segundo período do curso de letras, na UFMG.
É interessante que uma das primeiras coisas que se aprende no curso é a distância entre a língua falada e a língua escrita e a desmitificação dos “erros ortográficos”.
Afirmações como a do Raphael, que alguem mais inteligente que ele inventou a língua e ele deve seguir é algo que ilustra como a maioria das pessoas têm uma visão preconceituosa sobre a língua.
O importante não é escrever “corretamente” e sim saber que há variações do português adequadas para cada momento.
Caso você se interesse mais por isso, leia Mário Perini e Carlos Bagno.
coredump comentou:
em December 9 2008 @ 10:07
Eu gosto de escrever e tento escrever bem, sempre. Mesmo em emails e instant messengers como o gtalk eu raramente uso abreviações que não sejam vc ou acrônimos.
Bruno comentou:
em December 9 2008 @ 10:10
Me preocupo com a escrita. Ocasionalmente uso kd vc, q q coisa mas sem abandonar a pontuação.
Tenho dificuldades em redação – coesão e conclusão – mas nada que um pouco de escrita não resolva.
Logo, logo começarei meu treinamento na escrita para melhorar esse ponto; acredito que melhorando a coesão escrita aprenderei a ensinar.
O português é uma língua bela; até fiquei triste com a supressão de acentos em algumas palavras e o trema.
A releitura o próprio texto como sugerido no primeiro comentário é interessante por que – ao menos comigo – você simplifica e torna seu texto mais claro.
Até breve.
Murilo Saraiva de Queiroz comentou:
em December 9 2008 @ 10:19
Além de algumas professoras de português excelentes no primário, o chefe de um dos meus primeiros empregos repetia todos os dias as máximas “nessa empresa se corrige português” e “Perder trabalho por falta de backup dá demissão por justa causa”. :-)
Acho as duas muito válidas. Não tem como enxergar mérito em mensagens mal-escritas. Linguagem coloquial tudo bem, é fundamental se ater ao contexto e à audiência, mas português errado, falta de pontuação ou clareza só demonstram nop mínimo desleixo e preguiça e no pior caso incompetência e incapacidade de comunicação.
E poucas coisas me irritam mais que esse relativismo que prega que “vale tudo”. Pode valer tudo na sua comunidade “É nóis” no Orkut, mas no ambiente de trabalho ou quando se comunicando com quem passou dos 13 anos é melhor evitar passar vergonha (ou passar por inculto).
Cristiano Vieira comentou:
em December 9 2008 @ 10:58
Tenho um blog, escrevi já vários textos e hoje quase não escrevo. O tempo e a criatividade estão escassos. Na verdade mais o tempo que a criatividade, porém como sou movido a ócio criativo… Imaginem o que está acontecendo com minha mente quase insana.
Diante dos vários textos que já escrevi, alguns já com dois ou três anos de publicação no blog, já constatei várias vezes erros ortográficos, erros de concordância. Pude então notar que o que falta é releitura do texto, porém não é só isso. Quando acabo de escrever um texto, só consigo encontrar erros (a maioria deles) depois de uma semana ou mais da redação.
Não compreendo bem os motivos de esse fato acontecer, ainda que eu leia, releia, reflita, analise, só o tempo consegue me mostrar falhas na escrita.
Porém não uso isso como desculpa. Sempre que dá faço uma revisãozinha. É certo que existem várias regras gramaticais e aprendê-las todas é humanamente impossível.
Tem um blog (blogspot) chamado Português na Rede que dá dicas preciosas de como redigir bem, com regras gramaticais e dicas, algumas chegam a nos assustar (não o linkarei aqui para não ir contra o Termo de Uso, mas basta pesquisar num site de buscas).
Quanto ao MSN, Orkut, Blogs de garotos/as, não concordo que o território seja livre para assassinato da língua portuguesa, pois o vício do cachimbo é que entorta a boca.
Claro que pra cada situação se usa uma linguagem, mas é necessário manter um padrão mínimo de cultura e respeito às normas, para que não nos habituemos a linguagens chulas.
Espero não ter divagado muito, às vezes sou prolixo e inconclusivo.
Fernando Soares comentou:
em December 9 2008 @ 11:33
Concordo plenamente com todos os aspectos tratados no texto.
No entanto, há um erro de concordância na frase: “O “internetês” dominou a escrita dos adolescentes e talvez os métodos de ensino tenha mudado muito…”
O correto seria: “e talvez os métodos de ensino tenham mudado muito…”, no plural, pois o sujeito da frase é “métodos”, e não “ensino”.
Espero ter contribuído com o asunto.
Abraços e parabéns ao blog e à autora do texto!
Renato Diogo comentou:
em December 9 2008 @ 11:33
No começo eu também me deixei levar pela internet.
