Archive for May, 2008

Economizando palitos: Consulta a alunos da Estácio de Sá

Caros amigos, faço uso deste espaço, que trata sobre efetividade, para consultá-los sobre uma medida que me pareceu inefetiva (tanto quanto economizar palitos e guardanapos em um banquete) anunciada esta semana pelo coordenador do meu curso de pós-graduação em gerenciamento de projetos, realizado em Floripa:

Por determinação da mantenedora da Faculdade Estácio de Sá os cursos de pós-graduação não poderão reproduzir mais o material de aula dos docentes do curso. Todo o material será publicado no sistema Aluno On-line em formato digital para reprodução pelo próprio aluno(a).

Ou seja: aquela apostila fotocopiada, com as transparências utilizadas pelo professor em aula, tão útil para acompanhar o contexto e fazer anotações, que custa pouquíssimo, e que era provida ao aluno pela instituição no início de cada disciplina, já era. E a mensalidade continua a mesma.


Economia de palitos?

Ela é barata, mas a mudança no escopo do produto no meio do curso chamou bastante a atenção. Reparei também que não se trata de a instituição achar que o material didático é desnecessário ou inefetivo: ela espera que os alunos o levem, só que quer que cada um reproduza o seu - sem o ganho de escala, portanto - e pague por isto diretamente.

Me afeta como aluno? Provavelmente não, posso imprimir ou mesmo acompanhar via Eee. Gera redução de custo para a instituição? Provavelmente sim, embora pequena em comparação com a mensalidade cobrada. Pode gerar conseqüências à imagem da instituição e dos cursos? Creio que sim também, especialmente quando o aluno em potencial parar para imaginar no que mais eles estarão cortando custos, se chegam a reduzir o gasto com reprodução de material didático.

Curiosamente, hoje mesmo recebi uma proposta para promover anúncio de um novo curso de pós-graduação da mesma instituição, aqui no Efetividade.net. Mas não vai ser desta vez, neste momento não me sinto em condições de recomendá-lo.

Portanto aqui vai a minha pergunta a outros alunos da Estácio que estejam lendo o Efetividade.net: nos seus cursos e unidades também ocorreu este tipo de redução do serviço recentemente? E qual a sua opinião sobre isso?

Se houver respostas, vou tentar encaminhá-las à universidade. Só não vale responder de forma ofensiva à instituição, porque aí vou me ver obrigado a editar ou descartar o comentário.

Atualização: 3 horas após a publicação desta nota, recebi mensagem do coordenador do curso, informando que a restrição foi revogada, e que para isto foi fundamental o conjunto de manifestações recebidas dos alunos. É isso aí!

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Gerenciamento da Qualidade em Projetos

Este é o quarto e último capítulo da Semana da Qualidade no Efetividade.net. Já vimos a conceituação no artigo “O que é qualidade“, depois conhecemos (no artigo “Os papas da qualidade“) a perspectiva histórica, incluindo as pessoas e os contextos em que surgiram as diversas definições, ferramentas e técnicas associadas à Qualidade, ontem chegou a vez de conhecer alguns detalhes sobre a qualidade hoje, incluindo alguns dos desafios atuais, as normas ISO (e ABNT) relevantes, e as ferramentas clássicas que continuam essenciais, e agora encerraremos com uma perspectiva introdutória da conceituação e tratamento da qualidade no gerenciamento de projetos, baseada no PMBoK.

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» Leia o restante do artigo “Gerenciamento da Qualidade em Projetos”

Suporte articulado para monitor LCD

Por muitas vezes já publiquei aqui no Efetividade fotos da minha mesa de trabalho em casa, e em várias delas ocorreu de os leitores ficarem curiosos sobre o monitor LCD na vertical (em “retrato” e não “paisagem”) e sobre o suporte de monitor que eu uso, que dá mais flexibilidade de posicionamento e libera espaço extra na mesa.


Minha mesa de trabalho em casa

Usar 2 monitores pode ser uma grande fonte de aumento da produtividade, e no caso de quem opera especialmente com documentos ou páginas da web, colocar o segundo monitor na vertical pode ajudar ainda mais.

E não é difícil. O monitor mostrado na foto é um Samsung Syncmaster comum, e eu simplesmente fixei ele na posição vertical, e configurei o sistema operacional para usá-lo deste modo, sem maiores problemas.


Suporte articulado para monitor LCD

Outra pergunta que me fizeram várias vezes foi sobre a origem daquele suporte articulado para o monitor, fixado no tampo da mesa. Eu sempre respondia que era um suporte da Clone, mas não lembrava o modelo.

