Estudo mostra impacto na carreira das pessoas que optam por empregos tipo Home Office

Augusto Campos em 19/01/2007

Weber Ress (weberΘweberress·com) enviou o artigo da Network World - que trata especificamente sobre os funcionários corporativos que trabalham em esquema de home office, e não dos empreendedores que trabalham a partir de suas casas - acompanhado do seu comentário e de uma interessante hipótese:

“Interessante estudo, demonstrando o impacto na carreira profissional das pessoas que optam por trabalhar em esquema de Home Office.

Segundo o texto, "as melhores oportunidades são dadas para as pessoas on-site da empresa, e não as remotas"

Uma coisa é fato; o contato humano é fundamental nas relações profissionais, mas mesmo este contato deve ser adaptado para as necessidades e limitações que temos nos dias de hoje.

Será que mecanismos como o Second Life podem ser a solução ?”

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Comentários arquivados

Comentário de Eliete em 18/06/2008 às 23:49:59

Trabalho em casa desde setembro/2007 e já estou procurando um emprego onde eu possa sair todos os dias p/ trabalhar fora. Trabalhar em casa é muito difícil, fico isolada o dia todo, tenho celular, rádio, MSN, Skype mas nada substitui um escritório. O escritório é importante porque ficam concentradas todas as informações, documentos. Trabalhando em casa as informações ficam espalhadas e perde-se muito tempo p/ juntá-las. As reuniões não são produtivas porque ficam muitas pendências a serem resolvidas todas em uma única reunião. Na minha opinião trabalhar em casa pode ser interessante p/ algumas atividades mas não a minha.

Comentário de Hugo Welke em 05/02/2009 às 10:28:21

Bom, eu confirmo o que a Eliete falou acima. Trabalhar em casa pode parecer a porta para o paraíso quando isto começa, porem após alguns meses você começa a enxergar as paredes de sua casa como paredes de uma prisão – onde você tem liberdade provisória – afinal quando você trabalha em casa é difícil estipular e seguir uma carga horária diária de trabalho – sendo assim, toda hora que você esta fora de casa parece que você esta fora do trabalho e as pendências vem a sua cabeça! Sim, já corrijo aqui dizendo que isso é uma questão de habito – aprendizado de como lidar com isso. Mas que trabalhar em casa te prende e te leva a depressão – isso sim é fato. Uma coisa boa é você ter um emprego fixo num escritório, onde você possa ir trabalhar todos os dias, porem quando tiver com vontade de trabalhar em home-office você possa usufruir desse luxo (para alguns) ou desse tédio (para outros).

Comentário de Fábio Telles em 19/01/2007 às 10:46:20

Hum... é um assunto bacana mesmo. Morar em São Paulo ou outra grande cidade não é fácil. Gasto entre 2 e 3 horas para chegar no meu local de trabalho. Poder morar numa casa, quem sabe numa chácara, também pode ser outro fator estimulante para aumentar a qualidade de vida das pessoas. Poder trabalhar com desenvolvimento sem telefones tocando o tempo todo, escutando sua música predileta e sem ter que usar terno e gravata também ajuda. No entanto, ainda acho importante estar no local de trabalho pelo menos uma ou duas vezes por semana para reuniões e para criar laços de convivência mais pessoais. Você não tem uma dimensão real do que se passa numa empresa enquanto não pode olhar a expressão no rosto das pessoas comentando determinados assuntos. Particularmente eu acredito que para impulsionar sua carreira é mais importante participar do happy hour com os colegas de vez em quando. São nestes momentos em que as tensões do trabalho se desfazem e as pessoas se permitem falar mais abertamente. Você pode apenas tomar suco de laranja, mas deve se confraternizar com os colegas se não quiser virar um número. Números são mais fáceis de serem esquecidos que as pessoas.

Comentário de Rangel em 19/01/2007 às 11:08:20

É o Second Life pode até ajudar, mas eu não acho que exista algo que substitua essa interação física mesmo. É diferente você conversar, discutir, argumentar, enfim interagir de frente para outras pessoas! Abraços!

Comentário de Thássius Veloso em 20/01/2007 às 19:56:37

Primeiro, eu detesto Second Life. Segundo, concordo com o Rangel que nada substitui as relações interpessoais e presenciais. O virtual é ótimo, porém limitadíssimo, se for comparado com o real.