Porém, após passarmos por todo um processo acadêmico, percebemos a importância da boa escrita, principalmente profissionalmente.
O maior problema que vejo não foi a existência ou não de uma boa professora (pois foi mais de três no processo fundamental e médio), mas sim eu como aluno não saber aproveitar o que eles tinham a oferecer. Agora quem sofre sou eu!
Abraços
Daniel Accorsi comentou:
em December 9 2008 @ 12:18
Uma forma de nos habituarmos a escrever corretamente é tomar cuidado quando conversamos no Skype ou MSN, lá é muito mais fácil de se escrever da “maneira como falamos”. Ainda cometo muitos erros em meu blog, até concordância passa, mas estou tentando a cada dia me policiar na maneira de escrever. Não tive essa professora, mas estou rodeado de pessoas da área da educação, :) quem sabe não ganho uma ajuda prática. Sempre que escrevo preciso ler e reler, e cada leitura acho algo errado, até em breves textos como esse.
No meu caso, muitas vezes tenho um pouco de dificuldade de expor o que penso, masssss, uma excelente ferramenta para solucionar esse problema é a leitura, precisamos ler muuuuito! Nisso o Brasil tem muito a melhorar, infelizmente. Quem sabe não escrevo algo sobre isso! ;) Abração e fiquem com Deus.
Igor comentou:
em December 9 2008 @ 12:49
A resposta é bem simples: escrever errado tira metade da credibilidade da informação.
Seja no trabalho, seja no site, seja no msn, prezo por uma escrita exemplar.
Mais que isso, não consigo levar muito a sério quem escreve mal.
Att
Igor
eder comentou:
em December 9 2008 @ 12:50
Realmente é muito importante a escrita, sempre penso em como seria se todas as pessoas ao menos escrevessem correto,as vezes quando to blogando ou até escrevendo email aos amigos, confesso que escapa algumas “internetês”, mais como diz aquele ditado “água mole pedra dura, tanto bate até que fura”, isso pode ser uma armadilha da esrita rápida e eu posso realmnete perder o hábito de escrever a palavra ineira…
muito bem lembrado e ótimo artigo…
abraços
Eder
a comentou:
em December 9 2008 @ 13:49
pq vcs tão tudo escrevendo como se estivesem fazendo uma dissertação?
comparando com as respostas dos outros posts dá pra ver que os comentários sairem beeeem forçados =)
Felipe Pacheco comentou:
em December 9 2008 @ 13:56
Acho essencial escrever corretamente.
Quando era menor, adorava o internetês, mas no momento que percebi que o meu rendimento quando ia redigir um trabalho, ou coisa assim, havia decaído bastante parei de vez.
Sou daqueles que usa até a regência correta do verbo no MSN.
Anderson comentou:
em December 9 2008 @ 14:26
Fico feliz em perceber que, se não todos, quase todos os comentários acima são a favor da escrita bem feita.
Sinal de que nem tudo está perdido.
Particularmente, nos msn’s e orkut’s não me preocupo muito com a forma escrita mas fora disso, faço questão de valorizar nossa gramática. Chego às vezes a fingir não entender um email se este vem em “internês”.
Abraços,
Carola Rodrigues comentou:
em December 9 2008 @ 14:36
Me importo sim, em escrever e FALAR corretamente, para que as pessoas me entendam claramente. Mas na internet não, excetuando-se meu trabalho, não grilo muito.
Como trabalho com vendas e elas se dão (em 80% dos casos) por troca de email, vejo que muitas (muitas mesmo!) pessoas não conseguem entender o que está escrito, reforçando a tese que somos, enquanto população, na maioria, analfabetos funcionais.
(vale um adendo: o que vejo na internet de gente que também escreve “vomitando” palavras, sem “pontos”, “vírgulas”, sem concordâncias e ainda por cima com internetês miguxo, não tá no gibi)
Quanto a evolução da língua, sim, estamos vendo o “Vossa mercedes” virar “vc”. Segundo alguns linguistas, a supressão de vogais é o caminho seguido por várias línguas, sem que a “internet maligna” tenha obrigado uma população. Podemos torcer nossos narizes, mas os netos escreverão naturalmente: vc, qdo, qto, q, ctza, …
Ribamar FS comentou:
em December 9 2008 @ 14:54
Tenho consciência de que a escrita é uma forma de comunicação deficiente e tenho outra consciência, a de usar todos os recursos possíveis para me fazer entender da melhor forma.
Não só tenho “mania” de procurar escrever corretamente quanto tenho outra mania, a de ler com muita atenção, sempre procurando erros (para fugir deles e criticar o lido) e observando construções bem feitas, para aprender com elas e também elogiar o que li.