Mas ontem encontrei um por acaso, no CompraFácil, e agora informo a quem interessar: é um suporte para monitor LCD Clone, biarticulado, com ajuste de altura e inclinação, fixação no tampo, tolerância até 10kg (eu uso um monitor de 21 polegadas, mas nunca estendo muito o braço do suporte, senão é possível que a própria mesa não agüente o momento da força peso). Não é exatamente igual ao meu, mas o meu já tem quase 2 anos - esse que está à venda agora deve ser o sucessor melhorado.

A fixação do suporte ao monitor é por um conector padrão VESA, que todos os monitores LCD que e usei até hoje suportam - são 4 parafusos formando um quadrado (”Aplicação: VESA 75mm x 100mm, Padrão VESA: MIS-D”), e o CompraFácil oferece 6 meses de garantia. Hoje custa R$ 199 por lá, e o meu saiu por R$ 230 quando comprei. É possível que você encontre mais barato por aí - não sou afiliado, parceiro ou coisa que o valha do CompraFácil, mas já comprei lá diversas vezes sem sustos!

Qualidade hoje: desafios, ISO, ferramentas essenciais

Este é o terceiro capítulo da Semana da Qualidade no Efetividade.net. Já vimos a conceituação no artigo “O que é qualidade“, ontem conhecemos (no artigo “Os papas da qualidade“) a perspectiva histórica, incluindo as pessoas e os contextos em que surgiram as diversas definições, ferramentas e técnicas associadas à Qualidade, e agora chegou a vez de conhecer alguns detalhes sobre a qualidade hoje, incluindo alguns dos desafios atuais, as normas ISO (e ABNT) relevantes, e as ferramentas clássicas que continuam essenciais.

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» Leia o restante do artigo “Qualidade hoje: desafios, ISO, ferramentas essenciais”

Concorra a 2 exemplares do livro “Como Falar Bem em Público”

Recebi, como cortesia dos editores e por intermédio do Wagner Fontoura, 2 exemplares do livro “Como falar bem em público“, lançamento da Ediouro. Trata-se de uma obra de 194 páginas, publicada pela Ediouro, com a firme intenção de ensinar técnicas para enfrentar (com sucesso) aquelas situações de pressão em aulas, negociações, reuniões, entrevistas e concursos.

Minha idéia é sorteá-los, e não vou enrolar: interessados só precisam me enviar um e-mail para o endereço falarbem@br-linux.org, dizendo qual foi a última oportunidade em que falou em público, incluindo também o seu nome e endereço postal completos (com CEP) até o próximo dia 6 de junho de 2008, sexta-feira. Na semana seguinte me encarregarei de sortear, divulgar por aqui o resultado, e enviar os brindes aos felizardos - e não vou usar os seus endereços postais ou de e-mail para nenhuma outra finalidade. Vou ler todos os e-mails, mas não prometo responder a nenhum, ok?

Claro que não resisti a folhear um dos exemplares, que já começou a me chamar a atenção a partir da lista de autores: William Douglas (Juiz Federal e professor universitário), Rogério Sanches Cunha (Promotor de Justiça e professor universitário e em escola superior de magistratura), e Ana Lúcia Spina (fonoaudióloga especialista em voz, doutoranda em ciências biomédicas, e professora de preparação para prova oral em concursos) - todos bastante habilitados a escrever sobre o tema, na minha opinião.

O livro é muito bem organizado, começando pelos aspectos mais psicológicos (a inspiração, a tremedeira, como ter mais segurança diante de examinadores), a mecânica de entrar em cena (inclusive as velhas perguntas sobre como se vestir), diálogo, argumentação e técnicas de oratória, autocontrole e mais. Os capítulos são curtos e diretos, incluindo um específico sobre o discurso amoroso, e outro sobre o ambiente corporativo.

O capítulo que eu mais gostei foi o intitulado “O peso do silêncio”, que começa com uma citação de Platão: “O sábio fala porque tem algo a dizer; o tolo, porque tem de dizer alguma coisa”, e em seguida discorre sobre quando NÃO falar, e sobre como usar o silêncio (incluindo as pausas) para reforçar o discurso.

Em termos de aprendizado, eu gostei do capítulo “Em busca do sim”, que fala sobre o convencimento, e do apêndice 2, um guia de objeção e refutação.

Em resumo, “Como falar bem em público” me pareceu um excelente livro para quem precisa falar em público freqüentemente, mesmo que não tenha dificuldade com isso, já que não trata só daquelas técnicas de expressão e discurso, e busca até mesmo temas espinhosos como convencimento, argumentação e refutação. Recomendo!

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