Na internet, em especial nos e-mails, escreve-se muito errado. Eu faço questão de escrever corretamente, na minha medida possível, com acentos, com pontuação, etc.
Sou em geral muito exigente comigo mesmo em praticamente tudo que faço e acho isso muito importante.
Rafael Amaral comentou:
em December 9 2008 @ 17:06
Adoro escrever e, portanto, atento-me a produzir uma escrita correta em qualquer ocasião.
No caso do “internetês” citado nos comentários, acredito que escrever corretamente é necessário. O que não quer dizer que o texto tenha que ser rebuscado. É tudo questão de alinhamento ao público.
Rodrigo comentou:
em December 9 2008 @ 17:09
Eu sempre procurei escrever corretamente, ainda mais por minha noiva ser revisora!
[]‘s
PH comentou:
em December 9 2008 @ 17:26
Me preocupo bastante, por 2 motivos principais:
1. A língua é um protocolo e usá-la segundo os padrões “formais”/”universais” aumenta minhas chances de passar a mensagem e de conseguir me comunicar, de fato, com meus interlocutores;
2. Revisar textos e evitar erros demonstra respeito e consideração para com quem lê, o que provavelmente aumenta as chances de o leitor “se dar o trabalho” de ler, dar ouvidos e discutir o autor.
P.S.:
Ao mesmo tempo em que zelo pelos textos que escrevo, não sou a favor da caça às bruxas dos erros e equívocos esporádicos, que muitas vezes se vê por aí.
Muita gente o faz querendo se afirmar, ou buscando desqualificar o autor, deixando totalmente de lado a mensagem que se busca passar e as discussões e argumentos apresentados.
Efraim Queiroz comentou:
em December 9 2008 @ 17:46
Me preocupo e dá tristeza ver as novas gerações desprezando isto. Ainda há pouco @oprimo postou no Twitter a resposta de uma colega quando ele a questionou sobre os erros de português de uma ata de reunião: “Mas eu usei a correção ortográfica do Word!”. É terrível.
Philemon comentou:
em December 10 2008 @ 01:05
Quem quer credibilidade, tem que escrever corretamente. É cada vez maior o número de pessoas que escreve de forma desregrada.
Mas a falha não está na internet. Está em casa e na escola.
Os pais não cobram e nem acompanham, o rendimento escolar dos filhos. Além do mais, está difícil encontrar professoras cuidadosas, como a tia Hecilda.
Quanto aos alunos? Estes só pensam em farra…
Guilherme Bezerra comentou:
em December 10 2008 @ 02:18
Uma professora minha, há muito tempo dizia que um texto tem que ser compreendido, indiferentemente da forma que é escrito.
Contudo, escrever de forma incorreta, “engolir” letras, é, ao menos na minha opinião, um desleixo.
Uso o google reader todos os dias, no qual me informo e sobre assuntos que me interessam.
Contudo, mais de uma vez eu já excluí blogs de lá simplesmente por seus autores escreverem incorretamente.
O texto perde a credibilidade, e o blog me perde como leitor.
@le comentou:
em December 10 2008 @ 02:34
Com toda a certeza.
E não é só em comentários ou postando um artigo qualquer… É em todo o lugar, Instants Messangers, Scraps, Twitter, comentários no flickr, fóruns na internet.
E sempre seguindo a risca, começando com maiúsculas, ponto final e tal. ;)
Aléxia Lage de Faria comentou:
em December 10 2008 @ 07:17
Eu me preocupo sim. Acho que é uma questão de me comunicar bem, de fazer com que entendam corretamente a mensagem que pretendo transmitir.
Eu tenho uma sensação ruim quando leio um texto descuidado, com grafia errada ou pontuação incorreta. Parece desleixo, preguiça, falta de educação até. Em alguns casos extremos, fica ininteligível.
Não gosto também do exagero, de palavras rebuscadas e um texto prolixo. Enquanto a primeira situação peca pela escassez, esta peca pelo excesso.
Um texto simples, direto e objetivo tem o seu lugar e é muito bom de se ler.
Lucas Pasquali comentou:
em December 10 2008 @ 07:33
Só para complementar, já que o texto é sobre português correto:
O “internetês” dominou a escrita dos adolescentes e talvez os métodos de ensino tenham mudado muito, a ponto de deixar os alunos com informações restritas ao vestibular.
Como “ensinos” referência-se a “métodos”, no plural, conjuga-se o verbo ter no plural: “tenham”
Ricardo Jacomel comentou:
em December 10 2008 @ 09:52
Certamente! A boa escrita é um sinal de respeito com quem fará a leitura do texto.
Filipe comentou:
em December 10 2008 @ 17:26
Acho que vc tem que se esforçar um pouco mais viu Marcela.
Encontrei isso no seu texto: “talvez os métodos de ensino tenha mudado muito,”
Acho que não está correto. De qualquer forma se esforçe mais e boa sorte! ;)
Leonardo Fontenelle comentou:
em December 10 2008 @ 18:45
Quase sempre eu procuro escrever de forma estritamente correta, sem afetar no rebuscamento. Às vezes deixo uma partícula solta entre dois verbos, quando a formalidade pode chegar ser inconveniente.
Ana Afonso comentou:
em December 12 2008 @ 18:43
Marcela,
Sem dúvida devemos nos importar com a correção no falar e na escrita. Eu estudei em escolas públicas numa época em que o ensino tinha qualidade. Sou formada em Letras (USP) e ainda assim não domíno a gramática. Cultivo o hábito da leitura (todos os generos, autores, assuntos)e acredito que esse é o caminho para adquirir o conhecimento da norma culta fora do currículo escolar.
Não uso abreviações, girias, etc na comunicação, ainda que isso seja corrente na internet e já identifique as chamadas “tribos”.
Algumas pessoas que fizeram comentários confundem idioma, língua, gramática, ortografia. Coisa comum devido à baixa qualidade do ensino no país.
Aliás no seu texto, ainda que numa linguagem mais coloquial que formal, você trocou para por pra…
Elias Amaral comentou:
em December 12 2008 @ 21:44
Fazer se entender É SUFICIENTE SIM! Hoje em dia, com o avanço do tiopês, me parece ridículo o superzelo que alguns professores tem por normas que, na verdade, sequer descrevem o idioma que é de fato falado no Brasil..
Mas é necessário adequar a linguagem ao publico que recebe a mensagem ;)
Gian Lucas de Oliveira comentou:
em December 13 2008 @ 02:58
Olá é difícil explicar, mas hoje não se conhece ninguém que use corretamente a língua, eu também já me deixei levar pela “língua capada” isso é ruim, apesar de eu passar pouco tempo na Internet, se percebe que até nos estudos atrapalha, às vezes bate aquela duvida em alguma palavra, ou mesmo como citaram, tem gente que você tecla e nem entende qual a mensagem estão tentando lhe passar, aos poucos vou tentando me corrigir e me libertar das influências, ou “msm” só usar essas palavras básicas de conhecimento geral, que tenho certeza que nunca vou errar, grande abraço e parabéns pelos textos!
Carlo Costa comentou:
em December 15 2008 @ 20:08
Sem dúvida, me preocupo e faço questão deescrever corretamente e de forma agradável.
Acho que uma escrita correta é a base indispensável para transmitir o que se quer dizer reduzindo ao mínimo, quando não eliminando, os malentendidos.
Cada coisa tem uma palavra, e uma só, que a representa. Os sinônimos representam coisas semelhantes, não iguais.
Manuella comentou:
em December 16 2008 @ 15:53
Tem um erro no texto indicado pela Marcella.
“O “internetês” dominou a escrita dos adolescentes e talvez os métodos de ensino tenha mudado muito…”
Thássius V' comentou:
em December 18 2008 @ 23:48
Escrever corretamente é o primeiro passo para escrever bem. Claro que de vez em quando qualquer serumano (sic) comete alguns deslizes, mas um mínimo de qualidade é necessário.
Escrevi recentemente sobre a questão de escrever bem no meu blog. Convido-os a ler o post.
Roberto Mendes comentou:
em February 3 2009 @ 17:19
Bagno, uma OVA!!! O povo precisa é de melhor qualidade de ensino, aprender o português das pessoas civilizadas, língua que revela instrução, leitura, estudo, cultura, não essa palhaçada de supervalorizar o caçanje que se tornou nosso vernáculo!!
Esses sociolinguistas não passam de um bando de FRESCOS!!!!!!!!
Adriana comentou:
em July 9 2009 @ 20:08
Queria escrever e falar bem.As pessoas são muitos descriminada por isso.
Live comentou:
em October 27 2009 @ 20:56
Um idioma falado sofre alterações enquanto dito. Cortamos fonemas, sílabas, letras. Pois bem, por que há de ser tão crítico quando escrevemos? concordo plenamente que, em certas ocasiões, como um texto de faculdade, faz-se necessário uma linguagem padrão. Mas não vejo problema na internet, por exemplo. acho que é demasiado conservadorismo pensar que nossa nossa língua escrita não pode perder os fonemas que não ditamos enquanto falamos.
Live, 16 anos.
may comentou:
em August 9 2011 @ 01:30
bom eu me preucupo sim, pois estou escrevendo um livro e precisa estar tudo corretamente. mas acho mto dificio as regras do portugues